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Filosofia e Ética
Marcelo Almeida
Aula 5
A ciência e a instrumentalização
da razão
A partir do mundo moderno
(século XVIII), a ciência
se transformou no mais
importante mecanismo
do saber, graças à sua
realidade prática,
que atinge todas as
esferas dimensionais do
humano.
2
http://www.freeimages.com
Com o desenvolvimento da indústria, a sua
influência sobre a civilização proporcionou grandes
desenvolvimentos técnicos, daí a supremacia da
ciência sobre a humanidade.
3
©KirillSmalugov|Dreamstime.com
A ciência e a instrumentalização
da razão
Com o surgimento da ciência moderna,
os pensadores deste período almejavam
e significavam, na razão científica, a
instauração de um mundo melhor, um
ambiente novo, democrático, aberto, igualitário
e livre.
4
A ciência e a instrumentalização
da razão
Mas, a ciência que surgia aprisionou ainda mais
o ser humano em primores da tecnocracia.
O homem passava a ser
entendido por aquilo
que produz, e não por
aquilo que é. Surgiu
uma identidade
materialista baseada
na ordem do
capital e da
industrialização. 5
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A ciência e a instrumentalização
da razão
A industrialização da cultura
Com o desenvolvimento da ciência, surgiu a
técnica, que também passa a ser simbolizada
pelo poder de influências dominantes.
6
Por este viés, a cultura se
tornou um mecanismo de
alienação, perdendo sua
identidade criadora e se
transforma em mercadoria
de exploração.
7
A industrialização da cultura
©MaksymYemelyanov|Dreamstime.com
 A sociedade passa a ser
pautada e medida de
acordo com a sua
evolução produtiva e pelo
seu poder de consumo.
 A tecnologia significará os
braços da dominação
industrial.
8
A industrialização da cultura
©MaksymYemelyanov|Dreamstime.com
Fala Povo Ética e Política
9
Vídeo
Política
Numa democracia, o poder político é exercido
pelas instituições democráticas, constituídas:
Por um lado, pela rede constitucional
(Legislativo, Executivo, Judiciário).
 Por outro lado, pela pluralidade de partidos,
pela sociedade civil organizada e pelos centros
formadores de opinião pública.
10
11
Política
Nesta perspectiva, a Ética nos impulsiona a:
desenvolver uma nova consciência participativa,
junto às classes populares;
buscar a redefinição do papel do Estado,
questionando o modelo de Estado Mínimo proposto
pelo neoliberalismo;
buscar o fortalecimento do poder local, da
municipalização das decisões e das políticas
públicas, para possibilitar uma maior fiscalização e
cobrança da sociedade organizada;
afirmar a pluralidade e a diversidade como valor.
12
Política
Referências
ARANHA, Maria L. Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo:
Moderna,1986.
ALVES, Giovanni. Globalização como processo civilizatório humano-
genérico. In: Estudos de sociologia, Araraquara, 13-14, p. 37-48,
2002/2003.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses
e a centralidade do trabalho. São Paulo: Cortez/Unicamp, 1995.
ARISTÓTELES. A política. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa:
Edições 70, 2008.
PASCAL, Georges. Compreender Kant. Petrópolis: Vozes, 2005.
PECORARO, Rossano. Os filósofos: clássicos da filosofia. Petrópolis:
Vozes; Rio de Janeiro: PUC, 2008. v. 2.
VALLS, Álvaro L. M., O que é ética. Ed. Brasiliense. Coleção Primeiros
Passos. São Paulo. 1986.
VÁZQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2001.
13
Filosofia e Ética
Marcelo Almeida
Atividade 5
(Questão adaptada – UEL) O misterioso da forma
da mercadoria reside no fato de que ela reflete aos
homens as características sociais do seu próprio
trabalho, como características objetivas dos próprios
produtos do trabalho e, ao mesmo tempo, também
da relação social dos produtores com o trabalho total
como uma relação social existente fora deles, entre
objetos.
(Adaptado: MARX, Karl. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 71.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o
tema, é correto afirmar que, para Marx:
15
16
a) As mercadorias, por serem objetos, são
destituídas de qualquer vinculação com os seus
produtores.
b) As mercadorias materializam a harmonia
presente na realização do trabalho alienado.
c) Os trabalhadores, independentemente da
maneira como produzem a mercadoria, são
alijados do processo de produção.
17
d) As mercadorias constituem-se em um elemento
pacificador das relações entre patrões e
trabalhadores.
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de produção, possui caráter fetichista, refletindo
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Aula 05

  • 1. Filosofia e Ética Marcelo Almeida Aula 5
  • 2. A ciência e a instrumentalização da razão A partir do mundo moderno (século XVIII), a ciência se transformou no mais importante mecanismo do saber, graças à sua realidade prática, que atinge todas as esferas dimensionais do humano. 2 http://www.freeimages.com
  • 3. Com o desenvolvimento da indústria, a sua influência sobre a civilização proporcionou grandes desenvolvimentos técnicos, daí a supremacia da ciência sobre a humanidade. 3 ©KirillSmalugov|Dreamstime.com A ciência e a instrumentalização da razão
  • 4. Com o surgimento da ciência moderna, os pensadores deste período almejavam e significavam, na razão científica, a instauração de um mundo melhor, um ambiente novo, democrático, aberto, igualitário e livre. 4 A ciência e a instrumentalização da razão
  • 5. Mas, a ciência que surgia aprisionou ainda mais o ser humano em primores da tecnocracia. O homem passava a ser entendido por aquilo que produz, e não por aquilo que é. Surgiu uma identidade materialista baseada na ordem do capital e da industrialização. 5 ©Philcold|Dreamstime.com A ciência e a instrumentalização da razão
  • 6. A industrialização da cultura Com o desenvolvimento da ciência, surgiu a técnica, que também passa a ser simbolizada pelo poder de influências dominantes. 6
  • 7. Por este viés, a cultura se tornou um mecanismo de alienação, perdendo sua identidade criadora e se transforma em mercadoria de exploração. 7 A industrialização da cultura ©MaksymYemelyanov|Dreamstime.com
  • 8.  A sociedade passa a ser pautada e medida de acordo com a sua evolução produtiva e pelo seu poder de consumo.  A tecnologia significará os braços da dominação industrial. 8 A industrialização da cultura ©MaksymYemelyanov|Dreamstime.com
  • 9. Fala Povo Ética e Política 9 Vídeo
  • 10. Política Numa democracia, o poder político é exercido pelas instituições democráticas, constituídas: Por um lado, pela rede constitucional (Legislativo, Executivo, Judiciário).  Por outro lado, pela pluralidade de partidos, pela sociedade civil organizada e pelos centros formadores de opinião pública. 10
  • 12. Nesta perspectiva, a Ética nos impulsiona a: desenvolver uma nova consciência participativa, junto às classes populares; buscar a redefinição do papel do Estado, questionando o modelo de Estado Mínimo proposto pelo neoliberalismo; buscar o fortalecimento do poder local, da municipalização das decisões e das políticas públicas, para possibilitar uma maior fiscalização e cobrança da sociedade organizada; afirmar a pluralidade e a diversidade como valor. 12 Política
  • 13. Referências ARANHA, Maria L. Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna,1986. ALVES, Giovanni. Globalização como processo civilizatório humano- genérico. In: Estudos de sociologia, Araraquara, 13-14, p. 37-48, 2002/2003. ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do trabalho. São Paulo: Cortez/Unicamp, 1995. ARISTÓTELES. A política. São Paulo: Martins Fontes, 2002. KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70, 2008. PASCAL, Georges. Compreender Kant. Petrópolis: Vozes, 2005. PECORARO, Rossano. Os filósofos: clássicos da filosofia. Petrópolis: Vozes; Rio de Janeiro: PUC, 2008. v. 2. VALLS, Álvaro L. M., O que é ética. Ed. Brasiliense. Coleção Primeiros Passos. São Paulo. 1986. VÁZQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. 13
  • 14. Filosofia e Ética Marcelo Almeida Atividade 5
  • 15. (Questão adaptada – UEL) O misterioso da forma da mercadoria reside no fato de que ela reflete aos homens as características sociais do seu próprio trabalho, como características objetivas dos próprios produtos do trabalho e, ao mesmo tempo, também da relação social dos produtores com o trabalho total como uma relação social existente fora deles, entre objetos. (Adaptado: MARX, Karl. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 71.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que, para Marx: 15
  • 16. 16 a) As mercadorias, por serem objetos, são destituídas de qualquer vinculação com os seus produtores. b) As mercadorias materializam a harmonia presente na realização do trabalho alienado. c) Os trabalhadores, independentemente da maneira como produzem a mercadoria, são alijados do processo de produção.
  • 17. 17 d) As mercadorias constituem-se em um elemento pacificador das relações entre patrões e trabalhadores. e) A mercadoria, no contexto do modo capitalista de produção, possui caráter fetichista, refletindo os aspectos sociais do trabalho.