CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - LTDA
CENTRO LITERATUS - CEL
CURSO DE TECNICO EM ENFERMAGEM
NEUROPSIQUIATRÍA
Esquizofrenia
CRISLANE DA SILVA SANTOS
JAMILIS SIMÕES DOS SANTOS
JANDRESSON SOARES DE ARAÚJO
MARIA IVONE VIEIRA DA SILVA
NATHALIA MELYSSA DUARTE MORAES
17 18/16M
Kraepelin realizava uma operação, que envolvia os três tipos clínicos
distintos previamente delimitados e aceitos na tradição psiquiátrica – a
catatonia de Kahlbaum, a hebefrenia de Hecker e uma forma psicótica
delirante, por ele denominada de paranóide, Kraepelin buscará demonstrar
que se tratam. E assim que a sexta edição do Tratado de Psiquiatria, de
1899, apresenta a “Demência precoce” como uma doença única, englobando
as três entidades previamente descritas, agora a título de diferentes formas
clínicas: catatônica, hebefrênica e paranóide.
Conceito
Emil Kraepelin (5 de fevereiro de 1856 — 7 de Outubro de de 1926)
Esquizofrenia
Conceito
Esquizofrenia
Paul Eugen Bleuler (30 de Abril de 1857 – 15 de Julho de 1939)
No começo do século XX, por achar o termo anterior inadequado ao que
a doença realmente representa para o paciente e também para a sociedade,
nomeou-a de esquizofrenia. Não é irrelevante a substituição da designação. A
palavra “esquizofrenia” significa, “mente cindida”, ou seja no conceito
psicopatológico de fragmentação psíquica. Termos equivalentes, alicerces da
personalidade do ser humano, a integridade da identidade da pessoa. A
expressão “demência precoce” está mais vinculada a uma noção de doença
natural.
Conceito
Esquizofrenia
A esquizofrenia é uma desestruturação psíquica que faz com que a
pessoa perca a noção da realidade e não consiga mais diferenciar o real do
imaginário. Ao contrário do que muitas pessoas pensam o paciente
esquizofrênico não é extremamente perigoso, assim como também não
possui dupla personalidade. Esses equívocos são comuns pela falta de
informação da população perante a doença. Segundo a (OMS), atinge cerca
de 1% da população mundial, no Brasil seria de 2 milhões de pessoas.
Existem subtipos de Esquizofrenia que são: Paranóica, Hebefrênica,
Catatônica, Indiferenciada, Residual, Simples e a Cenestopática.
Esquizofrenia
História da Doença (1º Caso)
Esquizofrenia
A história da esquizofrenia remonta a documentos escritos pelos faraós
egípcios em 2000 A.C. Nestes textos distúrbios do pensamento mencionadas
frequentemente observados na esquizofrenia. Naquela época, pensava-se
que esses transtornos mentais eram causadas por demônios e espíritos
malignos, e pode ser curada por exorcizar.
Muitos sinais e sintomas de esquizofrenia são descritos em manuscritos
antigos gregos, romanos e chineses.
A história da esquizofrenia é mais conhecido registrado desde 1700. "Foi
durante este período que um comportamento anormal mental, mais
detalhadas e precisas foram registrados. Estas alterações incluíram na fala,
gestos e emoções de uma pessoa”.
História da Doença (1º Caso)
Esquizofrenia
Vatslav Fomitch Nijinski (12 de Março de 1889 – 8 de Abril de 1950)
O russo Vaslav Nijinski, um dos bailarinos mais virtuosos da história. Aos
10 anos, entrou na lendária Escola de Balé Imperial da Rússia. Aos 18, já era
famoso por dar saltos que desafiavam a lei da gravidade. Mas sua carreira
acabou aos 29, quando a esquizofrenia o abateu. A partir daí, Nijinski vagou
entre hospitais psiquiátricos – e nunca voltou aos palcos.
A doença golpeou Nijinski em 1919, quando pouco se sabia sobre ela.
Fazia apenas 11 anos que o psiquiatra suíço Paul Bleuer havia descrevido os
outros tipos de transtornos. Bleuer chegou a examinar Nijinski, mas não tinha
o conhecimento nem os remédios antipsicóticos necessários para tratá-lo.
Sintomas
Esquizofrenia
Causas
Esquizofrenia
 Genética
A esquizofrenia ocorre em cerca de 10% das pessoas que têm um parente de
primeiro grau com o transtorno, como um pai ou irmão. Com um gêmeo idêntico é
diagnosticado com esquizofrenia, o outro irmão não afetado tem aproximadamente
50% de chance de desenvolver o transtorno.
 Meio Ambiente
A exposição a vírus ou desnutrição antes do nascimento, particularmente no
primeiro e segundo trimestres, mostrou aumentar o risco de esquizofrenia.
 Química cerebral
Problemas com certos produtos químicos cerebrais, incluindo neurotransmissores
chamados dopamina e glutamato, podem contribuir para a esquizofrenia.
 Uso de substâncias
Alguns estudos sugeriram que tomar drogas que alterem a mente durante a
adolescência e a idade adulta jovens pode aumentar o risco de esquizofrenia. Outro
estudo descobriu que fumar maconha levou ao início da esquizofrenia e muitas vezes
precedeu a manifestação da doença.
Tratamento
Esquizofrenia
Para a esquizofrenia a cura não é garantida, mas com acompanhamento
de um psicólogo, psiquiatra e medicamentos é possível que a frequência das
crises diminuam e o paciente consiga viver de maneira mais tranquila. O
acompanhamento de um especialista é indispensável.
Antipsicóticos
Os medicamentos antipsicóticos geralmente são tomados diariamente.
Alguns antipsicóticos são injeções que são administradas uma ou duas vezes
por mês. Algumas pessoas têm efeitos colaterais quando começam a tomar
medicamentos, mas a maioria dos efeitos colaterais desaparece após alguns
dias.
Sintomas Positivos Sintomas Negativos
Tratamento
Esquizofrenia
Psicoterapia
A psicoterapia é extremamente útil depois que os pacientes e o médico
psiquiatra encontraram um medicamento que funcione. Aprender e usar
habilidades de enfrentamento para superar os desafios cotidianos da
esquizofrenia ajuda as pessoas a perseguirem seus objetivos de vida, como
ir para a faculdade ou trabalho. Os indivíduos que participam de um
tratamento psicológico adequado e regular são menos propensos a sofrer
recidivas ou serem hospitalizados.
Ajuda Familiar
A participação da família nos tratamentos é essencial. Entender,
pesquisar e conversar com os especialistas sobre a doença te fará ser mais
paciente, principalmente em situações de crise.
Referencias Bibliográficas
Esquizofrenia
TOWNSEND, MARY C. Enfermagem Psiquiátrica: conceitos de cuidados/ Mary
C.Townsend; [revisão técnica Marcia Tereza Luz Lisboa; tradução Fernando
Diniz Mundim, Isabel Cristina Fonseca da Cruz]. – [reimpr.] – Rio de Janeiro:
Guanabara koogan, 2011. 21x 28cm.
GELDER, MICHAEL G. Tratado de psiquiatria/ Michael Gelder, Richael Mayou,
Philip Cowen; [revisão técnico Marco Antonio Alves Brasil; Tradução Fernando
Diniz Mundim, Martha Luiza Quintella Alves Brasil]. – Rio de Janeiro:
Guanabara koogan, 2006 il.;
ENTENDENDO A ESQUIZOFRENIA. Um portal dedicado a familiares e
pacientes. Disponível em:
<http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/> Acessado em
25/02/2018.
MINHA VIDA. Esquizofrenia: sintomas, tratamentos e causas. Disponível em:
<http://www.minhavida.com.br/saude/temas/esquizofrenia> Acessado em
21/02/2018.

Esquizofrenia

  • 1.
    CENTRO DE EDUCAÇÃOPROFISSIONAL - LTDA CENTRO LITERATUS - CEL CURSO DE TECNICO EM ENFERMAGEM NEUROPSIQUIATRÍA Esquizofrenia CRISLANE DA SILVA SANTOS JAMILIS SIMÕES DOS SANTOS JANDRESSON SOARES DE ARAÚJO MARIA IVONE VIEIRA DA SILVA NATHALIA MELYSSA DUARTE MORAES 17 18/16M
  • 2.
    Kraepelin realizava umaoperação, que envolvia os três tipos clínicos distintos previamente delimitados e aceitos na tradição psiquiátrica – a catatonia de Kahlbaum, a hebefrenia de Hecker e uma forma psicótica delirante, por ele denominada de paranóide, Kraepelin buscará demonstrar que se tratam. E assim que a sexta edição do Tratado de Psiquiatria, de 1899, apresenta a “Demência precoce” como uma doença única, englobando as três entidades previamente descritas, agora a título de diferentes formas clínicas: catatônica, hebefrênica e paranóide. Conceito Emil Kraepelin (5 de fevereiro de 1856 — 7 de Outubro de de 1926) Esquizofrenia
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    Conceito Esquizofrenia Paul Eugen Bleuler(30 de Abril de 1857 – 15 de Julho de 1939) No começo do século XX, por achar o termo anterior inadequado ao que a doença realmente representa para o paciente e também para a sociedade, nomeou-a de esquizofrenia. Não é irrelevante a substituição da designação. A palavra “esquizofrenia” significa, “mente cindida”, ou seja no conceito psicopatológico de fragmentação psíquica. Termos equivalentes, alicerces da personalidade do ser humano, a integridade da identidade da pessoa. A expressão “demência precoce” está mais vinculada a uma noção de doença natural.
  • 4.
    Conceito Esquizofrenia A esquizofrenia éuma desestruturação psíquica que faz com que a pessoa perca a noção da realidade e não consiga mais diferenciar o real do imaginário. Ao contrário do que muitas pessoas pensam o paciente esquizofrênico não é extremamente perigoso, assim como também não possui dupla personalidade. Esses equívocos são comuns pela falta de informação da população perante a doença. Segundo a (OMS), atinge cerca de 1% da população mundial, no Brasil seria de 2 milhões de pessoas. Existem subtipos de Esquizofrenia que são: Paranóica, Hebefrênica, Catatônica, Indiferenciada, Residual, Simples e a Cenestopática.
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  • 6.
    História da Doença(1º Caso) Esquizofrenia A história da esquizofrenia remonta a documentos escritos pelos faraós egípcios em 2000 A.C. Nestes textos distúrbios do pensamento mencionadas frequentemente observados na esquizofrenia. Naquela época, pensava-se que esses transtornos mentais eram causadas por demônios e espíritos malignos, e pode ser curada por exorcizar. Muitos sinais e sintomas de esquizofrenia são descritos em manuscritos antigos gregos, romanos e chineses. A história da esquizofrenia é mais conhecido registrado desde 1700. "Foi durante este período que um comportamento anormal mental, mais detalhadas e precisas foram registrados. Estas alterações incluíram na fala, gestos e emoções de uma pessoa”.
  • 7.
    História da Doença(1º Caso) Esquizofrenia Vatslav Fomitch Nijinski (12 de Março de 1889 – 8 de Abril de 1950) O russo Vaslav Nijinski, um dos bailarinos mais virtuosos da história. Aos 10 anos, entrou na lendária Escola de Balé Imperial da Rússia. Aos 18, já era famoso por dar saltos que desafiavam a lei da gravidade. Mas sua carreira acabou aos 29, quando a esquizofrenia o abateu. A partir daí, Nijinski vagou entre hospitais psiquiátricos – e nunca voltou aos palcos. A doença golpeou Nijinski em 1919, quando pouco se sabia sobre ela. Fazia apenas 11 anos que o psiquiatra suíço Paul Bleuer havia descrevido os outros tipos de transtornos. Bleuer chegou a examinar Nijinski, mas não tinha o conhecimento nem os remédios antipsicóticos necessários para tratá-lo.
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  • 9.
    Causas Esquizofrenia  Genética A esquizofreniaocorre em cerca de 10% das pessoas que têm um parente de primeiro grau com o transtorno, como um pai ou irmão. Com um gêmeo idêntico é diagnosticado com esquizofrenia, o outro irmão não afetado tem aproximadamente 50% de chance de desenvolver o transtorno.  Meio Ambiente A exposição a vírus ou desnutrição antes do nascimento, particularmente no primeiro e segundo trimestres, mostrou aumentar o risco de esquizofrenia.  Química cerebral Problemas com certos produtos químicos cerebrais, incluindo neurotransmissores chamados dopamina e glutamato, podem contribuir para a esquizofrenia.  Uso de substâncias Alguns estudos sugeriram que tomar drogas que alterem a mente durante a adolescência e a idade adulta jovens pode aumentar o risco de esquizofrenia. Outro estudo descobriu que fumar maconha levou ao início da esquizofrenia e muitas vezes precedeu a manifestação da doença.
  • 10.
    Tratamento Esquizofrenia Para a esquizofreniaa cura não é garantida, mas com acompanhamento de um psicólogo, psiquiatra e medicamentos é possível que a frequência das crises diminuam e o paciente consiga viver de maneira mais tranquila. O acompanhamento de um especialista é indispensável. Antipsicóticos Os medicamentos antipsicóticos geralmente são tomados diariamente. Alguns antipsicóticos são injeções que são administradas uma ou duas vezes por mês. Algumas pessoas têm efeitos colaterais quando começam a tomar medicamentos, mas a maioria dos efeitos colaterais desaparece após alguns dias. Sintomas Positivos Sintomas Negativos
  • 11.
    Tratamento Esquizofrenia Psicoterapia A psicoterapia éextremamente útil depois que os pacientes e o médico psiquiatra encontraram um medicamento que funcione. Aprender e usar habilidades de enfrentamento para superar os desafios cotidianos da esquizofrenia ajuda as pessoas a perseguirem seus objetivos de vida, como ir para a faculdade ou trabalho. Os indivíduos que participam de um tratamento psicológico adequado e regular são menos propensos a sofrer recidivas ou serem hospitalizados. Ajuda Familiar A participação da família nos tratamentos é essencial. Entender, pesquisar e conversar com os especialistas sobre a doença te fará ser mais paciente, principalmente em situações de crise.
  • 12.
    Referencias Bibliográficas Esquizofrenia TOWNSEND, MARYC. Enfermagem Psiquiátrica: conceitos de cuidados/ Mary C.Townsend; [revisão técnica Marcia Tereza Luz Lisboa; tradução Fernando Diniz Mundim, Isabel Cristina Fonseca da Cruz]. – [reimpr.] – Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2011. 21x 28cm. GELDER, MICHAEL G. Tratado de psiquiatria/ Michael Gelder, Richael Mayou, Philip Cowen; [revisão técnico Marco Antonio Alves Brasil; Tradução Fernando Diniz Mundim, Martha Luiza Quintella Alves Brasil]. – Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2006 il.; ENTENDENDO A ESQUIZOFRENIA. Um portal dedicado a familiares e pacientes. Disponível em: <http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/> Acessado em 25/02/2018. MINHA VIDA. Esquizofrenia: sintomas, tratamentos e causas. Disponível em: <http://www.minhavida.com.br/saude/temas/esquizofrenia> Acessado em 21/02/2018.