Geração de renda por meio da venda de produtos, serviços e outras iniciativas
Serviços   Criando Desenvolvimento institucional Técnica Jurídica Gestão Marketing e Comunicação Planejamento estratégico Responsabilidade Social Desenvolvimento Sustentável Palestras, Cursos e Oficinas Assessoria para implementação de PMRS Empresas Terceiro Setor   Consultoria
Indivíduos Governos PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO Organizações  Religiosas Projetos de  Geração de Renda Iniciativa  privada Fundações Fontes  Institucionais  Empresas Empresariais Familiares Ongs Agências Internacionais Venda Endowment fund Prestação de serviços Pela causa MRC Alugueis Mantenedores Institutos corporativos Comunitárias EVENTOS  PROJETOS
Essencial Diversificação das fontes de recursos Legitimidade social Diminuição do risco FONTES DE RECURSOS
Exercício Qual as fontes de recursos de sua organização? Qual o percentual de cada uma? FONTES DE RECURSOS
FONTES DE RECURSOS
GERAÇÃO DE RENDA - TIPOS
Taxas de associados / mantenodores Venda de serviços  Venda de produtos Royalties MRC Aluguéis Rendimento de patrimônio ( Endowment) Tipos GERAÇÃO DE RENDA
Prioridade Beneficiários: artesãos, comunidade carente Prioridade Instituição / Beneficiário: beneficiário produz e pode também se beneficiar financeiramente Prioridade é a diversificação das fontes: compõe a renda da instituição. Produtos são fabricados por terceiros e / ou por beneficiários. Tipos GERAÇÃO DE RENDA
Alternativa importante na liberalidade do uso de recursos  Auto-sustentação da OSC e do público atendido Inovações Apoio de fundações Vantagens IMPORTANTE A venda de produtos e serviços não pode extrapolar a condição de atividade meio PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
GERAÇÃO DE RENDA Aspectos Jurídicos
Podem organizações sem fins lucrativos exercer atividade de natureza econômica? Previsão estatutária, atividade meio e aplicação nas finalidades Inexiste na legislação brasileira proibição à prestação de serviços ou à comercialização de mercadorias por entidades do Terceiro Setor. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA
Projetos de Geração de renda ofenderia o principio da livre concorrência? Seria  abuso de poder econômico? Argumento: adotam preços idênticos à  concorrência, mas estão livres de impostos. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico  IVES GANDRA DA SILVA MARTINS: se exercerem atividades idênticas ou análogas às de outras empresas privadas não gozam de imunidade (art. 150, parágrafo 4º e art. 173, parágrafo 4º, da CF). Todavia, se NÃO forem de expressão econômica relevante e não caracterizarem concorrência desleal gozam de imunidade.
Argumento contrário: art. 150, VI, alínea a, CF: Os resultados positivos auferidos com os programas de geração de renda, quando aplicados na assistência social e na educação – direitos sociais previstos na CF – não devem gerar impostos. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico  RUY BARBOSA NOGUEIRA: Por não possuírem capacidade contributiva e tendo o seu patrimônio, renda e os serviços imunes, qualquer exigência do imposto que incida sobre situação ou relação fática será NULA, por absoluta inconstitucionalidade.
As entidades de assistência social e educação são imunes (art. 150, VI, CF). Município de São Paulo (Decreto 42.836/2003) - isenção específica para associações culturais e desportivas Pelo decreto de São Paulo, o reconhecimento de imunidade deve ser renovado a cada três anos e o requerimento de isenção deve ser anual ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza  GERAÇÃO DE RENDA Aspectos Jurídicos
É uma questão interpretativa Contribuinte do ICMS é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadorias ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA ICMS – Imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação
IRPJ – Imposto de Renda Sobre Pessoa Jurídica (imunidade ou isenção dependendo do caso) CSSL – Contribuição Social Sobre o Lucro (Imunidade, isenção ou não incidência) PIS – Contribuição para o Programa de Integração Social (1% sobre folha de pagamento) COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA
PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA   COFINS ATIVIDADES PRÓPRIAS ATIVIDADES NÃO PRÓPRIAS IMUNES ----------------- 3,0% ISENTAS ----------------- 7,6%
INSRF nº 247/2002, artigo 47, § 2º Atividades próprias PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Cofins  Receitas decorrentes de contribuições, doações, anuidades ou mensalidades recebidas de associados ou mantenedores,  sem caráter contraprestacional direto , destinadas ao custeio e ao desenvolvimento dos objetivos sociais.
Receitas de atividades não próprias (decorrentes de atividades econômicas) Prestação de serviços e/ou venda de mercadorias, mesmo que exclusivamente aos associados Exploração de estacionamentos de veículos Aluguel de imóveis De aluguel ou taxa cobrada pela utilização de salões, auditórios, quadras, piscinas, campos esportivos, dependências e instalações Outras PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Cofins
VENDAS DE SERVIÇOS E PRODUTOS
VENDAS DE SERVIÇOS E PRODUTOS CRIATIVIDADE INOVAÇÃO
Associados  / Mantenedores Frequentadores Entorno (empresas e pessoas físicas VENDA DE SERVIÇOS Para
Consultorias e Assessorias Cursos Web designer Guias de ecoturismo Educação e Saúde VENDA DE SERVIÇOS Através de:
Bazar Doces e salgados / Buffet Produtos institucionais Artezanato Leilões Royalties VENDA DE PRODUTOS http://www.ongvaa.org.br/produtos.htm http://forumaidssp.org.br/criandolacos QUALIDADE
VENDA DE PRODUTOS
Na própria organização Internet (próprio site ou coletivo)  http://www.ongshopping.com.br/loja/default.asp http://www.socialweb.com.br/  Loja própria Lojas do mercado Supermercado Shopping center (especializadas ou não) Mundaréu (Vila Madalena) Lojas social da prefeitura de SP Feiras de artesanato Onde vender PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
ROYALTIES
ROYALTIES Criar marca forte – branding Contrato de licenciamento Buscar empresas parceiras para produção e venda Por onde começar
PLANO DE NEGÓCIOS
PLANO DE NEGÓCIOS Um plano de negócios é um instrumento de gestão concebido para mapear uma determinada idéias ou organização ao longo de um determinado período de tempo. (1 a 5 anos)
University Consulting Venture Fund Market Place Avaliar se as Organizações estão prontas Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA http:// www.nesst.org /
Inicial  Pontos fortes e fracos Diferencial e justificativas Investimento inicial Criação de cenários Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Plano de negócios
Objetivos e metas Receitas e despesa Clientes Distribuição Análise trimestral Impacto social Medir impacto Aumentar os beneficiários Além da geração de renda Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Plano de negócios
Produto - escolher indústria ou fabricar com qualidade Package  (embalagem) – código de barras Preço – seguir o mercado Pontos de venda – atacado e varejo Promoção – direta e indireta Marketing PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Os 5 Ps - Dicas
I. Objetivo do Trabalho II. Direcionamento Institucional  III. Histórico Institucional  IV. Áreas de Atuação e Público Alvo  V. Cenário  VI. Justificativa  VII. Atuação e Produtos VIII. Instrumentos Institucionais de Avaliação  IX.  Organograma X.  Aspectos financeiros PN – conteúdo resumido PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
Vantagens SITES http:// www.lojaverde.com.br / http:// www.ecocentro.org.br /
SITES http:// www.artesol.org.br/principal2.php  /
MARKETING DE RELAÇÃO  COM A CAUSA
Marketing de relação com uma causa é a atividade pela qual empresas e organizações da sociedade civil formam uma parceria para comercializar uma imagem, produto ou serviço, em benefício dos dois lados MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Conceito
O contrato firmado entre as organizações deve prever que certo percentual da receita líquida das vendas dos produtos será destinado à livre utilização da entidade de Terceiro Setor Ou seja, o destino dos recursos é determinado pela organização, de acordo com sua missão, sem influência da empresa Dicas MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA
 
A propaganda do produto deve destacar o acordo e dar visibilidade para a empresa e para a organização sem fins lucrativos (cuidado com a imagem do parceiro...) É fundamental que a causa da organização esteja alinhada com os negócios da empresa e que os parceiros compartilhem valores Dicas MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA
Planejamento e preparação Busca de um parceiro Alinhamento de objetivos Conquista do envolvimento e compromisso desse parceiro MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia Valores comuns, objetivos convergentes, benefício mútuo, transparência e reconhecimento dos ativos de cada parceiro devem orientar a negociação da parceria de MRC.
Formalização do acordo Comprometimento formal Estabelecimento de direitos e deveres das partes e assinatura de contrato MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia
Avaliação dos resultados Elaboração de relatórios que mensurem os investimentos e resultados Revisão dos termos do acordo, se necessário. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia Alguns indicadores:  aumento de visibilidade da causa na sociedade  atitude do consumidor em relação à marca aumento das vendas do produto número de citações em mídia prêmios recebidos depoimento dos beneficiados
Caso American Express Brasil : Herbal Mac Donald’s Casa Hope Camila Klein MRC Marketing relacionado a causas – Cause related marketing
FUNDO PATRIMONIAL
Normalmente criado por Fundações Proporciona maior segurança financeira (menor risco) Permite a realização de atividades cada vez mais planejadas e levando em consideração o longo prazo FUNDO PATRIMONIAL Características
Fundos sem restrição: capital gerado é utilizado a critério do conselho da organização, para o cumprimento da missão  Fundos restritos: gera recursos para uma finalidade específica (reforma / manutenção , por exemplo) Fundos de emergência: minimização do risco (3 anos de orçamento, nos EUA) Fundos atrelados a campanhas capitais FUNDO PATRIMONIAL Tipos de fundos mais comuns
A existência do fundo patrimonial deve estar prevista no estatuto social Detalhes como a constituição do fundo e sua gestão podem estar estabelecidas em regimento específico A prestação de contas a respeito da movimentação do fundo é essencial FUNDO PATRIMONIAL Recomendações
BARBOSA, Maria Nazaré Lins; Oliveira, Carolina Felippe de .  Manual de ONGS – FGV Editora. SZAZI, Eduardo . Terceiro Setor: Regulação no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis Ltda.  As Fundações privadas e as associações sem fins lucrativos no Brasil: 2002/IBGE, Gerência do Cadastro Central de Empresas. – Rio de Janeiro: IBGE, 2004. 148 p. – (Estudos e pesquisas. Informações econômicas, ISSN 1679-480x; n. 4). Eduardo Szazi , (org.)., et al. Terceiro setor: temas polêmicos 1. São Paulo: Peirópolis, 2004 – (Temas polêmicos; 1).  BIBLIOGRAFIA
CRUZ, Célia e ESTRAVIZ, Marcelo.  Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. Editora Global. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton .  Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q.  Dinheiro para sua Causa. Editora TextoNovo, 1994. CICONTE, Barbara K. e JACOB, Jeanne Gerda.  Fund Raising Basics: A Complete Guide. Aspen Publication, 1997. AZEVEDO, Tasso Rezende.  Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo1998. DAW, Jocelyne.  Cause Marketing for Nonprofits. Wiley 2006 BIBLIOGRAFIA
OBRIGADO www.criando.net 11 – 2548-7077 [email_address]

Geração nucleo 042010

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    Geração de rendapor meio da venda de produtos, serviços e outras iniciativas
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    Serviços Criando Desenvolvimento institucional Técnica Jurídica Gestão Marketing e Comunicação Planejamento estratégico Responsabilidade Social Desenvolvimento Sustentável Palestras, Cursos e Oficinas Assessoria para implementação de PMRS Empresas Terceiro Setor Consultoria
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    Indivíduos Governos PRINCIPAISFONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO Organizações Religiosas Projetos de Geração de Renda Iniciativa privada Fundações Fontes Institucionais Empresas Empresariais Familiares Ongs Agências Internacionais Venda Endowment fund Prestação de serviços Pela causa MRC Alugueis Mantenedores Institutos corporativos Comunitárias EVENTOS PROJETOS
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    Essencial Diversificação dasfontes de recursos Legitimidade social Diminuição do risco FONTES DE RECURSOS
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    Exercício Qual asfontes de recursos de sua organização? Qual o percentual de cada uma? FONTES DE RECURSOS
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    Taxas de associados/ mantenodores Venda de serviços Venda de produtos Royalties MRC Aluguéis Rendimento de patrimônio ( Endowment) Tipos GERAÇÃO DE RENDA
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    Prioridade Beneficiários: artesãos,comunidade carente Prioridade Instituição / Beneficiário: beneficiário produz e pode também se beneficiar financeiramente Prioridade é a diversificação das fontes: compõe a renda da instituição. Produtos são fabricados por terceiros e / ou por beneficiários. Tipos GERAÇÃO DE RENDA
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    Alternativa importante naliberalidade do uso de recursos Auto-sustentação da OSC e do público atendido Inovações Apoio de fundações Vantagens IMPORTANTE A venda de produtos e serviços não pode extrapolar a condição de atividade meio PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
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    GERAÇÃO DE RENDAAspectos Jurídicos
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    Podem organizações semfins lucrativos exercer atividade de natureza econômica? Previsão estatutária, atividade meio e aplicação nas finalidades Inexiste na legislação brasileira proibição à prestação de serviços ou à comercialização de mercadorias por entidades do Terceiro Setor. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA
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    Projetos de Geraçãode renda ofenderia o principio da livre concorrência? Seria abuso de poder econômico? Argumento: adotam preços idênticos à concorrência, mas estão livres de impostos. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico IVES GANDRA DA SILVA MARTINS: se exercerem atividades idênticas ou análogas às de outras empresas privadas não gozam de imunidade (art. 150, parágrafo 4º e art. 173, parágrafo 4º, da CF). Todavia, se NÃO forem de expressão econômica relevante e não caracterizarem concorrência desleal gozam de imunidade.
  • 14.
    Argumento contrário: art.150, VI, alínea a, CF: Os resultados positivos auferidos com os programas de geração de renda, quando aplicados na assistência social e na educação – direitos sociais previstos na CF – não devem gerar impostos. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico RUY BARBOSA NOGUEIRA: Por não possuírem capacidade contributiva e tendo o seu patrimônio, renda e os serviços imunes, qualquer exigência do imposto que incida sobre situação ou relação fática será NULA, por absoluta inconstitucionalidade.
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    As entidades deassistência social e educação são imunes (art. 150, VI, CF). Município de São Paulo (Decreto 42.836/2003) - isenção específica para associações culturais e desportivas Pelo decreto de São Paulo, o reconhecimento de imunidade deve ser renovado a cada três anos e o requerimento de isenção deve ser anual ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza GERAÇÃO DE RENDA Aspectos Jurídicos
  • 16.
    É uma questãointerpretativa Contribuinte do ICMS é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadorias ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA ICMS – Imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação
  • 17.
    IRPJ – Impostode Renda Sobre Pessoa Jurídica (imunidade ou isenção dependendo do caso) CSSL – Contribuição Social Sobre o Lucro (Imunidade, isenção ou não incidência) PIS – Contribuição para o Programa de Integração Social (1% sobre folha de pagamento) COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA
  • 18.
    PROGRAMAS DE GERAÇÃODE RENDA COFINS ATIVIDADES PRÓPRIAS ATIVIDADES NÃO PRÓPRIAS IMUNES ----------------- 3,0% ISENTAS ----------------- 7,6%
  • 19.
    INSRF nº 247/2002,artigo 47, § 2º Atividades próprias PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Cofins Receitas decorrentes de contribuições, doações, anuidades ou mensalidades recebidas de associados ou mantenedores, sem caráter contraprestacional direto , destinadas ao custeio e ao desenvolvimento dos objetivos sociais.
  • 20.
    Receitas de atividadesnão próprias (decorrentes de atividades econômicas) Prestação de serviços e/ou venda de mercadorias, mesmo que exclusivamente aos associados Exploração de estacionamentos de veículos Aluguel de imóveis De aluguel ou taxa cobrada pela utilização de salões, auditórios, quadras, piscinas, campos esportivos, dependências e instalações Outras PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Cofins
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    VENDAS DE SERVIÇOSE PRODUTOS CRIATIVIDADE INOVAÇÃO
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    Associados /Mantenedores Frequentadores Entorno (empresas e pessoas físicas VENDA DE SERVIÇOS Para
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    Consultorias e AssessoriasCursos Web designer Guias de ecoturismo Educação e Saúde VENDA DE SERVIÇOS Através de:
  • 25.
    Bazar Doces esalgados / Buffet Produtos institucionais Artezanato Leilões Royalties VENDA DE PRODUTOS http://www.ongvaa.org.br/produtos.htm http://forumaidssp.org.br/criandolacos QUALIDADE
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    Na própria organizaçãoInternet (próprio site ou coletivo) http://www.ongshopping.com.br/loja/default.asp http://www.socialweb.com.br/ Loja própria Lojas do mercado Supermercado Shopping center (especializadas ou não) Mundaréu (Vila Madalena) Lojas social da prefeitura de SP Feiras de artesanato Onde vender PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
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  • 29.
    ROYALTIES Criar marcaforte – branding Contrato de licenciamento Buscar empresas parceiras para produção e venda Por onde começar
  • 31.
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    PLANO DE NEGÓCIOSUm plano de negócios é um instrumento de gestão concebido para mapear uma determinada idéias ou organização ao longo de um determinado período de tempo. (1 a 5 anos)
  • 33.
    University Consulting VentureFund Market Place Avaliar se as Organizações estão prontas Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA http:// www.nesst.org /
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    Inicial Pontosfortes e fracos Diferencial e justificativas Investimento inicial Criação de cenários Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Plano de negócios
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    Objetivos e metasReceitas e despesa Clientes Distribuição Análise trimestral Impacto social Medir impacto Aumentar os beneficiários Além da geração de renda Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Plano de negócios
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    Produto - escolherindústria ou fabricar com qualidade Package (embalagem) – código de barras Preço – seguir o mercado Pontos de venda – atacado e varejo Promoção – direta e indireta Marketing PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Os 5 Ps - Dicas
  • 37.
    I. Objetivo doTrabalho II. Direcionamento Institucional III. Histórico Institucional IV. Áreas de Atuação e Público Alvo V. Cenário VI. Justificativa VII. Atuação e Produtos VIII. Instrumentos Institucionais de Avaliação IX. Organograma X. Aspectos financeiros PN – conteúdo resumido PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
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    Vantagens SITES http://www.lojaverde.com.br / http:// www.ecocentro.org.br /
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    Marketing de relaçãocom uma causa é a atividade pela qual empresas e organizações da sociedade civil formam uma parceria para comercializar uma imagem, produto ou serviço, em benefício dos dois lados MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Conceito
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    O contrato firmadoentre as organizações deve prever que certo percentual da receita líquida das vendas dos produtos será destinado à livre utilização da entidade de Terceiro Setor Ou seja, o destino dos recursos é determinado pela organização, de acordo com sua missão, sem influência da empresa Dicas MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA
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    A propaganda doproduto deve destacar o acordo e dar visibilidade para a empresa e para a organização sem fins lucrativos (cuidado com a imagem do parceiro...) É fundamental que a causa da organização esteja alinhada com os negócios da empresa e que os parceiros compartilhem valores Dicas MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA
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    Planejamento e preparaçãoBusca de um parceiro Alinhamento de objetivos Conquista do envolvimento e compromisso desse parceiro MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia Valores comuns, objetivos convergentes, benefício mútuo, transparência e reconhecimento dos ativos de cada parceiro devem orientar a negociação da parceria de MRC.
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    Formalização do acordoComprometimento formal Estabelecimento de direitos e deveres das partes e assinatura de contrato MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia
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    Avaliação dos resultadosElaboração de relatórios que mensurem os investimentos e resultados Revisão dos termos do acordo, se necessário. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégia Alguns indicadores: aumento de visibilidade da causa na sociedade atitude do consumidor em relação à marca aumento das vendas do produto número de citações em mídia prêmios recebidos depoimento dos beneficiados
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    Caso American ExpressBrasil : Herbal Mac Donald’s Casa Hope Camila Klein MRC Marketing relacionado a causas – Cause related marketing
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    Normalmente criado porFundações Proporciona maior segurança financeira (menor risco) Permite a realização de atividades cada vez mais planejadas e levando em consideração o longo prazo FUNDO PATRIMONIAL Características
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    Fundos sem restrição:capital gerado é utilizado a critério do conselho da organização, para o cumprimento da missão Fundos restritos: gera recursos para uma finalidade específica (reforma / manutenção , por exemplo) Fundos de emergência: minimização do risco (3 anos de orçamento, nos EUA) Fundos atrelados a campanhas capitais FUNDO PATRIMONIAL Tipos de fundos mais comuns
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    A existência dofundo patrimonial deve estar prevista no estatuto social Detalhes como a constituição do fundo e sua gestão podem estar estabelecidas em regimento específico A prestação de contas a respeito da movimentação do fundo é essencial FUNDO PATRIMONIAL Recomendações
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    BARBOSA, Maria NazaréLins; Oliveira, Carolina Felippe de . Manual de ONGS – FGV Editora. SZAZI, Eduardo . Terceiro Setor: Regulação no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis Ltda. As Fundações privadas e as associações sem fins lucrativos no Brasil: 2002/IBGE, Gerência do Cadastro Central de Empresas. – Rio de Janeiro: IBGE, 2004. 148 p. – (Estudos e pesquisas. Informações econômicas, ISSN 1679-480x; n. 4). Eduardo Szazi , (org.)., et al. Terceiro setor: temas polêmicos 1. São Paulo: Peirópolis, 2004 – (Temas polêmicos; 1). BIBLIOGRAFIA
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    CRUZ, Célia eESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. Editora Global. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton . Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. Editora TextoNovo, 1994. CICONTE, Barbara K. e JACOB, Jeanne Gerda. Fund Raising Basics: A Complete Guide. Aspen Publication, 1997. AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo1998. DAW, Jocelyne. Cause Marketing for Nonprofits. Wiley 2006 BIBLIOGRAFIA
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    OBRIGADO www.criando.net 11– 2548-7077 [email_address]