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Agentes poluidores do Solo


              Baseado no programa educar
                         da USP
Conceito
• Para a Geologia solo é o produto do
  intemperismo físico e químico das rochas
  no decorrer do tempo.

• Para a Pedologia, o solo é a camada fina
  que recobre a superfície da Terra e que está
  em constante evolução por meio das
  alterações das rochas, comandados por
  agentes físicos, biológicos e químicos.
A vida no solo
• O solo serve como sustentação
  e fornece substrato para o
  crescimento e desenvolvimento
  das plantas.

                        • Abriga animais que
                          atuam oxigenando o
                          solo e decompondo
                          matéria orgânica.
Degradação do solo

         Tipos de Degradação

     EROSÃO        AGROTÓXICOS

  METAIS PESADOS        LIXO
Erosão
• É causada pela ação das
  águas da chuva, rios,
  mares, geleiras, pelo vento
  e pela ação do homem
  através do desmatamento,
  ocupação desordenada em
  encostas , queimadas e
  mineração.
• prejudica grandemente a
  fertilidade do solo pela
  retirada da camada de
  humos, deixando o solo
  pobre e improdutivo
Ações antrópicas da erosão
Serra pelada
Poluição por metais pesados
Parques têm excesso de metais pesados.
A poluição dos carros ultrapassou a
escassa barreira verde da cidade e
contaminou os redutos paulistanos
considerados imunes. Um estudo
divulgado neste mês detectou que solos
de parques, em especial os que ficam no
centro, estão contaminados por metais
pesados, como chumbo, arsênio, cobre e
bário, em concentrações que extrapolam,
em alguns casos, até duas vezes os
padrões seguros estabelecidos pelo
governo paulista para não prejudicar a
saúde. A análise foi feita com amostras
colhidas de playgrounds e pistas de
corrida de 14 parques de São Paulo.
                                          Parque Buenos Aires - Higienópolis
Fonte: G1 17/05/09 - 09h56
Lixo de pilhas e baterias
ameaça o meio ambiente
Estabelecimentos que vendem
pilhas e baterias serão obrigados
a recolhê-las, segundo a
resolução do Conama. Brasileiros
consomem 1,2 bilhões de pilhas e
400 milhões de baterias de celular
por ano.
Um problema causado pelos avanços da
tecnologia: no mundo todo, 99% dos
aparelhos eletrônicos, dos celulares,
baterias e pilhas vão parar no lixo. Não é só
desperdício, é um perigo.

Fonte: G1 30/10/2008
Poluição por agrotóxicos
A industrialização dos pesticidas teve
como objetivo o aumento da
produtividade agrícola.
Entretanto,sabe-se hoje em dia, que a
falta de especificidade destes
compostos, ou seja, o fato de eles não
atingirem apenas os organismos alvo,
bem como sua longa persistência no
ambiente representam um grande risco
à saúde dos ecossistemas. acredita-se
que estejam disponíveis no mercado
mundial cerca de 15000 substâncias
ou princípios ativos diferentes.         os mais perigosos, uma vez que após
                                         aplicação no solo, eles podem permanecer
                                         no ambiente por mais de três décadas,
                                         contaminando aqüíferos, água superficiais, a
                                         biota e conseqüentemente o homem.
Poluição por lixo
 75% do lixo coletado no Brasil é jogado em lixões a
céu aberto, contaminando o solo e conseqüentemente
       poluindo lençóis subterrâneos de água.
Descaso urbano

Moradores e
comerciantes
reclamam de lixo
acumulado nas ruas
de SP
Prefeitura cortou verbas de
serviço de varrição.
Pessoas dizem que trabalho de
coleta não funciona bem.



                                Fonte G1 15/09/09 - 07h06
Movimento de fim de ano aumenta
 acúmulo de lixo na região da 25 de
 Março

Cruzamento estava cheio
de lixo na manhã desta
segunda (16).
Região recebe até 1
milhão de pessoas por dia
aos finais de semana.

Do G1, em São Paulo
16/11/2009
Imagem de 2/03/2011
Foto de 4/03/2010
O laguinho do chorume?
Imagens do chorume
   que brota no solo
  depois da pista, isto
     prova que há
infiltração do líquido.
Imagem mostra a infiltração do
chorume no solo
Agravos á saúde humana
• Gera mau cheiro.
• Atrai mosquitos, insetos e
  vetores de doenças como
  roedores e mosquito da
  dengue.
• Outros animais como cães
  manipulam espalhando
  ainda mais o lixo.
• O lixo entope canais de
  escoamento de água nas
  ruas, contribuindo para o
  acúmulo de água nas
  enchentes.
Ciclo infinito
• A reciclagem é a melhor opção para o
  destino do lixo doméstico, onde o material
  pode ser reaproveitado por várias gerações.
Política dos 3 R’s
• Reduzir: reduzir a quantidade de lixo que
  produzimos , como por exemplo, comprar
  produtos mais duráveis e evitar trocá-los
  por qualquer novidade no mercado.
• Reutilizar: utilizar embalagens que possam
  ser usadas mais de uma vez – como garrafas
  retornáveis de vidro. Ou quem sabe, criar
  novas utilidades para as que você não
  precisa mais.
• Reciclar: consiste em transformar um
  produto-resíduo em outro, visando diminuir
  o consumo de matéria-prima extraída da
  natureza.
Reciclagem
• A reciclagem é um processo industrial que
  converte o lixo descartado (matéria-prima
  secundária) em produto semelhante ao inicial ou
  outro. A palavra reciclagem foi introduzida ao
  vocabulário internacional no final da década de
  80, quando foi constatado que as fontes de
  petróleo e outras matérias-primas não renováveis
  estavam e estão se esgotando. Reciclar significa =
  Re (repetir) + Cycle (ciclo).
O que pode ser reciclado?
Metais
• Alumínio (latinhas de bebida)reciclado reduz
  95% a poluição do ar.
• Estanho e aço (latas de ervilha, milho, extrato
  de tomate)reciclado poupa 74% da energia
  gasta para fabricar a partir de material virgem
  – que gasta 4 vezes mais.
• Tempo de decomposição: até 100 anos.
Vidro

• Reduz em 14% a 20% a poluição do ar.
• Poupa 25% a 30% de energia da produção.
• 1Tonelada de vidro reciclado poupa: 603 kg
  de areia, 196 Kg de carbonato de sódio, 196
  kg de
calcário e 68 kg de feldspato.
• Tempo de decomposição: indeterminado ou
  1 milhão de anos.
Papel – matéria-prima : madeira

• 40% a 50% do fluxo de lixo é de papel.
• Pode ser reciclado até 7 vezes.
• Poupa 33% de energia.
• 1 tonelada de papel reciclado poupa 25
  mil litros de água.
• Tempo de decomposição: de 3 a 6 meses,
  o plastificado 5 anos.
Plástico – matéria-prima: resina de
           petróleo e gás natural.

• Existem mais de 50 tipos diferentes de
  plásticos.
• A identificação varia de 1 a 7.
• Alguns não podem ser incinerados por
  liberarem gases tóxicos que provocam
  tumores.
• Tempo de decomposição: até 450 anos.
Outros materiais
• Pneus: triturados e utilizados para
  pavimentação de ruas. Nunca devem ser
  queimados pois pode contribuir para a
  chuva ácida e libera 10L de óleo no solo.
• Entulho: pode ser triturado e reutilizado na
  construção civil.
• Material orgânico: compostagem para
  adubo.
Como funciona a reciclagem
Benefícios da reciclagem
• Não polui.
• Economiza energia.
• Contribui para preservar os recursos naturais uma
  vez que diminui a procura de matéria-prima no
  ambiente.
• Promove emprego e renda.
• Ajuda a amenizar o grande problema de descarte
  dos resíduos sólidos, amenizando a sobrecarga nos
  aterros sanitários.
• Vários tipos de materias podem ser reciclados.
Onde reciclar em Feira de
Santana?
 COOBAFS:
 cooperativa
 dos
 badameiros
 de Feira de
 Santana.
Lixo hospitalar
• Os resíduos hospitalares
  são um grande risco de
  contaminação biológica
  através do material
  orgânico e utensílios.
• O descarte deve ser feito
  por empresas
  especializadas e o lixo
  incinerado.
Legislação
• Resolução nº5/93 de 5 de agosto de 1993 –
  CONAMA - dispõe sobre o gerenciamento
  dos resíduos sólidos oriundos de serviços de
  saúde, portos, aeroportos e terminais
  ferroviários e rodoviários.
Resíduos de serviços de saúde:
conceito.
• Os resíduos de serviços de saúde não se
  restringem apenas aos resíduos gerados nos
  hospitais, mas também aos demais
  estabelecimentos geradores de resíduos de
  saúde, como laboratórios patológicos e de
  análises clínicas, clínicas veterinárias,
  centros de pesquisas, laboratórios,banco de
  sangue,        consultórios        médicos,
  odontológicos e similares.
PGRSS.
• Determina que a administração dos
  estabelecimentos de saúde, em operação ou
  a serem implantados, deverá elaborar o
  Plano de Gerenciamento dos Resíduos
  Sólidos de saúde (PGRSS), a ser submetido
  à aprovação pelos órgãos de meio ambiente
  e de saúde, dentro de suas respectivas
  esferas de competência.
Responsabilidade.
• Atribui responsabilidade ao gerador, pelo
  gerenciamento de todas as etapas do ciclo de vida
  dos resíduos, devendo o estabelecimento contar
  com um responsável técnico, devidamente
  registrado no Conselho Profissional. Essa
  responsabilidade não cessa mesmo após a
  transferência dos resíduos a terceiros para o
  transporte, tratamento e disposição final, o que é
  conhecido como princípio da co-responsabilidade.
Permissão.
• Exige licenciamento ambiental para a
  implantação de sistemas de tratamento e
  destinação final dos resíduos.
Lei nº 9.605/98 Crimes
ambientais
• Art.60 - Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer
  funcionar, em qualquer parte do território nacional,
  estabelecimentos, obras ou serviços efetiva ou
  potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos
  órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas
  legais e regulamentares pertinentes".
  Penas: multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) a
  R$10.000.000,00 (dez milhões de reais) e detenção de uma
  seis meses. Essas penas podem ser aplicadas
  cumulativamente
Regras da ANVISA para o lixo
hospitalar.
• A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância
  Sanitária) estabeleceu regras nacionais
  sobre acondicionamento e tratamento do
  lixo hospitalar gerado, da origem ao destino
  (aterramento, radiação e incineração)
  atingindo hospitais, clínicas, consultórios,
  laboratórios,     necrotérios    e    outros
  estabelecimentos           de         saúde.
Resolução nº 33/03 da ANVISA –
Definição de gerenciamento dos
resíduos de serviço de saúde.
• Constitui-se em um conjunto de procedimentos
  de gestão, planejados e implementados a partir
  de bases científicas e técnicas, normativas e
  legais, com o objetivo de minimizar a produção
  de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados,
  um encaminhamento seguro, de forma eficiente,
  visando a proteção dos trabalhadores, a
  preservação da saúde pública, dos recursos
  naturais e do meio ambiente.
• PGRSS definição: é o documento que
  aponta e descreve as ações relativas ao
  manejo dos resíduos sólidos, observadas
  suas características, no âmbito dos
  estabelecimentos, contemplando os aspectos
  referentes     à   geração,    segregação,
  acondicionamento, coleta, armazenamento,
  transporte, tratamento e destinação final,
  bem como a proteção à saúde pública. O
  PGRSS abrange diretrizes para o manejo
  dos RSS.
Diretrizes para o manejo
• SEGREGAÇÃO: Consiste na separação do
  resíduo no momento e local de sua geração, de
  acordo com as características físicas, químicas,
  biológicas, a sua espécie, estado físico e
  classificação.
• ACONDIICIONAMENTO: Consiste no ato de
  embalar corretamente os resíduos segregados, de
  acordo com as suas características, em sacos e/ou
  recipientes impermeáveis, resistentes à punctura,
  ruptura e vazamentos conforme a ABNT.
• IDENTIFICAÇÃO: conjunto de medidas
  que permite o reconhecimento dos resíduos
  contidos nos sacos e recipientes, fornecendo
  informações ao correto manejo dos RSS.
• TRATAMENTO: consiste na aplicação de
  método, técnica ou processo que modifique
  as características biológicas ou a
  composição dos RSS, que leve à redução ou
  eliminação do risco de causar doença.
• ARMAZENAMENTO EXTERNO: consiste
  na guarda dos recipientes de resíduos até a
  realização da coleta externa, em ambiente
  exclusivo com acesso facilitado para os
  veículos coletores.
• TRANSPORTE EXTERNO - A coleta e
  transporte externos consistem na remoção
  dos RSS do abrigo de resíduos
  (armazenamento externo) até a unidade de
  tratamento ou destinação final.
• DESTINAÇÃO FINAL: consiste na
  disposição de resíduos no solo, previamente
  preparado para recebê-los, obedecendo a
  critérios técnicos de construção e operação,
  e licenciamento em órgão ambiental
  competente.
Resolução nº 33/03 da ANVISA
classifica os resíduos como:
• Grupo A
  (potencialmente
  infectantes) - que
  tenham presença de
  agentes biológicos que
  apresentem risco de
  infecção, como bolsas de
  sangue contaminado.
• Grupo B (químicos) - que
  contenham substâncias
  químicas capazes de causar
  risco à saúde ou ao meio
  ambiente, independente de suas
  características inflamáveis, de
  corrosividade, reatividade e
  toxicidade. Por exemplo,
  medicamentos para tratamento
  de câncer, reagentes para
  laboratório e substâncias para
  revelação de filmes de Raio-X;
• Grupo C (rejeitos radioativos) - materiais
  que contenham radioatividade em carga
  acima do padrão e que não possam ser
  reutilizados, como exames de medicina
  nuclear.
• Grupo D (resíduos
  comuns) - qualquer
  lixo que não tenha
  sido contaminado ou
  possa provocar
  acidentes, como
  gesso, luvas, gazes,
  materiais passíveis de
  reciclagem e papéis;
• Grupo E (perfurocortantes) - objetos e
  instrumentos que possam furar ou cortar,
  como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas
  de vidro.
• As empresas prestadoras de serviço de
  limpeza deverão comprovar que seus
  profissionais foram treinados para prevenir
  e reduzir riscos de acidentes. Essa será uma
  das exigências para contratação das
  companhias e uma das condições para
  participação em licitações.
Manejo de resíduos químicos e
radioativos oriundos de
laboratórios de raio-X
• Químicos B5: reveladores e fixadores da
  película de raio-X.
• Os reveladores usados devem ser
  neutralizados (pH 7-9) e então descartados
  com grande quantidade de água no sistema
  de esgoto sanitário com sistema de
  tratamento.
• Os reveladores não utilizados e soluções
  concentradas devem ser acondicionados em
  frascos de até dois litros ou em bombonas
  de material compatível com o líquido
  armazenado, resistentes, rígidos e estanques
  (bem tapado, isolado), com tampa
  rosqueada e vedante, observadas as
  exigências de compatibilidade química dos
  resíduos entre si.
• Os fixadores usados devem ser submetidos
  a processo de recuperação da prata ou
  então serem acondicionados em frascos de
  até dois litros ou em bombonas de material
  compatível com o líquido armazenado,
  resistentes, rígidos e estanques, com tampa
  rosqueada e vedante, observadas as
  exigências de compatibilidade química dos
  resíduos entre si.
• Os resíduos do GRUPO B5 devem ser
  encaminhados a Aterro Sanitário Industrial
  para Resíduos Perigosos – Classe I ou
  serem submetidos a tratamento de acordo
  com as orientações do órgão local de meio
  ambiente, em instalações licenciadas para
  este fim.
• A prata e a película podem ser reciclados e
  reaproveitados.
Manejo dos rejeitos radioativos

• O GRUPO C é representado pelo símbolo
  internacional de presença de radiação
  ionizante (trifólio de cor magenta) em
  rótulos de fundo amarelo e contornos
  pretos, acrescido da expressão REJEITO
  RADIOATIVO
• Os rejeitos radioativos sólidos devem ser
  acondicionados em recipientes de material
  rígido, forrados internamente com saco
  plástico resistente e identificados conforme
  Regulamento Técnico.
• Os rejeitos radioativos líquidos devem ser
  acondicionados em frascos de até dois litros
  ou em bombonas de material compatível
  com o líquido armazenado, sempre que
  possível de plástico, resistentes, rígidos e
  estanques, com tampa rosqueada e vedante.
Tratamento
• É o armazenamento, em condições
  adequadas, para o decaimento do elemento
  radioativo (desintegração do núcleo em um
  outro mais estável).
• Objetivo: é manter o rejeito radioativo sob
  controle até que sua atividade atinja níveis
  que permitam liberá-lo como resíduo não
  radioativo.
• Onde realizar: Este armazenamento poderá ser
  realizado na própria sala de manipulação ou em
  sala específica, identificada como sala de
  decaimento.
• Legalidade: deverá estar definida no Plano de
  Radioproteção da Instalação, em conformidade
  com a norma CNEN – NE – 6.05 – “Gerência de
  Rejeitos Radioativos em Instalações Radiativas”.
  Para serviços com atividade em Medicina Nuclear,
  observar ainda a norma CNEN – NE – 3.05 –
  “Requisitos de Radioproteção e Segurança para
  Serviços de Medicina Nuclear”
• Fazem parte também os resíduos
  contaminados com radioisótopos oriundos
  de pacientes em tratamento como excretas,
  sobras de alimentos, material infectante do
  grupo A e material perfurocortante.
• O tratamento para decaimento deverá prever
  mecanismo de blindagem de maneira a
  garantir que a exposição ocupacional esteja
  de acordo com os limites estabelecidos na
  norma CNEN – NE-3.01 - Diretrizes
  Básicas de Radioproteção.
• Após o decaimento (bombardeio de
  partículas ou radiação eletromagnética) e a
  comprovação segura de que o rejeito não
  oferece riscos de contaminação radioativa a
  identificação deve ser alterado para
  resíduos, neste caso ou biológico ou
  químico ou comum e neste caso pode seguir
  para o aterro sanitário.

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Aula 05 agentes poluidores do solo

  • 1. Agentes poluidores do Solo Baseado no programa educar da USP
  • 2. Conceito • Para a Geologia solo é o produto do intemperismo físico e químico das rochas no decorrer do tempo. • Para a Pedologia, o solo é a camada fina que recobre a superfície da Terra e que está em constante evolução por meio das alterações das rochas, comandados por agentes físicos, biológicos e químicos.
  • 3. A vida no solo • O solo serve como sustentação e fornece substrato para o crescimento e desenvolvimento das plantas. • Abriga animais que atuam oxigenando o solo e decompondo matéria orgânica.
  • 4. Degradação do solo Tipos de Degradação EROSÃO AGROTÓXICOS METAIS PESADOS LIXO
  • 5. Erosão • É causada pela ação das águas da chuva, rios, mares, geleiras, pelo vento e pela ação do homem através do desmatamento, ocupação desordenada em encostas , queimadas e mineração. • prejudica grandemente a fertilidade do solo pela retirada da camada de humos, deixando o solo pobre e improdutivo
  • 8. Poluição por metais pesados Parques têm excesso de metais pesados. A poluição dos carros ultrapassou a escassa barreira verde da cidade e contaminou os redutos paulistanos considerados imunes. Um estudo divulgado neste mês detectou que solos de parques, em especial os que ficam no centro, estão contaminados por metais pesados, como chumbo, arsênio, cobre e bário, em concentrações que extrapolam, em alguns casos, até duas vezes os padrões seguros estabelecidos pelo governo paulista para não prejudicar a saúde. A análise foi feita com amostras colhidas de playgrounds e pistas de corrida de 14 parques de São Paulo. Parque Buenos Aires - Higienópolis Fonte: G1 17/05/09 - 09h56
  • 9. Lixo de pilhas e baterias ameaça o meio ambiente Estabelecimentos que vendem pilhas e baterias serão obrigados a recolhê-las, segundo a resolução do Conama. Brasileiros consomem 1,2 bilhões de pilhas e 400 milhões de baterias de celular por ano. Um problema causado pelos avanços da tecnologia: no mundo todo, 99% dos aparelhos eletrônicos, dos celulares, baterias e pilhas vão parar no lixo. Não é só desperdício, é um perigo. Fonte: G1 30/10/2008
  • 10. Poluição por agrotóxicos A industrialização dos pesticidas teve como objetivo o aumento da produtividade agrícola. Entretanto,sabe-se hoje em dia, que a falta de especificidade destes compostos, ou seja, o fato de eles não atingirem apenas os organismos alvo, bem como sua longa persistência no ambiente representam um grande risco à saúde dos ecossistemas. acredita-se que estejam disponíveis no mercado mundial cerca de 15000 substâncias ou princípios ativos diferentes. os mais perigosos, uma vez que após aplicação no solo, eles podem permanecer no ambiente por mais de três décadas, contaminando aqüíferos, água superficiais, a biota e conseqüentemente o homem.
  • 11. Poluição por lixo 75% do lixo coletado no Brasil é jogado em lixões a céu aberto, contaminando o solo e conseqüentemente poluindo lençóis subterrâneos de água.
  • 12. Descaso urbano Moradores e comerciantes reclamam de lixo acumulado nas ruas de SP Prefeitura cortou verbas de serviço de varrição. Pessoas dizem que trabalho de coleta não funciona bem. Fonte G1 15/09/09 - 07h06
  • 13. Movimento de fim de ano aumenta acúmulo de lixo na região da 25 de Março Cruzamento estava cheio de lixo na manhã desta segunda (16). Região recebe até 1 milhão de pessoas por dia aos finais de semana. Do G1, em São Paulo 16/11/2009
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 21. O laguinho do chorume?
  • 22.
  • 23. Imagens do chorume que brota no solo depois da pista, isto prova que há infiltração do líquido.
  • 24. Imagem mostra a infiltração do chorume no solo
  • 25. Agravos á saúde humana • Gera mau cheiro. • Atrai mosquitos, insetos e vetores de doenças como roedores e mosquito da dengue. • Outros animais como cães manipulam espalhando ainda mais o lixo. • O lixo entope canais de escoamento de água nas ruas, contribuindo para o acúmulo de água nas enchentes.
  • 26. Ciclo infinito • A reciclagem é a melhor opção para o destino do lixo doméstico, onde o material pode ser reaproveitado por várias gerações.
  • 27. Política dos 3 R’s • Reduzir: reduzir a quantidade de lixo que produzimos , como por exemplo, comprar produtos mais duráveis e evitar trocá-los por qualquer novidade no mercado. • Reutilizar: utilizar embalagens que possam ser usadas mais de uma vez – como garrafas retornáveis de vidro. Ou quem sabe, criar novas utilidades para as que você não precisa mais.
  • 28. • Reciclar: consiste em transformar um produto-resíduo em outro, visando diminuir o consumo de matéria-prima extraída da natureza.
  • 29. Reciclagem • A reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial ou outro. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam e estão se esgotando. Reciclar significa = Re (repetir) + Cycle (ciclo).
  • 30. O que pode ser reciclado? Metais • Alumínio (latinhas de bebida)reciclado reduz 95% a poluição do ar. • Estanho e aço (latas de ervilha, milho, extrato de tomate)reciclado poupa 74% da energia gasta para fabricar a partir de material virgem – que gasta 4 vezes mais. • Tempo de decomposição: até 100 anos.
  • 31. Vidro • Reduz em 14% a 20% a poluição do ar. • Poupa 25% a 30% de energia da produção. • 1Tonelada de vidro reciclado poupa: 603 kg de areia, 196 Kg de carbonato de sódio, 196 kg de calcário e 68 kg de feldspato. • Tempo de decomposição: indeterminado ou 1 milhão de anos.
  • 32. Papel – matéria-prima : madeira • 40% a 50% do fluxo de lixo é de papel. • Pode ser reciclado até 7 vezes. • Poupa 33% de energia. • 1 tonelada de papel reciclado poupa 25 mil litros de água. • Tempo de decomposição: de 3 a 6 meses, o plastificado 5 anos.
  • 33. Plástico – matéria-prima: resina de petróleo e gás natural. • Existem mais de 50 tipos diferentes de plásticos. • A identificação varia de 1 a 7. • Alguns não podem ser incinerados por liberarem gases tóxicos que provocam tumores. • Tempo de decomposição: até 450 anos.
  • 34. Outros materiais • Pneus: triturados e utilizados para pavimentação de ruas. Nunca devem ser queimados pois pode contribuir para a chuva ácida e libera 10L de óleo no solo. • Entulho: pode ser triturado e reutilizado na construção civil. • Material orgânico: compostagem para adubo.
  • 35. Como funciona a reciclagem
  • 36. Benefícios da reciclagem • Não polui. • Economiza energia. • Contribui para preservar os recursos naturais uma vez que diminui a procura de matéria-prima no ambiente. • Promove emprego e renda. • Ajuda a amenizar o grande problema de descarte dos resíduos sólidos, amenizando a sobrecarga nos aterros sanitários. • Vários tipos de materias podem ser reciclados.
  • 37. Onde reciclar em Feira de Santana? COOBAFS: cooperativa dos badameiros de Feira de Santana.
  • 38. Lixo hospitalar • Os resíduos hospitalares são um grande risco de contaminação biológica através do material orgânico e utensílios. • O descarte deve ser feito por empresas especializadas e o lixo incinerado.
  • 39. Legislação • Resolução nº5/93 de 5 de agosto de 1993 – CONAMA - dispõe sobre o gerenciamento dos resíduos sólidos oriundos de serviços de saúde, portos, aeroportos e terminais ferroviários e rodoviários.
  • 40. Resíduos de serviços de saúde: conceito. • Os resíduos de serviços de saúde não se restringem apenas aos resíduos gerados nos hospitais, mas também aos demais estabelecimentos geradores de resíduos de saúde, como laboratórios patológicos e de análises clínicas, clínicas veterinárias, centros de pesquisas, laboratórios,banco de sangue, consultórios médicos, odontológicos e similares.
  • 41. PGRSS. • Determina que a administração dos estabelecimentos de saúde, em operação ou a serem implantados, deverá elaborar o Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos de saúde (PGRSS), a ser submetido à aprovação pelos órgãos de meio ambiente e de saúde, dentro de suas respectivas esferas de competência.
  • 42. Responsabilidade. • Atribui responsabilidade ao gerador, pelo gerenciamento de todas as etapas do ciclo de vida dos resíduos, devendo o estabelecimento contar com um responsável técnico, devidamente registrado no Conselho Profissional. Essa responsabilidade não cessa mesmo após a transferência dos resíduos a terceiros para o transporte, tratamento e disposição final, o que é conhecido como princípio da co-responsabilidade.
  • 43. Permissão. • Exige licenciamento ambiental para a implantação de sistemas de tratamento e destinação final dos resíduos.
  • 44. Lei nº 9.605/98 Crimes ambientais • Art.60 - Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar, em qualquer parte do território nacional, estabelecimentos, obras ou serviços efetiva ou potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes". Penas: multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$10.000.000,00 (dez milhões de reais) e detenção de uma seis meses. Essas penas podem ser aplicadas cumulativamente
  • 45. Regras da ANVISA para o lixo hospitalar. • A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabeleceu regras nacionais sobre acondicionamento e tratamento do lixo hospitalar gerado, da origem ao destino (aterramento, radiação e incineração) atingindo hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde.
  • 46. Resolução nº 33/03 da ANVISA – Definição de gerenciamento dos resíduos de serviço de saúde. • Constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando a proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
  • 47. • PGRSS definição: é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final, bem como a proteção à saúde pública. O PGRSS abrange diretrizes para o manejo dos RSS.
  • 48. Diretrizes para o manejo • SEGREGAÇÃO: Consiste na separação do resíduo no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, a sua espécie, estado físico e classificação. • ACONDIICIONAMENTO: Consiste no ato de embalar corretamente os resíduos segregados, de acordo com as suas características, em sacos e/ou recipientes impermeáveis, resistentes à punctura, ruptura e vazamentos conforme a ABNT.
  • 49.
  • 50.
  • 51. • IDENTIFICAÇÃO: conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS. • TRATAMENTO: consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características biológicas ou a composição dos RSS, que leve à redução ou eliminação do risco de causar doença.
  • 52.
  • 53. • ARMAZENAMENTO EXTERNO: consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a realização da coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores.
  • 54. • TRANSPORTE EXTERNO - A coleta e transporte externos consistem na remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou destinação final.
  • 55. • DESTINAÇÃO FINAL: consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e licenciamento em órgão ambiental competente.
  • 56. Resolução nº 33/03 da ANVISA classifica os resíduos como: • Grupo A (potencialmente infectantes) - que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção, como bolsas de sangue contaminado.
  • 57. • Grupo B (químicos) - que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • 58. • Grupo C (rejeitos radioativos) - materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear.
  • 59. • Grupo D (resíduos comuns) - qualquer lixo que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • 60. • Grupo E (perfurocortantes) - objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.
  • 61. • As empresas prestadoras de serviço de limpeza deverão comprovar que seus profissionais foram treinados para prevenir e reduzir riscos de acidentes. Essa será uma das exigências para contratação das companhias e uma das condições para participação em licitações.
  • 62. Manejo de resíduos químicos e radioativos oriundos de laboratórios de raio-X • Químicos B5: reveladores e fixadores da película de raio-X. • Os reveladores usados devem ser neutralizados (pH 7-9) e então descartados com grande quantidade de água no sistema de esgoto sanitário com sistema de tratamento.
  • 63. • Os reveladores não utilizados e soluções concentradas devem ser acondicionados em frascos de até dois litros ou em bombonas de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques (bem tapado, isolado), com tampa rosqueada e vedante, observadas as exigências de compatibilidade química dos resíduos entre si.
  • 64.
  • 65. • Os fixadores usados devem ser submetidos a processo de recuperação da prata ou então serem acondicionados em frascos de até dois litros ou em bombonas de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante, observadas as exigências de compatibilidade química dos resíduos entre si.
  • 66. • Os resíduos do GRUPO B5 devem ser encaminhados a Aterro Sanitário Industrial para Resíduos Perigosos – Classe I ou serem submetidos a tratamento de acordo com as orientações do órgão local de meio ambiente, em instalações licenciadas para este fim. • A prata e a película podem ser reciclados e reaproveitados.
  • 67. Manejo dos rejeitos radioativos • O GRUPO C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão REJEITO RADIOATIVO
  • 68.
  • 69. • Os rejeitos radioativos sólidos devem ser acondicionados em recipientes de material rígido, forrados internamente com saco plástico resistente e identificados conforme Regulamento Técnico. • Os rejeitos radioativos líquidos devem ser acondicionados em frascos de até dois litros ou em bombonas de material compatível com o líquido armazenado, sempre que possível de plástico, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante.
  • 70. Tratamento • É o armazenamento, em condições adequadas, para o decaimento do elemento radioativo (desintegração do núcleo em um outro mais estável). • Objetivo: é manter o rejeito radioativo sob controle até que sua atividade atinja níveis que permitam liberá-lo como resíduo não radioativo.
  • 71. • Onde realizar: Este armazenamento poderá ser realizado na própria sala de manipulação ou em sala específica, identificada como sala de decaimento. • Legalidade: deverá estar definida no Plano de Radioproteção da Instalação, em conformidade com a norma CNEN – NE – 6.05 – “Gerência de Rejeitos Radioativos em Instalações Radiativas”. Para serviços com atividade em Medicina Nuclear, observar ainda a norma CNEN – NE – 3.05 – “Requisitos de Radioproteção e Segurança para Serviços de Medicina Nuclear”
  • 72. • Fazem parte também os resíduos contaminados com radioisótopos oriundos de pacientes em tratamento como excretas, sobras de alimentos, material infectante do grupo A e material perfurocortante. • O tratamento para decaimento deverá prever mecanismo de blindagem de maneira a garantir que a exposição ocupacional esteja de acordo com os limites estabelecidos na norma CNEN – NE-3.01 - Diretrizes Básicas de Radioproteção.
  • 73. • Após o decaimento (bombardeio de partículas ou radiação eletromagnética) e a comprovação segura de que o rejeito não oferece riscos de contaminação radioativa a identificação deve ser alterado para resíduos, neste caso ou biológico ou químico ou comum e neste caso pode seguir para o aterro sanitário.