PRÁTICAS INTEGRATIVAS
COMPLEMENTARESNO SUS
Contexto
- A Política Nacional de Práticas Integrativas e
Complementares no SUS foi publicada na forma das
Portarias Ministeriais nº 971 em 03 de maio de 2006, e nº
1.600, de 17 de julho de 2006.
- O campo da PNPIC contempla sistemas médicos complexos
e recursos terapêuticos, os quais são também
denominados pela Organização Mundial de Saúde (OMS)
de medicina tradicional e complementar/alternativa
(MT/MCA).
• Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro d
e 2017, anexo
XXV
Abrange as Portaria MS/GM nº 971, de 3 de maio de
2006, que aprova a Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares (PNPIC) e Portaria Nº
849, de 27 de março de 2017, que inclui 14 novas
práticas na PNPIC.
Contexto
• Portaria nº 702, de 21 de março de 2018
• Altera a Portaria de Consolidação nº 2/GM/MS,
de 28 de setembro de 2017, para incluir 10 novas
práticas na Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares - PNPIC.
ATUALMENTE
• A PNIPIC contribui para o fortalecimento dos princípios
fundamentais do SUS:
- Atua nos campos da prevenção de agravos e da promoção,
manutenção e recuperação;
- Baseia-se no modelo de atenção humanizada e centrada na
integralidade do indivíduo.
• A PNPIC no SUS = abertura de possibilidades de acesso a
serviços antes restritos a prática de cunho privado.
Contexto
Propósito
das
Práticas
Integrativas
Complementares
a
Saúde
no
SUS
Estímulo aos mecanismos naturais de
prevenção de agravos e recuperação da saúde;
Ênfase na escuta acolhedora, no
desenvolvimento do vínculo terapêutico e na
integração do ser humano com o meio
ambiente e a sociedade;
Visão ampliada do processo saúde-doença e
promoção global do cuidado humano,
especialmente do autocuidado.
ObjetivosdaPolíticade
PráticasIntegrativasComplementaresnoSUS
Estimular as ações referentes ao
controle/participação social,
promovendo o envolvimento
responsável e continuado dos
usuários, gestores e trabalhadores
da saúde.
Promover a racionalização das
ações de saúde, estimulando
alternativas inovadoras e
socialmente contributivas ao
desenvolvimento sustentável.
Contribuir ao aumento da
resolubilidade do Sistema e
ampliação do acesso à PNPIC.
Contribuir ao aumento da
resolubilidade do Sistema e
ampliação do acesso à PNPIC
Objetivos
Medicina Tradicional Chinesa
Acupuntura
Homeopatia
Fitoterapia
Medicina Antroposófica
Termalismo-Crenoterapia
• Sistema médico integral, originado há milhares de anos na China.
• Linguagem que retrata as leis da natureza e que valoriza a inter
relação harmônica entre as partes visando a integridade.
Fundamentos:
1. teoria do Yin-Yang: divisão do mundo em duas forças ou
princípios fundamentais; fenômenos em opostos
complementares.
- Objetivo : obter meios de equilibrar essa dualidade.
2. Teoria dos cinco movimentos que atribui a todas as coisas e
fenômenos, uma das cinco energias (madeira, fogo, terra, metal,
água).
Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura
Elementos utilizados:
- anamnese, palpação do pulso, observação da face e língua em
suas várias modalidades de tratamento (Acupuntura, plantas
medicinais, dietoterapia, práticas corporais e mentais).
A acupuntura compreende:
- procedimentos que permitem o estímulo preciso de locais
anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes
metálicas.
Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura
Inclui também:
1) PRÁTICAS CORPORAIS
2) PRÁTICAS MENTAIS (MEDITAÇÃO);
3) ORIENTAÇÃO ALIMENTAR;
4) USO DE PLANTAS MEDICINAIS (FITOTERAPIA
TRADICIONAL CHINESA)
Medicina Tradicional Chinesa
lian
gong chi gong tuina
tai-chi-
chuan
Medicina Tradicional Chinesa
Práticas Corporais
Definição:
- sistema médico complexo de caráter holístico
- baseada no princípio vitalista
- Baseado no uso da lei dos semelhantes enunciada por
Hipócrates no século IV a.C.
Para homeopatia o adoecimento é a expressão da ruptura da
harmonia das dimensões do ser humano que são as dimensões
física, psicológica, social e cultural.
Homeopatia
Homeopatia – modelo de atenção centrado
na saúde
estratégia para
a construção de
um modelo de
atenção
centrado na
saúde
Recoloca o sujeito, em
todas as suas dimensões,
no centro do paradigma
da atenção
Fortalece a relação
médico-paciente ,
promove a humanização
na atenção, estimula o
autocuidado e a
autonomia do indivíduo.
Atua em diversas
situações do adoecimento
reduzindo a demanda por
intervenções e
emergências,
contribuindo para a
melhoria da qualidade de
vida.
Contribui para o uso
racional de
medicamentos, podendo
reduzir a fármaco-
dependência.
Definição:
- "terapêutica caracterizada pelo uso de plantas
medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas,
sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda
que de origem vegetal".
O uso de plantas medicinais na arte de curar é uma forma
de tratamento de origem muito antiga, relacionada aos
primórdios da medicina e fundamentada no acúmulo de
informações por sucessivas gerações.
Plantas Medicinais e Fitoterapia
Definição
- compreende as diferentes maneiras de utilização da água
mineral e sua aplicação em tratamentos de saúde.
- Finalidade terapêutica de atuar de modo complementar
aos demais tratamentos de saúde.
O uso das Águas Minerais para tratamento de saúde é um
procedimento dos mais antigos, utilizado desde a época
do Império Grego.
Termalismo – Crenoterapia
Definição
- Abordagem médico-terapêutica complementar, de base
vitalista;
- modelo de atenção organizado de maneira transdisciplinar,
buscando a integralidade do cuidado em saúde.
- recursos da MA como instrumentos para ampliação da clínica
Recursos:
- Medicamentos baseados na homeopatia, fitoterapia e outros
específicos da MA.
- Trabalho médico integrado a atuação de outros profissionais,
de acordo com as especificidades de cada categoria.
Medicina Antroposófica
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS / Ministério
da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de
Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 92 p.
Disponível em:
http://www.telessaudebrasil.org.br/lildbi/docsonline/3/1/113-P
olitica_Nacional_de_Praticas_Integrativas_e_Complementares_S
US.pdf
Referência
• Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à
Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas
integrativas e complementares: plantas medicinais e
fitoterapia na Atenção Básica/Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, disponível em:
2012.
http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/
miolo_CAP_31.pdf
Leitura Recomendada

PICS BASICO - praticas integrativas.pptx

  • 1.
  • 2.
    Contexto - A PolíticaNacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS foi publicada na forma das Portarias Ministeriais nº 971 em 03 de maio de 2006, e nº 1.600, de 17 de julho de 2006. - O campo da PNPIC contempla sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos, os quais são também denominados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar/alternativa (MT/MCA).
  • 3.
    • Portaria deConsolidação nº 2, de 28 de setembro d e 2017, anexo XXV Abrange as Portaria MS/GM nº 971, de 3 de maio de 2006, que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e Portaria Nº 849, de 27 de março de 2017, que inclui 14 novas práticas na PNPIC. Contexto
  • 4.
    • Portaria nº702, de 21 de março de 2018 • Altera a Portaria de Consolidação nº 2/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para incluir 10 novas práticas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares - PNPIC.
  • 5.
  • 6.
    • A PNIPICcontribui para o fortalecimento dos princípios fundamentais do SUS: - Atua nos campos da prevenção de agravos e da promoção, manutenção e recuperação; - Baseia-se no modelo de atenção humanizada e centrada na integralidade do indivíduo. • A PNPIC no SUS = abertura de possibilidades de acesso a serviços antes restritos a prática de cunho privado. Contexto
  • 7.
    Propósito das Práticas Integrativas Complementares a Saúde no SUS Estímulo aos mecanismosnaturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde; Ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade; Visão ampliada do processo saúde-doença e promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado.
  • 8.
    ObjetivosdaPolíticade PráticasIntegrativasComplementaresnoSUS Estimular as açõesreferentes ao controle/participação social, promovendo o envolvimento responsável e continuado dos usuários, gestores e trabalhadores da saúde. Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável. Contribuir ao aumento da resolubilidade do Sistema e ampliação do acesso à PNPIC. Contribuir ao aumento da resolubilidade do Sistema e ampliação do acesso à PNPIC Objetivos
  • 9.
  • 10.
    • Sistema médicointegral, originado há milhares de anos na China. • Linguagem que retrata as leis da natureza e que valoriza a inter relação harmônica entre as partes visando a integridade. Fundamentos: 1. teoria do Yin-Yang: divisão do mundo em duas forças ou princípios fundamentais; fenômenos em opostos complementares. - Objetivo : obter meios de equilibrar essa dualidade. 2. Teoria dos cinco movimentos que atribui a todas as coisas e fenômenos, uma das cinco energias (madeira, fogo, terra, metal, água). Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura
  • 11.
    Elementos utilizados: - anamnese,palpação do pulso, observação da face e língua em suas várias modalidades de tratamento (Acupuntura, plantas medicinais, dietoterapia, práticas corporais e mentais). A acupuntura compreende: - procedimentos que permitem o estímulo preciso de locais anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas. Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura
  • 12.
    Inclui também: 1) PRÁTICASCORPORAIS 2) PRÁTICAS MENTAIS (MEDITAÇÃO); 3) ORIENTAÇÃO ALIMENTAR; 4) USO DE PLANTAS MEDICINAIS (FITOTERAPIA TRADICIONAL CHINESA) Medicina Tradicional Chinesa
  • 13.
    lian gong chi gongtuina tai-chi- chuan Medicina Tradicional Chinesa Práticas Corporais
  • 14.
    Definição: - sistema médicocomplexo de caráter holístico - baseada no princípio vitalista - Baseado no uso da lei dos semelhantes enunciada por Hipócrates no século IV a.C. Para homeopatia o adoecimento é a expressão da ruptura da harmonia das dimensões do ser humano que são as dimensões física, psicológica, social e cultural. Homeopatia
  • 15.
    Homeopatia – modelode atenção centrado na saúde estratégia para a construção de um modelo de atenção centrado na saúde Recoloca o sujeito, em todas as suas dimensões, no centro do paradigma da atenção Fortalece a relação médico-paciente , promove a humanização na atenção, estimula o autocuidado e a autonomia do indivíduo. Atua em diversas situações do adoecimento reduzindo a demanda por intervenções e emergências, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. Contribui para o uso racional de medicamentos, podendo reduzir a fármaco- dependência.
  • 16.
    Definição: - "terapêutica caracterizadapelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal". O uso de plantas medicinais na arte de curar é uma forma de tratamento de origem muito antiga, relacionada aos primórdios da medicina e fundamentada no acúmulo de informações por sucessivas gerações. Plantas Medicinais e Fitoterapia
  • 17.
    Definição - compreende asdiferentes maneiras de utilização da água mineral e sua aplicação em tratamentos de saúde. - Finalidade terapêutica de atuar de modo complementar aos demais tratamentos de saúde. O uso das Águas Minerais para tratamento de saúde é um procedimento dos mais antigos, utilizado desde a época do Império Grego. Termalismo – Crenoterapia
  • 18.
    Definição - Abordagem médico-terapêuticacomplementar, de base vitalista; - modelo de atenção organizado de maneira transdisciplinar, buscando a integralidade do cuidado em saúde. - recursos da MA como instrumentos para ampliação da clínica Recursos: - Medicamentos baseados na homeopatia, fitoterapia e outros específicos da MA. - Trabalho médico integrado a atuação de outros profissionais, de acordo com as especificidades de cada categoria. Medicina Antroposófica
  • 19.
    Brasil. Ministério daSaúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 92 p. Disponível em: http://www.telessaudebrasil.org.br/lildbi/docsonline/3/1/113-P olitica_Nacional_de_Praticas_Integrativas_e_Complementares_S US.pdf Referência
  • 20.
    • Brasil. Ministérioda Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na Atenção Básica/Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, disponível em: 2012. http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/ miolo_CAP_31.pdf Leitura Recomendada