Alguns achados recentes sobre *transformação das fibras no exercício *recrutamento de UM Hipertrofia x Hiperplasia ANEXO AULA  CONTROLE DO MOVIMENTO
Princípios do Treinamento para Saltadores: Implicações para o Desenvolvimento da Força Muscular Nelio Alfano Moura & Tania Fernandes de Paula Moura (Brasil) Trabalho apresentado durante o I Congresso Sul-americano de treinadores de Atletismo. Manaus, 2001 Publicado (em inglês) em New Studies in Athletics, 16(04):51-61, 2001 http://www.treinamentoesportivo.com/artigos_pdf/RecomendacaoPliometria_NELIO.pdf
ANDERSEN, SCHJERLING & SALTIN (2000)   Reconversão das fibras tipo IIa para fibras tipo IIb após  a interrupção do treinamento com cargas elevadas.
“ Quando o músculo é submetido a treinamento pesado por mais de um mês, as fibras  IIb  se convertem totalmente em fibras  IIa , ao mesmo tempo em que ficam maiores. Quando o treinamento pesado é interrompido, há uma reconversão das fibras  IIa para IIb , porém seguindo uma curva semelhante à da supercompensação: indivíduos que possuiam 9% de fibras  IIb  antes do treinamento pesado, tiveram esse valor reduzido para 2% após três meses de treinamento, sendo que depois de um período de detraining também de três meses a porcentagem de fibras  IIb  aumentou para 18%” (Figura 5). ANDERSEN, SCHJERLING & SALTIN (2000)
BOSCO (1985a)  Relação negativa entre desenvolvimento das capacidades de força máxima e de força explosiva em atletas  Limitação na duração do período devotado à força máxima (no máximo 8 semanas).
Recrutamento dos diferentes tipos de unidades motoras: após  8 semanas de treinamento, já começam a se consolidar alterações estruturais no músculo indesejáveis para a expressão da capacidade de força explosiva.  A hipertrofia das fibras tipo I se colocariam como um obstáculo  ao rendimento de alto nível.
Fibras musculares DESTREINO
HIPERTROFIA   X  HIPERPLASIA Aumento do volume das fibras existentes A amplitude de hipertrofia pode variar entre os indivíduos Formação de novas fibras Demonstrada em animais – “alguns estudos”
Aumento da área muscular com treinamento de força Fibras do tipo II aumentam mais Fibras do tipo I, mas sem importância este aumento. - Outro estudos não mostraram estas diferenças. A hipertrofia tb é vista como síntese de proteínas não contráteis – que equivalem a  ~ 13 % da massa muscular do homem.
Somente a hipertrofia explica o aumento da performance? O que tb contribui para o aumento da performance? Adaptações nervosas Melhora na transmissão da força sobre os ossos. Divergências desconhecidas Aumento de 30 – 40% de massa muscular Aumento de 2 - 3 vezes da força muscular
Hipertrofia de músculos  rápidos e lentos Bíceps:  65 – 70 % de fibras rápidas Hipertrofia facilitada. Sóleo:  60 – 70 % de fibras lentas Hipertrofia dificultada.

Fibras

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    Alguns achados recentessobre *transformação das fibras no exercício *recrutamento de UM Hipertrofia x Hiperplasia ANEXO AULA CONTROLE DO MOVIMENTO
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    Princípios do Treinamentopara Saltadores: Implicações para o Desenvolvimento da Força Muscular Nelio Alfano Moura & Tania Fernandes de Paula Moura (Brasil) Trabalho apresentado durante o I Congresso Sul-americano de treinadores de Atletismo. Manaus, 2001 Publicado (em inglês) em New Studies in Athletics, 16(04):51-61, 2001 http://www.treinamentoesportivo.com/artigos_pdf/RecomendacaoPliometria_NELIO.pdf
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    ANDERSEN, SCHJERLING &SALTIN (2000) Reconversão das fibras tipo IIa para fibras tipo IIb após a interrupção do treinamento com cargas elevadas.
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    “ Quando omúsculo é submetido a treinamento pesado por mais de um mês, as fibras IIb se convertem totalmente em fibras IIa , ao mesmo tempo em que ficam maiores. Quando o treinamento pesado é interrompido, há uma reconversão das fibras IIa para IIb , porém seguindo uma curva semelhante à da supercompensação: indivíduos que possuiam 9% de fibras IIb antes do treinamento pesado, tiveram esse valor reduzido para 2% após três meses de treinamento, sendo que depois de um período de detraining também de três meses a porcentagem de fibras IIb aumentou para 18%” (Figura 5). ANDERSEN, SCHJERLING & SALTIN (2000)
  • 5.
    BOSCO (1985a) Relação negativa entre desenvolvimento das capacidades de força máxima e de força explosiva em atletas Limitação na duração do período devotado à força máxima (no máximo 8 semanas).
  • 6.
    Recrutamento dos diferentestipos de unidades motoras: após 8 semanas de treinamento, já começam a se consolidar alterações estruturais no músculo indesejáveis para a expressão da capacidade de força explosiva. A hipertrofia das fibras tipo I se colocariam como um obstáculo ao rendimento de alto nível.
  • 7.
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    HIPERTROFIA X HIPERPLASIA Aumento do volume das fibras existentes A amplitude de hipertrofia pode variar entre os indivíduos Formação de novas fibras Demonstrada em animais – “alguns estudos”
  • 9.
    Aumento da áreamuscular com treinamento de força Fibras do tipo II aumentam mais Fibras do tipo I, mas sem importância este aumento. - Outro estudos não mostraram estas diferenças. A hipertrofia tb é vista como síntese de proteínas não contráteis – que equivalem a ~ 13 % da massa muscular do homem.
  • 10.
    Somente a hipertrofiaexplica o aumento da performance? O que tb contribui para o aumento da performance? Adaptações nervosas Melhora na transmissão da força sobre os ossos. Divergências desconhecidas Aumento de 30 – 40% de massa muscular Aumento de 2 - 3 vezes da força muscular
  • 11.
    Hipertrofia de músculos rápidos e lentos Bíceps: 65 – 70 % de fibras rápidas Hipertrofia facilitada. Sóleo: 60 – 70 % de fibras lentas Hipertrofia dificultada.