EXEMPLOS DE AULAS E ATIVIDADES INFANTIS
FAIXA ETÁRIA:crianças de 3 a 6 anos
SENSIBILIZAÇÃO
Proc ure inic iar c ada dia de atividade preparando o ambiente c omalegria interior, rec ebendo as c rianç as c om um
sorriso, bom humor e disposiç ão íntima. A músic a, a poesia, a prec e auxiliarão o iníc io das atividades num padrão
elevado, c om alegria e felic idade de estar ali.
A prec e não deve ser trabalhada apenas em uma “aula”, mas vivenc iada emtodasas reuniões, de forma
espontânea e natural, para que se intensifique a interaç ão vertic al c om as esferas superiores e a c rianç a amplie sua
sensibilidade e sua ligaç ão c om Deus.
MÉTODO INTUITIVO
Não apresente definiç ões às c rianç as, mas proc ure leva- la a perc eber, c ompreender o sentido real do c onteudo em
estudo, sem preoc upaç oes c om definiç oes ou denominaç oes. O importante é que ela c ompreenda e sinta em seu
intimo a essenc ia do c onteudo em estudo.
A DINÂMICA DA REUNIÃO
Proc ure alternar atividades dinamic as, movimento c orporal, c om atividades c almas, que estimulem a c onc entraç ao;
atividades c riativas de relaxamento e silenc io.
Sugestoes de atividades:
Atividades dinamicas:
musicas com gestos, bandinha ritmica, canto
dança, rodas e brinquedos cantados;
atividades lúdicas e jogos de classe;
corridas de pequeno percurso, saltar obstaculos.
Atividades de concentração:
Experiencias reais (passeios, visitas)
Historias contadas, leitura de livros ilustrados, continuar a historia que o evangelizador começou;
Conversaç ão, reflexao sobre uma idéia
T rabalhar c om material pedagogic o que exija reflexao. (ex: quebra- c abeç as)
Criatividades:
Modelagem, pinturas, recorte e colagem, dobraduras;
Dramatizações, mímicas;
Danças criativas, expressar-se livremente ao som de uma música;historia participada (as crianças
fazem gestos durante a narração) etc.
Relaxamento:
Favorecer o silêncio, música suave de fundo. Levar a criança a relaxar todo o seu corpo: deitados
soltar braços e pernas, relaxando cada parte do corpo. Inspirar suavemente, soprar levemente.
Prece espontanea.
Alternando as atividades dinamic as e c almas, c riativas e relaxadas, c riaremos um c lima estimulante, mantendo
vivo o interesse e a vontade de partic ipar. No entanto, muitas atividades e experiênc ia sugeridas nec essitam de
tempo para serem realizadas. Por isso, não adote o esquema c itado c omo algo que não deva ser mudado. Muitas
vezes, apenas uma únic a experiênc ia realizada na semana podem trazer resultados surpreendentes.Algumas
atividades, c omo a preparaç ão de um teatro ou uma exposiç ão podem levar semanas, mas c om um resultado
exc elente. Em tudo use o bom senso.
TRABALHANDO COM AS ARTES
RECORT E E COLAGEM
§ c riaç ão de painel sobre a Natureza – após um passeio onde as
c rianç as rec olhem materiais da natureza elasfazem o painel.
§ Separe revistas que c ontenham muitas figuras sobre a Natureza:
paisagens, arvores, flores, animais, etc . As c rianç as rec ortarao as
que julgarem interessantes
§ Outros materiais poderao ser utilizados para c olagens c omo:
c asc as de arvores, feijoes, milhos e outros c ereais,
§ Oriente- as, mas sem se impor. O painel é delas. Lembre- se
durante o trabalho, proc ure desenvolver o c ompanheirismo, a ajuda
mutua, a c ooperaç ao.
PINTURA-
Utilize pintura c om aquarela liquida nas c ores da Natureza c om pinc el c hato e grosso. Comec e usando pouc as
c ores e va aumentando gradativamente. Pinte voc e mesmo de forma que as c rianç as vejam. Enquanto pinta,
c onte uma historia ligada às c ores. A c rianç a pequena aprendera a tec nic a utilizada observando e fazendo e
nao ouvindo aulas teoric as sobre pintura. Mas depois, na medida em que ela vai aprendendo as tec nic as,
deixe- as c riar sobre a tec nic a.
TRABALHANDO COM GIZ DE CERA
Utilize giz de boa qualidade, que seja mac io. Explore os movimentos c irc ulares, depois formando ondas,
zguezague, linhas retas... Leve a c rianç a a aprec iar diversas c ombinaç oes de c ores. Inic ie c omparando duas
c ores, depois tres, quatro. Por ex., faç a bolas azuis e vermelhas, depois azuis e amarelas, verdes e amarelas...
Compare c om as c ores da Natureza... tudo na natureza é harmonia, bom gosto, beleza...
MOLDE DE GIZ DE CERA
Material: Giz de c era, papel e molde
Nao se trata de molde vasado, mas rec ortado em c artolina.
T éc nic a: Segurar firme o papel sobre o molde. Passar o giz deitado livremente c olorindo a superfic ie do papel.
rec ortar o c ontorno
PINT URA COM MOLDE VASADO E ESPONJA
Material: tinta guac he ou anilina, papel, espuma ou esponja, molde vasado
T éc nic a: c oloc ar o molde vasado sobre o papel, bem apertado. Molhar a espuma c om a tinta, na c or desejada e
pressionar sobre o molde, suavemente, diversas vezes.
Utilize moldes de borboletas, passaros, frutos, flores...
rec ortar c om estilete,
deixando o c ontorno
vasado
UTILIZANDO FOLHAS DE ARVORES
Material: tinta guac he, papel, pano, folhas de árvores
T öc nic a: passar tinta guac he na folha e c omprimir c om um pano na folha de papel.
Se usar tinta pura, a figura terá muitos detalhes, deixando- nos ver os relevos. Com um pouc o de água na tinta, os
relevos já c omeç am a se misturar. Com muita água os relevos se c onfundem.
Faç a experiênc ias c om as c rianç as. Utilize também diversos tipos de folhas de árvores.
PAINEL: OS ANIMAIS
Elaborar c om as c rianç as um painel “ Os animais”. Coloque em uma c aixa figuras e desenhos elaborados pelas
próprias c rianç as.
Cada c rianç a retira uma figura da c aixa e deverá:dizer o nome, desc rever, imitar a voz, imitar o andar. Depois
c oloc á- lono lugar onde vive: na água, na terra ou no ar (os que voam). As c rianç as poderão ilustrar, c olorir e c olar
as figuras no lugar onde vivem os animais.
DOBRADURAS
Inic ie c om dobraduras fác eis, de plantas, flores, animais. Depois c ole- as num painel. Faç a junto c om a
c rianç a, etapa por etapa. As dobraduras podem ser c oladas de forma artístic a num painel representando a
natureza, junto c om outros rec ortes.
(ver anexo 1)
MODELAGEM:
Conforme já vimos, o trabalho de modelagem tem uma importânc ia espec ial c om a c rianç a pequena. Proc ure
trabalhar c om a argila e não se preoc upe se a c rianç a sujar as mãos. A c rianç a se identific a c om a argila, c om o
barro, c om a terra.
O importante, nessa idade, não é a arte final, mas o fazer, manusear c om as duas mãos.
A modelagem envolve tanto a exploraç ão tátil c omo a estruturaç ão de formas e suas c ombinaç ões, sendo um
exc elente elemento de c riatividade. A modelagem favorec e o jogo simbólic o. As c rianç as dão signific ado às formas
que elaboram, mas as modific am à medida em que trabalham ou na medida em que vivenc iam a historia que c ontam
ou ouvem. Uma maç a pode se transformar num gatinho e uma flor numa estrela. Ao mesmo tempo trabalham a
emoç ão. Ao brinc ar de fazer um bolinho ou nhoque, trabalham as emoç ões ligadas às relaç ões mãe- filho, o papel da
mãe, etc ...
Pode oc orrer que no final das atividades não existe um produto plástic o para ser guardado... mas muita c oisa
importante ac ontec eu... Não se engane c om a “beleza” final do produto. Não é esse nosso objetivo e nem tente
“retoc ar” o produto da c rianç a. O que realmente importa é o que ac ontec eu durante a modelagem.
Com o tempo, as modelagens bem ac abadas poderão ser c oladas em objetos, pratos, garrafas, etc ...
Se não c onseguir argila, utilize massinha de modelar c aseira, preparada em c onjunto c om as próprias c rianç as.
Rec eita de massa:
3 xícaras de farinha de trigo, 1 xícara de sal, misturar os dois e acrescentar um
pouquinho de água (cuidado para não colocar muita água), 1 colher (café) de óleo.
Misturar c om a massa ac ima.
Essa rec eita dá para 2 ou 3 c rianç as. Se quiser trabalhar c om a massinha c olorida, separe a massa em porç ões e
utilize c orante vegetal ou anilina em várias c ores. Mas faç a isso junto c om as c rianç as. Não leve as massinhas já
prontas, pois estaríamos tirando da c rianç a uma ótima oportunidade de trabalhar c om as c ores.
MONTAGEM
Podemos aproveitar todo o material considerado “sucata”, criando uma noção de economia e de
aproveitamento de materiais, evitando gastos supérfluos.
Quase tudo pode ser aproveitado: tampinhas, palitos de sorvete, clips, garrafas de refrigerantes, garrafas
plásticas, carretéis, brinquedos velhos, latas de refrigerantes, potinhos de yogurt, tubos de papel
higiênico, retalhos de cartolina ou papel cartão, caixinhas de fósforo, caixas de remédios, botões, etc...
Aproveita os trabalhos com sucata para destacar que os objetos que utilizamos vieram originariamente
da Natureza.
Tudo nos faz lembrar a bondade de Deus para conosco.
(ver Anexo 2)
RECORTE:
Com as mãos: As atividades de rec orte devem ser inic iadas c om as mãos, rec ortando c om os dedos jornais, revistas
ou sobras de papel, c olando- os em diversos formatos.
Com tesoura: Usar tesoura sem ponta, de boa qualidade.
Nada pior do que uma tesoura sem c orte.
Verifique antes se as c rianç as já possuem habilidades c om a tesoura.
Se não tiver, treine- as antes, c omeç ando c om rec ortes c om as mãos e depois rec ortando tiras de jornais, c om a
tesourinha. LIT ERAT URA INFANT IL
(ver anexo 3)
ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA:
Desde pequena a c rianç a pode ser levada a gostar do livro. Nesta idade, as c rianç as gostam de folhear livros
ilustrados e bem c oloridos. Conte histórias que destac am a aç ão dos personagens, mostrando gravuras,
espec ialmente as que retratam a beleza da natureza.
Explore os livros infantis o máximo possível. Sugestões: “Pai Nosso”, “Cartilha da Natureza”.
Sugestão:Presenç a Divina, do livro Pai Nosso, de Meimei, F.C.Xavier
“Antoninho tinha 6 anos. Ele e seu tio estavam passeando quando viram, num pomar, muitas laranjas madurinhas.
Então o tio c oloc ou uma sac ola no c hão e c omeç ou a apanhar laranjas e c oloc a- las na sac ola. Antoninho,
preoc upado, disse:
- O que está fazendo, tio.
- Psiu!... Vamos aproveitar agora que ninguém está vendo e vamos apanhar algumas laranjas...
Antoninho respondeu:
- Mas, o senhor não sabe que Deus nos está vendo?
Muito espantado, o velho empalidec eu e voltou a rec oloc ar os frutos na c aixa, dizendo:
- Obrigado, meu Deus, por haveres despertado a minha c onsc iênc ia, pelos lábios de uma c rianç a.
LIVRO “DEUS NA NATUREZA”:
Confec c ionar c om as c rianç as um livro sobre a Natureza.
Esta atividade também somente deverá ser feita após as primeiras atividades onde as c rianç as tiveram um c ontato
direto c om a Natureza.
Separa as folhas de sulfite (de preferênc ia sulfite 40). No livro poderá c onstar materiais semelhante ao painel.
Dividir a turma em pequenos grupinhos de dois ou três. Cada grupo fic ará c om uma folha.
Oriente as c rianç as sem impor suas idéias. As c rianç as poderão fazer desenhos, pinturas, rec ortes, c olagens, etc ...
Prepare os materiais c om antec edênc ia.
Elas devem ter um c erto nível de liberdade para trabalhar c om suas próprias c riatividades. Mas o evangelizador já
deve ter ensinado as téc nic as que serão utilizadas (determinada téc nic a de pintura, c olagens, rec ortes...),
realizando antec ipadamente para que a c rianç a observe. Depois, deixe- as c riar sobre a téc nic a. T odo o trabalho
anterior já desenvolvido servirá de base para nortear sua c riatividade.
POESIA:
Não deixe de usar a poesia c om as c rianç as. Mas não leia. Dec lame. Lembre- se que a poesia tem ritmo. Coloque
sentimento no que faz. A c rianç a aprenderá a gostar da poesia e, c om o tempo, será tão natural dec lamar uma
poesia quanto c antar uma músic a - o que se faz por prazer.
Poesias do livro Pai Nosso, de Meimei, F.C.Xavier:
No c anto dos passarinhos,
No c ampo, no mar, na flor,
A vida está repetindo:
- Louvado seja o Senhor!...
T oda bondade mais simples,
Sinc era, nobre, leal,
Ajuda na c onstruç ão
Do Reino Celestial.
Quadrinhas:
Uma flor tão linda, tão bela,
A c huva fina que c ai,
É a Natureza que fala,
T odos nós tem um Pai.
Papai do Céu, obrigado,
Por tudo o que temos na vida,
Mas ac ima de tudo obrigado,
Pelas nossa mamãe querida.
Sei que tenho no c éu um Pai,
Mas estou feliz, Senhor,
Pois tenho também na T erra,
Um papai que é c heio de amor.
ATIVIDADE 21
MÚSICA:
Musicalização:Explore o ritmo, músic as c om gestos, rodas c antadas. Utilize a músic a e a poesia juntas. O
resultado será ótimo. A c rianç a pequena vibra c om o ritmo da músic a. A poesia dec lamada também tem ritmo.
Explore- o.
Bandinha rítmica:proc ure formar uma bandinha rítmic a,
Trabalhando os sons:Proc ure trabalhar c om as c rianç as pequenas c om os sons da natureza. Não será difíc il
gravar: a c huva c aindo, pássaros c antando, o som do grilo, da c igarra, os latidos de um c ão, etc ... T rabalhe a
diferenç a dos sons: sons de metal, madeira, instrumentos music ais... T rabalhe também a diferenç a entre ruído e
músic a.
Música clássica:Nas atividades de relaxamento, use a músic a c lássic a c omo “fundo music al”. Explore também o
silênc io, durante o relaxamento: todos em silênc io, relaxados, poderão ouvir sons longínquos. T ambém utilize a
músic a c lássic a ou músic a suave, nas atividades de artes plástic as.
DANÇA:
Voc ê pode inic iar as atividades de danç a c om brinc adeiras de rodas e depois evoluir para c oreografias melhor
elaboradas.
Dança criativa:Ao som de uma músic a, violão, piano ou disc o, as c rianç as ac ompanham o ritmo, danç ando
livremente. Os movimentos ac ompanham o ritmo: lento, moderado ou rápido.
Brincando de Roda:As c rianç as em c írc ulo, de mãos dadas. Uma delas tentará c onduzir as demais na formaç ão de
um c arac ol, enrolando e depois desenrolando
Expressão corporal:Ao som de uma músic a, expressar livremente temas da vida real: tempestade, vento, brisa,
primavera, pássaros, etc ...
Primeiros passos:As c rianç as em semic írc ulo. A evangelizadora na frente, fará gestos e passos de danç a
livremente. As demais exec utam os mesmos passos.
Proc ure c onsultar uma danç arina ou alguém que estude danç a. Partic ipe de Enc ontros regionais sobre arte. Estude
e se dedique ao trabalho. T udo é possível se voc ê quiser realmente.
ATIVIDADE 23
TEATRO E DRAMATIZAÇÃO:
Inic ie c om atividades lúdic as, pequenos jogos de imitaç ão e dramatizaç ões de histórias c ontadas.
Exemplos de atividades lúdic as de representaç ão:
1) Apresentar várias idéias para a c rianç a representar: estátua, passarinho voando, mac ac o, gato. Ao bater de
palmas elas deve troc ar de imitaç ão, até que todas as c rianç as tenham representado todas as idéias.
2) Expressar uma pessoa ou profissão. Voc ê pode dividir a turma em dois grupos. Enquanto um grupo representa
uma profissão, o outro grupo tenta adivinhar qual é. Depois inverter as posiç ões.
3) T odos em c írc ulo. Uma c aixinha vai passado de mão em mão. Cada um retira um papel que c ontem um nome de
animal ou sugestão de uma dramatizaç ão. Quem retira o papel representa e os demais tentam adivinhar. Cuidar para
que tenha sugestões sufic ientes para todas as c rianç as partic iparem.
Quando sentir que as c rianç as estão se desinibindo, introduza dramatizaç ões . Contar uma história, c om c alma e
expressão. Depois de c ontar, pedir para as c rianç as repetirem a história e em seguida dramatizar c ada c ena.
Sugestões: As histórias do livro “A Vida Fala”, I, II e III.
TEATRO DE FANTOCHE OU DE VARA:
No teatro de fantoc he ou de vara a c rianç a fic a mais a vontade e aprende a falar c om maior desenvoltura.
É preferível, c om as c rianç as menores, inic iar c om o teatro de fantoc he ou vara antes da dramatizaç ão.
Veja sugestões e técnicas no livro:PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EVANGELIZAÇÃO.
Voc ê mesmo pode c riar histórias exaltando Deus c omo “Nosso Pai” que muito nos ama.
Sugestão: Uma história que versa sobre dois irmãos muito pobres, órfão de pai, c uja mamãe fic a doente de repente.
As c rianç as oram a Deus, pedindo ajuda para a mamãe. No dia seguinte, uma vizinha bate à porta e desc obre que a
mamãe está doente. Chama um médic o, traz leite para as c rianç as e c uida delas até a mamãe se rec uperar. As
c rianç as desc obrem c ontentes que, embora não tendo um papai enc arnado, Deus é Nosso Pai, nos ama muito e
sempre atende nossos pedidos quando são justos e quando merec emos. Destac ar a importânc ia da prec e para
“c onversarmos” c om Deus.
Conte essa pequena história para as c rianç as, monte o roteiro c om as “falas” de c ada personagem. Deixe as
c rianç as partic iparem da montagem e esc olher as “falas”. Se ainda não perc ebeu, perc eberá que as c rianç as são
muito c riativas. e montarão o teatro de fantoc he ou vara sem muitas dific uldades. Para quem está c omeç ando, o
teatro de vara é mais fác il. Basta rec ortar as figuras e c olar numa varinha. O palc o pode ser improvisado. As
c rianç as fic am através de um móvel, c om apenas as mãos voltadas para c ima.
(ver anexo 4)
EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS:
Montar uma exposiç ão para os pais e amigos c om todo o material rec olhido e c om o painel c riado por todos. A
exposiç ão poderá oferec er ótima oportunidade de integraç ão entre as c rianç as e os próprios adultos, bem c omo a
partic ipaç ão dos pais.
ATIVIDADES DE INTERAÇÃO:
Promover atividades de interaç ão entre as c rianç as do mesmo nível, de níveis diferentes e entre as c rianç as e
adultos. O passeio no c ampo, a exposiç ão e as atividades artístic as propic iarão ótimas oportunidades para tal.
INTEGRAÇÃO COM A FAMÍLIA:
Manter os pais informados dos projetos realizados c om as c rianç as.
Pedir que trabalhem c om as c rianç as em c asa, mostrando desde o c afé da manhã, as refeiç ões, o banho, até a hora
de dormir que a Natureza está presente em nossa vida.
A Natureza representa a bondade e o amor de Deus para c onosc o.
Bibliografia: Pratica Pedagogica na Evangelizaçao- Walter Oliveira Alves- Instituto de Difusao
Espirita

Exemplos de aulas e atividades infantis

  • 1.
    EXEMPLOS DE AULASE ATIVIDADES INFANTIS FAIXA ETÁRIA:crianças de 3 a 6 anos SENSIBILIZAÇÃO Proc ure inic iar c ada dia de atividade preparando o ambiente c omalegria interior, rec ebendo as c rianç as c om um sorriso, bom humor e disposiç ão íntima. A músic a, a poesia, a prec e auxiliarão o iníc io das atividades num padrão elevado, c om alegria e felic idade de estar ali. A prec e não deve ser trabalhada apenas em uma “aula”, mas vivenc iada emtodasas reuniões, de forma espontânea e natural, para que se intensifique a interaç ão vertic al c om as esferas superiores e a c rianç a amplie sua sensibilidade e sua ligaç ão c om Deus. MÉTODO INTUITIVO Não apresente definiç ões às c rianç as, mas proc ure leva- la a perc eber, c ompreender o sentido real do c onteudo em estudo, sem preoc upaç oes c om definiç oes ou denominaç oes. O importante é que ela c ompreenda e sinta em seu intimo a essenc ia do c onteudo em estudo. A DINÂMICA DA REUNIÃO Proc ure alternar atividades dinamic as, movimento c orporal, c om atividades c almas, que estimulem a c onc entraç ao; atividades c riativas de relaxamento e silenc io. Sugestoes de atividades: Atividades dinamicas: musicas com gestos, bandinha ritmica, canto dança, rodas e brinquedos cantados; atividades lúdicas e jogos de classe; corridas de pequeno percurso, saltar obstaculos. Atividades de concentração: Experiencias reais (passeios, visitas) Historias contadas, leitura de livros ilustrados, continuar a historia que o evangelizador começou; Conversaç ão, reflexao sobre uma idéia T rabalhar c om material pedagogic o que exija reflexao. (ex: quebra- c abeç as) Criatividades: Modelagem, pinturas, recorte e colagem, dobraduras; Dramatizações, mímicas;
  • 2.
    Danças criativas, expressar-selivremente ao som de uma música;historia participada (as crianças fazem gestos durante a narração) etc. Relaxamento: Favorecer o silêncio, música suave de fundo. Levar a criança a relaxar todo o seu corpo: deitados soltar braços e pernas, relaxando cada parte do corpo. Inspirar suavemente, soprar levemente. Prece espontanea. Alternando as atividades dinamic as e c almas, c riativas e relaxadas, c riaremos um c lima estimulante, mantendo vivo o interesse e a vontade de partic ipar. No entanto, muitas atividades e experiênc ia sugeridas nec essitam de tempo para serem realizadas. Por isso, não adote o esquema c itado c omo algo que não deva ser mudado. Muitas vezes, apenas uma únic a experiênc ia realizada na semana podem trazer resultados surpreendentes.Algumas atividades, c omo a preparaç ão de um teatro ou uma exposiç ão podem levar semanas, mas c om um resultado exc elente. Em tudo use o bom senso. TRABALHANDO COM AS ARTES RECORT E E COLAGEM § c riaç ão de painel sobre a Natureza – após um passeio onde as c rianç as rec olhem materiais da natureza elasfazem o painel. § Separe revistas que c ontenham muitas figuras sobre a Natureza: paisagens, arvores, flores, animais, etc . As c rianç as rec ortarao as que julgarem interessantes § Outros materiais poderao ser utilizados para c olagens c omo: c asc as de arvores, feijoes, milhos e outros c ereais, § Oriente- as, mas sem se impor. O painel é delas. Lembre- se durante o trabalho, proc ure desenvolver o c ompanheirismo, a ajuda mutua, a c ooperaç ao. PINTURA- Utilize pintura c om aquarela liquida nas c ores da Natureza c om pinc el c hato e grosso. Comec e usando pouc as c ores e va aumentando gradativamente. Pinte voc e mesmo de forma que as c rianç as vejam. Enquanto pinta, c onte uma historia ligada às c ores. A c rianç a pequena aprendera a tec nic a utilizada observando e fazendo e nao ouvindo aulas teoric as sobre pintura. Mas depois, na medida em que ela vai aprendendo as tec nic as, deixe- as c riar sobre a tec nic a. TRABALHANDO COM GIZ DE CERA Utilize giz de boa qualidade, que seja mac io. Explore os movimentos c irc ulares, depois formando ondas, zguezague, linhas retas... Leve a c rianç a a aprec iar diversas c ombinaç oes de c ores. Inic ie c omparando duas c ores, depois tres, quatro. Por ex., faç a bolas azuis e vermelhas, depois azuis e amarelas, verdes e amarelas... Compare c om as c ores da Natureza... tudo na natureza é harmonia, bom gosto, beleza...
  • 3.
    MOLDE DE GIZDE CERA Material: Giz de c era, papel e molde Nao se trata de molde vasado, mas rec ortado em c artolina. T éc nic a: Segurar firme o papel sobre o molde. Passar o giz deitado livremente c olorindo a superfic ie do papel. rec ortar o c ontorno PINT URA COM MOLDE VASADO E ESPONJA Material: tinta guac he ou anilina, papel, espuma ou esponja, molde vasado T éc nic a: c oloc ar o molde vasado sobre o papel, bem apertado. Molhar a espuma c om a tinta, na c or desejada e pressionar sobre o molde, suavemente, diversas vezes. Utilize moldes de borboletas, passaros, frutos, flores... rec ortar c om estilete, deixando o c ontorno vasado UTILIZANDO FOLHAS DE ARVORES Material: tinta guac he, papel, pano, folhas de árvores T öc nic a: passar tinta guac he na folha e c omprimir c om um pano na folha de papel. Se usar tinta pura, a figura terá muitos detalhes, deixando- nos ver os relevos. Com um pouc o de água na tinta, os relevos já c omeç am a se misturar. Com muita água os relevos se c onfundem. Faç a experiênc ias c om as c rianç as. Utilize também diversos tipos de folhas de árvores. PAINEL: OS ANIMAIS Elaborar c om as c rianç as um painel “ Os animais”. Coloque em uma c aixa figuras e desenhos elaborados pelas próprias c rianç as. Cada c rianç a retira uma figura da c aixa e deverá:dizer o nome, desc rever, imitar a voz, imitar o andar. Depois c oloc á- lono lugar onde vive: na água, na terra ou no ar (os que voam). As c rianç as poderão ilustrar, c olorir e c olar as figuras no lugar onde vivem os animais.
  • 4.
    DOBRADURAS Inic ie com dobraduras fác eis, de plantas, flores, animais. Depois c ole- as num painel. Faç a junto c om a c rianç a, etapa por etapa. As dobraduras podem ser c oladas de forma artístic a num painel representando a natureza, junto c om outros rec ortes. (ver anexo 1) MODELAGEM: Conforme já vimos, o trabalho de modelagem tem uma importânc ia espec ial c om a c rianç a pequena. Proc ure trabalhar c om a argila e não se preoc upe se a c rianç a sujar as mãos. A c rianç a se identific a c om a argila, c om o barro, c om a terra. O importante, nessa idade, não é a arte final, mas o fazer, manusear c om as duas mãos. A modelagem envolve tanto a exploraç ão tátil c omo a estruturaç ão de formas e suas c ombinaç ões, sendo um exc elente elemento de c riatividade. A modelagem favorec e o jogo simbólic o. As c rianç as dão signific ado às formas que elaboram, mas as modific am à medida em que trabalham ou na medida em que vivenc iam a historia que c ontam ou ouvem. Uma maç a pode se transformar num gatinho e uma flor numa estrela. Ao mesmo tempo trabalham a emoç ão. Ao brinc ar de fazer um bolinho ou nhoque, trabalham as emoç ões ligadas às relaç ões mãe- filho, o papel da mãe, etc ... Pode oc orrer que no final das atividades não existe um produto plástic o para ser guardado... mas muita c oisa importante ac ontec eu... Não se engane c om a “beleza” final do produto. Não é esse nosso objetivo e nem tente
  • 5.
    “retoc ar” oproduto da c rianç a. O que realmente importa é o que ac ontec eu durante a modelagem. Com o tempo, as modelagens bem ac abadas poderão ser c oladas em objetos, pratos, garrafas, etc ... Se não c onseguir argila, utilize massinha de modelar c aseira, preparada em c onjunto c om as próprias c rianç as. Rec eita de massa: 3 xícaras de farinha de trigo, 1 xícara de sal, misturar os dois e acrescentar um pouquinho de água (cuidado para não colocar muita água), 1 colher (café) de óleo. Misturar c om a massa ac ima. Essa rec eita dá para 2 ou 3 c rianç as. Se quiser trabalhar c om a massinha c olorida, separe a massa em porç ões e utilize c orante vegetal ou anilina em várias c ores. Mas faç a isso junto c om as c rianç as. Não leve as massinhas já prontas, pois estaríamos tirando da c rianç a uma ótima oportunidade de trabalhar c om as c ores. MONTAGEM Podemos aproveitar todo o material considerado “sucata”, criando uma noção de economia e de aproveitamento de materiais, evitando gastos supérfluos. Quase tudo pode ser aproveitado: tampinhas, palitos de sorvete, clips, garrafas de refrigerantes, garrafas plásticas, carretéis, brinquedos velhos, latas de refrigerantes, potinhos de yogurt, tubos de papel higiênico, retalhos de cartolina ou papel cartão, caixinhas de fósforo, caixas de remédios, botões, etc... Aproveita os trabalhos com sucata para destacar que os objetos que utilizamos vieram originariamente da Natureza. Tudo nos faz lembrar a bondade de Deus para conosco. (ver Anexo 2) RECORTE: Com as mãos: As atividades de rec orte devem ser inic iadas c om as mãos, rec ortando c om os dedos jornais, revistas ou sobras de papel, c olando- os em diversos formatos. Com tesoura: Usar tesoura sem ponta, de boa qualidade. Nada pior do que uma tesoura sem c orte. Verifique antes se as c rianç as já possuem habilidades c om a tesoura. Se não tiver, treine- as antes, c omeç ando c om rec ortes c om as mãos e depois rec ortando tiras de jornais, c om a tesourinha. LIT ERAT URA INFANT IL (ver anexo 3) ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA: Desde pequena a c rianç a pode ser levada a gostar do livro. Nesta idade, as c rianç as gostam de folhear livros ilustrados e bem c oloridos. Conte histórias que destac am a aç ão dos personagens, mostrando gravuras, espec ialmente as que retratam a beleza da natureza. Explore os livros infantis o máximo possível. Sugestões: “Pai Nosso”, “Cartilha da Natureza”. Sugestão:Presenç a Divina, do livro Pai Nosso, de Meimei, F.C.Xavier “Antoninho tinha 6 anos. Ele e seu tio estavam passeando quando viram, num pomar, muitas laranjas madurinhas. Então o tio c oloc ou uma sac ola no c hão e c omeç ou a apanhar laranjas e c oloc a- las na sac ola. Antoninho, preoc upado, disse: - O que está fazendo, tio. - Psiu!... Vamos aproveitar agora que ninguém está vendo e vamos apanhar algumas laranjas... Antoninho respondeu: - Mas, o senhor não sabe que Deus nos está vendo? Muito espantado, o velho empalidec eu e voltou a rec oloc ar os frutos na c aixa, dizendo: - Obrigado, meu Deus, por haveres despertado a minha c onsc iênc ia, pelos lábios de uma c rianç a. LIVRO “DEUS NA NATUREZA”: Confec c ionar c om as c rianç as um livro sobre a Natureza. Esta atividade também somente deverá ser feita após as primeiras atividades onde as c rianç as tiveram um c ontato direto c om a Natureza.
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    Separa as folhasde sulfite (de preferênc ia sulfite 40). No livro poderá c onstar materiais semelhante ao painel. Dividir a turma em pequenos grupinhos de dois ou três. Cada grupo fic ará c om uma folha. Oriente as c rianç as sem impor suas idéias. As c rianç as poderão fazer desenhos, pinturas, rec ortes, c olagens, etc ... Prepare os materiais c om antec edênc ia. Elas devem ter um c erto nível de liberdade para trabalhar c om suas próprias c riatividades. Mas o evangelizador já deve ter ensinado as téc nic as que serão utilizadas (determinada téc nic a de pintura, c olagens, rec ortes...), realizando antec ipadamente para que a c rianç a observe. Depois, deixe- as c riar sobre a téc nic a. T odo o trabalho anterior já desenvolvido servirá de base para nortear sua c riatividade. POESIA: Não deixe de usar a poesia c om as c rianç as. Mas não leia. Dec lame. Lembre- se que a poesia tem ritmo. Coloque sentimento no que faz. A c rianç a aprenderá a gostar da poesia e, c om o tempo, será tão natural dec lamar uma poesia quanto c antar uma músic a - o que se faz por prazer. Poesias do livro Pai Nosso, de Meimei, F.C.Xavier: No c anto dos passarinhos, No c ampo, no mar, na flor, A vida está repetindo: - Louvado seja o Senhor!... T oda bondade mais simples, Sinc era, nobre, leal, Ajuda na c onstruç ão Do Reino Celestial. Quadrinhas: Uma flor tão linda, tão bela, A c huva fina que c ai, É a Natureza que fala, T odos nós tem um Pai. Papai do Céu, obrigado, Por tudo o que temos na vida, Mas ac ima de tudo obrigado, Pelas nossa mamãe querida. Sei que tenho no c éu um Pai, Mas estou feliz, Senhor, Pois tenho também na T erra, Um papai que é c heio de amor. ATIVIDADE 21 MÚSICA: Musicalização:Explore o ritmo, músic as c om gestos, rodas c antadas. Utilize a músic a e a poesia juntas. O resultado será ótimo. A c rianç a pequena vibra c om o ritmo da músic a. A poesia dec lamada também tem ritmo. Explore- o. Bandinha rítmica:proc ure formar uma bandinha rítmic a, Trabalhando os sons:Proc ure trabalhar c om as c rianç as pequenas c om os sons da natureza. Não será difíc il gravar: a c huva c aindo, pássaros c antando, o som do grilo, da c igarra, os latidos de um c ão, etc ... T rabalhe a diferenç a dos sons: sons de metal, madeira, instrumentos music ais... T rabalhe também a diferenç a entre ruído e músic a. Música clássica:Nas atividades de relaxamento, use a músic a c lássic a c omo “fundo music al”. Explore também o silênc io, durante o relaxamento: todos em silênc io, relaxados, poderão ouvir sons longínquos. T ambém utilize a músic a c lássic a ou músic a suave, nas atividades de artes plástic as. DANÇA: Voc ê pode inic iar as atividades de danç a c om brinc adeiras de rodas e depois evoluir para c oreografias melhor elaboradas. Dança criativa:Ao som de uma músic a, violão, piano ou disc o, as c rianç as ac ompanham o ritmo, danç ando livremente. Os movimentos ac ompanham o ritmo: lento, moderado ou rápido. Brincando de Roda:As c rianç as em c írc ulo, de mãos dadas. Uma delas tentará c onduzir as demais na formaç ão de um c arac ol, enrolando e depois desenrolando Expressão corporal:Ao som de uma músic a, expressar livremente temas da vida real: tempestade, vento, brisa, primavera, pássaros, etc ... Primeiros passos:As c rianç as em semic írc ulo. A evangelizadora na frente, fará gestos e passos de danç a livremente. As demais exec utam os mesmos passos. Proc ure c onsultar uma danç arina ou alguém que estude danç a. Partic ipe de Enc ontros regionais sobre arte. Estude e se dedique ao trabalho. T udo é possível se voc ê quiser realmente.
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    ATIVIDADE 23 TEATRO EDRAMATIZAÇÃO: Inic ie c om atividades lúdic as, pequenos jogos de imitaç ão e dramatizaç ões de histórias c ontadas. Exemplos de atividades lúdic as de representaç ão: 1) Apresentar várias idéias para a c rianç a representar: estátua, passarinho voando, mac ac o, gato. Ao bater de palmas elas deve troc ar de imitaç ão, até que todas as c rianç as tenham representado todas as idéias. 2) Expressar uma pessoa ou profissão. Voc ê pode dividir a turma em dois grupos. Enquanto um grupo representa uma profissão, o outro grupo tenta adivinhar qual é. Depois inverter as posiç ões. 3) T odos em c írc ulo. Uma c aixinha vai passado de mão em mão. Cada um retira um papel que c ontem um nome de animal ou sugestão de uma dramatizaç ão. Quem retira o papel representa e os demais tentam adivinhar. Cuidar para que tenha sugestões sufic ientes para todas as c rianç as partic iparem. Quando sentir que as c rianç as estão se desinibindo, introduza dramatizaç ões . Contar uma história, c om c alma e expressão. Depois de c ontar, pedir para as c rianç as repetirem a história e em seguida dramatizar c ada c ena. Sugestões: As histórias do livro “A Vida Fala”, I, II e III. TEATRO DE FANTOCHE OU DE VARA: No teatro de fantoc he ou de vara a c rianç a fic a mais a vontade e aprende a falar c om maior desenvoltura. É preferível, c om as c rianç as menores, inic iar c om o teatro de fantoc he ou vara antes da dramatizaç ão. Veja sugestões e técnicas no livro:PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EVANGELIZAÇÃO. Voc ê mesmo pode c riar histórias exaltando Deus c omo “Nosso Pai” que muito nos ama. Sugestão: Uma história que versa sobre dois irmãos muito pobres, órfão de pai, c uja mamãe fic a doente de repente. As c rianç as oram a Deus, pedindo ajuda para a mamãe. No dia seguinte, uma vizinha bate à porta e desc obre que a mamãe está doente. Chama um médic o, traz leite para as c rianç as e c uida delas até a mamãe se rec uperar. As c rianç as desc obrem c ontentes que, embora não tendo um papai enc arnado, Deus é Nosso Pai, nos ama muito e sempre atende nossos pedidos quando são justos e quando merec emos. Destac ar a importânc ia da prec e para “c onversarmos” c om Deus. Conte essa pequena história para as c rianç as, monte o roteiro c om as “falas” de c ada personagem. Deixe as c rianç as partic iparem da montagem e esc olher as “falas”. Se ainda não perc ebeu, perc eberá que as c rianç as são muito c riativas. e montarão o teatro de fantoc he ou vara sem muitas dific uldades. Para quem está c omeç ando, o teatro de vara é mais fác il. Basta rec ortar as figuras e c olar numa varinha. O palc o pode ser improvisado. As c rianç as fic am através de um móvel, c om apenas as mãos voltadas para c ima. (ver anexo 4) EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS: Montar uma exposiç ão para os pais e amigos c om todo o material rec olhido e c om o painel c riado por todos. A exposiç ão poderá oferec er ótima oportunidade de integraç ão entre as c rianç as e os próprios adultos, bem c omo a partic ipaç ão dos pais. ATIVIDADES DE INTERAÇÃO: Promover atividades de interaç ão entre as c rianç as do mesmo nível, de níveis diferentes e entre as c rianç as e adultos. O passeio no c ampo, a exposiç ão e as atividades artístic as propic iarão ótimas oportunidades para tal. INTEGRAÇÃO COM A FAMÍLIA: Manter os pais informados dos projetos realizados c om as c rianç as. Pedir que trabalhem c om as c rianç as em c asa, mostrando desde o c afé da manhã, as refeiç ões, o banho, até a hora de dormir que a Natureza está presente em nossa vida. A Natureza representa a bondade e o amor de Deus para c onosc o. Bibliografia: Pratica Pedagogica na Evangelizaçao- Walter Oliveira Alves- Instituto de Difusao Espirita