SlideShare uma empresa Scribd logo
CME
1. (FGV - 2018 - TJ-SC )Após um procedimento de ressuscitação cardiopulmonar, o
profissional de enfermagem separou alguns dos materiais utilizados para posterior
processamento. Entre esses estavam: cânula de Guedel, máscara de ambú, estetoscópio
e lâmina de laringoscópio.
Com base nas normas referentes ao processamento de produtos para saúde, o processo
indicado, respectivamente, para cada um desses materiais, é:
A) esterilização, desinfecção, desinfecção e esterilização;
B) desinfecção, esterilização, limpeza e esterilização;
C) limpeza, desinfecção, desinfecção e esterilização;
D) desinfecção, desinfecção, limpeza e desinfecção;
E) esterilização, esterilização, desinfecção e desinfecção.
Letra D
2. (FGV - 2013 - TJ-AM) A Resolução - RDC n. 15/12, classifica os Centros de Material e
Esterilização – CME, em CME Classe I e Classe II e estabelece boas práticas para o
processamento de produtos para saúde.
Com base nessa resolução, assinale a afirmativa incorreta.
A)O CME Classe I realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos,
semicríticos e críticos de conformação complexa, passíveis de processamento.
B) O CME só pode processar produtos compatíveis com a sua capacidade técnica
operacional e conforme a sua classificação.
C)Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos ao processo
de esterilização, após a limpeza e demais etapas do processo.
D) A empresa processadora deve realizar todas as fases do processamento, incluindo
limpeza, inspeção, preparo e acondicionamento, esterilização, armazenamento e
devolução para o serviço de saúde.
E) O CME e as empresas processadoras só podem processar produtos para saúde
regularizados junto à ANVISA
Letra A
Art. 5º Para cumprimento desta resolução os CME passam a ser classificados em CME
Classe I e CME Classe II.
§ 1º O CME Classe I é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde
não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de
processamento.
§ 2º O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde
não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa e não complexa, passíveis
de processamento
3. (FGV - 2014 – SUSAM) Sobre as boas práticas para o processamento de produtos para
a saúde, assinale a afirmativa correta.
A)A área para recepção dos produtos para saúde do CME Classe II deve estar localizada
dentro da sala de recepção e limpeza.
B)Os produtos para saúde classificados como não críticos devem ser submetidos, no
mínimo, ao processo de desinfecção de baixo nível.
C)O CME Classe I de uma unidade básica pode possuir apenas barreira técnica entre o
setor sujo e os setores limpos, e sala de preparo e esterilização.
D) Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos, no
mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza.
E)As leitoras de indicadores biológicos e as seladoras térmicas devem ser calibradas
pelo menos a cada seis meses.
Letra A
4. (FGV - 2013 - AL-MT) De acordo com as normas de boas práticas da ANVISA para o
processamento de produtos para a saúde, assinale a afirmativa correta.
A) O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde
não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de
processamento.
B)Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos, no
mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza.
C)As leitoras de indicadores biológicos e as seladoras térmicas devem ser calibradas,
no mínimo, duas vezes ao ano.
D)Os produtos para saúde utilizados na assistência ventilatória e inaloterapia, poderão
ser submetidos à desinfecção com a utilização de saneantes a base de aldeídos.
E)Os produtos para saúde classificados como semicríticos são aqueles que entram em
contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas.
Letra E
5. (FGV - 2016 - SEE-PE) A desinfecção é o processo de destruição de
microrganismos como bactérias na forma vegetativa (não esporuladas), fungos,
vírus e protozoários. Esse processo pode ser dividido em níveis baixo, médio e
alto, de acordo com o espectro de destruição dos microrganismos.
Assinale a opção que indica um composto usado na desinfecção de nível médio.
A) Glutaraldeído 2%.
B) Álcool a 70%.
C) Quaternário de amônia.
D) Ácido peracético.
E) Peróxido de hidrogênio 3%. Letra B
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/manuais/biosseguranca/manual_biosseguranca-
servicos_saude.pdfc
Desinfecção de alto nível Desinfecção de nível
intermediário
Desinfecção de baixo
nível
Gluteraldeído Álcool Quaternário de amônio
Ácido peracético Hipoclorito de sódio 1% Hipoclorito a 0,2%
Peróxido de hidrogênio Cloro orgânico
Fenol
ANVISA RDC 35/2010
DESINFECÇÃO
-processo físico ou químico que destrói a maioria dos microrganismos
patogênicos de objetos inanimados e superfícies, com exceção de
esporos bacterianos, podendo ser de baixo, intermediário ou alto nível.
DESINFECÇÃO DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO
-processo físico ou químico que destrói microrganismos patogênicos,
micobactérias, maioria dos vírus e fungos, de objetos inanimados e
superfícies.
ANVISA RDC 35/2010
DESINFECÇÃO DE ALTO NÍVEL
- processo físico ou químico que destrói todos os microrganismos de
artigos semicríticos, exceto um número elevado de esporos
bacterianos.
ESTERILIZAÇÃO
- processo validado que serve para fazer um artigo crítico e/ou
semicrítico livre de todas as formas viáveis de microrganismos.
Limpeza de superfície
PRODUTO
Compostos
quaternários de
amônio
RESUMO
Características: bactericida, virucida (somente contra vírus lipofílicos ou
envelopados) e fungicida. Não apresenta ação tuberculicida e virucida. É pouco
corrosivo e tem baixa toxicidade.
Indicação: superfícies fixas, incluindo ambiente de nutrição e neonatologia (sem
a presença dos neonatos).
energia,
Mecanismo de ação: inativação de enzimas produtoras de
desnaturação de proteínas e quebra da membrana celular.
Desvantagens: pode ser inativado em presença de matéria orgânica.
Álcool
álcoois etílico e o
isopropílico
Características: bactericida, virucida, fungicida e tuberculocida. Não é
esporicida. Fácil aplicação e ação imediata.
Mecanismo de ação: desnaturação das proteínas que compõem a parede
celular dos microrganismos.
Desvantagens: inflamável, volátil, opacifica acrílico, resseca plásticos e
borrachas; ressecamento da pele.
Concentração de uso: 60% a 90% em solução de água volume/volume.
Limpeza de superfície
PRODUTO RESUMO
Ácido peracético
Características: é um desinfetante para superfícies fixas e age por desnaturação das
proteínas, alterando a permeabilidade da parede celular, oxidando as ligações sulfidril e
sulfúricas em proteínas e enzimas. Tem uma ação bastante rápida sobre os microrganismos,
inclusive sobre os esporos bacterianos em baixas concentrações de
0,001 a 0,2%.
É efetivo em presença de matéria orgânica.
Apresenta baixa toxicidade.
Indicação: desinfetante para superfícies.
Glutaraldeídeo
Desinfecção de alto nível e esterilização de artigos termossensíveis com tempo de exposição
entre 8 e 10 horas.
Uso proibido
Compostos
liberadores de cloro
ativo –
Inorgânico
hipocloritos de
sódio, cálcio e de
lítio
Características: bactericida, virucida, fungicida, tuberculicida e esporicida, dependendo da
concentração de uso. Apresentação líquida ou pó; amplo espectro; ação rápida e baixo
custo.
Indicação: desinfecção de superfícies fixas.
Mecanismo de ação: o exato mecanismo de ação ainda não está completamente elucidado.
Desvantagens: instável (afetado pela luz solar, temperatura >25ºC e pH ácido). Inativo em
presença de matéria orgânica; corrosivo para metais; odor desagradável, e pode causar
irritabilidade nos olhos e mucosas.
Concentração de uso: desinfecção 0,02% a 1,0%.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/superficie.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/superficie.pdf
Gluteraldedeído
• Amplo espectro de ação;
• Estabilidade e compatibilidade com PPS;
• Não é corrosivo ao metal;
• pH ácido;
• Pode ser alcalinizado por uma solução alcalinizante e atinge o pH de 7,5 a 8,5 e
passa a ter ação esporicida;
• Modo de ação: alteração do RNA e DNA e da síntese proteíca.
• Vedado uso nos materiais de assistência ventilatória.
• Alternativa de uso: ácido peracético, peróxido de hidrogênio e soluções cloradas.
Formaldeído
Proibido pela ANVISA para desinfecção química;
Somente possível uso o vapor em autoclave com exaustão no final;
Ácido peracético
• Associação de ácido acético + peróxido de hidrogênio;
• Ação rápida;
• Tem ação mesmo na presença de matéria orgânica;
• Uso por método manual para desinfecção, inclusive de produtos de
assistência ventilatória;
• Esterilização de dializadores e linhas de hemodiálise;
• Baixa toxicidade, é esporicida, mesmo na presença de matéria orgânica.
• Age em baixas temperaturas.
Ácido peracético
MECANISMO DE AÇÃO
-desnaturação de proteína, destruição da parede celular, oxidação de
proteínas e enzimas;
DESVANTAGENS
-poder corrosivo em cobre, latão, bronze, aço comum e ferro. Pode ser
reduzido esse efeito com associações de agentes neutralizantes.
Peróxido de hidrogênio
Concentração de 3 a 7,5%;
É esporicida a 7% em 6 horas de exposição;
Usados para capilares e linhas de hemodiálise
Mecanismo de ação:
- produz radicais livres e atacam as membranas lipídicas e o DNA.
Soluções cloradas
• Grupo dos halogênios;
• Hipoclorito de sódio – líquido, hipoclorito de cálcio- sólido;
• Não agem na presença de matéria orgânica;
• Ação depende da luminosidade de ambiente, frascos vedados e
temperatura;
• É corrosivo para metais, incompatível com detergente, ação
descolorante, odor forte, irritante para mucosa do trato respiratório.
Soluções cloradas
MECANISMO DE AÇÃO
- oxidação de enzimas, inibe a síntese proteíca, quebra do DNA.
VANTAGENS
- custo baixo e baixa toxicidade
Soluções cloradas
Superfície limpa – 0,025% por 10min e 0,5% (visando a eliminação do
Clostridium sp);
Inaloterapia e oxigenoterapia: 0,1% por 30 min.
Enxágue abundante para evitar toxicidade.
6. (FGV - 2015 - TCE-SE) Com base nos requisitos de boas práticas para o processamento
de produtos para saúde, analise as afirmativas a seguir:
I.- Os produtos para saúde classificados como semicríticos devem ser submetidos, no
mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza.
II.- O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos deve ser
registrado uma vez ao dia, de preferência, no primeiro ciclo de esterilização.
III.-No monitoramento do processo de esterilização dos produtos para saúde
implantáveis, deve ser adicionado um indicador biológico a cada carga.
Está correto somente o que se afirma em:
A) I; B) II; C) III; D) I e II; E) I e III. Letra E

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Aula 24 - CC e CME II (Slide).pptx

Cme completo
Cme completoCme completo
Cme completo
Pinheiropinheironeto
 
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
Seminário CME
 
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptxAula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
Felipe Ribeiro
 
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicos
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicosAula limpeza de instrumentais cirúrgicos
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicos
Labnews
 
Aula_CME_Atualizada.pptx
Aula_CME_Atualizada.pptxAula_CME_Atualizada.pptx
Aula_CME_Atualizada.pptx
VanessaAlvesDeSouza4
 
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
Telma Cacém E Juromenha
 
Introdução à higienização - definições, fatores e etapas.ppt
Introdução à higienização -  definições, fatores e etapas.pptIntrodução à higienização -  definições, fatores e etapas.ppt
Introdução à higienização - definições, fatores e etapas.ppt
GUILHERMEERNANDES1
 
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIAAULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
KarineRibeiro57
 
Biossegurança desinfecção
Biossegurança desinfecçãoBiossegurança desinfecção
Biossegurança desinfecção
luanamelo18
 
BIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.pptBIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.ppt
AndriellyFernanda1
 
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdfAula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
RaquelOlimpio1
 
Aula biossegurança dna
Aula biossegurança   dnaAula biossegurança   dna
Aula biossegurança dna
anadeiva
 
Limpeza de artigos médico
Limpeza de artigos médicoLimpeza de artigos médico
Limpeza de artigos médico
JPaulo23
 
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria CosméticaCBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
24x7 COMUNICAÇÃO
 
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
Teresa Oliveira
 
AULA 13.pptx
AULA 13.pptxAULA 13.pptx
AULA 13.pptx
VanessaPereira757054
 
Apresentação cursoanvisa
Apresentação cursoanvisaApresentação cursoanvisa
Apresentação cursoanvisa
May Moura
 
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdfAula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
MayaraOliveira228
 
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdfAula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
HerikaValenzuelaferr
 
Esterilizantes slides (2)
Esterilizantes   slides (2)Esterilizantes   slides (2)
Esterilizantes slides (2)
Biel Pinho
 

Semelhante a Aula 24 - CC e CME II (Slide).pptx (20)

Cme completo
Cme completoCme completo
Cme completo
 
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
2ª Edição do 1º Seminário CME - Processo de Limpeza de Instrumentais - Deterg...
 
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptxAula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
Aula 25 - CC e CME III (Slide).pptx
 
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicos
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicosAula limpeza de instrumentais cirúrgicos
Aula limpeza de instrumentais cirúrgicos
 
Aula_CME_Atualizada.pptx
Aula_CME_Atualizada.pptxAula_CME_Atualizada.pptx
Aula_CME_Atualizada.pptx
 
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
Trabalhadores higiene das_instalacoes_equipamentos-1
 
Introdução à higienização - definições, fatores e etapas.ppt
Introdução à higienização -  definições, fatores e etapas.pptIntrodução à higienização -  definições, fatores e etapas.ppt
Introdução à higienização - definições, fatores e etapas.ppt
 
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIAAULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
 
Biossegurança desinfecção
Biossegurança desinfecçãoBiossegurança desinfecção
Biossegurança desinfecção
 
BIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.pptBIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.ppt
 
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdfAula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
Aula Unidade 4 - Processamento de Produtos para Saúde.pdf
 
Aula biossegurança dna
Aula biossegurança   dnaAula biossegurança   dna
Aula biossegurança dna
 
Limpeza de artigos médico
Limpeza de artigos médicoLimpeza de artigos médico
Limpeza de artigos médico
 
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria CosméticaCBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
CBE - Radiação em Conservantes na Indústria Cosmética
 
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
Limpeza e preparo de materiais para esterilização - Central de Material Ester...
 
AULA 13.pptx
AULA 13.pptxAULA 13.pptx
AULA 13.pptx
 
Apresentação cursoanvisa
Apresentação cursoanvisaApresentação cursoanvisa
Apresentação cursoanvisa
 
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdfAula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
Aula 06 - Limpeza e esterilização.pdf
 
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdfAula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
Aula 8 - LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO OK.pdf
 
Esterilizantes slides (2)
Esterilizantes   slides (2)Esterilizantes   slides (2)
Esterilizantes slides (2)
 

Mais de Felipe Ribeiro

Introdução à farmacologia
Introdução à farmacologiaIntrodução à farmacologia
Introdução à farmacologia
Felipe Ribeiro
 
Encurso IST
Encurso ISTEncurso IST
Encurso IST
Felipe Ribeiro
 
IST ESCS
IST ESCSIST ESCS
IST ESCS
Felipe Ribeiro
 
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptxIST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
Felipe Ribeiro
 
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptxAula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
Felipe Ribeiro
 
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptx
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptxAula 23 - CC e CME (Slide).pptx
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptx
Felipe Ribeiro
 
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptxAula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
Felipe Ribeiro
 
Fisiologia reprodutora humana
Fisiologia reprodutora humanaFisiologia reprodutora humana
Fisiologia reprodutora humana
Felipe Ribeiro
 

Mais de Felipe Ribeiro (8)

Introdução à farmacologia
Introdução à farmacologiaIntrodução à farmacologia
Introdução à farmacologia
 
Encurso IST
Encurso ISTEncurso IST
Encurso IST
 
IST ESCS
IST ESCSIST ESCS
IST ESCS
 
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptxIST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
IST-HIV e HPV Estratégia (1).pptx
 
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptxAula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
Aula 26 - CC e CME IV (Slide).pptx
 
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptx
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptxAula 23 - CC e CME (Slide).pptx
Aula 23 - CC e CME (Slide).pptx
 
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptxAula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
Aula 27 - CC e CME V (Slide).pptx
 
Fisiologia reprodutora humana
Fisiologia reprodutora humanaFisiologia reprodutora humana
Fisiologia reprodutora humana
 

Último

Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Lenilson Souza
 
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
Fabiano Pessanha
 
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdfTCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
ozielgvsantos1
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de espaços    e equipamentoshigienização de espaços    e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdfmapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
AdrianoPompiroCarval
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
walterjose20
 
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasivaPrevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
ClarissaNiederuaer
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
BarbaraKelle
 

Último (9)

Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
 
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
Tecnicas-de-Instrumentacao-Cirurgica-Em-Cirurgia-Geral-e-Em-Videolaparoscopia...
 
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdfTCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
TCC - ALINE PEREIRA BENITES - ABSENTEISMO-E-COVID-19.pdf
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de espaços    e equipamentoshigienização de espaços    e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdfmapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
mapas-mentais---calculo-de-medicacoes_1-3.pdf
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
 
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasivaPrevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
Prevenção/tratamento de Intercorrências na estética minimamente invasiva
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
 

Aula 24 - CC e CME II (Slide).pptx

  • 1. CME
  • 2. 1. (FGV - 2018 - TJ-SC )Após um procedimento de ressuscitação cardiopulmonar, o profissional de enfermagem separou alguns dos materiais utilizados para posterior processamento. Entre esses estavam: cânula de Guedel, máscara de ambú, estetoscópio e lâmina de laringoscópio. Com base nas normas referentes ao processamento de produtos para saúde, o processo indicado, respectivamente, para cada um desses materiais, é: A) esterilização, desinfecção, desinfecção e esterilização; B) desinfecção, esterilização, limpeza e esterilização; C) limpeza, desinfecção, desinfecção e esterilização; D) desinfecção, desinfecção, limpeza e desinfecção; E) esterilização, esterilização, desinfecção e desinfecção. Letra D
  • 3.
  • 4. 2. (FGV - 2013 - TJ-AM) A Resolução - RDC n. 15/12, classifica os Centros de Material e Esterilização – CME, em CME Classe I e Classe II e estabelece boas práticas para o processamento de produtos para saúde. Com base nessa resolução, assinale a afirmativa incorreta. A)O CME Classe I realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa, passíveis de processamento. B) O CME só pode processar produtos compatíveis com a sua capacidade técnica operacional e conforme a sua classificação. C)Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos ao processo de esterilização, após a limpeza e demais etapas do processo. D) A empresa processadora deve realizar todas as fases do processamento, incluindo limpeza, inspeção, preparo e acondicionamento, esterilização, armazenamento e devolução para o serviço de saúde. E) O CME e as empresas processadoras só podem processar produtos para saúde regularizados junto à ANVISA Letra A
  • 5. Art. 5º Para cumprimento desta resolução os CME passam a ser classificados em CME Classe I e CME Classe II. § 1º O CME Classe I é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de processamento. § 2º O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa e não complexa, passíveis de processamento
  • 6. 3. (FGV - 2014 – SUSAM) Sobre as boas práticas para o processamento de produtos para a saúde, assinale a afirmativa correta. A)A área para recepção dos produtos para saúde do CME Classe II deve estar localizada dentro da sala de recepção e limpeza. B)Os produtos para saúde classificados como não críticos devem ser submetidos, no mínimo, ao processo de desinfecção de baixo nível. C)O CME Classe I de uma unidade básica pode possuir apenas barreira técnica entre o setor sujo e os setores limpos, e sala de preparo e esterilização. D) Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos, no mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza. E)As leitoras de indicadores biológicos e as seladoras térmicas devem ser calibradas pelo menos a cada seis meses. Letra A
  • 7. 4. (FGV - 2013 - AL-MT) De acordo com as normas de boas práticas da ANVISA para o processamento de produtos para a saúde, assinale a afirmativa correta. A) O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de processamento. B)Os produtos para saúde classificados como críticos devem ser submetidos, no mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza. C)As leitoras de indicadores biológicos e as seladoras térmicas devem ser calibradas, no mínimo, duas vezes ao ano. D)Os produtos para saúde utilizados na assistência ventilatória e inaloterapia, poderão ser submetidos à desinfecção com a utilização de saneantes a base de aldeídos. E)Os produtos para saúde classificados como semicríticos são aqueles que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas. Letra E
  • 8. 5. (FGV - 2016 - SEE-PE) A desinfecção é o processo de destruição de microrganismos como bactérias na forma vegetativa (não esporuladas), fungos, vírus e protozoários. Esse processo pode ser dividido em níveis baixo, médio e alto, de acordo com o espectro de destruição dos microrganismos. Assinale a opção que indica um composto usado na desinfecção de nível médio. A) Glutaraldeído 2%. B) Álcool a 70%. C) Quaternário de amônia. D) Ácido peracético. E) Peróxido de hidrogênio 3%. Letra B
  • 10. Desinfecção de alto nível Desinfecção de nível intermediário Desinfecção de baixo nível Gluteraldeído Álcool Quaternário de amônio Ácido peracético Hipoclorito de sódio 1% Hipoclorito a 0,2% Peróxido de hidrogênio Cloro orgânico Fenol
  • 11. ANVISA RDC 35/2010 DESINFECÇÃO -processo físico ou químico que destrói a maioria dos microrganismos patogênicos de objetos inanimados e superfícies, com exceção de esporos bacterianos, podendo ser de baixo, intermediário ou alto nível. DESINFECÇÃO DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO -processo físico ou químico que destrói microrganismos patogênicos, micobactérias, maioria dos vírus e fungos, de objetos inanimados e superfícies.
  • 12. ANVISA RDC 35/2010 DESINFECÇÃO DE ALTO NÍVEL - processo físico ou químico que destrói todos os microrganismos de artigos semicríticos, exceto um número elevado de esporos bacterianos. ESTERILIZAÇÃO - processo validado que serve para fazer um artigo crítico e/ou semicrítico livre de todas as formas viáveis de microrganismos.
  • 13. Limpeza de superfície PRODUTO Compostos quaternários de amônio RESUMO Características: bactericida, virucida (somente contra vírus lipofílicos ou envelopados) e fungicida. Não apresenta ação tuberculicida e virucida. É pouco corrosivo e tem baixa toxicidade. Indicação: superfícies fixas, incluindo ambiente de nutrição e neonatologia (sem a presença dos neonatos). energia, Mecanismo de ação: inativação de enzimas produtoras de desnaturação de proteínas e quebra da membrana celular. Desvantagens: pode ser inativado em presença de matéria orgânica. Álcool álcoois etílico e o isopropílico Características: bactericida, virucida, fungicida e tuberculocida. Não é esporicida. Fácil aplicação e ação imediata. Mecanismo de ação: desnaturação das proteínas que compõem a parede celular dos microrganismos. Desvantagens: inflamável, volátil, opacifica acrílico, resseca plásticos e borrachas; ressecamento da pele. Concentração de uso: 60% a 90% em solução de água volume/volume.
  • 14. Limpeza de superfície PRODUTO RESUMO Ácido peracético Características: é um desinfetante para superfícies fixas e age por desnaturação das proteínas, alterando a permeabilidade da parede celular, oxidando as ligações sulfidril e sulfúricas em proteínas e enzimas. Tem uma ação bastante rápida sobre os microrganismos, inclusive sobre os esporos bacterianos em baixas concentrações de 0,001 a 0,2%. É efetivo em presença de matéria orgânica. Apresenta baixa toxicidade. Indicação: desinfetante para superfícies. Glutaraldeídeo Desinfecção de alto nível e esterilização de artigos termossensíveis com tempo de exposição entre 8 e 10 horas. Uso proibido Compostos liberadores de cloro ativo – Inorgânico hipocloritos de sódio, cálcio e de lítio Características: bactericida, virucida, fungicida, tuberculicida e esporicida, dependendo da concentração de uso. Apresentação líquida ou pó; amplo espectro; ação rápida e baixo custo. Indicação: desinfecção de superfícies fixas. Mecanismo de ação: o exato mecanismo de ação ainda não está completamente elucidado. Desvantagens: instável (afetado pela luz solar, temperatura >25ºC e pH ácido). Inativo em presença de matéria orgânica; corrosivo para metais; odor desagradável, e pode causar irritabilidade nos olhos e mucosas. Concentração de uso: desinfecção 0,02% a 1,0%.
  • 17.
  • 18. Gluteraldedeído • Amplo espectro de ação; • Estabilidade e compatibilidade com PPS; • Não é corrosivo ao metal; • pH ácido; • Pode ser alcalinizado por uma solução alcalinizante e atinge o pH de 7,5 a 8,5 e passa a ter ação esporicida; • Modo de ação: alteração do RNA e DNA e da síntese proteíca. • Vedado uso nos materiais de assistência ventilatória. • Alternativa de uso: ácido peracético, peróxido de hidrogênio e soluções cloradas.
  • 19. Formaldeído Proibido pela ANVISA para desinfecção química; Somente possível uso o vapor em autoclave com exaustão no final;
  • 20. Ácido peracético • Associação de ácido acético + peróxido de hidrogênio; • Ação rápida; • Tem ação mesmo na presença de matéria orgânica; • Uso por método manual para desinfecção, inclusive de produtos de assistência ventilatória; • Esterilização de dializadores e linhas de hemodiálise; • Baixa toxicidade, é esporicida, mesmo na presença de matéria orgânica. • Age em baixas temperaturas.
  • 21. Ácido peracético MECANISMO DE AÇÃO -desnaturação de proteína, destruição da parede celular, oxidação de proteínas e enzimas; DESVANTAGENS -poder corrosivo em cobre, latão, bronze, aço comum e ferro. Pode ser reduzido esse efeito com associações de agentes neutralizantes.
  • 22. Peróxido de hidrogênio Concentração de 3 a 7,5%; É esporicida a 7% em 6 horas de exposição; Usados para capilares e linhas de hemodiálise Mecanismo de ação: - produz radicais livres e atacam as membranas lipídicas e o DNA.
  • 23. Soluções cloradas • Grupo dos halogênios; • Hipoclorito de sódio – líquido, hipoclorito de cálcio- sólido; • Não agem na presença de matéria orgânica; • Ação depende da luminosidade de ambiente, frascos vedados e temperatura; • É corrosivo para metais, incompatível com detergente, ação descolorante, odor forte, irritante para mucosa do trato respiratório.
  • 24. Soluções cloradas MECANISMO DE AÇÃO - oxidação de enzimas, inibe a síntese proteíca, quebra do DNA. VANTAGENS - custo baixo e baixa toxicidade
  • 25. Soluções cloradas Superfície limpa – 0,025% por 10min e 0,5% (visando a eliminação do Clostridium sp); Inaloterapia e oxigenoterapia: 0,1% por 30 min. Enxágue abundante para evitar toxicidade.
  • 26. 6. (FGV - 2015 - TCE-SE) Com base nos requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde, analise as afirmativas a seguir: I.- Os produtos para saúde classificados como semicríticos devem ser submetidos, no mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a limpeza. II.- O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos deve ser registrado uma vez ao dia, de preferência, no primeiro ciclo de esterilização. III.-No monitoramento do processo de esterilização dos produtos para saúde implantáveis, deve ser adicionado um indicador biológico a cada carga. Está correto somente o que se afirma em: A) I; B) II; C) III; D) I e II; E) I e III. Letra E