O PENSAMENTO
    MÍTICO


     o que é mito
   funções do mito
características do mito
      o mito hoje
O mito,
quando vira
uma história,
uma lenda,       As lendas são narrativas fantasiosas
                 contadas por pessoas e transmitidas
ele perde sua    oralmente através dos tempos, podem
                 vistas como fato histórico, mas sem

força de mito.   comprovação.
                 Misturam fatos reais e históricos com
                 acontecimentos que são frutos da
                 fantasia.
                 Os mitos são crenças que possuem um
                 forte componente simbólico.
Entre os povos primitivos, o
mito é uma forma de se situar
no mundo, de encontrar o seu
lugar dentre os demais seres
da natureza.
O mito não obedece à lógica,
nem da verdade empírica, nem
da verdade científica.

É verdade intuída, que não
necessita de provas para ser
aceita.
O ritual é o mito tornado ação.
O mito acomoda e tranquiliza o
homem face a um mundo
assustador;

fixa modelos exemplares de
todas as funções e atividades
humanas;
O ritual atualiza o conhecimento
sagrado que teve lugar no
passado mítico.

O mito é uma primeira fala
sobre o mundo, atribuindo
sentido e acomodando o
homem.
O mito primitivo é sempre um
mito coletivo pois grupo existe
antes do indivíduo.

O homem só tem consciência,
só se reconhece como homem,
fazendo parte do grupo.
O mito é sempre dogmático:
apresenta-se como verdade
que não precisa ser provada e
não admite contestação.
Ritos de
purificação: a
trangressão aos
mitos cria o tabu,
a proibição,
envolto em clima
de terror e
sobrenaturalidade
.
E hoje,
ainda existe o
mito?

A Filosofia
condenou o
mito à morte?
Os três estágios da evolução
humana, propostos por Auguste
Compte:

- o mítico (teológico)
- o filosófico (metafísico)
- o científico (demonstrável)
O homem moderno,
assim como o antigo,
não é só razão,
mas também afetividade
e emoção.
A ciência
também pode
virar um mito,
o da verdade
absoluta.
O mito é a primeira forma de
dar significado ao mundo.
Negá-lo é negar o fundamento
da existência humana.

O mito vive nas artes
populares e permeia nossa
vida diária.
Super heróis dos
quadrinhos,
estrelas da
música e do
cinema
assumem nossa
proteção
imaginária.
Os políticos
prometem levar o
país ao Primeiro
Mundo, prometem a
solução dos
problemas de toda a
população,
prometem educação,
saúde, segurança e
riqueza.
Artistas são
       belos,
    atletas são
      fortes e
   saudáveis.
  O sucesso é
  traduzido em
reconhecimento
 social e poder
   econômico.
As
novelas      valores
trabalha     míticos,
m com a      pré-
luta entre   reflexivos,
             que se
o Bem e      encontram
o Mal:       dentro de
             nós.
Festas de
formatura, Ano
Novo, trotes de
calouros, baile
de debutantes:
ritos de
passagem?
MITO e RAZÃO se
complementam nas nossas
        vidas.

 O mito contemporâneo
apaixona, mas não tem o
caráter existencial do mito
         primitivo.
Como escolher
      nossos modelos de vida?


Fonte: Aranha, Maria Lucia de Arruda – Temas de Filosofia. São
Paulo: Ed. Moderna, 1992
O pensamento mítico

O pensamento mítico

  • 1.
    O PENSAMENTO MÍTICO o que é mito funções do mito características do mito o mito hoje
  • 2.
    O mito, quando vira umahistória, uma lenda, As lendas são narrativas fantasiosas contadas por pessoas e transmitidas ele perde sua oralmente através dos tempos, podem vistas como fato histórico, mas sem força de mito. comprovação. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. Os mitos são crenças que possuem um forte componente simbólico.
  • 3.
    Entre os povosprimitivos, o mito é uma forma de se situar no mundo, de encontrar o seu lugar dentre os demais seres da natureza.
  • 4.
    O mito nãoobedece à lógica, nem da verdade empírica, nem da verdade científica. É verdade intuída, que não necessita de provas para ser aceita.
  • 5.
    O ritual éo mito tornado ação.
  • 6.
    O mito acomodae tranquiliza o homem face a um mundo assustador; fixa modelos exemplares de todas as funções e atividades humanas;
  • 7.
    O ritual atualizao conhecimento sagrado que teve lugar no passado mítico. O mito é uma primeira fala sobre o mundo, atribuindo sentido e acomodando o homem.
  • 8.
    O mito primitivoé sempre um mito coletivo pois grupo existe antes do indivíduo. O homem só tem consciência, só se reconhece como homem, fazendo parte do grupo.
  • 9.
    O mito ésempre dogmático: apresenta-se como verdade que não precisa ser provada e não admite contestação.
  • 10.
    Ritos de purificação: a trangressãoaos mitos cria o tabu, a proibição, envolto em clima de terror e sobrenaturalidade .
  • 11.
    E hoje, ainda existeo mito? A Filosofia condenou o mito à morte?
  • 12.
    Os três estágiosda evolução humana, propostos por Auguste Compte: - o mítico (teológico) - o filosófico (metafísico) - o científico (demonstrável)
  • 13.
    O homem moderno, assimcomo o antigo, não é só razão, mas também afetividade e emoção.
  • 14.
    A ciência também pode virarum mito, o da verdade absoluta.
  • 15.
    O mito éa primeira forma de dar significado ao mundo. Negá-lo é negar o fundamento da existência humana. O mito vive nas artes populares e permeia nossa vida diária.
  • 16.
    Super heróis dos quadrinhos, estrelasda música e do cinema assumem nossa proteção imaginária.
  • 17.
    Os políticos prometem levaro país ao Primeiro Mundo, prometem a solução dos problemas de toda a população, prometem educação, saúde, segurança e riqueza.
  • 18.
    Artistas são belos, atletas são fortes e saudáveis. O sucesso é traduzido em reconhecimento social e poder econômico.
  • 19.
    As novelas valores trabalha míticos, m com a pré- luta entre reflexivos, que se o Bem e encontram o Mal: dentro de nós.
  • 20.
    Festas de formatura, Ano Novo,trotes de calouros, baile de debutantes: ritos de passagem?
  • 21.
    MITO e RAZÃOse complementam nas nossas vidas. O mito contemporâneo apaixona, mas não tem o caráter existencial do mito primitivo.
  • 22.
    Como escolher nossos modelos de vida? Fonte: Aranha, Maria Lucia de Arruda – Temas de Filosofia. São Paulo: Ed. Moderna, 1992