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Feliz aquele que transfere o que sabe,  e aprende o que ensina. Cora Coralina
 
A metáfora  é a base de toda a arte ,[object Object],[object Object]
 
A SUA PRÁTICA, ROTINA, EXPERIÊNCIA ...
A sua  forma
A sua medida
ao trocar experiências
aprender
Soluções diferentes
Foco ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Ponto de Partida! 1. Qual a sua expectativa para o dia de hoje?
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Cinco palavras que expressam como  eu me vejo em sala de aula?
labspirit > nossa essência nosso espírito é exigente, profundo e consistente. nosso espírito é descontraído, belo e harmônico. nosso espírito é inconformado,  t ransformador e inovador. nosso espírito é curioso, diverso  e conectado.  nosso espírito é objetivo, ágil e feroz.
lab tag somos um  coletivo   dedicado  à pesquisa, construção de conteúdo e aplicação das soluções de aprendizagem. soluções de aprendizagem (SdA) LAB SSJ, SdA
Profundidade Prazer + + - -
“ O aprendizado só ocorre quando há  mudança de comportamento .” Bob Pike
“ O que a grande maioria dos professores parece ter em comum é o amor por sua matéria, uma satisfação óbvia em despertar esse amor em seus alunos, e uma capacidade em convencê-los de que o que lhes está sendo ensinado é terrivelmente sério.” Epstein
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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Orientador ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Formador ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
O Focalizador ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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modelo brainworks brainworks clientes instrutores desenhistas instrucionais especialistas
[object Object],[object Object],[object Object],Atividade Individual
Aprender a aprender Aprender a ensinar/ Planejar sua aula Aprender a conduzir organizações Para melhorar nossas habilidades de: Ciclo de Kolb – Para quê?
Princípios para a aprendizagem ,[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],Aprendizagem Vivencial Diga-me e  esquecerei . Mostre-me e talvez eu me  lembrarei. Envolva-me e eu então  compreenderei Estilos de Aprendizagem Confúcio, 450 A.C.
[object Object],Estilos de Aprendizagem Questionário
Caracteriza ção dos estilos individuais de aprendizagem EC   EXPERIÊNCIA CONCRETA OR  OBSERVAÇÃO  REFLEXIVA   CA CONCEITUAÇÃO ABSTRATA   EA EXPERIÊNCIA  ATIVA   SENTIR   OBSERVAR PENSAR FAZER
[object Object],[object Object],Atividade
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Reflex ões sobre o ciclo…
Caracter ísticas de cada estilo Ativo (experimentação) Extrovertido, impulsivo, corre riscos Passivo (observação) Introvertido, reflexivo, analítico Concreto (experiência) Intuitivo, pessoal, situacional Abstrato (conceitos) Pensador, teórico, generalizador
Perfis de Aprendizagem Ativo (experimentação) Passivo (observa ção ) Concreto (experi ência ) Abstrato (conceitos) Imaginação forte; excelente gerador de idéias; emocional; raciocínio indutivo; interesses culturais diversos Teórico; integra informações; lógico e preciso; interesse nas ciências; reflexivo e paciente Aplica idéias; raciocínio dedutivo; prático e aplicado Ativista; adapta idéias; ligado emocionalmente às pessoas; intuitivo na tentativa e erro; espontâneo e impaciente Divergente Assimilador Convergente Acomodador (Prático)
Quest ões para reflexão... ,[object Object],[object Object],[object Object]
Entre a raiz e fruto há o tempo Carlos Drummond de Andrade
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],É importante saber... Estilos de Aprendizagem
[object Object],Lembre-se Um alto  score  em um modo pode significar uma tendência a super-enfatizar aquele aspecto do processo de aprendizagem às custas de outros.  Um baixo número de pontos em um modo pode indicar uma tendência a evitar aquele aspecto do processo de aprendizagem.
Agora é com você. Boa Viagem.....
Andragogia o princípio do processo de aprendizagem
[object Object],[object Object],ANDRAGOGIA
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],ANDRAGOGIA
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Pressupostos da Aprendizagem de adultos
Grandes Mestres dos tempos antigos ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Professores De Adultos
Grandes Mestres dos tempos antigos ,[object Object]
Grandes Mestres dos tempos antigos Chineses e Hebreus Gregos Romanos Inventaram o que chamamos de  Estudo de Caso  – o aprendiz descreve uma situação, geralmente em forma de parábola e junto com o grupo explora suas características e possíveis soluções. Criaram o  Diálogo Socrático  – o líder propõe  uma pergunta ou dilema e o grupo reúne as idéias e experiências para buscar a solução. Apresentaram   Desafios   que forçavam os participantes do grupo a declarar sua posição e então defende-la.
[object Object],Século VII - Europa Preparar meninos para o Sacerdócio (rituais, crenças, fé...)
Século VII - Europa Nessa época os professores desenvolveram um  conjunto de pressupostos sobre aprendizagem e estratégias de ensino = Pedagogia
Após a 1ª Guerra Mundial  EUA e Europa Surgimento de  idéias  sobre as características distintas dos  aprendizes adultos
“ The Meaning of Adult Education”  Eduard C. Lindeman, 1926 Teoria sistemática sobre aprendizagem de adultos
CARACTERÍSTICAS DO  TRABALHADOR DO SÉCULO XXI - UNESCO ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
Caminho da aprendizagem  ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
 
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Andragogia
 
Necessidade do saber Os adultos  precisam saber  porque precisam aprender algo antes de começar a aprendê-lo. (...) quando os adultos decidem aprender algo sozinhos, eles investem  energia considerável  para investigar os benefícios que serão obtidos com esta aprendizagem e as conseqüências negativas de não aprendê-la.
 
Auto-Imagem Os adultos possuem um auto-conceito de serem  responsáveis por suas próprias decisões , por suas próprias vidas. Uma vez que eles tenham chegado a este auto-conceito, eles desenvolvem uma profunda necessidade psicológica de serem vistos e tratados pelos outros como  capazes de se auto-dirigirem . Eles se ressentem e resistem a situações nas quais percebem que os outros estão impondo suas vontades sobre eles.  Isso traz um sério problema para a educação de adultos:  tão logo o adulto comece a participar de uma atividade chamada “educação”, “treinamento” , ou qualquer outro sinônimo, eles regride ao condicionamento de suas experiências escolares anteriores, coloca o  chapéu da dependência , cruza os braços, encosta-se na cadeira e diz  “me ensine” .
 
Experiências mais experiência > mais diferenças entre os participantes >  individualização de ensino e estratégias de aprendizagem os recursos mais ricos para aprendizagem  estão nos próprios aprendizes adultos > a ênfase da educação de adultos está nas técnicas experienciais “ Eu sou a minha experiência.  Negá-la é me rejeitar "
Ciclo de Kolb Vamos rever esse conceito mais tarde...
 
Prontidão para aprender Os adultos ficam prontos para  aprender as coisas das quais precisam saber  e para as quais precisam se tornar capazes de realizar a fim de enfrentar as  situações da vida real .  Uma fonte particularmente rica de “prontidão para aprender” são as tarefas de desenvolvimento associadas com a  passagem de um estágio de desenvolvimento para o próximo .
 
Orientação para a aprendizagem Em comparação com a orientação para aprendizagem de crianças e jovens, baseada em disciplinas, os  adultos são centrados na vida  (ou centrados na tarefa ou problema).  eles  assimilam novos conhecimentos , percepções, habilidades, valores e atitudes de  maneira mais eficaz  quando estes são apresentados  dentro de contextos de aplicação a situações da vida real .
 
Motivação Intrínseca Interesse  ou Compaixão Extrínseca Promessa ou Ameaça
“ Os seres humanos não foram feitos para entender a lógica: foram feitos para entender histórias. ”  Roger C. Schank, cientista cognitivo
Respeito pelo adulto (maioridade) Adulto é sujeito da educação e não objeto da mesma Pontos fundamentais
Não há nada tão pratico como uma boa teoria...
De que maneiras os conceitos e princípios da Andragogia podem ser aplicados/ utilizados na minha atuação como consultor? Em grupo apresentam em Flips Charts Pontos de aprendizado
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Vitalizadores Conceito São jogos, exercícios ou  simulações de curta duração Objetivo Atuar como quebra gelo Ambientar os participantes Aquecer ou relaxar Preparar o grupo para ação As melhores práticas  (cada consultor conta o seu vitalizador preferido)
Ferramentas São algumas ferramentas que podem ser utilizadas ao longo do programa durante o processo de aprendizagem.
DIDÁTICA ,[object Object],[object Object],[object Object]
A melhor técnica é aquela em que você fica mais natural. ,[object Object]
Relógios de sol na sombra… ,[object Object]
Ponto Forte ,[object Object]
 
Plano de aula
Plano de aula ,[object Object],[object Object],[object Object]
LABSSJ Plano de Aula - (Tema_________________________________________ - ___ horas) Objetivo do aprendizado   Dia 1     HORÁRIO TEMPO CONTEÚDO ATIVIDADE Folhas de apoio                                 00:15 Coffee Break                           01:00 Almoço                           00:15 Coffee-break                                  
Plano de aula ,[object Object],[object Object]
Plano de aula ,[object Object],[object Object]
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
Técnicas rápidas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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Técnicas rápidas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
Alguns objetivos do uso de jogos... ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
As características de um Jogo ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Dinâmicas e Jogos Ciclo de Aprendizagem Vivencial Modelo de KOLB VIVÊNCIA (atividade – “fazer”) RELATO (compartilhar reações e observações) PROCESSAMENTO (discussão dos padrões e dinâmicas) GENERALIZAÇÕES (interferência de princípios sobre o Mundo Real) APLICAÇÃO (planejamento de comportamento mais eficaz)
Vivência ,[object Object],[object Object],CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
Relato ,[object Object],[object Object],CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Processamento ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Dinâmicas e Jogos
Generalizações Comparar vivência e realidade (pessoal / profissional) Momento de interferência dos princípios trabalhados na etapa de processamento com o mundo real. CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
Aplicação O estágio de aplicação é o propósito para o qual todo o processo é planejado. É o momento em que os participantes planejam comportamentos mais eficazes com base na fase de generalização. CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
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Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
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Vídeos Com base nesse vídeo que vamos assistir responda: O que  tem em comum  esse vídeo com a minha atuação em sala? O que  não tem em comum  esse vídeo com a minha atuação em sala?
Vídeos
Vídeos Primeiro individual... depois nos grupos das mesas O que  tem em comum  esse vídeo com a minha atuação em sala? O que  não tem em comum  esse vídeo com a minha atuação em sala?
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
Estudo de Caso O objetivo do método do Caso é treinar os participantes na Tomada de Decisão O instrutor tem que trazê-los da análise para a tomada de decisão e daqui para o plano de ação Se não se chegou a decisão nenhuma, o  instrutor pode deixar o caso em aberto ou votar  Provocar a Decisão e a Implementação
Estudo de Caso ,[object Object],[object Object],[object Object]
Estudo de Caso Os 5 elementos na experiência de aprendizagem no estudo de caso: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Pedagogia do Método do Caso ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],A aula padrão
A-   Pré-aula na sala de aula B-   Pré-caso ou aquecimento 1- avisos 2- discussão da leitura 3- Introdução ao Caso C-   Discussão do Caso 1- começo 2- problema e análise 3 -alternativas, critérios de decisão e  decisão 4- ação e implementação D-   Conclusão As Fases Cronológicas na Discussão do Caso
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],A Discussão do Caso
Não existe a maneira certa. O papel do professor é secundário o que importa é : Os alunos estão se concentrando no problema ? Estão resolvendo a questão principal ? Conclusão
Técnicas rápidas  Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
Utilidade e Significado!
[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object]
Nosso jeito Você
[object Object]
Como você influencia alguém que você não tem autoridade?
Pressão Social Escassez inclusão Autoridade Consistência    controle Reciprocidade Afinidade   afeto Princípios da Influência
[object Object],[object Object],[object Object],Pressão Social
[object Object],[object Object],[object Object],Escassez
[object Object],[object Object],Autoridade
[object Object],[object Object],Consistência
[object Object],[object Object],[object Object],Reciprocidade
[object Object],[object Object],Afinidade
Em que consiste o ensino exemplar ? Conhecimento é ensinado ou aprendido? Fontes de influência na aprendizagem O Modelo Bidimensional  Dimensão I – Estimulo Intelectual Dimensão II – Relacionamento Interpessoal Matriz dos estilos de professores Dominando as técnicas de ensino Joseph Lowman
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Em que consiste o ensino exemplar?
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Conhecimento é ensinado ou aprendido?
Descrever melhores professores.... (palavras + usadas) Pesquisa  Em que consiste o ensino exemplar?
Entusiástico Interessante Culto Motivador Acessível   Inspirador Estimulante Interessado Eficiente Engraçado Divertido Atencioso Excelente  Claro Organizado Disponível  Amigável  Respeitoso Justo  Preparado Prestativo Encorajador  Desafiador Dedicado Ótimo Exigente  Paciente Comprometido Comunicativo Criativo Descrever dois ou três melhores professores.... (palavras + usadas) Em que consiste o ensino exemplar?
O Modelo bidimensional Dimensão I – Estimulo Intelectual Clareza na Apresentação (O quê ?)  Impacto Emocional ( Como?) Dimensão II – Relacionamento Interpessoal Interesse Interpessoal Motivação Efetiva Em que consiste o ensino exemplar?
Estímulo intelectual Diálogo Interpessoal Modelo bidimensional Dimensão II Dimensão I Baixo frio, distante, altamente controlador  imprevisível Moderado relativamente caloroso, acessível e democrático, previsível Alto caloroso, aberto, previsível e altamente centrado no estudante Alto Extremamente claro e estimulante Célula 6  Autoridade Intelectual Célula 8  Palestrantes exemplares Célula 9 Totalmente exemplares Moderado Razoavelmente claro e interessante Célula 3  Adequados Célula 5  Competente Célula 7 Facilitadores exemplares Baixo Vago e monótono Célula 1 Inadequados Célula 2 Marginais Célula 4 Socráticos
Algumas situações de " sala de aula" serão expostas e os consultores devem expressar o que fariam/ quais ações/ qual decisão.... E se...
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se...
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se... Ações sugeridas * Ações sugeridas pelos consultores – treinamento abril/09  ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se... Ações sugeridas * Ações sugeridas pelos consultores – treinamento abril/09  Técnica do chapéu Bom humor com o mais comunicativo Ferramenta da democracia Técnica do “cachorrinho” Técnica da “vara de pesca” Falantes como auxiliares do consultor
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se... Ações sugeridas * Ações sugeridas pelos consultores – treinamento abril/09  Aplicar vitalizadores Gerar movimentos Preparar plano de aula O consultor deve se movimentar mais Variar tons de voz Contar “causos” / piadas Aumentar a participação dos participantes Gerar polêmicas
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se... Ações sugeridas * Ações sugeridas pelos consultores – treinamento abril/09  Não dá para forçar Tentar envolver (às vezes esse indivíduo vira um grande aliado em sala) Considerar o impacto desse indivíduo no grupo Negociar
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],E se... Ações sugeridas * Ações sugeridas pelos consultores – treinamento abril/09  Revitalização – traz um exercício lúdico para atrair o público de maneira divertida (pode ser atividade ou vídeo) Trazer o foco para a aula falando os objetivos e agenda Discussão boa – dar continuidade fora da aula (e-mail, google, colocar no parking lot e retornar ao ponto caso tenha tempo)
“ Doze problemas mais comuns de Instrutores Iniciantes na Aplicação de Treinamento” Ref.: Aprendizagem de Resultados A Pesquisa – parte I
[object Object],[object Object],[object Object],A Pesquisa – parte I
Os problemas mais comuns: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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A Pesquisa – parte II “ Soluções dos Experts para os Doze Problemas Mais Comuns de Instrutores Iniciantes na Aplicação de Treinamento”   Ref.: Aprendizagem de Resultados
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1 - Com base no artigo Escutatória (Rubem Alves) cada consultor deverá construir um texto com 50 palavras que tenha como título  “ A minha atuação como consultor em sala de aula“ Palavras mais fortes/repetidas nos diferentes textos apresentados nas mesas/ no grupo Texto Escutatória
2 - Os consultores devem formar trios e preparar para a próximo encontro uma atividade/ dinâmica/aula de até 20 minutos para ser conduzida para os demais consultores... Vamos dividir a turma em duas salas.... Texto Escutatória
O que eu aprendi ao assistir a outro consultor em ação.... Começar a fazer Continuar a fazer Cessar de fazer DikaDukas...
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Capacitacao Consultores Final

  • 1.
  • 2. Feliz aquele que transfere o que sabe, e aprende o que ensina. Cora Coralina
  • 3.  
  • 4.
  • 5.  
  • 6. A SUA PRÁTICA, ROTINA, EXPERIÊNCIA ...
  • 7. A sua forma
  • 12.
  • 13. Ponto de Partida! 1. Qual a sua expectativa para o dia de hoje?
  • 14.
  • 15. labspirit > nossa essência nosso espírito é exigente, profundo e consistente. nosso espírito é descontraído, belo e harmônico. nosso espírito é inconformado, t ransformador e inovador. nosso espírito é curioso, diverso e conectado. nosso espírito é objetivo, ágil e feroz.
  • 16. lab tag somos um coletivo dedicado à pesquisa, construção de conteúdo e aplicação das soluções de aprendizagem. soluções de aprendizagem (SdA) LAB SSJ, SdA
  • 18. “ O aprendizado só ocorre quando há mudança de comportamento .” Bob Pike
  • 19. “ O que a grande maioria dos professores parece ter em comum é o amor por sua matéria, uma satisfação óbvia em despertar esse amor em seus alunos, e uma capacidade em convencê-los de que o que lhes está sendo ensinado é terrivelmente sério.” Epstein
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26. modelo brainworks brainworks clientes instrutores desenhistas instrucionais especialistas
  • 27.
  • 28. Aprender a aprender Aprender a ensinar/ Planejar sua aula Aprender a conduzir organizações Para melhorar nossas habilidades de: Ciclo de Kolb – Para quê?
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32. Caracteriza ção dos estilos individuais de aprendizagem EC EXPERIÊNCIA CONCRETA OR OBSERVAÇÃO REFLEXIVA CA CONCEITUAÇÃO ABSTRATA EA EXPERIÊNCIA ATIVA SENTIR OBSERVAR PENSAR FAZER
  • 33.
  • 34.
  • 35. Caracter ísticas de cada estilo Ativo (experimentação) Extrovertido, impulsivo, corre riscos Passivo (observação) Introvertido, reflexivo, analítico Concreto (experiência) Intuitivo, pessoal, situacional Abstrato (conceitos) Pensador, teórico, generalizador
  • 36. Perfis de Aprendizagem Ativo (experimentação) Passivo (observa ção ) Concreto (experi ência ) Abstrato (conceitos) Imaginação forte; excelente gerador de idéias; emocional; raciocínio indutivo; interesses culturais diversos Teórico; integra informações; lógico e preciso; interesse nas ciências; reflexivo e paciente Aplica idéias; raciocínio dedutivo; prático e aplicado Ativista; adapta idéias; ligado emocionalmente às pessoas; intuitivo na tentativa e erro; espontâneo e impaciente Divergente Assimilador Convergente Acomodador (Prático)
  • 37.
  • 38. Entre a raiz e fruto há o tempo Carlos Drummond de Andrade
  • 39.
  • 40.
  • 41. Agora é com você. Boa Viagem.....
  • 42. Andragogia o princípio do processo de aprendizagem
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48. Grandes Mestres dos tempos antigos Chineses e Hebreus Gregos Romanos Inventaram o que chamamos de Estudo de Caso – o aprendiz descreve uma situação, geralmente em forma de parábola e junto com o grupo explora suas características e possíveis soluções. Criaram o Diálogo Socrático – o líder propõe uma pergunta ou dilema e o grupo reúne as idéias e experiências para buscar a solução. Apresentaram Desafios que forçavam os participantes do grupo a declarar sua posição e então defende-la.
  • 49.
  • 50. Século VII - Europa Nessa época os professores desenvolveram um conjunto de pressupostos sobre aprendizagem e estratégias de ensino = Pedagogia
  • 51. Após a 1ª Guerra Mundial EUA e Europa Surgimento de idéias sobre as características distintas dos aprendizes adultos
  • 52. “ The Meaning of Adult Education” Eduard C. Lindeman, 1926 Teoria sistemática sobre aprendizagem de adultos
  • 53.
  • 54.  
  • 55.
  • 56.  
  • 57.  
  • 58.
  • 59.  
  • 60. Necessidade do saber Os adultos precisam saber porque precisam aprender algo antes de começar a aprendê-lo. (...) quando os adultos decidem aprender algo sozinhos, eles investem energia considerável para investigar os benefícios que serão obtidos com esta aprendizagem e as conseqüências negativas de não aprendê-la.
  • 61.  
  • 62. Auto-Imagem Os adultos possuem um auto-conceito de serem responsáveis por suas próprias decisões , por suas próprias vidas. Uma vez que eles tenham chegado a este auto-conceito, eles desenvolvem uma profunda necessidade psicológica de serem vistos e tratados pelos outros como capazes de se auto-dirigirem . Eles se ressentem e resistem a situações nas quais percebem que os outros estão impondo suas vontades sobre eles. Isso traz um sério problema para a educação de adultos: tão logo o adulto comece a participar de uma atividade chamada “educação”, “treinamento” , ou qualquer outro sinônimo, eles regride ao condicionamento de suas experiências escolares anteriores, coloca o chapéu da dependência , cruza os braços, encosta-se na cadeira e diz “me ensine” .
  • 63.  
  • 64. Experiências mais experiência > mais diferenças entre os participantes > individualização de ensino e estratégias de aprendizagem os recursos mais ricos para aprendizagem estão nos próprios aprendizes adultos > a ênfase da educação de adultos está nas técnicas experienciais “ Eu sou a minha experiência. Negá-la é me rejeitar "
  • 65. Ciclo de Kolb Vamos rever esse conceito mais tarde...
  • 66.  
  • 67. Prontidão para aprender Os adultos ficam prontos para aprender as coisas das quais precisam saber e para as quais precisam se tornar capazes de realizar a fim de enfrentar as situações da vida real . Uma fonte particularmente rica de “prontidão para aprender” são as tarefas de desenvolvimento associadas com a passagem de um estágio de desenvolvimento para o próximo .
  • 68.  
  • 69. Orientação para a aprendizagem Em comparação com a orientação para aprendizagem de crianças e jovens, baseada em disciplinas, os adultos são centrados na vida (ou centrados na tarefa ou problema). eles assimilam novos conhecimentos , percepções, habilidades, valores e atitudes de maneira mais eficaz quando estes são apresentados dentro de contextos de aplicação a situações da vida real .
  • 70.  
  • 71. Motivação Intrínseca Interesse ou Compaixão Extrínseca Promessa ou Ameaça
  • 72. “ Os seres humanos não foram feitos para entender a lógica: foram feitos para entender histórias. ” Roger C. Schank, cientista cognitivo
  • 73. Respeito pelo adulto (maioridade) Adulto é sujeito da educação e não objeto da mesma Pontos fundamentais
  • 74. Não há nada tão pratico como uma boa teoria...
  • 75. De que maneiras os conceitos e princípios da Andragogia podem ser aplicados/ utilizados na minha atuação como consultor? Em grupo apresentam em Flips Charts Pontos de aprendizado
  • 76.
  • 77.
  • 78. Vitalizadores Conceito São jogos, exercícios ou simulações de curta duração Objetivo Atuar como quebra gelo Ambientar os participantes Aquecer ou relaxar Preparar o grupo para ação As melhores práticas (cada consultor conta o seu vitalizador preferido)
  • 79. Ferramentas São algumas ferramentas que podem ser utilizadas ao longo do programa durante o processo de aprendizagem.
  • 80.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.  
  • 86.
  • 87. LABSSJ Plano de Aula - (Tema_________________________________________ - ___ horas) Objetivo do aprendizado   Dia 1     HORÁRIO TEMPO CONTEÚDO ATIVIDADE Folhas de apoio                                 00:15 Coffee Break                           01:00 Almoço                           00:15 Coffee-break                                  
  • 88.
  • 89.
  • 90. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 91. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 95.
  • 96.
  • 97. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 98.
  • 99.
  • 100. Dinâmicas e Jogos Ciclo de Aprendizagem Vivencial Modelo de KOLB VIVÊNCIA (atividade – “fazer”) RELATO (compartilhar reações e observações) PROCESSAMENTO (discussão dos padrões e dinâmicas) GENERALIZAÇÕES (interferência de princípios sobre o Mundo Real) APLICAÇÃO (planejamento de comportamento mais eficaz)
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104. Generalizações Comparar vivência e realidade (pessoal / profissional) Momento de interferência dos princípios trabalhados na etapa de processamento com o mundo real. CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
  • 105. Aplicação O estágio de aplicação é o propósito para o qual todo o processo é planejado. É o momento em que os participantes planejam comportamentos mais eficazes com base na fase de generalização. CAV – Ciclo de aprendizagem Vivencial Dinâmicas e Jogos
  • 106. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 107.
  • 108.
  • 109.
  • 110.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 115.
  • 116.
  • 117. Vídeos Com base nesse vídeo que vamos assistir responda: O que tem em comum esse vídeo com a minha atuação em sala? O que não tem em comum esse vídeo com a minha atuação em sala?
  • 119. Vídeos Primeiro individual... depois nos grupos das mesas O que tem em comum esse vídeo com a minha atuação em sala? O que não tem em comum esse vídeo com a minha atuação em sala?
  • 120. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 121. Estudo de Caso O objetivo do método do Caso é treinar os participantes na Tomada de Decisão O instrutor tem que trazê-los da análise para a tomada de decisão e daqui para o plano de ação Se não se chegou a decisão nenhuma, o instrutor pode deixar o caso em aberto ou votar Provocar a Decisão e a Implementação
  • 122.
  • 123.
  • 124.
  • 125.
  • 126. A- Pré-aula na sala de aula B- Pré-caso ou aquecimento 1- avisos 2- discussão da leitura 3- Introdução ao Caso C- Discussão do Caso 1- começo 2- problema e análise 3 -alternativas, critérios de decisão e decisão 4- ação e implementação D- Conclusão As Fases Cronológicas na Discussão do Caso
  • 127.
  • 128. Não existe a maneira certa. O papel do professor é secundário o que importa é : Os alunos estão se concentrando no problema ? Estão resolvendo a questão principal ? Conclusão
  • 129. Técnicas rápidas Dinâmicas e Jogos Role Play Vídeos Estudo de caso Debriefing
  • 131.
  • 132.
  • 134.
  • 135. Como você influencia alguém que você não tem autoridade?
  • 136. Pressão Social Escassez inclusão Autoridade Consistência controle Reciprocidade Afinidade afeto Princípios da Influência
  • 137.
  • 138.
  • 139.
  • 140.
  • 141.
  • 142.
  • 143. Em que consiste o ensino exemplar ? Conhecimento é ensinado ou aprendido? Fontes de influência na aprendizagem O Modelo Bidimensional Dimensão I – Estimulo Intelectual Dimensão II – Relacionamento Interpessoal Matriz dos estilos de professores Dominando as técnicas de ensino Joseph Lowman
  • 144.
  • 145.
  • 146. Descrever melhores professores.... (palavras + usadas) Pesquisa Em que consiste o ensino exemplar?
  • 147. Entusiástico Interessante Culto Motivador Acessível Inspirador Estimulante Interessado Eficiente Engraçado Divertido Atencioso Excelente Claro Organizado Disponível Amigável Respeitoso Justo Preparado Prestativo Encorajador Desafiador Dedicado Ótimo Exigente Paciente Comprometido Comunicativo Criativo Descrever dois ou três melhores professores.... (palavras + usadas) Em que consiste o ensino exemplar?
  • 148. O Modelo bidimensional Dimensão I – Estimulo Intelectual Clareza na Apresentação (O quê ?) Impacto Emocional ( Como?) Dimensão II – Relacionamento Interpessoal Interesse Interpessoal Motivação Efetiva Em que consiste o ensino exemplar?
  • 149. Estímulo intelectual Diálogo Interpessoal Modelo bidimensional Dimensão II Dimensão I Baixo frio, distante, altamente controlador imprevisível Moderado relativamente caloroso, acessível e democrático, previsível Alto caloroso, aberto, previsível e altamente centrado no estudante Alto Extremamente claro e estimulante Célula 6 Autoridade Intelectual Célula 8 Palestrantes exemplares Célula 9 Totalmente exemplares Moderado Razoavelmente claro e interessante Célula 3 Adequados Célula 5 Competente Célula 7 Facilitadores exemplares Baixo Vago e monótono Célula 1 Inadequados Célula 2 Marginais Célula 4 Socráticos
  • 150. Algumas situações de " sala de aula" serão expostas e os consultores devem expressar o que fariam/ quais ações/ qual decisão.... E se...
  • 151.
  • 152.
  • 153.
  • 154.
  • 155.
  • 156.
  • 157. “ Doze problemas mais comuns de Instrutores Iniciantes na Aplicação de Treinamento” Ref.: Aprendizagem de Resultados A Pesquisa – parte I
  • 158.
  • 159.
  • 160.
  • 161. A Pesquisa – parte II “ Soluções dos Experts para os Doze Problemas Mais Comuns de Instrutores Iniciantes na Aplicação de Treinamento” Ref.: Aprendizagem de Resultados
  • 162.
  • 163.
  • 164.
  • 165.
  • 166.
  • 167.
  • 168.
  • 169.
  • 170.
  • 171.
  • 172.
  • 173.
  • 174.
  • 175.
  • 176. 1 - Com base no artigo Escutatória (Rubem Alves) cada consultor deverá construir um texto com 50 palavras que tenha como título “ A minha atuação como consultor em sala de aula“ Palavras mais fortes/repetidas nos diferentes textos apresentados nas mesas/ no grupo Texto Escutatória
  • 177. 2 - Os consultores devem formar trios e preparar para a próximo encontro uma atividade/ dinâmica/aula de até 20 minutos para ser conduzida para os demais consultores... Vamos dividir a turma em duas salas.... Texto Escutatória
  • 178. O que eu aprendi ao assistir a outro consultor em ação.... Começar a fazer Continuar a fazer Cessar de fazer DikaDukas...
  • 179.