SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 103
Factores Abióticos
Factores Abióticos   ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Factores Abióticos  –   componentes do meio ambiente  e que fazem parte dos ecossistemas Influenciam a distribuição e a quantidade de seres vivos. É possível ver no mesmo meio natural um urso polar e um camelo?  Porquê? Devido às condições do meio.
Qual seria o factor abiótico principal que impediria a sobrevivência do Urso Polar no Deserto?  Temperatura
Cada  factor abiótico   pode  favorecer  ou  dificultar  o desenvolvimento de um organismo, de uma população ou de uma comunidade.  Factores Abióticos ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Quando os valores (altos ou baixos) de um determinado factor impedem o desenvolvimento de uma espécie, este passa a ser o  factor limitante .
Temperatura
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Influência
Temperatura Induz diversos comportamentos Condiciona a distribuição dos seres vivos Conduz ao desenvolvimento de adaptações morfológicas
Temperatura e actividade dos seres vivos ,[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object]
Temperatura e actividade dos seres vivos ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],euritérmica estenotérmica Temperatura
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],euritérmica estenotérmica Temperatura
Espécies euritérmicas Resistem a grandes variações de temperatura (Exemplo: espécie A) Espécies estenotérmicas Possuem intervalos de tolerância reduzidos (exemplos: espécie B)
Qual a influência da temperatura nos animais? ,[object Object],[object Object],Poiquilotérmicos
Animais com capacidade para regular a temperatura interna, independentemente da temperatura ambiente.  Ex:  Aves e mamíferos . Homeotérmicos :
Temperatura e as características morfológicas dos seres vivos
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Animais
Adaptações Morfológicas Exemplos: Pinguim e Urso Polar -  Camada de gordura - Camada de pêlo ou penas densa - Pinguim mantém-se em grupo e trocam de posição para manterem o calor
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Camelo  - Armazena grandes quantidades de gordura de onde vai retirando a água. - Perde pouca água pelo corpo – urina muito concentrada - Possui cascos almofadados para evitar a transferência de calor - Pêlo curto e amarelado que reflecte a luz solar
Répteis - Pele impermeável para proteger contra a desidratação
O  feneco,  conhecido por raposa do deserto, vive no deserto onde a temperatura é muito elevada. Esta raposa tem pequenas dimensões mas as suas orelhas são enormes relativamente ao corpo! Através delas, a raposa do deserto liberta calor para o meio. Sobrevive muito tempo sem beber água, obtendo-a a partir dos alimentos, e durante o dia permanece no interior das tocas de areia. É um animal nocturno que vive em grupos de 10 a 15 indivíduos, com um macho dominante. O tamanho das orelhas é uma adaptação deste animal ao calor do deserto.
Estratégias Comportamentais - Animais Hibernação Quando a  temperatura ambiente baixa  para determinados valores, alguns animais  hibernam . Em que consiste?  …
Durante o Verão e Outono, o animal alimenta-se muito, acumula gordura e, depois, quando a temperatura ambiental baixa, o  animal protege-se numa toca e reduz ao mínimo a sua actividade metabólica, ritmo cardíaco e respiração . Ex:  Esquilo /rato arganaz/ Ursos
Estivação Devido a altas temperaturas, alguns animais reduzem a sua actividade ao mínimo. Ex: Caracóis
[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object]
[object Object]
Adaptações morfológicas Alterações de aspecto / comportamento Animais Temperaturas baixas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Migração : As aves, como por exemplo os flamingos, deslocam-se para regiões mais quentes, para fugir ao Inverno. Hibernação . Alguns animais, como as marmotas, reduzem ao mínimo a sua actividade vital para suportar o Inverno. Temperaturas altas ,[object Object],[object Object],[object Object],Estivação : Alguns animais, como por exemplo os caracóis, reduzem a sua actividade no período quente e seco do Verão
Plantas As diferentes temperaturas provocam adaptações. As plantas adaptam a sua própria morfologia às elevadas ou às baixas temperaturas. Existem : Plantas anuais Plantas bienais Plantas vivazes ou perenes
Ao longo do ano, certas plantas sofrem alterações no seu aspecto, o que lhes permite enfrentar melhor a estação mais desfavorável. Estação favorável Estação desfavorável
Exemplifica alterações, no aspecto, que algumas plantas apresentam durante a estação desfavorável. Enquanto algumas árvores perdem as folhas, algumas plantas ficam reduzidas à raiz ou caule e outras sobrevivem sob a forma de sementes. Dá um exemplo de uma árvore que perca as folhas durante a época desfavorável. Carvalho,  freixo
Estratégias Comportamentais - Plantas Dormência das Plantas Muitas plantas, no Inverno, não resistem ao frio. A parte aérea desaparece e ficam reduzidos a órgãos subterrâneos (rizomas, tubérculos ou bolbos) ou a sementes, mantendo-se assim até que a temperatura aumente.
Plantas anuais  – não suportam o frio deixando as sementes para germinar no ano seguinte. Ex: feijoeiro
Sementes  Sementes  Bolbos  Tuberculos
Plantas bienais  – perdem a sua parte aérea mas mantêm a parte subterrânea Ex: lírio
Plantas vivazes ou perenes  – mantêm a sua estrutura todo o ano, apesar de algumas serem de folha caduca
Plantas de folha persistente As árvores e arbustos apresentam forma cónica para que a neve possa escorregar. Árvores com copa em  , folhas pequenas cobertas por cutícula
Plantas de folha caduca As folhas caem na estação fria, ficando num estado latente (repouso) durante o Inverno e começam a desabrochar quando aumenta a temperatura. Árvores que deixam cair as folhas e ficam em estado latente
Cactos As folhas são reduzidas a espinhos para evitar a evaporação. Possuem células que acumulam água, funcionando como um reservatório.
Adaptações morfológicas Alterações de aspecto / comportamento Plantas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Luz
A  luz  e a  temperatura  variam conjuntamente, uma vez que ambos os factores são resultantes da radiação solar nos ecossistemas naturais. A luz pode afectar os ciclos de vida e comportamento dos seres vivos Fotoperíodo Número de horas de luz durante um dia
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
A Luz e o Comportamento dos Seres Vivos ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],De que forma é que o comportamento ou as características dos animais podem depender da acção da luz?...
Influência da luz na actividade dos animais Observam-se, durante dois dias, as variações na intensidade da actividade diária de dois animais que vivem na Serra da Malcata – rato do campo (A) e águia real (B). De seguida, traçou-se o gráfico que traduz as observações feitas.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Próximo das 12 horas de cada dia Durante o período nocturno A águia real é um animal diurno e o rato do campo é um animal nocturno
-  Lucífilos -  Atraídos pela luz –  fototáxia positiva Ex: Borboleta  -  Lucífugos-  Não suportam a luminosidade –  fototáxia negativa Ex: Bichos da conta ,  minhoca Há ainda:
A luz tem igualmente uma grande influência na distribuição dos seres aquáticos. A luz influencia a distribuição em profundidade dos seres marinhos
[object Object]
Animais Um grupo de cientistas pretendia investigar se o número de horas de luz diárias a que um grupo de lebres estaria sujeito seria ou não determinante para a alteração da cor da sua pelagem, já que na Natureza, durante o Inverno, estes animais apresentam uma pelagem branca e durante o Verão castanha. Para tal, capturaram algumas lebres durante o Inverno, em Dezembro (fig.A), e outras durante o Verão seguinte, em Junho (fig.B).
A B Lebres capturadas durante o Inverno, em Dezembro Lebres capturadas durante o Verão, em Junho
[object Object]
[object Object]
1. Com base na observação e análise da experiência descrita indica: 1.1. qual a duração do período de iluminação diária a que os animais do grupo I e II foram sujeitos, respectivamente. Os  animais do grupo I foram sujeitos a 6 horas de luz diária e os do grupo II a 18 horas de luz diárias.
1.2. qual a duração do período de iluminação diária a que os animais do grupo III e IV foram sujeitos, respectivamente. Os  animais do grupo III foram sujeitos a 6 horas de luz diária e os do grupo IV a 18 horas de luz diárias.
2. Explica o que aconteceu aos animais do grupo II. Nos animais do grupo II, a cor da pelagem mudou de branca para castanha, adquirindo as lebres a cor que apresentam na Natureza quando se encontram sujeitas a este período de iluminação. 3. Explica o que aconteceu aos animais do grupo III. Nos animais do grupo III, a cor da pelagem mudou de castanha para branca, adquirindo as lebres a cor que apresentam na Natureza quando se encontram sujeitas a este período de iluminação.
4. Refere o que concluis da análise dos resultados da experiência descrita Pode concluir-se que a duração do período de iluminação diária a que as lebres se encontram sujeitas, tem influência em algumas das suas características morfológicas, como a cor da pelagem.
Lebre do Árctico ( no Verão tem uma pelagem castanha e no Inverno tem uma pelagem branca para se poder esconder entre a neve).  
Sabias que no caso da raposa do Árctico ela muda de cor consoante as estações do ano? No Inverno a sua pelagem é branca e quando não há neve fica castanha, para se confundir com o ambiente.
Reprodução Existem animais que se reproduzem na Primavera (aumento do fotoperíodo) e outros no Outono (diminuição do fotoperíodo) ,[object Object],[object Object],[object Object]
Migrações As andorinhas (Apus apus) migram da Europa para África, no fim do Verão, e de África para a Europa no fim do Inverno.  Este comportamento é desencadeado pela diminuição do fotoperíodo, e permite evitar condições desfavoráveis
Luz ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Distribuição Alguns animais vivem em locais de boa luminosidade, outros preferem locais de fraca luminosidade Reprodução A época de reprodução de certos animais é condicionada pelo fotoperíodo Migrações O fotoperíodo é um dos factores que condiciona a deslocação de inúmeras espécies de aves Mudança de plumagem O fotoperíodo influencia a mudança de cor do pêlo de vários animais
[object Object],[object Object],Plantas
A captação da luz determina no ecossistema uma distribuição das plantas por estratos, pois não têm a mesma necessidade de luz. Espécies que necessitam de grande exposição de luz, como a maioria das árvores, tendem a situar-se nos estratos superiores das florestas ou em terrenos abertos.
Quando a luz disponível no meio ambiente não é suficiente, as plantas tendem a ficar amareladas e apesar dos seus órgãos aéreos ser muito acentuado estes são pouco robustos. Pelo contrário, quando as plantas se encontram expostas naturalmente à luz, os seus órgãos aéreos crescem menos, mas de uma forma mais robusta e mantêm a cor verde.
Em ambientes de fraca intensidade luminosa o crescimento dos órgãos aéreos de muitas plantas é mais evidente, ficando contudo amareladas e aspecto frágil. Estioladas Aumentando luminosa o crescimento é menor, mas as plantas ficam verdes e robustas.
Plantas heliófilas  (plantas de sol) – encontram-se em locais bem iluminados. Ex. Girassol As plantas terrestres não necessitam de igual quantidade de luz para se desenvolverem
As espécies que necessitam de pouca luz, como os fetos e os musgos, encontram-se nos estratos inferiores ou nas fendas das rochas. Plantas  Umbrófilas   (plantas de sombra) – encontram-se em locais sombrios. Ex: avencas e fetos
Adaptações das plantas à luz Desenvolvimento de folhas largas para aumentar a superfície de absorção de luz. Algumas plantas efectuam movimentos de orientação em direcção à luz Fototropismo Positivo –  movimento em direcção à luz Negativo –  movimento em direcção contrária à fonte de luz
Positivo –  movimento em direcção à luz Negativo –  movimento em direcção contrária à fonte de luz
As variações de intensidade luminosa constituem um factor que tem influência na floração das plantas Flores da corriola abrem durante o dia e fecham à noite.
Plantas que florescem quando o período de luz é menor que o período nocturno. Plantas de dia curto Plantas que florescem quando o fotoperíodo é curto (inferior a 8 horas).
Plantas de dia curto
Plantas de dia longo Plantas que florescem quando o período de luz é maior que o período nocturno. Plantas que florescem quando o fotoperíodo é longo (superior a 12 horas). Cevada Papoila
Plantas de dia longo
Plantas indiferentes Plantas que florescem independentemente do fotoperíodo ser longo ou curto.
[object Object],[object Object],[object Object]
Luz ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Germinação das sementes A quantidade de luz necessária à germinação das sementes varia de espécie para espécie Movimentos Plantas como o girassol movimentam-se ao longo do dia, na direcção do Sol. Quando a quantidade de luz é escassa, algumas plantas inclinam-se na direcção da luz -  fototropismo ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Humidade
O que se compreende como humidade? É a quantidade de água que existe na atmosfera ou no solo.  Floresta tropical  – elevados índices de precipitação, distribuídas de um modo regular ao longo dos anos.  Grande diversidade e quantidade de seres vivos
Deserto  – baixos valores de precipitação.  Escassez de seres vivos , contudo, muito bem adaptados às condições ambientais.
Influência da água nas adaptações morfológicas dos seres vivos Características da folha  Humidade do meio Folha de nenúfar   finas e longas  elevada – Meio aquático
Características da folha  Humidade do meio Folha do cacto  reduzidas a espinhos  muito baixa – Meio seco ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Adaptações das plantas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Forma das folhas As folhas são reduzidas a espinhos, como forma de reduzir as perdas de água por transpiração Revestimento Como forma de reduzir a perda de água por transpiração, encontram-se cobertas por película impermeável Caule Como forma de armazenar água, os caules são carnudos
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Animais
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Adaptações dos animais Excreções Produção de urina muito concentrada, por vezes, quase sólida Revestimento O revestimento impermeável do corpo impede a saída de água ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 Hidrófilos  –  vivem em habitats aquáticos  Ex: Peixes e nenúfar  Higrófilos  –  vivem em habitats muito húmidos Ex: rã e arroz
   Mesófilos  –  vivem em habitats com quantidades moderadas de água  Ex: Cão e pinheiro    Xerófilos  –  vivem em habitats secos  Ex: Camelo e cacto
Seres vivos Seres  Hidrófilos Vivem permanentemente na água Seres  Higrófilos Vivem em locais húmidos Seres  Mesófilos Vivem em locais medianamente húmidos Seres  Xerófilos Vivem em locais secos
Salinidade
Salinidade  - quantidade de sal presente na água.    Peixes de água doce – baixa salinidade      Peixes de água salgada – elevada salinidade      Peixes da zona intertidal -  salinidade variável As enguias e o salmão conseguem viver em água doce e salgada, adaptando-se ao meio ambiente.
Solo
Camada mais superficial da crosta constituída por zonas sobrepostas, que apresentam características favoráveis ao desenvolvimento de animais e de outros seres vivos. ,[object Object],[object Object],Forma-se
Composição química, estrutura e coesão, e a permeabilidade influenciam a distribuição dos seres vivos. Quanto mais poroso é o solo, mais fácil se torna a penetração das raízes e a movimentação de diversos seres vivos que nele habitam. Características do solo
O solo é uma mistura de material rochoso alterado, minerais, matéria orgânica, água e ar. O seres vivos subterrâneos (minhocas, toupeiras) remexem o solo, misturando os constituintes e permite arejar o solo.
Factores que fazem variar o solo : - permeabilidade – deixa passar ou não água; - porosidade – possui muitos ou poucos espaços; - sais minerais; - matéria orgânica
As cores da flor das hortênsias dependem do pH (acidez) dos solos: a flor rosa cresce geralmente em solos ácidos com pH entre 5,0 e 5,5 e a flor azul obtém-se com pH acima dos 6,5.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Factores Abióticos - Solo
Factores Abióticos - SoloFactores Abióticos - Solo
Factores Abióticos - SoloCatir
 
Factores Abióticos - Temperatura
Factores Abióticos - TemperaturaFactores Abióticos - Temperatura
Factores Abióticos - TemperaturaCatir
 
fósseis - 7º ano
fósseis - 7º anofósseis - 7º ano
fósseis - 7º anoolgacacao
 
Relatório dissecação do coração de porco
Relatório dissecação do coração de porcoRelatório dissecação do coração de porco
Relatório dissecação do coração de porcoMaria Freitas
 
Factores abióticos - luz
Factores abióticos - luzFactores abióticos - luz
Factores abióticos - luzCatir
 
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animal
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animalInfluência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animal
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animalMariaJoão Agualuza
 
Relações bióticas
Relações bióticasRelações bióticas
Relações bióticasSérgio Luiz
 
Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicasCatir
 
Plantas 6º Ano
Plantas 6º Ano                                                         Plantas 6º Ano
Plantas 6º Ano Pedro Moniz
 
Forma Dos Animais E Simetria
Forma Dos Animais E SimetriaForma Dos Animais E Simetria
Forma Dos Animais E Simetriafernandesilvia
 
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo teste
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo testeCiências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo teste
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo testeEspaço Crescer Centro de Estudos
 
Os fósseis
Os fósseisOs fósseis
Os fósseisCatir
 
Física e Química 7º Ano - Resumo
Física e Química 7º Ano - ResumoFísica e Química 7º Ano - Resumo
Física e Química 7º Ano - Resumoricardodavidtt
 
8ºano cn teste fatores abióticos
8ºano cn teste fatores abióticos8ºano cn teste fatores abióticos
8ºano cn teste fatores abióticossilvia_lfr
 

Mais procurados (20)

Factores Abióticos - Solo
Factores Abióticos - SoloFactores Abióticos - Solo
Factores Abióticos - Solo
 
Factores Abióticos - Temperatura
Factores Abióticos - TemperaturaFactores Abióticos - Temperatura
Factores Abióticos - Temperatura
 
Relacoes abioticas
Relacoes abioticasRelacoes abioticas
Relacoes abioticas
 
Teste cn 8ºano
Teste cn 8ºanoTeste cn 8ºano
Teste cn 8ºano
 
II - FATORES ABIÓTICOS I
II - FATORES ABIÓTICOS III - FATORES ABIÓTICOS I
II - FATORES ABIÓTICOS I
 
fósseis - 7º ano
fósseis - 7º anofósseis - 7º ano
fósseis - 7º ano
 
Relatório dissecação do coração de porco
Relatório dissecação do coração de porcoRelatório dissecação do coração de porco
Relatório dissecação do coração de porco
 
Factores abióticos - luz
Factores abióticos - luzFactores abióticos - luz
Factores abióticos - luz
 
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animal
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animalInfluência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animal
Influência dos fatores abióticos na morfologia e comportamento animal
 
Relações bióticas
Relações bióticasRelações bióticas
Relações bióticas
 
Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicas
 
Plantas 6º Ano
Plantas 6º Ano                                                         Plantas 6º Ano
Plantas 6º Ano
 
Forma Dos Animais E Simetria
Forma Dos Animais E SimetriaForma Dos Animais E Simetria
Forma Dos Animais E Simetria
 
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo teste
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo testeCiências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo teste
Ciências Naturais 8º Ficha de preparação para o segundo teste
 
Ciências 8º ano - Célula
Ciências 8º ano - CélulaCiências 8º ano - Célula
Ciências 8º ano - Célula
 
Fatores abióticos - solo e vento
Fatores abióticos - solo e ventoFatores abióticos - solo e vento
Fatores abióticos - solo e vento
 
Os fósseis
Os fósseisOs fósseis
Os fósseis
 
Física e Química 7º Ano - Resumo
Física e Química 7º Ano - ResumoFísica e Química 7º Ano - Resumo
Física e Química 7º Ano - Resumo
 
8ºano cn teste fatores abióticos
8ºano cn teste fatores abióticos8ºano cn teste fatores abióticos
8ºano cn teste fatores abióticos
 
Relações bióticas
Relações bióticas  Relações bióticas
Relações bióticas
 

Destaque

Fatores abióticos: solo
Fatores abióticos: solo Fatores abióticos: solo
Fatores abióticos: solo Ana Castro
 
Fatores bióticos e abióticos
Fatores bióticos e abióticosFatores bióticos e abióticos
Fatores bióticos e abióticosmmbbss
 
Fatores abióticos: temperatura
Fatores abióticos: temperaturaFatores abióticos: temperatura
Fatores abióticos: temperaturaAna Castro
 
4 ecossistemas
4 ecossistemas4 ecossistemas
4 ecossistemasCatir
 
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICAI - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICAsandranascimento
 
III - FATORES ABIÓTICOS II
III - FATORES ABIÓTICOS IIIII - FATORES ABIÓTICOS II
III - FATORES ABIÓTICOS IIsandranascimento
 
Ecossistemas - fatores abióticos
Ecossistemas - fatores abióticosEcossistemas - fatores abióticos
Ecossistemas - fatores abióticosmariacarmoteixeira
 

Destaque (8)

Fatores abióticos: solo
Fatores abióticos: solo Fatores abióticos: solo
Fatores abióticos: solo
 
Fatores bióticos e abióticos
Fatores bióticos e abióticosFatores bióticos e abióticos
Fatores bióticos e abióticos
 
Fatores abióticos: temperatura
Fatores abióticos: temperaturaFatores abióticos: temperatura
Fatores abióticos: temperatura
 
II - A TERRA COMO SISTEMA
II - A TERRA COMO SISTEMAII - A TERRA COMO SISTEMA
II - A TERRA COMO SISTEMA
 
4 ecossistemas
4 ecossistemas4 ecossistemas
4 ecossistemas
 
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICAI - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
I - NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA
 
III - FATORES ABIÓTICOS II
III - FATORES ABIÓTICOS IIIII - FATORES ABIÓTICOS II
III - FATORES ABIÓTICOS II
 
Ecossistemas - fatores abióticos
Ecossistemas - fatores abióticosEcossistemas - fatores abióticos
Ecossistemas - fatores abióticos
 

Semelhante a Fatores abióticos

Dinâmica dos Ecossistemas
Dinâmica dos EcossistemasDinâmica dos Ecossistemas
Dinâmica dos EcossistemasGabriela Bruno
 
Factores AbióTicos Temperatura
Factores AbióTicos   TemperaturaFactores AbióTicos   Temperatura
Factores AbióTicos Temperaturacatarina_iph
 
Factores abióticos temperatura
Factores abióticos temperaturaFactores abióticos temperatura
Factores abióticos temperaturapedropereiraeu
 
Factores Abióticos
Factores AbióticosFactores Abióticos
Factores Abióticoserbserbs
 
1193146093 temperatura
1193146093 temperatura1193146093 temperatura
1193146093 temperaturaPelo Siro
 
8ºano cn ficha factores-abioticos
8ºano cn ficha factores-abioticos8ºano cn ficha factores-abioticos
8ºano cn ficha factores-abioticossilvia_lfr
 
8ºano fq ficha factores-abioticos
8ºano fq ficha factores-abioticos8ºano fq ficha factores-abioticos
8ºano fq ficha factores-abioticossilvia_lfr
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosTeresa Cardoso
 
Factores abioticos
Factores abioticosFactores abioticos
Factores abioticosRita Pereira
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosJoana Faria
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosMINEDU
 
Dinâmica dos ecossistemas factores abióticos parte2-cn8ano
Dinâmica dos ecossistemas   factores abióticos parte2-cn8anoDinâmica dos ecossistemas   factores abióticos parte2-cn8ano
Dinâmica dos ecossistemas factores abióticos parte2-cn8anoJean Dos Santos Souza
 
Factores Abióticos: Temperatura
 Factores Abióticos: Temperatura Factores Abióticos: Temperatura
Factores Abióticos: Temperaturaerbserbs
 
391929950-7-fatores-abioticos.pptx
391929950-7-fatores-abioticos.pptx391929950-7-fatores-abioticos.pptx
391929950-7-fatores-abioticos.pptxmariagrave
 
Biosfera e factores abióticos
Biosfera e factores abióticosBiosfera e factores abióticos
Biosfera e factores abióticosCristina Vitória
 
Influência dos Factores Abióticos
Influência dos Factores AbióticosInfluência dos Factores Abióticos
Influência dos Factores AbióticosClara Abegão
 
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)Ana Reis
 
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039Ana Reis
 

Semelhante a Fatores abióticos (20)

Dinâmica dos Ecossistemas
Dinâmica dos EcossistemasDinâmica dos Ecossistemas
Dinâmica dos Ecossistemas
 
Factores AbióTicos Temperatura
Factores AbióTicos   TemperaturaFactores AbióTicos   Temperatura
Factores AbióTicos Temperatura
 
Factores abióticos temperatura
Factores abióticos temperaturaFactores abióticos temperatura
Factores abióticos temperatura
 
Factores Abióticos
Factores AbióticosFactores Abióticos
Factores Abióticos
 
1193146093 temperatura
1193146093 temperatura1193146093 temperatura
1193146093 temperatura
 
8ºano cn ficha factores-abioticos
8ºano cn ficha factores-abioticos8ºano cn ficha factores-abioticos
8ºano cn ficha factores-abioticos
 
8ºano fq ficha factores-abioticos
8ºano fq ficha factores-abioticos8ºano fq ficha factores-abioticos
8ºano fq ficha factores-abioticos
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticos
 
Factores abioticos
Factores abioticosFactores abioticos
Factores abioticos
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticos
 
Ficha factores-abioticos
Ficha factores-abioticosFicha factores-abioticos
Ficha factores-abioticos
 
Dinâmica dos ecossistemas factores abióticos parte2-cn8ano
Dinâmica dos ecossistemas   factores abióticos parte2-cn8anoDinâmica dos ecossistemas   factores abióticos parte2-cn8ano
Dinâmica dos ecossistemas factores abióticos parte2-cn8ano
 
Factores Abióticos: Temperatura
 Factores Abióticos: Temperatura Factores Abióticos: Temperatura
Factores Abióticos: Temperatura
 
391929950-7-fatores-abioticos.pptx
391929950-7-fatores-abioticos.pptx391929950-7-fatores-abioticos.pptx
391929950-7-fatores-abioticos.pptx
 
Fatores abióticos
Fatores abióticosFatores abióticos
Fatores abióticos
 
Biosfera e factores abióticos
Biosfera e factores abióticosBiosfera e factores abióticos
Biosfera e factores abióticos
 
Fatores Abióticos
Fatores AbióticosFatores Abióticos
Fatores Abióticos
 
Influência dos Factores Abióticos
Influência dos Factores AbióticosInfluência dos Factores Abióticos
Influência dos Factores Abióticos
 
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(2003)
 
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039
InfluêNcia Da Temperaturanosseresvivos(20039
 

Fatores abióticos

  • 2.
  • 3. Factores Abióticos – componentes do meio ambiente e que fazem parte dos ecossistemas Influenciam a distribuição e a quantidade de seres vivos. É possível ver no mesmo meio natural um urso polar e um camelo? Porquê? Devido às condições do meio.
  • 4. Qual seria o factor abiótico principal que impediria a sobrevivência do Urso Polar no Deserto? Temperatura
  • 5.
  • 7.
  • 8. Temperatura Induz diversos comportamentos Condiciona a distribuição dos seres vivos Conduz ao desenvolvimento de adaptações morfológicas
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16. Espécies euritérmicas Resistem a grandes variações de temperatura (Exemplo: espécie A) Espécies estenotérmicas Possuem intervalos de tolerância reduzidos (exemplos: espécie B)
  • 17.
  • 18. Animais com capacidade para regular a temperatura interna, independentemente da temperatura ambiente. Ex: Aves e mamíferos . Homeotérmicos :
  • 19. Temperatura e as características morfológicas dos seres vivos
  • 20.
  • 21. Adaptações Morfológicas Exemplos: Pinguim e Urso Polar - Camada de gordura - Camada de pêlo ou penas densa - Pinguim mantém-se em grupo e trocam de posição para manterem o calor
  • 22.
  • 23. Camelo - Armazena grandes quantidades de gordura de onde vai retirando a água. - Perde pouca água pelo corpo – urina muito concentrada - Possui cascos almofadados para evitar a transferência de calor - Pêlo curto e amarelado que reflecte a luz solar
  • 24. Répteis - Pele impermeável para proteger contra a desidratação
  • 25. O feneco, conhecido por raposa do deserto, vive no deserto onde a temperatura é muito elevada. Esta raposa tem pequenas dimensões mas as suas orelhas são enormes relativamente ao corpo! Através delas, a raposa do deserto liberta calor para o meio. Sobrevive muito tempo sem beber água, obtendo-a a partir dos alimentos, e durante o dia permanece no interior das tocas de areia. É um animal nocturno que vive em grupos de 10 a 15 indivíduos, com um macho dominante. O tamanho das orelhas é uma adaptação deste animal ao calor do deserto.
  • 26. Estratégias Comportamentais - Animais Hibernação Quando a temperatura ambiente baixa para determinados valores, alguns animais hibernam . Em que consiste? …
  • 27. Durante o Verão e Outono, o animal alimenta-se muito, acumula gordura e, depois, quando a temperatura ambiental baixa, o animal protege-se numa toca e reduz ao mínimo a sua actividade metabólica, ritmo cardíaco e respiração . Ex: Esquilo /rato arganaz/ Ursos
  • 28. Estivação Devido a altas temperaturas, alguns animais reduzem a sua actividade ao mínimo. Ex: Caracóis
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33. Plantas As diferentes temperaturas provocam adaptações. As plantas adaptam a sua própria morfologia às elevadas ou às baixas temperaturas. Existem : Plantas anuais Plantas bienais Plantas vivazes ou perenes
  • 34. Ao longo do ano, certas plantas sofrem alterações no seu aspecto, o que lhes permite enfrentar melhor a estação mais desfavorável. Estação favorável Estação desfavorável
  • 35. Exemplifica alterações, no aspecto, que algumas plantas apresentam durante a estação desfavorável. Enquanto algumas árvores perdem as folhas, algumas plantas ficam reduzidas à raiz ou caule e outras sobrevivem sob a forma de sementes. Dá um exemplo de uma árvore que perca as folhas durante a época desfavorável. Carvalho, freixo
  • 36. Estratégias Comportamentais - Plantas Dormência das Plantas Muitas plantas, no Inverno, não resistem ao frio. A parte aérea desaparece e ficam reduzidos a órgãos subterrâneos (rizomas, tubérculos ou bolbos) ou a sementes, mantendo-se assim até que a temperatura aumente.
  • 37. Plantas anuais – não suportam o frio deixando as sementes para germinar no ano seguinte. Ex: feijoeiro
  • 38. Sementes Sementes Bolbos Tuberculos
  • 39. Plantas bienais – perdem a sua parte aérea mas mantêm a parte subterrânea Ex: lírio
  • 40. Plantas vivazes ou perenes – mantêm a sua estrutura todo o ano, apesar de algumas serem de folha caduca
  • 41. Plantas de folha persistente As árvores e arbustos apresentam forma cónica para que a neve possa escorregar. Árvores com copa em , folhas pequenas cobertas por cutícula
  • 42. Plantas de folha caduca As folhas caem na estação fria, ficando num estado latente (repouso) durante o Inverno e começam a desabrochar quando aumenta a temperatura. Árvores que deixam cair as folhas e ficam em estado latente
  • 43. Cactos As folhas são reduzidas a espinhos para evitar a evaporação. Possuem células que acumulam água, funcionando como um reservatório.
  • 44.
  • 45. Luz
  • 46. A luz e a temperatura variam conjuntamente, uma vez que ambos os factores são resultantes da radiação solar nos ecossistemas naturais. A luz pode afectar os ciclos de vida e comportamento dos seres vivos Fotoperíodo Número de horas de luz durante um dia
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50. Influência da luz na actividade dos animais Observam-se, durante dois dias, as variações na intensidade da actividade diária de dois animais que vivem na Serra da Malcata – rato do campo (A) e águia real (B). De seguida, traçou-se o gráfico que traduz as observações feitas.
  • 51.
  • 52. - Lucífilos - Atraídos pela luz – fototáxia positiva Ex: Borboleta - Lucífugos- Não suportam a luminosidade – fototáxia negativa Ex: Bichos da conta , minhoca Há ainda:
  • 53. A luz tem igualmente uma grande influência na distribuição dos seres aquáticos. A luz influencia a distribuição em profundidade dos seres marinhos
  • 54.
  • 55. Animais Um grupo de cientistas pretendia investigar se o número de horas de luz diárias a que um grupo de lebres estaria sujeito seria ou não determinante para a alteração da cor da sua pelagem, já que na Natureza, durante o Inverno, estes animais apresentam uma pelagem branca e durante o Verão castanha. Para tal, capturaram algumas lebres durante o Inverno, em Dezembro (fig.A), e outras durante o Verão seguinte, em Junho (fig.B).
  • 56. A B Lebres capturadas durante o Inverno, em Dezembro Lebres capturadas durante o Verão, em Junho
  • 57.
  • 58.
  • 59. 1. Com base na observação e análise da experiência descrita indica: 1.1. qual a duração do período de iluminação diária a que os animais do grupo I e II foram sujeitos, respectivamente. Os animais do grupo I foram sujeitos a 6 horas de luz diária e os do grupo II a 18 horas de luz diárias.
  • 60. 1.2. qual a duração do período de iluminação diária a que os animais do grupo III e IV foram sujeitos, respectivamente. Os animais do grupo III foram sujeitos a 6 horas de luz diária e os do grupo IV a 18 horas de luz diárias.
  • 61. 2. Explica o que aconteceu aos animais do grupo II. Nos animais do grupo II, a cor da pelagem mudou de branca para castanha, adquirindo as lebres a cor que apresentam na Natureza quando se encontram sujeitas a este período de iluminação. 3. Explica o que aconteceu aos animais do grupo III. Nos animais do grupo III, a cor da pelagem mudou de castanha para branca, adquirindo as lebres a cor que apresentam na Natureza quando se encontram sujeitas a este período de iluminação.
  • 62. 4. Refere o que concluis da análise dos resultados da experiência descrita Pode concluir-se que a duração do período de iluminação diária a que as lebres se encontram sujeitas, tem influência em algumas das suas características morfológicas, como a cor da pelagem.
  • 63. Lebre do Árctico ( no Verão tem uma pelagem castanha e no Inverno tem uma pelagem branca para se poder esconder entre a neve).  
  • 64. Sabias que no caso da raposa do Árctico ela muda de cor consoante as estações do ano? No Inverno a sua pelagem é branca e quando não há neve fica castanha, para se confundir com o ambiente.
  • 65.
  • 66. Migrações As andorinhas (Apus apus) migram da Europa para África, no fim do Verão, e de África para a Europa no fim do Inverno. Este comportamento é desencadeado pela diminuição do fotoperíodo, e permite evitar condições desfavoráveis
  • 67.
  • 68.
  • 69. A captação da luz determina no ecossistema uma distribuição das plantas por estratos, pois não têm a mesma necessidade de luz. Espécies que necessitam de grande exposição de luz, como a maioria das árvores, tendem a situar-se nos estratos superiores das florestas ou em terrenos abertos.
  • 70. Quando a luz disponível no meio ambiente não é suficiente, as plantas tendem a ficar amareladas e apesar dos seus órgãos aéreos ser muito acentuado estes são pouco robustos. Pelo contrário, quando as plantas se encontram expostas naturalmente à luz, os seus órgãos aéreos crescem menos, mas de uma forma mais robusta e mantêm a cor verde.
  • 71. Em ambientes de fraca intensidade luminosa o crescimento dos órgãos aéreos de muitas plantas é mais evidente, ficando contudo amareladas e aspecto frágil. Estioladas Aumentando luminosa o crescimento é menor, mas as plantas ficam verdes e robustas.
  • 72. Plantas heliófilas (plantas de sol) – encontram-se em locais bem iluminados. Ex. Girassol As plantas terrestres não necessitam de igual quantidade de luz para se desenvolverem
  • 73. As espécies que necessitam de pouca luz, como os fetos e os musgos, encontram-se nos estratos inferiores ou nas fendas das rochas. Plantas Umbrófilas (plantas de sombra) – encontram-se em locais sombrios. Ex: avencas e fetos
  • 74. Adaptações das plantas à luz Desenvolvimento de folhas largas para aumentar a superfície de absorção de luz. Algumas plantas efectuam movimentos de orientação em direcção à luz Fototropismo Positivo – movimento em direcção à luz Negativo – movimento em direcção contrária à fonte de luz
  • 75. Positivo – movimento em direcção à luz Negativo – movimento em direcção contrária à fonte de luz
  • 76. As variações de intensidade luminosa constituem um factor que tem influência na floração das plantas Flores da corriola abrem durante o dia e fecham à noite.
  • 77. Plantas que florescem quando o período de luz é menor que o período nocturno. Plantas de dia curto Plantas que florescem quando o fotoperíodo é curto (inferior a 8 horas).
  • 78. Plantas de dia curto
  • 79. Plantas de dia longo Plantas que florescem quando o período de luz é maior que o período nocturno. Plantas que florescem quando o fotoperíodo é longo (superior a 12 horas). Cevada Papoila
  • 80. Plantas de dia longo
  • 81. Plantas indiferentes Plantas que florescem independentemente do fotoperíodo ser longo ou curto.
  • 82.
  • 83.
  • 85. O que se compreende como humidade? É a quantidade de água que existe na atmosfera ou no solo. Floresta tropical – elevados índices de precipitação, distribuídas de um modo regular ao longo dos anos. Grande diversidade e quantidade de seres vivos
  • 86. Deserto – baixos valores de precipitação. Escassez de seres vivos , contudo, muito bem adaptados às condições ambientais.
  • 87. Influência da água nas adaptações morfológicas dos seres vivos Características da folha Humidade do meio Folha de nenúfar finas e longas elevada – Meio aquático
  • 88.
  • 89.
  • 90.
  • 91.
  • 92.
  • 93.  Hidrófilos – vivem em habitats aquáticos Ex: Peixes e nenúfar  Higrófilos – vivem em habitats muito húmidos Ex: rã e arroz
  • 94. Mesófilos – vivem em habitats com quantidades moderadas de água Ex: Cão e pinheiro  Xerófilos – vivem em habitats secos Ex: Camelo e cacto
  • 95. Seres vivos Seres Hidrófilos Vivem permanentemente na água Seres Higrófilos Vivem em locais húmidos Seres Mesófilos Vivem em locais medianamente húmidos Seres Xerófilos Vivem em locais secos
  • 97. Salinidade - quantidade de sal presente na água.  Peixes de água doce – baixa salinidade  Peixes de água salgada – elevada salinidade  Peixes da zona intertidal - salinidade variável As enguias e o salmão conseguem viver em água doce e salgada, adaptando-se ao meio ambiente.
  • 98. Solo
  • 99.
  • 100. Composição química, estrutura e coesão, e a permeabilidade influenciam a distribuição dos seres vivos. Quanto mais poroso é o solo, mais fácil se torna a penetração das raízes e a movimentação de diversos seres vivos que nele habitam. Características do solo
  • 101. O solo é uma mistura de material rochoso alterado, minerais, matéria orgânica, água e ar. O seres vivos subterrâneos (minhocas, toupeiras) remexem o solo, misturando os constituintes e permite arejar o solo.
  • 102. Factores que fazem variar o solo : - permeabilidade – deixa passar ou não água; - porosidade – possui muitos ou poucos espaços; - sais minerais; - matéria orgânica
  • 103. As cores da flor das hortênsias dependem do pH (acidez) dos solos: a flor rosa cresce geralmente em solos ácidos com pH entre 5,0 e 5,5 e a flor azul obtém-se com pH acima dos 6,5.