Este artigo discute a importância de se conceber o currículo de forma contextualizada, complexa e multirreferencial, levando em conta os diversos saberes locais e a realidade socioeconômica e cultural, especialmente no contexto do Semi-Árido brasileiro. Defende que o currículo deve ser construído a partir das necessidades concretas da realidade local e incluir narrativas e questões locais historicamente negligenciadas. Como exemplo, cita a proposta do IRPAA de uma educação para a Convivência com o Semi-Árido.