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UNIVERSIDADE DE SOROCABA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO (MESTRADO)
EM COMUNICAÇÃO E CULTURA
FICHAMENTO: KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas.
Páginas 65 – 120. Perspectiva, 1970.
PROFESSORA: Professora Doutora Maria Ogécia Drigo.
ALUNO: Luiz Guilherme Leite Amaral. E-mail: luiz.amaral.mestrado@gmail.com
p. 71 Paradigmas são conjuntos de ilustrações recorrentes e quase
padronizadas de diferentes teorias mas suas aplicações conceituais,
instrumentais e na observação.
p. 71 Paradigmas poderiam determinar a ciência normal sem a intervenção
de regras que podem ser descobertas.
p. 72 A ciência normal pode avançar sem regras somente enquanto a
comunidade científica relevante aceitar sem questões as soluções de
problemas específicos já obtidas.
p. 74 Mesmo os que, trabalhando no mesmo campo de estudo ou em campos
estreitamente relacionados, começam seus estudos por livros e
realizações idênticos, podem adquirir paradigmas bastante diferentes
no curso de sua especialização profissional.
p. 78 Descoberta é a consciência da anomalia, isto é, o reconhecimento de
que, de alguma maneira, a natureza violou suas expectativas
paragmáticas que governam a ciência normal.
p. 92 Quanto maiores forem a precisão e o alcance de um paradigma, tanto
mais sensível este será como indicador de anomalias e,
consequentemente, de uma ocasião para a mudança de paradigma.
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p. 108 Uma teoria científica, após ter atingido o status de paradigma, somente
é considerada inválida quando existe uma alternativa disponível para
substituí-la.
p. 109 (...) os cientistas não rejeitam paradigmas quando confrontados com
anomalias ou contra-exemplos.
p. 109 Tal como os artistas, os cientistas criadores precisam, em determinadas
ocasiões, ser capazes de viver em um mundo desordenado.
p. 111 O fracasso em alcançar uma solução desacredita o cientista, e não a
teoria.
p. 115 (...) a ciência normal acaba revelando-se capaz de tratar a crise, apesar
do desespero daqueles que o viam como o fim do paradigma existente.
p. 115 (...) O problema resiste até mesmo a novas abordagens aparentemente
radicais.
p. 116 (...) uma crise pode terminar com a emergência de um novo candidato
a paradigma e com uma subsequente batalha por sua aceitação.

Fichamento - Thomas Kuhn

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      1   UNIVERSIDADEDE SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO (MESTRADO) EM COMUNICAÇÃO E CULTURA FICHAMENTO: KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. Páginas 65 – 120. Perspectiva, 1970. PROFESSORA: Professora Doutora Maria Ogécia Drigo. ALUNO: Luiz Guilherme Leite Amaral. E-mail: luiz.amaral.mestrado@gmail.com p. 71 Paradigmas são conjuntos de ilustrações recorrentes e quase padronizadas de diferentes teorias mas suas aplicações conceituais, instrumentais e na observação. p. 71 Paradigmas poderiam determinar a ciência normal sem a intervenção de regras que podem ser descobertas. p. 72 A ciência normal pode avançar sem regras somente enquanto a comunidade científica relevante aceitar sem questões as soluções de problemas específicos já obtidas. p. 74 Mesmo os que, trabalhando no mesmo campo de estudo ou em campos estreitamente relacionados, começam seus estudos por livros e realizações idênticos, podem adquirir paradigmas bastante diferentes no curso de sua especialização profissional. p. 78 Descoberta é a consciência da anomalia, isto é, o reconhecimento de que, de alguma maneira, a natureza violou suas expectativas paragmáticas que governam a ciência normal. p. 92 Quanto maiores forem a precisão e o alcance de um paradigma, tanto mais sensível este será como indicador de anomalias e, consequentemente, de uma ocasião para a mudança de paradigma.
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      2   p.108 Uma teoria científica, após ter atingido o status de paradigma, somente é considerada inválida quando existe uma alternativa disponível para substituí-la. p. 109 (...) os cientistas não rejeitam paradigmas quando confrontados com anomalias ou contra-exemplos. p. 109 Tal como os artistas, os cientistas criadores precisam, em determinadas ocasiões, ser capazes de viver em um mundo desordenado. p. 111 O fracasso em alcançar uma solução desacredita o cientista, e não a teoria. p. 115 (...) a ciência normal acaba revelando-se capaz de tratar a crise, apesar do desespero daqueles que o viam como o fim do paradigma existente. p. 115 (...) O problema resiste até mesmo a novas abordagens aparentemente radicais. p. 116 (...) uma crise pode terminar com a emergência de um novo candidato a paradigma e com uma subsequente batalha por sua aceitação.