Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp.
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Prof. Claudio Bernardi Stringari
Guaramirim, 14 de Abril de 2015.
ENGENHARIA DA QUALIDADE
Resumo Módulos 01 e
02
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ENGENHARIA DA QUALIDADE
Introdução à Qualidade
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Linha do Tempo da Qualidade
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Linha do Tempo da Qualidade
1° Revolução Industrial – Era do Vapor
1760 a 1860
• 1760 - Primeiras máquinas práticas movidas
a vapor.
• 1803 – 1811 - Criação da 1° Linha de
montagem padronizada (de mosquetes) por
Eli Whitney nos EUA
• A Inglaterra produz produtos com baixa
qualidade e alto volume, dominando
mercados nas Américas, África, Índia e
China.
Fábrica “movida a
vapor”
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2° Revolução Industrial – Era da
Eletricidade 1860 a 1939
• 1876 - Necessidade de controle mais
apurado da qualidade: Administração
científica (Taylor)
• 1914 - Máquinas elétricas práticas dão
maior agilidade à produção (Surge o
primeiro movimento para a produção em
massa: o Fordismo);
• 1924 – aceitação por amostragem com
foco corretivo (Dodge&Romig);
• 1924 – criação dos primeiros gráficos de
controle, foco preventivo (Dr. Shewart)
• 1935 – Primeira norma de métodos
estatísticos e padronização BS600 (E.S.
Pearson)
Típico produto movido
a Motores elétricos
Linha do Tempo da Qualidade
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Período Moderno - 2° Guerra Mundial
até os anos 90 do século XX
• 1939 – 1945 Intensificação da produção em
massa, normas de guerra dos EUA,
• 1946 – Criação da União Japonesa de Engenheiros
(JUSE)
• 1950 e 1956 – Seminários de Deming (CQ) e Juran
(Administração)
• 1950 – 1960 Teorias motivacionais
(Maslow/Herzberg)
• 1959 Surgem as normas MIL STD Q-9858
Programas de Qualidade p/fornecedores das forças
armadas (EUA)
• 1962 – Criação dos CCQ – Kaoru Ishikawa
• 1979 a 1987 – Desenvolvimento e publicação das
normas ISO 9001
• 1990 em diante: Globalização, guerra comercial
aberta
Montagem de
Computadores –
1980
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Período Moderno - 2° Guerra Mundial
• Principais características:
• Uso intensivo das técnicas
de controle da qualidade
durante a guerra;
• Normalização das
especificações por normas
militares;
• Uso da normalização
como base do treinamento
dentro da indústria (TWI);
• Avanço tecnológico sem
igual na história da
humanidade.
Linhas de Jipes feitas pela
produção em massa norte
americana
Treinamento capacitando as mulheres a
ocuparem o lugar da mão de obra masculina
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Período Moderno – do Pós guerra até os anos 70
do século XX - Ocidente
• Principais características:
• Criação das primeiras
associações de engenheiros da
qualidade: American Society for
Quality Control (ASQC) e Japan
Union of Scientists and Engineers
– JUSE);
• Auxílio na reconstrução do Japão
no Pós Guerra;
• Primeira abordagem sistêmica da
qualidade publicada por Juran;
• Criação do conceito de Controle
da Qualidade Total – TQC por
Feigenbaun;
• Programa Zero Defeito, de
Crosby;
• EUA perdem competitividade.
Automóvel, 1947
TV Philco
Predicta,
1950
Telefone, anos 70
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Linha do Tempo da Qualidade
Qualidade no Século XXI
• 2000 – Foco em Gestão da Qualidade, com
a revisão da norma ISO 9001:2000: Reflete
o foco no cliente, não no produto
• 2000-em diante – Divulgação dos conceitos
de Seis sigma criados na Motorola em
meados dos anos 1980 e difundidos pelo
sucesso da GE conduzida por Jack Welch
até 2001.
• 2001 – Lançamento do livro O Modelo
Toyota, que acelera o processo de
popularização do Lean Manufacturing
iniciado nos anos 1980 com o livro “A
máquina que mudou o mundo”
• 2008 – Nova revisão da norma ISO 9001.
Fábrica moderna da
Volkswagen do Brasil
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As Eras da Qualidade
• Inspeção;
– Foco na verificação
• Controle Estatístico do Processo;
– Foco no controle;
• Garantia da Qualidade;
– Foco na coordenação;
• Gestão da Qualidade.
– Foco no impacto estratégico da qualidade
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Conceitos de Qualidade
“A Qualidade é
subjetiva e
objetiva” -
Shewhart
Qualidade é a
satisfação das
necessidades
dos clientes em
primeiro lugar -
Deming
Qualidade é a
composição total
das características
da empresa por
meio das quais os
produtos atenderão
às expectativas dos
clientes –
Feigenbaum.
Qualidade é
conformidade
com as
especificações. -
Crosby
Qualidade é
satisfazer
radicalmente o
cliente, para ser
agressivamente
competitivo. –
Ishikawa.
Qualidade é a
diminuição das
perdas geradas por
um produto, desde a
produção até seu
uso pelos clientes -
Taguchi
Controle estatístico
do processo
TQM
TQC
TQC
TQM
Toyotismo
- JIT
Seis
Sigma
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• Todos mostram mostram os paradigmas
característicos de cada era da qualidade
e...
• Possuem em comum a preocupação com
o cliente.
• Como um exemplo...
Conceitos de Qualidade
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Conceito da Qualidade de Deming
•Foco em resultados por
meio de métodos;
•Problemas devem ser
resolvidos, não
acobertados;
•Deve-se dar prioridade
máxima às preocupações
do cliente;
•Os produtos ou serviços
gerados devem exceder as
expectativas do cliente.
A Reação em Cadeia de Deming
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Pergunta...
Este conceito parece fora de lugar
em 2015, 65 anos depois de ter
sido formulado?
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• Não! É bem atualizado!
• E Juran ainda complementou que:
“qualidade é a liberdade de deficiências”,
• Isto levou à compreensão de que a
produção com maior qualidade possui seu
maior efeito na redução dos custos de
fabricação e aumento da margem de
contribuição!
+ Conceitos de Qualidade
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Envolvimento das Pessoas no
Esforço pela Qualidade
Qualidade Estratégica – Aula 01
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O Ser Humano...
• É componente fundamental das
organizações;
• É capaz de conduzir transformações nas
organizações;
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O Ser Humano...
• É difícil de: avaliar, compreender, envolver
e desenvolver de forma adequada.
• Vale a pena empenhar-se pelo elemento
humano?
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Por que Desenvolver o Ser Humano?
• Ele oferece os melhores e maiores
retornos;
• O ser humano é adaptável.
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Por que Desenvolver o Ser Humano?
• Sua capacidade envolve:
– Geração de soluções criativas;
– Sugestão de métodos de trabalho mais
rápidos, eficazes e baratos;
– Podem prever situações específicas em
processos e produtos.
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Como as pessoas interagem numa
empresa?
• De duas formas:
1.Entre a organização e as pessoas
2.Entre as pessoas.
• Resumindo: tanto pelas vias
formais da empresa quanto
pelas informais.
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Consolidando as Interações
• As interações entre pessoas são mais sólidas
quando vão além das meras trocas de
informações;
• É preciso definir referenciais que
criem modelos práticos de conduta
das pessoas;
• Estes modelos são, principalmente,
criados a partir de:
– Exemplos institucionais;
– Exemplo das pessoas.
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Motivação para a Qualidade
Significa: mostrar às pessoas por que fazer e
determina nelas o querer fazer.
Geram-se motivos!
É intransferível!
Ninguém motiva ninguém. As pessoas motivam-se!
Existem posturas gerenciais que ajudam a motivar,
ou prejudicam esta motivação...
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Motivação para a Qualidade
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Evidenciando a Motivação...
• Podemos evidenciá-la por meio de posturas conscientes
na empresa:
– Busca por maior qualificação pela mão de obra;
• Exemplo: cursos sob demanda.
– Ações coletivas na base da organização para a
solução de problemas do trabalho;
• Exemplo: grupos de CCQ.
– Ações espontâneas, não associadas a recompensas.
• Exemplo: caixas de sugestão.
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Vantagens e Desvantagens do
Envolvimento das Pessoas
• VANTAGENS
• Resultados históricos do
envolvimento das pessoas
para a qualidade são bem
conhecidos, facilitando sua
aceitação;
• Investimento elevado com
retornos significativos que
justificam o esforço.
• Normalmente, o que vale para
as organizações vale para as
pessoas (gera identificação).
• DESVANTAGENS
• Não há desvantagens, há
dificuldades;
– Existe um excesso de
opções de desenvolvimento
– As estratégias bem
sucedidas em um ambiente
podem falhar em outro.
– Todo envolvimento de
pessoas exige bom
entendimento da cultura da
organização, o que não é
fácil.
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Concluindo...
• A transição para a dimensão estratégica
pode ser considerada como decorrente:
– Do uso dos conceitos de indicadores;
– Das estratégias de envolvimento da mão-de-
obra (cada vez mais complexa);
– Do crescente aumento de competitividade
das organizações.
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A TRANSIÇÃO PARA A
DIMENSÃO ESTRATÉGICA DA
QUALIDADE
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Comportamento Estratégico das
Organizações...
• Revelado pelas seguintes preocupações
básicas:
– Com a existência da organização;
– Com sua atuação junto à sociedade;
– Com o desenvolvimento de seu processo produtivo;
– Com a visão de futuro da organização.
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Qual o fator determinante para a
Qualidade ?
• CONCORRÊNCIA!
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Dimensão Estratégica
• Pressupostos básicos:
– A gestão estratégica trata dos meios para a
sobrevivência da organização;
– A qualidade tem papel fundamental na
sobrevivência das organizações;
– A dimensão estratégica da qualidade é
caracterizada por:
• Visão;
• Princípios;
• Métodos.
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O Impacto nas Pessoas do conceito
Estratégico da Qualidade
• As atuações profissionais e
institucionais são similares;
• Os objetivos da qualidade
das organizações dependem
e aplicam-se também às
pessoas;
• As pessoas sofrem também
com a concorrência
• A qualidade da ação
profissional é um diferencial
considerável
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Qualidade Adaptada às Pessoas
● O que vale para as organizações vale para as pessoas;
● Vivemos em um ambiente competitivo;
● Exigência maior por resultados cada vez melhores;
● Espera-se que as pessoas superem as expectativas
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Qualidade Adaptada às Pessoas
• O diferencial atual não é fazer tudo o
que for compatível com a função, mas
sim o que for a mais além disso.
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Concluindo
• O que torna a produção e a avaliação da
qualidade um fator estratégico é a visão que
as pessoas da organização tem do assunto.
• Por isso o primeiro passo para a implantação
da visão estratégica das organizações é a
criação desta visão nas pessoas ( o mesmo
pode ser dito para a concepção da estratégia
de toda a organização).
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Dimensão Estratégica da Qualidade
• Mostra que a qualidade tem impacto decisivo na
sobrevivência da organização.
• Implica a priorização dos esforços de pessoas e
setores para o pleno atendimento do ambiente
onde a empresa atua;
• Isto inclui a sociedade como um todo (clientes,
fornecedores, concorrentes, governo, meio
ambiente, etc.)
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Principais Estratégias da Qualidade Operacional
Organizar o Processo para a Qualidade
• Organização das ações comuns de produção
para a produção da qualidade:
– Organização do processo produtivo (Kanban, JIT);
– Criação de novas estruturas de produção (e.g.
processos em célula, etc.);
– Desenvolvimento de novas estruturas internas
nos setores (novas formas de agir);
– Reorganização do espaço físico;
– Melhoria do acesso e uso aos equipamentos.
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Principais Estratégias da Qualidade Operacional
Envolvimento dos recursos humanos
• Técnicas de motivação para a
qualidade e modelos de formação e
qualificação de mão de obra:
– Centros de formação de aprendizes;
– Implantação do CCQ;
– Implantação de sistemas de sugestões;
– Investimentos na formação profissional de
colaboradores;
– Auxílios escolares;
– Etc. 38
http://vilacultural.com.br/blog/?tag=motivacao-
e-qualidade-de-vida-para-equipes
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Principais Estratégias da Qualidade Operacional
Planejamento do Processo para a Qualidade
• Puxar o processo a partir da demanda
(princípio do lean manufacturing):
– Sistema de produção puxada;
• Kanban
• Redução de estoques;
• Nivelamento de produção;.
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Principais Estratégias da Qualidade Operacional
Produção da Qualidade no Processo
• Inserir a qualidade nas atividades de processo
e em todos os elementos que o compõe.
– Programas zero defeito;
– Programas de eliminação de erros;
40
http://qualidadeonline.wordpress.com/20
10/02/01/poka-yoke/
http://www.totalqualidade.c
om.br/2009/10/gurus-da-
qualidade-os-gurus-
que.html
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Vantagens e Desvantagens
Da Visão da Qualidade Operacional
VANTAGENS
 Criação de visão de
conjunto, para a
obtenção de melhorias
gerais do processo;
 Gerar resultados
rápidos;
DESVANTAGENS
• Todas as estratégias
dependem da pessoa
do gestor;
• As ações (que geram
resultados rápidos) tem
maior prioridade do que
as estratégias em si
(Sustentabilidade ruim)
• Risco de desconsiderar
as necessidades dos
clientes.
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Componente Tático da
Qualidade
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Diferença entre Operacional e Tático
http://www.efdeportes.com/efd95/inici.htm
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Gestão Tática
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Características do nível tático
de gestão
● Modelo
“intermediário”;
● Onde se decide
como viabilizar as
decisões
estratégicas;
● Difícil de ser
definida....
Visão
Estratégica
Visão
Tática
Visão
Operacional
Estratégias
Gestão por
indicadores
Planos de
Ação
OperaçãoMedição
Acompanhamento
estratégico
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Gestão da Qualidade com
Base em Indicadores
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Características Essenciais de um
Indicador
1. Definido com bases quantitativas, ou seja, é
mensurável e sempre expresso em números;
2. Todo indicador avalia, direta ou indiretamente,
o impacto do produto final sobre o consumidor.
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Os Indicadores e a Gestão da
Qualidade
• A concepção e o uso prático de indicadores
permitiram tratar a avaliação da qualidade de
modo amplo, com efeito na gestão das
organizações;
• Os indicadores mostraram que é possível realizar
a avaliação da qualidade de modo amplo e
objetivo devido aos dados quantitativas;
• Os indicadores propõe , desenvolve, aplicam e
comparam situações reais com os padrões a elas
associados (comparativo por meio da ”distância
entre perfis”) 48
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Gestão da Qualidade com Base em
Indicadores– Vantagens e Desvantagens
VANTAGENS
 Passo relevante para a
implementação de modelos
participativos de gestão;
 Forçam as pessoas a
pensarem e agirem de
forma objetiva;
 Agregou à gestão da
qualidade a noção de
melhoria passível de
medição quantitativa;
 Criação de um processo
participativo na avaliação
da qualidade.
DESVANTAGENS
• Algumas empresas
entendem que o processo
participativo de definição de
indicadores pode definir
indicadores inadequados,
que podem desde aumentar
o custo da medição até
descaracterizar o processo
de avaliação da qualidade;
• Quando a empresa não
possui uma política da
qualidade definida e
conhecida, fica difícil o
estabelecimento de um
processo de avaliação da
qualidade com base em
indicadores.
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Qualidade: a Transição Crítica
• Qual é o elemento com maior impacto
sobre a decisão de produzir com
qualidade?
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Duas Características da Transição da Qualidade
do Plano Tático ao Estratégico
• As empresas não tem opção quanto à concorrência, ela
existe, deve ser encarada e vencida. Daí a relevância da
identificação das ações estratégicas, entre elas a
adoção da qualidade.
• Os conceitos e métodos do planejamento estratégico
passam a ter grande ênfase nas grandes organizações.
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Os Métodos da Dimensão Estratégica da
Qualidade
• Adequação ao uso;
• Relação direta entre as áreas produtivas da organização
e os consumidores;
• Diferenciação de clientes e consumidores;
• Atenção ao ambiente global;
• Qualidade globalizada;
• Multiplicidade de itens;
• Evolução;
• Antecipação das mudanças;
• Aceitação crescente de bens e serviços;
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Os Métodos da Dimensão Estratégica da
Qualidade
• Confiança no processo de produção;
• Atribuição de elevados níveis de valor ao produto;
• Confiança na imagem e na marca;
• Atenção ao meio ambiente;
• Ação social das organizações
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Os Métodos da Dimensão Estratégica da
Qualidade
• A aplicação intensiva dos conceitos estratégicos, levou
as organizações a buscarem modelos de
desdobramento da qualidade e da excelência, tais
como:
– Gestão da Qualidade Total – TQM (Total Quality Management);
– ISO 9001:1987 – 1994 – 2000 – 2008;
– Prêmios da Qualidade (Critérios de Excelência);
– Programas de Lean manufacturing;
– Gestão por processos;
– Outras técnicas e programas de melhoria
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Bons Estudos!
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Aula 07 resumo modulos 01 e 02 2015 01

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  • 2.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 2 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton ENGENHARIA DA QUALIDADE Introdução à Qualidade
  • 3.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 3 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade http://src.odiario.com/Imagem/2011/01/19/g_201630407.jpg
  • 4.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 4 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade 1° Revolução Industrial – Era do Vapor 1760 a 1860 • 1760 - Primeiras máquinas práticas movidas a vapor. • 1803 – 1811 - Criação da 1° Linha de montagem padronizada (de mosquetes) por Eli Whitney nos EUA • A Inglaterra produz produtos com baixa qualidade e alto volume, dominando mercados nas Américas, África, Índia e China. Fábrica “movida a vapor”
  • 5.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 5 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton 2° Revolução Industrial – Era da Eletricidade 1860 a 1939 • 1876 - Necessidade de controle mais apurado da qualidade: Administração científica (Taylor) • 1914 - Máquinas elétricas práticas dão maior agilidade à produção (Surge o primeiro movimento para a produção em massa: o Fordismo); • 1924 – aceitação por amostragem com foco corretivo (Dodge&Romig); • 1924 – criação dos primeiros gráficos de controle, foco preventivo (Dr. Shewart) • 1935 – Primeira norma de métodos estatísticos e padronização BS600 (E.S. Pearson) Típico produto movido a Motores elétricos Linha do Tempo da Qualidade 5
  • 6.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 6 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno - 2° Guerra Mundial até os anos 90 do século XX • 1939 – 1945 Intensificação da produção em massa, normas de guerra dos EUA, • 1946 – Criação da União Japonesa de Engenheiros (JUSE) • 1950 e 1956 – Seminários de Deming (CQ) e Juran (Administração) • 1950 – 1960 Teorias motivacionais (Maslow/Herzberg) • 1959 Surgem as normas MIL STD Q-9858 Programas de Qualidade p/fornecedores das forças armadas (EUA) • 1962 – Criação dos CCQ – Kaoru Ishikawa • 1979 a 1987 – Desenvolvimento e publicação das normas ISO 9001 • 1990 em diante: Globalização, guerra comercial aberta Montagem de Computadores – 1980 Linha do Tempo da Qualidade 6
  • 7.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 7 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno - 2° Guerra Mundial • Principais características: • Uso intensivo das técnicas de controle da qualidade durante a guerra; • Normalização das especificações por normas militares; • Uso da normalização como base do treinamento dentro da indústria (TWI); • Avanço tecnológico sem igual na história da humanidade. Linhas de Jipes feitas pela produção em massa norte americana Treinamento capacitando as mulheres a ocuparem o lugar da mão de obra masculina 7
  • 8.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 8 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno – do Pós guerra até os anos 70 do século XX - Ocidente • Principais características: • Criação das primeiras associações de engenheiros da qualidade: American Society for Quality Control (ASQC) e Japan Union of Scientists and Engineers – JUSE); • Auxílio na reconstrução do Japão no Pós Guerra; • Primeira abordagem sistêmica da qualidade publicada por Juran; • Criação do conceito de Controle da Qualidade Total – TQC por Feigenbaun; • Programa Zero Defeito, de Crosby; • EUA perdem competitividade. Automóvel, 1947 TV Philco Predicta, 1950 Telefone, anos 70 8
  • 9.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 9 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade Qualidade no Século XXI • 2000 – Foco em Gestão da Qualidade, com a revisão da norma ISO 9001:2000: Reflete o foco no cliente, não no produto • 2000-em diante – Divulgação dos conceitos de Seis sigma criados na Motorola em meados dos anos 1980 e difundidos pelo sucesso da GE conduzida por Jack Welch até 2001. • 2001 – Lançamento do livro O Modelo Toyota, que acelera o processo de popularização do Lean Manufacturing iniciado nos anos 1980 com o livro “A máquina que mudou o mundo” • 2008 – Nova revisão da norma ISO 9001. Fábrica moderna da Volkswagen do Brasil 9
  • 10.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 10 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton As Eras da Qualidade • Inspeção; – Foco na verificação • Controle Estatístico do Processo; – Foco no controle; • Garantia da Qualidade; – Foco na coordenação; • Gestão da Qualidade. – Foco no impacto estratégico da qualidade
  • 11.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 11 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Conceitos de Qualidade “A Qualidade é subjetiva e objetiva” - Shewhart Qualidade é a satisfação das necessidades dos clientes em primeiro lugar - Deming Qualidade é a composição total das características da empresa por meio das quais os produtos atenderão às expectativas dos clientes – Feigenbaum. Qualidade é conformidade com as especificações. - Crosby Qualidade é satisfazer radicalmente o cliente, para ser agressivamente competitivo. – Ishikawa. Qualidade é a diminuição das perdas geradas por um produto, desde a produção até seu uso pelos clientes - Taguchi Controle estatístico do processo TQM TQC TQC TQM Toyotismo - JIT Seis Sigma
  • 12.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 12 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton • Todos mostram mostram os paradigmas característicos de cada era da qualidade e... • Possuem em comum a preocupação com o cliente. • Como um exemplo... Conceitos de Qualidade
  • 13.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 13 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Conceito da Qualidade de Deming •Foco em resultados por meio de métodos; •Problemas devem ser resolvidos, não acobertados; •Deve-se dar prioridade máxima às preocupações do cliente; •Os produtos ou serviços gerados devem exceder as expectativas do cliente. A Reação em Cadeia de Deming
  • 14.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 14 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Pergunta... Este conceito parece fora de lugar em 2015, 65 anos depois de ter sido formulado?
  • 15.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 15 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton • Não! É bem atualizado! • E Juran ainda complementou que: “qualidade é a liberdade de deficiências”, • Isto levou à compreensão de que a produção com maior qualidade possui seu maior efeito na redução dos custos de fabricação e aumento da margem de contribuição! + Conceitos de Qualidade
  • 16.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 16 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Envolvimento das Pessoas no Esforço pela Qualidade Qualidade Estratégica – Aula 01
  • 17.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 17 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Ser Humano... • É componente fundamental das organizações; • É capaz de conduzir transformações nas organizações;
  • 18.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 18 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Ser Humano... • É difícil de: avaliar, compreender, envolver e desenvolver de forma adequada. • Vale a pena empenhar-se pelo elemento humano?
  • 19.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 19 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Por que Desenvolver o Ser Humano? • Ele oferece os melhores e maiores retornos; • O ser humano é adaptável.
  • 20.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 20 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Por que Desenvolver o Ser Humano? • Sua capacidade envolve: – Geração de soluções criativas; – Sugestão de métodos de trabalho mais rápidos, eficazes e baratos; – Podem prever situações específicas em processos e produtos.
  • 21.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 21 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Como as pessoas interagem numa empresa? • De duas formas: 1.Entre a organização e as pessoas 2.Entre as pessoas. • Resumindo: tanto pelas vias formais da empresa quanto pelas informais.
  • 22.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 22 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Consolidando as Interações • As interações entre pessoas são mais sólidas quando vão além das meras trocas de informações; • É preciso definir referenciais que criem modelos práticos de conduta das pessoas; • Estes modelos são, principalmente, criados a partir de: – Exemplos institucionais; – Exemplo das pessoas.
  • 23.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 23 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Motivação para a Qualidade Significa: mostrar às pessoas por que fazer e determina nelas o querer fazer. Geram-se motivos! É intransferível! Ninguém motiva ninguém. As pessoas motivam-se! Existem posturas gerenciais que ajudam a motivar, ou prejudicam esta motivação...
  • 24.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 24 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Motivação para a Qualidade
  • 25.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 25 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Evidenciando a Motivação... • Podemos evidenciá-la por meio de posturas conscientes na empresa: – Busca por maior qualificação pela mão de obra; • Exemplo: cursos sob demanda. – Ações coletivas na base da organização para a solução de problemas do trabalho; • Exemplo: grupos de CCQ. – Ações espontâneas, não associadas a recompensas. • Exemplo: caixas de sugestão.
  • 26.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 26 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Vantagens e Desvantagens do Envolvimento das Pessoas • VANTAGENS • Resultados históricos do envolvimento das pessoas para a qualidade são bem conhecidos, facilitando sua aceitação; • Investimento elevado com retornos significativos que justificam o esforço. • Normalmente, o que vale para as organizações vale para as pessoas (gera identificação). • DESVANTAGENS • Não há desvantagens, há dificuldades; – Existe um excesso de opções de desenvolvimento – As estratégias bem sucedidas em um ambiente podem falhar em outro. – Todo envolvimento de pessoas exige bom entendimento da cultura da organização, o que não é fácil.
  • 27.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 27 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Concluindo... • A transição para a dimensão estratégica pode ser considerada como decorrente: – Do uso dos conceitos de indicadores; – Das estratégias de envolvimento da mão-de- obra (cada vez mais complexa); – Do crescente aumento de competitividade das organizações.
  • 28.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 28 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton A TRANSIÇÃO PARA A DIMENSÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE
  • 29.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 29 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Comportamento Estratégico das Organizações... • Revelado pelas seguintes preocupações básicas: – Com a existência da organização; – Com sua atuação junto à sociedade; – Com o desenvolvimento de seu processo produtivo; – Com a visão de futuro da organização. 29
  • 30.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 30 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qual o fator determinante para a Qualidade ? • CONCORRÊNCIA! 30
  • 31.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 31 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Dimensão Estratégica • Pressupostos básicos: – A gestão estratégica trata dos meios para a sobrevivência da organização; – A qualidade tem papel fundamental na sobrevivência das organizações; – A dimensão estratégica da qualidade é caracterizada por: • Visão; • Princípios; • Métodos.
  • 32.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 32 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Impacto nas Pessoas do conceito Estratégico da Qualidade • As atuações profissionais e institucionais são similares; • Os objetivos da qualidade das organizações dependem e aplicam-se também às pessoas; • As pessoas sofrem também com a concorrência • A qualidade da ação profissional é um diferencial considerável
  • 33.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 33 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade Adaptada às Pessoas ● O que vale para as organizações vale para as pessoas; ● Vivemos em um ambiente competitivo; ● Exigência maior por resultados cada vez melhores; ● Espera-se que as pessoas superem as expectativas 33
  • 34.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 34 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade Adaptada às Pessoas • O diferencial atual não é fazer tudo o que for compatível com a função, mas sim o que for a mais além disso. 34
  • 35.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 35 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Concluindo • O que torna a produção e a avaliação da qualidade um fator estratégico é a visão que as pessoas da organização tem do assunto. • Por isso o primeiro passo para a implantação da visão estratégica das organizações é a criação desta visão nas pessoas ( o mesmo pode ser dito para a concepção da estratégia de toda a organização).
  • 36.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 36 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Dimensão Estratégica da Qualidade • Mostra que a qualidade tem impacto decisivo na sobrevivência da organização. • Implica a priorização dos esforços de pessoas e setores para o pleno atendimento do ambiente onde a empresa atua; • Isto inclui a sociedade como um todo (clientes, fornecedores, concorrentes, governo, meio ambiente, etc.)
  • 37.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 37 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Organizar o Processo para a Qualidade • Organização das ações comuns de produção para a produção da qualidade: – Organização do processo produtivo (Kanban, JIT); – Criação de novas estruturas de produção (e.g. processos em célula, etc.); – Desenvolvimento de novas estruturas internas nos setores (novas formas de agir); – Reorganização do espaço físico; – Melhoria do acesso e uso aos equipamentos. 37
  • 38.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 38 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Envolvimento dos recursos humanos • Técnicas de motivação para a qualidade e modelos de formação e qualificação de mão de obra: – Centros de formação de aprendizes; – Implantação do CCQ; – Implantação de sistemas de sugestões; – Investimentos na formação profissional de colaboradores; – Auxílios escolares; – Etc. 38 http://vilacultural.com.br/blog/?tag=motivacao- e-qualidade-de-vida-para-equipes
  • 39.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 39 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Planejamento do Processo para a Qualidade • Puxar o processo a partir da demanda (princípio do lean manufacturing): – Sistema de produção puxada; • Kanban • Redução de estoques; • Nivelamento de produção;. 39
  • 40.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 40 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Produção da Qualidade no Processo • Inserir a qualidade nas atividades de processo e em todos os elementos que o compõe. – Programas zero defeito; – Programas de eliminação de erros; 40 http://qualidadeonline.wordpress.com/20 10/02/01/poka-yoke/ http://www.totalqualidade.c om.br/2009/10/gurus-da- qualidade-os-gurus- que.html
  • 41.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 41 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Vantagens e Desvantagens Da Visão da Qualidade Operacional VANTAGENS  Criação de visão de conjunto, para a obtenção de melhorias gerais do processo;  Gerar resultados rápidos; DESVANTAGENS • Todas as estratégias dependem da pessoa do gestor; • As ações (que geram resultados rápidos) tem maior prioridade do que as estratégias em si (Sustentabilidade ruim) • Risco de desconsiderar as necessidades dos clientes. 41
  • 42.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 42 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Componente Tático da Qualidade
  • 43.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 43 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Diferença entre Operacional e Tático http://www.efdeportes.com/efd95/inici.htm
  • 44.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 44 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão Tática
  • 45.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 45 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Características do nível tático de gestão ● Modelo “intermediário”; ● Onde se decide como viabilizar as decisões estratégicas; ● Difícil de ser definida.... Visão Estratégica Visão Tática Visão Operacional Estratégias Gestão por indicadores Planos de Ação OperaçãoMedição Acompanhamento estratégico
  • 46.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 46 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão da Qualidade com Base em Indicadores
  • 47.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 47 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Características Essenciais de um Indicador 1. Definido com bases quantitativas, ou seja, é mensurável e sempre expresso em números; 2. Todo indicador avalia, direta ou indiretamente, o impacto do produto final sobre o consumidor. 47
  • 48.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 48 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Indicadores e a Gestão da Qualidade • A concepção e o uso prático de indicadores permitiram tratar a avaliação da qualidade de modo amplo, com efeito na gestão das organizações; • Os indicadores mostraram que é possível realizar a avaliação da qualidade de modo amplo e objetivo devido aos dados quantitativas; • Os indicadores propõe , desenvolve, aplicam e comparam situações reais com os padrões a elas associados (comparativo por meio da ”distância entre perfis”) 48
  • 49.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 49 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão da Qualidade com Base em Indicadores– Vantagens e Desvantagens VANTAGENS  Passo relevante para a implementação de modelos participativos de gestão;  Forçam as pessoas a pensarem e agirem de forma objetiva;  Agregou à gestão da qualidade a noção de melhoria passível de medição quantitativa;  Criação de um processo participativo na avaliação da qualidade. DESVANTAGENS • Algumas empresas entendem que o processo participativo de definição de indicadores pode definir indicadores inadequados, que podem desde aumentar o custo da medição até descaracterizar o processo de avaliação da qualidade; • Quando a empresa não possui uma política da qualidade definida e conhecida, fica difícil o estabelecimento de um processo de avaliação da qualidade com base em indicadores. 49
  • 50.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 50 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade: a Transição Crítica • Qual é o elemento com maior impacto sobre a decisão de produzir com qualidade? 50
  • 51.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 51 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Duas Características da Transição da Qualidade do Plano Tático ao Estratégico • As empresas não tem opção quanto à concorrência, ela existe, deve ser encarada e vencida. Daí a relevância da identificação das ações estratégicas, entre elas a adoção da qualidade. • Os conceitos e métodos do planejamento estratégico passam a ter grande ênfase nas grandes organizações.
  • 52.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 52 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Adequação ao uso; • Relação direta entre as áreas produtivas da organização e os consumidores; • Diferenciação de clientes e consumidores; • Atenção ao ambiente global; • Qualidade globalizada; • Multiplicidade de itens; • Evolução; • Antecipação das mudanças; • Aceitação crescente de bens e serviços;
  • 53.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 53 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Confiança no processo de produção; • Atribuição de elevados níveis de valor ao produto; • Confiança na imagem e na marca; • Atenção ao meio ambiente; • Ação social das organizações
  • 54.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 54 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • A aplicação intensiva dos conceitos estratégicos, levou as organizações a buscarem modelos de desdobramento da qualidade e da excelência, tais como: – Gestão da Qualidade Total – TQM (Total Quality Management); – ISO 9001:1987 – 1994 – 2000 – 2008; – Prêmios da Qualidade (Critérios de Excelência); – Programas de Lean manufacturing; – Gestão por processos; – Outras técnicas e programas de melhoria
  • 55.
    Prof. Claudio BernardiStringari, Eng. Esp. 55 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Bons Estudos! Até o dia 28/04 !