TV MODERNO Ficheiros da Saúde Com Ana Mafalda   Ramos-154 Duarte Fialho-823 Joana Silva - 1346 Sílvia Silva - 2564
Epilepsia
Através da história: É uma das doenças do sistema nervoso conhecida há mais tempo: cerca de 3000 anos a.C. já era representada em papiros; Os Gregos, criadores do termo epilepsia (epilhyia = surpresa) acreditavam que só um deus seria capaz de possuir um homem, provocando convusões; São Valentim, patrono dos epilépticos, é representado benzendo os corpos de 2 doentes; Durante vários séculos acreditou-se que era uma doença contagiosa ou mental; John Hughlings Jackson (1835 - 1911) Foi em 1873 que o neurologista inglês Jackson estabeleceu que a epilepsia se devia a descargas da substância cinzenta cerebral.
O que é a epilepsia? Alteração na actividade eléctrica do cérebro  excessiva actividade neuronal Qualquer pessoa pode sofrer de um ataque epiléptico (convulsões) devido a: Choque eléctrico; Deficiência em oxigénio; Traumatismo craniano; Baixa de açúcar no sangue; Abuso da cocaína. 1 em cada 20 pessoas têm uma única crise isolada durante a sua vida; Uma crise isolada não é sinónimo de epilepsia; Este termo emprega-se quando as crises têm tendência a repetir-se, espontaneamente, ao longo do tempo.
Quem está em risco? Pode iniciar-se em qualquer idade, mas é mais comum até aos 25 e depois dos 65. A epilepsia afecta milhões de pessoas em todo o mundo, calculando-se que,  em cada 1000 portugueses, 4 a 7 sofram desta doença . Casos de epilepsia por idade:
Zonas cerebrais afectadas Pode ser afectada uma ou mais áreas cerebrais; Os diferentes tipos de epilepsia são classificados quanto às áreas afectadas; Consoante as áreas afectadas ocorrem sintomas distintos;
Generalizadas:   Mioclónica, Ausência, Tónicas, Atónicas, Clónicas, Tónico – Clónicas; Parciais:  dividem-se em dois subconjuntos: simples (sensoriais, sensoriais especiais, motora) e complexas (Psíquicas, Automatismos) Crise Parcial com Generalização Secundária Crises Reflexas Crises Não-Classificáveis Estado de Mal Epiléptico Tipos de crises epilépticas
Tipos de crises epilépticas  (Generalizadas) Crise Mioclónica: Contracções musculares súbitas;  Atingem todo o corpo ou partes do mesmo; O doente pode atirar com o que tem nas mãos; O doente pode cair de uma cadeira; O que fazer?  Não é necessária ajuda; Quando da primeira crise, recorrer ao médico.
Ausência (Pequeno Mal) Paragem súbita, durante segundos, mais comum em crianças; Por vezes pestanejo ou movimentos mastigatórios; Recuperação rápida, com amnésia do doente; Quando não reconhecida, origina problemas na aprendizagem. O que fazer? Não é necessária ajuda; Quando da primeira crise, recorrer ao médico. Tipos de crises epilépticas (Generalizadas)
Tipos de crises epilépticas  (Generalizadas) Crise Generalizada Tónico-Clónica (Grande Mal) Queda súbita  Rigidez e contracção muscular Convulsões  Mordedura da língua Choro  Incontinência  Paragem de respiração (em menos de 5 minutos reaparece)  Possível confusão e/ou fadiga antes do retorno à normalidade
Tipos de crises epilépticas (Generalizadas) O que fazer na crise generalizada Tónico-Clónica?  Deitar o doente no chão, de lado; Tirar-lhe os óculos; Desapertar a gravata, o colarinho e o cinto; Proteger a cabeça de se traumatizar; Afastar objectos que possam magoar o doente; Ver se traz alguma identificação médica; Jamais obstruir a boca; A hospitalização só é necessária se: A convulsão durar mais de 5 minutos; As convulsões se seguirem ininterruptamente sem recuperação da consciência entre elas;  Se a pessoa estiver grávida ou diabética;
Tipos de crises epilépticas (Parciais) Crise parcial simples : Convulsões limitadas a uma área do corpo, mas podem estender-se a outras áreas; Sensação de formigueiros ou picada; Visualização ou audição de coisas ou sons que não estão presentes; Sensação inexplicável de medo ou de prazer; Cheiros ou gostos desagradáveis, sem nada haver que os provoque; Sensação “esquisita” no estômago.   O que fazer? Não é necessária ajuda, excepto quando a crise evolui para convulsões generalizadas; Basta sossegar o doente e dar-lhe apoio; Quando da primeira crise, recorrer ao médico.  
Crise parcial complexa : Ataques parciais recorrentes marcados por deficiência cognitiva; Alucinações formadas e ilusões;  Sentimentos emocionais intensos, confusão e desorientação espacial; Actividade motora focal, alterações sensoriais e automatismo; Geralmente originam-se em focos de um ou ambos os lobos temporais.   O que fazer?  Quando da primeira crise, recorrer ao médico; Basta sossegar o doente e dar-lhe apoio; Não é necessária ajuda, excepto quando a crise evolui para convulsões generalizadas. Tipos de crises epilépticas (Parciais)
Tipos de crises epilépticas Estado de Mal Epiléptico Série de convulsões que não permitem a recuperação da consciência O paciente necessita de  hospitalização imediata  visto que esta crise pode ser mortal ou provocar lesões cerebrais
Como diagnosticar? Puramente clínico, através da descrição das crises; O electroencefalograma (EEG), mede a actividade eléctrica do cérebro (detecta o aumento dessa actividade); Pode ser necessário recorrer-se a exames de imagem (TAC) ou Ressonância Magnética Nuclear; Nenhum destes exames auxiliares faz o diagnóstico da epilepsia. Uma pessoa epiléptica pode ter o EEG normal; Pode ser normal quando a actividade eléctrica anormal se processa na profundidade do cérebro.
Causas Traumatismo Cranianos Traumatismos de Parto Drogas ou toxinas AVC ou Problemas Cardiovasculares Doenças Infecciosas ou Tumores Genéticas
Estatísticas
Causas Identificada a causa  Sintomática Causa Não Identificada  Idiopática Quando se desconfia de uma causa mas não se tem a certeza da mesma  Criptogénica
Tratamento Tipo de crises; Diagnóstico precoce da doença; Eficácia do(s) medicamento(s) utilizado(s); Cumprimento da medicação; Existência de outras lesões associadas; Problemas sócio - profissionais  O sucesso do tratamento depende de vários factores:
Começa-se sempre a medicação com um único medicamento (monoterapia) de acordo com o tipo de crises; Os principais medicamentos (anticonvulsionantes) utilizados são: Fenobarbital  Fenitoína Valproato Carbamazepina Depakene Qual a medicação adequada? Bloqueiam os canais de sódio, evitando a transmissão do impulso nervoso
A remoção cirúrgica das áreas cerebrais responsáveis pelas crises iniciou--se há cerca de 50 anos; Com as novas técnicas cirúrgicas cada vez se realizam mais operações bem sucedidas;  Pode ser praticada em crianças e adultos, mas não serve para todas as pessoas com epilepsia; Para saber se a pessoa beneficia com a cirurgia os médicos pretendem saber: Os ataques são realmente crises epilépticas? Foi tentado um controlo medicamentoso exaustivo? Os benefícios ultrapassam os riscos da cirurgia? A cirurgia como tratamento
Todos os tipos de cirurgia envolvem o cérebro; Podem ser feitos 2 tipos de cirurgia: Remoção da área cerebral responsável pela produção de crises; Interrupção das vias nervosas ao longo das quais se espalham os impulsos que transmitem as crises. Lobectomia   Destina-se a remover um dos lobos cerebrais (frontal, occipital, temporal e parietal); Pratica-se quando uma pessoa tem crises que se iniciam sempre no mesmo lobo, desde que não seja lesada nenhuma função vital; Algumas vezes limita-se a retirar apenas o local onde se situa o fico epiléptico. Tipos de cirurgia
Hemisferectomia Remoção de quase um dos hemisférios do cérebro; Aconselhável quando há crianças que têm uma lesão mais grave envolvendo uma metade do cérebro, provocando crises incontroláveis; O hemisfério que fica toma conta de algumas das funções da parte removida; Tipos de cirurgia Produz-se fraqueza e perda de alguns movimentos na metade oposta do corpo, bem como perda da visão periférica.
Calosotomia  Corta-se a ponte onde passam as fibras que conectam uma metade cerebral com a outra (corpo caloso) impedindo a difusão da crise; As crises não cessam inteiramente pois há actividade epiléptica num ou noutro lado do cérebro, mas os efeitos são menos graves; Se as crises continuam efectua-se uma 2ª intervenção destinada a separar completamente os 2 hemisférios cerebrais. Tipos de cirurgia É praticada em duas fases: A 1ª intervenção separa parcialmente os 2 hemisférios cerebrais poupando algumas conexões entre eles;
Ressecções subpiais múltiplas Consiste em praticar pequenas incisões no cérebro impedindo a difusão dos impulsos responsáveis pelas crises;  Esta técnica pode praticar-se isoladamente ou associada à lobectomia; Tipos de cirurgia Substitui a cirurgia de remoção das áreas da linguagem e dos movimentos que podem levar à perda de linguagem ou paralisia.
Conselhos para a pessoa com epilepsia Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas; Fazer repouso nocturno suficiente; Não tomar banhos de imersão; Não nadar sozinho, nem fora de pé, mesmo acompanhado; Evitar outras actividades perigosas; Evitar alguns medicamentos. Profissões perigosas: Mergulhador; Bombeiro; Piloto; Actividades com químicos ou máquinas perigosas.
Famosos com a doença Júlio César Dostoievsky Sócrates  Pascal Charles Dickens Paganini Saul Berlioz Molière  Charles Dickens (1812 – 1870)   Hector Berlioz (1803 - 1869)
FIM

Epilepsia final

  • 1.
    TV MODERNO Ficheirosda Saúde Com Ana Mafalda Ramos-154 Duarte Fialho-823 Joana Silva - 1346 Sílvia Silva - 2564
  • 2.
  • 3.
    Através da história:É uma das doenças do sistema nervoso conhecida há mais tempo: cerca de 3000 anos a.C. já era representada em papiros; Os Gregos, criadores do termo epilepsia (epilhyia = surpresa) acreditavam que só um deus seria capaz de possuir um homem, provocando convusões; São Valentim, patrono dos epilépticos, é representado benzendo os corpos de 2 doentes; Durante vários séculos acreditou-se que era uma doença contagiosa ou mental; John Hughlings Jackson (1835 - 1911) Foi em 1873 que o neurologista inglês Jackson estabeleceu que a epilepsia se devia a descargas da substância cinzenta cerebral.
  • 4.
    O que éa epilepsia? Alteração na actividade eléctrica do cérebro excessiva actividade neuronal Qualquer pessoa pode sofrer de um ataque epiléptico (convulsões) devido a: Choque eléctrico; Deficiência em oxigénio; Traumatismo craniano; Baixa de açúcar no sangue; Abuso da cocaína. 1 em cada 20 pessoas têm uma única crise isolada durante a sua vida; Uma crise isolada não é sinónimo de epilepsia; Este termo emprega-se quando as crises têm tendência a repetir-se, espontaneamente, ao longo do tempo.
  • 5.
    Quem está emrisco? Pode iniciar-se em qualquer idade, mas é mais comum até aos 25 e depois dos 65. A epilepsia afecta milhões de pessoas em todo o mundo, calculando-se que, em cada 1000 portugueses, 4 a 7 sofram desta doença . Casos de epilepsia por idade:
  • 6.
    Zonas cerebrais afectadasPode ser afectada uma ou mais áreas cerebrais; Os diferentes tipos de epilepsia são classificados quanto às áreas afectadas; Consoante as áreas afectadas ocorrem sintomas distintos;
  • 7.
    Generalizadas: Mioclónica, Ausência, Tónicas, Atónicas, Clónicas, Tónico – Clónicas; Parciais: dividem-se em dois subconjuntos: simples (sensoriais, sensoriais especiais, motora) e complexas (Psíquicas, Automatismos) Crise Parcial com Generalização Secundária Crises Reflexas Crises Não-Classificáveis Estado de Mal Epiléptico Tipos de crises epilépticas
  • 8.
    Tipos de crisesepilépticas (Generalizadas) Crise Mioclónica: Contracções musculares súbitas; Atingem todo o corpo ou partes do mesmo; O doente pode atirar com o que tem nas mãos; O doente pode cair de uma cadeira; O que fazer? Não é necessária ajuda; Quando da primeira crise, recorrer ao médico.
  • 9.
    Ausência (Pequeno Mal)Paragem súbita, durante segundos, mais comum em crianças; Por vezes pestanejo ou movimentos mastigatórios; Recuperação rápida, com amnésia do doente; Quando não reconhecida, origina problemas na aprendizagem. O que fazer? Não é necessária ajuda; Quando da primeira crise, recorrer ao médico. Tipos de crises epilépticas (Generalizadas)
  • 10.
    Tipos de crisesepilépticas (Generalizadas) Crise Generalizada Tónico-Clónica (Grande Mal) Queda súbita Rigidez e contracção muscular Convulsões Mordedura da língua Choro Incontinência Paragem de respiração (em menos de 5 minutos reaparece) Possível confusão e/ou fadiga antes do retorno à normalidade
  • 11.
    Tipos de crisesepilépticas (Generalizadas) O que fazer na crise generalizada Tónico-Clónica? Deitar o doente no chão, de lado; Tirar-lhe os óculos; Desapertar a gravata, o colarinho e o cinto; Proteger a cabeça de se traumatizar; Afastar objectos que possam magoar o doente; Ver se traz alguma identificação médica; Jamais obstruir a boca; A hospitalização só é necessária se: A convulsão durar mais de 5 minutos; As convulsões se seguirem ininterruptamente sem recuperação da consciência entre elas; Se a pessoa estiver grávida ou diabética;
  • 12.
    Tipos de crisesepilépticas (Parciais) Crise parcial simples : Convulsões limitadas a uma área do corpo, mas podem estender-se a outras áreas; Sensação de formigueiros ou picada; Visualização ou audição de coisas ou sons que não estão presentes; Sensação inexplicável de medo ou de prazer; Cheiros ou gostos desagradáveis, sem nada haver que os provoque; Sensação “esquisita” no estômago.   O que fazer? Não é necessária ajuda, excepto quando a crise evolui para convulsões generalizadas; Basta sossegar o doente e dar-lhe apoio; Quando da primeira crise, recorrer ao médico.  
  • 13.
    Crise parcial complexa: Ataques parciais recorrentes marcados por deficiência cognitiva; Alucinações formadas e ilusões; Sentimentos emocionais intensos, confusão e desorientação espacial; Actividade motora focal, alterações sensoriais e automatismo; Geralmente originam-se em focos de um ou ambos os lobos temporais.   O que fazer? Quando da primeira crise, recorrer ao médico; Basta sossegar o doente e dar-lhe apoio; Não é necessária ajuda, excepto quando a crise evolui para convulsões generalizadas. Tipos de crises epilépticas (Parciais)
  • 14.
    Tipos de crisesepilépticas Estado de Mal Epiléptico Série de convulsões que não permitem a recuperação da consciência O paciente necessita de hospitalização imediata visto que esta crise pode ser mortal ou provocar lesões cerebrais
  • 15.
    Como diagnosticar? Puramenteclínico, através da descrição das crises; O electroencefalograma (EEG), mede a actividade eléctrica do cérebro (detecta o aumento dessa actividade); Pode ser necessário recorrer-se a exames de imagem (TAC) ou Ressonância Magnética Nuclear; Nenhum destes exames auxiliares faz o diagnóstico da epilepsia. Uma pessoa epiléptica pode ter o EEG normal; Pode ser normal quando a actividade eléctrica anormal se processa na profundidade do cérebro.
  • 16.
    Causas Traumatismo CranianosTraumatismos de Parto Drogas ou toxinas AVC ou Problemas Cardiovasculares Doenças Infecciosas ou Tumores Genéticas
  • 17.
  • 18.
    Causas Identificada acausa Sintomática Causa Não Identificada Idiopática Quando se desconfia de uma causa mas não se tem a certeza da mesma Criptogénica
  • 19.
    Tratamento Tipo decrises; Diagnóstico precoce da doença; Eficácia do(s) medicamento(s) utilizado(s); Cumprimento da medicação; Existência de outras lesões associadas; Problemas sócio - profissionais O sucesso do tratamento depende de vários factores:
  • 20.
    Começa-se sempre amedicação com um único medicamento (monoterapia) de acordo com o tipo de crises; Os principais medicamentos (anticonvulsionantes) utilizados são: Fenobarbital Fenitoína Valproato Carbamazepina Depakene Qual a medicação adequada? Bloqueiam os canais de sódio, evitando a transmissão do impulso nervoso
  • 21.
    A remoção cirúrgicadas áreas cerebrais responsáveis pelas crises iniciou--se há cerca de 50 anos; Com as novas técnicas cirúrgicas cada vez se realizam mais operações bem sucedidas; Pode ser praticada em crianças e adultos, mas não serve para todas as pessoas com epilepsia; Para saber se a pessoa beneficia com a cirurgia os médicos pretendem saber: Os ataques são realmente crises epilépticas? Foi tentado um controlo medicamentoso exaustivo? Os benefícios ultrapassam os riscos da cirurgia? A cirurgia como tratamento
  • 22.
    Todos os tiposde cirurgia envolvem o cérebro; Podem ser feitos 2 tipos de cirurgia: Remoção da área cerebral responsável pela produção de crises; Interrupção das vias nervosas ao longo das quais se espalham os impulsos que transmitem as crises. Lobectomia Destina-se a remover um dos lobos cerebrais (frontal, occipital, temporal e parietal); Pratica-se quando uma pessoa tem crises que se iniciam sempre no mesmo lobo, desde que não seja lesada nenhuma função vital; Algumas vezes limita-se a retirar apenas o local onde se situa o fico epiléptico. Tipos de cirurgia
  • 23.
    Hemisferectomia Remoção dequase um dos hemisférios do cérebro; Aconselhável quando há crianças que têm uma lesão mais grave envolvendo uma metade do cérebro, provocando crises incontroláveis; O hemisfério que fica toma conta de algumas das funções da parte removida; Tipos de cirurgia Produz-se fraqueza e perda de alguns movimentos na metade oposta do corpo, bem como perda da visão periférica.
  • 24.
    Calosotomia Corta-sea ponte onde passam as fibras que conectam uma metade cerebral com a outra (corpo caloso) impedindo a difusão da crise; As crises não cessam inteiramente pois há actividade epiléptica num ou noutro lado do cérebro, mas os efeitos são menos graves; Se as crises continuam efectua-se uma 2ª intervenção destinada a separar completamente os 2 hemisférios cerebrais. Tipos de cirurgia É praticada em duas fases: A 1ª intervenção separa parcialmente os 2 hemisférios cerebrais poupando algumas conexões entre eles;
  • 25.
    Ressecções subpiais múltiplasConsiste em praticar pequenas incisões no cérebro impedindo a difusão dos impulsos responsáveis pelas crises; Esta técnica pode praticar-se isoladamente ou associada à lobectomia; Tipos de cirurgia Substitui a cirurgia de remoção das áreas da linguagem e dos movimentos que podem levar à perda de linguagem ou paralisia.
  • 26.
    Conselhos para apessoa com epilepsia Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas; Fazer repouso nocturno suficiente; Não tomar banhos de imersão; Não nadar sozinho, nem fora de pé, mesmo acompanhado; Evitar outras actividades perigosas; Evitar alguns medicamentos. Profissões perigosas: Mergulhador; Bombeiro; Piloto; Actividades com químicos ou máquinas perigosas.
  • 27.
    Famosos com adoença Júlio César Dostoievsky Sócrates Pascal Charles Dickens Paganini Saul Berlioz Molière Charles Dickens (1812 – 1870)   Hector Berlioz (1803 - 1869)
  • 28.