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INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO
(ITU)
DAVYSON SAMPAIO BRAGA
DEFINIÇÃO
É a invasão microbiana de qualquer
tecido do trato urinário, desde a uretra
até o rim
 Inclui: Próstata
Epidídi...
EPIDEMIOLOGIA
 Nos EUA, 10 a 11% das mulheres apresentam
pelo menos 1 episódio de cistite
 Cerca de 50% da população fem...
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
- CISTITE
ITU BAIXA - URETRITE
- PROSTATITE
- EPIDIDIMITE
ITU ALTA - PIELONEFRITE AGUDA
PATOGÊNESE DAS ITUs
 VIA ASCENDENTE
 VIA HEMATOGÊNICA
 VIA LINFÁTICA
 INOCULAÇÃO DIRETA POR FÍSTULA
VESICOENTERAL
PATOGÊNESE
 VIA ASCENDENTE:
 “PRINCIPAL”
 Bactérias comensais
 Colonização do períneo > intróito vaginal (ou
prepúcio)...
Escherichia Coli(85%)
Via ascendente
Particularidades anatomicas e funcionais do trato urinário feminino
Virulencia bacter...
PATOGÊNESE
 VIA HEMATOGÊNICA:
 “BACTEREMIA”
 VIA LINFÁTICA:
 HPB (fluxo de linfa se dirige a pelve renal pelo
aumento ...
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
FATORES IMPORTANTES:
 Idade
 Sexo
 Atividade sexual
 Opção sexual
 ITU complicada ou não-c...
DETERMINANTES DE INFECÇÃO
 COLONIZAÇÃO PERIURETRAL: Uso de ATB,
atrofia do epitélio pós-menopausa e uso de
espermicidas
...
AGENTES
ETIOLÓGICOS
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 DEPENDE DO LOCAL ACOMETIDO
SINTOMAS LOCALIZADOS
X
SINTOMAS SISTÊMICOS
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 CISTITE AGUDA:
 Disúria
 Polaciúria
 Urgência miccional
 Dor supra púbica
 Hematúria (30%)
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 URETRITE:
 = cistite (disúria e polaciúria)
 Corrimento uretral (pp homens)
 Etiologia: Neisse...
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 PROSTATITE: HPB
 Prostatite bacteriana(aguda e crônica): febre alta
e calafrios, associado a sin...
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
 PIELONEFRITE:
 TRÍADE CLÁSSICA: febre alta + calafrios + dor lombar
 Toxemia
 Sintomas inespec...
PIELONEFRITE AGUDA
 200.000 hospitalizações/ano nos EUA
 Mortalidade de 10 a 20%/internados
 Incidência 5 Mulheres:1 Ho...
DIAGNÓSTICO
 A história e exame físico na maioria das vezes
fornecem dados suficientes para o diagnóstico
de ITU.( UptoDa...
DIAGNÓSTICO
 EXAMES COMPLEMENTARES:
 SUMÁRIO DE URINA
 UROCULTURA
 HEMOGRAMA/HEMOCULTURA
 USG DE RINS EVIAS URINÁRIAS...
EXAMES COMPLEMENTARES
 SUMÁRIO DE URINA:
 COLETA DO MATERIAL: quando?/ como?/
quanto?
 ARMAZENAMENTO ETRANSPORTE:
Até 2...
SUMÁRIO DE URINA
 AVALIAÇÃO DA PIÚRIA:
 MÉTODOS DIRETOS: sedimentoscopia a fresco
 Mais de 10 piócitos por campo (S 65%...
SUMÁRIO DE URINA
 HEMATÚRIA: Microscópica e eventualmente
macroscópica, pode ser observadas nos casos
de ITU (pp cistite)...
UROCULTURA QUANTITATIVA
 PADRÃO-OURO: UROCULTURA DO
ASPIRADO SUPRAPÚBICO (QUALITATIVA)
 MICÇÃO ESPONTÂNEA(jato intermedi...
BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
 AUSÊNCIA DE SINTOMAS
 DIAGNÓSTICO - URINOCULTURA
 PELO MENOS 2 CULTURAS POSITIVAS PARA
O MES...
EXAMES COMPLEMENTARES
 PCR: geralmente negativo na cistite e positivo
na pielonefrite
 HEMOCULTURA: Não tem valor em pac...
PIONEFROSE
COMPLICAÇÕES DA CISTITE
 INFECÇÕES RECORRENTES:
 Em mulheres – 2 ou mais ITU em 6 meses ou 3 ou mais
em 1 ano
 PERSISTÊ...
COMPLICAÇÕES DA PIELONEFRITE
 SEPSE – “MAISTEMIDA”
 OBSTRUÇÃO URINÁRIA
 ABCESSO INTRA-RENAL
 ABCESSO PERINEFRÉTICO
 P...
ITU – Paciente Cateterizado
CATETERISMO < 30 DIAS
 Maioria assintomática
 Febre ou outros sintomas: 10 a 30%com BA assoc...
ITU – Paciente Cateterizado
PACIENTE SINTOMÁTICO
 Dor Abdominal baixa: urocultura e tratamento por 7 dias
 Febre e outro...
ITU – Paciente Cateterizado
 PACIENTE ASSINTOMÁTICO: rastreamento da
bacteriúria para detectar infecção assintomática por...
TRATAMENTO
TRATAMENTO
 SE BASEIA NA ANTIBIOTICOTERAPIA,
EXTREMAMENTE EFICAZ PARAA MAIORIA
DOS PACIENTES,ALIVIANDO OS SINTOMAS
E NEGA...
TRATAMENTO
 CISTITE:
 A cistite aguda não complicada deve ser
tratada por 3 dias
 Fluoroquinolonas:
 Ciprofloxacino: 2...
TRATAMENTO
 URETRITE: Essa entidade, associada ou não
a vaginite, é geralmente causadas por
agentes sexualmente transmiss...
TRATAMENTO
 PIELONEFRITE AGUDA:
 A depender do caso pode ser tratado a nível
ambulatorial ou hospitalar
 DROGAS IV:
 C...
PIELONEFRITE AGUDA
 ABSOLUTAS:
 Sepse
 Vômitos persistentes
 Obstrução do trato
urinário
 Diagnóstico incerto
 Progr...
TRATAMENTO
 ITU NOSOCOMIAL + CATETERVESICAL:
 Frequentemente causada por germes com perfil
de resistência antibiótica (K...
BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
 TRATAR OU NÃOTRATAR? EIS A
QUESTÃO...
BACTERIÚRA ASSINTOMÁTICA
 QUAIS PACIENTES DEVEM RECEBER
TRATAMENTO:
(1) GESTANTES
(2) PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS QUEVÃO
...
TTO CISTITE AGUDA NÃO
COMPLICADA E BACTERIÚRIA
ASSINTOMÁTICA
ANTIBIOTICOPROFILAXIA
(1) ITU sintomática de repetição (mais de 3
episódios ano)
(2) Gestante com ITU recorrente
(3) Pós-t...
ANTIBIOTICOPROFILAXIA
NORFLOXACINA; 200mg 1x/noite
CIPROFLOXACINO; 125 mg 1x/noite
NITROFURANTOÍNA; 100mg 1x/noite
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OBRIGADO!!!
E O PRÓXIMO A APRESENTAR
SERÁ????????
Infecção do Trato Urinário (Davyson Sampaio Braga)
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Infecção do Trato Urinário (Davyson Sampaio Braga)

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Infecção do Trato Urinário (Davyson Sampaio Braga)

  1. 1. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) DAVYSON SAMPAIO BRAGA
  2. 2. DEFINIÇÃO É a invasão microbiana de qualquer tecido do trato urinário, desde a uretra até o rim  Inclui: Próstata Epidídimo
  3. 3. EPIDEMIOLOGIA  Nos EUA, 10 a 11% das mulheres apresentam pelo menos 1 episódio de cistite  Cerca de 50% da população feminina apresentarão 1 episódio de infecção urinária durante a vida e mais de 50% delas sofrerão recorrência pelo menos 1 vez  As ITUs complicam 20% das gestações, e são responsávei por 10% das internações de gestante anteparto
  4. 4. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - CISTITE ITU BAIXA - URETRITE - PROSTATITE - EPIDIDIMITE ITU ALTA - PIELONEFRITE AGUDA
  5. 5. PATOGÊNESE DAS ITUs  VIA ASCENDENTE  VIA HEMATOGÊNICA  VIA LINFÁTICA  INOCULAÇÃO DIRETA POR FÍSTULA VESICOENTERAL
  6. 6. PATOGÊNESE  VIA ASCENDENTE:  “PRINCIPAL”  Bactérias comensais  Colonização do períneo > intróito vaginal (ou prepúcio) > uretra distal > ascensão para a bexiga  PIELONEFRITE? “ADESÃO” OU REFLUXO VESICURETERAL
  7. 7. Escherichia Coli(85%) Via ascendente Particularidades anatomicas e funcionais do trato urinário feminino Virulencia bacteriana Fatores do hospedeiro Aderencia mediada por fimbrias mecanismos defesa fatores predisponentes. (fixar a bacteria no endotelio) lactobacilos relaçao sexual + fluxo urinário uso espermicida Produção de toxinas alta uréia uso previo ATB (hemolisinas,proteases) diluicao urinária disfuncao tr.urinario Quebra barreira endotelio proteinaTamm-H. liíiase Invasão tecidual antigeno grupoABH dim. Estrogenos + gestação IBC Diabete mellitus dificultam a invasao tecidual por UPEC.
  8. 8. PATOGÊNESE  VIA HEMATOGÊNICA:  “BACTEREMIA”  VIA LINFÁTICA:  HPB (fluxo de linfa se dirige a pelve renal pelo aumento da pressão)  FÍSTULAVESICOENTERAL:  “ANAERÓBIOS”
  9. 9. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO FATORES IMPORTANTES:  Idade  Sexo  Atividade sexual  Opção sexual  ITU complicada ou não-complicada
  10. 10. DETERMINANTES DE INFECÇÃO  COLONIZAÇÃO PERIURETRAL: Uso de ATB, atrofia do epitélio pós-menopausa e uso de espermicidas  ADESÃO BACTERIANA: Fímbrias  PRESENÇA DE CORPOS ESTRANHOS: cateter vesical e cálculos. “biofilme”  GRAVIDEZ:
  11. 11. AGENTES ETIOLÓGICOS
  12. 12. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  DEPENDE DO LOCAL ACOMETIDO SINTOMAS LOCALIZADOS X SINTOMAS SISTÊMICOS
  13. 13. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  CISTITE AGUDA:  Disúria  Polaciúria  Urgência miccional  Dor supra púbica  Hematúria (30%)
  14. 14. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  URETRITE:  = cistite (disúria e polaciúria)  Corrimento uretral (pp homens)  Etiologia: Neisseria gonorhoeae, Chlamydia trachomatis e o Vírus Herpes Simplex  OBS: “cistite “ com urinocultura negativa  Investigar presença de fatores de risco para DST
  15. 15. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  PROSTATITE: HPB  Prostatite bacteriana(aguda e crônica): febre alta e calafrios, associado a sintomas irritativos e obstrutivos  Síndrome da dor pélvica crônica: dor perieal com irradiação para hiogastro e região lombar + fatores irritativos  EPIDIDIMITE:  Dor e edema no epidídimo e no testículo  Dd: torção de testículo (elevação)
  16. 16. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  PIELONEFRITE:  TRÍADE CLÁSSICA: febre alta + calafrios + dor lombar  Toxemia  Sintomas inespecíficos (cefaléia, tosse, náuseas, vômitos e diarréia  OBS: SINTOMAS CLÁSSICOS = 60% PIELONEFRITE  Sintomas de ITU BAIXA = 30%  Oligossintomáticos = idosos, DM, urêmicos, imunodeprimidos (descompensam)  GIORDANO (PPL)  Complicações: persistência da febre após ATB
  17. 17. PIELONEFRITE AGUDA  200.000 hospitalizações/ano nos EUA  Mortalidade de 10 a 20%/internados  Incidência 5 Mulheres:1 Homem  1 a 2% das gestantes Foxman B, Klemstine KL, Brown PD. Acute pyelonephritis in US hospitals in 1997: hospitalization and in-hospital mortality. Ann Epidemiol. 2003;13:144- 50 Ramakrishnan K, et al. Diagnosis and Management of Acute Pyelonephritis inAdults Am Fam Physician 2005;71:933-42.
  18. 18. DIAGNÓSTICO  A história e exame físico na maioria das vezes fornecem dados suficientes para o diagnóstico de ITU.( UptoDate 2011)  JAMA (2002) disúria + polacíúria, na ausência de irritação ou corrimento vaginal, prediz o diagnóstico de CISTITE acima de 90% de probabilidade.
  19. 19. DIAGNÓSTICO  EXAMES COMPLEMENTARES:  SUMÁRIO DE URINA  UROCULTURA  HEMOGRAMA/HEMOCULTURA  USG DE RINS EVIAS URINÁRIAS  UROGRAFIA EXCRETORA  CISTOURETROGRAFIAMICCIONAL(CRIANÇAS)  TC, RNM PRINCIPAIS
  20. 20. EXAMES COMPLEMENTARES  SUMÁRIO DE URINA:  COLETA DO MATERIAL: quando?/ como?/ quanto?  ARMAZENAMENTO ETRANSPORTE: Até 2h Temperatura ambiente Até 18 – 24h Refrigerador 4º  O QUE AVALIAR: Pesquisa de piúria, hematúria, Cilindros piocitários, PH, nitrito, Estearase e Bacteriúria
  21. 21. SUMÁRIO DE URINA  AVALIAÇÃO DA PIÚRIA:  MÉTODOS DIRETOS: sedimentoscopia a fresco  Mais de 10 piócitos por campo (S 65%/ E 80%)  Falsos positivos: nefrolitíase, nefrite, trauma e febre(criança)  Falsos negativos: leucopenia, drogas imunossupressoras e bacteriúria assintomática  MÉTODOS INDIRETOS: teste da estearase leucocitária (pode ser falso positivo por infecção por Trichomonas  OBS: PIÚRIA COM URINOCULTURAS REPETIDAMENTE NEGATIVAS SUGERETB RENAL
  22. 22. SUMÁRIO DE URINA  HEMATÚRIA: Microscópica e eventualmente macroscópica, pode ser observadas nos casos de ITU (pp cistite)  CILINDROS PIOCITÁRIOS: “PIELONEFRITE”  TESTE DO NITRITO: gram-negativos entéricos (exceto Pseudomonas aeruginosa) possuem a enzima nitrato redutase NITRATO NITRITO
  23. 23. UROCULTURA QUANTITATIVA  PADRÃO-OURO: UROCULTURA DO ASPIRADO SUPRAPÚBICO (QUALITATIVA)  MICÇÃO ESPONTÂNEA(jato intermediário): INFECÇÃO x CONTAMINAÇÃO  Cultura Quantitativa  Critérios Clássicos de Interpretação (Kass; 1957)  > 105 UFC/mL INFECÇÃO  < 104 UFC/mL CONTAMINAÇÃO
  24. 24. BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA  AUSÊNCIA DE SINTOMAS  DIAGNÓSTICO - URINOCULTURA  PELO MENOS 2 CULTURAS POSITIVAS PARA O MESMO GERME ISOLADO COM CONTAGEM ≥ 100.000 UFC/ml, POR MICÇÃO ESPONTÂNEA
  25. 25. EXAMES COMPLEMENTARES  PCR: geralmente negativo na cistite e positivo na pielonefrite  HEMOCULTURA: Não tem valor em pacientes com cistite, já em um caso de pielonefrite sua positividade(25 – 60%) indica para risco de uma sepse, sugerindo potencial de gravidade  EXAMES DE IMAGEM: indicação nos casos de ITU não resolvida com terapia adequada. Importantes para o diagnóstico de complicações e para evidenciar alterações morfológicas e/ou funcionais do sistema urinário
  26. 26. PIONEFROSE
  27. 27. COMPLICAÇÕES DA CISTITE  INFECÇÕES RECORRENTES:  Em mulheres – 2 ou mais ITU em 6 meses ou 3 ou mais em 1 ano  PERSISTÊNCIA:  Urocultura permanece positiva durante o tratamento  RECAÍDA OU RECIDIVA:  Urocultura positiva após o controle de cura, com o mesmo microorganismo  REINFECÇÃO:  Urocultura positiva, agora com patógeno diferente do primeiro isolado
  28. 28. COMPLICAÇÕES DA PIELONEFRITE  SEPSE – “MAISTEMIDA”  OBSTRUÇÃO URINÁRIA  ABCESSO INTRA-RENAL  ABCESSO PERINEFRÉTICO  PIELONEFRITE ENFISEMATOSA  NECROSE DE PAPILA RENAL  PIELONEFRITE CRÔNICA  PIELONEFRITE XANTOGRANULOMATOSA
  29. 29. ITU – Paciente Cateterizado CATETERISMO < 30 DIAS  Maioria assintomática  Febre ou outros sintomas: 10 a 30%com BA associada a cateter (BAC)  Risco de bacteremia é inferior a 5% (10% das bacteremias hospitalares)  Letalidade atribuída a essa bacteremia: 13%
  30. 30. ITU – Paciente Cateterizado PACIENTE SINTOMÁTICO  Dor Abdominal baixa: urocultura e tratamento por 7 dias  Febre e outros sintomas: urocultura e investigar obstrução do cateter ou infecção periuretral. Tratamento 14 dias e realizar urocultura de controle
  31. 31. ITU – Paciente Cateterizado  PACIENTE ASSINTOMÁTICO: rastreamento da bacteriúria para detectar infecção assintomática por Proteus mirabilis ou Providência stuartii  Tratamento 7 dias:  formação de cálculos
  32. 32. TRATAMENTO
  33. 33. TRATAMENTO  SE BASEIA NA ANTIBIOTICOTERAPIA, EXTREMAMENTE EFICAZ PARAA MAIORIA DOS PACIENTES,ALIVIANDO OS SINTOMAS E NEGATIVANDOA UROCULTURA. ASSOCIADO, SE NECESSÁRIO,AO USO DE ANALGÉSICO (FENAZOPIRIDINA), ALÉM DE ORIENTAÇÃO SOBRE O AU- MENTO DA INGESTA HÍDRICA.
  34. 34. TRATAMENTO  CISTITE:  A cistite aguda não complicada deve ser tratada por 3 dias  Fluoroquinolonas:  Ciprofloxacino: 250-500mg 12/12h  Norfloxacino; 400mg 12/12h  Também podem ser usado Cefalexina, Nitrofurantoína e ácido nalidíxico  A cistite aguda complicada, deve ser tratada por 7 dias com fluoroquinolonas  Ciprofloxacino; 500mg  Levofloxacino; 250-500mg de 12/12h  Norfloxacino; 200-300mg de 12/12h
  35. 35. TRATAMENTO  URETRITE: Essa entidade, associada ou não a vaginite, é geralmente causadas por agentes sexualmente transmissíveis (Chlamydia, Gardnerela, Mycoplasma e Ureaplasma).  Esses germes são resistentes as fluoroquinolonas  Tratados com tetraciclinas ou macrolídeos: escolha DOXICICLINA por 10-14dias (tratar parceiro)
  36. 36. TRATAMENTO  PIELONEFRITE AGUDA:  A depender do caso pode ser tratado a nível ambulatorial ou hospitalar  DROGAS IV:  CIPROFLOXACINO  AMINOGLICOSÍDEO (ex: ampicilina e gentamicina)  CEFOXITIMA  CEFALOSPORINA DE 3°  OBS: SEMPRE DEVE-SE OBTER CULTURA ANTES DO INÍCIO DOTRATAMENTO
  37. 37. PIELONEFRITE AGUDA  ABSOLUTAS:  Sepse  Vômitos persistentes  Obstrução do trato urinário  Diagnóstico incerto  Progressão de ITU não complicada  RELATIVAS:  Idade >60ª  Imunudeprimidos  Anormalidade do trato urinário  Condições sociais e econômicas  leucograma INDICAÇÕES PARA INTERNAMENTO
  38. 38. TRATAMENTO  ITU NOSOCOMIAL + CATETERVESICAL:  Frequentemente causada por germes com perfil de resistência antibiótica (Klebsiella, Proteus, Pseudomonas, Enterobacter,Serratia e Enterococcus)  DEVE SER SEMPRE GUIADO PELA UROCULTURA  DE FORMA GERAL:  GRAM - : Fluoroquinolona de amplo espectro  GRAM + (Enterococcus): Ampicilina
  39. 39. BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA  TRATAR OU NÃOTRATAR? EIS A QUESTÃO...
  40. 40. BACTERIÚRA ASSINTOMÁTICA  QUAIS PACIENTES DEVEM RECEBER TRATAMENTO: (1) GESTANTES (2) PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS QUEVÃO PRECISAR DE CATETERISMOVESICAL (3) TRANSPLANTE RENAL (NOS PRIMEIROS 3 MESES) (4) INFECÇÃO POR Proteus mirabillis (5) INFECÇÃO POR Proteus spp. Ou Providencia spp. EM PACIENTES COM CATETERVESICAL + BEXIGA NEUROGÊNICA
  41. 41. TTO CISTITE AGUDA NÃO COMPLICADA E BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
  42. 42. ANTIBIOTICOPROFILAXIA (1) ITU sintomática de repetição (mais de 3 episódios ano) (2) Gestante com ITU recorrente (3) Pós-transplante renal (4) Prostatite crônica (5) Crianças com refluxo vesicureteral
  43. 43. ANTIBIOTICOPROFILAXIA NORFLOXACINA; 200mg 1x/noite CIPROFLOXACINO; 125 mg 1x/noite NITROFURANTOÍNA; 100mg 1x/noite  PARA GESTANTES:  NITROFURANTOÍNA; 100mg 1x/noite  CEFALEXINA; 250mg 1x/noite
  44. 44. OBRIGADO!!!
  45. 45. E O PRÓXIMO A APRESENTAR SERÁ????????

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