Este documento discute a falta de trabalho coletivo e de propostas educacionais nas escolas públicas brasileiras. Ele explica que o trabalho coletivo é necessário para elaborar uma proposta educacional compartilhada, mas que existem muitos entraves como o individualismo, a falta de coordenação entre órgãos educacionais e a alta rotatividade de professores. O autor fornece diretrizes para que as escolas possam desenvolver um trabalho coletivo eficaz.