Infecção do Trato Urinário (Davyson Sampaio Braga)

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  • ÊNTEROPATÓGENOS
    NEM TODAS AS BACTÉRIAS TEM CAPACIDADE DE MIGRAR ATÉ O PARÊNQUIMA RENAL, APENAS AS PORTADORES DE FÍMBRIAS OU SE O PACIENTE APRESENTAR UM REFLUXO VESICOURETERAL
  • Irritativos
    Disúria, freqüência, urgência, estrangúria
    Obstrutivos
    Hesitação, nictúria, jato lento, gotejamento
  • AVALIA O REFLUXO VESICO-URETERAL QUE CAUSA ITU DE REPETIÇÃO
  • Primeira urina do dia, após anti-sepsia, no mínimo 10ml. Já tem locais que falam que não necessita mas da lavagem antes da coleta apena puxar o prepúcio ou afastar os pequenos lábios
  • Quadro típico de pielonefrite os cilindros piocitários são quase patognomônicos de pielonefrite
    Visualização de cilindros piocitário e hematúria (pielonefrite)
  • Caso a hematúria persista após a resolução do quadro agudo, devemos investigar nefrolitíase, câncer glomerulite, vasculite, tb renal
    Paciente comsintomas típicos de pielonefrite + cilindros piocitários, é quase patognomônico
  • A cultura do aspirado não precisa ser quantitativo, basta a presença de bactéria para dar o diagnóstico.
    Por conta da contaminação existe a bacteriúria significatica 100.000
    Formas decoleta (micção espontâmea – jato médio, cateter vesical, aspirado suprapúbico)
  • PRESENÇA DE BACTERIÚRIA SIGNIFICATIVA NA AUSÊNCIA DE SINTOMAS URINÁRIOS
  • ABCESSO, QUE O PUS OBSTRUE A PELVE, O TTO COM DESOBSTRUÇÃO + ATB, MAS GERALMENTE FAZ-SE A NEFRECTOMIA POR DESTRUIÇÃO DO RIO
  • PERSISTÊNCIA – FALHA TERAPÊUTICA, AVALIAR PARÊNQUIMA RENAL, LITÍASE E PRÓSTATA
    SÃO AS COMPLICAÇÕES DA CISTITE, ALÉM DA PIELONEFRITE CLARO
  • CUIDADO O PYRISEPT, NÃO TEM EFEITO NO TRATAMENTO APENAS NA SINTOMATOLOGIA
  • Cistite aguda não complicada basta aclínica para vc tratar empiricamente sem pedir exame adicionais
    Como é cistite complicada vc pode lançar mão da urocultura c/ antibiograma e rodar o atb a depender do resultado
  • Exceto ofloxacino
    Usar aciclovir se presença de vesículas umbilicadas
  • 1 – PELO RISCO DE EVOLUIR PARA SINTOMÁTICA E PIELONEFRITE E OS RISCOS PARA CRIANÇA
    2-RISCO AUMENTADO DE PIELONEFRITE
    3- no pós operatório de transplante renal a incidência de itu é bastante alta nos 1° 3 meses
    4- pode formar cálculo de struvita infectado além de causar pielonefrite complicada
    5- causa pielonefrite oligo ou assintomática
  • Ou crianças que necessitem de exames ivasivos
  • Infecção do Trato Urinário (Davyson Sampaio Braga)

    1. 1. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) DAVYSON SAMPAIO BRAGA
    2. 2. DEFINIÇÃO É a invasão microbiana de qualquer tecido do trato urinário, desde a uretra até o rim  Inclui: Próstata Epidídimo
    3. 3. EPIDEMIOLOGIA  Nos EUA, 10 a 11% das mulheres apresentam pelo menos 1 episódio de cistite  Cerca de 50% da população feminina apresentarão 1 episódio de infecção urinária durante a vida e mais de 50% delas sofrerão recorrência pelo menos 1 vez  As ITUs complicam 20% das gestações, e são responsávei por 10% das internações de gestante anteparto
    4. 4. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - CISTITE ITU BAIXA - URETRITE - PROSTATITE - EPIDIDIMITE ITU ALTA - PIELONEFRITE AGUDA
    5. 5. PATOGÊNESE DAS ITUs  VIA ASCENDENTE  VIA HEMATOGÊNICA  VIA LINFÁTICA  INOCULAÇÃO DIRETA POR FÍSTULA VESICOENTERAL
    6. 6. PATOGÊNESE  VIA ASCENDENTE:  “PRINCIPAL”  Bactérias comensais  Colonização do períneo > intróito vaginal (ou prepúcio) > uretra distal > ascensão para a bexiga  PIELONEFRITE? “ADESÃO” OU REFLUXO VESICURETERAL
    7. 7. Escherichia Coli(85%) Via ascendente Particularidades anatomicas e funcionais do trato urinário feminino Virulencia bacteriana Fatores do hospedeiro Aderencia mediada por fimbrias mecanismos defesa fatores predisponentes. (fixar a bacteria no endotelio) lactobacilos relaçao sexual + fluxo urinário uso espermicida Produção de toxinas alta uréia uso previo ATB (hemolisinas,proteases) diluicao urinária disfuncao tr.urinario Quebra barreira endotelio proteinaTamm-H. liíiase Invasão tecidual antigeno grupoABH dim. Estrogenos + gestação IBC Diabete mellitus dificultam a invasao tecidual por UPEC.
    8. 8. PATOGÊNESE  VIA HEMATOGÊNICA:  “BACTEREMIA”  VIA LINFÁTICA:  HPB (fluxo de linfa se dirige a pelve renal pelo aumento da pressão)  FÍSTULAVESICOENTERAL:  “ANAERÓBIOS”
    9. 9. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO FATORES IMPORTANTES:  Idade  Sexo  Atividade sexual  Opção sexual  ITU complicada ou não-complicada
    10. 10. DETERMINANTES DE INFECÇÃO  COLONIZAÇÃO PERIURETRAL: Uso de ATB, atrofia do epitélio pós-menopausa e uso de espermicidas  ADESÃO BACTERIANA: Fímbrias  PRESENÇA DE CORPOS ESTRANHOS: cateter vesical e cálculos. “biofilme”  GRAVIDEZ:
    11. 11. AGENTES ETIOLÓGICOS
    12. 12. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  DEPENDE DO LOCAL ACOMETIDO SINTOMAS LOCALIZADOS X SINTOMAS SISTÊMICOS
    13. 13. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  CISTITE AGUDA:  Disúria  Polaciúria  Urgência miccional  Dor supra púbica  Hematúria (30%)
    14. 14. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  URETRITE:  = cistite (disúria e polaciúria)  Corrimento uretral (pp homens)  Etiologia: Neisseria gonorhoeae, Chlamydia trachomatis e o Vírus Herpes Simplex  OBS: “cistite “ com urinocultura negativa  Investigar presença de fatores de risco para DST
    15. 15. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  PROSTATITE: HPB  Prostatite bacteriana(aguda e crônica): febre alta e calafrios, associado a sintomas irritativos e obstrutivos  Síndrome da dor pélvica crônica: dor perieal com irradiação para hiogastro e região lombar + fatores irritativos  EPIDIDIMITE:  Dor e edema no epidídimo e no testículo  Dd: torção de testículo (elevação)
    16. 16. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  PIELONEFRITE:  TRÍADE CLÁSSICA: febre alta + calafrios + dor lombar  Toxemia  Sintomas inespecíficos (cefaléia, tosse, náuseas, vômitos e diarréia  OBS: SINTOMAS CLÁSSICOS = 60% PIELONEFRITE  Sintomas de ITU BAIXA = 30%  Oligossintomáticos = idosos, DM, urêmicos, imunodeprimidos (descompensam)  GIORDANO (PPL)  Complicações: persistência da febre após ATB
    17. 17. PIELONEFRITE AGUDA  200.000 hospitalizações/ano nos EUA  Mortalidade de 10 a 20%/internados  Incidência 5 Mulheres:1 Homem  1 a 2% das gestantes Foxman B, Klemstine KL, Brown PD. Acute pyelonephritis in US hospitals in 1997: hospitalization and in-hospital mortality. Ann Epidemiol. 2003;13:144- 50 Ramakrishnan K, et al. Diagnosis and Management of Acute Pyelonephritis inAdults Am Fam Physician 2005;71:933-42.
    18. 18. DIAGNÓSTICO  A história e exame físico na maioria das vezes fornecem dados suficientes para o diagnóstico de ITU.( UptoDate 2011)  JAMA (2002) disúria + polacíúria, na ausência de irritação ou corrimento vaginal, prediz o diagnóstico de CISTITE acima de 90% de probabilidade.
    19. 19. DIAGNÓSTICO  EXAMES COMPLEMENTARES:  SUMÁRIO DE URINA  UROCULTURA  HEMOGRAMA/HEMOCULTURA  USG DE RINS EVIAS URINÁRIAS  UROGRAFIA EXCRETORA  CISTOURETROGRAFIAMICCIONAL(CRIANÇAS)  TC, RNM PRINCIPAIS
    20. 20. EXAMES COMPLEMENTARES  SUMÁRIO DE URINA:  COLETA DO MATERIAL: quando?/ como?/ quanto?  ARMAZENAMENTO ETRANSPORTE: Até 2h Temperatura ambiente Até 18 – 24h Refrigerador 4º  O QUE AVALIAR: Pesquisa de piúria, hematúria, Cilindros piocitários, PH, nitrito, Estearase e Bacteriúria
    21. 21. SUMÁRIO DE URINA  AVALIAÇÃO DA PIÚRIA:  MÉTODOS DIRETOS: sedimentoscopia a fresco  Mais de 10 piócitos por campo (S 65%/ E 80%)  Falsos positivos: nefrolitíase, nefrite, trauma e febre(criança)  Falsos negativos: leucopenia, drogas imunossupressoras e bacteriúria assintomática  MÉTODOS INDIRETOS: teste da estearase leucocitária (pode ser falso positivo por infecção por Trichomonas  OBS: PIÚRIA COM URINOCULTURAS REPETIDAMENTE NEGATIVAS SUGERETB RENAL
    22. 22. SUMÁRIO DE URINA  HEMATÚRIA: Microscópica e eventualmente macroscópica, pode ser observadas nos casos de ITU (pp cistite)  CILINDROS PIOCITÁRIOS: “PIELONEFRITE”  TESTE DO NITRITO: gram-negativos entéricos (exceto Pseudomonas aeruginosa) possuem a enzima nitrato redutase NITRATO NITRITO
    23. 23. UROCULTURA QUANTITATIVA  PADRÃO-OURO: UROCULTURA DO ASPIRADO SUPRAPÚBICO (QUALITATIVA)  MICÇÃO ESPONTÂNEA(jato intermediário): INFECÇÃO x CONTAMINAÇÃO  Cultura Quantitativa  Critérios Clássicos de Interpretação (Kass; 1957)  > 105 UFC/mL INFECÇÃO  < 104 UFC/mL CONTAMINAÇÃO
    24. 24. BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA  AUSÊNCIA DE SINTOMAS  DIAGNÓSTICO - URINOCULTURA  PELO MENOS 2 CULTURAS POSITIVAS PARA O MESMO GERME ISOLADO COM CONTAGEM ≥ 100.000 UFC/ml, POR MICÇÃO ESPONTÂNEA
    25. 25. EXAMES COMPLEMENTARES  PCR: geralmente negativo na cistite e positivo na pielonefrite  HEMOCULTURA: Não tem valor em pacientes com cistite, já em um caso de pielonefrite sua positividade(25 – 60%) indica para risco de uma sepse, sugerindo potencial de gravidade  EXAMES DE IMAGEM: indicação nos casos de ITU não resolvida com terapia adequada. Importantes para o diagnóstico de complicações e para evidenciar alterações morfológicas e/ou funcionais do sistema urinário
    26. 26. PIONEFROSE
    27. 27. COMPLICAÇÕES DA CISTITE  INFECÇÕES RECORRENTES:  Em mulheres – 2 ou mais ITU em 6 meses ou 3 ou mais em 1 ano  PERSISTÊNCIA:  Urocultura permanece positiva durante o tratamento  RECAÍDA OU RECIDIVA:  Urocultura positiva após o controle de cura, com o mesmo microorganismo  REINFECÇÃO:  Urocultura positiva, agora com patógeno diferente do primeiro isolado
    28. 28. COMPLICAÇÕES DA PIELONEFRITE  SEPSE – “MAISTEMIDA”  OBSTRUÇÃO URINÁRIA  ABCESSO INTRA-RENAL  ABCESSO PERINEFRÉTICO  PIELONEFRITE ENFISEMATOSA  NECROSE DE PAPILA RENAL  PIELONEFRITE CRÔNICA  PIELONEFRITE XANTOGRANULOMATOSA
    29. 29. ITU – Paciente Cateterizado CATETERISMO < 30 DIAS  Maioria assintomática  Febre ou outros sintomas: 10 a 30%com BA associada a cateter (BAC)  Risco de bacteremia é inferior a 5% (10% das bacteremias hospitalares)  Letalidade atribuída a essa bacteremia: 13%
    30. 30. ITU – Paciente Cateterizado PACIENTE SINTOMÁTICO  Dor Abdominal baixa: urocultura e tratamento por 7 dias  Febre e outros sintomas: urocultura e investigar obstrução do cateter ou infecção periuretral. Tratamento 14 dias e realizar urocultura de controle
    31. 31. ITU – Paciente Cateterizado  PACIENTE ASSINTOMÁTICO: rastreamento da bacteriúria para detectar infecção assintomática por Proteus mirabilis ou Providência stuartii  Tratamento 7 dias:  formação de cálculos
    32. 32. TRATAMENTO
    33. 33. TRATAMENTO  SE BASEIA NA ANTIBIOTICOTERAPIA, EXTREMAMENTE EFICAZ PARAA MAIORIA DOS PACIENTES,ALIVIANDO OS SINTOMAS E NEGATIVANDOA UROCULTURA. ASSOCIADO, SE NECESSÁRIO,AO USO DE ANALGÉSICO (FENAZOPIRIDINA), ALÉM DE ORIENTAÇÃO SOBRE O AU- MENTO DA INGESTA HÍDRICA.
    34. 34. TRATAMENTO  CISTITE:  A cistite aguda não complicada deve ser tratada por 3 dias  Fluoroquinolonas:  Ciprofloxacino: 250-500mg 12/12h  Norfloxacino; 400mg 12/12h  Também podem ser usado Cefalexina, Nitrofurantoína e ácido nalidíxico  A cistite aguda complicada, deve ser tratada por 7 dias com fluoroquinolonas  Ciprofloxacino; 500mg  Levofloxacino; 250-500mg de 12/12h  Norfloxacino; 200-300mg de 12/12h
    35. 35. TRATAMENTO  URETRITE: Essa entidade, associada ou não a vaginite, é geralmente causadas por agentes sexualmente transmissíveis (Chlamydia, Gardnerela, Mycoplasma e Ureaplasma).  Esses germes são resistentes as fluoroquinolonas  Tratados com tetraciclinas ou macrolídeos: escolha DOXICICLINA por 10-14dias (tratar parceiro)
    36. 36. TRATAMENTO  PIELONEFRITE AGUDA:  A depender do caso pode ser tratado a nível ambulatorial ou hospitalar  DROGAS IV:  CIPROFLOXACINO  AMINOGLICOSÍDEO (ex: ampicilina e gentamicina)  CEFOXITIMA  CEFALOSPORINA DE 3°  OBS: SEMPRE DEVE-SE OBTER CULTURA ANTES DO INÍCIO DOTRATAMENTO
    37. 37. PIELONEFRITE AGUDA  ABSOLUTAS:  Sepse  Vômitos persistentes  Obstrução do trato urinário  Diagnóstico incerto  Progressão de ITU não complicada  RELATIVAS:  Idade >60ª  Imunudeprimidos  Anormalidade do trato urinário  Condições sociais e econômicas  leucograma INDICAÇÕES PARA INTERNAMENTO
    38. 38. TRATAMENTO  ITU NOSOCOMIAL + CATETERVESICAL:  Frequentemente causada por germes com perfil de resistência antibiótica (Klebsiella, Proteus, Pseudomonas, Enterobacter,Serratia e Enterococcus)  DEVE SER SEMPRE GUIADO PELA UROCULTURA  DE FORMA GERAL:  GRAM - : Fluoroquinolona de amplo espectro  GRAM + (Enterococcus): Ampicilina
    39. 39. BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA  TRATAR OU NÃOTRATAR? EIS A QUESTÃO...
    40. 40. BACTERIÚRA ASSINTOMÁTICA  QUAIS PACIENTES DEVEM RECEBER TRATAMENTO: (1) GESTANTES (2) PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS QUEVÃO PRECISAR DE CATETERISMOVESICAL (3) TRANSPLANTE RENAL (NOS PRIMEIROS 3 MESES) (4) INFECÇÃO POR Proteus mirabillis (5) INFECÇÃO POR Proteus spp. Ou Providencia spp. EM PACIENTES COM CATETERVESICAL + BEXIGA NEUROGÊNICA
    41. 41. TTO CISTITE AGUDA NÃO COMPLICADA E BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
    42. 42. ANTIBIOTICOPROFILAXIA (1) ITU sintomática de repetição (mais de 3 episódios ano) (2) Gestante com ITU recorrente (3) Pós-transplante renal (4) Prostatite crônica (5) Crianças com refluxo vesicureteral
    43. 43. ANTIBIOTICOPROFILAXIA NORFLOXACINA; 200mg 1x/noite CIPROFLOXACINO; 125 mg 1x/noite NITROFURANTOÍNA; 100mg 1x/noite  PARA GESTANTES:  NITROFURANTOÍNA; 100mg 1x/noite  CEFALEXINA; 250mg 1x/noite
    44. 44. OBRIGADO!!!
    45. 45. E O PRÓXIMO A APRESENTAR SERÁ????????

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