Cláudia Viriato e Jaiane Sales
Formação de Professores
Na Pespectiva Inclusiva
Construindo Caminhos
para a prática inclusiva
OBJETIVOS
Pensar a realidade escolar e vislumbrar meios,
instrumentos e parcerias para fortalecer ações da prática
educativa coerentes com os princípios da Educação
Inclusiva.
Trilhar nos caminhos das especificidades e dos desafios
das práticas pedagógicas atinentes às diferenças mais
significativas dos alunos, na perspectiva da participação
de todos no processo educativo.
Pensando
sobre o
estudante...
quem é ele?
Quais potencialidades, habilidades e
dificuldades seu estudante (a) apresenta?
Qual área ou conteúdo apresenta mais
interesse ou dificuldade?
Consegue escrever e ler de forma
convencional?
O que sabe? O que gosta de fazer?
Quais instrumentos, recursos e materiais didáticos a
instituição de ensino dispõe e que podem favorecer o
ensino para todos os alunos?
Que ações, em conjunto com a equipe pedagógica,
professor(a) de sala de recursos multifuncional,
professor de apoio, pais e/ou demais colegas
professores(a) podem ser dialogadas, ajustadas,
adaptadas?
1. Quais caminhos a professora utilizou para mudar a
postura desmotivada da aluna e despertar o interesse
pela aprendizagem?
2. Quais princípios se fazem perceber na atitude da
professora, que podemos afirmar serem basilares de
práticas pedagógicas inclusivas?
Pode-se concluir, portanto que uma prática pedagógica
inclusiva é aquela que ...
Vamos pensar
um pouco...
ADAPTAÇÃO CURRICULAR
RECURSO DE INCLUSÃO
INCLUSÃO?
O que é
Inclusão é as pessoas aprenderem juntas.
E não as mesmas coisas. Você tem que
garantir que seu aluno aprenda todos os
dias, sejam um currículo igual ao da
turma, seja um currículo diferente, ou seja
um currículo adaptado. O importante é
que as crianças aprendam todos os dias
na escola.
REALIZAR ADAPTAÇÕES
Realizar acomodações no currículo escolar
considerando as características educacionais
dos alunos. Não um currículo novo, mas um
currículo flexível acrescido de técnicas e
sistemas de apoio que permitam ao aluno
com deficiência participar das mesmas
atividades que os demais alunos.
no currículo
O QUE É ADAPTAÇÃO CURRICULAR?
Para falar de adaptação curricular, precisamos entender melhor
sobre currículo.
O currículo tem todos aqueles tópicos previstos para um
determinado ano letivo e para uma determinada disciplina.
Vamos pegar por exemplo o componente curricular Língua
Portuguesa para 8m aluno que está no 7º ano.
Vamos ter uma sequência de tópicos de conteúdos base que
estão na BNCC e que são obrigatórios para o aluno ver durante o
ano letivo.
O QUE É ADAPTAÇÃO CURRICULAR?
Só que nem todos os alunos conseguem aprender todo aquele conteúdo que
está ali naqueles tópicos, dentro desse periodo de tempo que é o ano letivo.
Nesses casos a Adaptação Curricular se faz necessária.
A adaptação curricular então é: O professor selecionar os conteúdos mais
relevantes para o aluno de acordo com a necessidade dele, para trabalhar
dentro do ano letivo, de uma determinada disciplina.
Um aluno com deficiência por exemplo, pode precisar de adaptações para a
disciplina de português e não precisar de adaptação para a disciplina de
matemática ou história tudo vai depender da nessecidade do mesmo.
É OBRIGATÓRIO FAZER. ADAPTAÇÃO CURRICULAR
Art. 59 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional
de 1996
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação:
I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender
às suas necessidades;
QUEM DEVE FAZER ESSA ADAPTAÇÃO
O professor especialista na disciplina dele é o mais adequado
para está à frente da adaptação da sua própria disciplina.
Justamente por ele conhecer todos os tópicos do conteúdo,
previstos para aquela disciplina de acordo com a BNCC!
Mas é claro que a adaptação precisa ser de acordo com a
necessidade específica do aluno, por isso os profissionais do
Atendimento Educacional Especializado e da Coordenação
Pedagógica podem contribuir para a adaptação curricular. O
Ideal é um trabalho de muitas mãos! O chamado trabalho
colaborativo.
O trabalho colaborativo consiste em
estratégia pedagógica em que o
professor do ensino comum e o
professor especialista planejam, de
forma articulada, procedimentos de
ensino para o atendimento a
estudantes público- alvo da
educação especial, mediante ajustes
por parte dos professores.
O QUE É TRABALHO COLABORATIVO?
Na educação inclusiva, todos têm direito ao mesmo currículo e ao
mesmo conjunto de saberes.
Por isso, o responsável por todos os estudantes, com ou sem
deficiência, é quem faz o planejamento para todo o grupo:
o professor regente da sala comum. Mas essa tarefa pode – e
deve – ser compartilhada. Quando o docente da sala de recursos
participa, ele tem a oportunidade de propor atividades ao colega da
sala comum considerando os interesses e as necessidades de cada
aluno com deficiência, identificar possíveis barreiras à
aprendizagem desses estudantes e apontar estratégias para aqueles
tenham as mesmas oportunidades que toda a turma.
EXEMPLOS DE COLABORAÇÃO
O papél do professor do
Observar a necessidade do aluno com
deficiência inclusos nas salas de ensino
regular, identificar problemas e criar
possibilidades adequadas para superar
barreiras que impedem o
desenvolvimento do aluno dentro e fora
da escola e articular parcerias com
os demais profissionais.
AEE
O papél do professor da
O professor da classe comum deve propor
situações de ensino e aprendizagem satisfatórios
para todos e ser qualificado para responder às
necessidades diferenciadas de seus alunos
propondo situações de ensino e aprendizagem
satisfatórios. Deve também atuar como
facilitador no processo de inclusão, e para tanto,
precisa conhecer os elementos necessários para
atuação no desenvolvimento das práticas
pedagógicas, a fim de identificar as
especificidades e o potencial de desenvolvimento
da pessoa com deficiência.
SALA REGULAR
PARA UM TRABALHO COLABORATIVO
CRITÉRIOS
1. Tempo para planejamento comum, momento de discutir e partilhar
ideias;
2. Flexibilidade, ser flexível na forma de ensinar e organizar a sala;
3. Arriscar-se diante dos desafios que se apresentam fazendo
acomodações para melhorar o ensino, é o aspecto mais importante;
4. Definir papeis e responsabilidades, ter clareza dos papeis e
responsabilizar-se pelos avanços acadêmicos;
5. Compatibilidade, dada as especificidades de cada professor com estilos
próprios para ensinar, há que se organizar diferentes possibilidades
através de diálogos assertivos;
6. Habilidades de comunicação, o trabalho em conjunto exige
comunicação constante;
7. Suporte da gestão escolar, para implantação do ensino colaborativo é
necessário a mediação da equipe gestora;
8. Formação dos profissionais, primordial para atender o público do AEE.
9. Adaptação Curricular
1. É preciso conhecer muito bem os alunos para saber qual é o apoio
que necessitam.
2. O fundamento desse princípio é o direito à diferença para garantir
igualdade de oportunidades.
3. Planejar suas aulas de modo que todos os alunos aprendam alguma
coisa.
4. Faça um balanço do aluno em relação ao ano anterior, observando o
que ele aprendeu e o que teve dificuldade.
5. Utilize o potencial do seu aluno, para partir do conhecimento que
ele já possui para construir outro conhecimento.
DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO
CURRICULAR
EXEMPLIFICANDO
Do conteúdo previsto, o que é mais importante para ele
aprender e viver em sociedade, é o que você vai ensinar. Ao
ensinar esse conteúdo, por exemplo, se for o sistema de
numeração decimal, em que a turma está no numeral 100 e seu
aluno está no numeral 10, você vai apresentar a mesma atividade
para todos os alunos, porém para o aluno com deficiência, se ele
aprendeu até o 10, as atividades dele serão até o numeral 10
EXEMPLIFICANDO
Vamos fazer uma classificação do que é mais
importante para o seu aluno aprender dentro do
ano letivo! quais sãos os conteúdos mais
importantes para a vida daquele aluno fora da
escola, o que é mais importante para ele evoluir
como cidadão, como pessoa, como ser humanão
o independente na sociedade!
Entao vamos fazer a seleção desss forma
TÉCNICAS lNCLUSIVAS E
RECURSOS ADAPTADOS
PARA UM OBJETIVO ACESSÍVEL
Adaptamos o objetivo e a estrutura.
Se mesmo assim nosso aluno ainda
não consegue fazer sozinho sem errar,
podemos adicionar outra forma de
adaptar nessa mesma atividade.
Se mesmo com as adaptações acima o
aluno ainda apresenta falta de autonomia
ou alta taxa de erros, o apoio visual pode ser
uma excelente escolha
Nossa atividade já foi adaptada pelo objetivo, a
estrutura (layout), o vocabulário e adicionamos
apoio visual.
E agora vou te apresentar a 5º forma de adaptar
atividades considerada uma das mais
poderosas de todas.
Conteúdos de Português 7º ano Ensino Fundamental
Reportagem
Adjunto adnominal
Palavra primitiva e derivada
Advérbio locação adverbial
Coesão
Campanha/ cartaz
Verbo- Modo imperativo.
Concordância
Carta reclamação
Período composto por coordenação
AGORA VEJA O EXEMPLO
E aquele aluno que não consegue acompanhar todo o
esse conteúdo? O que é mais importante pra ele
aprender com qualidades dentro do tempo que tem ?
Será que é prudente passar todo esse conteúdo aqui
dentro de um ano letivo? Ele vai aprender com
qualidade?
Por isso é importante a seleção é muito importante
pensando na qualidade desse tempo do aluno.
AGORA TE FAÇO UMA PERGUNTA
Defina uma quantidade de conteúdos que
você acredite que aquele aluno consiga
aprenda.
E caso ele consiga aprender tudo antes do
período determinado, você poderá adicionar
novos conteúdos.
DEFINA METAS ALCANÇAVEIS
E QUANDO O ALUNO NÃO TEM
Quando o aluno não tem o pré-requisito, ele não
consegue dar o passo adiante!
Porque falta o fundamento. Não adianta pular etapa,
não adianta ensinar acentuação pra alguém que não
sabe ler e escrever, da mesma forma que não
adianta ensinar equação para um aluno que não sabe
resolver continhas simples.
E afinal o que eu preciso fazer ?.
os pré-requisitos
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Essa avaliação deve ser instrumentalizada.Você precisa
entender o que o aluno sabe e em que ponto do
desenvolvimento o mesmo está.
E quando você entende isso, consegue mapear o
nível de desenvolvimento do aluno e traçar um currículo
adaptado apartir do atual nível de desenvolvimento dele.
A avaliação Diagnóstica é fundamental para a elaboração
de um currículo adaptado.
COMO DEVE SER ESSA AVALIAÇÃO?
O seu aluno com deficiencia pode precisar de conteúdos
e pré-requisitos que não estão no curriculo tradicional da escola!
Em alguns casos é necessário ensinar a esses alunos
algumas habilidades que estão fora desse currículo.
Alguns alunos podem ter atraso no desenvolvimento ou
deficiências muito grave, que por algum motivo eles
possam não ter atingindo alguns objetivos ou alguns
marcos do desenvolvimento e habilidades importantes
para eles participarem das aulas com qualidade.
Importante saber
ALGUMAS PRÁTICAS
INCLUSIVAS
Trabalhar
colaborativamente,
dividindo os
desafios e
compartilhando
práticas e atividades
bem sucedidas.
Planejar e fazer as
necessárias adaptações das
atividades levando em
consideração o grau
de dificuldade dos alunos
em relação à tarefa
proposta.
Saber que todos os alunos são diferentes, e que suas
experiências prévias proporcionam a construção de
saberes e resultados pedagógicos singulares, que
não poderão ser desconsiderados no monitoramento
e registro do desempenho escolar de cada aluno em
relação às metas propostas para o grupo.
Fazer um exercício
constante de colocar-
se no lugar do outro.
Valorizar a diversidade e a capacidade de cada um
para aprender, tendo em mente que os alunos têm
ritmos e estilos diferentes de aprendizagem.
Celebrar cada
progresso e
conquista de seus
alunos.
Saber que, na sala de
aula, o aluno não é um
mero
espectador, mas um
participante ativo na
construção do
conhecimento.
Incentivar os alunos a
fazerem escolhas e a
aprenderem com seus
sucessos e erros, criando
para isso um ambiente ativo
de aprendizagem que
permita a resolução de
problemas, a colaboração
com seus pares, estimulando
a autonomia.
Viver com a
possibilidade de
encontrar novos
recursos,
até mesmo onde
você não imaginava...
Compreender o
limite entre o
respeitar as
limitações
e o estimular as
potencialidades.
Educar cidadãos,
preparar os alunos para
viver e
colaborar para a
construção de uma
sociedade mais
justa e mais solidária.
Muito
Obrigada!
Cláudia Viriato
Jaiane Sales

CONSTRUINDO CAMINHOS PARA A PRÁTICA INCLUSIVA.pdf

  • 1.
    Cláudia Viriato eJaiane Sales Formação de Professores Na Pespectiva Inclusiva
  • 2.
    Construindo Caminhos para aprática inclusiva
  • 3.
    OBJETIVOS Pensar a realidadeescolar e vislumbrar meios, instrumentos e parcerias para fortalecer ações da prática educativa coerentes com os princípios da Educação Inclusiva. Trilhar nos caminhos das especificidades e dos desafios das práticas pedagógicas atinentes às diferenças mais significativas dos alunos, na perspectiva da participação de todos no processo educativo.
  • 4.
  • 6.
    Quais potencialidades, habilidadese dificuldades seu estudante (a) apresenta? Qual área ou conteúdo apresenta mais interesse ou dificuldade? Consegue escrever e ler de forma convencional? O que sabe? O que gosta de fazer?
  • 7.
    Quais instrumentos, recursose materiais didáticos a instituição de ensino dispõe e que podem favorecer o ensino para todos os alunos? Que ações, em conjunto com a equipe pedagógica, professor(a) de sala de recursos multifuncional, professor de apoio, pais e/ou demais colegas professores(a) podem ser dialogadas, ajustadas, adaptadas?
  • 9.
    1. Quais caminhosa professora utilizou para mudar a postura desmotivada da aluna e despertar o interesse pela aprendizagem? 2. Quais princípios se fazem perceber na atitude da professora, que podemos afirmar serem basilares de práticas pedagógicas inclusivas? Pode-se concluir, portanto que uma prática pedagógica inclusiva é aquela que ...
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    INCLUSÃO? O que é Inclusãoé as pessoas aprenderem juntas. E não as mesmas coisas. Você tem que garantir que seu aluno aprenda todos os dias, sejam um currículo igual ao da turma, seja um currículo diferente, ou seja um currículo adaptado. O importante é que as crianças aprendam todos os dias na escola.
  • 13.
    REALIZAR ADAPTAÇÕES Realizar acomodaçõesno currículo escolar considerando as características educacionais dos alunos. Não um currículo novo, mas um currículo flexível acrescido de técnicas e sistemas de apoio que permitam ao aluno com deficiência participar das mesmas atividades que os demais alunos. no currículo
  • 14.
    O QUE ÉADAPTAÇÃO CURRICULAR? Para falar de adaptação curricular, precisamos entender melhor sobre currículo. O currículo tem todos aqueles tópicos previstos para um determinado ano letivo e para uma determinada disciplina. Vamos pegar por exemplo o componente curricular Língua Portuguesa para 8m aluno que está no 7º ano. Vamos ter uma sequência de tópicos de conteúdos base que estão na BNCC e que são obrigatórios para o aluno ver durante o ano letivo.
  • 15.
    O QUE ÉADAPTAÇÃO CURRICULAR? Só que nem todos os alunos conseguem aprender todo aquele conteúdo que está ali naqueles tópicos, dentro desse periodo de tempo que é o ano letivo. Nesses casos a Adaptação Curricular se faz necessária. A adaptação curricular então é: O professor selecionar os conteúdos mais relevantes para o aluno de acordo com a necessidade dele, para trabalhar dentro do ano letivo, de uma determinada disciplina. Um aluno com deficiência por exemplo, pode precisar de adaptações para a disciplina de português e não precisar de adaptação para a disciplina de matemática ou história tudo vai depender da nessecidade do mesmo.
  • 16.
    É OBRIGATÓRIO FAZER.ADAPTAÇÃO CURRICULAR Art. 59 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
  • 17.
    QUEM DEVE FAZERESSA ADAPTAÇÃO O professor especialista na disciplina dele é o mais adequado para está à frente da adaptação da sua própria disciplina. Justamente por ele conhecer todos os tópicos do conteúdo, previstos para aquela disciplina de acordo com a BNCC! Mas é claro que a adaptação precisa ser de acordo com a necessidade específica do aluno, por isso os profissionais do Atendimento Educacional Especializado e da Coordenação Pedagógica podem contribuir para a adaptação curricular. O Ideal é um trabalho de muitas mãos! O chamado trabalho colaborativo.
  • 18.
    O trabalho colaborativoconsiste em estratégia pedagógica em que o professor do ensino comum e o professor especialista planejam, de forma articulada, procedimentos de ensino para o atendimento a estudantes público- alvo da educação especial, mediante ajustes por parte dos professores. O QUE É TRABALHO COLABORATIVO?
  • 19.
    Na educação inclusiva,todos têm direito ao mesmo currículo e ao mesmo conjunto de saberes. Por isso, o responsável por todos os estudantes, com ou sem deficiência, é quem faz o planejamento para todo o grupo: o professor regente da sala comum. Mas essa tarefa pode – e deve – ser compartilhada. Quando o docente da sala de recursos participa, ele tem a oportunidade de propor atividades ao colega da sala comum considerando os interesses e as necessidades de cada aluno com deficiência, identificar possíveis barreiras à aprendizagem desses estudantes e apontar estratégias para aqueles tenham as mesmas oportunidades que toda a turma. EXEMPLOS DE COLABORAÇÃO
  • 20.
    O papél doprofessor do Observar a necessidade do aluno com deficiência inclusos nas salas de ensino regular, identificar problemas e criar possibilidades adequadas para superar barreiras que impedem o desenvolvimento do aluno dentro e fora da escola e articular parcerias com os demais profissionais. AEE
  • 21.
    O papél doprofessor da O professor da classe comum deve propor situações de ensino e aprendizagem satisfatórios para todos e ser qualificado para responder às necessidades diferenciadas de seus alunos propondo situações de ensino e aprendizagem satisfatórios. Deve também atuar como facilitador no processo de inclusão, e para tanto, precisa conhecer os elementos necessários para atuação no desenvolvimento das práticas pedagógicas, a fim de identificar as especificidades e o potencial de desenvolvimento da pessoa com deficiência. SALA REGULAR
  • 22.
    PARA UM TRABALHOCOLABORATIVO CRITÉRIOS 1. Tempo para planejamento comum, momento de discutir e partilhar ideias; 2. Flexibilidade, ser flexível na forma de ensinar e organizar a sala; 3. Arriscar-se diante dos desafios que se apresentam fazendo acomodações para melhorar o ensino, é o aspecto mais importante; 4. Definir papeis e responsabilidades, ter clareza dos papeis e responsabilizar-se pelos avanços acadêmicos; 5. Compatibilidade, dada as especificidades de cada professor com estilos próprios para ensinar, há que se organizar diferentes possibilidades através de diálogos assertivos; 6. Habilidades de comunicação, o trabalho em conjunto exige comunicação constante; 7. Suporte da gestão escolar, para implantação do ensino colaborativo é necessário a mediação da equipe gestora; 8. Formação dos profissionais, primordial para atender o público do AEE. 9. Adaptação Curricular
  • 23.
    1. É precisoconhecer muito bem os alunos para saber qual é o apoio que necessitam. 2. O fundamento desse princípio é o direito à diferença para garantir igualdade de oportunidades. 3. Planejar suas aulas de modo que todos os alunos aprendam alguma coisa. 4. Faça um balanço do aluno em relação ao ano anterior, observando o que ele aprendeu e o que teve dificuldade. 5. Utilize o potencial do seu aluno, para partir do conhecimento que ele já possui para construir outro conhecimento. DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO CURRICULAR
  • 24.
    EXEMPLIFICANDO Do conteúdo previsto,o que é mais importante para ele aprender e viver em sociedade, é o que você vai ensinar. Ao ensinar esse conteúdo, por exemplo, se for o sistema de numeração decimal, em que a turma está no numeral 100 e seu aluno está no numeral 10, você vai apresentar a mesma atividade para todos os alunos, porém para o aluno com deficiência, se ele aprendeu até o 10, as atividades dele serão até o numeral 10
  • 25.
    EXEMPLIFICANDO Vamos fazer umaclassificação do que é mais importante para o seu aluno aprender dentro do ano letivo! quais sãos os conteúdos mais importantes para a vida daquele aluno fora da escola, o que é mais importante para ele evoluir como cidadão, como pessoa, como ser humanão o independente na sociedade! Entao vamos fazer a seleção desss forma
  • 27.
    TÉCNICAS lNCLUSIVAS E RECURSOSADAPTADOS PARA UM OBJETIVO ACESSÍVEL
  • 31.
    Adaptamos o objetivoe a estrutura. Se mesmo assim nosso aluno ainda não consegue fazer sozinho sem errar, podemos adicionar outra forma de adaptar nessa mesma atividade.
  • 33.
    Se mesmo comas adaptações acima o aluno ainda apresenta falta de autonomia ou alta taxa de erros, o apoio visual pode ser uma excelente escolha
  • 35.
    Nossa atividade jáfoi adaptada pelo objetivo, a estrutura (layout), o vocabulário e adicionamos apoio visual. E agora vou te apresentar a 5º forma de adaptar atividades considerada uma das mais poderosas de todas.
  • 37.
    Conteúdos de Português7º ano Ensino Fundamental Reportagem Adjunto adnominal Palavra primitiva e derivada Advérbio locação adverbial Coesão Campanha/ cartaz Verbo- Modo imperativo. Concordância Carta reclamação Período composto por coordenação AGORA VEJA O EXEMPLO
  • 38.
    E aquele alunoque não consegue acompanhar todo o esse conteúdo? O que é mais importante pra ele aprender com qualidades dentro do tempo que tem ? Será que é prudente passar todo esse conteúdo aqui dentro de um ano letivo? Ele vai aprender com qualidade? Por isso é importante a seleção é muito importante pensando na qualidade desse tempo do aluno. AGORA TE FAÇO UMA PERGUNTA
  • 39.
    Defina uma quantidadede conteúdos que você acredite que aquele aluno consiga aprenda. E caso ele consiga aprender tudo antes do período determinado, você poderá adicionar novos conteúdos. DEFINA METAS ALCANÇAVEIS
  • 40.
    E QUANDO OALUNO NÃO TEM Quando o aluno não tem o pré-requisito, ele não consegue dar o passo adiante! Porque falta o fundamento. Não adianta pular etapa, não adianta ensinar acentuação pra alguém que não sabe ler e escrever, da mesma forma que não adianta ensinar equação para um aluno que não sabe resolver continhas simples. E afinal o que eu preciso fazer ?. os pré-requisitos
  • 41.
  • 42.
    Essa avaliação deveser instrumentalizada.Você precisa entender o que o aluno sabe e em que ponto do desenvolvimento o mesmo está. E quando você entende isso, consegue mapear o nível de desenvolvimento do aluno e traçar um currículo adaptado apartir do atual nível de desenvolvimento dele. A avaliação Diagnóstica é fundamental para a elaboração de um currículo adaptado. COMO DEVE SER ESSA AVALIAÇÃO?
  • 43.
    O seu alunocom deficiencia pode precisar de conteúdos e pré-requisitos que não estão no curriculo tradicional da escola! Em alguns casos é necessário ensinar a esses alunos algumas habilidades que estão fora desse currículo. Alguns alunos podem ter atraso no desenvolvimento ou deficiências muito grave, que por algum motivo eles possam não ter atingindo alguns objetivos ou alguns marcos do desenvolvimento e habilidades importantes para eles participarem das aulas com qualidade. Importante saber
  • 44.
  • 45.
  • 46.
    Planejar e fazeras necessárias adaptações das atividades levando em consideração o grau de dificuldade dos alunos em relação à tarefa proposta.
  • 47.
    Saber que todosos alunos são diferentes, e que suas experiências prévias proporcionam a construção de saberes e resultados pedagógicos singulares, que não poderão ser desconsiderados no monitoramento e registro do desempenho escolar de cada aluno em relação às metas propostas para o grupo.
  • 48.
    Fazer um exercício constantede colocar- se no lugar do outro.
  • 49.
    Valorizar a diversidadee a capacidade de cada um para aprender, tendo em mente que os alunos têm ritmos e estilos diferentes de aprendizagem.
  • 50.
  • 51.
    Saber que, nasala de aula, o aluno não é um mero espectador, mas um participante ativo na construção do conhecimento.
  • 52.
    Incentivar os alunosa fazerem escolhas e a aprenderem com seus sucessos e erros, criando para isso um ambiente ativo de aprendizagem que permita a resolução de problemas, a colaboração com seus pares, estimulando a autonomia.
  • 53.
    Viver com a possibilidadede encontrar novos recursos, até mesmo onde você não imaginava...
  • 54.
    Compreender o limite entreo respeitar as limitações e o estimular as potencialidades.
  • 55.
    Educar cidadãos, preparar osalunos para viver e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa e mais solidária.
  • 56.