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                     Priscila Souza - Design de Interface Digital

Resenha do livro:




                               Gestalt do
                               Objeto
                               Sistema de leitura visual da forma
                               João Gomes Filho




       O livro de João Gomes Filho aborda teorias da escola Gestalt e outras por
ele denominadas “categorias conceituais” onde ambas são direcionadas para
auxiliar e ampliar a leitura visual da forma. Forma, segundo o impresso, diz
respeito aquilo que se faz possível a percepção do objeto, e objeto significa
qualquer tipo de manifestação visual possível e ser lida, podendo ser bi ou
tridimensional.
       A estrutura do livro foi uma das coisas que mais me agradou, o livro ê
bem didático, muito pratico, toda a estrutura do livro facilita para uma
compreensão simples, rápida e eficaz. A estrutura, na minha percepção, e
divida em etapas, níveis de dificuldade, começando com uma introdução â
escola da Gestalt, passando para suas fundamentações teóricas. Logo depois
dessa base tão importante, o livro segue a abordar em cada página um
conceito, como: unidades, unificação, continuidade, etc.
       Não é só a estrutura em si que instiga e facilita a leitura do leitor, mas a
aparência estética do livro: no alto da pagina temos o assunto em destaque
negrito e itálico, logo embaixo temos uma explicação do seu conceito, e
separado por uma linha, abaixo há a aplicação desse conceito em diferentes
imagens, servindo de exemplo pratico, fundamental para a compreensão do
tema abordado. Essa estrutura e estética de fato foi o que me instigou a ler o
livro continuamente, não senti a necessidade de espremer tudo em uma folha,
mesmo que fique uma boa parte da folha em branco, a separação por assuntos
e capítulos em folhas separadas torna a leitura menos cansativa.
       Os capítulos do livro são: Leis da Gestalt, Conceituação da
forma/propriedades, Categorias conceituais/fundamentais, Categorias
conceituais/Técnicas visuais aplicadas, Sistema de leitura visual da forma do
objeto, Exemplos práticos de leitura visual da forma do objeto. O que torna o
livro interessante é a redundância, enquanto li me senti numa sala de aula,
pois no final dos capítulos chave, houve uma breve revisão, e logo em seguida
a apresentação de exercícios práticos.
       Sempre senti necessidade e curiosidade de conhecer as leis da Gestalt, a
leitura do livro trouxe ótimo repertório. Pegarei o capitulo “Leis da Gestalt”,
este aborda as seguintes teorias: Unidade, Segregação, Fechamento,
Continuidade, Proximidade, Semelhança e Pregnância da Forma. Farei uma
breve explicação do que absorvi sobre os temas citados:
       Unidade – consiste nas partes de um objeto, ela pode ser percebida
como um todo, ou nas partes deste, por exemplo, uma multidão, as pessoas
são as unidades da multidão, porem cada pessoa possui suas unidades, como
as mãos, membros, e seus membros suas subunidades, como dedos, e etc.
       Segregação – é a capacidade de separar as unidades de uma imagem,
por exemplo, uma mulher na praia, há a areia, o mar, a mulher...
       Unificação – assim como outras teorias, esta é perceptível com a
presença de outras categorias teóricas como, nesse caso, harmonia, equilíbrio,
ordem, e também, assim como outras categorias, esta pode ser medida em
graus ou índices qualitativos (escalas, 10, 9, 8...). Quando um objeto
apresenta um bom equilíbrio, contraste, semelhança em suas unidades,
harmonia, e outros fatores podemos dizer que a unificação esta presente;
       Fechamento – o fechamento pode ser indicado quando uma figura
apresenta uma continuação de elementos, um agrupamento e continuidade
destes, fatores que trazem uma sensação de “imagem completa”, fechada;
       Continuidade – pode ser chamada também de boa continuidade ou boa
continuação; é quando uma forma é coerente, sem quebras ou interrupções na
sua impressão visual, nas suas partes, é também a tendência dos elementos
que compõe a forma acompanharem uns aos outros;
       Proximidade – elementos próximos uns aos outros e com estímulos
próximos como cor, forma, tamanho, etc. Tendem a formar unidades e unificar
a forma;
       Semelhança – esta está ligada à igualdade de forma e cor, que
desperta a mesma idéia de proximidade, tendendo à constituir uma unidade;
semelhança e proximidade são dois fatores que tendem à promoverem a
unificação do todo, proporcionando harmonia, ordem, e equilíbrio visual;
       Pregnância da Forma – aqui reina a idéia de que a organização formal
do objeto no sentido psicológico proporciona um melhor ponto de vista
estrutural, pois quanto mais organização visual, mais facilidade e rapidez de
leitura ou interpretação, e se assim for, maior será seu grau de pregnância;
Para qualificar pode-se usar escalas qualitativas como nota de 1 a 10 ou
índices de pontuação como alto, médio, baixo...
       O livro traz outras categorias muito interessantes de serem expostas,
pois, mesmo que obvias, não são pensadas e analisadas naturalmente, além
de outras tantas categorias, o livro trás uma breve introdução sobre a Escola
Gestalt: Gestalt é uma Escola de Psicologia Experimental onde considera-se
Von Ehrenfels, filósofo vienense de fins do século XIX, o precursor da
psicologia da Gestalt. Por volta de 1910, a escola teve seu início graças a três
nomes: Max Wertheimer (1880/1943), Wolfgang Kohler (1887/1967) e Kurt
Koffka (1886/1941), da Universidade de Frankfurt. O movimento da Gestalt
atuou nos campos da forma direcionado ao campo da percepção, envolvendo
memória, motivação, aprendizagem, inteligência, linguagem e etc. “A teoria da
Gestalt, extraída de uma rigorosa experimentação, vai sugerir uma resposta ao
porquê de umas formas agradarem mais e outras não.”. (FILHO, João Gomes –
p.18).
       Falarei sobre a Fundamentação Teórica da Gestalt, de acordo com o
livro de João Gomes Filho:
       A Gestalt trouxe, graças a muitas pesquisas, teorias sobre percepção, de
acordo com essas teorias o que acontece no nosso cérebro não é idêntico ao o
que acontece na retina. Um bom exemplo e estudo são os objetos de ilusão de
ótica:

                             Esta imagem demonstra como nossa forma de
                       percepção das formas estão sujeitas a visualizarem e
                       serem sensíveis ao todo da forma, ou seja, não
                       analisamos as unidades das imagens, vemos sempre
                       as relações, a dependência de uma parte à outra, não
vemos partes isoladas. A circunferências centrais possuem
as mesmas proporções. Assim como as linhas da imagem
ao lado possuem também o mesmo tamanho:

      A Gestalt explica estes fenômenos como sendo um ato do sistema
nervoso a fim de auto-regular, procurar estabilidade e organizar as formas em
todos coerentes e unificados.
      Koffka nos seus estudos do fenômeno da percepção visual nos traz uma
o “porque vemos as coisas como as vemos” explicando dois tipos de agentes:
as forças internas e externas:
      - Forças externas: têm origem no objeto, nas condições de luz em que se
encontra;
      - Forças internas: encontram-se num dinamismo cerebral, que estimula
sensações graças as peculiaridades do objeto e fatores humanos de percepção;
As forças internas possuem forças iniciais, primeiramente a segregação e a
unificação.
      Estas imagens dos quadrados ao
lado mostram como é importante o fato de
que para a formação de unidades
(identificação de unidades) é necessário
que haja contraste.
      Para nossa percepção há apenas
relações.
      A imagem do triângulo ao lado demonstra o fator de
fechamento, como tendemos a perceber unidades em
todos fechados, mesmo que estes não estejam realmente.
      “Outro fator de organização é a boa continuação.
Toda unidade linear tende, psicologicamente, a se
prolongar na mesma direção e com o mesmo
movimento.”. Nesta imagem dos
arcos, ao lado, é perceptível o
fato de sempre analisarmos as
partes sucessivas, “[...], ou seja, que a nossa organização tende a se orientar
no sentido da boa continuação.”.
      Sobre profundidade, a Gestalt diz que a percebemos como resultado do
hábito de objetos distantes. As aparências das formas tridimensionais
dependem também da organização, veja as figuras abaixos, a figura A é
bidimensional, a B é ambígua devido a sua linha vertical central, já a C é
tridimensional.




       Há ainda os fatores de proximidade, elementos próximos tendem a ser
vistos juntos e quanto mais curta a distância entre eles mais forte é a
possibilidade de constituírem unidades, e semelhança, fator mais forte que a
proximidade, pois esta mão basta para agrupar elementos, a semelhança sim.
       “’Vemos as coisas como as vemos por causa da organização (forças
internas) que se desenvolve a partir do estímulo próximo (forças externas).’
[...] cada imagem percebida é o resultado da interação dessas duas forças.”
(FILHO, p.25).
       João Gomes Filho é designer industrial, pela Faculdade de Artes Plásticas
da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Mestre em estruturas
ambientais urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade de São Paulo – FAUUSP, Doutor em Arquitetura e Urbanismo,
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo –
FAUUSP.

Dados:

Dia: 14/03/07 à 17/04/07

Bibliografia: GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: leitura visual da
forma. Escrivuras Editora, São Paulo, 2003.

Links:
http://forum.ievolution.com.br/index.php?showtopic=9155

http://www.mxstudio.com.br/views.tutorial.php?act=view&cid=14&aid=646

http://www.mxstudio.com.br/views.tutorial.php?act=view&cid=&aid=715

http://www.gestaltsp.com.br/gestalt.htm

http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=10531

http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=10530

http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=9158

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Gestalt do objeto

  • 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC Priscila Souza - Design de Interface Digital Resenha do livro: Gestalt do Objeto Sistema de leitura visual da forma João Gomes Filho O livro de João Gomes Filho aborda teorias da escola Gestalt e outras por ele denominadas “categorias conceituais” onde ambas são direcionadas para auxiliar e ampliar a leitura visual da forma. Forma, segundo o impresso, diz respeito aquilo que se faz possível a percepção do objeto, e objeto significa qualquer tipo de manifestação visual possível e ser lida, podendo ser bi ou tridimensional. A estrutura do livro foi uma das coisas que mais me agradou, o livro ê bem didático, muito pratico, toda a estrutura do livro facilita para uma compreensão simples, rápida e eficaz. A estrutura, na minha percepção, e divida em etapas, níveis de dificuldade, começando com uma introdução â escola da Gestalt, passando para suas fundamentações teóricas. Logo depois dessa base tão importante, o livro segue a abordar em cada página um conceito, como: unidades, unificação, continuidade, etc. Não é só a estrutura em si que instiga e facilita a leitura do leitor, mas a aparência estética do livro: no alto da pagina temos o assunto em destaque negrito e itálico, logo embaixo temos uma explicação do seu conceito, e separado por uma linha, abaixo há a aplicação desse conceito em diferentes imagens, servindo de exemplo pratico, fundamental para a compreensão do tema abordado. Essa estrutura e estética de fato foi o que me instigou a ler o livro continuamente, não senti a necessidade de espremer tudo em uma folha, mesmo que fique uma boa parte da folha em branco, a separação por assuntos e capítulos em folhas separadas torna a leitura menos cansativa. Os capítulos do livro são: Leis da Gestalt, Conceituação da forma/propriedades, Categorias conceituais/fundamentais, Categorias conceituais/Técnicas visuais aplicadas, Sistema de leitura visual da forma do
  • 2. objeto, Exemplos práticos de leitura visual da forma do objeto. O que torna o livro interessante é a redundância, enquanto li me senti numa sala de aula, pois no final dos capítulos chave, houve uma breve revisão, e logo em seguida a apresentação de exercícios práticos. Sempre senti necessidade e curiosidade de conhecer as leis da Gestalt, a leitura do livro trouxe ótimo repertório. Pegarei o capitulo “Leis da Gestalt”, este aborda as seguintes teorias: Unidade, Segregação, Fechamento, Continuidade, Proximidade, Semelhança e Pregnância da Forma. Farei uma breve explicação do que absorvi sobre os temas citados: Unidade – consiste nas partes de um objeto, ela pode ser percebida como um todo, ou nas partes deste, por exemplo, uma multidão, as pessoas são as unidades da multidão, porem cada pessoa possui suas unidades, como as mãos, membros, e seus membros suas subunidades, como dedos, e etc. Segregação – é a capacidade de separar as unidades de uma imagem, por exemplo, uma mulher na praia, há a areia, o mar, a mulher... Unificação – assim como outras teorias, esta é perceptível com a presença de outras categorias teóricas como, nesse caso, harmonia, equilíbrio, ordem, e também, assim como outras categorias, esta pode ser medida em graus ou índices qualitativos (escalas, 10, 9, 8...). Quando um objeto apresenta um bom equilíbrio, contraste, semelhança em suas unidades, harmonia, e outros fatores podemos dizer que a unificação esta presente; Fechamento – o fechamento pode ser indicado quando uma figura apresenta uma continuação de elementos, um agrupamento e continuidade destes, fatores que trazem uma sensação de “imagem completa”, fechada; Continuidade – pode ser chamada também de boa continuidade ou boa continuação; é quando uma forma é coerente, sem quebras ou interrupções na sua impressão visual, nas suas partes, é também a tendência dos elementos que compõe a forma acompanharem uns aos outros; Proximidade – elementos próximos uns aos outros e com estímulos próximos como cor, forma, tamanho, etc. Tendem a formar unidades e unificar a forma; Semelhança – esta está ligada à igualdade de forma e cor, que desperta a mesma idéia de proximidade, tendendo à constituir uma unidade; semelhança e proximidade são dois fatores que tendem à promoverem a unificação do todo, proporcionando harmonia, ordem, e equilíbrio visual; Pregnância da Forma – aqui reina a idéia de que a organização formal do objeto no sentido psicológico proporciona um melhor ponto de vista estrutural, pois quanto mais organização visual, mais facilidade e rapidez de leitura ou interpretação, e se assim for, maior será seu grau de pregnância; Para qualificar pode-se usar escalas qualitativas como nota de 1 a 10 ou índices de pontuação como alto, médio, baixo... O livro traz outras categorias muito interessantes de serem expostas, pois, mesmo que obvias, não são pensadas e analisadas naturalmente, além de outras tantas categorias, o livro trás uma breve introdução sobre a Escola Gestalt: Gestalt é uma Escola de Psicologia Experimental onde considera-se Von Ehrenfels, filósofo vienense de fins do século XIX, o precursor da psicologia da Gestalt. Por volta de 1910, a escola teve seu início graças a três nomes: Max Wertheimer (1880/1943), Wolfgang Kohler (1887/1967) e Kurt Koffka (1886/1941), da Universidade de Frankfurt. O movimento da Gestalt
  • 3. atuou nos campos da forma direcionado ao campo da percepção, envolvendo memória, motivação, aprendizagem, inteligência, linguagem e etc. “A teoria da Gestalt, extraída de uma rigorosa experimentação, vai sugerir uma resposta ao porquê de umas formas agradarem mais e outras não.”. (FILHO, João Gomes – p.18). Falarei sobre a Fundamentação Teórica da Gestalt, de acordo com o livro de João Gomes Filho: A Gestalt trouxe, graças a muitas pesquisas, teorias sobre percepção, de acordo com essas teorias o que acontece no nosso cérebro não é idêntico ao o que acontece na retina. Um bom exemplo e estudo são os objetos de ilusão de ótica: Esta imagem demonstra como nossa forma de percepção das formas estão sujeitas a visualizarem e serem sensíveis ao todo da forma, ou seja, não analisamos as unidades das imagens, vemos sempre as relações, a dependência de uma parte à outra, não vemos partes isoladas. A circunferências centrais possuem as mesmas proporções. Assim como as linhas da imagem ao lado possuem também o mesmo tamanho: A Gestalt explica estes fenômenos como sendo um ato do sistema nervoso a fim de auto-regular, procurar estabilidade e organizar as formas em todos coerentes e unificados. Koffka nos seus estudos do fenômeno da percepção visual nos traz uma o “porque vemos as coisas como as vemos” explicando dois tipos de agentes: as forças internas e externas: - Forças externas: têm origem no objeto, nas condições de luz em que se encontra; - Forças internas: encontram-se num dinamismo cerebral, que estimula sensações graças as peculiaridades do objeto e fatores humanos de percepção; As forças internas possuem forças iniciais, primeiramente a segregação e a unificação. Estas imagens dos quadrados ao lado mostram como é importante o fato de que para a formação de unidades (identificação de unidades) é necessário que haja contraste. Para nossa percepção há apenas relações. A imagem do triângulo ao lado demonstra o fator de fechamento, como tendemos a perceber unidades em todos fechados, mesmo que estes não estejam realmente. “Outro fator de organização é a boa continuação. Toda unidade linear tende, psicologicamente, a se prolongar na mesma direção e com o mesmo movimento.”. Nesta imagem dos arcos, ao lado, é perceptível o fato de sempre analisarmos as
  • 4. partes sucessivas, “[...], ou seja, que a nossa organização tende a se orientar no sentido da boa continuação.”. Sobre profundidade, a Gestalt diz que a percebemos como resultado do hábito de objetos distantes. As aparências das formas tridimensionais dependem também da organização, veja as figuras abaixos, a figura A é bidimensional, a B é ambígua devido a sua linha vertical central, já a C é tridimensional. Há ainda os fatores de proximidade, elementos próximos tendem a ser vistos juntos e quanto mais curta a distância entre eles mais forte é a possibilidade de constituírem unidades, e semelhança, fator mais forte que a proximidade, pois esta mão basta para agrupar elementos, a semelhança sim. “’Vemos as coisas como as vemos por causa da organização (forças internas) que se desenvolve a partir do estímulo próximo (forças externas).’ [...] cada imagem percebida é o resultado da interação dessas duas forças.” (FILHO, p.25). João Gomes Filho é designer industrial, pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Mestre em estruturas ambientais urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAUUSP, Doutor em Arquitetura e Urbanismo, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAUUSP. Dados: Dia: 14/03/07 à 17/04/07 Bibliografia: GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: leitura visual da forma. Escrivuras Editora, São Paulo, 2003. Links: http://forum.ievolution.com.br/index.php?showtopic=9155 http://www.mxstudio.com.br/views.tutorial.php?act=view&cid=14&aid=646 http://www.mxstudio.com.br/views.tutorial.php?act=view&cid=&aid=715 http://www.gestaltsp.com.br/gestalt.htm http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=10531 http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=10530 http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=9158 http://forum.ievolution.com.br/index.php?s=8be1ba78b7b563f60c18b6af7a189d40&showtopic=2699 http://www.lsc.ufsc.br/%7Eedla/design/vocabulario.htm