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DIRETORIA REGIONAL DE
EDUCAÇÃO DE ARAGUATINS
FORMAÇÃO CONTINUADA – BNCC
HUMANAS
Antonio Valdemarí Rodrigues Morais
Formacao humanas   bncc
O que é a BNCC
A Base Nacional
Comum
Curricular
é um documento
que define as
habilidades
essenciais para
todos os alunos
da Educação
Básica
Todos os
currículos do
país, públicos e
privados, deverão
conter esses
conteúdos.
Atenção! Base não é
currículo. Ela é ponto de
partida.
BNCC
Currículos estaduais,
municipais e
particulares
Projeto
Político-
Pedagógico
e currículo escolar
Plano de Aula
O MATERIAL
Formacao humanas   bncc
Formacao humanas   bncc
Organização da Área de Humanas em 2 componentes
curriculares no Ensino Fundamental
Área de
Humanas
História
Geografia
A Área de Ciências Humanas no Ensino Fundamental
Área de Humanas
Noções
Tempo e Espaço
HistóriaGeografia
O raciocínio espaço-temporal baseia-se na ideia de
que o ser humano produz o espaço em que vive,
apropriando-se dele em determinada circunstância
histórica e possibilidade geográfica.
A Área de Ciências Humanas no Ensino Fundamental
Noções
Tempo e Espaço
HistóriaGeografia
Embora o tempo, o espaço e o movimento sejam
categorias básicas na área de Ciências Humanas, não
se pode deixar de valorizar também a crítica
sistemática à ação humana, às relações sociais e de
poder e, especialmente, à produção de
conhecimentos e saberes, frutos de diferentes
circunstâncias históricas e espaços geográficos.
Estimular os alunos a desenvolver
uma melhor compreensão do
mundo.
Ensino
Para fazer com que cada indivíduo se torne...
Mundo
em que
vive
Autônomo Responsável
E que possa valorizar:
•Direitos;
•Respeito;
•Coletividade.
E fortaleça os valores sociais:
•Solidariedade;
•Participação;
•Protagonismo.
Cabe às Ciências Humanas formar alunos intelectualmente autônomos,
com noção dos problemas sociais, visão crítica do mundo e do seu
papel no mundo.
Conhecimentos específicos e suas
relações em Ciências Humanas:
Os conhecimentos específicos na área de
Ciências Humanas exigem clareza na
definição de um conjunto de objetos de
conhecimento que favoreçam o
desenvolvimento de habilidades e que
aprimorem a capacidade de os alunos
pensarem diferentes culturas e sociedades,
em seus tempos históricos, territórios e
paisagens (compreendendo melhor o Brasil,
sua diversidade regional e territorial). E
também que os levem a refletir sobre sua
inserção singular e responsável na história
da sua família, comunidade, nação e
mundo.
Questões
sociais
Valores
éticos
Reflexões
políticas
Autonomia
intelectual
Atuação
crítica
Valores
democráticos
Noção de
seu papel
Ciente de seu
protagonismo
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS HUMANAS
PARA O ENSINO FUNDAMENTAL (Anos iniciais e finais)
1. Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de forma a exercitar o
respeito à diferença em uma sociedade plural e promover os direitos humanos.
2. Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico- -
informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando
suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do
cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo.
3. Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na
sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam
para a transformação espacial, social e cultural, de modo a participar efetivamente
das dinâmicas da vida social.
4. Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas com relação a si mesmo,
aos outros e às diferentes culturas, com base nos instrumentos de investigação
das Ciências Humanas, promovendo o acolhimento e a valorização da diversidade
de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e
potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
5. Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo
espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em
tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados.
6. Construir argumentos, com base nos conhecimentos das
Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e
opiniões que respeitem e promovam os direitos humanos e
a consciência socioambiental, exercitando a
responsabilidade e o protagonismo voltados para o bem
comum e a construção de uma sociedade justa, democrática
e inclusiva.
7. Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e
diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de
informação e comunicação no desenvolvimento do
raciocínio espaço-temporal relacionado a localização,
distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo
e conexão
Componente de História
Todo conhecimento sobre o passado é
também um conhecimento do presente
elaborado por distintos sujeitos.
As questões que nos levam a pensar a
História como um saber necessário para a
formação das crianças e jovens na escola são
as originárias do tempo presente.
Componente História
O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino-aprendizagem no
Ensino Fundamental, pautado na BNCC, é aquele que dialoga com o
tempo atual.
Diálogo
Diálogo
Diálogo
Passado Presente
Para se pensar o ensino de História, é fundamental considerar a utilização de
diferentes fontes e tipos de documento (escritos, iconográficos, materiais,
imateriais) capazes de facilitar a compreensão da relação tempo e espaço e das
relações sociais que os geraram.
A BNCC NA PRÁTICA
De acordo com a Base, é preciso
“transformar a história em ferramenta a
serviço de um discernimento maior sobre
as experiências humanas e das sociedades
em que se vive”.
Os alunos não devem apenas aprender
sobre os fatos de maneira distante ou fora
de contexto a outros fenômenos e,
principalmente, do próprio presente.
O passado deve dialogar com o
presente.
Devem ser estimulados a fazer uma
leitura crítica dos fatos históricos.
Devem ser incentivados a apresentarem
suas hipóteses e interpretações acerca
dos fatos para questionar e confrontar o
conhecimento histórico pré-estabelecido.
Os conhecimentos do professor devem se
transformar em instrumentos de
construção do saber, com espaço para
uma postura ativa dos estudantes diante
de suas aprendizagens.
Para que tudo isso ocorra é necessário que
se implemente os cinco processo propostos
pela BNCC
Todos devem sentirem-se motivados a
partir dos conhecimentos que adquirem
nas aulas, a formularem perguntas sobre
o passado e sobre o presente.
Os Processos no
Componente de
História
Identificação
Comparação
Contextualização
Análise
Interpretação
O foco é
estimular o
Pensamento
reflexivo
1. IDENTIFICAR
O que é: o processo de reconhecimento de uma questão ou objeto a ser
estudado.
Como conduzir o aluno nesse processo: a partir da formulação de perguntas
como:
“O que é?”
“Como é possível descrevê-lo?”
“Como pode ser lido?”
“Que conhecimentos precisam ser mobilizados para reconhecer o objeto?”
“A quais componentes culturais ele está intrinsecamente ligado?”
“Qual é o sentido que nossa cultura atribui a ele?”
Um exemplo: no início do processo de pesquisa sobre uma questão histórica,
ao tomar contato com um objeto, é possível reconhecer em detalhe a sua
linguagem. Identificar um mapa ou uma planta ou até mesmo ler uma escala
são atividades recomendadas nessa etapa. Identificar é também desnaturalizar
a visão que se tem de determinado objeto de estudo, tentando apenas vê-lo
como é, sem a “interferência” dos componentes culturais.
2. COMPARAR
O que é: conhecer o outro percebendo suas semelhanças e diferenças. Ao
comparar, crianças e jovens podem ter uma melhor compreensão dos
fenômenos, dos processos históricos e das fontes documentais.
Como conduzir o aluno nesse processo: apresentando fatos históricos
correlacionados, de modo que o aluno possa ampliar seus conhecimentos em
relação a outros povos e de seus costumes específicos. O pensamento
articulado entre as dimensões do ‘eu’, do ‘outro’ e do ‘nós’ preparam os alunos
para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação,
estimulando também o respeito à pluralidade cultural, social e política.
Um exemplo: no ano de 1500, a cidade do México Tenochitlán tinha cerca de
500 mil habitantes e ostentava uma estrutura urbana complexa com aquedutos
e diques. Na mesma época, Paris tinha cerca de 200 mil habitantes e Veneza,
105 mil. Apenas cinco cidades da Europa tinham mais de 100 mil habitantes
naquela época. “A comparação aliada à identificação quantitativa permite ao
aluno ver o mundo a partir de uma outra proporção”, explica Janice Theodoro
da Silva, professora aposentada da da FFLCH-USP (Departamento de História).
3. CONTEXTUALIZAR
O que é: localizar momentos e lugares específicos em que determinados fatos
históricos ocorreram no momento de atribuir sentidos e significados.
Como conduzir o aluno nesse processo: o aluno deve identificar o momento
em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas
daquela realidade. Um evento não deve ser estudado de forma isolada, mas
inserido em um quadro amplo de referências sociais, culturais e econômicas.
Um exemplo: o aluno pode ser estimulado a pensar sobre questões
secundárias que ajudarão a construir o contexto. Perguntas a serem feitas:
“O que é preciso saber para administrar uma cidade com 500 mil habitantes?”
“Como aconteceram os processos civilizatórios”
A Base sugere que, em meio aos debates propostos em sala de aula, que sejam
destacadas as dicotomias entre Ocidente e Oriente e os modelos baseados na
sequência temporal de surgimento, auge e declínio. Ambos dão conta de
explicar questões históricas complexas.
4. INTERPRETAR
O que é: posicionar-se criticamente sobre o conteúdo estudado em sala de
aula. Segundo o texto da Base “interpretações variadas sobre um mesmo
objeto tornam mais clara, explícita, a relação sujeito/objeto e, ao mesmo
tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas”.
Como conduzir o aluno nesse processo: diante de um mesmo fato, os alunos
devem ser capazes de levantar diversas hipóteses e desenvolver argumentos
acerca delas. O estudante pode, por exemplo, ser chamado a questionar: “O
que torna um determinado evento um marco histórico?”.
Um exemplo: no momento de interpretar, o aluno pode construir argumentos
sobre o conteúdo estudado, discutir com os pares e selecionar diferentes
proposições. “Pode perguntar e responder questões como: por que o incêndio
nas Torres Gêmeas é um marco histórico e um outro incêndio de uma casa em
São Paulo não é?”, sugere Janice Theodoro.
5. ANALISAR
O que é: problematizar a própria escrita da história, considerando as pressões
e restrições de que ela também é fruto, da mesma forma como as outras
produções da sociedade em que vivemos).
Como conduzir o aluno nesse processo: é possível propor atividades para que
os alunos construam hipóteses sobre as questões ideológicas abordadas em
sala de aula.
Algumas questões norteadoras: “Como foi produzido aquele saber?”, “Para
que serve?”, “Quem o consome?”, “Seu significado se alterou no tempo e no
espaço?”
Um exemplo: ao se deparar com um fato histórico, além de conhecê-lo, o aluno
deve ser capaz de compreender que é um produto de um embate de forças que
resulta na elaboração de significados, que podem ser reinterpretados. É
interessante que o estudante reconheça as tensões sociais, culturais, religiosas,
políticas e econômicas intrínsecas ao processo de formação das sociedades que
se sucederam ao longo do tempo. Ao analisar o desenvolvimento de diversos
povos, no século 14, por exemplo, é importante que o aluno compreenda que
toda a história é contada a partir de uma determinada perspectiva que pode
ser desconstruída.
COMO PREPARAR UMA AULA DE HISTÓRIA
ALINHADA À BASE
Na prática educativa, há uma relação direta entre os conteúdos a serem
ensinados e aprendidos, os métodos de ensino, os usos de materiais
didáticos, as formas de organização da sala de aula e as dinâmicas de
interação entre aluno e professor. Por isso, diante das habilidades e objetos
de conhecimento apresentados na Base, é preciso repensar cada uma dessas
dimensões.
Um exercício interessante para o professor é pensar em como fazer essa
exposição e não apenas no que ensinar, ou nos conteúdos em si.
Observação: Todo currículo representa uma seleção.
Pré-História
História (que passa a ser subdivida
em: antiguidade; medieval, tempos
modernos e contemporâneos).
A afirmação das nações criou a
necessidade de situar e inserir a
história nacional nessa trajetória.
“É preciso quebrar o paradigma de que a História apresentada é definitiva,
verdade acabada e fixa. A História é um campo de conhecimento em
permanente construção”, ressalta o Doutor em Educação, Paulo Eduardo Dias
de Mello, professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa.
E ainda...
QUAIS FONTES DE INFORMAÇÃO USAR?
Uma aula pode começar a partir de um acontecimento atual, que tenha
interferência direta ou não na vida dos alunos.
É preciso selecionar e usar fontes históricas na sala de aula, evitando que
elas sejam meras evidências ou provas do passado.
Na sala de aula:
1 - Recomenda-se que o professor problematize o passado humano em sua
diversidade, formulando perguntas sobre o presente.
2 - Para fazer a turma pensar, é preciso criar situações de questionamento,
mobilizar comparações sobre mudanças e permanências nas situações,
diferenças e semelhanças na maneira como as sociedades se organizam,
indicando a complexidade e as conexões entre os acontecimentos.
Sempre que possível, os alunos devem ser estimulados a dizer o que sabem
sobre o assunto, externando seus saberes prévios, expressando
representações sociais sobre grupos, pessoas, acontecimentos e práticas.
É fundamental que o aluno se posicione criticamente sobre o que aprendeu,
inclusive, por escrito.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Para os anos iniciais do Ensino Fundamental:
Apoiar a construção do sujeito, a
partir do reconhecimento do “eu”,
do “outro” e do “nós”.
Facilitar a compreensão de tempo
e espaço, a partir do referencial da
comunidade de pertencimento.
Principais Objetivos:
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Para os anos iniciais do Ensino Fundamental:
NA PRÁTICA O ALUNO DEVE SER CAPAZ DE:
• Reconhecer o "eu" e o "outro" a partir da própria realidade e das
referências de seu círculo pessoal e da sua comunidade.
• Compreender e diferenciar o público do privado e o urbano do rural.
• Conhecer como foi a circulação dos primeiros grupos humanos.
• Pensar sobre a diversidade de povos e culturas diferentes e suas
formas de organização.
• Desenvolver a noção de cidadania, com direitos e deveres.
• Reconhecer a diversidade, conviver com ela e respeitá-la.
• Analisar as diferentes formas de registros que cada grupo social
produz.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Para os anos finais do Ensino Fundamental:
Apresentar a dimensão de espaço e do tempo
sob a perspectiva da mobilidade das
populações e as formas de inserção ou
marginalização delas em culturas diferentes.
Desenvolver habilidades com foco em
processos como contextualização,
comparação, interpretação e proposição de
soluções.
Principais Objetivos:
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Para os anos finais do Ensino Fundamental:
NA PRÁTICA O ALUNO DEVE SER CAPAZ DE:
• Refletir sobre as formas de registro histórico e a construção da Antiguidade
Clássica em contraste com outras sociedades e outras concepções de mundo.
• Compreender o período medieval na Europa e as formas de organização social
e cultural em algumas regiões africanas.
•Estabelecer conexões entre aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais
ocorridos a partir do final do século XV até o final do século XVIII.
•Compreender os processos de independência das Américas e especialmente
do Brasil.
•Conhecer a história republicana do Brasil e posicionar-se criticamente em
relação ao protagonismo de diferentes grupos e sujeitos históricos.
•Problematizar conflitos mundiais e nacionais como as grandes guerras e a
Revolução Russa.
•Relacionar os diversos eventos envolvendo os povos europeus, africanos,
asiáticos e latino-americanos nos séculos XX e XXI, incluindo a história recente.
Competências Específicas de História para o
Ensino Fundamental
1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e
mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais,
políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços
para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo.
2. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando
acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas
sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os
significados das lógicas de organização cronológica.
3. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação
a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo
a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a
resolução de conflitos, a cooperação e o respeito.
4. Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos,
culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-
se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos,
sustentáveis e solidários.
Competências Específicas de História para o
Ensino Fundamental (cont.)
5. Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no
tempo e no espaço e seus significados históricos, levando em conta o
respeito e a solidariedade com as diferentes populações.
6. Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da
produção historiográfica.
7. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação
de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para
os diferentes grupos ou estratos sociais.
HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UNIDADES
TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES
UNIDADES TEMÁTICAS
OBJETOS DE CONHECIMENTO
COMPONENTE DE HISTÓRIA
HABILIDADES - OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM
Componente Geografia
Estudar Geografia é uma oportunidade para compreender o mundo em que se
vive, na medida em que esse componente curricular aborda as ações humanas
construídas nas distintas sociedades existentes nas diversas regiões do planeta.
Para fazer a leitura do mundo em que vivem,
com base nas aprendizagens em Geografia, os
alunos precisam ser estimulados a pensar
espacialmente, desenvolvendo o raciocínio
geográfico.
O raciocínio geográfico, uma maneira de
exercitar o pensamento espacial, aplica
determinados princípios para compreender
aspectos fundamentais da realidade: a
localização e a distribuição dos fatos e
fenômenos na superfície terrestre, o
ordenamento territorial, as conexões
existentes entre componentes físico-naturais
e as ações antrópicas.
O raciocínio geográfico deve
seguir alguns princípios:
Analogia;
Conexão;
Diferenciação;
Distribuição;
Extensão;
Localização;
Ordem
PRINCÍPIO DESCRIÇÃO
Analogia Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação
das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da
compreensão da unidade terrestre.
Conexão Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em
interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
Diferenciação É a variação dos fenômenos de interesse da geografia pela superfície
terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas.
Distribuição Exprime como os objetos se repartem pelo espaço.
Extensão Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno
geográfico.
Localização Posição particular de um objeto na superfície terrestre. A localização
pode ser absoluta (definida por um sistema de coordenadas geográficas)
ou relativa (expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por
interações espaciais).
Ordem Ordem ou arranjo espacial é o princípio geográfico de maior
complexidade. Refere-se ao modo de estruturação do espaço de acordo
com as regras da própria sociedade que o produziu.
DESCRIÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO
Para se pensar o ensino de Geografia, é fundamental levar em conta essa grande
contribuição da Geografia aos alunos da Educação Básica: desenvolver o pensamento
espacial, estimulando o raciocínio geográfico para representar e interpretar o mundo
em permanente transformação e relacionando componentes da sociedade e da
natureza. Exercita-se também a cidadania.
ESPAÇO
TEMPO
TERRITÓRIO
REGIÃO
PAISAGEMNATUREZA
LUGAR
Deve ser levado em
consideração os principais
conceitos em Geografia:
Os conceitos de espaço é
indissociável do conceito
de tempo e ambos devem
ser pensados como um
processo.
Assim como é
para a História,
o tempo é para
a Geografia
uma
construção
social, que se
associa à
memória e às
identidades
sociais dos
sujeitos.
Os tempos da
natureza não
podem ser
ignorados, pois
marcam a
memória da
Terra e as
transformações
naturais que
explicam as
atuais
condições do
meio físico
natural.
A BNCC traz novas dimensões para a realização da
leitura de mundo pelo aluno.
“Antes, o estudo do componente estava mais pautado na leitura, na
interpretação da paisagem e em um aluno mapeador consciente. Agora, volta-
se mais para estimular um pensamento espacial, atrelado ao raciocínio
geográfico”, explica a professora Thiara Vichiato Breda, doutora em Ciências pela
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora na Universidade
Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Os dois conceitos citados pela professora, pensamento espacial e raciocínio
geográfico, perpassam as cinco unidades temáticas que estruturam o componente.
Essas cinco unidades também são subdivididas em objetos de conhecimento e
habilidades (objetivos de aprendizagem). Elas permeiam toda a Base e são
organizadas em uma construção progressiva dos conhecimentos geográficos,
trabalhando os objetivos e conteúdos a partir de diferentes linguagens.
Pensamento Espacial e Raciocínio Geográfico: o que são?
As cinco Unidades Temáticas são:
Conexões e escalas
Mundo do trabalho
Natureza, ambientes e qualidade de
vida
O sujeito e seu lugar no mundo.
Formas de representação e
pensamento espacial
As cinco unidades
temáticas norteiam o
ensino de Geografia
segundo a BNCC. Esses
temas foram
estruturados para
possibilitar que o ensino
do componente não seja
apenas baseado na
transmissão de
informações ao aluno.
Todos os estudantes do
Ensino Fundamental
devem ser incentivados a
ampliar suas visões de
mundo e a
compreenderem de
maneira crítica as
relações que compõem a
realidade.
As Temáticas proporcionam o exercício da cidadania.
O sujeito é pensante, atuante e transformador.
1. O sujeito e seu lugar no mundo
Foco do aprendizado: noções de pertencimento e identidade.
Objetivos do Ensino Fundamental I:
I. Ampliar as experiências das crianças com o espaço e o tempo, por meio de
jogos e brincadeiras, proporcionando aprofundamento do conhecimento
dos estudantes sobre si mesmos e sua comunidade.
II. Permitir que as crianças percebam e compreendam a dinâmica de suas
relações sociais e étnico-raciais, identificando-se com a sua comunidade e
respeitando os diferentes contextos socioculturais.
III. Estimular o desenvolvimento das relações espaciais topológicas, projetivas
e euclidianas, além do raciocínio geográfico, importantes para o processo
de alfabetização cartográfica e a aprendizagem com as várias linguagens
(formas de representação e pensamento espacial).
IV. Possibilitar que os estudantes construam sua identidade relacionando-se
com o outro (sentido de alteridade); valorizem as suas memórias e marcas
do passado vivenciadas em diferentes lugares; e, à medida que se
alfabetizam, ampliem a sua compreensão do mundo.
1. O sujeito e seu lugar no mundo (cont.)
Foco do aprendizado: noções de pertencimento e identidade.
Objetivos do Ensino Fundamental II:
I. Expandir o olhar para a relação do sujeito com contextos mais amplos,
considerando temas políticos, econômicos e culturais do Brasil e do
mundo.
II. Permitir que o estudante valorize sua individualidade e, ao mesmo tempo,
possa se situar como cidadão ativo, democrático e solidário. Que se
entenda como produto de uma sociedade localizada em determinado
tempo e espaço, mas também produtor dessa mesma sociedade.
2. Conexões e escalas
Foco do aprendizado: articulação de diferentes espaços e escalas de análise,
relações existentes entre os níveis local e global.
Objetivos do Ensino Fundamental I:
I. Estimular os estudantes a compreenderem e estabelecerem interações
entre sociedade e meio físico natural.
II. Conduzir os alunos a estabelecerem a articulação de diferentes espaços e
escalas de análise, relações existentes entre os níveis local e global (entre
sua vida familiar, seus grupos e espaços de convivência e as interações
espaciais mais complexas, por exemplo).
III. Promover a análise do que ocorre entre quaisquer elementos que
constituem um conjunto na superfície terrestre e que explicam um lugar
na sua totalidade (como os arranjos das paisagens, a localização e a
distribuição de diferentes fenômenos e objetos).
2. Conexões e escalas (cont.)
Foco do aprendizado: articulação de diferentes espaços e escalas de análise,
relações existentes entre os níveis local e global.
Objetivos do Ensino Fundamental II:
I. Expandir o olhar para a relação do sujeito com contextos mais amplos,
considerando temas políticos, econômicos e culturais do Brasil e do
mundo.
II. Permitir que o estudante valorize sua individualidade e, ao mesmo tempo,
possa se situar como cidadão ativo, democrático e solidário. Que se
entenda como produto de uma sociedade localizada em determinado
tempo e espaço, mas também produtor dessa mesma sociedade.
3. Mundo do trabalho
Foco do aprendizado: reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o
impacto das novas tecnologias.
Objetivos do Ensino Fundamental I:
I. Levar os estudantes a uma reflexão sobre processos e técnicas
construtivas e o uso de diferentes materiais produzidos pelas sociedades
em diversos tempos.
II. Proporcionar uma análise das características de inúmeras atividades e suas
funções socioeconômicas.
3. Mundo do trabalho (cont.)
Foco do aprendizado: reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o
impacto das novas tecnologias.
Objetivos do Ensino Fundamental II:
I. Ampliar o olhar do aluno sobre o processo de produção do espaço agrário
e industrial, em sua relação entre campo e cidade, destacando-se as
alterações provocadas pelas novas tecnologias.
II. Estimular a reflexão sobre o impacto dessas mudanças nas relações de
trabalho, na geração e na distribuição de renda.
III. Conduzir os estudantes no processo de compreensão das mudanças
ocorridas no mundo do trabalho, em relação aos variados tempos, escalas
e processos históricos, sociais e étnico-raciais envolvidos.
IV. Possibilitar aos estudantes o desenvolvimento das habilidades de ler,
comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como as
mais diferentes representações utilizadas como ferramentas da análise
espacial. É importante que os estudantes usem esse recurso como suporte
para fazer uso do raciocínio geográfico e não como um fim em si mesmo (o
mapa pelo mapa).
4. Formas de representação e
pensamento espacial
Foco do aprendizado: ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e
de outras formas de representação gráfica, aprendizagens que envolvem o
raciocínio geográfico.
Objetivos do Ensino Fundamental I:
I. Conduzir os estudantes, por meio do exercício da localização geográfica, a
desenvolver o pensamento espacial, que gradativamente passa a envolver
outros princípios metodológicos do raciocínio geográfico, como os de
localização, extensão, correlação, diferenciação e analogia espacial.
II. Proporcionar a alfabetização cartográfica, iniciando com o domínio da
leitura e elaboração de mapas e gráficos.
III. Ampliar as linguagens no estudo do Componente, apresentando aos
alunos fotografias, desenhos, imagens de satélites etc.
4. Formas de representação e
pensamento espacial (cont.)
Foco do aprendizado: ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e
de outras formas de representação gráfica, aprendizagens que envolvem o
raciocínio geográfico.
Objetivos do Ensino Fundamental II:
I. Possibilitar aos estudantes o desenvolvimento das habilidades de ler,
comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como as
mais diferentes representações utilizadas como ferramentas da análise
espacial.
II. É importante que os estudantes usem esse recurso como suporte para
fazer uso do raciocínio geográfico e não como um fim em si mesmo (o
mapa pelo mapa).
5. Natureza, ambientes e qualidade de vida
Foco do aprendizado: articulação da geografia física e da geografia humana,
com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra.
Objetivos do Ensino Fundamental I:
I. Desenvolver, nos estudantes, as noções relativas à percepção do meio
físico natural e de seus recursos.
II. Possibilitar que os estudantes reconheçam que as diferentes comunidades
transformam a natureza, tanto em relação às inúmeras possibilidades de
uso, quanto aos impactos socioambientais.
5. Natureza, ambientes e qualidade de vida
(cont.)
Foco do aprendizado: articulação da geografia física e da geografia humana,
com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra.
Objetivos do Ensino Fundamental II:
I. Levar os estudantes a estabelecerem relações mais elaboradas,
conjugando natureza, ambiente e atividades antrópicas em distintas
escalas e dimensões socioeconômicas e políticas.
II. Permitir que os alunos conheçam os fundamentos naturais do planeta e as
transformações impostas pelas atividades humanas na dinâmica físico-
natural, inclusive no contexto urbano e rural.
Competências Específicas de Geografia para
o Ensino Fundamental
1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/
natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de
problemas.
2. Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico,
reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das
formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo
da história.
3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do
raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço,
envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição,
extensão, localização e ordem.
4. Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens
cartográficas e iconográficas, de diferentes gêneros textuais e das
geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações
geográficas.
Competências Específicas de Geografia para
o Ensino Fundamental (cont.)
5. Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação
para compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio
técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e
soluções (inclusive tecnológicas) para questões que requerem conhecimentos
científicos da Geografia.
6. Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e
defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a consciência
socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de
qualquer natureza.
7. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade,
flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões
socioambientais, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e
solidários.
GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UNIDADES
TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES
UNIDADES TEMÁTICAS
OBJETOS DE CONHECIMENTO
COMPONENTE DE GEOGRAFIA
HABILIDADES – OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM
Código Alfanumérico de Habilidades: EF
Código Alfanumérico de Habilidades: EM
Algumas Observações – Ensino Médio
Irá contemplar:
Art. 36. O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum
Curricular e por itinerários formativos, que deverão ser organizados por meio da
oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto
local e a possibilidade dos sistemas de ensino, a saber:
I - linguagens e suas tecnologias;
II - matemática e suas tecnologias;
III - ciências da natureza e suas tecnologias;
IV - ciências humanas e sociais aplicadas;
V - formação técnica e profissional.
§ 1º A organização das áreas de que trata o caput e das respectivas
competências e habilidades será feita de acordo com critérios estabelecidos em
cada sistema de ensino.
Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, alterada pela Lei 13.415/17.
O que será contemplado no Ensino Médio?
DCN – EM/2018 - Art. 11:
§ 4º Devem ser contemplados, sem prejuízo da integração e articulação das diferentes
áreas do conhecimento, estudos e práticas de:
I - língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas, também, a utilização das
respectivas línguas maternas;
II - matemática;
III - conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política,
especialmente do Brasil;
IV - arte, especialmente em suas expressões regionais, desenvolvendo as linguagens das
artes visuais, da dança, da música e do teatro;
V - educação física, com prática facultativa ao estudante nos casos previstos em Lei;
VI - história do Brasil e do mundo, levando em conta as contribuições das diferentes
culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes
indígena, africana e europeia;
VII - história e cultura afro-brasileira e indígena, em especial nos estudos de arte e de
literatura e história brasileiras;
VIII - sociologia e filosofia;
IX - língua inglesa, podendo ser oferecidas outras línguas estrangeiras, em caráter
optativo, preferencialmente o espanhol, de acordo com a disponibilidade da instituição
ou rede de ensino.
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Exemplos de possibilidades de Carga
Horária
Exemplo de Funcionamento
V - Formação Técnica e Profissional
1- Habilitação Profissional Técnica (Curso Técnico):
Carga Horária Mínima: 800 horas.
Duração: de 1 a 3 anos.
2 – Qualificação Profissional (FIC – Formação Inicial Continuada):
Carga Horária Mínima: 160 horas.
Duração média: 3 meses.
A escola regular terá a possibilidade de oferecer algum tipo de formação técnica.
Terá que ser observado as necessidades regionais.
Todos estão deixando passar...
É interessante se observar, que o
Ensino Médio pode ser estruturado
dentro da possibilidade de itinerário
integrado.
Principais desafios do Novo Ensino Médio
Definir os itinerários formativos a partir da capacidade
instalada, a demanda dos estudantes e os arranjos produtivos
locais;
Adequação da carga horária dos docentes e de sua formação
em função do remanejamento necessário para implementação
dos itinerários;
Desafio dos municípios com baixo número de escolas e
turmas para implementação dos itinerários formativos;
Adequação e revitalização da infraestrutura física para
implementação de laboratórios direcionados a cada itinerário;
Garantir equidade de oportunidades e mobilidade entre as
escolas de ensino médio;
Complexidade de articular parcerias para oferta do ensino
técnico e outros itinerários formativos;
Recursos e infraestrutura adequada para implementação das
escolas de ensino médio em tempo integral.
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  • 1. DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE ARAGUATINS FORMAÇÃO CONTINUADA – BNCC HUMANAS Antonio Valdemarí Rodrigues Morais
  • 3. O que é a BNCC A Base Nacional Comum Curricular é um documento que define as habilidades essenciais para todos os alunos da Educação Básica Todos os currículos do país, públicos e privados, deverão conter esses conteúdos. Atenção! Base não é currículo. Ela é ponto de partida. BNCC Currículos estaduais, municipais e particulares Projeto Político- Pedagógico e currículo escolar Plano de Aula
  • 7. Organização da Área de Humanas em 2 componentes curriculares no Ensino Fundamental Área de Humanas História Geografia
  • 8. A Área de Ciências Humanas no Ensino Fundamental Área de Humanas Noções Tempo e Espaço HistóriaGeografia O raciocínio espaço-temporal baseia-se na ideia de que o ser humano produz o espaço em que vive, apropriando-se dele em determinada circunstância histórica e possibilidade geográfica.
  • 9. A Área de Ciências Humanas no Ensino Fundamental Noções Tempo e Espaço HistóriaGeografia Embora o tempo, o espaço e o movimento sejam categorias básicas na área de Ciências Humanas, não se pode deixar de valorizar também a crítica sistemática à ação humana, às relações sociais e de poder e, especialmente, à produção de conhecimentos e saberes, frutos de diferentes circunstâncias históricas e espaços geográficos. Estimular os alunos a desenvolver uma melhor compreensão do mundo. Ensino
  • 10. Para fazer com que cada indivíduo se torne... Mundo em que vive Autônomo Responsável E que possa valorizar: •Direitos; •Respeito; •Coletividade. E fortaleça os valores sociais: •Solidariedade; •Participação; •Protagonismo. Cabe às Ciências Humanas formar alunos intelectualmente autônomos, com noção dos problemas sociais, visão crítica do mundo e do seu papel no mundo.
  • 11. Conhecimentos específicos e suas relações em Ciências Humanas: Os conhecimentos específicos na área de Ciências Humanas exigem clareza na definição de um conjunto de objetos de conhecimento que favoreçam o desenvolvimento de habilidades e que aprimorem a capacidade de os alunos pensarem diferentes culturas e sociedades, em seus tempos históricos, territórios e paisagens (compreendendo melhor o Brasil, sua diversidade regional e territorial). E também que os levem a refletir sobre sua inserção singular e responsável na história da sua família, comunidade, nação e mundo. Questões sociais Valores éticos Reflexões políticas Autonomia intelectual Atuação crítica Valores democráticos Noção de seu papel Ciente de seu protagonismo
  • 12. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS HUMANAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL (Anos iniciais e finais) 1. Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de forma a exercitar o respeito à diferença em uma sociedade plural e promover os direitos humanos. 2. Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico- - informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo. 3. Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de modo a participar efetivamente das dinâmicas da vida social. 4. Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas com relação a si mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com base nos instrumentos de investigação das Ciências Humanas, promovendo o acolhimento e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
  • 13. 5. Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados. 6. Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental, exercitando a responsabilidade e o protagonismo voltados para o bem comum e a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 7. Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão
  • 14. Componente de História Todo conhecimento sobre o passado é também um conhecimento do presente elaborado por distintos sujeitos. As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente.
  • 15. Componente História O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental, pautado na BNCC, é aquele que dialoga com o tempo atual. Diálogo Diálogo Diálogo Passado Presente
  • 16. Para se pensar o ensino de História, é fundamental considerar a utilização de diferentes fontes e tipos de documento (escritos, iconográficos, materiais, imateriais) capazes de facilitar a compreensão da relação tempo e espaço e das relações sociais que os geraram.
  • 17. A BNCC NA PRÁTICA De acordo com a Base, é preciso “transformar a história em ferramenta a serviço de um discernimento maior sobre as experiências humanas e das sociedades em que se vive”. Os alunos não devem apenas aprender sobre os fatos de maneira distante ou fora de contexto a outros fenômenos e, principalmente, do próprio presente. O passado deve dialogar com o presente. Devem ser estimulados a fazer uma leitura crítica dos fatos históricos.
  • 18. Devem ser incentivados a apresentarem suas hipóteses e interpretações acerca dos fatos para questionar e confrontar o conhecimento histórico pré-estabelecido. Os conhecimentos do professor devem se transformar em instrumentos de construção do saber, com espaço para uma postura ativa dos estudantes diante de suas aprendizagens. Para que tudo isso ocorra é necessário que se implemente os cinco processo propostos pela BNCC Todos devem sentirem-se motivados a partir dos conhecimentos que adquirem nas aulas, a formularem perguntas sobre o passado e sobre o presente.
  • 19. Os Processos no Componente de História Identificação Comparação Contextualização Análise Interpretação O foco é estimular o Pensamento reflexivo
  • 20. 1. IDENTIFICAR O que é: o processo de reconhecimento de uma questão ou objeto a ser estudado. Como conduzir o aluno nesse processo: a partir da formulação de perguntas como: “O que é?” “Como é possível descrevê-lo?” “Como pode ser lido?” “Que conhecimentos precisam ser mobilizados para reconhecer o objeto?” “A quais componentes culturais ele está intrinsecamente ligado?” “Qual é o sentido que nossa cultura atribui a ele?” Um exemplo: no início do processo de pesquisa sobre uma questão histórica, ao tomar contato com um objeto, é possível reconhecer em detalhe a sua linguagem. Identificar um mapa ou uma planta ou até mesmo ler uma escala são atividades recomendadas nessa etapa. Identificar é também desnaturalizar a visão que se tem de determinado objeto de estudo, tentando apenas vê-lo como é, sem a “interferência” dos componentes culturais.
  • 21. 2. COMPARAR O que é: conhecer o outro percebendo suas semelhanças e diferenças. Ao comparar, crianças e jovens podem ter uma melhor compreensão dos fenômenos, dos processos históricos e das fontes documentais. Como conduzir o aluno nesse processo: apresentando fatos históricos correlacionados, de modo que o aluno possa ampliar seus conhecimentos em relação a outros povos e de seus costumes específicos. O pensamento articulado entre as dimensões do ‘eu’, do ‘outro’ e do ‘nós’ preparam os alunos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação, estimulando também o respeito à pluralidade cultural, social e política. Um exemplo: no ano de 1500, a cidade do México Tenochitlán tinha cerca de 500 mil habitantes e ostentava uma estrutura urbana complexa com aquedutos e diques. Na mesma época, Paris tinha cerca de 200 mil habitantes e Veneza, 105 mil. Apenas cinco cidades da Europa tinham mais de 100 mil habitantes naquela época. “A comparação aliada à identificação quantitativa permite ao aluno ver o mundo a partir de uma outra proporção”, explica Janice Theodoro da Silva, professora aposentada da da FFLCH-USP (Departamento de História).
  • 22. 3. CONTEXTUALIZAR O que é: localizar momentos e lugares específicos em que determinados fatos históricos ocorreram no momento de atribuir sentidos e significados. Como conduzir o aluno nesse processo: o aluno deve identificar o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquela realidade. Um evento não deve ser estudado de forma isolada, mas inserido em um quadro amplo de referências sociais, culturais e econômicas. Um exemplo: o aluno pode ser estimulado a pensar sobre questões secundárias que ajudarão a construir o contexto. Perguntas a serem feitas: “O que é preciso saber para administrar uma cidade com 500 mil habitantes?” “Como aconteceram os processos civilizatórios” A Base sugere que, em meio aos debates propostos em sala de aula, que sejam destacadas as dicotomias entre Ocidente e Oriente e os modelos baseados na sequência temporal de surgimento, auge e declínio. Ambos dão conta de explicar questões históricas complexas.
  • 23. 4. INTERPRETAR O que é: posicionar-se criticamente sobre o conteúdo estudado em sala de aula. Segundo o texto da Base “interpretações variadas sobre um mesmo objeto tornam mais clara, explícita, a relação sujeito/objeto e, ao mesmo tempo, estimulam a identificação das hipóteses levantadas”. Como conduzir o aluno nesse processo: diante de um mesmo fato, os alunos devem ser capazes de levantar diversas hipóteses e desenvolver argumentos acerca delas. O estudante pode, por exemplo, ser chamado a questionar: “O que torna um determinado evento um marco histórico?”. Um exemplo: no momento de interpretar, o aluno pode construir argumentos sobre o conteúdo estudado, discutir com os pares e selecionar diferentes proposições. “Pode perguntar e responder questões como: por que o incêndio nas Torres Gêmeas é um marco histórico e um outro incêndio de uma casa em São Paulo não é?”, sugere Janice Theodoro.
  • 24. 5. ANALISAR O que é: problematizar a própria escrita da história, considerando as pressões e restrições de que ela também é fruto, da mesma forma como as outras produções da sociedade em que vivemos). Como conduzir o aluno nesse processo: é possível propor atividades para que os alunos construam hipóteses sobre as questões ideológicas abordadas em sala de aula. Algumas questões norteadoras: “Como foi produzido aquele saber?”, “Para que serve?”, “Quem o consome?”, “Seu significado se alterou no tempo e no espaço?” Um exemplo: ao se deparar com um fato histórico, além de conhecê-lo, o aluno deve ser capaz de compreender que é um produto de um embate de forças que resulta na elaboração de significados, que podem ser reinterpretados. É interessante que o estudante reconheça as tensões sociais, culturais, religiosas, políticas e econômicas intrínsecas ao processo de formação das sociedades que se sucederam ao longo do tempo. Ao analisar o desenvolvimento de diversos povos, no século 14, por exemplo, é importante que o aluno compreenda que toda a história é contada a partir de uma determinada perspectiva que pode ser desconstruída.
  • 25. COMO PREPARAR UMA AULA DE HISTÓRIA ALINHADA À BASE Na prática educativa, há uma relação direta entre os conteúdos a serem ensinados e aprendidos, os métodos de ensino, os usos de materiais didáticos, as formas de organização da sala de aula e as dinâmicas de interação entre aluno e professor. Por isso, diante das habilidades e objetos de conhecimento apresentados na Base, é preciso repensar cada uma dessas dimensões. Um exercício interessante para o professor é pensar em como fazer essa exposição e não apenas no que ensinar, ou nos conteúdos em si. Observação: Todo currículo representa uma seleção. Pré-História História (que passa a ser subdivida em: antiguidade; medieval, tempos modernos e contemporâneos). A afirmação das nações criou a necessidade de situar e inserir a história nacional nessa trajetória. “É preciso quebrar o paradigma de que a História apresentada é definitiva, verdade acabada e fixa. A História é um campo de conhecimento em permanente construção”, ressalta o Doutor em Educação, Paulo Eduardo Dias de Mello, professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa.
  • 26. E ainda... QUAIS FONTES DE INFORMAÇÃO USAR? Uma aula pode começar a partir de um acontecimento atual, que tenha interferência direta ou não na vida dos alunos. É preciso selecionar e usar fontes históricas na sala de aula, evitando que elas sejam meras evidências ou provas do passado. Na sala de aula: 1 - Recomenda-se que o professor problematize o passado humano em sua diversidade, formulando perguntas sobre o presente. 2 - Para fazer a turma pensar, é preciso criar situações de questionamento, mobilizar comparações sobre mudanças e permanências nas situações, diferenças e semelhanças na maneira como as sociedades se organizam, indicando a complexidade e as conexões entre os acontecimentos. Sempre que possível, os alunos devem ser estimulados a dizer o que sabem sobre o assunto, externando seus saberes prévios, expressando representações sociais sobre grupos, pessoas, acontecimentos e práticas. É fundamental que o aluno se posicione criticamente sobre o que aprendeu, inclusive, por escrito.
  • 27. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Para os anos iniciais do Ensino Fundamental: Apoiar a construção do sujeito, a partir do reconhecimento do “eu”, do “outro” e do “nós”. Facilitar a compreensão de tempo e espaço, a partir do referencial da comunidade de pertencimento. Principais Objetivos:
  • 28. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Para os anos iniciais do Ensino Fundamental: NA PRÁTICA O ALUNO DEVE SER CAPAZ DE: • Reconhecer o "eu" e o "outro" a partir da própria realidade e das referências de seu círculo pessoal e da sua comunidade. • Compreender e diferenciar o público do privado e o urbano do rural. • Conhecer como foi a circulação dos primeiros grupos humanos. • Pensar sobre a diversidade de povos e culturas diferentes e suas formas de organização. • Desenvolver a noção de cidadania, com direitos e deveres. • Reconhecer a diversidade, conviver com ela e respeitá-la. • Analisar as diferentes formas de registros que cada grupo social produz.
  • 29. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Para os anos finais do Ensino Fundamental: Apresentar a dimensão de espaço e do tempo sob a perspectiva da mobilidade das populações e as formas de inserção ou marginalização delas em culturas diferentes. Desenvolver habilidades com foco em processos como contextualização, comparação, interpretação e proposição de soluções. Principais Objetivos:
  • 30. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Para os anos finais do Ensino Fundamental: NA PRÁTICA O ALUNO DEVE SER CAPAZ DE: • Refletir sobre as formas de registro histórico e a construção da Antiguidade Clássica em contraste com outras sociedades e outras concepções de mundo. • Compreender o período medieval na Europa e as formas de organização social e cultural em algumas regiões africanas. •Estabelecer conexões entre aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais ocorridos a partir do final do século XV até o final do século XVIII. •Compreender os processos de independência das Américas e especialmente do Brasil. •Conhecer a história republicana do Brasil e posicionar-se criticamente em relação ao protagonismo de diferentes grupos e sujeitos históricos. •Problematizar conflitos mundiais e nacionais como as grandes guerras e a Revolução Russa. •Relacionar os diversos eventos envolvendo os povos europeus, africanos, asiáticos e latino-americanos nos séculos XX e XXI, incluindo a história recente.
  • 31. Competências Específicas de História para o Ensino Fundamental 1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo. 2. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica. 3. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito. 4. Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar- se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
  • 32. Competências Específicas de História para o Ensino Fundamental (cont.) 5. Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, levando em conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações. 6. Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica. 7. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
  • 33. HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO COMPONENTE DE HISTÓRIA HABILIDADES - OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
  • 34. Componente Geografia Estudar Geografia é uma oportunidade para compreender o mundo em que se vive, na medida em que esse componente curricular aborda as ações humanas construídas nas distintas sociedades existentes nas diversas regiões do planeta. Para fazer a leitura do mundo em que vivem, com base nas aprendizagens em Geografia, os alunos precisam ser estimulados a pensar espacialmente, desenvolvendo o raciocínio geográfico. O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas. O raciocínio geográfico deve seguir alguns princípios: Analogia; Conexão; Diferenciação; Distribuição; Extensão; Localização; Ordem
  • 35. PRINCÍPIO DESCRIÇÃO Analogia Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre. Conexão Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes. Diferenciação É a variação dos fenômenos de interesse da geografia pela superfície terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas. Distribuição Exprime como os objetos se repartem pelo espaço. Extensão Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico. Localização Posição particular de um objeto na superfície terrestre. A localização pode ser absoluta (definida por um sistema de coordenadas geográficas) ou relativa (expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais). Ordem Ordem ou arranjo espacial é o princípio geográfico de maior complexidade. Refere-se ao modo de estruturação do espaço de acordo com as regras da própria sociedade que o produziu. DESCRIÇÃO DOS PRINCÍPIOS DO RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO
  • 36. Para se pensar o ensino de Geografia, é fundamental levar em conta essa grande contribuição da Geografia aos alunos da Educação Básica: desenvolver o pensamento espacial, estimulando o raciocínio geográfico para representar e interpretar o mundo em permanente transformação e relacionando componentes da sociedade e da natureza. Exercita-se também a cidadania. ESPAÇO TEMPO TERRITÓRIO REGIÃO PAISAGEMNATUREZA LUGAR Deve ser levado em consideração os principais conceitos em Geografia: Os conceitos de espaço é indissociável do conceito de tempo e ambos devem ser pensados como um processo. Assim como é para a História, o tempo é para a Geografia uma construção social, que se associa à memória e às identidades sociais dos sujeitos. Os tempos da natureza não podem ser ignorados, pois marcam a memória da Terra e as transformações naturais que explicam as atuais condições do meio físico natural.
  • 37. A BNCC traz novas dimensões para a realização da leitura de mundo pelo aluno. “Antes, o estudo do componente estava mais pautado na leitura, na interpretação da paisagem e em um aluno mapeador consciente. Agora, volta- se mais para estimular um pensamento espacial, atrelado ao raciocínio geográfico”, explica a professora Thiara Vichiato Breda, doutora em Ciências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Os dois conceitos citados pela professora, pensamento espacial e raciocínio geográfico, perpassam as cinco unidades temáticas que estruturam o componente. Essas cinco unidades também são subdivididas em objetos de conhecimento e habilidades (objetivos de aprendizagem). Elas permeiam toda a Base e são organizadas em uma construção progressiva dos conhecimentos geográficos, trabalhando os objetivos e conteúdos a partir de diferentes linguagens. Pensamento Espacial e Raciocínio Geográfico: o que são?
  • 38. As cinco Unidades Temáticas são: Conexões e escalas Mundo do trabalho Natureza, ambientes e qualidade de vida O sujeito e seu lugar no mundo. Formas de representação e pensamento espacial As cinco unidades temáticas norteiam o ensino de Geografia segundo a BNCC. Esses temas foram estruturados para possibilitar que o ensino do componente não seja apenas baseado na transmissão de informações ao aluno. Todos os estudantes do Ensino Fundamental devem ser incentivados a ampliar suas visões de mundo e a compreenderem de maneira crítica as relações que compõem a realidade. As Temáticas proporcionam o exercício da cidadania. O sujeito é pensante, atuante e transformador.
  • 39. 1. O sujeito e seu lugar no mundo Foco do aprendizado: noções de pertencimento e identidade. Objetivos do Ensino Fundamental I: I. Ampliar as experiências das crianças com o espaço e o tempo, por meio de jogos e brincadeiras, proporcionando aprofundamento do conhecimento dos estudantes sobre si mesmos e sua comunidade. II. Permitir que as crianças percebam e compreendam a dinâmica de suas relações sociais e étnico-raciais, identificando-se com a sua comunidade e respeitando os diferentes contextos socioculturais. III. Estimular o desenvolvimento das relações espaciais topológicas, projetivas e euclidianas, além do raciocínio geográfico, importantes para o processo de alfabetização cartográfica e a aprendizagem com as várias linguagens (formas de representação e pensamento espacial). IV. Possibilitar que os estudantes construam sua identidade relacionando-se com o outro (sentido de alteridade); valorizem as suas memórias e marcas do passado vivenciadas em diferentes lugares; e, à medida que se alfabetizam, ampliem a sua compreensão do mundo.
  • 40. 1. O sujeito e seu lugar no mundo (cont.) Foco do aprendizado: noções de pertencimento e identidade. Objetivos do Ensino Fundamental II: I. Expandir o olhar para a relação do sujeito com contextos mais amplos, considerando temas políticos, econômicos e culturais do Brasil e do mundo. II. Permitir que o estudante valorize sua individualidade e, ao mesmo tempo, possa se situar como cidadão ativo, democrático e solidário. Que se entenda como produto de uma sociedade localizada em determinado tempo e espaço, mas também produtor dessa mesma sociedade.
  • 41. 2. Conexões e escalas Foco do aprendizado: articulação de diferentes espaços e escalas de análise, relações existentes entre os níveis local e global. Objetivos do Ensino Fundamental I: I. Estimular os estudantes a compreenderem e estabelecerem interações entre sociedade e meio físico natural. II. Conduzir os alunos a estabelecerem a articulação de diferentes espaços e escalas de análise, relações existentes entre os níveis local e global (entre sua vida familiar, seus grupos e espaços de convivência e as interações espaciais mais complexas, por exemplo). III. Promover a análise do que ocorre entre quaisquer elementos que constituem um conjunto na superfície terrestre e que explicam um lugar na sua totalidade (como os arranjos das paisagens, a localização e a distribuição de diferentes fenômenos e objetos).
  • 42. 2. Conexões e escalas (cont.) Foco do aprendizado: articulação de diferentes espaços e escalas de análise, relações existentes entre os níveis local e global. Objetivos do Ensino Fundamental II: I. Expandir o olhar para a relação do sujeito com contextos mais amplos, considerando temas políticos, econômicos e culturais do Brasil e do mundo. II. Permitir que o estudante valorize sua individualidade e, ao mesmo tempo, possa se situar como cidadão ativo, democrático e solidário. Que se entenda como produto de uma sociedade localizada em determinado tempo e espaço, mas também produtor dessa mesma sociedade.
  • 43. 3. Mundo do trabalho Foco do aprendizado: reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o impacto das novas tecnologias. Objetivos do Ensino Fundamental I: I. Levar os estudantes a uma reflexão sobre processos e técnicas construtivas e o uso de diferentes materiais produzidos pelas sociedades em diversos tempos. II. Proporcionar uma análise das características de inúmeras atividades e suas funções socioeconômicas.
  • 44. 3. Mundo do trabalho (cont.) Foco do aprendizado: reflexão sobre atividades e funções socioeconômicas e o impacto das novas tecnologias. Objetivos do Ensino Fundamental II: I. Ampliar o olhar do aluno sobre o processo de produção do espaço agrário e industrial, em sua relação entre campo e cidade, destacando-se as alterações provocadas pelas novas tecnologias. II. Estimular a reflexão sobre o impacto dessas mudanças nas relações de trabalho, na geração e na distribuição de renda. III. Conduzir os estudantes no processo de compreensão das mudanças ocorridas no mundo do trabalho, em relação aos variados tempos, escalas e processos históricos, sociais e étnico-raciais envolvidos. IV. Possibilitar aos estudantes o desenvolvimento das habilidades de ler, comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como as mais diferentes representações utilizadas como ferramentas da análise espacial. É importante que os estudantes usem esse recurso como suporte para fazer uso do raciocínio geográfico e não como um fim em si mesmo (o mapa pelo mapa).
  • 45. 4. Formas de representação e pensamento espacial Foco do aprendizado: ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e de outras formas de representação gráfica, aprendizagens que envolvem o raciocínio geográfico. Objetivos do Ensino Fundamental I: I. Conduzir os estudantes, por meio do exercício da localização geográfica, a desenvolver o pensamento espacial, que gradativamente passa a envolver outros princípios metodológicos do raciocínio geográfico, como os de localização, extensão, correlação, diferenciação e analogia espacial. II. Proporcionar a alfabetização cartográfica, iniciando com o domínio da leitura e elaboração de mapas e gráficos. III. Ampliar as linguagens no estudo do Componente, apresentando aos alunos fotografias, desenhos, imagens de satélites etc.
  • 46. 4. Formas de representação e pensamento espacial (cont.) Foco do aprendizado: ampliação gradativa da concepção do que é um mapa e de outras formas de representação gráfica, aprendizagens que envolvem o raciocínio geográfico. Objetivos do Ensino Fundamental II: I. Possibilitar aos estudantes o desenvolvimento das habilidades de ler, comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como as mais diferentes representações utilizadas como ferramentas da análise espacial. II. É importante que os estudantes usem esse recurso como suporte para fazer uso do raciocínio geográfico e não como um fim em si mesmo (o mapa pelo mapa).
  • 47. 5. Natureza, ambientes e qualidade de vida Foco do aprendizado: articulação da geografia física e da geografia humana, com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra. Objetivos do Ensino Fundamental I: I. Desenvolver, nos estudantes, as noções relativas à percepção do meio físico natural e de seus recursos. II. Possibilitar que os estudantes reconheçam que as diferentes comunidades transformam a natureza, tanto em relação às inúmeras possibilidades de uso, quanto aos impactos socioambientais.
  • 48. 5. Natureza, ambientes e qualidade de vida (cont.) Foco do aprendizado: articulação da geografia física e da geografia humana, com destaque para a discussão dos processos físico-naturais do planeta Terra. Objetivos do Ensino Fundamental II: I. Levar os estudantes a estabelecerem relações mais elaboradas, conjugando natureza, ambiente e atividades antrópicas em distintas escalas e dimensões socioeconômicas e políticas. II. Permitir que os alunos conheçam os fundamentos naturais do planeta e as transformações impostas pelas atividades humanas na dinâmica físico- natural, inclusive no contexto urbano e rural.
  • 49. Competências Específicas de Geografia para o Ensino Fundamental 1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/ natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas. 2. Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história. 3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem. 4. Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes gêneros textuais e das geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações geográficas.
  • 50. Competências Específicas de Geografia para o Ensino Fundamental (cont.) 5. Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e soluções (inclusive tecnológicas) para questões que requerem conhecimentos científicos da Geografia. 6. Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a consciência socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de qualquer natureza. 7. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões socioambientais, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
  • 51. GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES UNIDADES TEMÁTICAS OBJETOS DE CONHECIMENTO COMPONENTE DE GEOGRAFIA HABILIDADES – OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
  • 52. Código Alfanumérico de Habilidades: EF
  • 53. Código Alfanumérico de Habilidades: EM
  • 54. Algumas Observações – Ensino Médio Irá contemplar: Art. 36. O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular e por itinerários formativos, que deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino, a saber: I - linguagens e suas tecnologias; II - matemática e suas tecnologias; III - ciências da natureza e suas tecnologias; IV - ciências humanas e sociais aplicadas; V - formação técnica e profissional. § 1º A organização das áreas de que trata o caput e das respectivas competências e habilidades será feita de acordo com critérios estabelecidos em cada sistema de ensino. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, alterada pela Lei 13.415/17.
  • 55. O que será contemplado no Ensino Médio? DCN – EM/2018 - Art. 11: § 4º Devem ser contemplados, sem prejuízo da integração e articulação das diferentes áreas do conhecimento, estudos e práticas de: I - língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas, também, a utilização das respectivas línguas maternas; II - matemática; III - conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil; IV - arte, especialmente em suas expressões regionais, desenvolvendo as linguagens das artes visuais, da dança, da música e do teatro; V - educação física, com prática facultativa ao estudante nos casos previstos em Lei; VI - história do Brasil e do mundo, levando em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia; VII - história e cultura afro-brasileira e indígena, em especial nos estudos de arte e de literatura e história brasileiras; VIII - sociologia e filosofia; IX - língua inglesa, podendo ser oferecidas outras línguas estrangeiras, em caráter optativo, preferencialmente o espanhol, de acordo com a disponibilidade da instituição ou rede de ensino.
  • 57. Exemplos de possibilidades de Carga Horária
  • 59. V - Formação Técnica e Profissional 1- Habilitação Profissional Técnica (Curso Técnico): Carga Horária Mínima: 800 horas. Duração: de 1 a 3 anos. 2 – Qualificação Profissional (FIC – Formação Inicial Continuada): Carga Horária Mínima: 160 horas. Duração média: 3 meses. A escola regular terá a possibilidade de oferecer algum tipo de formação técnica. Terá que ser observado as necessidades regionais.
  • 60. Todos estão deixando passar... É interessante se observar, que o Ensino Médio pode ser estruturado dentro da possibilidade de itinerário integrado.
  • 61. Principais desafios do Novo Ensino Médio Definir os itinerários formativos a partir da capacidade instalada, a demanda dos estudantes e os arranjos produtivos locais; Adequação da carga horária dos docentes e de sua formação em função do remanejamento necessário para implementação dos itinerários; Desafio dos municípios com baixo número de escolas e turmas para implementação dos itinerários formativos; Adequação e revitalização da infraestrutura física para implementação de laboratórios direcionados a cada itinerário; Garantir equidade de oportunidades e mobilidade entre as escolas de ensino médio; Complexidade de articular parcerias para oferta do ensino técnico e outros itinerários formativos; Recursos e infraestrutura adequada para implementação das escolas de ensino médio em tempo integral.