Chefia: Dr. Frederico Grognet
Preceptoria: Luís Filipe Senna
IMAGINOLOGIA DO
OMBRO E COTOVELO
Luís Filipe Senna
AULA
TRAUMA
FRATURAS E LUXAÇÕES DA CINTURA ESCAPULAR
TRAUMA
Série Trauma de Ombro (Neer)
v
AP verdadeiro
(de Grashey)
Perfil escapular Axilar
TRAUMA
Série Trauma de Ombro (Neer)
v
TRAUMA
AP verdadeiro (de Grashey)
v
TRAUMA
v
TRAUMA
v
TRAUMA
Perfil de escápula
v
TRAUMA
v
TRAUMA
Axilar
v
TRAUMA
v
TRAUMA
v
Lesão de
McLaughlin
TRAUMA
v
TRAUMA
v
Outras formas de axilar...
TRAUMA
v
Outras formas de axilar...
“Velpeau View” por
Bloom e Obata
TRAUMA
v
Outras formas de axilar... incidência de Senna
TRAUMA
v
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
- Fraturas articulares (head-splitting)
- Fraturas ou fraturas-luxações complexas
- Luxações posteriores
- Fraturas do tubérculo menor
Trauma
Trauma
Trauma - clavícula
CLAVÍCULA
Trauma - clavícula
AP da clavícula
AP da clavícula com 30° caudal
AP da clavícula com 30° cefálico
Trauma - clavícula
- AP da clavícula
- AP da clavícula
30° cefálico
Trauma - clavícula
Trauma – articulação AC
ARTICULAÇÃO
ACROMIOCLAVICULAR
Trauma – articulação AC
Radiografia sob stress: 10 to 15 lb (4.5 to 6.8 kg)
Trauma – articulação AC
Radiografia sob stress: 10 to 15 lb (4.5 to 6.8 kg)
Trauma – articulação AC
Incidência de Alexander
Trauma – articulação AC
Trauma – articulação AC
ZANCA (AP com 10 a 15° cefálico)
Usar de 1/3 a 50% da penetração dos raios-x
1.1 a 1.3cm
Trauma – articulação AC
Trauma – articulação AC
ZANCA ...
Luxação acromioclavicular grau V
Trauma – articulação EC
ARTICULAÇÃO
ESTERNOCLAVICULAR
Trauma – articulação EC
Incidência de Hobbs
Incidência da
serendipidade
(“Serendipity view”)
Trauma – articulação EC
Trauma – articulação EC
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
(CORTE AXIAL)
Síndrome do Impacto
(e lesões do manguito rotador)
Síndrome do Impacto /
Lesões do Manguito Rotador
Síndrome do Impacto
(e lesões do manguito rotador)
Dor no ombro:
- AP
- Perfil escapular
- Axilar
Sd. Impacto:
- AP rotações interna e externa
- AP com 30° caudal (Rockwood)
- Perfil escapular com 10° caudal (“outlet view”)
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
AP verdadeiro
Distância acromioumeral:
< 7mm: lesão completa do MR
< 5mm: lesão maciça do MR
Sinal da sobrancelha / sinal do espelho
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
AP verdadeiro
AP rotações interna e externa
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Incidência em AP com 30° caudal
ou Incidência do Impacto por Rockwood
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Incidência em AP com 30° caudal de
Rockwood
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Perfil escapular com 10° caudal
“Túnel” do supra-espinal = “oulet view”
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Perfil escapular com 10° caudal
Túnel do supra-espinal = “oulet view”
Bigliani:
TIPO I
TIPO II
TIPO III
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Axilar (perfil axilar)
B
Os Acromiale
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Ultrassonografia
- Baixo custo
- Não invasivo
- Pacientes claustrofóbicos
- Comparação com o lado oposto
- Dependência do examinador
- Dependência do aparelho
- Sensibilidade baixa pra lesões
pequenas / parciais
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Ultrassonografia Eu jogo no lixo!
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
Imagem por Ressonância
Magnética (IRM)
- Acurácia de 93 a 100%
- Avaliar: atrofia gordurosa / grau de retração
- Falso-positivo
- Alto custo
- Claustrofobia
É o exame mais utilizado para avaliar o
manguito rotador
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Hipersinal em T2
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Hipersinal em T2
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Classificação de Goutallier
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
IRM:
Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
Tendão subescapular
Tendão infra-espinal
Tendão cabeça longa do bíceps
Instabilidade glenoumeral
Luxações recidivantes
e
Instabilidade glenoumeral
Instabilidade glenoumeral
DUAS PRINCIPAIS LESÕES:
• Lesão de Bankart (arrancamento do lábio
ântero-inferior)
• Lesão de Hill-Sachs (fratura-impacção da
porção póstero-lateral da cabeça umeral).
Instabilidade glenoumeral
Lesão de Bankart
Instabilidade glenoumeral
Lesão de Hill-Sachs
Instabilidade glenoumeral
Luxação aguda
Instabilidade glenoumeral
Luxação aguda
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – lesão de Hill-Sachs
Incisura de Stryker
AP com rotação interna
(Adams)
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – lesão de Hill-Sachs
Incisura de Stryker
AP com rotação interna
(Adams)
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – lesão de Hill-Sachs
Incisura de Stryker
AP com rotação interna
(Adams)
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – lesões de Hill-Sachs e erosões
na glenóide: OBLÍQUA APICAL (GARTH)
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – Lesões de Hill-Sachs e erosões
na glenóide
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – erosões na glenóide
Incidência de West-Point ou Rokous
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – erosões calcificações na glenóide
Incidência de West-Point ou Rokous
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – LESÕES ÓSSEAS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – LESÕES ÓSSEAS
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – ARTRO-RESSONÂNCIA
LESÃO DE BANKART
Instabilidade glenoumeral
Instabilidades crônicas – ARTRO-RESSONÂNCIA
Lesão “ALPSA”
Anterior
Labrum-ligamentous
Periosteal
Sleeve
Avulsion
RADIOLOGIA DO COTOVELO
RADIOLOGIA DO COTOVELO
AP do cotovelo
RADIOLOGIA DO COTOVELO
Projeção lateral ou
Perfil do cotovelo
RADIOLOGIA DO COTOVELO
INCIDÊNCIA RADIOCAPITELAR
RADIOLOGIA DO COTOVELO
INCIDÊNCIA DE JONES
RADIOLOGIA DO COTOVELO
C.R.M.T.O.L.
RADIOLOGIA DO COTOVELO
RADIOLOGIA DO COTOVELO
Ressonância magnética: partes moles
T2T1 HIPERSINAL
EXTRA
QUESTÕES
38. A artropatia do ombro, conseqüente à lesão maciça do
manguito rotador, tem como sinais radiográficos
característicos:
a) sinal da sobrancelha, osteófito inferior na cabeça
umeral e diminuição do espaço articular.
b) subluxação inferior da cabeça umeral, sinal da
sobrancelha e osteófito inferior na cabeça umeral.
c) diminuição do espaço articular, subluxação inferior da
cabeça umeral e sinal da sobrancelha.
d) osteófito inferior na cabeça umeral, diminuição do
espaço articular e subluxação inferior da cabeça
umeral.
TARO 2007
38. A artropatia do ombro, conseqüente à lesão maciça do
manguito rotador, tem como sinais radiográficos
característicos:
a) sinal da sobrancelha, osteófito inferior na cabeça
umeral e diminuição do espaço articular.
b) subluxação inferior da cabeça umeral, sinal da
sobrancelha e osteófito inferior na cabeça umeral.
c) diminuição do espaço articular, subluxação inferior da
cabeça umeral e sinal da sobrancelha.
d) osteófito inferior na cabeça umeral, diminuição do
espaço articular e subluxação inferior da cabeça
umeral.
TARO 2007
58. No ombro, a incidência radiográfica que melhor
identifica o lábio ântero-inferior da glenóide é a
a) de STRYKER.
b) de WEST POINT.
c) apical oblíqua.
d) ântero-posterior com rotação medial do úmero.
TARO 2007
58. No ombro, a incidência radiográfica que melhor
identifica o lábio ântero-inferior da glenóide é a
a) de STRYKER.
b) de WEST POINT.
c) apical oblíqua.
d) ântero-posterior com rotação medial do úmero.
TARO 2007
17. A incidência apical oblíqua do ombro é realizada com o
paciente em decúbito dorsal, filme no plano escapular, sendo
o raio centrado na cavidade glenoidal e direcionado a
A) 25º medial e 25º caudal.
B) 25º lateral e 25º cranial.
C) 45º medial e 45º cranial.
D) 45º lateral e 45º caudal.
TARO 2008
17. A incidência apical oblíqua do ombro é realizada com o
paciente em decúbito dorsal, filme no plano escapular, sendo
o raio centrado na cavidade glenoidal e direcionado a
A) 25º medial e 25º caudal.
B) 25º lateral e 25º cranial.
C) 45º medial e 45º cranial.
D) 45º lateral e 45º caudal.
TARO 2008
50. Na luxação posterior do ombro, a lesão ântero-medial da
cabeça do úmero é conhecida como
A) BANKART.
B) HILL-SACHS.
C) McLAUGHLIN.
D) NEER.
TARO 2008
50. Na luxação posterior do ombro, a lesão ântero-medial da
cabeça do úmero é conhecida como
A) BANKART.
B) HILL-SACHS.
C) McLAUGHLIN.
D) NEER.
TARO 2008
4. O sentido da luxação de ombro, na impossibilidade de
movimentar a articulação, é definido pela incidência radiográfica
A) de STRYKER.
B) de VELPEAU.
C) apical oblíqua.
D) ântero-posterior verdadeira.
TARO 2009
4. O sentido da luxação de ombro, na impossibilidade de
movimentar a articulação, é definido pela incidência radiográfica
A) de STRYKER.
B) de VELPEAU.
C) apical oblíqua.
D) ântero-posterior verdadeira.
TARO 2009
8 - Na epicondilite lateral do cotovelo, a imagem de ressonância
magnética em T2 apresenta
a) hipersinal no extensor radial curto do carpo.
b) hipossinal no extensor radial curto do carpo.
c) hipersinal no extensor radial longo do carpo.
d) hipossinal no extensor radial longo do carpo.
TARO 2010
8 - Na epicondilite lateral do cotovelo, a imagem de ressonância
magnética em T2 apresenta
a) hipersinal no extensor radial curto do carpo.
b) hipossinal no extensor radial curto do carpo.
c) hipersinal no extensor radial longo do carpo.
d) hipossinal no extensor radial longo do carpo.
TARO 2010
17 - A melhor incidência radiográfica para o diagnóstico da fratura
do processo coracoide é
A) a apical oblíqua.
B) a axilar.
C) a de STRYKER.
D) o perfil da escápula.
TARO 2010
17 - A melhor incidência radiográfica para o diagnóstico da fratura
do processo coracoide é
A) a apical oblíqua.
B) a axilar.
C) a de STRYKER.
D) o perfil da escápula.
TARO 2011
44 - Os ligamentos acromioclaviculares são restritores primários
da translação da clavícula para
A) superior.
B) inferior.
C) posterior.
D) lateral.
TARO 2011
44 - Os ligamentos acromioclaviculares são restritores primários
da translação da clavícula para
A) superior.
B) inferior.
C) posterior.
D) lateral.
TARO 2011
91. Na radiografia do cotovelo de uma crianca de sete anos de
idade, os nucleos epifisarios ossificados são
a) epicondilo lateral, olecrano e troclea.
b) olecrano, epicondilo medial e capitulo.
c) cabeca do radio, epicondilo lateral e troclea.
d) epicondilo medial, cabeca do radio e capitulo.
TARO 2012
91. Na radiografia do cotovelo de uma crianca de sete anos de
idade, os nucleos epifisarios ossificados são
a) epicondilo lateral, olecrano e troclea.
b) olecrano, epicondilo medial e capitulo.
c) cabeca do radio, epicondilo lateral e troclea.
d) epicondilo medial, cabeca do radio e capitulo.
TARO 2012
70. O último centro de ossificação secundário do cotovelo a fundir-
se com a metáfise é o
a) capítulo.
b) olécrano.
c) epicôndilo lateral.
d) epicôndilo medial.
TARO 2013
70. O último centro de ossificação secundário do cotovelo a fundir-
se com a metáfise é o
a) capítulo.
b) olécrano.
c) epicôndilo lateral.
d) epicôndilo medial.
TARO 2013
Obrigado.

Imaginologia do ombro e cotovelo 2015

  • 1.
    Chefia: Dr. FredericoGrognet Preceptoria: Luís Filipe Senna
  • 2.
    IMAGINOLOGIA DO OMBRO ECOTOVELO Luís Filipe Senna AULA
  • 3.
    TRAUMA FRATURAS E LUXAÇÕESDA CINTURA ESCAPULAR
  • 4.
    TRAUMA Série Trauma deOmbro (Neer) v AP verdadeiro (de Grashey) Perfil escapular Axilar
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    TRAUMA v Outras formas deaxilar... “Velpeau View” por Bloom e Obata
  • 17.
    TRAUMA v Outras formas deaxilar... incidência de Senna
  • 18.
    TRAUMA v TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA - Fraturasarticulares (head-splitting) - Fraturas ou fraturas-luxações complexas - Luxações posteriores - Fraturas do tubérculo menor
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    Trauma - clavícula APda clavícula AP da clavícula com 30° caudal AP da clavícula com 30° cefálico
  • 23.
    Trauma - clavícula -AP da clavícula - AP da clavícula 30° cefálico
  • 24.
  • 25.
    Trauma – articulaçãoAC ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR
  • 26.
  • 27.
    Radiografia sob stress:10 to 15 lb (4.5 to 6.8 kg) Trauma – articulação AC
  • 28.
    Radiografia sob stress:10 to 15 lb (4.5 to 6.8 kg) Trauma – articulação AC
  • 29.
    Incidência de Alexander Trauma– articulação AC
  • 30.
    Trauma – articulaçãoAC ZANCA (AP com 10 a 15° cefálico) Usar de 1/3 a 50% da penetração dos raios-x
  • 31.
    1.1 a 1.3cm Trauma– articulação AC
  • 32.
    Trauma – articulaçãoAC ZANCA ... Luxação acromioclavicular grau V
  • 33.
    Trauma – articulaçãoEC ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
  • 34.
    Trauma – articulaçãoEC Incidência de Hobbs Incidência da serendipidade (“Serendipity view”)
  • 35.
  • 36.
    Trauma – articulaçãoEC TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (CORTE AXIAL)
  • 37.
    Síndrome do Impacto (elesões do manguito rotador) Síndrome do Impacto / Lesões do Manguito Rotador
  • 38.
    Síndrome do Impacto (elesões do manguito rotador) Dor no ombro: - AP - Perfil escapular - Axilar Sd. Impacto: - AP rotações interna e externa - AP com 30° caudal (Rockwood) - Perfil escapular com 10° caudal (“outlet view”)
  • 39.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador AP verdadeiro Distância acromioumeral: < 7mm: lesão completa do MR < 5mm: lesão maciça do MR Sinal da sobrancelha / sinal do espelho
  • 40.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador AP verdadeiro
  • 41.
    AP rotações internae externa Sd. Impacto e lesões do Manguito Rotador
  • 42.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Incidência em AP com 30° caudal ou Incidência do Impacto por Rockwood
  • 43.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Incidência em AP com 30° caudal de Rockwood
  • 44.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Perfil escapular com 10° caudal “Túnel” do supra-espinal = “oulet view”
  • 45.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Perfil escapular com 10° caudal Túnel do supra-espinal = “oulet view” Bigliani: TIPO I TIPO II TIPO III
  • 46.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Axilar (perfil axilar) B Os Acromiale
  • 47.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Ultrassonografia - Baixo custo - Não invasivo - Pacientes claustrofóbicos - Comparação com o lado oposto - Dependência do examinador - Dependência do aparelho - Sensibilidade baixa pra lesões pequenas / parciais
  • 48.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Ultrassonografia Eu jogo no lixo!
  • 49.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador Imagem por Ressonância Magnética (IRM) - Acurácia de 93 a 100% - Avaliar: atrofia gordurosa / grau de retração - Falso-positivo - Alto custo - Claustrofobia É o exame mais utilizado para avaliar o manguito rotador
  • 50.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 51.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 52.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial Hipersinal em T2
  • 53.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial Hipersinal em T2
  • 54.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 55.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 56.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 57.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial Classificação de Goutallier
  • 58.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial
  • 59.
    Sd. Impacto elesões do Manguito Rotador IRM: Oblíqua coronal; oblíqua sagital e axial Tendão subescapular Tendão infra-espinal Tendão cabeça longa do bíceps
  • 60.
  • 61.
    Instabilidade glenoumeral DUAS PRINCIPAISLESÕES: • Lesão de Bankart (arrancamento do lábio ântero-inferior) • Lesão de Hill-Sachs (fratura-impacção da porção póstero-lateral da cabeça umeral).
  • 62.
  • 63.
  • 64.
  • 65.
  • 66.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– lesão de Hill-Sachs Incisura de Stryker AP com rotação interna (Adams)
  • 67.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– lesão de Hill-Sachs Incisura de Stryker AP com rotação interna (Adams)
  • 68.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– lesão de Hill-Sachs Incisura de Stryker AP com rotação interna (Adams)
  • 69.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– lesões de Hill-Sachs e erosões na glenóide: OBLÍQUA APICAL (GARTH)
  • 70.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– Lesões de Hill-Sachs e erosões na glenóide
  • 71.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– erosões na glenóide Incidência de West-Point ou Rokous
  • 72.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– erosões calcificações na glenóide Incidência de West-Point ou Rokous
  • 73.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– LESÕES ÓSSEAS TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
  • 74.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– LESÕES ÓSSEAS TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
  • 75.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– ARTRO-RESSONÂNCIA LESÃO DE BANKART
  • 76.
    Instabilidade glenoumeral Instabilidades crônicas– ARTRO-RESSONÂNCIA Lesão “ALPSA” Anterior Labrum-ligamentous Periosteal Sleeve Avulsion
  • 77.
  • 78.
  • 79.
    RADIOLOGIA DO COTOVELO Projeçãolateral ou Perfil do cotovelo
  • 80.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
    RADIOLOGIA DO COTOVELO Ressonânciamagnética: partes moles T2T1 HIPERSINAL
  • 85.
  • 87.
  • 88.
    38. A artropatiado ombro, conseqüente à lesão maciça do manguito rotador, tem como sinais radiográficos característicos: a) sinal da sobrancelha, osteófito inferior na cabeça umeral e diminuição do espaço articular. b) subluxação inferior da cabeça umeral, sinal da sobrancelha e osteófito inferior na cabeça umeral. c) diminuição do espaço articular, subluxação inferior da cabeça umeral e sinal da sobrancelha. d) osteófito inferior na cabeça umeral, diminuição do espaço articular e subluxação inferior da cabeça umeral. TARO 2007
  • 89.
    38. A artropatiado ombro, conseqüente à lesão maciça do manguito rotador, tem como sinais radiográficos característicos: a) sinal da sobrancelha, osteófito inferior na cabeça umeral e diminuição do espaço articular. b) subluxação inferior da cabeça umeral, sinal da sobrancelha e osteófito inferior na cabeça umeral. c) diminuição do espaço articular, subluxação inferior da cabeça umeral e sinal da sobrancelha. d) osteófito inferior na cabeça umeral, diminuição do espaço articular e subluxação inferior da cabeça umeral. TARO 2007
  • 90.
    58. No ombro,a incidência radiográfica que melhor identifica o lábio ântero-inferior da glenóide é a a) de STRYKER. b) de WEST POINT. c) apical oblíqua. d) ântero-posterior com rotação medial do úmero. TARO 2007
  • 91.
    58. No ombro,a incidência radiográfica que melhor identifica o lábio ântero-inferior da glenóide é a a) de STRYKER. b) de WEST POINT. c) apical oblíqua. d) ântero-posterior com rotação medial do úmero. TARO 2007
  • 92.
    17. A incidênciaapical oblíqua do ombro é realizada com o paciente em decúbito dorsal, filme no plano escapular, sendo o raio centrado na cavidade glenoidal e direcionado a A) 25º medial e 25º caudal. B) 25º lateral e 25º cranial. C) 45º medial e 45º cranial. D) 45º lateral e 45º caudal. TARO 2008
  • 93.
    17. A incidênciaapical oblíqua do ombro é realizada com o paciente em decúbito dorsal, filme no plano escapular, sendo o raio centrado na cavidade glenoidal e direcionado a A) 25º medial e 25º caudal. B) 25º lateral e 25º cranial. C) 45º medial e 45º cranial. D) 45º lateral e 45º caudal. TARO 2008
  • 94.
    50. Na luxaçãoposterior do ombro, a lesão ântero-medial da cabeça do úmero é conhecida como A) BANKART. B) HILL-SACHS. C) McLAUGHLIN. D) NEER. TARO 2008
  • 95.
    50. Na luxaçãoposterior do ombro, a lesão ântero-medial da cabeça do úmero é conhecida como A) BANKART. B) HILL-SACHS. C) McLAUGHLIN. D) NEER. TARO 2008
  • 96.
    4. O sentidoda luxação de ombro, na impossibilidade de movimentar a articulação, é definido pela incidência radiográfica A) de STRYKER. B) de VELPEAU. C) apical oblíqua. D) ântero-posterior verdadeira. TARO 2009
  • 97.
    4. O sentidoda luxação de ombro, na impossibilidade de movimentar a articulação, é definido pela incidência radiográfica A) de STRYKER. B) de VELPEAU. C) apical oblíqua. D) ântero-posterior verdadeira. TARO 2009
  • 98.
    8 - Naepicondilite lateral do cotovelo, a imagem de ressonância magnética em T2 apresenta a) hipersinal no extensor radial curto do carpo. b) hipossinal no extensor radial curto do carpo. c) hipersinal no extensor radial longo do carpo. d) hipossinal no extensor radial longo do carpo. TARO 2010
  • 99.
    8 - Naepicondilite lateral do cotovelo, a imagem de ressonância magnética em T2 apresenta a) hipersinal no extensor radial curto do carpo. b) hipossinal no extensor radial curto do carpo. c) hipersinal no extensor radial longo do carpo. d) hipossinal no extensor radial longo do carpo. TARO 2010
  • 100.
    17 - Amelhor incidência radiográfica para o diagnóstico da fratura do processo coracoide é A) a apical oblíqua. B) a axilar. C) a de STRYKER. D) o perfil da escápula. TARO 2010
  • 101.
    17 - Amelhor incidência radiográfica para o diagnóstico da fratura do processo coracoide é A) a apical oblíqua. B) a axilar. C) a de STRYKER. D) o perfil da escápula. TARO 2011
  • 102.
    44 - Osligamentos acromioclaviculares são restritores primários da translação da clavícula para A) superior. B) inferior. C) posterior. D) lateral. TARO 2011
  • 103.
    44 - Osligamentos acromioclaviculares são restritores primários da translação da clavícula para A) superior. B) inferior. C) posterior. D) lateral. TARO 2011
  • 104.
    91. Na radiografiado cotovelo de uma crianca de sete anos de idade, os nucleos epifisarios ossificados são a) epicondilo lateral, olecrano e troclea. b) olecrano, epicondilo medial e capitulo. c) cabeca do radio, epicondilo lateral e troclea. d) epicondilo medial, cabeca do radio e capitulo. TARO 2012
  • 105.
    91. Na radiografiado cotovelo de uma crianca de sete anos de idade, os nucleos epifisarios ossificados são a) epicondilo lateral, olecrano e troclea. b) olecrano, epicondilo medial e capitulo. c) cabeca do radio, epicondilo lateral e troclea. d) epicondilo medial, cabeca do radio e capitulo. TARO 2012
  • 106.
    70. O últimocentro de ossificação secundário do cotovelo a fundir- se com a metáfise é o a) capítulo. b) olécrano. c) epicôndilo lateral. d) epicôndilo medial. TARO 2013
  • 107.
    70. O últimocentro de ossificação secundário do cotovelo a fundir- se com a metáfise é o a) capítulo. b) olécrano. c) epicôndilo lateral. d) epicôndilo medial. TARO 2013
  • 108.