SlideShare uma empresa Scribd logo
ILUMINAÇÃO O olho humano tem uma capacidade impressionante de enxergar uma gama bastante extensa. A câmera de televisão não pode se aproximar do alcance imenso do olho humano. Em produção de televisão, o iluminador tem de trabalhar dentro das limitações da câmera. A iluminação para televisão é diferente da iluminação em teatro, fotografia e cinema. No teatro, nossos olhos são a referência, eles é que captam as imagens, e com isso conseguimos ver profundidade e enormes nuanças de luz. Infelizmente, a televisão tem somente duas dimensões. A percepção da profundidade terá de ser criada através de técnicas próprias de iluminação.
ILUMINAÇÃO Provavelmente, o mais importante aspecto da iluminação em televisão, em programas que não sejam em linha de show, é que a iluminação deverá parecer o mais natural possível. O telespectador deverá ter uma sensação muito especial que não há iluminação alguma, exceto a luz natural que deveria ser usada na cena, como se fosse uma situação da vida real, ao invés de uma cena de televisão.
ILUMINAÇÃO É importante lembrar que o objeto técnico mais importante da iluminação é a luz refletida do objeto e não a quantidade de luz que está incidindo sobre o objeto, isto permite ao iluminador estabelecer uma referência de preto e uma referência de branco. Isto é feito, simplesmente, determinando as cores que refletem no objeto menos iluminado (referência preto) e o objeto mais iluminado (referência branco). Um objeto totalmente negro não irá refletir nada e terá uma reflexão de 0%. Um objeto branco irá refletir toda a luz, que significa uma reflexão de 100%. Normalmente, a televisão em cores não deve ter uma referência de branco de mais de 60% ou uma referência de negro de menos de 3%. Isto estará então, dentro da relação de contraste 20 para 1
ILUMINAÇÃO Iluminação é a ação de controlar as luzes e as sombras para mostrar a forma e a textura de um rosto ou um objeto, sugerir um ambiente em particular ou, como acontece com a música, criar uma atmosfera.
ILUMINAÇÃO ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
ILUMINAÇÃO Luz e Sombra  - uma imagem só existirá se existir luz e sombra: sem um desses 2 elementos, não há imagem alguma, restando um clarão uniforme ou uma imagem totalmente escura. Mais do que uma técnica, a iluminação é uma arte, através da qual as formas dos objetos e pessoas podem ser modeladas, revelando com maior ou menor intensidade sua tridimensionalidade, sua textura e seu posicionamento junto aos outros elementos à sua volta.
ILUMINAÇÃO Sombras não devem nunca serem completamente eliminadas - o que causaria o 'achatamento' da imagem - e sim serem controladas. E uma das formas mais eficientes de efetuar este controle é atenuando-as, suavizando a luz que cria as mesmas através da utilização de recursos como filtros difusores colocados sobre os refletores (uma placa grande de acrílico translúcido ('leitoso') colocada a 1 ou 2 palmos de distância da fonte de luz pode fazer esta função, mas podem ser utilizados também outros materiais, como lençóis brancos, cortinas, papéis e similares), caixas do tipo soft-box (uma estrutura em forma de cubo relativamente grande recoberta por tecido branco com a fonte de luz embutida em seu interior pode fazer esta função), reflexão da luz em anteparos colocados próximos à pessoa ou objeto (uma parede branca pode fazer esta função), etc...
ILUMINAÇÃO ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
ILUMINAÇÃO Iluminação Básica de 3 pontos: Luz Chave :  Luz principal proveniente de uma fonte de iluminação direcional que incide sobre um sujeito ou área; permite distinguir a forma básica do objeto. Contra-Luz :  É a iluminação proveniente de trás, dirigida ao objeto e oposta a câmera; permite distinguir a sombra do objeto do fundo e reforça o contorno do objeto. Luz de Preenchimento :  É a que reduz o grau de contraste da sombra. Pode ser direcional se a área à ser preenchida é muito limitada. * Luz de Fundo :  Se emprega para iluminar o fundo ou a cenografia e se maneja por separado da iluminação dos executantes ou da área de atuação.
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos:
ILUMINAÇÃO Luz Principal  - ( key light  ou frontal ou chave ou primária) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz mais importante das três, localizada à frente da pessoa a ser gravada. É ela que define a iluminação básica da cena. Normalmente é uma luz direta e concentrada (denominada luz  dura  ou  hard ), causando, individualmente (quando só ela é acesa) sombras pronunciadas sobre o rosto da pessoa. No entanto, pode também ser do tipo difusa, dispersa (denominada luz  suave  ou  soft ), que quase não causa sombras. A luz  dura  é obtida diretamente do refletor, enquanto que a luz  suave  é obtida com o emprego de dispositivos suavizadores como o difusor , colocado à frente do refletor, ou então o emprego de um soft box.
ILUMINAÇÃO Luz Principal – Key Light
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz Principal )
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz Principal )
ILUMINAÇÃO Luz de Preenchimento   -   ( fill light  ou lateral ou secundária) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz que localiza-se ao lado da pessoa que está sendo gravada. Tem a finalidade básica de suavizar sombras causadas no rosto da pessoa (olhos, nariz e pescoço) pela luz principal e de preencher os vazios que causam essas sombras, daí seu nome,  preenchimento . Para obter este efeito, a luz de preenchimento é normalmente mais extensa, suave e difusa do que a luz principal. Após o posicionamento da luz principal e da contra-luz, a luz de preenchimento é a última a ser ajustada. Sua intensidade deve ser menor do que a intensidade da luz principal. Como as rugas e marcas de expressão presentes no rosto humano conferem dramaticidade à ação quando são mostradas, a intensidade da luz de preenchimento deve ser inversamente proporcional ao desejo de se transmitir esta sensação.
ILUMINAÇÃO Luz de preenchimento – Fill Light
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz de Preenchimento )
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz de Preenchimento )
ILUMINAÇÃO Contra-Luz  ( backlight   ou contra-luz ) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz que localiza-se atrás da pessoa que está sendo gravada. Tem a finalidade básica de moldar o rosto da pessoa destacando-o do cenário ao fundo e evidenciando a distância em que o mesmo se encontra em relação ao fundo. Após o posicionamento da luz principal, a contra-luz é ajustada diametralmente oposta à mesma
ILUMINAÇÃO A luz deve ser direcionada para a parte de trás dos cabelos e ombros da pessoa. A contra-luz  não  deve ser suavizada com difusores ou softboxes ; deve ser um tipo de refletor capaz de ser focalizado somente sobre a pessoa. Isso porque luzes difusas propagam-se em um leque bem aberto, podendo atingir a objetiva da câmera acarretando com isso reflexos indesejados. Mesmo que difusores não estejam sendo utilizados, às vezes, conforme seu posicionamento, parte da luz emitida pela contra-luz pode atingir a objetiva da câmera. Se isto ocorrer, flags ou barndoors podem ser posicionados adequadamente sobre o refletor, até bloquear a luz que atinge a câmera. Ao contrário da luz principal, sua altura não é tão importante, desde que esteja acima da cabeça da pessoa, da luz principal e que não atinja a objetiva da câmera. Pode até mesmo ser presa no teto, atrás da pessoa.
ILUMINAÇÃO Contra Luz – Back Light
ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Contra-Luz )
ILUMINAÇÃO A intensidade da contra-luz deve ser maior ou menor, conforme as características particulares da pessoa que está sendo gravada. Assim por exemplo, cores claras de cabelo e pessoas calvas exigem contra-luz menos intensa. Como não são indicados dispositivos difusores para este tipo de luz, a solução para atenuar ou aumentar sua intensidade é afastar ou aproximar o refletor do local onde a pessoa está. Por outro lado, a intensidade maior ou menor dessa luz interfere também, embora em menor escala do que ocorre com a luz de preenchimento, na atmosfera geral da cena: uma contra-luz mais intensa torna o aspecto da pessoa mais dramático e glamuroso. A questão da calvície tem ainda uma solução alternativa: o uso de pó apropriado de maquiagem para reduzir o brilho e os reflexos, com a vantagem adicional de também absorver a transpiração.
ILUMINAÇÃO Iluminação de 3 pontos
ILUMINAÇÃO Escala Kelvin A luz considerada como de cor branca na verdade é uma mistura de todas as cores básicas presentes no arco-íris: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. No entanto, nem sempre a proporção destas cores componentes é a mesma, o que faz com que o resultado final, embora aparente ser branco para o cérebro humano, na realidade tenda para tonalidades avermelhadas, azuis ou intermediárias. Isto porque, como será visto adiante, o cérebro humano possui mecanismos de correção para esses desvios.
ILUMINAÇÃO No século 19, um físico escocês chamado Lord Kelvin criou uma forma de medir os desvios de proporção na composição da luz branca, ou seja, quando predominava o vermelho, o amarelo, o azul, etc... Por este processo, imaginava-se um hipotético objeto totalmente negro (chamado por ele de 'corpo negro' , porque absorveria 100% de qualquer luz que incidisse sobre ele) que, ao ser aquecido, passaria a emitir luz. E, além disso, a luz emitida iria mudando gradualmente de cor. A analogia era feita era com um pedaço de ferro, aquecido cada vez mais: o chamado 'ferro em brasa', inicialmente de cor vermelha, passava por várias tonalidades (amarelo, verde, azul) conforme a temperatura subia mais e mais.
ILUMINAÇÃO Lord Kelvin criou então uma escala de temperaturas, à qual deu seu nome e estabeleceu que à temperatura de 1.200 K (graus Kelvin) o corpo negro tornaria-se vermelho. E que quanto mais aquecido, mais sua tonalidade se alterava, correspondendo a temperaturas intermediárias. Assim, a escala Kelvin de temperatura de cor associa cor e temperatura
ILUMINAÇÃO
ILUMINAÇÃO Chroma Key A área Chroma Key de um cenário é um fundo azul (em algumas ocasiões verde) que se emprega para agregar à imagem, fundos gerados eletronicamente, os quais substituem esses fundos azuis durante a produção.   O aspecto mais importante para obter a iluminação da área chroma-key é conseguir a iluminação uniforme do fundo do cenário, o que significa que o fundo azul necessariamente deve ser obtido mediante o uso de instrumentos de iluminação altamente difusos, como luzes suaves.
ILUMINAÇÃO Chroma Key
ILUMINAÇÃO Chroma Key
ILUMINAÇÃO Chroma Key
ILUMINAÇÃO Flag ou Bandeira  - nome dado a uma placa metálica, cujo objetivo é barrar parcialmente a luz proveniente de um refletor, impedindo-a de atingir em parte ou todo determinada pessoa ou objeto. Em arranjos complexos de iluminação é comum o uso de flags para propiciar a iluminação seletiva de pessoas / objetos: a luz, principalmente quando é do tipo difusa, espalha-se em um leque aberto, atingindo muitas vezes áreas indesejadas. Flags são geralmente fixados em suportes do tipo haste vertical com um tripé na base.
ILUMINAÇÃO Flag ou Bandeira
ILUMINAÇÃO Barndoor  – É o nome dado à cada uma das 4 placas metálicas frontais que fazem parte de alguns modelos de refletores. Estas placas são móveis e permitem, com isso, que se possa moldar o facho de luz emitido pelo refletor. É possível por exemplo fechar quase que totalmente as placas superior e inferior, fazendo com que as mesmas quase se encontrem: apenas um facho horizontal luminoso será emitido. Ou então abrir essas placas e mudar a posição das placas laterais. Refletores com barndoors são úteis como contra-luz em esquemas de iluminação de 3 pontos, para evitar que a sua luz atinja a objetiva da câmera.
ILUMINAÇÃO Barndoor ou Bandô
ILUMINAÇÃO Os  Barndoors Laterais  geralmente são montados com 3 placas, onde as duas das bordas superior e inferior são móveis, podendo ser ajustados para encontrar as placas dos barndoors superior e inferior do refletor.
ILUMINAÇÃO Difusor   - tela ou folha de gelatina colocada sobre uma fonte de luz para suavizá-la, eliminando sombras pronunciadas causadas pela iluminação não-difusa. A gelatina é afixada com prendedores à frente do refletor ou então suspensa presa em um tripé, também à frente do refletor. A tela pode ser colocada em posições mais distantes da fonte de luz, o que torna seu efeito suavizador mais intenso: quanto mais longe do refletor a mesma for colocada, mais difusa a luz se tornará. No entanto, distâncias maiores exigem telas de dimensões maiores.
ILUMINAÇÃO Gelatinas e Correção de Cores  - as luzes incandescentes utilizadas em interiores possuem temperatura de cor mais baixa do que a da luz do dia (luz exterior). Em uma sala iluminada por luzes incandescentes e pela luz do dia que entra através de uma janela, é necessário igualar as temperaturas das luzes na cena. Gelatinas coloridas permitem fazer isso, de duas formas diferentes. Uma delas é recobrir as janelas com gelatinas alaranjadas (do tipo CTO - Color Temperature Orange). A outra, instalar gelatinas azuladas (do tipo CTB - Color Temperature Blue) sobre as luzes incandescentes internas. Como o efeito final é o mesmo, a decisão pode-se basear no custo-benefício, ou seja, na quantidade de gelatina a ser utilizada em uma abordagem ou outra.
ILUMINAÇÃO CTB (Color Temperature Blue)  - Tipo de gelatina utlizada para correção de temperatura de cor. Um exemplo de utilização é a gravação em uma sala iluminada pela claridade do dia através de grandes janelas de vidro. No interior desta sala, existem lâmpadas incandescentes, que devem permanecer acesas para complementar a iluminação eliminando sombras. Ou então será feito o uso de refletores, em que a temperatura de cor de suas lâmpadas situa-se abaixo da temperatura da luz do dia.  Neste caso, recobrindo-se as luzes internas e/ou os refletores com uma gelatina de tonalidade azul (CTB) aumenta-se a temperatura de cor dos mesmos (geralmente 3200K), cuja luz fica agora equilibrada com a temperatura de cor da luz que provém das janelas (em torno de 5600K).
ILUMINAÇÃO Outra opção seria ao invés de recobrir as luzes internas / refletores, recobrir as janelas, neste caso utilizando uma gelatina do tipo CTO, para abaixar a temperatura da luz proveniente do Sol aproximando-a da temperatura das luzes internas. O resultado final seria o mesmo, porém, a opção levando-se em conta o fator custo benefício seria a primeira (CTB), por exigir gasto menor em quantidade de folhas de gelatina. Um mesmo tipo de gelatina (CTB) possui dezenas de graduações de intensidade de cor, estabelecidas através de números ou códigos. Assim, por exemplo, para aproximar a luz de interiores para a luz solar é comum o uso de folhas de gelatina CTB de número 80 ou 81.
ILUMINAÇÃO Gelatina CTB
ILUMINAÇÃO CTO (Color Temperature Orange)  - Tipo de gelatina utlizada para correção de temperatura de cor. Um exemplo de utilização é a gravação em uma sala iluminada predominantemente pela luz de lâmpadas incandescentes e/ou refletores com lâmpadas deste tipo, na qual existe uma janela de vidro por onde penetra a luz do dia.  Neste caso, recobrindo-se a janela com folhas de gelatina de tonalidade laranja (CTO) abaixa-se a temperatura de cor da luz proveniente da mesma (em torno de 5600K), cuja luz fica agora equilibrada com a temperatura de cor da luz interna (geralmente 3200K).
ILUMINAÇÃO Outra opção seria ao invés de recobrir a janela, recobrir as luzes internas, neste caso utilizando uma gelatina do tipo CTB, para subir a temperatura da luz proveniente destas luzes aproximando-a da temperatura da luz externa. O resultado final seria o mesmo, e a opção deve levar em conta o fator custo benefício (quantidade de folhas de gelatina necessária x facilidade de instalação). Um mesmo tipo de gelatina (CTO) possui dezenas de graduações de intensidade de cor, estabelecidas através de códigos ou números. Assim, por exemplo, para aproximar a luz de luz solar da luz incandescente, é comum o uso de folhas de gelatina CTO de número 85.
ILUMINAÇÃO Gelatina CTO
ILUMINAÇÃO REFLETORES
ILUMINAÇÃO Fresnel  - Um dos mais antigos tipos de refletor ainda em uso, o Fresnel (cujo nome vem de seu inventor) é caracterizado por uma lente na frente da lâmpada de filamento (tungstênio). Com essa lente, é possível ao iluminador escolher um "foco" de luz, mais aberto ou mais fechado. A lâmpada é móvel dentro do fresnel, e ao ser aproximada da lente, seu foco abrange uma área maior do que se for afastada da lente. O fresnel direciona o foco de luz e sua utilidade no cinema é de relevância ímpar. Há fresnéis de várias potências, desde 100 watts até 10.000, 15.000 e até 20.000 watts. Fresnéis são luzes semi-difusas quando o foco está aberto, e duras quando o foco está fechado. As abas externas do fresnel são chamadas "Bandôs" (do inglês Band-Door) , e servem como bandeiras que evitam a dispersão da luz pelos lados.
ILUMINAÇÃO Fresnel
ILUMINAÇÃO Aberto Arri 1000  - Similar ao fresnel, mas não possui lente na frente, o que significa que ele não pode direcionar o foco de sua luz (razão pela qual é chamado "aberto") e este tende a se espalhar. Os abertos mais modernos possuem uma pequena variação de foco através de um mecanismo que altera a superfície refletora interna do aberto movendo-o para frente e para trás. Apesar disso, seu foco não é tão precisamente controlado quanto o fresnel. É luz dura, também de tungstênio.
ILUMINAÇÃO Mini-Brut, Brut e Maxi-Brut  - É uma espécie de "calha" de luz, onde uma série de "faróis" se colocam em série ou paralelos, de 2 em 2, 3 em 3, 6 em 6 e até mais, promovendo uma luz muito intensa e aberta. Os maiores são chamados Maxi-Brut. É luz dura, mas geralmente, quando usada em estúdio, é rebatida para funcionar como luz geral ou luz de enchimento, pois produz luz muito forte. Em pequenas produções se usa o Mini-Brut, de três séries de 2 faróis.
ILUMINAÇÃO Spot  - É também chamado de "marmita" pelo formato característico retangular, mas possui vasta nomenclatura e não existe um consenso sobre como chamá-lo para que todos saibam que falamos dele. De qualquer maneira, é luz aberta que se utiliza de uma lâmpada de quartzo (halógena), muito utilizada em casamentos e batizados, sempre atrás do sujeito que está com a câmera de vídeo. É luz dura e geralmente é usada com difusores na frente. Há também Spots que não possuem o formato "marmita", e daí a confusão. Alguns deles se utilizam de lâmpadas Photo Flood.
ILUMINAÇÃO Soft  - Soft Arri com difusor É um spot difuso. Utiliza a mesma lâmpada halógena mas já possui um rebatedor na sua estrutura, emitindo luz já com características difusas. Também pode ser uma fonte de luz tungstênio com filtro difusor incorporado à sua estrutura
ILUMINAÇÃO Sun Gun  - É um refletor de mão móvel, ou seja, uma fonte de luz muito intensa usada para iluminar caminhos e cenas de movimento, geralmente corridas e perseguições a pé. O operador carrega o Sun Gun e um cinturão de baterias, que permite a iluminação destas cenas em lugares de difícil acesso para refletores maiores, como cavernas, mata, etc... Em geral, a bateria do Sun Gun não dura muito, e portanto é necessário um planejamento anterior rigoroso.
ILUMINAÇÃO Lâmpadas de Photo Flood  - Não é exatamente um refletor; mas apenas uma lâmpada de filamento com características especiais. Trata-se de uma lâmpada de bulbo muito parecida com lâmpadas caseiras comuns, e cuja vantagem é que justamente possuem rosca universal que pode ser colocada em qualquer soquete comum. A diferença dela para as demais lâmpadas caseiras é que: a) É muito mais potente, de 300 a 600w. (é necessário, por isso, tomar cuidado onde se liga, pois alguns fios não resistem a essa potência e derretem, causando curto). b) Possui temperatura de cor controlada e é vendida nas versões Tungstênio e Daylight, e c) dura muito, mas muito menos que lâmpadas comuns (de 3 a 6 horas).
ILUMINAÇÃO
ILUMINAÇÃO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

IluminaçAo
IluminaçAoIluminaçAo
IluminaçAo
Auriene
 
Fotografia | aula 03
Fotografia | aula 03Fotografia | aula 03
Fotografia | aula 03
João Leopoldo Padoveze
 
Mini Curso de Fotografia - Aula 1
Mini Curso de Fotografia - Aula 1Mini Curso de Fotografia - Aula 1
Mini Curso de Fotografia - Aula 1
Thiago Araujo
 
Mini Curso de Fotografia - Aula 2
Mini Curso de Fotografia - Aula 2Mini Curso de Fotografia - Aula 2
Mini Curso de Fotografia - Aula 2
Thiago Araujo
 
Fotografia em Estúdio
Fotografia em EstúdioFotografia em Estúdio
Fotografia em Estúdio
Cid Costa Neto
 
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípios
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípiosFotografia para iniciantes: conceitos e princípios
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípios
Eduardo Graziosi Silva
 
Direção de Arte e Fotografia no Cinema
Direção de Arte e Fotografia no CinemaDireção de Arte e Fotografia no Cinema
Direção de Arte e Fotografia no Cinema
Mauricio Mallet Duprat
 
Fotografia publicitária
Fotografia publicitáriaFotografia publicitária
Fotografia publicitária
Thayse Beckner
 
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. ExposiçãoMódulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
Nuno Barros
 
Luz cinema tv
Luz cinema tvLuz cinema tv
Luz cinema tv
Celso Viviani
 
ISO, Diafragma e Obturador
ISO, Diafragma e Obturador ISO, Diafragma e Obturador
ISO, Diafragma e Obturador
Clara Ferreira
 
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdfPRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
UNIP. Universidade Paulista
 
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
Mauricio Mallet Duprat
 
Linguagem Cinematográfica
Linguagem CinematográficaLinguagem Cinematográfica
Linguagem Cinematográfica
Laércio Góes
 
Iluminação e flash
Iluminação e flashIluminação e flash
Iluminação e flash
journalistas
 
Edição, espelho e diagrama
Edição, espelho e diagramaEdição, espelho e diagrama
Edição, espelho e diagrama
Davi Denardi
 
Fotografia digital
Fotografia digitalFotografia digital
Fotografia digital
Maratona Digital
 
Aula 01 - Curso de Fotografia Básica
Aula 01 - Curso de Fotografia BásicaAula 01 - Curso de Fotografia Básica
Aula 01 - Curso de Fotografia Básica
tiago.ufc
 
A camera
A cameraA camera
A camera
Fernanda Costa
 
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
Alessandra Mota
 

Mais procurados (20)

IluminaçAo
IluminaçAoIluminaçAo
IluminaçAo
 
Fotografia | aula 03
Fotografia | aula 03Fotografia | aula 03
Fotografia | aula 03
 
Mini Curso de Fotografia - Aula 1
Mini Curso de Fotografia - Aula 1Mini Curso de Fotografia - Aula 1
Mini Curso de Fotografia - Aula 1
 
Mini Curso de Fotografia - Aula 2
Mini Curso de Fotografia - Aula 2Mini Curso de Fotografia - Aula 2
Mini Curso de Fotografia - Aula 2
 
Fotografia em Estúdio
Fotografia em EstúdioFotografia em Estúdio
Fotografia em Estúdio
 
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípios
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípiosFotografia para iniciantes: conceitos e princípios
Fotografia para iniciantes: conceitos e princípios
 
Direção de Arte e Fotografia no Cinema
Direção de Arte e Fotografia no CinemaDireção de Arte e Fotografia no Cinema
Direção de Arte e Fotografia no Cinema
 
Fotografia publicitária
Fotografia publicitáriaFotografia publicitária
Fotografia publicitária
 
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. ExposiçãoMódulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
 
Luz cinema tv
Luz cinema tvLuz cinema tv
Luz cinema tv
 
ISO, Diafragma e Obturador
ISO, Diafragma e Obturador ISO, Diafragma e Obturador
ISO, Diafragma e Obturador
 
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdfPRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Processos de produção audiovisual pdf
 
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
Elementos narrativos do cinema - Parte 1 (Planos e enquadramentos)
 
Linguagem Cinematográfica
Linguagem CinematográficaLinguagem Cinematográfica
Linguagem Cinematográfica
 
Iluminação e flash
Iluminação e flashIluminação e flash
Iluminação e flash
 
Edição, espelho e diagrama
Edição, espelho e diagramaEdição, espelho e diagrama
Edição, espelho e diagrama
 
Fotografia digital
Fotografia digitalFotografia digital
Fotografia digital
 
Aula 01 - Curso de Fotografia Básica
Aula 01 - Curso de Fotografia BásicaAula 01 - Curso de Fotografia Básica
Aula 01 - Curso de Fotografia Básica
 
A camera
A cameraA camera
A camera
 
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
Oficina de Fotografia SIMTUD – 2011
 

Destaque

Técnicas iluminação para estúdio detalhado
Técnicas iluminação para estúdio detalhadoTécnicas iluminação para estúdio detalhado
Técnicas iluminação para estúdio detalhado
Menina Arteira
 
Iluminação em Estúdio I
Iluminação em Estúdio IIluminação em Estúdio I
Iluminação em Estúdio I
fe_pozza
 
Iluminacao
IluminacaoIluminacao
Iluminacao
Material Antigo
 
Visão e Iluminação
Visão e IluminaçãoVisão e Iluminação
Visão e Iluminação
danists
 
Ud9 flash estudio javier sanchez
Ud9 flash estudio javier sanchezUd9 flash estudio javier sanchez
Ud9 flash estudio javier sanchez
Javier Sánchez
 
Apostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
Apostila OSRAM :: Iluminação e ConceitosApostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
Apostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
David Aloi
 
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalho
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalhoRiscos associados à iluminação nos locais de trabalho
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalho
isabelourenco
 
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRODESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
Luciana Santos
 
Conforto ambiental iluminção
Conforto ambiental iluminçãoConforto ambiental iluminção
Conforto ambiental iluminção
andersongguedes
 
Iluminação
IluminaçãoIluminação
Iluminação
Cláudia
 
Photographic lighting
Photographic lightingPhotographic lighting
Photographic lighting
Jimi Kayode
 
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz ExternaFOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
Campus Party Brasil
 
Week 5 Flash Or Not
Week 5 Flash Or NotWeek 5 Flash Or Not
Week 5 Flash Or Not
gueste784af
 
High Speed Flash Photography
High Speed Flash PhotographyHigh Speed Flash Photography
High Speed Flash Photography
Caz Mockett
 
10 Flash Photography Tips
10 Flash Photography Tips10 Flash Photography Tips
10 Flash Photography Tips
Photography Unlocked
 
Using external flash
Using external flashUsing external flash
Using external flash
Cameta Camera
 
Monday Night Meeting 10/6/08
Monday Night Meeting 10/6/08Monday Night Meeting 10/6/08
Monday Night Meeting 10/6/08
jda11126
 
Energia luminosa ( Física para biólogos )
Energia luminosa ( Física para biólogos )Energia luminosa ( Física para biólogos )
Energia luminosa ( Física para biólogos )
Jefferson Gomes
 
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
Gérson Fagundes da Cunha
 
Fotografia - Parte 2
Fotografia - Parte 2Fotografia - Parte 2
Fotografia - Parte 2
Fernando Alves
 

Destaque (20)

Técnicas iluminação para estúdio detalhado
Técnicas iluminação para estúdio detalhadoTécnicas iluminação para estúdio detalhado
Técnicas iluminação para estúdio detalhado
 
Iluminação em Estúdio I
Iluminação em Estúdio IIluminação em Estúdio I
Iluminação em Estúdio I
 
Iluminacao
IluminacaoIluminacao
Iluminacao
 
Visão e Iluminação
Visão e IluminaçãoVisão e Iluminação
Visão e Iluminação
 
Ud9 flash estudio javier sanchez
Ud9 flash estudio javier sanchezUd9 flash estudio javier sanchez
Ud9 flash estudio javier sanchez
 
Apostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
Apostila OSRAM :: Iluminação e ConceitosApostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
Apostila OSRAM :: Iluminação e Conceitos
 
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalho
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalhoRiscos associados à iluminação nos locais de trabalho
Riscos associados à iluminação nos locais de trabalho
 
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRODESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
DESIGN DE INTERIORES - UNID III ILUMINAÇÃO E FORRO
 
Conforto ambiental iluminção
Conforto ambiental iluminçãoConforto ambiental iluminção
Conforto ambiental iluminção
 
Iluminação
IluminaçãoIluminação
Iluminação
 
Photographic lighting
Photographic lightingPhotographic lighting
Photographic lighting
 
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz ExternaFOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
FOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa
 
Week 5 Flash Or Not
Week 5 Flash Or NotWeek 5 Flash Or Not
Week 5 Flash Or Not
 
High Speed Flash Photography
High Speed Flash PhotographyHigh Speed Flash Photography
High Speed Flash Photography
 
10 Flash Photography Tips
10 Flash Photography Tips10 Flash Photography Tips
10 Flash Photography Tips
 
Using external flash
Using external flashUsing external flash
Using external flash
 
Monday Night Meeting 10/6/08
Monday Night Meeting 10/6/08Monday Night Meeting 10/6/08
Monday Night Meeting 10/6/08
 
Energia luminosa ( Física para biólogos )
Energia luminosa ( Física para biólogos )Energia luminosa ( Física para biólogos )
Energia luminosa ( Física para biólogos )
 
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos (TM)
 
Fotografia - Parte 2
Fotografia - Parte 2Fotografia - Parte 2
Fotografia - Parte 2
 

Semelhante a ILUMINAÇÃO

IluminaçAo
IluminaçAoIluminaçAo
IluminaçAo
Auriene
 
O negativo luana alflen
O negativo luana alflenO negativo luana alflen
O negativo luana alflen
Luana Alflen
 
O negativo luana alflen
O negativo luana alflenO negativo luana alflen
O negativo luana alflen
Luana Alflen
 
Iluminação em televisão
Iluminação em televisãoIluminação em televisão
Iluminação em televisão
SP LINS STUDIO
 
Dicas de iluminação
Dicas de iluminaçãoDicas de iluminação
Dicas de iluminação
Edmar Andrade
 
Iluminação ii
Iluminação iiIluminação ii
Iluminação ii
MIltonalcoverneto
 
Iluminação
Iluminação Iluminação
Iluminação
MIltonalcoverneto
 
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel AdamsResenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
Paola de Medeiros
 
Minicurso Iluminação IFBA
Minicurso Iluminação IFBAMinicurso Iluminação IFBA
Minicurso Iluminação IFBA
Saul Mendez
 
LAB_O Negativo_BrunaFlores
LAB_O Negativo_BrunaFloresLAB_O Negativo_BrunaFlores
LAB_O Negativo_BrunaFlores
Bruna Flores
 
Iluminao profissional de estdio
Iluminao profissional de estdioIluminao profissional de estdio
Iluminao profissional de estdio
Liliane Ennes
 
CRP-422-2016-11
CRP-422-2016-11CRP-422-2016-11
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e BrancoO negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
Daniela Pires
 
O negativo Ansel Adams
O negativo Ansel Adams O negativo Ansel Adams
O negativo Ansel Adams
Daniela Pires
 
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externosFotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
Carlos Alberto Souza
 
O negativo
O negativoO negativo
O negativo
Alice Lindorfer
 
Aula 5 fotografia digital
Aula 5   fotografia digitalAula 5   fotografia digital
Aula 5 fotografia digital
Vitor Braga
 
O negativo
O negativo O negativo
O negativo
Alice Lindorfer
 
O comportamento da luz e da sombra na arte
O comportamento da luz e da sombra na arteO comportamento da luz e da sombra na arte
O comportamento da luz e da sombra na arte
SamaraSalesMendes2
 
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
elizetearantes
 

Semelhante a ILUMINAÇÃO (20)

IluminaçAo
IluminaçAoIluminaçAo
IluminaçAo
 
O negativo luana alflen
O negativo luana alflenO negativo luana alflen
O negativo luana alflen
 
O negativo luana alflen
O negativo luana alflenO negativo luana alflen
O negativo luana alflen
 
Iluminação em televisão
Iluminação em televisãoIluminação em televisão
Iluminação em televisão
 
Dicas de iluminação
Dicas de iluminaçãoDicas de iluminação
Dicas de iluminação
 
Iluminação ii
Iluminação iiIluminação ii
Iluminação ii
 
Iluminação
Iluminação Iluminação
Iluminação
 
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel AdamsResenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
Resenha-técnica - "O Negativo" - Ansel Adams
 
Minicurso Iluminação IFBA
Minicurso Iluminação IFBAMinicurso Iluminação IFBA
Minicurso Iluminação IFBA
 
LAB_O Negativo_BrunaFlores
LAB_O Negativo_BrunaFloresLAB_O Negativo_BrunaFlores
LAB_O Negativo_BrunaFlores
 
Iluminao profissional de estdio
Iluminao profissional de estdioIluminao profissional de estdio
Iluminao profissional de estdio
 
CRP-422-2016-11
CRP-422-2016-11CRP-422-2016-11
CRP-422-2016-11
 
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e BrancoO negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
O negativo Ansel Adams. Laboratorio Preto e Branco
 
O negativo Ansel Adams
O negativo Ansel Adams O negativo Ansel Adams
O negativo Ansel Adams
 
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externosFotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
Fotografia de-pessoas-7-tecnicas-de-iluminacao-para-ambientes-externos
 
O negativo
O negativoO negativo
O negativo
 
Aula 5 fotografia digital
Aula 5   fotografia digitalAula 5   fotografia digital
Aula 5 fotografia digital
 
O negativo
O negativo O negativo
O negativo
 
O comportamento da luz e da sombra na arte
O comportamento da luz e da sombra na arteO comportamento da luz e da sombra na arte
O comportamento da luz e da sombra na arte
 
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)
 

Mais de Thiago Aguiar

Básico de escrituração fiscal modulo 1
Básico de escrituração fiscal modulo 1Básico de escrituração fiscal modulo 1
Básico de escrituração fiscal modulo 1
Thiago Aguiar
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
Thiago Aguiar
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
Thiago Aguiar
 
Apostila sobre cameras de tv
Apostila sobre cameras de tvApostila sobre cameras de tv
Apostila sobre cameras de tv
Thiago Aguiar
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
Thiago Aguiar
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
Thiago Aguiar
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
Thiago Aguiar
 
Estúdio de áudio e microfones
Estúdio de áudio e microfonesEstúdio de áudio e microfones
Estúdio de áudio e microfones
Thiago Aguiar
 
Principios de Funcionamento de Camera Tv Completo
Principios de Funcionamento de Camera Tv CompletoPrincipios de Funcionamento de Camera Tv Completo
Principios de Funcionamento de Camera Tv Completo
Thiago Aguiar
 

Mais de Thiago Aguiar (9)

Básico de escrituração fiscal modulo 1
Básico de escrituração fiscal modulo 1Básico de escrituração fiscal modulo 1
Básico de escrituração fiscal modulo 1
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
 
Apostila sobre cameras de tv
Apostila sobre cameras de tvApostila sobre cameras de tv
Apostila sobre cameras de tv
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
 
Câmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios BásicosCâmeras: Princípios Básicos
Câmeras: Princípios Básicos
 
Estúdio de áudio e microfones
Estúdio de áudio e microfonesEstúdio de áudio e microfones
Estúdio de áudio e microfones
 
Principios de Funcionamento de Camera Tv Completo
Principios de Funcionamento de Camera Tv CompletoPrincipios de Funcionamento de Camera Tv Completo
Principios de Funcionamento de Camera Tv Completo
 

Último

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 

Último (20)

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 

ILUMINAÇÃO

  • 1. ILUMINAÇÃO O olho humano tem uma capacidade impressionante de enxergar uma gama bastante extensa. A câmera de televisão não pode se aproximar do alcance imenso do olho humano. Em produção de televisão, o iluminador tem de trabalhar dentro das limitações da câmera. A iluminação para televisão é diferente da iluminação em teatro, fotografia e cinema. No teatro, nossos olhos são a referência, eles é que captam as imagens, e com isso conseguimos ver profundidade e enormes nuanças de luz. Infelizmente, a televisão tem somente duas dimensões. A percepção da profundidade terá de ser criada através de técnicas próprias de iluminação.
  • 2. ILUMINAÇÃO Provavelmente, o mais importante aspecto da iluminação em televisão, em programas que não sejam em linha de show, é que a iluminação deverá parecer o mais natural possível. O telespectador deverá ter uma sensação muito especial que não há iluminação alguma, exceto a luz natural que deveria ser usada na cena, como se fosse uma situação da vida real, ao invés de uma cena de televisão.
  • 3. ILUMINAÇÃO É importante lembrar que o objeto técnico mais importante da iluminação é a luz refletida do objeto e não a quantidade de luz que está incidindo sobre o objeto, isto permite ao iluminador estabelecer uma referência de preto e uma referência de branco. Isto é feito, simplesmente, determinando as cores que refletem no objeto menos iluminado (referência preto) e o objeto mais iluminado (referência branco). Um objeto totalmente negro não irá refletir nada e terá uma reflexão de 0%. Um objeto branco irá refletir toda a luz, que significa uma reflexão de 100%. Normalmente, a televisão em cores não deve ter uma referência de branco de mais de 60% ou uma referência de negro de menos de 3%. Isto estará então, dentro da relação de contraste 20 para 1
  • 4. ILUMINAÇÃO Iluminação é a ação de controlar as luzes e as sombras para mostrar a forma e a textura de um rosto ou um objeto, sugerir um ambiente em particular ou, como acontece com a música, criar uma atmosfera.
  • 5.
  • 6. ILUMINAÇÃO Luz e Sombra - uma imagem só existirá se existir luz e sombra: sem um desses 2 elementos, não há imagem alguma, restando um clarão uniforme ou uma imagem totalmente escura. Mais do que uma técnica, a iluminação é uma arte, através da qual as formas dos objetos e pessoas podem ser modeladas, revelando com maior ou menor intensidade sua tridimensionalidade, sua textura e seu posicionamento junto aos outros elementos à sua volta.
  • 7. ILUMINAÇÃO Sombras não devem nunca serem completamente eliminadas - o que causaria o 'achatamento' da imagem - e sim serem controladas. E uma das formas mais eficientes de efetuar este controle é atenuando-as, suavizando a luz que cria as mesmas através da utilização de recursos como filtros difusores colocados sobre os refletores (uma placa grande de acrílico translúcido ('leitoso') colocada a 1 ou 2 palmos de distância da fonte de luz pode fazer esta função, mas podem ser utilizados também outros materiais, como lençóis brancos, cortinas, papéis e similares), caixas do tipo soft-box (uma estrutura em forma de cubo relativamente grande recoberta por tecido branco com a fonte de luz embutida em seu interior pode fazer esta função), reflexão da luz em anteparos colocados próximos à pessoa ou objeto (uma parede branca pode fazer esta função), etc...
  • 8.
  • 9. ILUMINAÇÃO Iluminação Básica de 3 pontos: Luz Chave : Luz principal proveniente de uma fonte de iluminação direcional que incide sobre um sujeito ou área; permite distinguir a forma básica do objeto. Contra-Luz : É a iluminação proveniente de trás, dirigida ao objeto e oposta a câmera; permite distinguir a sombra do objeto do fundo e reforça o contorno do objeto. Luz de Preenchimento : É a que reduz o grau de contraste da sombra. Pode ser direcional se a área à ser preenchida é muito limitada. * Luz de Fundo : Se emprega para iluminar o fundo ou a cenografia e se maneja por separado da iluminação dos executantes ou da área de atuação.
  • 11. ILUMINAÇÃO Luz Principal - ( key light ou frontal ou chave ou primária) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz mais importante das três, localizada à frente da pessoa a ser gravada. É ela que define a iluminação básica da cena. Normalmente é uma luz direta e concentrada (denominada luz dura ou hard ), causando, individualmente (quando só ela é acesa) sombras pronunciadas sobre o rosto da pessoa. No entanto, pode também ser do tipo difusa, dispersa (denominada luz suave ou soft ), que quase não causa sombras. A luz dura é obtida diretamente do refletor, enquanto que a luz suave é obtida com o emprego de dispositivos suavizadores como o difusor , colocado à frente do refletor, ou então o emprego de um soft box.
  • 12. ILUMINAÇÃO Luz Principal – Key Light
  • 13. ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz Principal )
  • 14. ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz Principal )
  • 15. ILUMINAÇÃO Luz de Preenchimento - ( fill light ou lateral ou secundária) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz que localiza-se ao lado da pessoa que está sendo gravada. Tem a finalidade básica de suavizar sombras causadas no rosto da pessoa (olhos, nariz e pescoço) pela luz principal e de preencher os vazios que causam essas sombras, daí seu nome, preenchimento . Para obter este efeito, a luz de preenchimento é normalmente mais extensa, suave e difusa do que a luz principal. Após o posicionamento da luz principal e da contra-luz, a luz de preenchimento é a última a ser ajustada. Sua intensidade deve ser menor do que a intensidade da luz principal. Como as rugas e marcas de expressão presentes no rosto humano conferem dramaticidade à ação quando são mostradas, a intensidade da luz de preenchimento deve ser inversamente proporcional ao desejo de se transmitir esta sensação.
  • 16. ILUMINAÇÃO Luz de preenchimento – Fill Light
  • 17. ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz de Preenchimento )
  • 18. ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Luz de Preenchimento )
  • 19. ILUMINAÇÃO Contra-Luz ( backlight ou contra-luz ) em um sistema de iluminação de 3 pontos, é a luz que localiza-se atrás da pessoa que está sendo gravada. Tem a finalidade básica de moldar o rosto da pessoa destacando-o do cenário ao fundo e evidenciando a distância em que o mesmo se encontra em relação ao fundo. Após o posicionamento da luz principal, a contra-luz é ajustada diametralmente oposta à mesma
  • 20. ILUMINAÇÃO A luz deve ser direcionada para a parte de trás dos cabelos e ombros da pessoa. A contra-luz não deve ser suavizada com difusores ou softboxes ; deve ser um tipo de refletor capaz de ser focalizado somente sobre a pessoa. Isso porque luzes difusas propagam-se em um leque bem aberto, podendo atingir a objetiva da câmera acarretando com isso reflexos indesejados. Mesmo que difusores não estejam sendo utilizados, às vezes, conforme seu posicionamento, parte da luz emitida pela contra-luz pode atingir a objetiva da câmera. Se isto ocorrer, flags ou barndoors podem ser posicionados adequadamente sobre o refletor, até bloquear a luz que atinge a câmera. Ao contrário da luz principal, sua altura não é tão importante, desde que esteja acima da cabeça da pessoa, da luz principal e que não atinja a objetiva da câmera. Pode até mesmo ser presa no teto, atrás da pessoa.
  • 21. ILUMINAÇÃO Contra Luz – Back Light
  • 22. ILUMINAÇÃO Modelo Iluminação de 3 pontos: ( Contra-Luz )
  • 23. ILUMINAÇÃO A intensidade da contra-luz deve ser maior ou menor, conforme as características particulares da pessoa que está sendo gravada. Assim por exemplo, cores claras de cabelo e pessoas calvas exigem contra-luz menos intensa. Como não são indicados dispositivos difusores para este tipo de luz, a solução para atenuar ou aumentar sua intensidade é afastar ou aproximar o refletor do local onde a pessoa está. Por outro lado, a intensidade maior ou menor dessa luz interfere também, embora em menor escala do que ocorre com a luz de preenchimento, na atmosfera geral da cena: uma contra-luz mais intensa torna o aspecto da pessoa mais dramático e glamuroso. A questão da calvície tem ainda uma solução alternativa: o uso de pó apropriado de maquiagem para reduzir o brilho e os reflexos, com a vantagem adicional de também absorver a transpiração.
  • 25. ILUMINAÇÃO Escala Kelvin A luz considerada como de cor branca na verdade é uma mistura de todas as cores básicas presentes no arco-íris: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. No entanto, nem sempre a proporção destas cores componentes é a mesma, o que faz com que o resultado final, embora aparente ser branco para o cérebro humano, na realidade tenda para tonalidades avermelhadas, azuis ou intermediárias. Isto porque, como será visto adiante, o cérebro humano possui mecanismos de correção para esses desvios.
  • 26. ILUMINAÇÃO No século 19, um físico escocês chamado Lord Kelvin criou uma forma de medir os desvios de proporção na composição da luz branca, ou seja, quando predominava o vermelho, o amarelo, o azul, etc... Por este processo, imaginava-se um hipotético objeto totalmente negro (chamado por ele de 'corpo negro' , porque absorveria 100% de qualquer luz que incidisse sobre ele) que, ao ser aquecido, passaria a emitir luz. E, além disso, a luz emitida iria mudando gradualmente de cor. A analogia era feita era com um pedaço de ferro, aquecido cada vez mais: o chamado 'ferro em brasa', inicialmente de cor vermelha, passava por várias tonalidades (amarelo, verde, azul) conforme a temperatura subia mais e mais.
  • 27. ILUMINAÇÃO Lord Kelvin criou então uma escala de temperaturas, à qual deu seu nome e estabeleceu que à temperatura de 1.200 K (graus Kelvin) o corpo negro tornaria-se vermelho. E que quanto mais aquecido, mais sua tonalidade se alterava, correspondendo a temperaturas intermediárias. Assim, a escala Kelvin de temperatura de cor associa cor e temperatura
  • 29. ILUMINAÇÃO Chroma Key A área Chroma Key de um cenário é um fundo azul (em algumas ocasiões verde) que se emprega para agregar à imagem, fundos gerados eletronicamente, os quais substituem esses fundos azuis durante a produção.   O aspecto mais importante para obter a iluminação da área chroma-key é conseguir a iluminação uniforme do fundo do cenário, o que significa que o fundo azul necessariamente deve ser obtido mediante o uso de instrumentos de iluminação altamente difusos, como luzes suaves.
  • 33. ILUMINAÇÃO Flag ou Bandeira - nome dado a uma placa metálica, cujo objetivo é barrar parcialmente a luz proveniente de um refletor, impedindo-a de atingir em parte ou todo determinada pessoa ou objeto. Em arranjos complexos de iluminação é comum o uso de flags para propiciar a iluminação seletiva de pessoas / objetos: a luz, principalmente quando é do tipo difusa, espalha-se em um leque aberto, atingindo muitas vezes áreas indesejadas. Flags são geralmente fixados em suportes do tipo haste vertical com um tripé na base.
  • 35. ILUMINAÇÃO Barndoor – É o nome dado à cada uma das 4 placas metálicas frontais que fazem parte de alguns modelos de refletores. Estas placas são móveis e permitem, com isso, que se possa moldar o facho de luz emitido pelo refletor. É possível por exemplo fechar quase que totalmente as placas superior e inferior, fazendo com que as mesmas quase se encontrem: apenas um facho horizontal luminoso será emitido. Ou então abrir essas placas e mudar a posição das placas laterais. Refletores com barndoors são úteis como contra-luz em esquemas de iluminação de 3 pontos, para evitar que a sua luz atinja a objetiva da câmera.
  • 37. ILUMINAÇÃO Os Barndoors Laterais geralmente são montados com 3 placas, onde as duas das bordas superior e inferior são móveis, podendo ser ajustados para encontrar as placas dos barndoors superior e inferior do refletor.
  • 38. ILUMINAÇÃO Difusor - tela ou folha de gelatina colocada sobre uma fonte de luz para suavizá-la, eliminando sombras pronunciadas causadas pela iluminação não-difusa. A gelatina é afixada com prendedores à frente do refletor ou então suspensa presa em um tripé, também à frente do refletor. A tela pode ser colocada em posições mais distantes da fonte de luz, o que torna seu efeito suavizador mais intenso: quanto mais longe do refletor a mesma for colocada, mais difusa a luz se tornará. No entanto, distâncias maiores exigem telas de dimensões maiores.
  • 39. ILUMINAÇÃO Gelatinas e Correção de Cores - as luzes incandescentes utilizadas em interiores possuem temperatura de cor mais baixa do que a da luz do dia (luz exterior). Em uma sala iluminada por luzes incandescentes e pela luz do dia que entra através de uma janela, é necessário igualar as temperaturas das luzes na cena. Gelatinas coloridas permitem fazer isso, de duas formas diferentes. Uma delas é recobrir as janelas com gelatinas alaranjadas (do tipo CTO - Color Temperature Orange). A outra, instalar gelatinas azuladas (do tipo CTB - Color Temperature Blue) sobre as luzes incandescentes internas. Como o efeito final é o mesmo, a decisão pode-se basear no custo-benefício, ou seja, na quantidade de gelatina a ser utilizada em uma abordagem ou outra.
  • 40. ILUMINAÇÃO CTB (Color Temperature Blue) - Tipo de gelatina utlizada para correção de temperatura de cor. Um exemplo de utilização é a gravação em uma sala iluminada pela claridade do dia através de grandes janelas de vidro. No interior desta sala, existem lâmpadas incandescentes, que devem permanecer acesas para complementar a iluminação eliminando sombras. Ou então será feito o uso de refletores, em que a temperatura de cor de suas lâmpadas situa-se abaixo da temperatura da luz do dia. Neste caso, recobrindo-se as luzes internas e/ou os refletores com uma gelatina de tonalidade azul (CTB) aumenta-se a temperatura de cor dos mesmos (geralmente 3200K), cuja luz fica agora equilibrada com a temperatura de cor da luz que provém das janelas (em torno de 5600K).
  • 41. ILUMINAÇÃO Outra opção seria ao invés de recobrir as luzes internas / refletores, recobrir as janelas, neste caso utilizando uma gelatina do tipo CTO, para abaixar a temperatura da luz proveniente do Sol aproximando-a da temperatura das luzes internas. O resultado final seria o mesmo, porém, a opção levando-se em conta o fator custo benefício seria a primeira (CTB), por exigir gasto menor em quantidade de folhas de gelatina. Um mesmo tipo de gelatina (CTB) possui dezenas de graduações de intensidade de cor, estabelecidas através de números ou códigos. Assim, por exemplo, para aproximar a luz de interiores para a luz solar é comum o uso de folhas de gelatina CTB de número 80 ou 81.
  • 43. ILUMINAÇÃO CTO (Color Temperature Orange) - Tipo de gelatina utlizada para correção de temperatura de cor. Um exemplo de utilização é a gravação em uma sala iluminada predominantemente pela luz de lâmpadas incandescentes e/ou refletores com lâmpadas deste tipo, na qual existe uma janela de vidro por onde penetra a luz do dia. Neste caso, recobrindo-se a janela com folhas de gelatina de tonalidade laranja (CTO) abaixa-se a temperatura de cor da luz proveniente da mesma (em torno de 5600K), cuja luz fica agora equilibrada com a temperatura de cor da luz interna (geralmente 3200K).
  • 44. ILUMINAÇÃO Outra opção seria ao invés de recobrir a janela, recobrir as luzes internas, neste caso utilizando uma gelatina do tipo CTB, para subir a temperatura da luz proveniente destas luzes aproximando-a da temperatura da luz externa. O resultado final seria o mesmo, e a opção deve levar em conta o fator custo benefício (quantidade de folhas de gelatina necessária x facilidade de instalação). Um mesmo tipo de gelatina (CTO) possui dezenas de graduações de intensidade de cor, estabelecidas através de códigos ou números. Assim, por exemplo, para aproximar a luz de luz solar da luz incandescente, é comum o uso de folhas de gelatina CTO de número 85.
  • 47. ILUMINAÇÃO Fresnel - Um dos mais antigos tipos de refletor ainda em uso, o Fresnel (cujo nome vem de seu inventor) é caracterizado por uma lente na frente da lâmpada de filamento (tungstênio). Com essa lente, é possível ao iluminador escolher um "foco" de luz, mais aberto ou mais fechado. A lâmpada é móvel dentro do fresnel, e ao ser aproximada da lente, seu foco abrange uma área maior do que se for afastada da lente. O fresnel direciona o foco de luz e sua utilidade no cinema é de relevância ímpar. Há fresnéis de várias potências, desde 100 watts até 10.000, 15.000 e até 20.000 watts. Fresnéis são luzes semi-difusas quando o foco está aberto, e duras quando o foco está fechado. As abas externas do fresnel são chamadas "Bandôs" (do inglês Band-Door) , e servem como bandeiras que evitam a dispersão da luz pelos lados.
  • 49. ILUMINAÇÃO Aberto Arri 1000 - Similar ao fresnel, mas não possui lente na frente, o que significa que ele não pode direcionar o foco de sua luz (razão pela qual é chamado "aberto") e este tende a se espalhar. Os abertos mais modernos possuem uma pequena variação de foco através de um mecanismo que altera a superfície refletora interna do aberto movendo-o para frente e para trás. Apesar disso, seu foco não é tão precisamente controlado quanto o fresnel. É luz dura, também de tungstênio.
  • 50. ILUMINAÇÃO Mini-Brut, Brut e Maxi-Brut - É uma espécie de "calha" de luz, onde uma série de "faróis" se colocam em série ou paralelos, de 2 em 2, 3 em 3, 6 em 6 e até mais, promovendo uma luz muito intensa e aberta. Os maiores são chamados Maxi-Brut. É luz dura, mas geralmente, quando usada em estúdio, é rebatida para funcionar como luz geral ou luz de enchimento, pois produz luz muito forte. Em pequenas produções se usa o Mini-Brut, de três séries de 2 faróis.
  • 51. ILUMINAÇÃO Spot - É também chamado de "marmita" pelo formato característico retangular, mas possui vasta nomenclatura e não existe um consenso sobre como chamá-lo para que todos saibam que falamos dele. De qualquer maneira, é luz aberta que se utiliza de uma lâmpada de quartzo (halógena), muito utilizada em casamentos e batizados, sempre atrás do sujeito que está com a câmera de vídeo. É luz dura e geralmente é usada com difusores na frente. Há também Spots que não possuem o formato "marmita", e daí a confusão. Alguns deles se utilizam de lâmpadas Photo Flood.
  • 52. ILUMINAÇÃO Soft - Soft Arri com difusor É um spot difuso. Utiliza a mesma lâmpada halógena mas já possui um rebatedor na sua estrutura, emitindo luz já com características difusas. Também pode ser uma fonte de luz tungstênio com filtro difusor incorporado à sua estrutura
  • 53. ILUMINAÇÃO Sun Gun - É um refletor de mão móvel, ou seja, uma fonte de luz muito intensa usada para iluminar caminhos e cenas de movimento, geralmente corridas e perseguições a pé. O operador carrega o Sun Gun e um cinturão de baterias, que permite a iluminação destas cenas em lugares de difícil acesso para refletores maiores, como cavernas, mata, etc... Em geral, a bateria do Sun Gun não dura muito, e portanto é necessário um planejamento anterior rigoroso.
  • 54. ILUMINAÇÃO Lâmpadas de Photo Flood - Não é exatamente um refletor; mas apenas uma lâmpada de filamento com características especiais. Trata-se de uma lâmpada de bulbo muito parecida com lâmpadas caseiras comuns, e cuja vantagem é que justamente possuem rosca universal que pode ser colocada em qualquer soquete comum. A diferença dela para as demais lâmpadas caseiras é que: a) É muito mais potente, de 300 a 600w. (é necessário, por isso, tomar cuidado onde se liga, pois alguns fios não resistem a essa potência e derretem, causando curto). b) Possui temperatura de cor controlada e é vendida nas versões Tungstênio e Daylight, e c) dura muito, mas muito menos que lâmpadas comuns (de 3 a 6 horas).