O documento fornece definições e conceitos sobre farmacologia, drogas, remédios, fármacos, medicamentos e seus tipos. Resume os principais tipos de medicamentos de acordo com sua origem, composição e prescrição médica.
Origem dapalavra
◦ Do baixo alemão droghe vate, expressão que designava
o recipiente onde se guardavam as ervas secas.
◦ Do neerlandês droog, que quer dizer seco.
◦ Do céltico, com a acepção de má qualidade.
droug em bretão, e droch em irlandês.
Toda substância orgânica ou inorgânica
empregada como ingrediente de tinturaria,
química ou farmácia.
Drogas medicinais
◦ Origem animal, vegetal ou mineral.
◦ Substância que modifica a função fisiológica
com ou sem intenção benéfica
Droga
No século XX a palavra droga ganhou um novo significado, passando a ser
empregada como sinônimo de tóxico. O verbo drogar e o seu particípio passado,
drogado, expressam, respectivamente, o uso de tóxicos e o estado decorrente da
ação deste.
3.
Remédio
Remedium (latim),aquilo que cura.
Qualquer substância ou recurso utilizado para curar ou
aliviar doenças, sintomas, desconforto e mal-estar
Substância animal, vegetal, mineral ou sintética,
Procedimento; fé ou crença.
Preparados caseiros
chá, compressas
Meios físicos
Radioterapia, massagem
Meios psíquicos
psicanálise, tratamento psicológico
4.
Do gregophármakon
◦ Qualquer substância capaz de atuar no organismo, seja
em sentido benéfico ou maléfico.
Termo utilizado para designar uma
substância única, orgânica ou
inorgânica, de composição química
conhecida, capaz de modificar uma
função fisiológica já existente.
◦ Apresenta duplo sentido
Medicamento
Veneno
Conceitos
Fármaco
5.
Placebo
Placere (latim)
◦Agradarei
Substância inerte ou inativa, a que se atribui certas
propriedades e que, ingerida, pode produzir um
efeito que suas propriedades não possuem.
Dicionário médico Hooper
◦ Nome dado a qualquer medicamento administrado mais
para agradar do que beneficiar o paciente".
O placebo pode ser eficaz porque pode reduzir a
ansiedade do paciente, revertendo:
◦ Aumento da frequência cardíaca e respiratória
◦ Produção e liberação de adrenalina na circulação
sanguínea
O efeito placebo pode ainda ser usado para testar a
validade de medicamentos ou técnicas verdadeiras
Antes de mais nada, não cause danos (Hipócrates)
6.
Deriva
◦ Medicamentum(Latim)
vocábulo que tem o mesmo tema de médico,
medicina, medicar
beberagem mágica, bruxaria, feitiço.
◦ Medeor (Latim)
significa cuidar de, proteger, tratar
São substâncias produzidas com rigoroso controle
técnico para atender às especificações
determinadas pela Anvisa em laboratórios
(Industrias) sob a fiscalização de um farmacêutico.
É todo fármaco ou droga, isolado ou em associação,
adicionado de substâncias
que lhe conferem tamanho, forma,
estabilidade e outros fatores, convenientemente
preparado e pronto para utilização
em rotinas de prevenção, diagnóstico e terapêutica
Medicamentos
7.
Alopáticos
◦ Contrariacontrariis curantur
Contrários são curados por contrários
Princípio seguido por Galeno que estabeleceu
também as bases da alopatia
◦ Medicamentos que produzem no organismo,
efeitos contrários aos da doença.
◦ Medicamentos alopáticos são produzidos nas
indústrias em larga escala, ou em farmácias de
manipulação de acordo com a prescrição
médica.
◦ São os principais produtos farmacêuticos
vendidos nas farmácias e drogarias.
Medicamentos - Tipos
8.
Fitoterápicos
◦ Medicamentofarmacêutico obtido por processos
tecnologicamente adequados, empregando-se
exclusivamente matérias-primas vegetais, com
finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins
de diagnóstico.
◦ É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos
riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade
e constância de sua qualidade.
◦ Não se considera medicamento fitoterápico
aquele que, na sua composição, inclua
substâncias ativas isoladas, de qualquer
origem, nem as associações destas com
extratos vegetais.
Medicamentos - Tipos
9.
Homeopáticos
◦ Similiasimilibus curantur
Semelhante cura semelhante.
◦ Medicamento homeopático é qualquer substância,
submetida a um processo conjunto de diluição e
dinamização, capaz de provocar tanto o surgimento
de sintomas físicos e psíquicos no homem sadio como
o desaparecimento destes mesmos sintomas numa
pessoa doente.
Manipulados
◦ Preparados para atender a uma prescrição médica
específica, em doses adequadas ao paciente.
Qualquer medicamento, alopático, fitoterápico ou
homeopático, pode ser manipulado.
Medicamentos - Tipos
10.
Referência
◦ Medicamentoinovador registrado no
órgão federal responsável pela
vigilância sanitária e comercializado
no país, cuja eficácia, segurança e
qualidade foram comprovadas
cientificamente junto ao órgão
federal competente, por ocasião do
registro.
Conceitos
Medicamentos - Tipos
11.
Similar
◦ Aqueleque contém o mesmo ou os mesmos
princípios ativos, apresenta a mesma
concentração, forma farmacêutica, via de
administração, posologia e indicação
terapêutica, que é equivalente ao
medicamento registrado no órgão federal
responsável pela vigilância sanitária,
podendo diferir somente em características
relativas ao tamanho e forma do produto,
prazo de validade, embalagem, rotulagem,
excipientes e veículos, devendo sempre ser
identificado por nome comercial ou marca.
Conceitos
Medicamentos - Tipos
12.
Similar
◦ Resumindo:
Contém, em relação ao medicamento de referência,
igual:
◦ fármaco;
◦ concentração;
◦ forma farmacêutica;
◦ via de administração;
◦ posologia;
◦ Indicação.
Não foi submetido ao estudo de bioequivalência.
Conceitos
Medicamentos - Tipos
Nomenclaturas
OS MEDICAMENTOS TÊMNOMENCLATURA ESPECÍFICA PARA
SER IDENTIFICADO :
NOME QUÍMICO: é um nome cientifico que descreve sua estrutura
atômica e molecular (não é empregado no dia a dia da clínica)
MEDICAMENTO GENÉRICO: uma forma simples de identificar o
medicamento
NOME COMERCIAL: Nome de Marca ou Fantasia
- NOME DE MARCA É SELECIONADO PELO FABRICANTE E, O NOME SEGUIDO DO SÍMBOLO -
INDICA QUE O NOME ESTÁ REGISTRADO E PERTENCE AO FABRICANTE DO MEDICAMENTO.
ATENÇÃO: DEPOIS de 10 ANOS O PRODUTO É LIBERADO E
QUALQUER FABRICANTE PODERÁ PRODUZÍ-LO E PASSA A
SER IDENTIFICADO POR UM NOME DE FANTASIA
15.
GENÉRICO
◦ Medicamentosque possuem o mesmo princípio ativo, na mesma
dose e na mesma forma farmacêutica, sendo administrados
pelas mesmas vias e com a mesma indicação terapêutica do
medicamento de referência, com o qual deve ser intercambiável.
◦ Esse tipo de medicamento se constitui numa verdadeira cópia
do medicamento de referência, só podendo ser produzido após a
expiração da patente deste ou no caso de haver renúncia de
proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade.
◦ Além disso, para serem registrados no Ministério da Saúde
devem ser submetidos a testes de equivalência farmacêutica e
bioequivalência, a fim de que se possa comprovar a idêntica
composição qualitativa e quantitativa dos princípios ativos, os
quais devem ser absorvidos da mesma forma (em termos de
velocidade e extensão) da dosagem de um medicamento de
referência.
Conceitos
Medicamentos - Tipos
16.
GENÉRICO
◦ Resumindo:
Produzido após a expiração da proteção patentária ou de
outros direitos de exclusividade
Contém, em relação ao medicamento de referência, igual:
◦ fármaco;
◦ concentração;
◦ forma farmacêutica;
◦ via de administração;
◦ posologia;
◦ Indicação.
É submetido aos estudos de bioequivalência comprovando a
sua eficácia, segurança e qualidade
Designado pela DCB ou, na sua ausência, pela
DCI
Conceitos
Medicamentos - Tipos
17.
GENÉRICO
Lei9787/99
◦ Instituiu o medicamento genérico
Embalagem padronizada com uma tarja amarela e um grande
"G“ de Genérico e os seguintes dizeres:
◦ Medicamento Genérico – Lei 9.787/99
Nome do princípio ativo
São proibidos de apresentar marca, nome de referência ou
nome fantasia
Apenas o nome do princípio ativo pode ser comunicado
Tem preços em média 35% menores que os originais.
Conceitos
Medicamentos - Tipos
Medicamentos Isentosde Prescrição (MIP)
◦ São medicamentos que não necessitam de prescrição,
mas devem ser utilizados de acordo com a orientação
de um profissional farmacêutico. A embalagem destes
medicamentos não possui tarja.
◦ (OTC - over the counter ou de venda livre)
Conceitos
Medicamentos – Segundo o tipo de Prescrição
21.
Medicamentos devenda sob Prescrição
◦ Devem ser prescritos pelo profissional médico
ou dentista e são divididos em dois grupos:
Sem retenção de receita
◦ apresentam na embalagem contendo o
seguinte texto:
VENDA SOB PRESCRIÇÃ O MÉDICA.
Conceitos
Medicamentos – Segundo o tipo de Prescrição
TARJA VERMELHA
22.
Medicamentos devenda sob Prescrição
Com retenção de receita
◦ Apresentam na embalagem TARJA VERMELHA ou TARJA
PRETA contendo o seguinte texto:
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA.
Conceitos
Medicamentos – Segundo o tipo de Prescrição
TARJA VERMELHA
TARJA PRETA
23.
Medicamentos devenda sob Prescrição
◦ Entre os medicamentos que necessitam de
prescrição, alguns possuem um controle especial
do governo, devendo ter a sua prescrição retida no
momento da compra.
◦ É obrigatória a identificação do comprador e seu
cadastro no Sistema Informatizado de
Gerenciamento de Produtos Controlados da Anvisa
(SNGPC).
Conceitos
Medicamentos – Segundo o tipo de Prescrição
25.
MEDICAMENTOS SEGUNDO OTIPO DE PRESCRIÇÃO
LISTA
TIPO DE RECEITA E COR QUANTIDADE MÁXIMA
DE AMPOLAS
QUANTIDADE MÁXIMA
POR RECEITA PARA AS
DEMAIS FORMAS
FARMACÊUTICAS
VALIDADE DA RECEITA
APÓS EMISSÃO
A1/A2/A3 Entorpecentes
/ Psicotrópicos
Notificação Receita A –
Amarelo
05 Quantidade para 30 dias
de tratamento
30 dias – válida em todo
Território Nacional
B1 Psicotrópicos Notificação Receita B1 –
Azul
05 Quantidade para 60 dias
de tratamento
30 dias – válida somente
dentro da Unidade
Federativa que concedeu
a numeração
B2 Psicotrópicos
Anorexígenos
Notificação Receita B2 –
Azul
- Quantidade para 30 dias
de tratamento
30 dias – válida somente
no estado emitente
C1 Outras Substâncias
Sujeitas a Controle
Especial
Receita de Controle
Especial / Branca/ em
duas vias. A Primeira via
retida na farmácia ou
drogaria e a segunda via
, para o paciente
05 Quantidade para 60 dias
de tratamento
30 dias – válida em todo
o território Nacional
C2 Retinóides
( uso tópico)
Receita de Controle
Especial
( sem retenção de
receita)
- Quantidade para 60 dias
de tratamento
30 dias – válida em todo
o território Nacional
C2 Retinóides
( Uso Sistêmico )
Notificação de Receita
Especial Retinóides /
Branca / acompanhada
do Termo de
Consentimento de risco
e pós – informação
05 Quantidade para 30 dias
de tratamento
30 dias – válida somente
dentro da Unidade
Federativa que concedeu
a numeração
RESUMO DE RECEITUÁRIO
PORTARIA 344/98 – RDC 58/2007 – ANVISA – SNGPC – RDC 67/2007
26.
MEDICAMENTOS SEGUNDO OTIPO DE PRESCRIÇÃO
LISTA
TIPO DE RECEITA E COR QUANTIDADE MÁXIMA
DE AMPOLAS
QUANTIDADE MÁXIMA
POR RECEITA PARA AS
DEMAIS FORMAS
FARMACÊUTICAS
VALIDADE DA RECEITA
APÓS EMISSÃO
C3 Imunossuperessores Notificação de Receita
Talidomida / Branca /
Deve vir acompanhada
do Termo de
Esclarecimento para
Usuário de Talidomida e
Termo de
Responsabilidade
Para 30 dias Quantidade para 30 dias
de tratamento
15 dias – válida somente
dentro da Unidade
Federativa que concedeu
a Numeração
C4 Anti – Retrovirais Receita de Controle
Especial / Sujeitas a
Receituário de Programa
DST/AIDS ou Sujeitas a
Controle Especial em 02
vias se adquirido em
farmácias ou drogarias.
- No máximo cinco
substâncias constantes
na Lista C4
30 dias – válida somente
no estado emitente
C5 Anabolizantes Receita de Controle
Especial / Branca / em 2
vias. A primeira via
retida farmácia ou
drogaria e segunda via ,
para o paciente
05 30 dias – válida em todo
o território Brasileiro
Quantidade para 60 dias
de tratamento
D2 Sujeito a Controle do
Ministério da Justiça
- - -
Continuação
27.
É oconjunto de informações necessárias para a
utilização mais segura do produto pelo paciente, além
de apresentar informações para que os profissionais
de saúde orientem os usuários sobre a forma de uso
adequada, os cuidados e possíveis problemas
relacionados aos medicamentos.
Deve transmitir todas as informações relevantes sobre
o produto, contribuindo para o seu uso correto.
O acesso à bula de medicamentos é um direito
reconhecido pela Constituição Federal de 1988 e
ratificado pelo Código de Defesa do Consumidor!
Conceitos
Bula
28.
Nome domedicamento;
Apresentação
Composição
Informações ao paciente
Informações técnicas
Farmacocinética
Contra-indicações
PrecauçõesGravidez
Reações adversas
Posologia
Superdosagem
Conceitos
Bula
29.
Identificação impressaou litografada, bem
como, dizeres pintados ou gravados a fogo,
pressão ou decalco, aplicados diretamente
sobre recipientes, vasilhames, invólucros,
envoltórios ou qualquer outro protetor de
embalagem.
Conceitos
Rótulo
30.
1 -Nome do Cliente
2 - Descrição da fórmula.
◦ Com nome das substâncias ativas e respectivas dosagens.
3 - Modo de usar o produto.
4 - Médico que prescreveu a receita.
5 - Quantidade solicitada.
6 - Endereço do estabelecimento.
7 - CNPJ da empresa.
8 - Número de controle na empresa.
9 - Modo de usar.
10 - Se necessário, deve conter informações como
◦ Uso interno”, “Agite antes de usar”, “Conserve em geladeira”, etc.
11 - Datas de fabricação e de validade
12 - Farmacêutico responsável, com número de inscrição no
respectivo Conselho de Farmácia
Rótulo – Medicamento Manipulado
32.
Invólucro, recipienteou qualquer forma
de acondicionamento removível, ou
não, destinado a cobrir, empacotar,
envasar, proteger ou manter,
especificamente ou não, produtos de
que trata este Regulamento.
Conceitos
EMBALAGEM
33.
Nome comercialdo medicamento (ausente em genéricos).
◦ Em caso de medicamentos fitoterápicos, deve ser apresentado o nome
botânico da planta.
Denominação genérica.
Nome, endereço e CNPJ da empresa produtora.
Nome do fabricante e local de fabricação do produto.
Número do lote.
Data da fabricação (mês/ano).
Data de validade (mês/ano).
Número de registro (MS seguido do número, constando 13 números,
iniciando com 1).
Composição do medicamento, quantidade e via de administração.
Nome do Farmacêutico Responsável Técnico e número da inscrição no
CRF.
Telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC.
Lacre de Segurança (toda a embalagem deve estar lacrada).
Tinta Reativa, que quando raspada com metal deve apresentar a palavra
QUALIDADE E NOME DO LABORATÓRIO; ou selo de rastreabilidade.
Conceitos
EMBALAGEM – Deve Conter:
34.
A ausênciade alguma dessas informações
na embalagem, é sinal de que há algo
errado com o medicamento.
Caso falte qualquer informação, o produto
deve ser encaminhado, em sua embalagem
original, ao serviço de vigilância sanitária, a
fim de verificar se é falsificado ou não.
35.
Prescrição escritade medicamento, contendo
orientação de uso para o paciente, efetuada por
profissional legalmente habilitado, quer seja de
formulação magistral ou de produto industrializado
Conceitos
Receita Médica
36.
Médico Fulano deTal
Clínico Geral
CRM 2012
Para o Sr. Primeiro Paciente
R x Uso interno
1. Amoxil 250 mg
suspensão___________ 2 vidros
uso: 5 ml de 8/8 horas durante 10 dias
2. Nebulização com soro fisiológico 3
vezes ao dia
3. Reavaliação com uma semana
Assinatura
data
(Carimbo)
Centro Médico
rua Alfredo Huch, 475, RIO GRANDE, RS
tel: 2338600 médico@furg.br
39.
Um olhar pelahistória dos medicamentos
Os "remédios" dos nossos Avós...
40.
Heroína da Bayer
Umfrasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada
como um substituto não viciante da morfina e um remédio contra tosse para crianças.
41.
Vinho de coca
Ovinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que
continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos
medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor
"recreador" também.
42.
Vinho Mariani
O VinhoMariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo.
O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou o
seu criador, Ângelo Mariani, com uma medalha de ouro.
43.
Peso de papel
Umpeso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim,
Alemanha),
"os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína".
Este fabricante tinha orgulho na sua posição de líder no mercado de cocaína.
44.
Tablete de cocaína(1900)
Estas tabletes de cocaína eram "indispensáveis para os cantores, professores e
oradores".
Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito "animador" para
que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.
45.
Drops de Cocaínapara Dor de Dentes
Cura instantânea
Os dropes de cocaína para dor de dentes (1885) eram populares para crianças.
Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o "humor" dos usuários.
46.
Ópio para bebésrecém-nascidos
Acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebés recém-nascidos não era
necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio. Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney
and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos
quais a empresa era conhecida. "Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas.
Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia."
O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.
47.
Conceitos gerais
• Farmacocinética– estudo da cinética da droga
o que vocêfaz com o fármaco
• Farmacodinâmica – estudo do efeito da droga
o que o fármaco faz comvocê
48.
Para que umagente terapêutico seja
eficaz ele precisa ser:
Absorvido
Distribuído
Metabolizado
Eliminado
49.
O que acontecedepois da
administração da droga?
droga no local da
administração
droga no plasma
droga/metabólitos
urina, fezes, bile
droga/metabólitos
1. absorção
2. distribuição
4. eliminação
3. metabolismo
Nos tecidos
Vias de administração:ORAL
via de administração mais usada
conveniente - auto-administração
segura
absorção lenta - ineficaz em emergência
variabilidade individual
irritação gástrica
efeito de primeira passagem
Drogas que sofremmetabolismo de primeira
passagem (exemplos)
Aspirina Metoprolol
Clormetiazol Morfina
Clorpromazina Nortriptilina
Dextropropoxifeno Petidina
Dinitrato de isossorbida Propranolol
Imipramina Salbutamol
Trinitrato de glicerina Levodopa
Lignocaína Verapamil
55.
Vias de administração:ENTERAL
SUBLINGUAL
alto fluxo sanguíneo
absorção mais rápida que a oral
evita o efeito de primeira passagem
RETAL
vômito
irritação GI
pacientes agitados, inconscientes
56.
Vias de administração:PARENTERAL
INTRAVENOSA
início do efeito rápido
controle da concentração plasmática
infusão constante
inadequada para sol. não aquosas
irreversível
SUBCUTÂNEA
absorção lenta
inadequada para soluções pouco
solúveis em água
57.
Vias de administração:PARENTERAL
Outras vias de administração
Mucosas - nasal, vaginal
Pele - dérmica (ação local);
transdérmica - adesivos
Inalação – pulmões (asma, anest.)
58.
Como a viade administração afeta a absorção?
Depende do número de
barreiras entre o local de
administração da droga e a
circulação sistêmica
Administração IV as drogas são 100% absorvidas
A droga é colocada diretamente nosangue
59.
Concentrações da drogano plasma
Concentração da
droga no Plasma
(Cp)
mcg/mL
50
40
30
20
10
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
Tempo desde a administração da droga
(horas)
administração IV
administração IM
administração VO e SC
60.
Objetivo terapêutico:
Atingir concentraçõesda droga no local de ação
(tecido alvo)…
Que sejam suficientemente altas para produzir
o
efeito pretendido …
sem produzir reações adversas.
61.
Absorção de drogas
Transporteda droga para a corrente sanguínea
Fatores que influenciam a velocidade de absorção:
• via de administração
• circulação no local da administração
• dose da droga
• formulação da droga
• propriedades físicoquímicas da droga (ácido ou base);
estado físico (tamanho da partícula, estado físico vs líquido)
• tipo de transporte
• ligação a proteínas
62.
Difusão facilitada
Essas moléculas
nãopodem passar a
membrana sem
ajuda
Essas moléculas
precisam de um
carregador para
atravessar a
membrana
M
e
m
b
r
a
n
a
C
e
l
u
l
a
r
63.
Difusão facilitada
Essa éa proteína
carregadora da
molécula
O carregador faz
com que a molécula
atravesse a
membrana
M
e
m
b
r
a
n
a
C
e
l
u
l
a
r
M
e
m
b
r
a
n
a
C
el
u
la
r
Difusão facilitada
Essa éa proteína
carregadora da
molécula
O carregador volta
ao estado normal
Não é usada
nenhuma energia
para transportar a
molécula
Apenas o gradiente
de concentração
move as moléculas
67.
Como as drogassaem do sangue e
vão para os tecidos?
Os capilares NÃO
são sólidos
68.
Os capilares temfendas que permitem que as
drogas sejam distribuídas para os tecidos
moléculas das drogas
Capilar corpóreo
69.
Barreira hemato-cerebral
Limita acapacidade das drogas de
atingir o cérebro:
Lipossubilidade (maior) Ligação a
proteinas (menor) Grau de
ionização (menor)
70.
Dois órgãos principaisde
eliminação: fígado e rins
Eliminação renal
vai para a urina
Eliminação hepática
vai para o ducto biliar
e intestino delgado
71.
Eliminação renal
Sangue flui
paraos rins
água, drogas, pequenas moléculas
filtrados no glomérulo
Urina e Droga
fluem pelo uretér
para a bexiga
MAIOR pressão arterial =
MAIOR fluxo
MAIS fluxo=
MAIS filtrado
MAIS filtrado = MAIS RÁPIDA
eliminação
72.
Quantidade a seradministrada
Dose: representa a quantidade de medicamento no local de ação
(biofase) , necessária para produzir o efeito desejado .
Posologia: Descreve a quantidade de um medicamento, que deve
ser administrado de uma só vez ou de modo fracionado num
intervalo de tempo determinado (em geral por dia) para que a
dose seja alcançada.
73.
Formas Farmacêuticas
Estado físicono qual se
apresenta um
medicamento
Objetivo das diferentes formas : FACILITAR a ...
• Administração
• Absorção
• Fracionamento
• Posologia
• Conservação
74.
Viagem fantástica
Medicamento éabsorvido principalmente no intestino
1.Assim que você ingere um remédio pela boca —-ou "via oral", como dizem
os médicos — ele desce pela faringe e atinge o esôfago. Beber um copo de
água ou de leite junto ajuda a pílula a atravessar mais facilmente esses dois
primeiros "canais". Ao final do esôfago, o remédio chega ao estômago
2. No estômago, as enzimas digestivas começam a triturar a pílula engolida
— a mesma função que executam quando você come algo. Se o
medicamento não tiver uma cápsula protetora para conter as enzimas, parte
do princípio ativo do remédio já será absorvida no estômago, entrando na
corrente sanguínea
3. Do estômago a pílula triturada "desce" para o intestino. É lá que ocorrerá
a absorção da maior parte do princípio ativo, pois esse órgão é rodeado por
muitos vasos sanguíneos. Como a maioria dos remédios são bem solúveis, os
princípios ativos atravessam as membranas permeáveis do intestino e
penetram nesses vasos
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-acontece-com-os-remedios-no-
75.
4. Umavez dentro de um vaso sanguíneo, o princípio ativo do
remédio começa a circular pelas artérias e veias do organismo,
que funcionam como grandes avenidas e pequenas ruas
responsáveis por levar a substância química do remédio até o
exato ponto onde ela precisa agir
5. Em geral, o remédio que circula na corrente sanguínea só não
penetra numa parte do corpo: o cérebro. Para preservar essa
sensível região de danos colaterais, existe uma proteção
fisiológica chamada barreira hematoencefálica. Ela impede a
passagem da maioria das substâncias químicas para o líquor, o
líquido que banha o sistema nervoso central
6. O segredo do remédio é que ele só entra em ação quando seu
princípio ativo interage com moléculas do corpo chamadas de
receptores. Como cada órgão (coração, pulmão, fígado...) tem
receptores específicos, o medicamento só age quando seu
princípio ativo encontra moléculas que se "encaixem"
perfeitamente com sua fórmula química
76.
Critérios para escolhada Via
• Quanto ao paciente
– “Compliance”
• Aquiescência é sinônimo de consentimento, assentimento e
concordância
– Patologias existentes
– Nível de consciência
– Impedimento físico de acesso
• Quanto ao medicamento
– Propriedades físico-químicas
• Solubilidade ,Estabilidade em meio ácido, pKa
– Propriedades organolépticas
– Farmacocinética
– Quanto ao efeito desejado
• Sistêmico ou localizado
• Latência
• Duração
77.
Vias de administração
Via oral
Via
bucal
Via
subling
ual
Via
gastroi
ntestin
al
Uso Interno
Via
Cutâne
a
(Tópico
)
Via
Retal
Via
Vaginal
Via
Oftlami
ca
Via
Otológi
ca
Via
Nasal
Uso Externo
Via
Cutâne
a
(Intrad
érmico)
Injetáv
eis
Grande
s
Volume
s
Pequen
os
Volume
Uso Parenteral
• Classificação
78.
Vias de administração
Algumas vias de administração podem ser usadas tanto para
propósitos tópicos quanto sistêmicos, dependendo das
circunstâncias.
Por exemplo, a inalação de drogas para asma visa agir sobre as
vias aéreas (efeito tópico), enquanto que a mesma inalação,
porém, de anestésicos voláteis visa agir sobre o cérebro (efeito
sistêmico).
Uma mesmo Fármaco pode produzir diferentes resultados
dependendo da via de administração:
◦ naloxona
um fármaco usado para reverter estado de coma e depressão
respiratória nas intoxicações opiáceas (Via parenteral)
usado para tratar constipações sob terapia da dor com
opiáceos (Via Oral)
79.
Medicamentos – daforma ao local de ação
O tratamento por medicamentos implica a introdução de uma substância no corpo
(administração), para que chegue até a corrente sanguínea (absorção) e seja transportada
até onde é necessária (distribuição). A substância deixa o corpo (eliminação) pela urina ou
pela conversão em outra substância.
80.
Via oral
• Medicamentosque devem ser tomados com o estômago vazio:
– Necessitam do ambiente mais ácido do estômago para poderem ser absorvidos
– Norfloxacino, Captopril, Omeprazol, Cefalexina, Cefadroxila, Azitromicina,
Doxiciclina, Loratadina, Sulfato ferroso, Rifampicina, Ciprofloxacino (pode ser
tomado com refeições leves, desde que não contenham leite e derivados)
– Estômago vazio é considerado quando se está em jejum, ou 1 hora antes ou 2
depois das refeições.
• Medicamentos que devem ser tomados com alimentos (estômago
cheio):
– Cetoconazol, Itraconazol, Hidralazina, Pentoxifilina, Predinisona, Valproato de
sódio, Carbamazepina
• Medicamentos que podem ser tomados com o estômago cheio ou
vazio:
– Alopurinol, Amoxicilina, Amiodarona, Diclofenaco
81.
Via Sublingual
Osmedicamentos são colocados debaixo da língua para serem absorvidos diretamente pelos pequenos vasos
sanguíneos ali situados.
O medicamento difunde-se para a trama capilar e passa diretamente à circulação sistémica.
Produz efeitos terapêuticos em poucos minutos após administração
Não apresenta o efeito de primeira passagem.
A maioria dos medicamentos não pode ser administrada por essa via, porque a absorção é, em geral, incompleta e errática.
• Vantagens:
Ideal para fármacos que possuem instabilidade química.
Elevada taxa metabólica (meia-vida curta),
Permite Redução das Dosagens de ½ a 1/4 (dosagem confiável, redução de custos);
Ideal para fármacos de emergência (isordil), hormônios sexuais esteróides.
Não sofre efeito de primeira passagem
82.
Via sublingual
Desvantagens
◦Poucas drogas são adequadamente absorvidas
◦ Paciente não deve deglutir
◦ Sabor desagradável
◦ Pequenas doses
◦ Somente para farmacos lipossolúvel e possuir
elevada potência
83.
Via cutânea
• Apele (cútis ou tez), em anatomia, é o órgão integrante do sistema tegumentar (junto ao cabelo e pêlos, unhas, glândulas sudoríparas e sebáceas), que tem por
principais funções a proteção dos tecidos subjacentes, regulação da temperatura somática, reserva de nutrientes e ainda conter terminações nervosas sensitivas.
• A pele é o revestimento externo do corpo, considerado o maior órgão do corpo humano e o mais pesado.
• Compõe-se da pele propriamente dita e da tela subcutânea.
• A pele apresenta três camadas: a epiderme, a derme e o hipoderme subcutâneo (tecnicamente externo à pele, mas relacionado funcionalmente).
• Há ainda vários órgãos anexos, como folículos pilosos, glândulas sudoríparas e sebáceas.
• A pele é praticamente idêntica em todos os grupos étnicos humanos.
• Nos indivíduos de pele escura, os melanócitos produzem mais melanina que naqueles de pele clara, porém o seu número é semelhante.
• A pele é responsável pela termorregulação, pela defesa, pela percepção e pela proteção.
84.
Via Cutânea
• Éa aplicação de medicamentos na pele
• A pele apresenta efetiva barreira a passagem de substâncias.
• No entanto medicamentos podem ser administrados por via cutânea para obtenção
fundamentalmente de efeitos tópicos (local).
• Sob certas circunstâncias produzem efeitos sistêmicos, terapêuticos ou tóxicos
(Transdérmica).
• A absorção depende de área de exposição, difusão do fármaco na derme (alta
lipossolibilidade), temperatura e estado de hidratação da pele.
• As formas farmacêuticas comumente empregadas:
– Soluções, cremes, pomadas, óleos, loções, unguentos, geleias
– Adesivos transdérmicos, esses destinados á absorção transcutânea para obtenção de efeitos
sistêmicos.
85.
Via Cutânea
Vantagens:
◦Minimiza a ocorrência de efeitos adversos
sistêmicos (Uso Tópico)
◦ Evita o efeito de primeira passagem
Desvantagens:
◦ Absorção pobre e errática
◦ Irritação local e alergias
◦ Fotossensibilidade
86.
Via Cutânea
• ViaTransdérmica (Uso Sistêmico)
– Alguns medicamentos podem ser administrados pela aplicação de um
emplastro à pele.
– Essas substâncias, às vezes misturadas a um agente químico que
facilita a penetração cutânea, atravessam a pele e chegam à corrente
sanguínea.
– A via transdérmica permite que o medicamento seja fornecido de
forma lenta e contínua, durante muitas horas ou dias, ou mesmo por
mais tempo.
– Além disso, a via transdérmica fica limitada pela velocidade com que
a substância pode atravessar a pele.
– Apenas medicamentos que devem ser administrados em doses diárias
relativamente pequenas podem ser dados por via transdérmica.
– Alguns exemplos são: nitroglicerina (para angina), escopolamina
(contra o enjôo de viagem), nicotina (para a cessação do fumo),
clonidina (contra a hipertensão) e fentanil (para o alívio da dor).
87.
Via retal
Éa introdução de medicamento no reto, em forma de supositórios ou clister
medicamentoso.
Empregada para administração de ação local ou sistêmica
O revestimento fino do reto e a irrigação sanguínea abundante permitem uma
absorção rápida do fármaco.
• 50% do fluxo venoso retal tem acesso à circulação porta.
Vantagens:
• Pode ser usada quando o paciente não podem ingerir medicamento “per os”
• Boa opção para uso pediátirco
• Parte do medicamento não sofre efeito de primeira passagem
• Não produz irritação gástrica
88.
Via retal
Desvantagens:
◦Absorção errática e irregular
◦ Pode irritar a mucosa anal
◦ Pode desencadear o reflexo de defecação
◦ Muitos pacientes tem aversão por esta via
89.
Via Vaginal
Éa introdução de medicamentos no canal
vaginal
Medicamentos:
◦ Preparações higiênicas femininas
◦ Contraceptivos
◦ Drogas para induzir trabalho de parto
90.
Via nasal
Vantagens:
◦Para efeitos locais, minimiza a
ocorrência de efeitos adversos
◦ Evita o efeito de primeira
passagem
◦ Absorção relativamente rápida
para algumas drogas
Desvantagens:
◦ Absorção pobre e errática
◦ Irritação local e alergias
91.
Higienização das narinas
•O hábito traz tantas vantagens à saúde que deveria ser uma regra tão comum quanto escovar os dentes
todos os dias.
• Lavar o nariz com soro fisiológico não só ajuda a limpá-lo de impurezas e secreção como combate mal-
estar e doenças de ouvido ou garganta.
• Mistura caseira
– Em um litro de água adicionar, aproximadamente, uma colher de chá de sal e ferver.
• Benefícios
– Mais conforto em dias de tempo seco
– Diminuição de crises de asma, bonquite e outras alergias
– Prevenção de amidalite e faringite
– Combate à otite
– Alívio de mal-estar e dores de cabeça
– Corpo mais protegido da poluição
• Para reduzir os danos da poluição, lavar o nariz pelo menos duas vezes por dia: ao acordar e ao dormir
– Resultados melhores do que apenas assoar o nariz
92.
Via inalatória
• Algumassubstâncias, como os gases utilizados em anestesia e os medicamentos contra a asma em recipientes aerossóis de dose medida, são inaladas.
• Essas substâncias transitam através das vias respiratórias diretamente até os pulmões, onde são absorvidas pela circulação sanguínea.
• Um número pequeno de medicamentos é administrado por essa via, porque a inalação precisa ser cuidadosamente monitorada para garantir que o paciente receba a quantidade certa do
medicamento dentro de determinado período.
• Os sistemas de dose medida são úteis para os medicamentos que atuam diretamente nos canais condutores do ar até os pulmões.
• Considerando que a absorção até a corrente sanguínea é muito variável no caso da inalação por aerossol, raramente esse método é utilizado na administração de medicamentos que atuem em
outros tecidos ou órgãos além dos pulmões.
• NEBULIZAÇÃO
– Método utilizado para administração de fármacos ou fluidificação de secreções respiratórias. Utiliza um mecanismo vaporizador através do qual se favorece a penetração de água ou
medicamentos na atmosfera bronquial.
93.
Via inalatória
Via
Pulmonar/Alveolar
◦Boa absorção alveolar:
membranas biológicas de fácil
travessia
grande superfície de absorção
rica vascularização sanguínea
Via auricular
Éa introdução de medicamento no canal
auditivo
A medicação deve ser administrada à
temperatura ambiente.
◦ Se estiver na geladeira, retirar e aguardar o
tempo necessário
96.
Via oftálmica/ocular/conjuntival
• UsoTópico/Efeitos locais
– A absorção sistêmica pelo canal nasolacrimal geralmente é
indesejável
• Só é empregada para um número restrito de fármacos
• Implantes: liberação lenta e contínua
• Medicamentos:
– Mióticos e midriáticos ,Anestésicos locais, Antinfecciosos, Anti-
inflamatórios
• Vantagens:
– Absorção mínima
– Minimiza a ocorrência de efeitos adversos
– Evita o efeito de primeira passagem
• Desvantagens:
– Irritação local e alergia
– Risco de catarata
– Absorção pobre e errática
97.
Via oftálmica/ocular/conjuntival
◦ Efeitoslocais.
◦ A absorção sistêmica pelo canal nasolacrimal
geralmente é indesejável.
◦ Absorção via córnea: evita-se efeitos
sistêmicos.
◦ Implantes: liberação lenta e contínua.
98.
Atenção!
Bolus –é a administração IV realizada em
tempo ≤ a 1 minuto;
Infusão rápida – é a administração IV
realizada entre 1 e 30 minutos;
Infusão lenta – é a administração IV
realizada entre 30 e 60 minutos;
Infusão contínua – é a administração IV
realizada em tempo superior a 60
minutos, ininterruptamente;
Infusão intermitente – é a
administração IV realizada em tempo
superior a 60 minutos, não contínua.
Antiácidos: Medicamentos
utilizadosPARA neutralizar a ação do
ácido clorídrico no estômago. Pode agir de
dois modos:
Neutralizando o ácido clorídrico.
Ex.:
- Bicarbonato de sódio
- Óxido de magnésio (Leite de Magnésia);
- Hidróxido de alumínio (Aldrox);
Absorvendo o ácido clorídrico.
Ex.:
- Trissilicato de magnésio frasco (Maalox);
104.
Antieméticos: compõemuma classe de
fármacos que apresentam como principal
característica o alívio dos sintomas
associados ao enjoo, náuseas e vômitos
(êmese).
- Bromoprida;
- Citroplus;
- Dramin;
- Eucil Gotas;
105.
Laxativos: Auxiliamo trânsito intestinal.
Facilitando a evacuação de fezes normais.
Tem ação suave sobre o intestino.
- Tamarine;
- Metamucil;
- Agarol;
Purgativos: Auxiliam o trânsito
intestinal. Facilitando a evacuação de
fezes diarreicas. Sua ação é mais efetiva
que a dos laxantes.
- Laxol;
- Sulfato de sódio e magnésio;
- Lacto Purga;
106.
Antidiarreicos: Sãoindicados PARA os casos de
diarreias severas. Dividem-se em:
Absorventes – protegem a mucosa intestinal
inflamada, recobrindo com uma camada
aderente e absorvente. Ex.:
- Carvão Ativado (Passicarbone);
- Pectina (Colestase);
- Caulim (Kaomagma);
Antiperistalticos – eliminam o peristaltismo,
diminuindo assim a diarreia e as cólicas. Ex.:
- Elixir Paregórico;
- Difenoxilato (Lomotil);
- Loperamina (Imosec);
Antifiséticos: Medicamentos utilizados para
impedir o acumulo de gases no trato digestivo.
- Dimetilpolioxana (Luftal);
107.
Bloqueadores daSecreção Gástrica:
Bloqueiam a ação da histamina na
secreção gástrica, diminuindo assim a
úlcera gástrica.
- Cimetidina (Tagamet, Ulcimet);
- Ranitidina (Zylium);
- Omeprazol
(Losec);
108.
MEDICAMENTOS QUEATUAM NO
APARELHO RESPIRATÓRIO
Calmantes da tosse: Os calmantes da
tosse ou antitussígenos acalmam a tosse
improdutiva, ou seja, sem secreções.
Dividem-se em:
Opiáceos:
- Codeína beladonada (Belacodid);
- Etilmorfina (Binelli);
Não Opiáceos:
- Oxomemazina (Toplexil);
- Clobutinol (Silomat);
109.
Mucolíticos: Neutralizama aderência das
secreções, facilitando a expectoração.
- Acetilcisteína (Fluimucil);
- Bromexina (Bissolvon);
- L-carboximetilcisteína (Mucofan,
Mucolitic);
Expectorantes: Fluidificam as secreções
e favorecem a tosse produtiva,
promovendo a expulsão das secreções.
- Cloreto de amônio (Santussal);
- Guiacol (Polaramine);
- Iodeto de Potássio (Iodepol e Iodetal);
110.
Bálsamos –Tem ação sedativa e
descongestionante, são administrados
pelas vias respiratórias.
- Eucalipitol;
- Glycon;
- Frenotosse;
Broncodilatadores: Dilatam os
brônquios facilitando a eliminação de
secreções.
- Salbutamol (Aerolin);
- Terbutalina (Brycanil);
- Bromidrato de Fenoterol (Berotec);
- Brometo de Ipratrópio (Atrovent);
111.
MEDICAMENTOS QUEATUAM NO
APARELHO GENITURINÁRIO
Diuréticos: São capazes de aumentar a
produção de urina e úteis para combater
o edema.
- Hidroclorotiazida (Clorana);
- Hidroclorotiazida + amilorida
(Moduretic);
- Clortadilona (Higroton);
112.
Ocitotóxicos: Substanciasque provocam
a contração uterina. São usadas para
induzir o parto e inibir a hemorragia pós-
parto e pós-aborto.
- Ocitocina (Symtocinon, Orastina);
- Ergometrina (Ergotrate);
- Metilergometrina (Methergin);
MEDICAMENTOS QUEATUAM SOBRE A NUTRIÇÃO
Tônicos e Reconstituentes:
- Sais de cálcio (Calcim);
- Sais de fósforo (Fostimol);
- Sais de Flúor (Kalyamon);
Estimulantes do apetite:
- Ciproheptadina (Periatin);
- Buclizina (Postavit);
Vitaminas:
- Tiamina ou vitamina B1 (Benerva);
- Riboflavina ou vitamina B2 (Associada no Complexo B);
- Piridoxina ou vitamina B6 (Adermina);
- Cianocobalamina ou vitamina B12 (Rubranova);
- Ácido ascórbico ou vitamina C (Redoxon);
- Retinol ou vitamina A (Arovit);
- Vitamina D (Aderogil D3);
- Vitamina E (Ephynal);
- Vitamina K (Kanakion);
115.
MEDICAMENTOS QUEATUAM NO APARELHO
CIRCULATÓRIO
Digitálicos: Agem aumentando adequação da
circulação em pacientes com insuficiência
cardíaca e para diminuir a frequência ventricular
na presença da fibrilação e flutter atriais.
Aumenta a força volátil do miocárdio.
- Digoxina
- Deslanosídeo (Cedilanide);
Antiarrítmicos: São usados no tratamento e
profilaxia das arritmias.
- Amiodarona (Ancoron);
- Verapamil (Dilacoron);
- Procainamida (Procamide);
- Disopiradamida (Dicorantil);
116.
Anti-hipertensivos: Utilizadosno tratamento da hipertensão.
Dividem-se em:
Diuréticos: Diminuem o volume plasmático, o débito cardíaco, o
fluxo sanguíneo e em consequência a PA.
- Clortalidona (Higroton);
- Espironolactona (Aldactone);
- Furosemida;
Simpaticoliticos: Atuam no SNC, regulando a PA.
- Metildopa (Aldomet);
- Prazosin (Minipress);
- Clonidina (Atensina);
Vasodilatadores: Proporcionam melhor circulação dos tecidos
por meio do débito cardíaco.
- Butilsimpatol (Vasculat);
- Papaverina;
- Cinarizina (Stugeron);
Antianginosos: Reduzem a duração das crises, diminuem suas
frequência e gravidade e melhorar a tolerância do paciente ao
esforço físico.
- Isossorbida (Isordil, Isocord);
- Propatilnitrato (Sustrate);
- Nifedipina (Adalat);
117.
MEDICAMENTOS QUEATUAM NO SANGUE
Hemostáticos e Coagulantes: São substancias cujo
efeito final é a interrupção da hemorragia. Os
hemostáticos interrompem a hemorragia estancando
o sangue e os coagulantes provocam a coagulação do
sangue.
- Gelfoan;
- Vitamina K (Kanakion);
Anticoagulantes: São capazes de prevenir ou limitar
a trombose, podendo ser de dois tipos:
Heparina;
Antagonistas da Vitamina K;
- Warfina (Marevan);
- Fenindiona (Dindevan);
118.
MEDICAMENTOS QUEATUAM NO SISTEMA NERVOSO
CENTRAL
Analgésicos: Medicamentos ou substâncias com
atividade supressora ou de diminuição da dor.
Narcóticos: Atuam nas dores profundas, como
cólicas renais e biliares.
- Morfina (Dimorf);
- Codeína (Tengesic);
- Meperidina (Dolantina);
Não-narcóticos: São menos potentes. Suprimem a
dor superficial, como cefaleia, mialgias e artralgias.
- Ácido acetilsalicílico (AAS);
- Acetaminofen (Tylenol);
- Dipirona (Novalgina);
119.
Anti-inflamatórios: Reduzemou eliminam a
inflamação.
- Diclofenac (Voltaren);
- Indometacina (Indocid);
- Benzidanina (Benflogin);
- Alopurinol (Zyloric);
Sedativos: Reduzem a atividade, moderam a
excitação e acalmam o paciente.
- Levomepromazina;
- Passinflora;
- Sedagran;
Hipnóticos: Produzem torpor, facilitando a instalação
e manutenção do sono. São também chamados de
soníferos.
- Fenobarbital (Gardenal);
- Flurazepan (Dalmadorm);
- Midazolan (Dormonid);
120.
Psicotrópicos: Interferemcom processos mentais, sedando,
estimulando ou alterando o humor, o pensamento e o
comportamento. Dividem-se em:
Neurolépticos (ou tranquilizantes maiores): são indicados em
todas as formas de psicose, delírios e alucinações.
- Haloperidol (Haldol);
- Clorpromazina (Amplicitil);
- Flufenazina (Anatensol);
Ataráxicos (ou tranquilizantes menores): atuam na ansiedade e
tensão em pacientes neurológicos.
- Clordiazepóxido (Psicosedin);
- Bromazepan (Lexotan);
- Lorazepan
(Lorax);
Antidepressivos: diminuem a depressão, os inibidores da
monoaminoxidase (MAO) são antidepressivos.
- Tranilcipromina (Parmate);
- Imipramina (Tofranil);
- Amitriptilina (Tryptanal);
Antiparkinsonianos: Drogas que agem sobre os sintomas da
doença de Parkinson.
- Biperideno (Akineton);
- Levopoda + benzerazida (Prolopa);
121.
ANTI-INFECCIOSOS
Antibióticos: Tema propriedade de inibir o
crescimento de micro-organismos
patogênicos ou destruí-los. Classificam-se
em:
Bacteriostáticos – Afetam a síntese
proteica provocando a morte da bactéria por
impedir o crescimento bacteriano. Ex.:
Cloranfenicóis, Macrolídeos, Tetracilinas.
Bactericidas – Afetam a parede celular e a
membrana citoplasmática, provocando a
morte da bactéria. Ex.: Cefalosporinas,
Penicilinas, Polipeptíeos, Rifampicina e
Vancomicina.
122.
Anticomicóticos eAntifúngicos:
- Anfotericina B (Fungison);- Cetaconazol (Nizoral);- Fluocitosina
(Ancontil);- Fluconazol;
Antivirais: São úteis na profilaxia dos vírus.
- Aciclovir (Zovirax);
- Idoxiridina (Idu, Herpesine);
Antiparasitários: Atuam sobre as parasitoses provocando sua
expulsão sem lesar de forma grave o hospedeiro.
Antiamebianos – Utilizadas para combater a amebíase
intestinal, fígado e tecidos.
- Cloroquina;
- Metronidazol (Flagyl);
- Tinidazol (Pletil);
123.
Giardicidas e
Tricomonicidas: Utilizadas para combater a giárdia
e a tricomona.
Anti-helmínticos: Indicados para o combate a
áscaris, oxiúros, ancilostomídeos, tricocéfalos, tênias,
estrongilóides, neurocisticercos, esquitossomas.
- Piperazina
- Tetramizol (Ascaridil);
- Pirantel (Verdal);
- Mebendazol (Pantelmin);
- Pirvínio (Pyrpan);
- Tiabendazol (Helmiben);
- Cambendazol (Camben);
124.
Antidiabéticos:
Antidiabéticos Orais:
-Sulfoniluréias – estimulam a produção de insulina
exógena. Ex.: Diabinese, Lisaglucon, Minidiab.
- Biguanidas – diminuem a absorção de glicose na
mucosa interna e o organismo passa a precisar de
menos insulina. Ex.: Debel.
Insulina:
- De ação rápida – Insulina Regular (Biolin R e Iolin
R).
- De ação intermediária – Insulina NPH (Biolin NPH e
Iolin N).
- De ação prolongada – Insulina Lenta (Iolin L).
125.
Interações medicamentosas
Eventoclínico em que os efeitos de um fármaco são
alterados pela presença de outro fármaco, alimento,
bebida ou algum agente químico ambiental.
Constitui causa comum de efeitos adversos.
Quando dois medicamentos são administrados,
concomitantemente, a um paciente, eles podem agir
de forma independente ou interagirem entre si, com
aumento ou diminuição de efeito terapêutico ou
tóxico de um ou de outro.
126.
Enfermagem e medicação
A enfermagem atua na última etapa do
processo (preparo e administração dos
medicamentos), ou seja, na ponta final do
sistema de medicação e isso faz com que
muitos erros cometidos não detectados no
início ou no meio do sistema lhe sejam
atribuídos.
127.
Erros demedicação:
são passíveis de prevenção
Ferramentas para este processo:
emprego pelo profissional dos 9 certos
durante o preparo e administração de
medicamentos.
128.
Enfermagem
Profissional nãoapenas cumpridor de
tarefas
Temos que tornar-nos uma barreira
crítica, através do conhecimento
farmacológico da drogas, seus riscos e a
proximidade constante ao paciente.
129.
Enfermagem e administraçãode
medicamentos
A administração de medicamentos é um
dos deveres de maior responsabilidade da
equipe de enfermagem .
Requer conhecimentos de farmacologia
e terapêutica no que diz respeito á ação,
dosagem, efeitos colaterais, métodos e
precauções na administração das drogas.
130.
Enfermagem e cuidadosna administração de medicamentos
Ao preparar a bandeja de medicamentos, fazê-lo atentamente e
não conversar
Ler com atenção a prescrição médica, em casos de dúvidas
esclarecê-las antes
Ler o rótulo do medicamento atentamente
Colocar a identificação no medicamento antes de coloca-lo na
bandeja
Não tocar diretamente em comprimidos, cápsulas ou drágeas
Identificar o paciente antes de administrar o medicamento
Lembrar a regra dos 9 certos
Checar a prescrição o horário que o remédio foi dado, rubricando
ao lado
Quando o medicamento por algum motivo deixou de ser dado,
bolar o horário e anotar no prontuário
131.
“9 certos damedicação”
Paciente certo
Droga certa
Caminho certo (via correta)
Dose certa
Hora certa
Documentação certa (prescrição e checagem)
Ação certa (garantir que o medicamento seja
prescrito pela razão certa)
Forma certa (apresentação do medicamento)
Resposta certa (atentar para melhora do pciente)
132.
Medicação e ExercícioProfissional
As legislações para o exercício profissional da enfermagem,através
do Decreto Lei nº94.406/87 em seu artigo 8º, que dispõe sobre a
incumbência privativa do enfermeiro, determina nas alíneas
COREN.
b) organização e direção dos serviços de enfermagem e de suas
atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses
serviços.
c) planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação
dos serviços da assistência de enfermagem.
133.
Impericia, imprudencia enegligencia
As ações dos profissionais devem ser
pautadas em extrema responsabilidade
para eliminar falhas, das quais, por essas
ações danosas, são passíveis de
responder juridicamente aos termos de
elemento de culpa, a saber: imperícia,
negligência ou imprudência.
134.
Definições dos Erros
“Dano é definido como prejuízo temporário ou permanente da
função ou estrutura do corpo: física, emocional, ou psicológica,
seguida ou não de dor, requerendo uma intervenção”.
“Erro na medicação é qualquer evento evitável que pode causar
ou induzir ao uso inapropriado de medicamento ou prejudicar o
paciente enquanto o medicamento está sob o controle do
profissional de saúde, paciente ou consumidor. Tais eventos podem
estar relacionados à prática profissional, produtos de cuidado de
saúde, procedimentos, e sistemas, incluindo prescrição;
comunicação; etiquetação, embalagem e nomenclatura;
aviamento; dispensação; distribuição; administração; educação;
monitoramento e uso”. (NCCMERP, 1998 ).
135.
Tipos de Erros
Omissão: qualquer dose não administrada até o próximo horário de
medicação.
Administração de um medicamento não autorizado: administração
de um medicamento ou dose de medicamento não prescrito pelo médico.
Dose extra: administração de uma ou mais unidades de dosagem, além
daquela prescrita.
Erros referentes à via: administração pela via errada ou por uma via
que não a prescrita.
Erros com a dosagem: administração do medicamento em dosagens
diferentes daquelas prescritas pelo médico.
Erros devido ao horário incorreto: administrar medicamento fora dos
horários predefinidos pela instituição ou da prescrição.
Erros devido ao preparo incorreto do medicamento: medicamento
incorretamente formulado ou manipulado: diluição ou reconstituição
incorreta ou inexata; falha ao agitar suspensões; diluição de
medicamentos que não permitam esse procedimento, mistura de
medicamentos que são física ou quimicamente incompatíveis e
embalagem inadequada do produto.
136.
Identificando falhas ouproblemas
Classificação:
Ambiente: problemas relacionados às interferências do ambiente do preparo e administração do
medicamento, tais como local barulhento, desorganizado, inapropriado (iluminação, ventilação,
circulação de pessoas).
Preparo dos medicamentos: preparo incorreto do medicamento (técnica de manipulação,
horário e local).
Administração de medicamentos: falhas na técnica de administração, nos registros e na
relação com o paciente.
Conferência e registro da medicação: problemas na conferência, registro ou anotação do
medicamento.
Distribuição e estoque de medicamentos: falhas na distribuição e/ou estoque de
medicamentos refletidos na clínica.
Violações de regras: descumprimento dos procedimentos aceitos e já estabelecidos (horário da
medicação, redação incompleta da prescrição).
Transcrição: falhas no ato do profissional de enfermagem copiar a prescrição de medicamentos
em etiquetas, rótulos, fichas que serão utilizados pelo auxiliar na preparação e administração do
medicamento.
Conhecimento sobre o medicamento: conhecimentos errados, insuficientes ou inexistentes
relativos aos medicamentos, tais como: uso, dose, vias, preparação e administração.
Prescrição de medicamentos: redação inadequada da prescrição, como grafia ilegível e rasuras
ou prescrição incompleta (posologia, duração do tratamento, via de administração ou falta de
assinatura) que possam interferir na ação da enfermagem.
138.
“As mãos queajudam a curar, podem matar por desconhecimento”
Enfermagem