O documento discute a Lei 11.105/2005 que permite a pesquisa com células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no procedimento. Explica que os embriões inviáveis são aqueles parados ou fragmentados que têm pouca chance de gerar vida. Também aborda o dilema sobre quando a vida começa e os avanços que a pesquisa com células-tronco pode trazer para a medicina.