CURSO DE FORMAÇÃO
Modalidade – Oficina
Ler e escrever na era 2.0 - Contributos das
ferramentas digitais
Casa do Professor - Braga
19 de Novembro de 2010
FORMADORES
Ádila Faria
adifaria@sapo.pt
Paulo Faria
pauloprofe@gmail.com
Ler e escrever na Web 2.0 - Contributos das
ferramentas digitais
Sumário
• 1 Apresentação dos formandos e formadores
• 2 Calendarização da Oficina de Formação
• 3 Critérios de Avaliação
• 4 Razões justificativas
• 5 Efeitos a produzir
• 6 Conteúdos a abordar
• 7 Metodologias
• 8 Apresentação do blogue de apoio à formação
2. Calendarização
Mês Dia
Horário
Obs.
Novembro
19
19:00 – 22:00
26
18:30 – 22:00
27
09:00 - 13:00
Dezembro
03
19:00 – 22:00
04 09:00 – 13:00
17
18:30 – 22:00
18
09:00 – 13:00
3. Critérios de Avaliação
(25 horas de trabalho presencial e 25 horas de trabalho autónomo)
Participação
Realização das Tarefas nas Sessões
Assiduidade/Pontualidade
25%
Investigação
Aplicação dos conhecimentos adquiridos
Produção de materiais e/ou sequências didácticas
50%
Reflexão Crítica
Apresentação do Trabalho Final
25%
3.1. Regime de Avaliação dos Formandos
Excelente – de 9 a 10 valores
Muito Bom – de 8 a 8,9 valores
Bom – de 6,5 a 7,9 valores
Regular – de 5 a 6,4 valores
Insuficiente – de 1 a 4,9 valores
Decreto-Lei n.º 15/2007
Umas das marcas da sociedade actual é a
rapidez com que se assiste às alterações
científicas e tecnológicas.
Estas conquistas tecnológicas fazem cada vez
mais parte dos gestos mais insignificantes do
dia-a-dia.
4. Razões justificativas
Os suportes de leitura e escrita são
tendencialmente digitais
(msn, chat, fórum, Internet, SMS,
e-mail, e-book…).
Estamos perante um novo tipo de
interacção social.
A escola não pode viver alheada destes
fenómenos à escala mundial.
A escola é formada pelo que hoje se designa
“nativos digitais”.
Os professores têm de conhecer novas
linguagem de comunicação de forma a
responder às exigência da Sociedade da
Informação e do Conhecimento.
O professor terá de se apropriar de novos artefactos, que
implicam alteração de paradigmas no processo ensino e
aprendizagem – há uma nova relação o saber.
Hoje falamos em Web 2.0, ciberleitura, hipermédia,
e-book, biblioteca virtual, Netescrita.
“As escolas - e os sistemas educativos no seu todo -
enfrentam o fantástico desafio de reinventar os
currículos de modo a dar resposta às necessidades de
um novo mundo e à formação de estruturas humanas
com competências multidisciplinares.
Complexidade, diversidade, mobilidade,
conectividade são palavras-chave do processo”.
TRANSFORMAR A
PRÁTICA
TRANSFORMAR A
PRÁTICA
4.1. Referenciais normativos
• Currículo Nacional para o Ensino Básico;
• Programa de Português para o Ensino Básico
(2009);
• Plano Tecnológico da Educação (PTE).
Programa Nacional de Português
para o Ensino Básico (2009)
"O ensino do Português desenrola-se hoje num cenário que apresenta
diferenças substanciais, relativamente ao início dos anos 90 do século
passado.
Exemplo flagrante disso: a projecção, no processo de aprendizagem
do idioma, das ferramentas e das linguagens facultadas pelas
chamadas tecnologias da informação e comunicação, associadas a
procedimentos de escrita e de leitura de textos electrónicos e à
disseminação da Internet e das comunicações em rede".
4.2. Referenciais Pedagógicos
(modelos e correntes)
• Construtivista (Piaget,Vigotsky)
O conhecimento constrói-se pelo diálogo e pela crítica, e é
colectivo. O professor é mediador para o conhecimento. Por
sua vez o conhecimento constrói-se.
• Conectivista (George Siemens)
Aprendizagem é um processo que ocorre num ambiente onde
os elementos centrais estão em mudança – a aprendizagem
pode residir fora de nós mesmos e as conexões que nos
capacitam aprender mais, são mais importantes que o nosso
actual estado de conhecimento).
4.2. Referenciais Científicos
Em Portugal e em todo mundo estuda-se
cada vez mais a integração das tecnologias na
sala de aula (ver bibliografia.)
Exemplo: Educação, Formação & Tecnologias
4.3. Referenciais para a monitorização/avaliação
• todos os processos que permitem aferir e avaliar o
desenvolvimento das competências dos alunos;
• avaliação dos pares nos órgãos intermédios e na
externa.
5. OBJECTIVOS
• Conhecer estratégias de promoção e motivação para a leitura
e escrita em vários suportes digitais.
• Tomar conhecimento das capacidades necessárias ao
desenvolvimento da (ciber) leitura e da escrita .
• Experimentar métodos facilitadores para a aprendizagem da
leitura/escrita ligados à Web 2.0.
• Planificar e aplicar medidas adequadas na promoção da leitura
e escrita nos contextos educativos.
• Saber adequar a intervenção pedagógica às necessidades e
características individuais dos alunos.
6. EFEITOS A PRODUZIR
• Explorar estratégias pedagógicas promotoras de
metodologias inovadoras;
• Promover a produção de conteúdos (narrativas digitais,
podcasting, vídeo, blogue…);
• Desenvolver nos professores hábitos de partilha, reflexão e
cooperação, através da participação em comunidades de
aprendizagem e projectos comuns (ex. :blogue);
• Adopção de práticas que levem ao envolvimento dos
alunos na construção novas literacias.
• Desenvolvimentos de novas competências
nos domínios das leitura e da escrita, com
base na integração de novas ferramentas de
comunicação e interacção à distância.
• Prolongar os momentos de aprendizagem no
tempo e no espaço, fomentando a
disponibilização on-line de recursos educativos
BLOGUE DE APOIO À OFICINA DE FORMAÇÃO
http://lerescrevernaweb.blogspot.com/
Proposta de Actividade
1. Veja este filme.
Depois de o visualizar, considera que a integração das TIC
no ensino podem trazer alterações significativas na
aprendizagem? Justifque a sua posição.
2. Deixe o seu testemunho na caixa de comentários
do blogue.
Formação cdp nov.2010

Formação cdp nov.2010

  • 1.
    CURSO DE FORMAÇÃO Modalidade– Oficina Ler e escrever na era 2.0 - Contributos das ferramentas digitais Casa do Professor - Braga 19 de Novembro de 2010
  • 2.
    FORMADORES Ádila Faria adifaria@sapo.pt Paulo Faria pauloprofe@gmail.com Lere escrever na Web 2.0 - Contributos das ferramentas digitais
  • 3.
    Sumário • 1 Apresentaçãodos formandos e formadores • 2 Calendarização da Oficina de Formação • 3 Critérios de Avaliação • 4 Razões justificativas • 5 Efeitos a produzir • 6 Conteúdos a abordar • 7 Metodologias • 8 Apresentação do blogue de apoio à formação
  • 4.
    2. Calendarização Mês Dia Horário Obs. Novembro 19 19:00– 22:00 26 18:30 – 22:00 27 09:00 - 13:00 Dezembro 03 19:00 – 22:00 04 09:00 – 13:00 17 18:30 – 22:00 18 09:00 – 13:00
  • 5.
    3. Critérios deAvaliação (25 horas de trabalho presencial e 25 horas de trabalho autónomo) Participação Realização das Tarefas nas Sessões Assiduidade/Pontualidade 25% Investigação Aplicação dos conhecimentos adquiridos Produção de materiais e/ou sequências didácticas 50% Reflexão Crítica Apresentação do Trabalho Final 25%
  • 6.
    3.1. Regime deAvaliação dos Formandos Excelente – de 9 a 10 valores Muito Bom – de 8 a 8,9 valores Bom – de 6,5 a 7,9 valores Regular – de 5 a 6,4 valores Insuficiente – de 1 a 4,9 valores Decreto-Lei n.º 15/2007
  • 7.
    Umas das marcasda sociedade actual é a rapidez com que se assiste às alterações científicas e tecnológicas. Estas conquistas tecnológicas fazem cada vez mais parte dos gestos mais insignificantes do dia-a-dia. 4. Razões justificativas
  • 8.
    Os suportes deleitura e escrita são tendencialmente digitais (msn, chat, fórum, Internet, SMS, e-mail, e-book…). Estamos perante um novo tipo de interacção social.
  • 9.
    A escola nãopode viver alheada destes fenómenos à escala mundial. A escola é formada pelo que hoje se designa “nativos digitais”. Os professores têm de conhecer novas linguagem de comunicação de forma a responder às exigência da Sociedade da Informação e do Conhecimento.
  • 10.
    O professor teráde se apropriar de novos artefactos, que implicam alteração de paradigmas no processo ensino e aprendizagem – há uma nova relação o saber. Hoje falamos em Web 2.0, ciberleitura, hipermédia, e-book, biblioteca virtual, Netescrita.
  • 11.
    “As escolas -e os sistemas educativos no seu todo - enfrentam o fantástico desafio de reinventar os currículos de modo a dar resposta às necessidades de um novo mundo e à formação de estruturas humanas com competências multidisciplinares. Complexidade, diversidade, mobilidade, conectividade são palavras-chave do processo”.
  • 12.
  • 13.
    4.1. Referenciais normativos •Currículo Nacional para o Ensino Básico; • Programa de Português para o Ensino Básico (2009); • Plano Tecnológico da Educação (PTE).
  • 14.
    Programa Nacional dePortuguês para o Ensino Básico (2009) "O ensino do Português desenrola-se hoje num cenário que apresenta diferenças substanciais, relativamente ao início dos anos 90 do século passado. Exemplo flagrante disso: a projecção, no processo de aprendizagem do idioma, das ferramentas e das linguagens facultadas pelas chamadas tecnologias da informação e comunicação, associadas a procedimentos de escrita e de leitura de textos electrónicos e à disseminação da Internet e das comunicações em rede".
  • 15.
    4.2. Referenciais Pedagógicos (modelose correntes) • Construtivista (Piaget,Vigotsky) O conhecimento constrói-se pelo diálogo e pela crítica, e é colectivo. O professor é mediador para o conhecimento. Por sua vez o conhecimento constrói-se. • Conectivista (George Siemens) Aprendizagem é um processo que ocorre num ambiente onde os elementos centrais estão em mudança – a aprendizagem pode residir fora de nós mesmos e as conexões que nos capacitam aprender mais, são mais importantes que o nosso actual estado de conhecimento).
  • 16.
    4.2. Referenciais Científicos EmPortugal e em todo mundo estuda-se cada vez mais a integração das tecnologias na sala de aula (ver bibliografia.) Exemplo: Educação, Formação & Tecnologias
  • 17.
    4.3. Referenciais paraa monitorização/avaliação • todos os processos que permitem aferir e avaliar o desenvolvimento das competências dos alunos; • avaliação dos pares nos órgãos intermédios e na externa.
  • 18.
    5. OBJECTIVOS • Conhecerestratégias de promoção e motivação para a leitura e escrita em vários suportes digitais. • Tomar conhecimento das capacidades necessárias ao desenvolvimento da (ciber) leitura e da escrita . • Experimentar métodos facilitadores para a aprendizagem da leitura/escrita ligados à Web 2.0. • Planificar e aplicar medidas adequadas na promoção da leitura e escrita nos contextos educativos. • Saber adequar a intervenção pedagógica às necessidades e características individuais dos alunos.
  • 19.
    6. EFEITOS APRODUZIR • Explorar estratégias pedagógicas promotoras de metodologias inovadoras; • Promover a produção de conteúdos (narrativas digitais, podcasting, vídeo, blogue…); • Desenvolver nos professores hábitos de partilha, reflexão e cooperação, através da participação em comunidades de aprendizagem e projectos comuns (ex. :blogue); • Adopção de práticas que levem ao envolvimento dos alunos na construção novas literacias.
  • 20.
    • Desenvolvimentos denovas competências nos domínios das leitura e da escrita, com base na integração de novas ferramentas de comunicação e interacção à distância. • Prolongar os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, fomentando a disponibilização on-line de recursos educativos
  • 21.
    BLOGUE DE APOIOÀ OFICINA DE FORMAÇÃO http://lerescrevernaweb.blogspot.com/ Proposta de Actividade 1. Veja este filme. Depois de o visualizar, considera que a integração das TIC no ensino podem trazer alterações significativas na aprendizagem? Justifque a sua posição. 2. Deixe o seu testemunho na caixa de comentários do blogue.