Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 09/04/2015
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Receita com café exportado cresce 24,1% frente a março de 2014, aponta CeCafé
Communicação Assessoria Empresarial
09/04/2015
A receita cambial com as exportações de café do Brasil
registrou no terceiro mês deste ano um incremento de
24,1% em relação a março de 2014, fechando em US$
552,295 milhões. Já o volume apresentou alta de 9,5% na
mesma base comparativa. Foram embarcadas 3.046.656
sacas (verde, torrado & moído e solúvel), recorde histórico
para o mês. As informações são do Balanço das
Exportações divulgado pelo CeCafé (Conselho dos
Exportadores de Café do Brasil).
No que diz respeito ao ano-safra, o Brasil comercializou
27.675.515 sacas de café entre julho de 2014 e março de
2015, quantidade 10,5% superior à contabilizada no mesmo período da safra anterior. A receita
apontada foi de US$ 1,693 bilhão.
Considerando a qualidade do café, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por
80,6% das vendas do país no primeiro trimestre de 2015, o robusta por 10,6%, o solúvel, por 8,7%
das exportações e o torrado & moído por 0,1%. Juntos eles representaram um incremento de 4,6%
no volume exportado no período em relação aos três primeiros meses 2014. Os cafés diferenciados
(arábica e conillon) tiveram participação de 24,3% nas exportações em termos de volume e de 30,8%
na receita cambial.
O relatório aponta ainda que, no acumulado de janeiro a março de 2015, a Europa foi o principal
mercado importador e responsável pela aquisição de 57% do total de café embarcado pelo Brasil. Já
a América do Norte respondeu pela compra de 23% do total de sacas exportadas, a Ásia por 16% e a
América do Sul por 3%.
As exportações brasileiras para os chamados Países Importadores tiveram um aumento de 5% nesse
mesmo período. Já para os Países Produtores houve uma queda de 15% no volume embarcado,
considerando a mesma base comparativa.
Segundo o Balanço das Exportações, a lista de países importadores no primeiro trimestre de 2015
segue liderada pelos Estados Unidos, que adquiriram 1.723.318 sacas (19% do total exportado),
seguido pela Alemanha, com 1.585.317 (18% do total). A Itália ocupou a terceira colocação,
importando 817.471 sacas do produto brasileiro (9%). No quarto está a Bélgica, com 678.736 sacas
(8% do total).
Os embarques de café nos três meses de 2015 foram realizados em grande parte pelo porto de
Santos, por onde foram escoados 83,7% do produto exportado (7.397.080 sacas), pelos portos do
Rio de Janeiro, que embarcaram 8,7% do total (771.159 sacas), e pelo porto de Vitória, de onde
saíram 4,9 % do total (435.022 sacas).
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Café: cotação do conilon enfraquece em abril, mas média de março é a maior da série
Cepea/Esalq USP
09/04/2015
A colheita do robusta começou em meados de março em Rondônia e apenas nos
últimos dias no Espírito Santo. As atividades devem ser intensificadas nas próximas
semanas. Segundo agentes consultados pelo Cepea, grãos precoces capixabas já
estão sendo preparados e alguns lotes até têm sido disponibilizados para prova e
negociações.
Quanto aos preços, se enfraqueceram um pouco neste início de mês, mas o patamar ainda é
elevado. Na quarta-feira, 8, o Indicador do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 299,37/saca de 60 kg,
6, baixa de 0,93% em sete dias – a retirar no Espirito Santo. Em março, no entanto, a média do
Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima (para retirar no Espirito Santo) subiu 1,3% frente
à de fevereiro e atingiu R$ 303,44/sc de 60 kg, a maior, em termos nominais, de toda a série do
Cepea, iniciada em 2001.
Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização recente está atrelada à perspectiva de menor oferta
do Espírito Santo, principal produtor nacional, na safra 2015/16. A produção capixaba de robusta foi
prejudicada pelo clima seco no final do ano passado e primeiro bimestre de 2015 – até agora, as
chuvas continuam irregulares. Agentes consultados pelo Cepea indicam que ainda é difícil estimar as
perdas nas lavouras, mas devem ser significativas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)
Procafé: clone de dois cafeeiros conilon com maior tolerância à seca
Fundação Procafé
09/04/2015
J.B. Matiello e Iran B. Ferreira, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé, A.J. Paulino,
engenheiro agrônomo, e e Wander R. Gomes, engenheiro agrônomo da Cooabriel
A forte estiagem que ocorreu na área de café conilon, no
Norte do estado do Espírito Santo, no período de dez/14 a
fev/15, mostrou que o clone 2, ou o V12, suportou mais o
estresse hídrico, não apresentando murcha nas plantas,
enquanto os demais, do clone Vitória, em linhas ao lado, se mostravam com plantas completamente
murchas.
A resistência ou tolerância à seca já é conhecida nos cafeeiros conilon, da espécie Coffea canephora,
os quais são, normalmente, mais tolerantes a períodos de estresse hídrico, quando na comparação
com variedades da espécie C. arabica. Este diferencial se deve, principalmente, ao sistema radicular,
mais volumoso e mais profundo, dos cafeeiros conilon.
Também, já se sabe que, no geral, cafeeiros conilon formados por mudas clonais são menos
tolerantes à seca, quando comparados com cafeeiros formados por mudas de sementes.
A comparação entre clones de C. canephora, quanto à sua tolerância a períodos secos nunca havia
sido feita, embora, na prática, sempre notou-se que materiais genéticos mais próximos do robusta, de
folhas maiores, sempre ficam mais murchos do que outros mais próximos das características do
conilon, com folhas menores. Explica-se isto pelo fato de se considerar que esses materiais tiveram
diferentes origens, uns da África úmida e outros da seca.
Neste ano foi muito nítida a diferença de comportamento, em relação ao estresse hídrico, verificada
em campos de conilon clonal, nas áreas de Colatina e de São Gabriel da Palha, no Norte do ES.
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Nesses campos, o clone conhecido por clone 2, correspondente ao V12, mesmo comparado com
outros clones, com as mesmas características de folhas menores, típicas de conilon, se mostrou bem
mais tolerante à seca.
A explicação para este diferencial favorável ao clone 2, certamente, não está ligada a prováveis
diferenças, entre clones, no sistema radicular das plantas. Esta diferença, tudo indica, está ligada ao
tipo de folhagem do clone 2. Ele possui folhas mais arredondadas e mais grossas, devendo transpirar
menos e perdendo menos água do que àquelas dos demais clones.
Ressalta-se que, diante do clima mais seco que vivenciamos nos últimos anos e considerando, em
consequência, a falta de água para irrigação, o plantio de clones mais tolerantes à estiagem é muito
importante, para redução dos riscos.
Em campo, à esquerda cafeeiros do clone 2, com folhagem verde e sem murchamento, ao lado de
outro (dir.), com folhagem murcha e iniciando amarelecimento. S.G. da Palha-ES, janeiro de 2015.
Os técnicos, Matiello e Wander ,examinam, em S.G. da Palha (ES), os diferentes clones de conilon.
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Detalhe do diferencial de tolerância à seca em cafeeiro do clone 2 (esq.) e de outro do clone Vitória,
em linha ao lado.
Prorrogado envio de trabalhos ao IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Embrapa Café
09/04/2015
Flávia Bessa
A Comissão Científica do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
prorroga mais uma vez o prazo-limite para recebimento dos resumos
dos trabalhos técnico-científicos: até 22 de abril de 2015. Os resumos
devem ser encaminhados por meio da página do IX Simpósio
(http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br) e serão analisados e
selecionados de 23 a 30 de abril. Os autores deverão fazer as correções
solicitadas de 1º a 10 de maio. A divulgação do resultado será feita até
14 de maio. Espera-se a apresentação de cerca de 400 trabalhos
técnico-científicos.
As inscrições para todos os participantes do evento são gratuitas e
darão acesso total ao evento: coquetel de abertura, palestras, mesas-
redondas e painéis de discussão. Para se inscrever, acesse o site do
evento (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br).
Sobre o evento – Os Simpósios de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizados pelo Consórcio
Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, fazem parte da agenda nacional de desenvolvimento
científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento. Os anais dessas
edições estão disponíveis aqui.
http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/simposio-de-pesquisa-dos-
cafes-do-brasil
Esta IX edição será realizada no Centro de Convenções de Curitiba, no Paraná, de 24 a 26 de junho
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e conta com o Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR como anfitrião e apoio do Instituto
Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater-PR. São esperados aproximadamente
1000 participantes entre os diversos representantes dos setores que compõem o agronegócio café:
pesquisadores, técnicos da extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos
diversos segmentos da cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa
especializada e demais interessados nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira.
O gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, lembra que o objetivo principal do Simpósio é
apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café e ainda
promover ampla discussão da comunidade científica com os diversos setores da cadeia produtiva do
café para garantir aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade
do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo diálogo da comunidade científica com o setor
produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo
Consórcio, em sintonia com as demandas do agronegócio café", completa.
Temas da programação – Alguns temas da programação do IX Simpósio já estão definidos e serão
apresentados na conferência de abertura, em palestras, mesas-redondas, apresentações orais de
trabalhos e sessões de pôsteres: uso racional de água, mudanças climáticas, café sombreado e
agroecológico, cafeicultura de montanha, biotecnologia, tolerância à seca, manejo de pragas e
doenças, fertilidade dos solos e nutrição do cafeeiro, café e saúde (propriedades funcionais e
nutracêuticas), mercado e novas tendências de hábito de consumo, novos produtos e agregação de
qualidade, transferência de tecnologia etc.
Consórcio Pesquisa Café – Criado em 1997, congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão
localizadas nas principais regiões produtoras do País. O modelo de gestão do Consórcio incentiva a
interação das instituições e a otimização de recursos humanos, financeiros e materiais. As
instituições fundadoras são: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola - EBDA, Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
- Epamig, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná - Iapar, Instituto Capixaba de
Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento - Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - Pesagro-
Rio, Universidade Federal de Lavras - Ufla e Universidade Federal de Viçosa - UFV.
Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site
http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br.
Níveis de ferrugem e broca caem na Colômbia
CaféPoint
09/04/2015
Os dados são da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia / Tradução: Juliana Santin
Graças à renovação de cafezais e a uma intensa campanha educativa, ambas
impulsionadas pela Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, os níveis de
infecção por ferrugem e de infestação por broca nas plantações cafeeiras do país se
mantêm em estados controláveis.
Isso ocorre em momentos em que outros países da região, tanto da América Central, como Peru e
México, ainda lutam para sair da infecção pela ferrugem que os afetou nos últimos anos. Segundo a
Conselho Nacional do Café – CNC
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Organização Internacional de Café (OIC), em seu relatório de fevereiro, a presença desse fungo em
outros países produtores de café suave se traduziria para o ano cafeeiro 2014/2015, no caso do
México e América Central, em uma produção de 18 milhões de sacas, o que, apesar de representar
uma ligeira recuperação, ainda representa uma queda de mais de 2 milhões de sacas com relação ao
ano cafeeiro de 2011/2012, devido à ferrugem.
No caso da ferrugem, como fruto da renovação de cafezais pelas variedades mais resistentes à
variação climática, hoje os níveis de infecção na Colômbia caíram de 33,4% em novembro de 2010
para apenas 2,4% no começo de 2015.
Graças ao programa de conversão do parque cafeeiro, mais de 3,25 bilhões de cafezais foram
renovados entre 2008 e 2014, o que permite ter hoje plantas mais jovens, tecnificadas e com
melhores características que refletem na qualidade e consistência dos grãos produzidos.
Além disso, os níveis de broca, inseto que se alimenta do grão de café, caiu consistentemente,
passando de 4,1% em novembro de 2010 para 2% em 2015.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 09/04/2015 Acesse: www.cncafe.com.br Receita com café exportado cresce 24,1% frente a março de 2014, aponta CeCafé Communicação Assessoria Empresarial 09/04/2015 A receita cambial com as exportações de café do Brasil registrou no terceiro mês deste ano um incremento de 24,1% em relação a março de 2014, fechando em US$ 552,295 milhões. Já o volume apresentou alta de 9,5% na mesma base comparativa. Foram embarcadas 3.046.656 sacas (verde, torrado & moído e solúvel), recorde histórico para o mês. As informações são do Balanço das Exportações divulgado pelo CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). No que diz respeito ao ano-safra, o Brasil comercializou 27.675.515 sacas de café entre julho de 2014 e março de 2015, quantidade 10,5% superior à contabilizada no mesmo período da safra anterior. A receita apontada foi de US$ 1,693 bilhão. Considerando a qualidade do café, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por 80,6% das vendas do país no primeiro trimestre de 2015, o robusta por 10,6%, o solúvel, por 8,7% das exportações e o torrado & moído por 0,1%. Juntos eles representaram um incremento de 4,6% no volume exportado no período em relação aos três primeiros meses 2014. Os cafés diferenciados (arábica e conillon) tiveram participação de 24,3% nas exportações em termos de volume e de 30,8% na receita cambial. O relatório aponta ainda que, no acumulado de janeiro a março de 2015, a Europa foi o principal mercado importador e responsável pela aquisição de 57% do total de café embarcado pelo Brasil. Já a América do Norte respondeu pela compra de 23% do total de sacas exportadas, a Ásia por 16% e a América do Sul por 3%. As exportações brasileiras para os chamados Países Importadores tiveram um aumento de 5% nesse mesmo período. Já para os Países Produtores houve uma queda de 15% no volume embarcado, considerando a mesma base comparativa. Segundo o Balanço das Exportações, a lista de países importadores no primeiro trimestre de 2015 segue liderada pelos Estados Unidos, que adquiriram 1.723.318 sacas (19% do total exportado), seguido pela Alemanha, com 1.585.317 (18% do total). A Itália ocupou a terceira colocação, importando 817.471 sacas do produto brasileiro (9%). No quarto está a Bélgica, com 678.736 sacas (8% do total). Os embarques de café nos três meses de 2015 foram realizados em grande parte pelo porto de Santos, por onde foram escoados 83,7% do produto exportado (7.397.080 sacas), pelos portos do Rio de Janeiro, que embarcaram 8,7% do total (771.159 sacas), e pelo porto de Vitória, de onde saíram 4,9 % do total (435.022 sacas).
  • 2.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Café: cotação do conilon enfraquece em abril, mas média de março é a maior da série Cepea/Esalq USP 09/04/2015 A colheita do robusta começou em meados de março em Rondônia e apenas nos últimos dias no Espírito Santo. As atividades devem ser intensificadas nas próximas semanas. Segundo agentes consultados pelo Cepea, grãos precoces capixabas já estão sendo preparados e alguns lotes até têm sido disponibilizados para prova e negociações. Quanto aos preços, se enfraqueceram um pouco neste início de mês, mas o patamar ainda é elevado. Na quarta-feira, 8, o Indicador do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 299,37/saca de 60 kg, 6, baixa de 0,93% em sete dias – a retirar no Espirito Santo. Em março, no entanto, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima (para retirar no Espirito Santo) subiu 1,3% frente à de fevereiro e atingiu R$ 303,44/sc de 60 kg, a maior, em termos nominais, de toda a série do Cepea, iniciada em 2001. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização recente está atrelada à perspectiva de menor oferta do Espírito Santo, principal produtor nacional, na safra 2015/16. A produção capixaba de robusta foi prejudicada pelo clima seco no final do ano passado e primeiro bimestre de 2015 – até agora, as chuvas continuam irregulares. Agentes consultados pelo Cepea indicam que ainda é difícil estimar as perdas nas lavouras, mas devem ser significativas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br) Procafé: clone de dois cafeeiros conilon com maior tolerância à seca Fundação Procafé 09/04/2015 J.B. Matiello e Iran B. Ferreira, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé, A.J. Paulino, engenheiro agrônomo, e e Wander R. Gomes, engenheiro agrônomo da Cooabriel A forte estiagem que ocorreu na área de café conilon, no Norte do estado do Espírito Santo, no período de dez/14 a fev/15, mostrou que o clone 2, ou o V12, suportou mais o estresse hídrico, não apresentando murcha nas plantas, enquanto os demais, do clone Vitória, em linhas ao lado, se mostravam com plantas completamente murchas. A resistência ou tolerância à seca já é conhecida nos cafeeiros conilon, da espécie Coffea canephora, os quais são, normalmente, mais tolerantes a períodos de estresse hídrico, quando na comparação com variedades da espécie C. arabica. Este diferencial se deve, principalmente, ao sistema radicular, mais volumoso e mais profundo, dos cafeeiros conilon. Também, já se sabe que, no geral, cafeeiros conilon formados por mudas clonais são menos tolerantes à seca, quando comparados com cafeeiros formados por mudas de sementes. A comparação entre clones de C. canephora, quanto à sua tolerância a períodos secos nunca havia sido feita, embora, na prática, sempre notou-se que materiais genéticos mais próximos do robusta, de folhas maiores, sempre ficam mais murchos do que outros mais próximos das características do conilon, com folhas menores. Explica-se isto pelo fato de se considerar que esses materiais tiveram diferentes origens, uns da África úmida e outros da seca. Neste ano foi muito nítida a diferença de comportamento, em relação ao estresse hídrico, verificada em campos de conilon clonal, nas áreas de Colatina e de São Gabriel da Palha, no Norte do ES.
  • 3.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Nesses campos, o clone conhecido por clone 2, correspondente ao V12, mesmo comparado com outros clones, com as mesmas características de folhas menores, típicas de conilon, se mostrou bem mais tolerante à seca. A explicação para este diferencial favorável ao clone 2, certamente, não está ligada a prováveis diferenças, entre clones, no sistema radicular das plantas. Esta diferença, tudo indica, está ligada ao tipo de folhagem do clone 2. Ele possui folhas mais arredondadas e mais grossas, devendo transpirar menos e perdendo menos água do que àquelas dos demais clones. Ressalta-se que, diante do clima mais seco que vivenciamos nos últimos anos e considerando, em consequência, a falta de água para irrigação, o plantio de clones mais tolerantes à estiagem é muito importante, para redução dos riscos. Em campo, à esquerda cafeeiros do clone 2, com folhagem verde e sem murchamento, ao lado de outro (dir.), com folhagem murcha e iniciando amarelecimento. S.G. da Palha-ES, janeiro de 2015. Os técnicos, Matiello e Wander ,examinam, em S.G. da Palha (ES), os diferentes clones de conilon.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Detalhe do diferencial de tolerância à seca em cafeeiro do clone 2 (esq.) e de outro do clone Vitória, em linha ao lado. Prorrogado envio de trabalhos ao IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil Embrapa Café 09/04/2015 Flávia Bessa A Comissão Científica do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil prorroga mais uma vez o prazo-limite para recebimento dos resumos dos trabalhos técnico-científicos: até 22 de abril de 2015. Os resumos devem ser encaminhados por meio da página do IX Simpósio (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br) e serão analisados e selecionados de 23 a 30 de abril. Os autores deverão fazer as correções solicitadas de 1º a 10 de maio. A divulgação do resultado será feita até 14 de maio. Espera-se a apresentação de cerca de 400 trabalhos técnico-científicos. As inscrições para todos os participantes do evento são gratuitas e darão acesso total ao evento: coquetel de abertura, palestras, mesas- redondas e painéis de discussão. Para se inscrever, acesse o site do evento (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br). Sobre o evento – Os Simpósios de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizados pelo Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, fazem parte da agenda nacional de desenvolvimento científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento. Os anais dessas edições estão disponíveis aqui. http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/simposio-de-pesquisa-dos- cafes-do-brasil Esta IX edição será realizada no Centro de Convenções de Curitiba, no Paraná, de 24 a 26 de junho
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck e conta com o Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR como anfitrião e apoio do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater-PR. São esperados aproximadamente 1000 participantes entre os diversos representantes dos setores que compõem o agronegócio café: pesquisadores, técnicos da extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos diversos segmentos da cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa especializada e demais interessados nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira. O gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, lembra que o objetivo principal do Simpósio é apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café e ainda promover ampla discussão da comunidade científica com os diversos setores da cadeia produtiva do café para garantir aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo diálogo da comunidade científica com o setor produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo Consórcio, em sintonia com as demandas do agronegócio café", completa. Temas da programação – Alguns temas da programação do IX Simpósio já estão definidos e serão apresentados na conferência de abertura, em palestras, mesas-redondas, apresentações orais de trabalhos e sessões de pôsteres: uso racional de água, mudanças climáticas, café sombreado e agroecológico, cafeicultura de montanha, biotecnologia, tolerância à seca, manejo de pragas e doenças, fertilidade dos solos e nutrição do cafeeiro, café e saúde (propriedades funcionais e nutracêuticas), mercado e novas tendências de hábito de consumo, novos produtos e agregação de qualidade, transferência de tecnologia etc. Consórcio Pesquisa Café – Criado em 1997, congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão localizadas nas principais regiões produtoras do País. O modelo de gestão do Consórcio incentiva a interação das instituições e a otimização de recursos humanos, financeiros e materiais. As instituições fundadoras são: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola - EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná - Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - Pesagro- Rio, Universidade Federal de Lavras - Ufla e Universidade Federal de Viçosa - UFV. Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br. Níveis de ferrugem e broca caem na Colômbia CaféPoint 09/04/2015 Os dados são da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia / Tradução: Juliana Santin Graças à renovação de cafezais e a uma intensa campanha educativa, ambas impulsionadas pela Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, os níveis de infecção por ferrugem e de infestação por broca nas plantações cafeeiras do país se mantêm em estados controláveis. Isso ocorre em momentos em que outros países da região, tanto da América Central, como Peru e México, ainda lutam para sair da infecção pela ferrugem que os afetou nos últimos anos. Segundo a
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Organização Internacional de Café (OIC), em seu relatório de fevereiro, a presença desse fungo em outros países produtores de café suave se traduziria para o ano cafeeiro 2014/2015, no caso do México e América Central, em uma produção de 18 milhões de sacas, o que, apesar de representar uma ligeira recuperação, ainda representa uma queda de mais de 2 milhões de sacas com relação ao ano cafeeiro de 2011/2012, devido à ferrugem. No caso da ferrugem, como fruto da renovação de cafezais pelas variedades mais resistentes à variação climática, hoje os níveis de infecção na Colômbia caíram de 33,4% em novembro de 2010 para apenas 2,4% no começo de 2015. Graças ao programa de conversão do parque cafeeiro, mais de 3,25 bilhões de cafezais foram renovados entre 2008 e 2014, o que permite ter hoje plantas mais jovens, tecnificadas e com melhores características que refletem na qualidade e consistência dos grãos produzidos. Além disso, os níveis de broca, inseto que se alimenta do grão de café, caiu consistentemente, passando de 4,1% em novembro de 2010 para 2% em 2015.