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Geniturinária e Gastrointestinal
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Sistema Geniturinário
• Manutenção do volume e da composição química
dos líquidos corpóreos.
• Depuração dos produtos químicos endógenos e
exógenos.
• Regulação da produção de hemácias pela síntese
de eritropoietina.
• Regulação do metabolismo mineral: cálcio, fósforo
e magnésio.
Principais Funções
Sistema Geniturinário
Fisiologia
Sistema Geniturinário
Curiosidades Patológicas
• A disfunção no sistema geniturinário é muito comum em crianças.
• Disfunções Primárias:
• Uma disfunção primária poder advir de doenças que se originam no rim ou
trato urinário (ex., pielonefrite, displasia ou síndrome nefrótica).
• Disfunções Secundárias:
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eritematoso sistêmico(LES), desidratação e insuficiência cardíaca.
Curiosidades Patológicas
• As anormalidades das muitas
funções do rim aparecem
predominantemente como
alterações no aspecto ou
volume da urina e
anormalidades no equilíbrio
hidroeletrolítico ou ácido-
básico.
Como a produção fetal de urina contribui para o volume de líquido
amniótico, as anomalias renais frequentemente se associam a
redução desse volume (oligoidrâmnio) e, com menor frequência, há
maior volume de liquido amniótico (poliidrâmnio). As anomalias
renais e ureterais ocorrem em 3-4% dos recém nascidos
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Exame Clínico
Anamnese
Uma boa historia
clinica é a chave
principal para o
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doenças do
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Pacientes com
lesão renal
apresenta
queixas que
não guardam
relação direta
com os rins ou
trato urinário
Pacientes
costumam
atribuir aos rins
sintomas que
não decorrem de
lesão no sistema
urinário.
Exame Clínico
Sinais e Sintomas
As principais manifestações
de doenças no sistema
urinário incluem:
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Bexiga Urinária
Exames Complementares
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Endoscopia Renal
Ultrassonografia
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Cintilografia
renal
 Caracterizada pelo aparecimento súbito de urina
escura, hipertensão arterial, edema e azotomia.
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Patologias Relacionadas
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ser classificado em: Glomerulonefrite Aguda e/ou crônica;
Síndrome Nefrítica
Glomerulonefrite
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 A síndrome nefrítica pode evoluir –se durante anos,
chegando a ser crônica;
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manifestações clínicas tornam-se progressivas
levando o indivíduo a insuficiência renal crônica
terminal.
Síndrome Nefrítica
Glomerulonefrite
Crônica
Patologias Relacionadas
• É uma patologia que afeta qualquer parte do aparelho urinário,
desde os rins, a bexiga, até a uretra.
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Infecção Urinária
PIELONEFRITE
• Acomete os rins e
pelve renal
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crônica
CISTITE E URETRITE
• Infecção restrita à
bexiga e/ou a uretra
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sensação dolorosa na
região suprapúbica.
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• Dor sacral que se
acompanha e
desconforto retal e
testicular.
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estão presentes
Patologias Relacionadas
• É uma disfunção na bexiga que faz com que o indivíduo não
consiga controlar sua urina adequadamente devido a alterações no
sistema nervoso.
Bexiga Neurogênica
• Bexiga neurogênica hipoativa:
• É incapaz de se contrair voluntariamente mas não há um esvaziamento
adequado;
• Bexiga neurogênica hiperativa:
• Caracterizada por perda involuntária de urina.
Disfunções Gastrointestinais
• Os distúrbios gastrointestinais podem envolver as anomalias
ligadas ao tubo primitivo, desde a hipofaringe até o esfíncter anal,
• Defeitos da parede, que podem resultar em alterações do trato
gastrointestinal, que irão interferir com o funcionamento e
desenvolvimento desse.
• O sistema gastrointestinal serve para processar e absorver os
nutrientes necessários à manutenção dos processos metabólicos e
ao suporte do desenvolvimento e crescimento.
O que é?
Disfunções Gastrointestinais
• Estômago arredondado e situado horizontalmente
• Esvaziamento gástrico (3 horas em RN e 6 horas em lactentes),
determinando a frequência e quantidade de refeições.
• Devido maior quantidade de líquido extracelular até os 2 anos
de idade, há uma maior perda de líquidos por perdas
insensíveis,
• A taxa de metabolismo é maior devido a grande superfície
corpórea do RN, independente da imaturidade renal que
também colabora na excreção de metabólitos.
• Os RN prematuros apresentam baixa atividade enzimática de
tripsina, lipase e amilase e baixas concentrações de sais
biliares a deficiência de digestão de gorduras.
Características no RN e Lactantes
 relaxamento do esfíncter esofágico inferior. Em RN pode
ser normal pela imaturidade neuromuscular. Reflexo
contínuo pode haver sangramento por irritação de
mucosa.
 Observar sintomas associados, investigando as causas,
reduzindo os episódios.
Disfunções Gastrointestinais
Distúrbios de Motilidade
Vômitos
Refluxo
Gastresofágico
Distúrbios de Motilidade
 pode ser leve ( perda de 5% água), moderada (10%) e
grave (15%). O choque pode acontecer com depleção de
líquido extracelular, taquicardia, e pressão arterial
baixa.
 Aumento no número de evacuações com diminuição na
consistência das fezes. Pode ser aguda ou crônica.
Causas: orgânica, infecção.
Diarreia Desidratação
Distúrbios de Motilidade
 Observar a progressão do objeto quando passar pelo
piloro com radiografia. Pode se feita a esofagoscopia,
com sonda gástrica magnetizada para corpos ionizáveis e
laparoscopia.
 Eliminação de fezes endurecidas a intervalos maiores
 Fatores emocionais
 Fatores Neurológicos
 Fatores Metabólicos
Constipação
Ingestão de
Corpos Estranhos
Disfunções Gastrointestinais
• É a protrusão de uma porção de um órgão ou de vários órgãos
através de uma abertura anormal.
• O risco da herniação é de prejudicar a circulação e de que os
órgãos salientes invadam outras estruturas orgânicas.
Hérnias
Diafragmática Hiato Umbilical Onfalocele Gastrosquise
Disfunções Gastrointestinais
• ESTENOSE HIPERTRÓFICA DO PILORO
• Obstrução do esfíncter pilórico por hipertrofia da musculatura circular do
piloro. Correção cirúrgica.
• ATRESIA ESOFÁGICA COM FÍSTULA TRÁQUE0-ESOFÁGICA
• Falha anatômica, geralmente com comunicação esôfago – traqueia.
• ÂNUS IMPERFURADO
• Malformação da região anal. Correção cirúrgica.
• APENDICITE AGUDA
• Inflamação do apêndice vermiforme ou saco cego no fim do ceco. Obstrução
do lúmen por fecalito, hiperplasia linfoide, aderência ao peritônio.
Afecções mais frequentes
Afecções mais frequentes
• DIVERTÍCULO DE MECKEL
• Estrutura remanescente fetal que conecta o saco vitelino à cavidade
intestinal durante a vida fetal, contém mucosa gástrica, produzindo ácido
clorídrico e pepsina que irritam o intestino, provocando sangramentos.
Correção cirúrgica
• COLITE ULCERATIVA
• Reação inflamatória crônica, envolvendo a mucosa e submucosa do intestino
grosso. Incidência maior em adolescentes. Provoca diarreia com traços de
sangue, precedida de cólica e sucedida de distensão abdominal.
Afecções mais frequentes
• DOENÇA DE CROHN
• Acomete mais o íleo terminal, porém acomete todas as camadas da parede
intestinal (transmural). O edema e inflamações progridem para ulcerações
profundas.
• ÚLCERA PEPTICA
• Erosão da parede mucosa do estômago, piloro ou duodeno.
• HEPATITE AGUDA
• Causada por Vírus, principalmente A, B e C, causando inflamação hepática,
levando cirrose.
Disfunções Gastrointestinais
• Obter consentimento por escrito, explicando o procedimento à criança
(brinquedo terapêutico) e aos pais.
• Auxiliar no preparo do intestino (enemas) ou antibióticos prescritos;
• Atentar para dados coletados no histórico ( alergias, cicatrizes etc) ;
• Monitorizar sinais vitais;
• Atentar para eventuais complicações: choque, obstrução intestinal,
perfuração e peritonite ( sinais de distensão abdominal e dor aguda);
• Prover nutrição parenteral adequada, prevenido desequilíbrio
nutricional, desidratação.
Assistência de Enfermagem
Pré - Operatório
Disfunções Gastrointestinais
• Monitorizar paciente;
• Avaliar nível de consciência;
• Manter Vias Aéreas permeáveis e oxigenoterapia se
necessário;
• Prover posição confortável e auxiliar na
higienização;
• Trocar curativo cirúrgico e drenos, anotando
aspecto;
• Realizar balanço hidroeletrolítico (infundido X
eliminado);
• Anotar aspecto e quantidade dos líquidos drenados
e eliminações vésico-intestinais;
• Prevenir infecção, mantendo técnicas assépticas;
Assistência de Enfermagem
Pós - Operatório
• Prover nutrição parenteral ou enteral, quando indicado;
• Anotar débito e aspecto da secreção de SOG, se aberta;
• Detectar sinais precoces de complicações ( nível de
consciência rebaixado, sinais vitais, sangramentos,
distensão abdominal, sinais flogísticos);
• Prevenir úlcera por pressão com mudança de decúbito
2/2h;
• Orientar criança e família, minimizando ansiedade;
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Obrigado...!!

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Assistência à Crianças em Disfunção Geniturinária e Gastrointestinal

  • 1. Assistência à Crianças em Disfunção Geniturinária e Gastrointestinal SEMINÁRIO DE SAÚDE DA CRIANÇA SOCIEDADE DE ENSINO ESTÁCIO DE SÁ CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA COORDENAÇÃO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM TERESINA 2016
  • 3. Sistema Geniturinário • Órgãos Secretores: • Os que produzem a urina. • Órgãos Excretores: • Os que eliminam a urina. Pode ser dividido em:
  • 4. Sistema Geniturinário Composição: 2 Rins 2 Ureteres 1 Bexiga Urinária 1 Uretra
  • 5. Sistema Geniturinário • Manutenção do volume e da composição química dos líquidos corpóreos. • Depuração dos produtos químicos endógenos e exógenos. • Regulação da produção de hemácias pela síntese de eritropoietina. • Regulação do metabolismo mineral: cálcio, fósforo e magnésio. Principais Funções
  • 7. Sistema Geniturinário Curiosidades Patológicas • A disfunção no sistema geniturinário é muito comum em crianças. • Disfunções Primárias: • Uma disfunção primária poder advir de doenças que se originam no rim ou trato urinário (ex., pielonefrite, displasia ou síndrome nefrótica). • Disfunções Secundárias: • decorre de doenças sistêmicas que alteram função renal, como lúpus eritematoso sistêmico(LES), desidratação e insuficiência cardíaca.
  • 8. Curiosidades Patológicas • As anormalidades das muitas funções do rim aparecem predominantemente como alterações no aspecto ou volume da urina e anormalidades no equilíbrio hidroeletrolítico ou ácido- básico.
  • 9. Como a produção fetal de urina contribui para o volume de líquido amniótico, as anomalias renais frequentemente se associam a redução desse volume (oligoidrâmnio) e, com menor frequência, há maior volume de liquido amniótico (poliidrâmnio). As anomalias renais e ureterais ocorrem em 3-4% dos recém nascidos (BEHRMAN e KLIENGMA, 2000).
  • 10. Exame Clínico Anamnese Uma boa historia clinica é a chave principal para o diagnóstico das doenças do sistema urinário. Pacientes com lesão renal apresenta queixas que não guardam relação direta com os rins ou trato urinário Pacientes costumam atribuir aos rins sintomas que não decorrem de lesão no sistema urinário.
  • 11. Exame Clínico Sinais e Sintomas As principais manifestações de doenças no sistema urinário incluem: Alterações da Micção: Volume e ritmo urinário Alteração das características Da urina Dor Edemas Febre
  • 12. Volume urinário superior a 2.500 ML por 24h Diminuição do volume de excreção da urina. Sinais e Sintomas Alterações da Micção: volume e ritmo urinário OLIGÚRIA E ANÚRIA POLIÚRIA Micção associada a dor, ardor ou desconforto. DISÚRIA Necessidade súbita de urinar ou frequente. POLACIÚRIA Micção aumentada a noite. NICTÚRIA OU NOCTÚRIA Incapacidade de esvaziamento total da bexiga urinária. RETENÇÃO URINÁRIA
  • 13. Sinais e Sintomas Alterações das Características da Urina COR Presença de sangue na urina HEMATÚRIA Presença de hemoglobina livre na urina HEMOGLOBINÚRIA Ocorre pela destruição muscular maciça por traumatismo ou queimadura. MIOGLOBINÚRIA Consequência da eliminação de porfirinas ou seus percursores. PORFIRINÚRIA
  • 14. Alterações das Características da Urina  Associada a infecção urinária;  Cistite;  Pielonefrite;  Obsesso renal;  Obsesso Pariental;  Obsesso Uretral  Obsesso Prostático HURINA TURVA  Liberação de Amônia;  Aumento na concentração de soluto;  Processo Infecioso;  Medicamento MAL CHEIRO
  • 15. Sinais e Sintomas Dor PRINCIPAIS TIPOS: Dor lombar e no flanco Cólica Renal Dor Vesical Estrangúria Dor Perineal
  • 16. Sinais e Sintomas • Se difere em doenças renais agudas e crônicas. Edemas • Glomerulonefrite aguda e crônica • Síndrome Nefrótica • Insuficiência Renal Aguda e Crônica
  • 17. Sinais e Sintomas • Em infecções agudas • as principais causas são pielonefrite, cistite e prostatite. • Em infecções crônicas, • a temperatura está discretamente aumentada , às vezes acompanha de calafrios Febre
  • 18. Exame Físico INSPEÇÃO DO ABDOME, FLANCOS E COSTAS CONPRESSÃO DOS ANGULOS COSTOVENTRAIS PUNHO- PERCUSSÃO ESSA MANOBRA PODE PRODUZIR UMA REAÇÃO DOLOROSA
  • 19. Exame Físico • A palpação deverá ser feita na região supra púbica. • Toque bimanual: Será detectado • tumores e cálculo de bexiga Bexiga Urinária
  • 20. Exames Complementares Exames de Urina Endoscopia Renal Ultrassonografia Ressonância Magnética Cintilografia renal
  • 21.  Caracterizada pelo aparecimento súbito de urina escura, hipertensão arterial, edema e azotomia.  Causada por infecções bacterianas (ex: sífiles) e anticorpos circulantes que lesam a membrana glomerular. Patologias Relacionadas • Decorre de processos inflamatórios dos glomérulos renais e pode ser classificado em: Glomerulonefrite Aguda e/ou crônica; Síndrome Nefrítica Glomerulonefrite Aguda
  • 22.  A síndrome nefrítica pode evoluir –se durante anos, chegando a ser crônica;  Em uma determinada fase da evolução as manifestações clínicas tornam-se progressivas levando o indivíduo a insuficiência renal crônica terminal. Síndrome Nefrítica Glomerulonefrite Crônica
  • 23. Patologias Relacionadas • É uma patologia que afeta qualquer parte do aparelho urinário, desde os rins, a bexiga, até a uretra. • É decorrente da presença de agentes infecciosos em alguma parte do sistema urinário Infecção Urinária PIELONEFRITE • Acomete os rins e pelve renal • Pode ser aguda ou crônica CISTITE E URETRITE • Infecção restrita à bexiga e/ou a uretra • Provoca desconforto e sensação dolorosa na região suprapúbica. PROSTATITE • Dor sacral que se acompanha e desconforto retal e testicular. • Piúria e hematúria estão presentes
  • 24. Patologias Relacionadas • É uma disfunção na bexiga que faz com que o indivíduo não consiga controlar sua urina adequadamente devido a alterações no sistema nervoso. Bexiga Neurogênica • Bexiga neurogênica hipoativa: • É incapaz de se contrair voluntariamente mas não há um esvaziamento adequado; • Bexiga neurogênica hiperativa: • Caracterizada por perda involuntária de urina.
  • 25. Disfunções Gastrointestinais • Os distúrbios gastrointestinais podem envolver as anomalias ligadas ao tubo primitivo, desde a hipofaringe até o esfíncter anal, • Defeitos da parede, que podem resultar em alterações do trato gastrointestinal, que irão interferir com o funcionamento e desenvolvimento desse. • O sistema gastrointestinal serve para processar e absorver os nutrientes necessários à manutenção dos processos metabólicos e ao suporte do desenvolvimento e crescimento. O que é?
  • 26. Disfunções Gastrointestinais • Estômago arredondado e situado horizontalmente • Esvaziamento gástrico (3 horas em RN e 6 horas em lactentes), determinando a frequência e quantidade de refeições. • Devido maior quantidade de líquido extracelular até os 2 anos de idade, há uma maior perda de líquidos por perdas insensíveis, • A taxa de metabolismo é maior devido a grande superfície corpórea do RN, independente da imaturidade renal que também colabora na excreção de metabólitos. • Os RN prematuros apresentam baixa atividade enzimática de tripsina, lipase e amilase e baixas concentrações de sais biliares a deficiência de digestão de gorduras. Características no RN e Lactantes
  • 27.  relaxamento do esfíncter esofágico inferior. Em RN pode ser normal pela imaturidade neuromuscular. Reflexo contínuo pode haver sangramento por irritação de mucosa.  Observar sintomas associados, investigando as causas, reduzindo os episódios. Disfunções Gastrointestinais Distúrbios de Motilidade Vômitos Refluxo Gastresofágico
  • 28. Distúrbios de Motilidade  pode ser leve ( perda de 5% água), moderada (10%) e grave (15%). O choque pode acontecer com depleção de líquido extracelular, taquicardia, e pressão arterial baixa.  Aumento no número de evacuações com diminuição na consistência das fezes. Pode ser aguda ou crônica. Causas: orgânica, infecção. Diarreia Desidratação
  • 29. Distúrbios de Motilidade  Observar a progressão do objeto quando passar pelo piloro com radiografia. Pode se feita a esofagoscopia, com sonda gástrica magnetizada para corpos ionizáveis e laparoscopia.  Eliminação de fezes endurecidas a intervalos maiores  Fatores emocionais  Fatores Neurológicos  Fatores Metabólicos Constipação Ingestão de Corpos Estranhos
  • 30. Disfunções Gastrointestinais • É a protrusão de uma porção de um órgão ou de vários órgãos através de uma abertura anormal. • O risco da herniação é de prejudicar a circulação e de que os órgãos salientes invadam outras estruturas orgânicas. Hérnias Diafragmática Hiato Umbilical Onfalocele Gastrosquise
  • 31. Disfunções Gastrointestinais • ESTENOSE HIPERTRÓFICA DO PILORO • Obstrução do esfíncter pilórico por hipertrofia da musculatura circular do piloro. Correção cirúrgica. • ATRESIA ESOFÁGICA COM FÍSTULA TRÁQUE0-ESOFÁGICA • Falha anatômica, geralmente com comunicação esôfago – traqueia. • ÂNUS IMPERFURADO • Malformação da região anal. Correção cirúrgica. • APENDICITE AGUDA • Inflamação do apêndice vermiforme ou saco cego no fim do ceco. Obstrução do lúmen por fecalito, hiperplasia linfoide, aderência ao peritônio. Afecções mais frequentes
  • 32. Afecções mais frequentes • DIVERTÍCULO DE MECKEL • Estrutura remanescente fetal que conecta o saco vitelino à cavidade intestinal durante a vida fetal, contém mucosa gástrica, produzindo ácido clorídrico e pepsina que irritam o intestino, provocando sangramentos. Correção cirúrgica • COLITE ULCERATIVA • Reação inflamatória crônica, envolvendo a mucosa e submucosa do intestino grosso. Incidência maior em adolescentes. Provoca diarreia com traços de sangue, precedida de cólica e sucedida de distensão abdominal.
  • 33. Afecções mais frequentes • DOENÇA DE CROHN • Acomete mais o íleo terminal, porém acomete todas as camadas da parede intestinal (transmural). O edema e inflamações progridem para ulcerações profundas. • ÚLCERA PEPTICA • Erosão da parede mucosa do estômago, piloro ou duodeno. • HEPATITE AGUDA • Causada por Vírus, principalmente A, B e C, causando inflamação hepática, levando cirrose.
  • 34. Disfunções Gastrointestinais • Obter consentimento por escrito, explicando o procedimento à criança (brinquedo terapêutico) e aos pais. • Auxiliar no preparo do intestino (enemas) ou antibióticos prescritos; • Atentar para dados coletados no histórico ( alergias, cicatrizes etc) ; • Monitorizar sinais vitais; • Atentar para eventuais complicações: choque, obstrução intestinal, perfuração e peritonite ( sinais de distensão abdominal e dor aguda); • Prover nutrição parenteral adequada, prevenido desequilíbrio nutricional, desidratação. Assistência de Enfermagem Pré - Operatório
  • 35. Disfunções Gastrointestinais • Monitorizar paciente; • Avaliar nível de consciência; • Manter Vias Aéreas permeáveis e oxigenoterapia se necessário; • Prover posição confortável e auxiliar na higienização; • Trocar curativo cirúrgico e drenos, anotando aspecto; • Realizar balanço hidroeletrolítico (infundido X eliminado); • Anotar aspecto e quantidade dos líquidos drenados e eliminações vésico-intestinais; • Prevenir infecção, mantendo técnicas assépticas; Assistência de Enfermagem Pós - Operatório • Prover nutrição parenteral ou enteral, quando indicado; • Anotar débito e aspecto da secreção de SOG, se aberta; • Detectar sinais precoces de complicações ( nível de consciência rebaixado, sinais vitais, sangramentos, distensão abdominal, sinais flogísticos); • Prevenir úlcera por pressão com mudança de decúbito 2/2h; • Orientar criança e família, minimizando ansiedade; • Registrar intercorrências no prontuário.