FLASH
Nos primeiros flash eram utilizadas lâmpadas similares as
incandescentes de hoje, com a diferença que seu filamento era bem
fino e muito longo que ao receber uma descarga elétrica se
queimava. Ou seja, para cada foto era utilizada uma lâmpada.

O flash eletrônico surgiu por volta de 1949 e tinham o tamanho de
uma mala, pesava quase 8 quilôgramas e utilizava 5.000 volts de
energia.

Início dos anos 50, começaram a aparecer tubos (lâmpadas) em "U"
ou circulares o que melhorou muito a eficiência. Em 1950 surgiu o
"Sevoblitz" o primeiro flash com o refletor incluído.

Ao surgirem as baterias de níquel-cádmio começaram a
fabricar os primeiros "flash de bolso", o que reduziu
em muito as dimensões, aliado ao aperfeiçoamento
dos refletores.
FLASH - Harold Eugene Edgerton
    Luz estroboscópica


       FLASH – Gjon Mili
Parecria com Edgerton, fotografo
         da revista LIFE


                        Copyright.Harold Eugene Edgerton
FLASH
Mais recentemente, com o
surgimento ao consumo das
câmeras digitais (segunda
metade da década de 1990), os
flash sempre estão incorporados.
Nas câmeras profissionais é
opção os flashes TTLs,
inteligentes que "conversam" com
a câmera ajustando seus
disparos de acordo com os dados
de abertura, velocidade, ISO,
distância e outros.
FLASH - VELOCIDADE DE SINCRONISMO
Sincronismo refere-se ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador
e o disparo do flash. Ambos devem acontecer exatamente no mesmo
momento. Para isto, necessitamos de uma velocidade específica que
dispare o flash no exato momento em que o obturador esteja totalmente
aberto para atingir o pico máximo de luz.

Se o manual de sua câmera informar que o sincronismo do flash está
regulado para 1/60, e se você acidentalmente utilizar uma velocidade mais
rápida como 1/125 ou ainda 1/250, a foto sairá gravada somente em parte,
pois a velocidade estará fora do pico, e a cortina do obturador estará
cobrindo parte do filme durante a exposição.


 velocidade de sincronismo - velocidade máxima
     permitida a operar com flash eletrônico
f. 5.6 1/1000 ISO 100


                 Copyright.Gabriel Boieras




f. 5.6 1/30 ISO 100


                                                            Copyright.Gabriel Boieras
FLASH – NÚMERO GUIA
Cada tipo ou modelo de flash tem uma
potência, um poder de iluminação. Esta
medida é o número guia, indicado no
manual do seu flash, para filmes de ISO
100.
A luz que parte do seu flash se espalha e
chega até o assunto com maior ou menor
intensidade. Portanto, toda vez em que a
distância se altera, é necessário alterar o
diafragma para uma correta exposição.
Cada flash tem um número guia, uma
potência diferente.E apresenta uma
tabela de Distancia x Abertura.
FLASH – NÚMERO GUIA
Flash rebatido
O flash direto da câmera não favorece os
retratos, porque a luz plana e frontal que
ilumina o objeto ou plano, elimina as
sombras. A cabeça do flash inclina-se 60º
ou mais por cima, fazendo com que a luz
fique no teto.


Também chega a projetar sombras duras
sobre qualquer superfície que faça fundo.
Estes dois problemas se resolvem,
ajustando a luz para o teto ou numa parede
usando um flash com um cabeçal que
possa ser girado ou inclinado para usar o
teto ou as paredes como superfície de
reflexão.
Flash rebatido
Copyright.Gabriel Boieras




                            Flash direto                    Copyright.Luciana Cattani
Flash preenchimento

Neste caso o flash é utilizado de maneira que não seja a luz
principal, mas sim uma luz secundária que auxilie na eliminação
de áreas de sombra.




                     Copyright.Gabriel Boieras        Copyright.Gabriel Boieras
Retrato Noturno




                  Copyright.Gabriel Boieras
Flash com sincronismo longo

 O recurso de alongar o tempo do obturador
nas fotos com flash evita que o fundo fique
escurecido, e qeuilibra a luz entre primeiro
plano e luz ambiente.
Nas cameras com regulagem manual, utiliza-
se uma velocidade baixa, razoável para que a
câmera não trema 1/8, 1/4 s. E o flash em
TTL.
No caso das cameras compactas existe a
opção em algumas câmeras do FLASH SL
(slow sync).
Flash com sincronismo longo




                        Copyright.Luciana Cattani
Flash com sincronismo longo




               Copyright.Gabriel Boieras
Relação Flash x Temp. de Cor




Flash tem uma temperatura de cor próxima a luz
        do dia em Sol Aberto - 5.500 K
Relação Flash x Temp. de Cor




     Copyright.Gabriel Boieras      Copyright.Gabriel Boieras        Copyright.Gabriel Boieras




10.000 K                         5.000 K                        3.000 K
Técnica Light Painting

Renan Cepeda

Cenci Goepel & Jens Warnecke




                               Copyright.Renan Cepeda
Técnica Light Painting + Flash


Gjon Mili – fotos Picasso no estúdio




                          Copyright.Gjon Mili
Fotografia com luz externa
  Flash e Light Painting

         Sites para pesquisa:

            www.lightmark.de
    http://www.renancepeda.com/
           http://www.life.com
    http://portfolio.joemcnally.com/




                            Copyright.Gjon Mili
OBRIGADO!!!


     Dúvidas e Sugestões:
contato@territoriodafoto.com.br
  www.territoriodafoto.com.br

FOTOGRAFIA - Fotografia com luz Externa

  • 2.
    FLASH Nos primeiros flasheram utilizadas lâmpadas similares as incandescentes de hoje, com a diferença que seu filamento era bem fino e muito longo que ao receber uma descarga elétrica se queimava. Ou seja, para cada foto era utilizada uma lâmpada. O flash eletrônico surgiu por volta de 1949 e tinham o tamanho de uma mala, pesava quase 8 quilôgramas e utilizava 5.000 volts de energia. Início dos anos 50, começaram a aparecer tubos (lâmpadas) em "U" ou circulares o que melhorou muito a eficiência. Em 1950 surgiu o "Sevoblitz" o primeiro flash com o refletor incluído. Ao surgirem as baterias de níquel-cádmio começaram a fabricar os primeiros "flash de bolso", o que reduziu em muito as dimensões, aliado ao aperfeiçoamento dos refletores.
  • 3.
    FLASH - HaroldEugene Edgerton Luz estroboscópica FLASH – Gjon Mili Parecria com Edgerton, fotografo da revista LIFE Copyright.Harold Eugene Edgerton
  • 4.
    FLASH Mais recentemente, como surgimento ao consumo das câmeras digitais (segunda metade da década de 1990), os flash sempre estão incorporados. Nas câmeras profissionais é opção os flashes TTLs, inteligentes que "conversam" com a câmera ajustando seus disparos de acordo com os dados de abertura, velocidade, ISO, distância e outros.
  • 5.
    FLASH - VELOCIDADEDE SINCRONISMO Sincronismo refere-se ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador e o disparo do flash. Ambos devem acontecer exatamente no mesmo momento. Para isto, necessitamos de uma velocidade específica que dispare o flash no exato momento em que o obturador esteja totalmente aberto para atingir o pico máximo de luz. Se o manual de sua câmera informar que o sincronismo do flash está regulado para 1/60, e se você acidentalmente utilizar uma velocidade mais rápida como 1/125 ou ainda 1/250, a foto sairá gravada somente em parte, pois a velocidade estará fora do pico, e a cortina do obturador estará cobrindo parte do filme durante a exposição. velocidade de sincronismo - velocidade máxima permitida a operar com flash eletrônico
  • 6.
    f. 5.6 1/1000ISO 100 Copyright.Gabriel Boieras f. 5.6 1/30 ISO 100 Copyright.Gabriel Boieras
  • 7.
    FLASH – NÚMEROGUIA Cada tipo ou modelo de flash tem uma potência, um poder de iluminação. Esta medida é o número guia, indicado no manual do seu flash, para filmes de ISO 100. A luz que parte do seu flash se espalha e chega até o assunto com maior ou menor intensidade. Portanto, toda vez em que a distância se altera, é necessário alterar o diafragma para uma correta exposição. Cada flash tem um número guia, uma potência diferente.E apresenta uma tabela de Distancia x Abertura.
  • 8.
  • 9.
    Flash rebatido O flashdireto da câmera não favorece os retratos, porque a luz plana e frontal que ilumina o objeto ou plano, elimina as sombras. A cabeça do flash inclina-se 60º ou mais por cima, fazendo com que a luz fique no teto. Também chega a projetar sombras duras sobre qualquer superfície que faça fundo. Estes dois problemas se resolvem, ajustando a luz para o teto ou numa parede usando um flash com um cabeçal que possa ser girado ou inclinado para usar o teto ou as paredes como superfície de reflexão.
  • 10.
    Flash rebatido Copyright.Gabriel Boieras Flash direto Copyright.Luciana Cattani
  • 11.
    Flash preenchimento Neste casoo flash é utilizado de maneira que não seja a luz principal, mas sim uma luz secundária que auxilie na eliminação de áreas de sombra. Copyright.Gabriel Boieras Copyright.Gabriel Boieras
  • 12.
    Retrato Noturno Copyright.Gabriel Boieras
  • 13.
    Flash com sincronismolongo O recurso de alongar o tempo do obturador nas fotos com flash evita que o fundo fique escurecido, e qeuilibra a luz entre primeiro plano e luz ambiente. Nas cameras com regulagem manual, utiliza- se uma velocidade baixa, razoável para que a câmera não trema 1/8, 1/4 s. E o flash em TTL. No caso das cameras compactas existe a opção em algumas câmeras do FLASH SL (slow sync).
  • 14.
    Flash com sincronismolongo Copyright.Luciana Cattani
  • 15.
    Flash com sincronismolongo Copyright.Gabriel Boieras
  • 16.
    Relação Flash xTemp. de Cor Flash tem uma temperatura de cor próxima a luz do dia em Sol Aberto - 5.500 K
  • 17.
    Relação Flash xTemp. de Cor Copyright.Gabriel Boieras Copyright.Gabriel Boieras Copyright.Gabriel Boieras 10.000 K 5.000 K 3.000 K
  • 18.
    Técnica Light Painting RenanCepeda Cenci Goepel & Jens Warnecke Copyright.Renan Cepeda
  • 19.
    Técnica Light Painting+ Flash Gjon Mili – fotos Picasso no estúdio Copyright.Gjon Mili
  • 20.
    Fotografia com luzexterna Flash e Light Painting Sites para pesquisa: www.lightmark.de http://www.renancepeda.com/ http://www.life.com http://portfolio.joemcnally.com/ Copyright.Gjon Mili
  • 21.
    OBRIGADO!!! Dúvidas e Sugestões: contato@territoriodafoto.com.br www.territoriodafoto.com.br