O documento discute se temos o dever moral de ajudar aqueles que vivem na pobreza absoluta. Os utilitaristas acreditam que sim, enquanto os deontologistas argumentam que não somos responsáveis pela pobreza dos outros e não devemos abdicar do nosso próprio bem-estar. No final, o autor concorda com os deontologistas que ajudar é moralmente correto, mas não obrigatório.