Agrupamento de Escolas GIL VICENTE




                                                                                                                    Entregue em ______/______/______
                                          Ano Letivo de 2011/2012
                                              Ficha – funções sintáticas


Nome: _________________________________________________________________________________N.º: __________T.ª: ______
                                                      Trabalho


   FUNÇÕES SINTÁTICAS

   -Sujeito- O sujeito é o ser ou o objeto sobre o qual se diz algo.
   O sujeito é uma das funções essenciais de uma oração. A outra é o predicado.

   Para identificarmos facilmente o sujeito, podemos perguntar ao verbo: “Quem?”
   Há 5 tipos de sujeito: simples, composto, subentendido, indeterminado, e inexistente.

            Sujeito simples – um só elemento (nome ou pronome): Eles foram ao jogo.
            Sujeito composto – dois ou mais elementos: A minha mãe e eu fomos às compras.
            Sujeito subentendido – não expresso: (Eu) Estudei imenso ontem.
            Sujeito indeterminado – não é possível identificá-lo: Alugam-se casas.
            Sujeito inexistente – a oração não tem sujeito – Há pessoasexistentes.

   Predicado Verbal- É constituído por um verbo de que por si só pode constituir predicado seguido ou não
   de complemento.

   Exemplos:
          O aluno estuda.
          A Maria leu o livro.
          O João telefonou à namorada.

   Predicado Nominal- É constituído por um verbo copulativo ou de significação indefinida, isto é, que
   necessita de ser acompanhado de um nome, um pronome,um adjetivo, um advérbio, que referindo-se ao
   sujeito, completa a sua significação.

   Exemplos:
          O chocolate é saboroso.
          O Miguel continua doente.
          A tua mãe está bem.

   NOTA: Verbos Copulativos: Ser, estar, aparecer, continuar, ficar, parecer, permanecer, etc.

   - Predicativo do Sujeito- É a função sintática desempenhada pela palavra ou expressão que se junta aos
   verbos copulativos ou de significação indefinida.

   Exemplo: O Paulo parece triste.

   - Complemento Direto- É a palavra ou palavras que designam o objeto sobre o qual recai diretamente a
   ação significada pelo verbo. Pode ser substituído pelos pronomes pessoais (o, a, os, as)

   Exemplos:
   O quê?Construí ✓uma casa. (construi-a)
   O quê?Os Portugueses difundiram ✓ a língua por toda a parte. (difundiram-na)
   O quê?Amo ✓ a honestidade. (amo-a)

   - Predicativo do complemento direto- Alguns verbos pedem, além do complemento direto, uma palavra
   ou expressão equivalente que, completando a sua significação, qualifica aquele complemento.

   Exemplos:
   Encontrei-o pensativo.
   Considerava-o como um filho.

   - Pedem predicativo do complemento direto os verbos transitivos (quando estiverem na voz ativa):
   Achar, chamar, considerar, nomear, declarar, denominar, tornar, …

   Língua Portuguesa                                                                                     Página 1
- Complemento Indireto- É a palavra ou expressão que designa a pessoa ou coisa sobre a qual
indiretamente recai a ação expressa pelo verbo. Pode ser substituído pelos pronomes pessoais (lhe, lhes)

Exemplos:
A quem?Emprestei- ✓lhe um livro.
A quem?Dou aula ✓ aos alunos. (dou-lhes)

- Complemento Circunstancial- designa uma circunstância ocasional da ação do verbo.

         de modo : Lê com atenção.
         de lugar: Nasceu em Lisboa. Vou para Paris.
         de fim: Trabalha para viver.
         de tempo: Chegou a casa ontem.
         de companhia: Vive com a família.
         de meio: Viaja de comboio.
         de causa: Caiu de fraqueza.

- Atributo- É o adjetivo que se junta imediatamente ao nome para o qualificar.

Exemplos:
       Homem alto.
       Lemos um livro magnífico.
       A rapariga triste olhava o mar.

- Aposto- É o nome (ou expressão equivalente) que se junta a outro nome para lhe acrescentar alguma
informação.

Exemplo:
O Luís, irmão da Ana, faltou à aula.

- Agente da passiva- É o complemento que indica o responsável pela prática da ação na forma passiva
das frases. O nome que designa o agente vem, geralmente, regido da preposição por.

Exemplos:
       O bolo foi feito pela Mónica.
       O automóvel é conduzido pelo pai.

- Complemento determinativo- É o complemento introduzido pela preposição de, que acrescenta
alguma indicação ao nome que o precede.

Exemplo: O livro de Ciências tem imagens lindas.

- Vocativo- É o complemento que designa o nome da pessoa, animal ou coisa personificada, a quem nos
dirigimos.

Exemplos:
       – Ó Catarina, chega aqui.
       - Tens razão, Mariana.
       - Artur ! - chamou o pai.

    Testa agora os teus conhecimentos:
    - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_sintagma2.html
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    - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_suj_pred2.html
    - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_suj_pred3.html
    - http://www.prof2000.pt/users/estante/trans_intrans.html
    - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_atributo.html
    - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_reducao.html


Língua Portuguesa                                                                                  Página 2

Funções sintáticas

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    Agrupamento de EscolasGIL VICENTE Entregue em ______/______/______ Ano Letivo de 2011/2012 Ficha – funções sintáticas Nome: _________________________________________________________________________________N.º: __________T.ª: ______ Trabalho FUNÇÕES SINTÁTICAS -Sujeito- O sujeito é o ser ou o objeto sobre o qual se diz algo. O sujeito é uma das funções essenciais de uma oração. A outra é o predicado. Para identificarmos facilmente o sujeito, podemos perguntar ao verbo: “Quem?” Há 5 tipos de sujeito: simples, composto, subentendido, indeterminado, e inexistente. Sujeito simples – um só elemento (nome ou pronome): Eles foram ao jogo. Sujeito composto – dois ou mais elementos: A minha mãe e eu fomos às compras. Sujeito subentendido – não expresso: (Eu) Estudei imenso ontem. Sujeito indeterminado – não é possível identificá-lo: Alugam-se casas. Sujeito inexistente – a oração não tem sujeito – Há pessoasexistentes. Predicado Verbal- É constituído por um verbo de que por si só pode constituir predicado seguido ou não de complemento. Exemplos: O aluno estuda. A Maria leu o livro. O João telefonou à namorada. Predicado Nominal- É constituído por um verbo copulativo ou de significação indefinida, isto é, que necessita de ser acompanhado de um nome, um pronome,um adjetivo, um advérbio, que referindo-se ao sujeito, completa a sua significação. Exemplos: O chocolate é saboroso. O Miguel continua doente. A tua mãe está bem. NOTA: Verbos Copulativos: Ser, estar, aparecer, continuar, ficar, parecer, permanecer, etc. - Predicativo do Sujeito- É a função sintática desempenhada pela palavra ou expressão que se junta aos verbos copulativos ou de significação indefinida. Exemplo: O Paulo parece triste. - Complemento Direto- É a palavra ou palavras que designam o objeto sobre o qual recai diretamente a ação significada pelo verbo. Pode ser substituído pelos pronomes pessoais (o, a, os, as) Exemplos: O quê?Construí ✓uma casa. (construi-a) O quê?Os Portugueses difundiram ✓ a língua por toda a parte. (difundiram-na) O quê?Amo ✓ a honestidade. (amo-a) - Predicativo do complemento direto- Alguns verbos pedem, além do complemento direto, uma palavra ou expressão equivalente que, completando a sua significação, qualifica aquele complemento. Exemplos: Encontrei-o pensativo. Considerava-o como um filho. - Pedem predicativo do complemento direto os verbos transitivos (quando estiverem na voz ativa): Achar, chamar, considerar, nomear, declarar, denominar, tornar, … Língua Portuguesa Página 1
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    - Complemento Indireto-É a palavra ou expressão que designa a pessoa ou coisa sobre a qual indiretamente recai a ação expressa pelo verbo. Pode ser substituído pelos pronomes pessoais (lhe, lhes) Exemplos: A quem?Emprestei- ✓lhe um livro. A quem?Dou aula ✓ aos alunos. (dou-lhes) - Complemento Circunstancial- designa uma circunstância ocasional da ação do verbo. de modo : Lê com atenção. de lugar: Nasceu em Lisboa. Vou para Paris. de fim: Trabalha para viver. de tempo: Chegou a casa ontem. de companhia: Vive com a família. de meio: Viaja de comboio. de causa: Caiu de fraqueza. - Atributo- É o adjetivo que se junta imediatamente ao nome para o qualificar. Exemplos: Homem alto. Lemos um livro magnífico. A rapariga triste olhava o mar. - Aposto- É o nome (ou expressão equivalente) que se junta a outro nome para lhe acrescentar alguma informação. Exemplo: O Luís, irmão da Ana, faltou à aula. - Agente da passiva- É o complemento que indica o responsável pela prática da ação na forma passiva das frases. O nome que designa o agente vem, geralmente, regido da preposição por. Exemplos: O bolo foi feito pela Mónica. O automóvel é conduzido pelo pai. - Complemento determinativo- É o complemento introduzido pela preposição de, que acrescenta alguma indicação ao nome que o precede. Exemplo: O livro de Ciências tem imagens lindas. - Vocativo- É o complemento que designa o nome da pessoa, animal ou coisa personificada, a quem nos dirigimos. Exemplos: – Ó Catarina, chega aqui. - Tens razão, Mariana. - Artur ! - chamou o pai. Testa agora os teus conhecimentos: - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_sintagma2.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_sintagma3.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_suj_pred1.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_suj_pred2.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_suj_pred3.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/trans_intrans.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_atributo.html - http://www.prof2000.pt/users/estante/cloze_reducao.html Língua Portuguesa Página 2