Biosfera
Organização da Biosfera
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FACTORES ABIÓTICOS
FACTORES ABIÓTICOS  São factores físico-químicos do meio que influenciam distribuição e a quantidade de organismos num ecossistema CLIMÁTICOS  EDÁFICOS TEMPERATURA LUZ PLUVIOSIDADE HUMIDADE etc SOLO ÁGUA
FACTORES ABIÓTICOS
FACTORES ABIÓTICOS  FACTOR LIMITANTE  Quando os  valores  (altos ou baixos) de um determinado factor  impedem o desenvolvimento  de um organismo ou grupo de organismos.
LUZ  O  FOTOPERÍODO  é o número de horas de luz de uma dia.
A  floração  das plantas é influenciada pela intensidade luminosa. Ex : Os crisântemos florescem no Inverno (dias mais curtos e noites mais longas). Factores abióticos - LUZ
 
O  fototropismo  é o movimento que as plantas efectuam em direcção a uma fonte de luz. Ex: O girassol movimenta-se em direcção ao Sol. FOTOTROPISMO
Factores abióticos - LUZ  INFLUÊNCIA DO FOTOPERÍODO NO COMPORTAMENTO ANIMAL Migração e hibernação Ciclos reprodutivos Fototaxia – direcção do movimento dos animais Produção de melanina (pigmento da epiderme que escurece a pele) Actividade diária
MIGRAÇÃO E HIBERNAÇÃO É a mudança no fotoperíodo que indica aos animais a altura de começarem a acumular reservas alimentares para viajarem ou hibernarem. Factores abióticos - LUZ
Factores abióticos - LUZ  CICLOS REPRODUTIVOS As épocas de acasalamento ou de nascimento das crias são sazonais. Ex: As trutas desovam em Novembro, altura do ano em que os dias são curtos e as noites são longas.
Factores abióticos - LUZ  FOTOTAXIA  Há animais que se movimentam em direcção de uma fonte luminosa –  fototaxia positiva . Há animais que fogem das fontes de luz –  fototaxia negativa . Animais lucífilos Animais lucífugos
 
Factores abióticos - LUZ  A cor do pêlo da raposa polar muda com a época do ano, permitindo uma melhor  camuflagem . PRODUÇÃO DE MELANINA
 
Factores abióticos - LUZ  ACTIVIDADE DIÁRIA  Animais que permanecem sempre activos. Animais que são activos durante o crepúsculo. Animais que são activos durante a noite. DIURNOS CREPUSCULARES NOCTURNOS
TEMPERATURA
POIQUILOTÉRMICOS – animais de temperatura VARIÁVEL Factores abióticos - TEMPERATURA
HOMEOTÉRMICOS – animais de temperatura CONSTANTE Factores abióticos - TEMPERATURA
Classificação dos animais de acordo com a variação da temperatura corporal Factores abióticos - TEMPERATURA  POIQUILOTÉRMICOS  ou  ECTOTÉRMICOS – animais de temperatura variável HOMEOTÉRMICOS ou ENDOTÉRMICOS  – animais de temperatura constante  A variação da temperatura ambiental provoca a variação da temperatura interna.  Mesmo quando a temperatura ambiental varia, estes animais mantêm a sua temperatura interna
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações morfológicas dos animais à temperatura Aumento do revestimento de pêlos ou penas. Aumento da camada de gordura. Redução da superfície corporal, apresentando orelhas e focinhos curtos. CLIMAS FRIOS CLIMAS QUENTES Redução da pelagem. Aumento da superfície corporal, apresentando orelhas e focinhos grandes. Suar e arfar é outra forma de perder calor.
Factores abióticos - TEMPERATURA  A TEMPERATURA ÓPTIMA É possível definir para cada espécie um  intervalo de tolerância à temperatura , dentro do qual o ser vivo pode sobreviver. Actividade do organismo Temperatura (ºC)
Factores abióticos - TEMPERATURA  Classificação dos seres vivos de acordo com a  tolerância à variação da temperatura ESTENOTÉRMICOS  – seres vivos que não aguentam grandes variações térmicas. EURITÉRMICOS  – seres vivos que toleram grandes variações térmicas.
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações morfológicas das plantas à temperatura As árvores de folha persistente têm forma cónica, para que a neve possa escorregar sem partir os ramos.  Nas árvores de folha caduca, as folhas caem nas estações frias. Algumas plantas ficam reduzidas aos órgãos subterrâneos – rizomas, bolbos e tubérculos – ou sementes. CLIMAS FRIOS CLIMAS QUENTES As altas temperaturas e baixa pluviosidade não permitem a existência de uma grande diversidade de vida. Os cactos são plantas adaptadas às regiões secas: o caule é muito desenvolvido, acumulando água e as folhas estão reduzidas a espinhos para evitar a perda de água por transpiração.
Factores abióticos - TEMPERATURA  Adaptações comportamentais dos seres vivos à temperatura HIBERNAÇÃO ESTIVAÇÃO Estado de dormência em que o animal reduz ao mínimo a sua actividade, durante a  estação fria . Estado de dormência em que o animal reduz ao mínimo a sua actividade em  períodos quentes e secos . MIGRAÇÃO Movimento sazonal  regular dos animais de um local para outro.
ÁGUA
A água atinge diferentes ambientes através: Pluviosidade Humidade atmosférica Retenção da água no solo
PLUVIOSIDADE É a quantidade de chuva que cai numa determinada região, num determinado período de tempo.
Os diferentes biomas apresentam índices de pluviosidade diferentes FLORESTA TROPICAL FLORESTA CADUCIFÓLIA Os índices de pluviosidade são elevados e permitem a existência de uma elevada biodiversidade Os índices de pluviosidade são regulares durante todo o ano, existindo uma biodiversidade apreciável.
Os diferentes biomas apresentam índices de pluviosidade diferentes SAVANA DESERTO A quantidade de chuva varia muito ao longo do ano. Nos meses de maior índice de pluviosidade, há maior quantidade de seres vivos.  A quantidade de chuva é escassa, condicionando a diversidade e quantidade de seres vivos.
HUMIDADE É  a quantidade de água que existe na atmosfera ou no solo.
Classificação dos seres vivos de acordo com as necessidades em água Organismos  hidrófilos Organismos  higrófilos Organismos  mesófilos Organismos  xerófilos Vivem permanentemente na água. Necessitam de estar próximo da água ou em locais húmidos. Necessitam de quantidade moderadas de água. Apresentam uma certa independência em relação à água, mas devem consumi-la regularmente. Vivem em meios muito secos, estando bem adaptados à escassez de água.
Classificação dos seres vivos de acordo com os  limites de tolerância relativamente às variações na disponibilidade de água ESTENO-HÍDRICOS  – seres vivos que apresentam um intervalo de tolerância estreito . EURI-HÍDRICOS  – seres vivos que apresentam um intervalo de tolerância grande.
ÁGUA  PLANTAS ANIMAIS Absorvem  água pelas  raízes . Bebem  água. Perdem  água por  transpiração  e  excreção . Perdem água  pelas  folhas  através da  transpiração .
Adaptações morfológicas das plantas terrestres às condições humidade CLIMAS HÚMIDOS CLIMAS SECOS Raízes profundas Caules lenhosos Folhas grandes Cutícula* fina Raízes superficiais e longas Caules carnudos Folhas reduzidas a espinhos Cutícula* espessa Cutícula* – é uma substância que protege as folhas para evitar a perda de água.
Adaptações morfológicas dos animais às condições humidade ANIMAIS DO DESERTO Reduzem as perdas de água por diminuição da produção de urina e  transpiração Camelos – armazenam água, sob a forma de gordura, nas bossas
SUBSTRATO As  características do substrato  (água e solo) influenciam a sobrevivência dos seres vivos. Exemplos salinidade (concentração de sais na água) disponibilidade de nutrientes luminosidade em profundidade estrutura e tamanho das partículas do solo etc…
Influência da salinidade num ambiente aquático Os peixes de água doce e de água salgada possuem  adaptações distintas face à concentração de sais na água . Dificilmente um peixe de água doce sobrevive num ambiente marinho e vice versa.
Influência da luminosidade num ambiente oceânico A  intensidade luminosa   é mais  elevada  A  intensidade luminosa  é  média A  intensidade luminosa   é  nula
Influência da luminosidade num ambiente oceânico Vivem no fundo do Oceano, onde a temperatura é de 2 graus, a luz do sol não chega e a pressão da água é muito grande, isso a 4.000 metros de profundidade. Possuem hastes luminosas (bioluminescência) sobre a região da cabeça, para tentar capturar seu alimento.
Influência da luminosidade num ambiente oceânico As algas habitam em zonas pouco profundas, onde a intensidade luminosa é mais elevada.
Constituição do solo Matéria mineral  – partículas de rochas. Matéria orgânica  – é originada pela actividade dos seres vivos que habitam no solo ou que dele dependem.  Húmus  – matéria orgânica em decomposição.
INFLUÊNCIA DO SOLO NOS SERES VIVOS PLANTAS A sobrevivência das plantas relaciona-se com a composição química dos solos. Exemplo: O castanheiro desenvolve-se facilmente em solos ricos em sílica e a faia em solos ricos em carbonato de cálcio. ANIMAIS A consistência e estrutura de um solo são determinantes para a locomoção e respectivas adaptações dos órgãos locomotores. Exemplo: Animais que se deslocam em solos pantanosos têm patas com a superfície de contacto com o solo alargadas.

Biosfera e factores abióticos

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    FACTORES ABIÓTICOS São factores físico-químicos do meio que influenciam distribuição e a quantidade de organismos num ecossistema CLIMÁTICOS EDÁFICOS TEMPERATURA LUZ PLUVIOSIDADE HUMIDADE etc SOLO ÁGUA
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    FACTORES ABIÓTICOS FACTOR LIMITANTE Quando os valores (altos ou baixos) de um determinado factor impedem o desenvolvimento de um organismo ou grupo de organismos.
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    LUZ O FOTOPERÍODO é o número de horas de luz de uma dia.
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    A floração das plantas é influenciada pela intensidade luminosa. Ex : Os crisântemos florescem no Inverno (dias mais curtos e noites mais longas). Factores abióticos - LUZ
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    O fototropismo é o movimento que as plantas efectuam em direcção a uma fonte de luz. Ex: O girassol movimenta-se em direcção ao Sol. FOTOTROPISMO
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    Factores abióticos -LUZ INFLUÊNCIA DO FOTOPERÍODO NO COMPORTAMENTO ANIMAL Migração e hibernação Ciclos reprodutivos Fototaxia – direcção do movimento dos animais Produção de melanina (pigmento da epiderme que escurece a pele) Actividade diária
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    MIGRAÇÃO E HIBERNAÇÃOÉ a mudança no fotoperíodo que indica aos animais a altura de começarem a acumular reservas alimentares para viajarem ou hibernarem. Factores abióticos - LUZ
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    Factores abióticos -LUZ CICLOS REPRODUTIVOS As épocas de acasalamento ou de nascimento das crias são sazonais. Ex: As trutas desovam em Novembro, altura do ano em que os dias são curtos e as noites são longas.
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    Factores abióticos -LUZ FOTOTAXIA Há animais que se movimentam em direcção de uma fonte luminosa – fototaxia positiva . Há animais que fogem das fontes de luz – fototaxia negativa . Animais lucífilos Animais lucífugos
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    Factores abióticos -LUZ A cor do pêlo da raposa polar muda com a época do ano, permitindo uma melhor camuflagem . PRODUÇÃO DE MELANINA
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    Factores abióticos -LUZ ACTIVIDADE DIÁRIA Animais que permanecem sempre activos. Animais que são activos durante o crepúsculo. Animais que são activos durante a noite. DIURNOS CREPUSCULARES NOCTURNOS
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    POIQUILOTÉRMICOS – animaisde temperatura VARIÁVEL Factores abióticos - TEMPERATURA
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    HOMEOTÉRMICOS – animaisde temperatura CONSTANTE Factores abióticos - TEMPERATURA
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    Classificação dos animaisde acordo com a variação da temperatura corporal Factores abióticos - TEMPERATURA POIQUILOTÉRMICOS ou ECTOTÉRMICOS – animais de temperatura variável HOMEOTÉRMICOS ou ENDOTÉRMICOS – animais de temperatura constante A variação da temperatura ambiental provoca a variação da temperatura interna. Mesmo quando a temperatura ambiental varia, estes animais mantêm a sua temperatura interna
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    Factores abióticos -TEMPERATURA Adaptações morfológicas dos animais à temperatura Aumento do revestimento de pêlos ou penas. Aumento da camada de gordura. Redução da superfície corporal, apresentando orelhas e focinhos curtos. CLIMAS FRIOS CLIMAS QUENTES Redução da pelagem. Aumento da superfície corporal, apresentando orelhas e focinhos grandes. Suar e arfar é outra forma de perder calor.
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    Factores abióticos -TEMPERATURA A TEMPERATURA ÓPTIMA É possível definir para cada espécie um intervalo de tolerância à temperatura , dentro do qual o ser vivo pode sobreviver. Actividade do organismo Temperatura (ºC)
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    Factores abióticos -TEMPERATURA Classificação dos seres vivos de acordo com a tolerância à variação da temperatura ESTENOTÉRMICOS – seres vivos que não aguentam grandes variações térmicas. EURITÉRMICOS – seres vivos que toleram grandes variações térmicas.
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    Factores abióticos -TEMPERATURA Adaptações morfológicas das plantas à temperatura As árvores de folha persistente têm forma cónica, para que a neve possa escorregar sem partir os ramos. Nas árvores de folha caduca, as folhas caem nas estações frias. Algumas plantas ficam reduzidas aos órgãos subterrâneos – rizomas, bolbos e tubérculos – ou sementes. CLIMAS FRIOS CLIMAS QUENTES As altas temperaturas e baixa pluviosidade não permitem a existência de uma grande diversidade de vida. Os cactos são plantas adaptadas às regiões secas: o caule é muito desenvolvido, acumulando água e as folhas estão reduzidas a espinhos para evitar a perda de água por transpiração.
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    Factores abióticos -TEMPERATURA Adaptações comportamentais dos seres vivos à temperatura HIBERNAÇÃO ESTIVAÇÃO Estado de dormência em que o animal reduz ao mínimo a sua actividade, durante a estação fria . Estado de dormência em que o animal reduz ao mínimo a sua actividade em períodos quentes e secos . MIGRAÇÃO Movimento sazonal regular dos animais de um local para outro.
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    PLUVIOSIDADE É aquantidade de chuva que cai numa determinada região, num determinado período de tempo.
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    Os diferentes biomasapresentam índices de pluviosidade diferentes FLORESTA TROPICAL FLORESTA CADUCIFÓLIA Os índices de pluviosidade são elevados e permitem a existência de uma elevada biodiversidade Os índices de pluviosidade são regulares durante todo o ano, existindo uma biodiversidade apreciável.
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    Os diferentes biomasapresentam índices de pluviosidade diferentes SAVANA DESERTO A quantidade de chuva varia muito ao longo do ano. Nos meses de maior índice de pluviosidade, há maior quantidade de seres vivos. A quantidade de chuva é escassa, condicionando a diversidade e quantidade de seres vivos.
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    HUMIDADE É a quantidade de água que existe na atmosfera ou no solo.
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    Classificação dos seresvivos de acordo com as necessidades em água Organismos hidrófilos Organismos higrófilos Organismos mesófilos Organismos xerófilos Vivem permanentemente na água. Necessitam de estar próximo da água ou em locais húmidos. Necessitam de quantidade moderadas de água. Apresentam uma certa independência em relação à água, mas devem consumi-la regularmente. Vivem em meios muito secos, estando bem adaptados à escassez de água.
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    Classificação dos seresvivos de acordo com os limites de tolerância relativamente às variações na disponibilidade de água ESTENO-HÍDRICOS – seres vivos que apresentam um intervalo de tolerância estreito . EURI-HÍDRICOS – seres vivos que apresentam um intervalo de tolerância grande.
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    ÁGUA PLANTASANIMAIS Absorvem água pelas raízes . Bebem água. Perdem água por transpiração e excreção . Perdem água pelas folhas através da transpiração .
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    Adaptações morfológicas dasplantas terrestres às condições humidade CLIMAS HÚMIDOS CLIMAS SECOS Raízes profundas Caules lenhosos Folhas grandes Cutícula* fina Raízes superficiais e longas Caules carnudos Folhas reduzidas a espinhos Cutícula* espessa Cutícula* – é uma substância que protege as folhas para evitar a perda de água.
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    Adaptações morfológicas dosanimais às condições humidade ANIMAIS DO DESERTO Reduzem as perdas de água por diminuição da produção de urina e transpiração Camelos – armazenam água, sob a forma de gordura, nas bossas
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    SUBSTRATO As características do substrato (água e solo) influenciam a sobrevivência dos seres vivos. Exemplos salinidade (concentração de sais na água) disponibilidade de nutrientes luminosidade em profundidade estrutura e tamanho das partículas do solo etc…
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    Influência da salinidadenum ambiente aquático Os peixes de água doce e de água salgada possuem adaptações distintas face à concentração de sais na água . Dificilmente um peixe de água doce sobrevive num ambiente marinho e vice versa.
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    Influência da luminosidadenum ambiente oceânico A intensidade luminosa é mais elevada A intensidade luminosa é média A intensidade luminosa é nula
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    Influência da luminosidadenum ambiente oceânico Vivem no fundo do Oceano, onde a temperatura é de 2 graus, a luz do sol não chega e a pressão da água é muito grande, isso a 4.000 metros de profundidade. Possuem hastes luminosas (bioluminescência) sobre a região da cabeça, para tentar capturar seu alimento.
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    Influência da luminosidadenum ambiente oceânico As algas habitam em zonas pouco profundas, onde a intensidade luminosa é mais elevada.
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    Constituição do soloMatéria mineral – partículas de rochas. Matéria orgânica – é originada pela actividade dos seres vivos que habitam no solo ou que dele dependem. Húmus – matéria orgânica em decomposição.
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    INFLUÊNCIA DO SOLONOS SERES VIVOS PLANTAS A sobrevivência das plantas relaciona-se com a composição química dos solos. Exemplo: O castanheiro desenvolve-se facilmente em solos ricos em sílica e a faia em solos ricos em carbonato de cálcio. ANIMAIS A consistência e estrutura de um solo são determinantes para a locomoção e respectivas adaptações dos órgãos locomotores. Exemplo: Animais que se deslocam em solos pantanosos têm patas com a superfície de contacto com o solo alargadas.