A integração no espaço europeu
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Índice:
 Introdução;
 O continente europeu;
 Os países da União Europeia;
 O processo de construção da europeia:
 Da CECA à CEE;
 A Europa dos 6 à 27;
 Do mercado comum à União Económica e Monetária;
 As grandes realizações da União Europeia;
 A Europa dos cidadãos;
 O que é o BREXIT?;
 Conclusão;
 Bibliografia.
Fig.1 - A União Europeia
Fig.2 - Símbolo da UE - bandeira
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O Continente Europeu
 A Europa tem uma superfície total de 10 milhões de km2, a UE ocupa
cerca de 4 milhões de km2. As superfícies de certos Estados-membros
variam em proporções desiguais: o maior é a França que tem 547030
km2 e o menor é Malta, com 316 km2.
 Atualmente, a UE é formada por 27 com dimensões desiguais. Estes
são agrupados em 4 grandes espaços: Europa Ocidental; Europa
Meridional (do Sul ou Mediterrânea); Europa do Norte (Setentrional);
Europa de Leste (Oriental).
 O relevo da Europa é diversificado onde predominam as planícies. A
maior planície chama-se Planície Central. Também encontramos
planaltos de baixas altitudes e cadeias montanhosas desgastadas
(Cárpatos, Pirenéus). O relevo montanhoso predomina no norte (montes
Escandinavos) e no sul (Alpes, Balcãs). No centro existe uma vasta
planície que se estende dos Pirenéus aos Montes Urais.
 Com o passar dos anos, a grande parte da vegetação foi devastada
devido á atividade humana como a agricultura e a construção. O clima e
o solo são os fatores que influenciam o desenvolvimento da vegetação.
As principais formações vegetais europeias são: Tundra e Taiga.
Fig. 5 - Clima da Europa Fig. 6 - Divisão da Europa
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Os países da União Europeia
 O projeto da Europa unida, iniciado com a criação de um espaço
económico único, em 1957, foi reforçado com o fim
da separação política e económica da Europa,
entre os países da Europa Ocidental e da Europa
de Leste e com o desmembramento do bloco
soviético no início dos anos 90.
 A diversidade que se verifica a nível
da distribuição dos valores da população pelos
diferentes países, estende-se às características
geográficas, eco nómicas, socais e culturais dos
mesmos, desde a superfície, os recursos naturais e
a língua, até ao regime político. A caracterização dos países
estende-se, naturalmente, a outros indicadores, como a atividade
económica dominante, o património arquitetónico e a cultura,
entre outros.
 A diversidade existente no espaço da UE, suportada na partilha
de valores comuns como a paz, a democracia e a solidariedade,
constitui um fator de dinamismo da sociedade europeia e um
exemplo de coabitação cultural.
Fig. 9 - Mapa político da Europa "mudo"
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O processo de construção europeia – da CECA a CEE
 O processo de construção europeia foi um processo longo e difícil. Em
1939-1945, aconteceu a II Grande Guerra Mundial, foi uma guerra
intensa com bombardeamentos que causaram grande destruição por
toda a Europa.
 Em consequência deste acontecimento, havia uma ideia de pós-guerra
de consolidar a paz e de reconstruir economicamente a Europa das
ruínas, através de uma organização que reunisse as economias dos
países beligerantes.
 A integração económica da Europa consistia na união de economias
nacionais, constituindo regiões económicas mais vastas onde não haja
impedimentos à livre troca de produtos.
 A 9 de Maio de 1950, por parte de Robert Schuman lança a ideia da
criação da CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço). Dado
isto, em 1951 no Tratado de Paris, dá-se a formação da CECA pelos os
países mais destruídos da guerra, sendo a França, Itália, Alemanha,
Bélgica, Holanda e Luxemburgo os países fundadores. Os objetivos da
CECA era produzir carvão e aço a baixos preços e comercializar, entre
os países membros, o carvão e o aço sem pagar taxas alfandegárias.
 A 25 de Março de 1957, pelo Tratado de Roma, dado ao sucesso da
CECA há a formação da CEE (Comunidade Económica Europeia), tendo
como objetivos a criação de um mercado comum e a livre circulação de
pessoas, bens e capitais, formando assim a "Europa dos seis".
 A livre circulação de produtos que circulam entre os estados-membros
não pagam direitos alfandegários.
Houve um aumento da produção de
bens e do crescimento da riqueza,
proporcionando o aumento do bem-
estar, dado a reconstrução económica
associada ao comércio.
Fig. 10 - "Europa dos 6"
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O processo de construção da europeia:Europados6 à27
 A paz e a prosperidade alcançadas com a criação da CEE, em 1957,
incentivaram outros países a integrar a Comunidade que, através de
alargamentos e limitações sucessivos, foi passando de 6 para 27 países.
Assim, podemos constatar que:
1.º Alargamento (1973) - adesão do Reino Unido, Dinamarca e Irlanda
2.º Alargamento (1981) - adesão da Grécia
3.º Alargamento (1986) - adesão de Portugal e Espanha
4.º Alargamento (1995) - adesão da Áustria, Suécia e Finlândia
5.º Alargamento (2004) - adesão da Eslováquia, República Checa, Hungria,
Polónia, Estónia, Lituânia, Letónia, Eslovénia, Malta e Chipre
6.º Alargamento (2007) - adesão da Roménia e Bulgária
7.º Alargamento (2013) - adesão da Croácia
1.º Limitação (2018) - Saída do Reino Unido da União Europeia
 Aderir à UE implica que os países candidatos respeitem os princípios da
liberdade, da democracia, do respeito pelos Direitos Humanos e pelo
Estado de
direito.
Fig. 11 - Alargamentos na
União Europeia
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O processo de construção europeia: do mercado
comum à União Económica e Monetária
 O mercado comum consiste em o euro ser partilhado por 13 países da
UE (zona euro) que representam dois terços da população da União.
Todas as notas e moedas em euros podem ser utilizadas em todos os
países onde o euro é aceite. Também, com o acompanhar dos vários
alargamentos da UE verifica-se a eliminação de impostos alfandegários
e dos entraves à circulação dos produtos, capitais, serviços e pessoas
entre os países que fazem parte da UE.
 Ao mercado sem fronteiras sucedeu-se a criação de uma união
económica em que instituições comuns a todos os Estados-membros da
UE definem políticas comuns nas áreas económica, social e política. A
adoção de políticas económicas comuns, como a política agrícola
comum, significa a transferência de parte da soberania dos Estados
nacionais para as instituições europeias, representando um maior grau
de integração.
 A criação da União foi acompanhada pela adoção de uma moeda
comum, o euro, pois o mercado sem fronteiras só poderia realizar-se
plenamente desta forma. O Tratado Maastricht, assinado em 1992,
transformou a CEE na União Europeia consagrando a União Económica
Monetária (UEM), tendo como principal objetivo a constituição de um
mercado comum com a sua própria moeda e é dada ainda a
possibilidade de liberdade da circulação do euro no seu país. A Nato
com este Tratado assume-se como uma componente militar da UE
(assegurando paz e defesa).
da União Europeia
Etapas de
Aprofundamento da
Construção Europeia
 1957 - Criação da CEE com o objetivo da livre circulação
de produtos
 1986 - Objetivo da criação do mercado comum
 1992 - Objetivo da criação de uma União Económica e
Monetária
 1999 - Criação da moeda única
 2002 - Entrada em circulação das notas e moedas em
euros
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 Quais os benefíciosdo mercado comum e da moedaúnica
para o cidadão?
 Com a eliminação das barreiras à livre circulação os bens, os capitais,
os serviços e as pessoas circulam livremente no espaço europeu,
havendo mais trocas, mais comércio, mais emprego e mais riqueza. Os
consumidores também são beneficiados, pois a maior concorrência
entre empresas passam a dispor de um leque maior escolhas e de
preços mais reduzidos. Sendo o mercado livre, há maior necessidade de
criar normas reguladoras da produção e da distribuição e de aplicar em
todos os Estados-membros. O aumento da riqueza e do bem-estar pode
ser avaliado pelo PIB, ainda existem desigualdades sociais.
 A introdução (1999) e a entrada (2002) do euro, em circulação,
potencializam os benefícios do mercado comum. As empresas viram
diminuir os custos de transação dos bens, pois deixou de ser necessária
a realização de câmbios, e os custos de fronteira foram eliminados. O
acesso livre aos capitais veio facilitar o investimento no espaço europeu
e permitir às empresas e aos consumidores obter o crédito a taxas mais
favoráveis. Os consumidores não precisam de cambiar o dinheiro,
podendo ainda usufruir de viagens mais baratas.
 A entrada dos 12 países da Europa Central e Ocidental (em 2004 e
2007) representou, não só o aumento da área do território e da
população da UE, como o fim da separação política da Europa. Com a
entrada destes países, os continentes europeus reforçou o seu potencial
económico e a sua segurança.
Fig. 12 - Notas e moedas
europeias
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Europa dos cidadãos
 A Cidadania Europeia consistia nos direitos específicos do cidadão
europeu pelo facto de ser nacional de um dos Estados-membros.
 A consciência de pertencer a UE e de partilhar um destino comum exige
o envolvimento dos cidadãos nas atividades da UE, o que constitui um
desafio para as instituições que gerem a União. Os principais órgãos da
UE são: o Parlamento Europeu; Comissão Europeia; Banco Central
Europeu; Conselho da UE; Tribunal da Justiça.
 Os exemplos de práticas que fomentam a criação de uma consciência
cultural comum são a existência de símbolos europeus como o hino da
Europa, a bandeira e o dia da Europa (9 de Maio) constituem elementos
representativos de uma identidade comum.
 Cidadania europeia - direitos do cidadão europeu:
 Circular, residir e trabalhar em qualquer país da União.
 Estudar, receber formação ou fazer investigação noutro Estado-membro.
 Candidatar-se e votar nas eleições locais e europeias.
 Receber tratamento médico noutro Estado-membro e continuar coberto
pelo sistema de segurança social do país de origem.
 Gozar a reforma noutro Estado-membro.
 Receber proteção diplomática em países terceiros, por parte das
embaixadas e consulados de todos os Estados-membros.
Programas da UE relativos à aprendizagem
Área abrangida Programa da UE Objetivos
Ensino básico e secundário Comenius Participação em atividades
escolares comuns
Ensino superior Erasmus Frequência de universidades
europeias
Formação profissional Leonardo da Vinci Estágios em empresas e
centros de formação de outro
país europeu
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BREXIT
 Brexit é a abreviação de Britain Exit, uma expressão inglesa que
significa “Saída Britânica”. Este termo refere se ao plano que prevê a
saída do Reino Unido da União Europeia.
 A decisão sobre a saída do Reino Unido do bloco económico europeu foi
feita a partir de um referendo popular, realizado em 23 de Junho de
2016.
 A maioria dos eleitores da Inglaterra e País de Gales votaram a favor da
saída do Reino Unido, enquanto que grande parte dos cidadãos da
Escócia e Irlanda do Norte se manifestaram por permanecer na UE.
 Em 2018, dá-se a saída do Reino Unido da União Europeia, este país
deixa de integrar o espaço comunitário em todas as suas dimensões
(política, económica, social e cultural).
Conclusão
 Com este trabalho, ficamos a perceber melhor a diversidade a nível
económica, cultural, social e política e também, a formação da União
Europeia.
Bibliografia
 Livro de Área de Integração;
 Vários sites de Internet, relativos a União Europeia;
 Google Imagens
Fig. 13 - BREXIT

Europa

  • 1.
    A integração noespaço europeu
  • 2.
    Página 2 de10 Índice:  Introdução;  O continente europeu;  Os países da União Europeia;  O processo de construção da europeia:  Da CECA à CEE;  A Europa dos 6 à 27;  Do mercado comum à União Económica e Monetária;  As grandes realizações da União Europeia;  A Europa dos cidadãos;  O que é o BREXIT?;  Conclusão;  Bibliografia. Fig.1 - A União Europeia Fig.2 - Símbolo da UE - bandeira
  • 3.
    Página 3 de10 O Continente Europeu  A Europa tem uma superfície total de 10 milhões de km2, a UE ocupa cerca de 4 milhões de km2. As superfícies de certos Estados-membros variam em proporções desiguais: o maior é a França que tem 547030 km2 e o menor é Malta, com 316 km2.  Atualmente, a UE é formada por 27 com dimensões desiguais. Estes são agrupados em 4 grandes espaços: Europa Ocidental; Europa Meridional (do Sul ou Mediterrânea); Europa do Norte (Setentrional); Europa de Leste (Oriental).  O relevo da Europa é diversificado onde predominam as planícies. A maior planície chama-se Planície Central. Também encontramos planaltos de baixas altitudes e cadeias montanhosas desgastadas (Cárpatos, Pirenéus). O relevo montanhoso predomina no norte (montes Escandinavos) e no sul (Alpes, Balcãs). No centro existe uma vasta planície que se estende dos Pirenéus aos Montes Urais.  Com o passar dos anos, a grande parte da vegetação foi devastada devido á atividade humana como a agricultura e a construção. O clima e o solo são os fatores que influenciam o desenvolvimento da vegetação. As principais formações vegetais europeias são: Tundra e Taiga. Fig. 5 - Clima da Europa Fig. 6 - Divisão da Europa
  • 4.
    Página 4 de10 Os países da União Europeia  O projeto da Europa unida, iniciado com a criação de um espaço económico único, em 1957, foi reforçado com o fim da separação política e económica da Europa, entre os países da Europa Ocidental e da Europa de Leste e com o desmembramento do bloco soviético no início dos anos 90.  A diversidade que se verifica a nível da distribuição dos valores da população pelos diferentes países, estende-se às características geográficas, eco nómicas, socais e culturais dos mesmos, desde a superfície, os recursos naturais e a língua, até ao regime político. A caracterização dos países estende-se, naturalmente, a outros indicadores, como a atividade económica dominante, o património arquitetónico e a cultura, entre outros.  A diversidade existente no espaço da UE, suportada na partilha de valores comuns como a paz, a democracia e a solidariedade, constitui um fator de dinamismo da sociedade europeia e um exemplo de coabitação cultural. Fig. 9 - Mapa político da Europa "mudo"
  • 5.
    Página 5 de10 O processo de construção europeia – da CECA a CEE  O processo de construção europeia foi um processo longo e difícil. Em 1939-1945, aconteceu a II Grande Guerra Mundial, foi uma guerra intensa com bombardeamentos que causaram grande destruição por toda a Europa.  Em consequência deste acontecimento, havia uma ideia de pós-guerra de consolidar a paz e de reconstruir economicamente a Europa das ruínas, através de uma organização que reunisse as economias dos países beligerantes.  A integração económica da Europa consistia na união de economias nacionais, constituindo regiões económicas mais vastas onde não haja impedimentos à livre troca de produtos.  A 9 de Maio de 1950, por parte de Robert Schuman lança a ideia da criação da CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço). Dado isto, em 1951 no Tratado de Paris, dá-se a formação da CECA pelos os países mais destruídos da guerra, sendo a França, Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda e Luxemburgo os países fundadores. Os objetivos da CECA era produzir carvão e aço a baixos preços e comercializar, entre os países membros, o carvão e o aço sem pagar taxas alfandegárias.  A 25 de Março de 1957, pelo Tratado de Roma, dado ao sucesso da CECA há a formação da CEE (Comunidade Económica Europeia), tendo como objetivos a criação de um mercado comum e a livre circulação de pessoas, bens e capitais, formando assim a "Europa dos seis".  A livre circulação de produtos que circulam entre os estados-membros não pagam direitos alfandegários. Houve um aumento da produção de bens e do crescimento da riqueza, proporcionando o aumento do bem- estar, dado a reconstrução económica associada ao comércio. Fig. 10 - "Europa dos 6"
  • 6.
    Página 6 de10 O processo de construção da europeia:Europados6 à27  A paz e a prosperidade alcançadas com a criação da CEE, em 1957, incentivaram outros países a integrar a Comunidade que, através de alargamentos e limitações sucessivos, foi passando de 6 para 27 países. Assim, podemos constatar que: 1.º Alargamento (1973) - adesão do Reino Unido, Dinamarca e Irlanda 2.º Alargamento (1981) - adesão da Grécia 3.º Alargamento (1986) - adesão de Portugal e Espanha 4.º Alargamento (1995) - adesão da Áustria, Suécia e Finlândia 5.º Alargamento (2004) - adesão da Eslováquia, República Checa, Hungria, Polónia, Estónia, Lituânia, Letónia, Eslovénia, Malta e Chipre 6.º Alargamento (2007) - adesão da Roménia e Bulgária 7.º Alargamento (2013) - adesão da Croácia 1.º Limitação (2018) - Saída do Reino Unido da União Europeia  Aderir à UE implica que os países candidatos respeitem os princípios da liberdade, da democracia, do respeito pelos Direitos Humanos e pelo Estado de direito. Fig. 11 - Alargamentos na União Europeia
  • 7.
    Página 7 de10 O processo de construção europeia: do mercado comum à União Económica e Monetária  O mercado comum consiste em o euro ser partilhado por 13 países da UE (zona euro) que representam dois terços da população da União. Todas as notas e moedas em euros podem ser utilizadas em todos os países onde o euro é aceite. Também, com o acompanhar dos vários alargamentos da UE verifica-se a eliminação de impostos alfandegários e dos entraves à circulação dos produtos, capitais, serviços e pessoas entre os países que fazem parte da UE.  Ao mercado sem fronteiras sucedeu-se a criação de uma união económica em que instituições comuns a todos os Estados-membros da UE definem políticas comuns nas áreas económica, social e política. A adoção de políticas económicas comuns, como a política agrícola comum, significa a transferência de parte da soberania dos Estados nacionais para as instituições europeias, representando um maior grau de integração.  A criação da União foi acompanhada pela adoção de uma moeda comum, o euro, pois o mercado sem fronteiras só poderia realizar-se plenamente desta forma. O Tratado Maastricht, assinado em 1992, transformou a CEE na União Europeia consagrando a União Económica Monetária (UEM), tendo como principal objetivo a constituição de um mercado comum com a sua própria moeda e é dada ainda a possibilidade de liberdade da circulação do euro no seu país. A Nato com este Tratado assume-se como uma componente militar da UE (assegurando paz e defesa). da União Europeia Etapas de Aprofundamento da Construção Europeia  1957 - Criação da CEE com o objetivo da livre circulação de produtos  1986 - Objetivo da criação do mercado comum  1992 - Objetivo da criação de uma União Económica e Monetária  1999 - Criação da moeda única  2002 - Entrada em circulação das notas e moedas em euros
  • 8.
    Página 8 de10  Quais os benefíciosdo mercado comum e da moedaúnica para o cidadão?  Com a eliminação das barreiras à livre circulação os bens, os capitais, os serviços e as pessoas circulam livremente no espaço europeu, havendo mais trocas, mais comércio, mais emprego e mais riqueza. Os consumidores também são beneficiados, pois a maior concorrência entre empresas passam a dispor de um leque maior escolhas e de preços mais reduzidos. Sendo o mercado livre, há maior necessidade de criar normas reguladoras da produção e da distribuição e de aplicar em todos os Estados-membros. O aumento da riqueza e do bem-estar pode ser avaliado pelo PIB, ainda existem desigualdades sociais.  A introdução (1999) e a entrada (2002) do euro, em circulação, potencializam os benefícios do mercado comum. As empresas viram diminuir os custos de transação dos bens, pois deixou de ser necessária a realização de câmbios, e os custos de fronteira foram eliminados. O acesso livre aos capitais veio facilitar o investimento no espaço europeu e permitir às empresas e aos consumidores obter o crédito a taxas mais favoráveis. Os consumidores não precisam de cambiar o dinheiro, podendo ainda usufruir de viagens mais baratas.  A entrada dos 12 países da Europa Central e Ocidental (em 2004 e 2007) representou, não só o aumento da área do território e da população da UE, como o fim da separação política da Europa. Com a entrada destes países, os continentes europeus reforçou o seu potencial económico e a sua segurança. Fig. 12 - Notas e moedas europeias
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    Página 9 de10 Europa dos cidadãos  A Cidadania Europeia consistia nos direitos específicos do cidadão europeu pelo facto de ser nacional de um dos Estados-membros.  A consciência de pertencer a UE e de partilhar um destino comum exige o envolvimento dos cidadãos nas atividades da UE, o que constitui um desafio para as instituições que gerem a União. Os principais órgãos da UE são: o Parlamento Europeu; Comissão Europeia; Banco Central Europeu; Conselho da UE; Tribunal da Justiça.  Os exemplos de práticas que fomentam a criação de uma consciência cultural comum são a existência de símbolos europeus como o hino da Europa, a bandeira e o dia da Europa (9 de Maio) constituem elementos representativos de uma identidade comum.  Cidadania europeia - direitos do cidadão europeu:  Circular, residir e trabalhar em qualquer país da União.  Estudar, receber formação ou fazer investigação noutro Estado-membro.  Candidatar-se e votar nas eleições locais e europeias.  Receber tratamento médico noutro Estado-membro e continuar coberto pelo sistema de segurança social do país de origem.  Gozar a reforma noutro Estado-membro.  Receber proteção diplomática em países terceiros, por parte das embaixadas e consulados de todos os Estados-membros. Programas da UE relativos à aprendizagem Área abrangida Programa da UE Objetivos Ensino básico e secundário Comenius Participação em atividades escolares comuns Ensino superior Erasmus Frequência de universidades europeias Formação profissional Leonardo da Vinci Estágios em empresas e centros de formação de outro país europeu
  • 10.
    Página 10 de10 BREXIT  Brexit é a abreviação de Britain Exit, uma expressão inglesa que significa “Saída Britânica”. Este termo refere se ao plano que prevê a saída do Reino Unido da União Europeia.  A decisão sobre a saída do Reino Unido do bloco económico europeu foi feita a partir de um referendo popular, realizado em 23 de Junho de 2016.  A maioria dos eleitores da Inglaterra e País de Gales votaram a favor da saída do Reino Unido, enquanto que grande parte dos cidadãos da Escócia e Irlanda do Norte se manifestaram por permanecer na UE.  Em 2018, dá-se a saída do Reino Unido da União Europeia, este país deixa de integrar o espaço comunitário em todas as suas dimensões (política, económica, social e cultural). Conclusão  Com este trabalho, ficamos a perceber melhor a diversidade a nível económica, cultural, social e política e também, a formação da União Europeia. Bibliografia  Livro de Área de Integração;  Vários sites de Internet, relativos a União Europeia;  Google Imagens Fig. 13 - BREXIT