Alexandre Naime Barbosa MD, PhD 
Professor Assistente - Infectologista 
barbosa.an@ymail.com 
Treinamento Secretaria de Saúde 
Botucatu - 2014
Barbosa AN, 2014
CCO In Practice, 2013 
Barbosa AN, 2014
CDC, 2012 
Barbosa AN, 2014
CDC, 2012 
Barbosa AN, 2014
World Gastroenterology Organisation, 2011 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
CCO In Practice, 2013 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
CCO In Practice, 2013 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
World Gastroenterology Organisation, 2011 
Barbosa AN, 2014
CDC, 2011 
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB 
- AgHBs (+) > 6 meses (5 a 10%, acima do 2º ano de vida) 
- Anti-HBc: marcador de exposição, contato; IgM: marcador de fase aguda* 
- Anti-HBs: marcador de imunidade, resolução 
CDC, 2003 
Resolução Espontânea Cronificação
Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB 
Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação (ALT e CV VHB) 
Barbosa AN, 2014 
Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc 
AntiHBc 
IgM 
AntiHBe AntiHBs ALT 
DNA-VHB 
(UI/ml) 
Infecção Aguda (+) (+) (+) (+) (-) (-) ↑↑↑↑↑ ↑↑↑↑↑ 
HVB Pregressa 
Imune 
(-) (-) (+) (-) (+) (+) nl 
não 
detectado 
Anti-HBc Isolado/ 
Infecção Oculta 
(-) (-) (+) (-) (-) (-) nl 
não 
detectado 
Vacinação 
Prévia 
(-) (-) (-) (-) (-) (+) nl 
não 
detectado 
Portador 
Crônico Inativo 
(+) (-) (+) (-) (+) (-) nl < 200 
Mutantes Pré-Core ou 
Core Promoter 
(+) (-) (+) (-) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 
HVB ativa 
(perfil clássico) 
(+) (+) (+) (-) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000
Barbosa AN, 2014 
Resolução Espontânea Cronificação 
+ 
Passo 1: Identificar a infecção Aguda pelo VHC 
- Sintomas em apenas 10% 
- Fatores de riscos: acidentes ocupacionais, sexo desprotegido 
- Tratamento: ↑ clearance de 20% para 90% 
- Diagnóstico: PCR RNA VHC (janela sorológica)
World Gastroenterology Organisation, 2011 
Barbosa AN, 2014
CDC, 2011 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Namankani , 2008 
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Dçs Cerebrovasculares 
17.08% 
Infarto Miocárdio 
13.66% 
Câncer 
12.42% 
Pneumonias 
9.47% 
Cirrose e Dçs 
Outras Dçs Isq 
Coração 
3.46% 
Sepse 
2.25% 
Dçs Hipertensivas 
7.66% 
Dçs Pulmonares Crônicas 
Diabete Mellitus 
9.39% 
8.88% 
Insuf. Cardíaca 
4.72% 
Fígado 
3.31% 
Miocardiopatia 
2.29% 
Aids 
2.08% 
Insuf. Renal 
1.98% 
Demais Doenças Perinatais 
1.35% 
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
MS – Boletim Epidemiológico, 2012 
Centers for Disease Control and Prevention - CDC Health Information for International Travel 2010 
Barbosa AN, 2014 
Prevalência de AgHBs 
Alta: ≥ 8% 
Intermediário: 2% to 7% 
Baixo: < 2% 
Mundo Brasil 
Prevalência 400 milhões 1 - 2 milhões (0,37%) 
Incidência/ano 4 milhões 12 mil 
Mortalidade/ano 0.6 – 1.0 milhão ?
Mundo Brasil 
Prevalência 170 - 200 milhões 2 - 3 milhões 
Incidência/ano 3 - 4 milhões 10 mil 
Mortalidade/ano 0.3 milhão ? 
Barbosa AN, 2014 
> 10% 
2,5-10% 
1-2,5% 
Prevalência 
ND 
WHO, 2012 
Inquérito Nacional das Hepatites Virais, MS-Brasil, 2010
Oliveira U. B., 2010 
Barbosa AN, 2014
Oliveira U. B., 2010 
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
VHB VHC 
Material Genético DNA RNA 
Tamanho 40 nm 50 nm 
Provírus Sim Não 
Cura Funcional Esterilizante 
Cura vs Cronificação 90% - 10% 15% - 85% 
Cirrose 20% 40% 
Hepatocarcinoma 30% 60% 
Transmissão Sexual muito frequente incomum 
População Mundial 400 milhões 170 a 200 milhões
Barbosa AN, 2013 
VHB VHC 
Parceiros Sexuais de VHB + Transfusões antes de 1994 
Múltiplos Parceiros, Violência Sexual Usuários de Drogas 
DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) Hemofílicos, Hemodiálise 
HSHs HSHs 
Usuários de Drogas Acidentes Ocupacionais 
Convívio Domiciliar com VHB + Seringas e Agulhas Não Descartáveis 
Acidentes Ocupacionais Acupuntura, Piercing ou Tatuagem 
Hemodiálise Parceiros Sexuais de VHC + 
Institucionalizados Convívio Domiciliar com VHC + 
Viajantes para Áreas Endêmicas DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) 
Filhos de Mães VHB + Filhos de Mães VHC + 
Sinais de Hepatopatia Sinais de Hepatopatia
Oliveira U. B., 2010 
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
VHB 
VHC 
10 – 50 anos
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB 
- AgHBs (+) > 6 meses (5 a 10%, acima do 2º ano de vida) 
- Anti-HBc: marcador de exposição, contato 
- Anti-HBs: marcador de imunidade, resolução 
CDC, 2003 
Resolução Espontânea Cronificação
Barbosa AN, 2014 
Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação 
- ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB) 
Anti-HBe 
HBV-DNA 
ALT 
Imuno 
tolerante 
Imuno clearance 
AgHBe (+) 
Portador 
inativo 
Reativação 
AgHBe (–) 
HBeAg
Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB 
Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação (ALT e CV VHB) 
Barbosa AN, 2014 
Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc 
AntiHBc 
IgM 
AntiHBe AntiHBs ALT 
DNA-VHB 
(UI/ml) 
Infecção Aguda (+) (+) (+) (+) (-) (-) ↑↑↑↑↑ ↑↑↑↑↑ 
HVB Pregressa 
Imune 
(-) (-) (+) (-) (+) (+) nl 
não 
detectado 
Anti-HBc Isolado/ 
Infecção Oculta 
(-) (-) (+) (-) (-) (-) nl 
não 
detectado 
Vacinação 
Prévia 
(-) (-) (-) (-) (-) (+) nl 
não 
detectado 
Portador 
Crônico Inativo 
(+) (-) (+) (-) (+) (-) nl < 200 
Mutantes Pré-Core ou 
Core Promoter 
(+) (-) (+) (-) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 
HVB ativa 
(perfil clássico) 
(+) (+) (+) (-) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000
Passo 3: Seguimento prolongado e rotineiro para flagar ↑ ALT e ou ↑ CV VHB 
Barbosa AN, 2014 
- Monitorar os portadores inativo à cada 6 meses ou à cada ano 
Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBe AntiHBs ALT 
DNA-VHB 
(UI/ml) 
Portador 
Crônico Inativo 
(+) (-) (+) (+) (-) nl < 200 
Mutantes Pré-Core ou 
Core Promoter 
(+) (-) (+) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 
HVB ativa 
(perfil clássico) 
(+) (+) (+) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000 
Passo 4: Tratar - AgHBe (+) com ↑ ALT 
- AgHBe (-) com ↑ ALT e ↑ CV VHB (> 2.000 UI/ml) 
- Biópsia hepática (F ≥ 2 ou A ≥ 2): 
• AgHBe (+): > 40 anos, mesmo ALT nl 
• AgHBe (-): ↑ ALT e CV VHB entre 200 e 2.000 UI/ml
Barbosa AN, 2014 
Objetivos 
- Diminuir a progressão do dano hepático → supressão da replicação viral 
- AgHBe (+) → (-) 
- ALT: normalizar 
- CV DNA VHB: manter o menor possível 
- Cura (soroconversão do AgHBs): raro (7%), não é o objetivo principal 
Arsenal terapêutico 
Interferon alfa 
Lamivudina 
IFN-Peg 
Adefovir 
Telbivudina 
Tenofovir 
Entecavir 
1990 1998 2002 2005 2006 2008
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
Resolução Espontânea Cronificação 
+
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Bica I. CID, 2001. 
Barbosa AN, 2014 
HVC: Infecção oportunista nas PVHA 
• história natural do VHC acelerada 
• viremia do VHC elevada 
• ↑ ocorrência de esteatose, cirrose e câncer 
Maior Morbi-mortalidade 
4 
3 
2 
1 
0 
0 10 20 30 40 
Anos de Infecção pelo VHC 
Grau de Fibrose 
(METAVIR) 
Coinfecção HIV-VC (n = 122) 
Monoinfecção pelo VHC (n = 122) 
Simulação matemática (n = 122)
Barbosa AN, 2014 
HVC: Fase aguda e Fase de Acúmulo Fibrose Assintomática 
- Diagnóstico precoce, guiado pelos fatores de risco 
- HVC Aguda/Crônica ou Cirrose: Reconhecer cedo 
Diagnóstico precoce = Tratamento mais eficaz 
Diagnóstico precoce = ↓ complicações 
Diagnóstico precoce = ↓ Mortalidade
Barbosa AN, 2014 
Resolução Espontânea Cronificação 
+ 
Passo 1: Identificar a infecção Crônica pelo VHC 
- Sintomas somente nos cirróticos descompensados 
- Fatores de riscos: tradicionais 
- Tratamento: clearance viral entre 40 a 70% 
- Diagnóstico: PCR RNA VHC (elimina cura espontânea e falsos +)
Barbosa AN, 2014 
Passo 3: Avaliar o grau de fibrose (biópsia hepática) 
- Sintomas somente nos cirróticos descompensados 
- Ausência de marcadores não invasivos com boa correlação prognóstica
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014 
Objetivos 
- Eliminar o VHC: Resposta Virológica Sustentada 
- RVS: PCR VHC (-) após 6 meses do final de tratamento 
- Gen. 1 (70% Brasil); RVS: 40% (Peg-IFN + RBV); 70% (Peg-IFN + RBV + IP) 
- Gen. 2 ou 3 (30% Brasil): 70% (Peg-IFN + RBV) 
1995 
1991 1998 2002 2011 
IFNc 6m (6%) 
IFNc + RBV (34-42%) 
Peg-IFN 2a e 2b + RBV 
(40-70%) 
Peg-IFN + RBV + 
Telaprevir (70%) 
IFNc 12m (16%) 
Peg-IFN + RBV + 
Boceprevir (70%) 
Cura
Barbosa AN, 2014 
Conceitos de Resposta ao Tratamento Completo
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
Barbosa AN, 2014
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Hepatites Virais - Curso Básico

  • 1.
    Alexandre Naime BarbosaMD, PhD Professor Assistente - Infectologista barbosa.an@ymail.com Treinamento Secretaria de Saúde Botucatu - 2014
  • 2.
  • 3.
    CCO In Practice,2013 Barbosa AN, 2014
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Namankani , 2008 CCO In Practice, 2013 Barbosa AN, 2014
  • 8.
    Namankani , 2008 CCO In Practice, 2013 Barbosa AN, 2014
  • 9.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 10.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Barbosa AN, 2014 Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB - AgHBs (+) > 6 meses (5 a 10%, acima do 2º ano de vida) - Anti-HBc: marcador de exposição, contato; IgM: marcador de fase aguda* - Anti-HBs: marcador de imunidade, resolução CDC, 2003 Resolução Espontânea Cronificação
  • 14.
    Passo 1: Identificara infecção crônica pelo VHB Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação (ALT e CV VHB) Barbosa AN, 2014 Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBc IgM AntiHBe AntiHBs ALT DNA-VHB (UI/ml) Infecção Aguda (+) (+) (+) (+) (-) (-) ↑↑↑↑↑ ↑↑↑↑↑ HVB Pregressa Imune (-) (-) (+) (-) (+) (+) nl não detectado Anti-HBc Isolado/ Infecção Oculta (-) (-) (+) (-) (-) (-) nl não detectado Vacinação Prévia (-) (-) (-) (-) (-) (+) nl não detectado Portador Crônico Inativo (+) (-) (+) (-) (+) (-) nl < 200 Mutantes Pré-Core ou Core Promoter (+) (-) (+) (-) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 HVB ativa (perfil clássico) (+) (+) (+) (-) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000
  • 15.
    Barbosa AN, 2014 Resolução Espontânea Cronificação + Passo 1: Identificar a infecção Aguda pelo VHC - Sintomas em apenas 10% - Fatores de riscos: acidentes ocupacionais, sexo desprotegido - Tratamento: ↑ clearance de 20% para 90% - Diagnóstico: PCR RNA VHC (janela sorológica)
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 19.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 20.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 21.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 22.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 23.
    Namankani , 2008 Barbosa AN, 2014
  • 24.
  • 25.
    Dçs Cerebrovasculares 17.08% Infarto Miocárdio 13.66% Câncer 12.42% Pneumonias 9.47% Cirrose e Dçs Outras Dçs Isq Coração 3.46% Sepse 2.25% Dçs Hipertensivas 7.66% Dçs Pulmonares Crônicas Diabete Mellitus 9.39% 8.88% Insuf. Cardíaca 4.72% Fígado 3.31% Miocardiopatia 2.29% Aids 2.08% Insuf. Renal 1.98% Demais Doenças Perinatais 1.35% Barbosa AN, 2014
  • 26.
  • 27.
    MS – BoletimEpidemiológico, 2012 Centers for Disease Control and Prevention - CDC Health Information for International Travel 2010 Barbosa AN, 2014 Prevalência de AgHBs Alta: ≥ 8% Intermediário: 2% to 7% Baixo: < 2% Mundo Brasil Prevalência 400 milhões 1 - 2 milhões (0,37%) Incidência/ano 4 milhões 12 mil Mortalidade/ano 0.6 – 1.0 milhão ?
  • 28.
    Mundo Brasil Prevalência170 - 200 milhões 2 - 3 milhões Incidência/ano 3 - 4 milhões 10 mil Mortalidade/ano 0.3 milhão ? Barbosa AN, 2014 > 10% 2,5-10% 1-2,5% Prevalência ND WHO, 2012 Inquérito Nacional das Hepatites Virais, MS-Brasil, 2010
  • 29.
    Oliveira U. B.,2010 Barbosa AN, 2014
  • 30.
    Oliveira U. B.,2010 Barbosa AN, 2014
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    Barbosa AN, 2014 VHB VHC Material Genético DNA RNA Tamanho 40 nm 50 nm Provírus Sim Não Cura Funcional Esterilizante Cura vs Cronificação 90% - 10% 15% - 85% Cirrose 20% 40% Hepatocarcinoma 30% 60% Transmissão Sexual muito frequente incomum População Mundial 400 milhões 170 a 200 milhões
  • 34.
    Barbosa AN, 2013 VHB VHC Parceiros Sexuais de VHB + Transfusões antes de 1994 Múltiplos Parceiros, Violência Sexual Usuários de Drogas DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) Hemofílicos, Hemodiálise HSHs HSHs Usuários de Drogas Acidentes Ocupacionais Convívio Domiciliar com VHB + Seringas e Agulhas Não Descartáveis Acidentes Ocupacionais Acupuntura, Piercing ou Tatuagem Hemodiálise Parceiros Sexuais de VHC + Institucionalizados Convívio Domiciliar com VHC + Viajantes para Áreas Endêmicas DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) Filhos de Mães VHB + Filhos de Mães VHC + Sinais de Hepatopatia Sinais de Hepatopatia
  • 35.
    Oliveira U. B.,2010 Barbosa AN, 2014
  • 36.
    Barbosa AN, 2014 VHB VHC 10 – 50 anos
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    Barbosa AN, 2014 Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB - AgHBs (+) > 6 meses (5 a 10%, acima do 2º ano de vida) - Anti-HBc: marcador de exposição, contato - Anti-HBs: marcador de imunidade, resolução CDC, 2003 Resolução Espontânea Cronificação
  • 40.
    Barbosa AN, 2014 Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação - ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB) Anti-HBe HBV-DNA ALT Imuno tolerante Imuno clearance AgHBe (+) Portador inativo Reativação AgHBe (–) HBeAg
  • 41.
    Passo 1: Identificara infecção crônica pelo VHB Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação (ALT e CV VHB) Barbosa AN, 2014 Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBc IgM AntiHBe AntiHBs ALT DNA-VHB (UI/ml) Infecção Aguda (+) (+) (+) (+) (-) (-) ↑↑↑↑↑ ↑↑↑↑↑ HVB Pregressa Imune (-) (-) (+) (-) (+) (+) nl não detectado Anti-HBc Isolado/ Infecção Oculta (-) (-) (+) (-) (-) (-) nl não detectado Vacinação Prévia (-) (-) (-) (-) (-) (+) nl não detectado Portador Crônico Inativo (+) (-) (+) (-) (+) (-) nl < 200 Mutantes Pré-Core ou Core Promoter (+) (-) (+) (-) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 HVB ativa (perfil clássico) (+) (+) (+) (-) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000
  • 42.
    Passo 3: Seguimentoprolongado e rotineiro para flagar ↑ ALT e ou ↑ CV VHB Barbosa AN, 2014 - Monitorar os portadores inativo à cada 6 meses ou à cada ano Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBe AntiHBs ALT DNA-VHB (UI/ml) Portador Crônico Inativo (+) (-) (+) (+) (-) nl < 200 Mutantes Pré-Core ou Core Promoter (+) (-) (+) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 HVB ativa (perfil clássico) (+) (+) (+) (-) (-) nl/↑ ≥ 2.000 Passo 4: Tratar - AgHBe (+) com ↑ ALT - AgHBe (-) com ↑ ALT e ↑ CV VHB (> 2.000 UI/ml) - Biópsia hepática (F ≥ 2 ou A ≥ 2): • AgHBe (+): > 40 anos, mesmo ALT nl • AgHBe (-): ↑ ALT e CV VHB entre 200 e 2.000 UI/ml
  • 43.
    Barbosa AN, 2014 Objetivos - Diminuir a progressão do dano hepático → supressão da replicação viral - AgHBe (+) → (-) - ALT: normalizar - CV DNA VHB: manter o menor possível - Cura (soroconversão do AgHBs): raro (7%), não é o objetivo principal Arsenal terapêutico Interferon alfa Lamivudina IFN-Peg Adefovir Telbivudina Tenofovir Entecavir 1990 1998 2002 2005 2006 2008
  • 44.
  • 45.
    Barbosa AN, 2014 Resolução Espontânea Cronificação +
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
    Bica I. CID,2001. Barbosa AN, 2014 HVC: Infecção oportunista nas PVHA • história natural do VHC acelerada • viremia do VHC elevada • ↑ ocorrência de esteatose, cirrose e câncer Maior Morbi-mortalidade 4 3 2 1 0 0 10 20 30 40 Anos de Infecção pelo VHC Grau de Fibrose (METAVIR) Coinfecção HIV-VC (n = 122) Monoinfecção pelo VHC (n = 122) Simulação matemática (n = 122)
  • 54.
    Barbosa AN, 2014 HVC: Fase aguda e Fase de Acúmulo Fibrose Assintomática - Diagnóstico precoce, guiado pelos fatores de risco - HVC Aguda/Crônica ou Cirrose: Reconhecer cedo Diagnóstico precoce = Tratamento mais eficaz Diagnóstico precoce = ↓ complicações Diagnóstico precoce = ↓ Mortalidade
  • 55.
    Barbosa AN, 2014 Resolução Espontânea Cronificação + Passo 1: Identificar a infecção Crônica pelo VHC - Sintomas somente nos cirróticos descompensados - Fatores de riscos: tradicionais - Tratamento: clearance viral entre 40 a 70% - Diagnóstico: PCR RNA VHC (elimina cura espontânea e falsos +)
  • 56.
    Barbosa AN, 2014 Passo 3: Avaliar o grau de fibrose (biópsia hepática) - Sintomas somente nos cirróticos descompensados - Ausência de marcadores não invasivos com boa correlação prognóstica
  • 57.
  • 58.
    Barbosa AN, 2014 Objetivos - Eliminar o VHC: Resposta Virológica Sustentada - RVS: PCR VHC (-) após 6 meses do final de tratamento - Gen. 1 (70% Brasil); RVS: 40% (Peg-IFN + RBV); 70% (Peg-IFN + RBV + IP) - Gen. 2 ou 3 (30% Brasil): 70% (Peg-IFN + RBV) 1995 1991 1998 2002 2011 IFNc 6m (6%) IFNc + RBV (34-42%) Peg-IFN 2a e 2b + RBV (40-70%) Peg-IFN + RBV + Telaprevir (70%) IFNc 12m (16%) Peg-IFN + RBV + Boceprevir (70%) Cura
  • 59.
    Barbosa AN, 2014 Conceitos de Resposta ao Tratamento Completo
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
  • 64.