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PROTECÇÃO E
CONSERVAÇÃO
DA NATUREZA
Resíduos
Quaisquer substâncias ou
objectos de que o detentor se
desfaz ou tem intenção ou
obrigação de se desfazer.
“Cada habitante dos países
industrializados consome
cerca de 13000 Kg/ano de
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bicicleta.
Apenas 30% da
energia que seria
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virgem é necessária
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RESÍDUOS
• CLASSIFICAÇÃO QUANTO À ORIGEM:
• Resíduos industriais (RI)
• Resíduos hospitalares (RH)
• Resíduos agrícolas (RA)
• Resíduos sólidos urbanos (RSU)
• CLASSIFICAÇÃO QUANTO ÀS CARACTERÍSTICAS:
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•Não perigosos
Resíduos Industriais
Resíduos Hospitalares
Estes resíduos são considerados
perigosos e por isso são encaminhados
para a incineração ou autoclavagem
(esterilização a altas temperaturas)
Resíduos agrícolas
Resíduos Sólidos Urbanos
Resíduos Sólidos Urbanos
Diariamente,
cada cidadão
produz cerca de
1,3 kg de RSU.
Uma única pilha é capaz de
contaminar um terreno do
tamanho de um campo de
futebol.
Depósitos não controlados de lixo, que provocam a
contaminação do solo, dos rios e das águas subterrâneas, a
libertação de gases e a proliferação de organismos
prejudiciais à saúde pública.
• Inexistência de impermeabilização do terreno;
• Ausência de tratamento de águas lixiviantes e da água
produzida durante a biodegradação dos resíduos orgânicos;
• Libertação de gases;
• Os resíduos não são cobertos;
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Lixeiras
A última lixeira em Portugal
foi encerrada em Janeiro de
2002
Sistemas integrados de gestão de
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 Aterros sanitários
Unidades de incineração
Centrais de compostagem
Estações de tratamento de águas
residuais (ETAR)
 Centros de recolha seletiva
Localização em Portugal
Continental de
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de Gestão de Resíduos
Aterro sanitário
 Local com solo pouco permeável;
Impermeabilização do local com camadas de argila
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A proveniência dos resíduos é controlada;
Os resíduos são compactados para diminuir o
volume;
Resíduos diariamente cobertos com terra;
O biogás é recolhido e usado na produção de
eletricidade;
As águas lixiviantes são tratadas numa ETAR;
Há monitorização do impacto ambiental;
O local é vedado.
Centrais de compostagem
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orgânica dos resíduos empilhados, por ação
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composto (usado como fertilizante).
Unidades de incineração
 Queima de resíduos, com ou sem recuperação de
energia, em fornos com condições controladas de
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 A emissão de gases é controlada.
Os resíduos são depositados em aterros para
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Não permite a recuperação de matérias-primas
Integração dos diferentes
processos no sistema de gestão de
rsu - reciclagem
• Reduzir
Diminuir a quantidade de resíduos produzidos.
• Reutilizar
Dar novo uso a materiais já utilizados
• Reciclar
Recuperar os diferentes materiais originando
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 Estação de tratamento de águas residuais
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Secundário
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orgânica contida no
líquido.
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Terciário
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• Remoção de
substâncias químicas.
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águas residuais com
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ultravioletas.
PRESERVAÇÃO E
CONSERVAÇÃO DA
NATUREZA E DA
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ÁREAS PROTEGIDAS
Zona de limites bem definidos que condiciona a
intervenção humana a regulamentos específicos.
•Parque Nacional
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PARQUE NACIONAL
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Lobo Ibérico
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seminaturais e humanizadas;
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populações humanas na Natureza;
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vegetação.
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importantes pela riqueza em flora e fauna.
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(geomonumento) que pela sua importância
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  • 2. Resíduos Quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem intenção ou obrigação de se desfazer.
  • 3. “Cada habitante dos países industrializados consome cerca de 13000 Kg/ano de matérias-primas e produz cerca de 420 Kg de resíduos sólidos urbanos/ano.”
  • 4. “Os resíduos representam uma enorme perda de recursos, tanto sob a forma de materiais, como sob a forma de energia.”
  • 5. SABIAS QUE… Apenas 10% da energia consumida para produzir uma lata nova é suficiente para reciclar uma lata usada. Ao obter-se 100 toneladas de plástico reciclado evita-se a extração de 1 tonelada de petróleo. Para produzir uma tonelada de vidro apenas é necessária uma tonelada de vidro usado, enquanto que usando as matérias-primas (areia, soda e calcário) são necessárias 1,2 toneladas. Mil latas podem ser transformadas numa bicicleta. Apenas 30% da energia que seria gasta para a produção de matéria-prima virgem é necessária para a reciclagem do plástico para garrafas de água transparentes.
  • 6. RESÍDUOS • CLASSIFICAÇÃO QUANTO À ORIGEM: • Resíduos industriais (RI) • Resíduos hospitalares (RH) • Resíduos agrícolas (RA) • Resíduos sólidos urbanos (RSU) • CLASSIFICAÇÃO QUANTO ÀS CARACTERÍSTICAS: •Perigosos •Não perigosos
  • 8. Resíduos Hospitalares Estes resíduos são considerados perigosos e por isso são encaminhados para a incineração ou autoclavagem (esterilização a altas temperaturas)
  • 11. Resíduos Sólidos Urbanos Diariamente, cada cidadão produz cerca de 1,3 kg de RSU.
  • 12. Uma única pilha é capaz de contaminar um terreno do tamanho de um campo de futebol.
  • 13. Depósitos não controlados de lixo, que provocam a contaminação do solo, dos rios e das águas subterrâneas, a libertação de gases e a proliferação de organismos prejudiciais à saúde pública. • Inexistência de impermeabilização do terreno; • Ausência de tratamento de águas lixiviantes e da água produzida durante a biodegradação dos resíduos orgânicos; • Libertação de gases; • Os resíduos não são cobertos; • Descarga clandestina de resíduos perigosos. Lixeiras A última lixeira em Portugal foi encerrada em Janeiro de 2002
  • 14. Sistemas integrados de gestão de resíduos  Aterros sanitários Unidades de incineração Centrais de compostagem Estações de tratamento de águas residuais (ETAR)  Centros de recolha seletiva
  • 15. Localização em Portugal Continental de Sistemas Integrados de Gestão de Resíduos
  • 16. Aterro sanitário  Local com solo pouco permeável; Impermeabilização do local com camadas de argila e revestimentos de plástico; A proveniência dos resíduos é controlada; Os resíduos são compactados para diminuir o volume; Resíduos diariamente cobertos com terra; O biogás é recolhido e usado na produção de eletricidade; As águas lixiviantes são tratadas numa ETAR; Há monitorização do impacto ambiental; O local é vedado.
  • 17.
  • 18. Centrais de compostagem Processo biológico de decomposição, na presença ou ausênsia de oxigénio, da matéria orgânica dos resíduos empilhados, por ação de bactérias e fungos, produzindo o composto (usado como fertilizante).
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22. Unidades de incineração  Queima de resíduos, com ou sem recuperação de energia, em fornos com condições controladas de temperatura e oxigénio, para que a combustão seja completa.  A emissão de gases é controlada. Os resíduos são depositados em aterros para resíduos industriais. Não permite a recuperação de matérias-primas
  • 23. Integração dos diferentes processos no sistema de gestão de rsu - reciclagem
  • 24. • Reduzir Diminuir a quantidade de resíduos produzidos. • Reutilizar Dar novo uso a materiais já utilizados • Reciclar Recuperar os diferentes materiais originando novos produtos Regra dos 3r
  • 25. Ecoponto azul – papel e cartão
  • 27. Ecoponto amarelo – plástico e metal
  • 28. Centros de recolha seletiva • Deposição seletiva Colocação de resíduos em locais preparados para o efeito. - Ecoponto - Ecocentro • Recolha selectiva Recolha e transporte de recipientes para a triagem • Centrais de triagem Instalações de separação e limpeza dos materiais • Estações de transferência Locais de armazenamento temporário
  • 29. Quais as vantagens da reciclagem? Permite a preservação dos recursos naturais. Permite a diminuição da quantidade de resíduos a encaminhar para o aterro sanitário.
  • 30. Etar  Estação de tratamento de águas residuais (esgotos) Inclui processos: Físicos – filtração de partículas sólidas; Químicos – uso de produtos químicos; Biológicos – utilização de microrganismos.
  • 31. Tratamento Preliminar • Remoção e desintegração de resíduos sólidos. Tratamento Primário (Decantação) • Gradagem - remove areias e partículas grandes •Sedimentação Remove partículas e matéria orgânica que se depositam. Tratamento Secundário (Remoção de matéria orgânica) • Bactérias decompõem matéria orgânica contida no líquido. Tratamento Terciário (Desinfeção) • Remoção de substâncias químicas. •Desinfecção das águas residuais com cloro, ozono e radiações ultravioletas.
  • 33. ÁREAS PROTEGIDAS Zona de limites bem definidos que condiciona a intervenção humana a regulamentos específicos. •Parque Nacional •Parque Natural •Reserva Natural •Paisagem Protegida •Monumento Natural •Área Protegida Privada
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  • 35. PARQUE NACIONAL (Parque Nacional da Peneda-Gerês) • Área com vários ecossistemas inalterados ou pouco humanizados; •Espécies vegetais e animais e locais geomorfológicos de interesse ecológico, científico e educacional;
  • 39. PARQUE NATURAL (Serra de aire e candeeiros) • Área de interesse nacional; •Constituída por paisagens naturais, seminaturais e humanizadas; •Exemplo de da integração hamoniosa das populações humanas na Natureza; •Amostras das características naturais da vegetação.
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  • 53. Reserva NATURAL (RESERVA NATURAL DA BERLENGA) • Área destinada à protecção de habitats importantes pela riqueza em flora e fauna.
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  • 56. Paisagem Protegida (Serra de Montejunto) • Área com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas, resultantes da interacção harmoniosa do Homem com a Natureza, de interesse regional ou local.
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  • 59. Monumento Natural (Monumento Natural da Pegadas de dinossauros de ourém/torres novas – pedreira do galinha) • Formação geológica de ocorrência natural (geomonumento) que pela sua importância científica e ecológica deve ser preservada e conservada.
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  • 61. Área Protegida Privada (fAia Brava) • Terreno privado, não incluído em áreas protegidas, contendo valores naturais de interesse, que adquiriu um estatuto de proteção especial.