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CONTROLES
 INTERNOS



            Ms Karla Carioca
CONHECENDO O PROFESSOR

Karla Jeanny Falcão Carioca
   Mestre em Controladoria pela Universidade Federal do Ceará
   (UFC), com MBA em Gestão de Negócios de Energia Elétrica pela
   Fundação Getulio Vargas (FGV) e Bacharel em Ciências Contábeis
   pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).
   Professora universitária de Graduação e Pós-Graduação.
   Palestrante e Instrutora de cursos com enfoque em Contabilidade
   Internacional, Governança Corporativa e Controles Internos.
   Sócia-Diretora da Dominus Auditoria, Consultoria e Treinamentos.
   Possui 14 anos de experiência na área de contabilidade, sendo 9
   anos de experiência em normas internacionais de contabilidade e
   controles internos.


                                                               Ms Karla Carioca
CONCEITOS

Os controles internos são os conhecimentos, políticas, procedimentos e métodos
organizados para gerenciar os riscos e as oportunidades relacionadas ao ambiente
externo, às pessoas, à informação e comunicação e aos processos utilizados para atingir
os objetivos estratégicos das empresas e de suas áreas de negócios. (Baraldi)
Compreende o plano de organização e o conjunto integrado de método e
procedimentos adotados pela entidade na proteção do seu patrimônio, promoção da
confiabilidade e tempestividade dos seus registros e demonstrações contábeis, e da sua
eficácia operacional (CFC)
Uma forte estrutura de controles internos pode ajudar sua companhia a:
     tomar melhores decisões operacionais e obter informações mais pontuais;

     conquistar (ou reconquistar) a confiança dos investidores;

     evitar a evasão de recursos;

     cumprir leis e regulamentos aplicáveis;

     obter vantagem competitiva através de operações dinâmicas. (Deloitte)



                                                                                 Ms Karla Carioca
OBJETIVOS

Com o envolvimento de grandes empresas em escândalos
administrativos e financeiros foi provocado um grande abalo no
mercado e evidenciou o sempre presente risco de fraudes
A consequência disto foi um grande salto na necessidade de
divulgação e transparência nas empresas
Pode-se esperar que o controle interno forneça apenas
segurança razoável, e não segurança absoluta




                                                          Ms Karla Carioca
IMPORTÂNCIA
          Salvaguardar os ativos

       Desenvolvimento do negócio

Informações tempestivas e corretas sobre o
        resultado das operações

    Cumprir com os objetivos traçados




                                             Ms Karla Carioca
RISCOS

                                           Variáveis que alteram o valor
                              RISCOS DE         de um instrumento
                              MERCADO                financeiro
    Risco: decorre da
  incerteza inerente ao
  conjunto de possíveis                     Perda resultante de processos
consequências (ganhos e        RISCOS        internos, pessoas e sistemas
                            OPERACIONAIS            inadequados
perdas) que resultam de
    decisões tomadas
    diariamente pela
                                            Atividades nas quais o êxito
       organização            RISCOS DE    depende de cumprimento pela
                               CRÉDITO       outra parte, emitente ou
                                                     tomador




                                                               Ms Karla Carioca
RESPOSTAS AOS RISCOS

Evitar Riscos – exemplo: controles automatizados inibidores
com eficácia altíssima, como os controles contra violações do
ambiente de tecnologia da informação, que obrigatoriamente
devem buscar eficácia de 100%
Reduzir Riscos – exemplo: controles para prevenir erros dentro
de limites aceitáveis, como revisão e análise para verificar se
todas as transações relevantes foram classificadas
adequadamente




                                                           Ms Karla Carioca
RESPOSTAS AOS RISCOS

Compartilhar/transferir Riscos – exemplo: segurar bens e
direitos contra riscos diversos, como seguro contra incêndio no
prédio da fábrica, seguro da carga transportada
Aceitar Riscos – Após verificar a probabilidade e impacto dos
riscos e considerar a tolerância de riscos da empresa e o custo
das três ações acima, a administração define o limite de
exposição a riscos aceitável




                                                           Ms Karla Carioca
TOLERÂNCIA AOS RISCOS

Ausência de Controles                Controles em Excesso           Controles Adequados




                                       Riscos
                                                                         Riscos
            Controles + Tolerância
                        à Riscos                                                  Controles + Tolerância
   Riscos                                                                                     à Riscos
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      Exposição a                        Exposição a                        Controles
         Riscos                            Custos                            Internos
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TIPOS DE CONTROLES

Administrativos: procedimentos relacionados às operações da
empresa, por exemplo, a exigência da empresa que todos os
funcionários realizem treinamento de segurança
Contábeis: procedimentos relacionados à salvaguarda dos
ativos e garantia de que os registros, os saldos das contas
contábeis e os relatórios financeiros são confiáveis, por
exemplo, o controle patrimonial e identificação dos bens da
empresa




                                                       Ms Karla Carioca
TIPOS DE CONTROLES

Preventivo: Executados no início do processo. Previnem o
acontecimento de erros ou irregularidades e minimizam os
riscos na fonte. Controle pró-ativo.
Detectivo: Executados ao longo do processo. Detectam erros
que são difíceis de definir ou prever. Controle reativo.
Qual possui maior eficácia?

                    PREVENTIVO




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Automatizado:      Controles     executados    por     sistemas
automatizados, não dependendo de julgamentos pessoais. Para
garantir sua consistência, precisão e tempestividade, é preciso
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ATIVIDADES BÁSICAS DE CONTROLE

Segurança e proteção dos ativos e arquivos de
                informação

    Documentação e registros adequados

           Segregação de funções

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         Verificações independentes




                                                Ms Karla Carioca
AMBIENTE DE CONTROLE

Princípios éticos de retidão e de integridade moral, dos
indivíduos e da organização
Estrutura organizacional adequada para as realizações de
negócios
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                                                    Ms Karla Carioca
DÚVIDAS?
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             Ms Karla Carioca
REFERÊNCIAS

PASSOS, E. Ética nas Organizações. São Paulo: Atlas,
2004
SÁ, A.L. Ética Profissional. São Paulo: Atlas, 2012
FORTES, J.C. Manual do Contabilista. São Paulo: Saraiva,
2010
DIAS, S. V. S. Manual de controles internos. São Paulo:
Atlas, 2010
Conselho Regional de Contabilidade – Ceará disponível
em www.crc-ce.rg.br
Conselho Federal de Contabilidade – disponível em
www.cfc.org.br


                                                    Ms Karla Carioca
karlacarioca@dominusauditoria.com.br
            (85) 3224-6393

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  • 1. CONTROLES INTERNOS Ms Karla Carioca
  • 2. CONHECENDO O PROFESSOR Karla Jeanny Falcão Carioca Mestre em Controladoria pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com MBA em Gestão de Negócios de Energia Elétrica pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Professora universitária de Graduação e Pós-Graduação. Palestrante e Instrutora de cursos com enfoque em Contabilidade Internacional, Governança Corporativa e Controles Internos. Sócia-Diretora da Dominus Auditoria, Consultoria e Treinamentos. Possui 14 anos de experiência na área de contabilidade, sendo 9 anos de experiência em normas internacionais de contabilidade e controles internos. Ms Karla Carioca
  • 3. CONCEITOS Os controles internos são os conhecimentos, políticas, procedimentos e métodos organizados para gerenciar os riscos e as oportunidades relacionadas ao ambiente externo, às pessoas, à informação e comunicação e aos processos utilizados para atingir os objetivos estratégicos das empresas e de suas áreas de negócios. (Baraldi) Compreende o plano de organização e o conjunto integrado de método e procedimentos adotados pela entidade na proteção do seu patrimônio, promoção da confiabilidade e tempestividade dos seus registros e demonstrações contábeis, e da sua eficácia operacional (CFC) Uma forte estrutura de controles internos pode ajudar sua companhia a: tomar melhores decisões operacionais e obter informações mais pontuais; conquistar (ou reconquistar) a confiança dos investidores; evitar a evasão de recursos; cumprir leis e regulamentos aplicáveis; obter vantagem competitiva através de operações dinâmicas. (Deloitte) Ms Karla Carioca
  • 4. OBJETIVOS Com o envolvimento de grandes empresas em escândalos administrativos e financeiros foi provocado um grande abalo no mercado e evidenciou o sempre presente risco de fraudes A consequência disto foi um grande salto na necessidade de divulgação e transparência nas empresas Pode-se esperar que o controle interno forneça apenas segurança razoável, e não segurança absoluta Ms Karla Carioca
  • 5. IMPORTÂNCIA Salvaguardar os ativos Desenvolvimento do negócio Informações tempestivas e corretas sobre o resultado das operações Cumprir com os objetivos traçados Ms Karla Carioca
  • 6. RISCOS Variáveis que alteram o valor RISCOS DE de um instrumento MERCADO financeiro Risco: decorre da incerteza inerente ao conjunto de possíveis Perda resultante de processos consequências (ganhos e RISCOS internos, pessoas e sistemas OPERACIONAIS inadequados perdas) que resultam de decisões tomadas diariamente pela Atividades nas quais o êxito organização RISCOS DE depende de cumprimento pela CRÉDITO outra parte, emitente ou tomador Ms Karla Carioca
  • 7. RESPOSTAS AOS RISCOS Evitar Riscos – exemplo: controles automatizados inibidores com eficácia altíssima, como os controles contra violações do ambiente de tecnologia da informação, que obrigatoriamente devem buscar eficácia de 100% Reduzir Riscos – exemplo: controles para prevenir erros dentro de limites aceitáveis, como revisão e análise para verificar se todas as transações relevantes foram classificadas adequadamente Ms Karla Carioca
  • 8. RESPOSTAS AOS RISCOS Compartilhar/transferir Riscos – exemplo: segurar bens e direitos contra riscos diversos, como seguro contra incêndio no prédio da fábrica, seguro da carga transportada Aceitar Riscos – Após verificar a probabilidade e impacto dos riscos e considerar a tolerância de riscos da empresa e o custo das três ações acima, a administração define o limite de exposição a riscos aceitável Ms Karla Carioca
  • 9. TOLERÂNCIA AOS RISCOS Ausência de Controles Controles em Excesso Controles Adequados Riscos Riscos Controles + Tolerância à Riscos Controles + Tolerância Riscos à Riscos Controles + Tolerância à Riscos Exposição a Exposição a Controles Riscos Custos Internos Inaceitáveis Excessivos Eficientes Ms Karla Carioca
  • 10. TIPOS DE CONTROLES Administrativos: procedimentos relacionados às operações da empresa, por exemplo, a exigência da empresa que todos os funcionários realizem treinamento de segurança Contábeis: procedimentos relacionados à salvaguarda dos ativos e garantia de que os registros, os saldos das contas contábeis e os relatórios financeiros são confiáveis, por exemplo, o controle patrimonial e identificação dos bens da empresa Ms Karla Carioca
  • 11. TIPOS DE CONTROLES Preventivo: Executados no início do processo. Previnem o acontecimento de erros ou irregularidades e minimizam os riscos na fonte. Controle pró-ativo. Detectivo: Executados ao longo do processo. Detectam erros que são difíceis de definir ou prever. Controle reativo. Qual possui maior eficácia? PREVENTIVO Ms Karla Carioca
  • 12. TIPOS DE CONTROLES Automatizado: Controles executados por sistemas automatizados, não dependendo de julgamentos pessoais. Para garantir sua consistência, precisão e tempestividade, é preciso ter um sistema seguro e confiável Manual: Controles manuais executados por pessoas Qual possui maior eficácia? AUTOMATIZADO Ms Karla Carioca
  • 13. ATIVIDADES BÁSICAS DE CONTROLE Segurança e proteção dos ativos e arquivos de informação Documentação e registros adequados Segregação de funções Procedimentos adequados de autorização Verificações independentes Ms Karla Carioca
  • 14. AMBIENTE DE CONTROLE Princípios éticos de retidão e de integridade moral, dos indivíduos e da organização Estrutura organizacional adequada para as realizações de negócios Comprometimento com a competência e a eficiência Formação de uma cultura organizacional Estilo e atitude exemplar dos administradores Políticas e práticas adequadas de RH Sistemas adequados Gerenciamento Ms Karla Carioca
  • 15. DÚVIDAS? PERGUNTAS? Ms Karla Carioca
  • 16. REFERÊNCIAS PASSOS, E. Ética nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2004 SÁ, A.L. Ética Profissional. São Paulo: Atlas, 2012 FORTES, J.C. Manual do Contabilista. São Paulo: Saraiva, 2010 DIAS, S. V. S. Manual de controles internos. São Paulo: Atlas, 2010 Conselho Regional de Contabilidade – Ceará disponível em www.crc-ce.rg.br Conselho Federal de Contabilidade – disponível em www.cfc.org.br Ms Karla Carioca