O autor resume três erros comuns na interpretação do construtivismo como teoria educacional: 1) acreditar que tem o monopólio da verdade sobre como as pessoas aprendem, 2) supor que todo aprendizado requer "andaimes mentais", e 3) aceitar a teoria como verdade absoluta sem testes empíricos. Ele defende que materiais estruturados podem ser úteis no ensino e que o construtivismo, quando bem aplicado, não se opõe a isso.