SlideShare uma empresa Scribd logo
O que é patrimônio Cultural?
O patrimônio cultural é um conjunto de bens culturais que
estão muito presentes na história do grupo, que foram
transmitidos entre várias gerações. Ou seja, são os bens
culturais que ligam as pessoas aos seus pais, aos seus avós
e àqueles que viveram muito tempo antes delas.
PROFESSOR JOSÉ DO ROSÁRIO
Artes Visuais Cênicas e Música
O patrimônio cultural faz parte da vida
das pessoas de uma maneira tão
profunda, que algumas vezes elas não
conseguem nem mesmo dizer o quanto
ele é importante e por quê. Mas caso elas
o perdessem, sentiriam sua falta. Como,
por exemplo, a paisagem do lugar da
infância; o jeito de preparar uma comida;
uma dança; uma música; uma
brincadeira.
Existem instituições que são
responsáveis por identificar,
preservar e promover o patrimônio
cultural: o Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
é responsável pelas políticas
nacionais de patrimônio cultural.
Existe até uma instituição
responsável por declarar o que é o
patrimônio do mundo, a
Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a
Cultura (Unesco). Estas
instituições trabalham para
preservar o patrimônio cultural.
O que é o tombamento?
O tombamento é um ato
administrativo realizado
pelo Poder Público, nos
níveis federal, estadual ou
municipal com o objetivo
de preservar bens de valor
histórico, cultural,
arquitetônico, ambiental e
também de valor afetivo
para a população,
impedindo a destruição
e/ou descaracterização de
tais bens.
Viola-de-cocho
Tipos de patrimônio Cultural
Patrimônio Material
composto por um conjunto de bens
culturais classificados segundo sua
natureza nos quatro Livros do Tombo:
arqueológico, paisagístico e etnográfico;
histórico; belas artes; e das artes
aplicadas. Eles estão divididos em:
• BENS IMÓVEIS como os núcleos
urbanos, sítios arqueológicos e
paisagísticos.
• MÓVEIS como coleções arqueológicas,
acervos museológicos, documentais,
bibliográficos, arquivísticos,
videográficos, fotográficos e
cinematográficos.
Patrimônio Imaterial
Tipos de patrimônio Cultural
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura (Unesco) define como Patrimônio Cultural Imaterial as práticas,
representações, expressões, conhecimentos e técnicas – assim como os
instrumentos, objetos, artefatos e espaços culturais que lhes são
associados
Esse patrimônio cultural
imaterial – que se transmite de
geração em geração – é
constantemente recriado pelas
comunidades e grupos em
função de seu entorno, de sua
interação com a natureza e sua
história, e lhes fornece um
sentimento de identidade e de
continuidade, contribuindo assim
a promover o respeito pela
diversidade cultural e a
criatividade humana.
• As práticas sociais, os rituais e eventos festivos,
• Os conhecimentos e os usos relacionados à
natureza e ao universo;
• As técnicas artesanais tradicionais.
De acordo com essa definição, o patrimônio cultural
imaterial se manifesta particular nos seguintes âmbitos:
• As tradições e expressões orais, incluindo a
língua como veículo do patrimônio cultural
imaterial;
• Dança música e artes da representação
tradicionais; As práticas sociais, os rituais e
eventos festivos;
ARTE POPULAR
A Cultura Popular pode ser definida como qualquer manifestação (dança, música,
festas, literatura, folclore, arte, etc.) em que o povo produz e participa de
forma ativa.
Bloco de maracatu Olinda "São Francisco de Assis". do artista
alagoano Beto Pezão
A cultura popular é o
resultado de uma interação
contínua entre pessoas de
determinadas regiões e
recobre um complexo de
padrões de comportamento
e crenças de um povo.
Nasceu da adaptação do
homem ao ambiente onde
vive e abrange inúmeras
áreas de conhecimento:
crenças, artes, moral, lingu
agem, ideias, hábitos, tradi
ções, usos e
costumes, artesanatos, folc
lore, etc.
No
Brasil, costumamos
chamar de “arte
popular”, a produção
de pinturas, esculturas
e modelagens feitas
por homens e
mulheres que não
receberam ensino ou
treinamento
profissional
específico, mas criam
obras de reconhecido
valor estético e
Os objetos de arte popular
normalmente têm fins decorativos e
as peças ora podem ser
independentes, ora podem ser
criadas para enfeitar outros objetos
ou substituir aqueles de uso
doméstico. A arte sacra sempre foi
importante meio de expressão de
nossos artistas. populares.
normalmente encomendadas e ditadas pela
sociedade em que ela se insere, que determina
tanto a temática como, em alguns casos, a
própria forma que o trabalho deva assumir.
Bichinhos, figuras humanas e tipos (como o
cangaceiro, a lavadeira, o padre), além de santos
são os temas mais frequentes da arte popular.
As manifestações
artísticas
acontecem em
todas as regiões
do Brasil, e seus
autores utilizam os
materiais que têm
à mão, como
barro ou
madeira, e ainda
outros, como
areia, palha, conta
s, tecidos e penas
Além de inventar seu próprio instrumental, certos artistas populares
chegam a criar, com materiais mais acessíveis, produtos que, mesmo sem
conservantes ou fixadores, produzem efeitos semelhantes a
outros, desenvolvidos pela indústria química com largo uso no mercado.
AS FESTAS DE JUNHO NA CULTURA POPULAR BRASILEIRA
As festas juninas são, na sua essência, multiculturais, embora o formato
com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos
populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a
Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os
instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-
reco etc.)
No Brasil, recebeu o nome
de "junina" (chamada
inicialmente de
"joanina", de São
João), porque acontece no
mês de junho. Herança
dos portugueses a tradição
das festa junina logo foi
incorporada aos costumes
das populações indígenas
e afro-brasileiras.
O local onde ocorre a
maioria dos festejos juninos
é chamado de arraial, um
largo espaço ao ar livre
cercado ou não e onde
barracas são erguidas
unicamente para o evento,
ou um galpão já existente
com dependências já
construídas e adaptadas
para a festa. Geralmente, o
arraial é decorado com
bandeirinhas de papel
colorido, balões e palha de
coqueiro ou bambu. Nos
arraiais, acontecem as
quadrilhas, os forrós,
leilões, bingos e os
casamentos matutos.
As comidas feitas de milho integram a
tradição, como a canjica, a pamonha, o
curau, o milho cozido, a pipoca e o bolo de
milho. Também pratos típicos como, por
exemplo, o arroz-doce, a broa de milho, a
cocada, o bom-bocado, o quentão, o vinho
quente, o pé-de-moleque, a batata-doce, o
bolo de amendoim, o bolo de pinhão etc.
• A terceira dimensão é a profundidade.
As três dimensões do desenho são:
• A primeira dimensão é representada pela linha, que pode ser medida
de acordo com seu cumprimento
• A segunda dimensão é a altura. Juntando a altura e o comprimento,
temos a superfície ou área.
As três dimensões juntas definem o volume da figura. Na
arte temos obras que ocupam apenas duas dimensões,
chamadas de bidimensionais, e outras que englobam uma
terceira dimensão, chamadas de tridimensionais.
Objeto tridimensional
As esculturas, modelagens e construções apresentam três
dimensões: altura, largura e profundidade.
• Primeiro plano: também chamado de plano próximo, é aquele que parece
estar mais perto do observador.
• Segundo plano: também chamado de plano afastado, é aquele que
representa o “fundo” da imagem, ou seja, o que parece estar mais
distante do observador
Planos intermediários: são os que ficam entre os dois anteriores. Outro
nome para esse tipo de plano é o plano médio.
Perspectiva
Outro modo de representar objetos com volume e paisagens com
profundidade em uma superfície plana (ou seja, num desenho) é usar a
perspectiva linear. Na perspectiva linear, nosso olhar “caminha” entre
duas linhas imaginárias, que se encontram num lugar distante,
chamado de ponto de fuga.
Para desenharmos em perspectiva devemos observar três
elementos:
Linha do Horizonte (LH) – é a linha imaginária do encontro entre o céu e a
terra. Ela define o ponto de vista do observador, ou seja, a altura de seus olhos.
Linhas Convergentes – são linhas que no mundo real são paralelas, mas que
na imagem em perspectiva parecem se encontrar num ponto.
Ponto de Fuga (PF) – é o local onde as linhas convergentes se encontram.
Geralmente fica sobre a linha do horizonte. O ponto de fuga pode ficar no
centro da linha do horizonte, à direita, à esquerda ou até mesmo fora da
imagem retratada.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
Niela Tuani
 
Aula patrimônio cultural
Aula patrimônio culturalAula patrimônio cultural
Aula patrimônio cultural
Curso Letrados
 
O modernismo brasileiro
O modernismo brasileiroO modernismo brasileiro
O modernismo brasileiro
Junior Onildo
 
Questões Arte
Questões ArteQuestões Arte
Questões Arte
Renata Assunção
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Slide música – estilos e gêneros musicais diversos
Slide música – estilos e gêneros musicais diversosSlide música – estilos e gêneros musicais diversos
Slide música – estilos e gêneros musicais diversos
Natália Matos
 
Artes Visuais
Artes VisuaisArtes Visuais
Artes Visuais
Júnior Maciel
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
Raphael Lanzillotte
 
Slide autorretrato
Slide autorretratoSlide autorretrato
Slide autorretrato
Lismara de Oliveira
 
Arte Rupestre
Arte Rupestre Arte Rupestre
Arte Rupestre
Escola Silene de Andrade
 
Influência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasilInfluência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasil
Nancihorta
 
História da dança
História da dançaHistória da dança
História da dança
Isaque Marques Pascoal
 
Arte e tecnologia
Arte e tecnologiaArte e tecnologia
Arte e tecnologia
Isabela Garcia
 
Vanguarda europeia
Vanguarda europeiaVanguarda europeia
Vanguarda europeia
Ana Batista
 
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
Raphael Lanzillotte
 
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docxATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
PabloYagoPereiraSilv
 
Arte Rupestre
Arte RupestreArte Rupestre
Arte Rupestre
Mariinazorzi
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
martinsramon
 
Arte moderna brasileira
Arte moderna brasileiraArte moderna brasileira
Arte moderna brasileira
Arte Educadora
 
Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922
seixasmarianas
 

Mais procurados (20)

Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
 
Aula patrimônio cultural
Aula patrimônio culturalAula patrimônio cultural
Aula patrimônio cultural
 
O modernismo brasileiro
O modernismo brasileiroO modernismo brasileiro
O modernismo brasileiro
 
Questões Arte
Questões ArteQuestões Arte
Questões Arte
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
 
Slide música – estilos e gêneros musicais diversos
Slide música – estilos e gêneros musicais diversosSlide música – estilos e gêneros musicais diversos
Slide música – estilos e gêneros musicais diversos
 
Artes Visuais
Artes VisuaisArtes Visuais
Artes Visuais
 
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
História da Arte: Arte e cultura indígena brasileira
 
Slide autorretrato
Slide autorretratoSlide autorretrato
Slide autorretrato
 
Arte Rupestre
Arte Rupestre Arte Rupestre
Arte Rupestre
 
Influência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasilInfluência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasil
 
História da dança
História da dançaHistória da dança
História da dança
 
Arte e tecnologia
Arte e tecnologiaArte e tecnologia
Arte e tecnologia
 
Vanguarda europeia
Vanguarda europeiaVanguarda europeia
Vanguarda europeia
 
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileiraHistória da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
História da Arte: Arte e cultura africana e afro brasileira
 
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docxATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
ATIVIDADE DE ARTE 82.03.docx
 
Arte Rupestre
Arte RupestreArte Rupestre
Arte Rupestre
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
Arte moderna brasileira
Arte moderna brasileiraArte moderna brasileira
Arte moderna brasileira
 
Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922
 

Semelhante a Apresentação sobre Patrimônio cultural, arte popular e os elementos do deseho

Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptxPatrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
GabrielBrando57
 
1 história, cultura, patrimônio e tempo
1   história, cultura, patrimônio e tempo1   história, cultura, patrimônio e tempo
1 história, cultura, patrimônio e tempo
Marilia Pimentel
 
Patrimônio Histórico e Cultural
Patrimônio Histórico e CulturalPatrimônio Histórico e Cultural
Patrimônio Histórico e Cultural
Viegas Fernandes da Costa
 
Capitulo 1 - quem faz historia.pptx
Capitulo 1 - quem faz historia.pptxCapitulo 1 - quem faz historia.pptx
Capitulo 1 - quem faz historia.pptx
JosinoNunes1
 
Aula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
Aula Didática Completa - Programa de Porto MaravilhaAula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
Aula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
Erika Marion Robrahn-González
 
História, memória, patrimônio e identidade
História, memória, patrimônio e identidadeHistória, memória, patrimônio e identidade
História, memória, patrimônio e identidade
Viegas Fernandes da Costa
 
Kit Jovens
Kit JovensKit Jovens
Kit Jovens
João Lima
 
A MÚSICA NA SALA DE AULA
A MÚSICA NA SALA DE AULAA MÚSICA NA SALA DE AULA
A MÚSICA NA SALA DE AULA
amiltonp
 
O que é história 6 ano
O que é história  6 anoO que é história  6 ano
O que é história 6 ano
Camile Lessa
 
Povoamento do Município de Ermo, SC
Povoamento do Município de Ermo, SCPovoamento do Município de Ermo, SC
Povoamento do Município de Ermo, SC
Brenner Cardoso
 
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdfESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
DeniseSilva92
 
Projetos e Práticas educacionais II
Projetos e Práticas educacionais IIProjetos e Práticas educacionais II
Projetos e Práticas educacionais II
Uesliane Mara Santos
 
Bacia do Rio Pardo- Aula 2 - Versão Professor
Bacia do Rio Pardo-  Aula 2 - Versão ProfessorBacia do Rio Pardo-  Aula 2 - Versão Professor
Bacia do Rio Pardo- Aula 2 - Versão Professor
Erika Marion Robrahn-González
 
A Clave - Janeiro de 2014
A Clave - Janeiro de 2014A Clave - Janeiro de 2014
A Clave - Janeiro de 2014
FilarmonicaCortense
 
Enem - CULTURA - por Cadu
Enem - CULTURA - por CaduEnem - CULTURA - por Cadu
Enem - CULTURA - por Cadu
Carlos Glufke
 
Sagradas
SagradasSagradas
Sagradas
Rafael Almeida
 
Material 7 - Cultura e Antropologia.pptx
Material 7 -  Cultura e Antropologia.pptxMaterial 7 -  Cultura e Antropologia.pptx
Material 7 - Cultura e Antropologia.pptx
WillianVieira54
 
Arte.pptx
Arte.pptxArte.pptx
Arte.pptx
Pablo Monteiro
 
Pensar o curriculo_de_arte_2014
Pensar o curriculo_de_arte_2014Pensar o curriculo_de_arte_2014
Pensar o curriculo_de_arte_2014
Andreia Carla Lobo
 
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
Dirceu Mauricio van Lonkhuijzen
 

Semelhante a Apresentação sobre Patrimônio cultural, arte popular e os elementos do deseho (20)

Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptxPatrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.pptx
 
1 história, cultura, patrimônio e tempo
1   história, cultura, patrimônio e tempo1   história, cultura, patrimônio e tempo
1 história, cultura, patrimônio e tempo
 
Patrimônio Histórico e Cultural
Patrimônio Histórico e CulturalPatrimônio Histórico e Cultural
Patrimônio Histórico e Cultural
 
Capitulo 1 - quem faz historia.pptx
Capitulo 1 - quem faz historia.pptxCapitulo 1 - quem faz historia.pptx
Capitulo 1 - quem faz historia.pptx
 
Aula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
Aula Didática Completa - Programa de Porto MaravilhaAula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
Aula Didática Completa - Programa de Porto Maravilha
 
História, memória, patrimônio e identidade
História, memória, patrimônio e identidadeHistória, memória, patrimônio e identidade
História, memória, patrimônio e identidade
 
Kit Jovens
Kit JovensKit Jovens
Kit Jovens
 
A MÚSICA NA SALA DE AULA
A MÚSICA NA SALA DE AULAA MÚSICA NA SALA DE AULA
A MÚSICA NA SALA DE AULA
 
O que é história 6 ano
O que é história  6 anoO que é história  6 ano
O que é história 6 ano
 
Povoamento do Município de Ermo, SC
Povoamento do Município de Ermo, SCPovoamento do Município de Ermo, SC
Povoamento do Município de Ermo, SC
 
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdfESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
ESTUDO DIRECIONADO DA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA.pdf
 
Projetos e Práticas educacionais II
Projetos e Práticas educacionais IIProjetos e Práticas educacionais II
Projetos e Práticas educacionais II
 
Bacia do Rio Pardo- Aula 2 - Versão Professor
Bacia do Rio Pardo-  Aula 2 - Versão ProfessorBacia do Rio Pardo-  Aula 2 - Versão Professor
Bacia do Rio Pardo- Aula 2 - Versão Professor
 
A Clave - Janeiro de 2014
A Clave - Janeiro de 2014A Clave - Janeiro de 2014
A Clave - Janeiro de 2014
 
Enem - CULTURA - por Cadu
Enem - CULTURA - por CaduEnem - CULTURA - por Cadu
Enem - CULTURA - por Cadu
 
Sagradas
SagradasSagradas
Sagradas
 
Material 7 - Cultura e Antropologia.pptx
Material 7 -  Cultura e Antropologia.pptxMaterial 7 -  Cultura e Antropologia.pptx
Material 7 - Cultura e Antropologia.pptx
 
Arte.pptx
Arte.pptxArte.pptx
Arte.pptx
 
Pensar o curriculo_de_arte_2014
Pensar o curriculo_de_arte_2014Pensar o curriculo_de_arte_2014
Pensar o curriculo_de_arte_2014
 
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
Fundamentos interdisciplinares de arqueologia
 

Último

A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 

Último (20)

A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 

Apresentação sobre Patrimônio cultural, arte popular e os elementos do deseho

  • 1. O que é patrimônio Cultural? O patrimônio cultural é um conjunto de bens culturais que estão muito presentes na história do grupo, que foram transmitidos entre várias gerações. Ou seja, são os bens culturais que ligam as pessoas aos seus pais, aos seus avós e àqueles que viveram muito tempo antes delas. PROFESSOR JOSÉ DO ROSÁRIO Artes Visuais Cênicas e Música
  • 2. O patrimônio cultural faz parte da vida das pessoas de uma maneira tão profunda, que algumas vezes elas não conseguem nem mesmo dizer o quanto ele é importante e por quê. Mas caso elas o perdessem, sentiriam sua falta. Como, por exemplo, a paisagem do lugar da infância; o jeito de preparar uma comida; uma dança; uma música; uma brincadeira.
  • 3. Existem instituições que são responsáveis por identificar, preservar e promover o patrimônio cultural: o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é responsável pelas políticas nacionais de patrimônio cultural. Existe até uma instituição responsável por declarar o que é o patrimônio do mundo, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Estas instituições trabalham para preservar o patrimônio cultural.
  • 4. O que é o tombamento? O tombamento é um ato administrativo realizado pelo Poder Público, nos níveis federal, estadual ou municipal com o objetivo de preservar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e também de valor afetivo para a população, impedindo a destruição e/ou descaracterização de tais bens. Viola-de-cocho
  • 5. Tipos de patrimônio Cultural Patrimônio Material composto por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza nos quatro Livros do Tombo: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em: • BENS IMÓVEIS como os núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos. • MÓVEIS como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.
  • 6. Patrimônio Imaterial Tipos de patrimônio Cultural A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) define como Patrimônio Cultural Imaterial as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – assim como os instrumentos, objetos, artefatos e espaços culturais que lhes são associados Esse patrimônio cultural imaterial – que se transmite de geração em geração – é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu entorno, de sua interação com a natureza e sua história, e lhes fornece um sentimento de identidade e de continuidade, contribuindo assim a promover o respeito pela diversidade cultural e a criatividade humana.
  • 7. • As práticas sociais, os rituais e eventos festivos, • Os conhecimentos e os usos relacionados à natureza e ao universo; • As técnicas artesanais tradicionais. De acordo com essa definição, o patrimônio cultural imaterial se manifesta particular nos seguintes âmbitos: • As tradições e expressões orais, incluindo a língua como veículo do patrimônio cultural imaterial; • Dança música e artes da representação tradicionais; As práticas sociais, os rituais e eventos festivos;
  • 8. ARTE POPULAR A Cultura Popular pode ser definida como qualquer manifestação (dança, música, festas, literatura, folclore, arte, etc.) em que o povo produz e participa de forma ativa. Bloco de maracatu Olinda "São Francisco de Assis". do artista alagoano Beto Pezão
  • 9. A cultura popular é o resultado de uma interação contínua entre pessoas de determinadas regiões e recobre um complexo de padrões de comportamento e crenças de um povo. Nasceu da adaptação do homem ao ambiente onde vive e abrange inúmeras áreas de conhecimento: crenças, artes, moral, lingu agem, ideias, hábitos, tradi ções, usos e costumes, artesanatos, folc lore, etc.
  • 10. No Brasil, costumamos chamar de “arte popular”, a produção de pinturas, esculturas e modelagens feitas por homens e mulheres que não receberam ensino ou treinamento profissional específico, mas criam obras de reconhecido valor estético e
  • 11. Os objetos de arte popular normalmente têm fins decorativos e as peças ora podem ser independentes, ora podem ser criadas para enfeitar outros objetos ou substituir aqueles de uso doméstico. A arte sacra sempre foi importante meio de expressão de nossos artistas. populares.
  • 12. normalmente encomendadas e ditadas pela sociedade em que ela se insere, que determina tanto a temática como, em alguns casos, a própria forma que o trabalho deva assumir. Bichinhos, figuras humanas e tipos (como o cangaceiro, a lavadeira, o padre), além de santos são os temas mais frequentes da arte popular.
  • 13. As manifestações artísticas acontecem em todas as regiões do Brasil, e seus autores utilizam os materiais que têm à mão, como barro ou madeira, e ainda outros, como areia, palha, conta s, tecidos e penas Além de inventar seu próprio instrumental, certos artistas populares chegam a criar, com materiais mais acessíveis, produtos que, mesmo sem conservantes ou fixadores, produzem efeitos semelhantes a outros, desenvolvidos pela indústria química com largo uso no mercado.
  • 14. AS FESTAS DE JUNHO NA CULTURA POPULAR BRASILEIRA As festas juninas são, na sua essência, multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco- reco etc.) No Brasil, recebeu o nome de "junina" (chamada inicialmente de "joanina", de São João), porque acontece no mês de junho. Herança dos portugueses a tradição das festa junina logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
  • 15. O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente, o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais, acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos. As comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica, a pamonha, o curau, o milho cozido, a pipoca e o bolo de milho. Também pratos típicos como, por exemplo, o arroz-doce, a broa de milho, a cocada, o bom-bocado, o quentão, o vinho quente, o pé-de-moleque, a batata-doce, o bolo de amendoim, o bolo de pinhão etc.
  • 16. • A terceira dimensão é a profundidade. As três dimensões do desenho são: • A primeira dimensão é representada pela linha, que pode ser medida de acordo com seu cumprimento • A segunda dimensão é a altura. Juntando a altura e o comprimento, temos a superfície ou área.
  • 17. As três dimensões juntas definem o volume da figura. Na arte temos obras que ocupam apenas duas dimensões, chamadas de bidimensionais, e outras que englobam uma terceira dimensão, chamadas de tridimensionais.
  • 18. Objeto tridimensional As esculturas, modelagens e construções apresentam três dimensões: altura, largura e profundidade.
  • 19. • Primeiro plano: também chamado de plano próximo, é aquele que parece estar mais perto do observador. • Segundo plano: também chamado de plano afastado, é aquele que representa o “fundo” da imagem, ou seja, o que parece estar mais distante do observador Planos intermediários: são os que ficam entre os dois anteriores. Outro nome para esse tipo de plano é o plano médio.
  • 20. Perspectiva Outro modo de representar objetos com volume e paisagens com profundidade em uma superfície plana (ou seja, num desenho) é usar a perspectiva linear. Na perspectiva linear, nosso olhar “caminha” entre duas linhas imaginárias, que se encontram num lugar distante, chamado de ponto de fuga.
  • 21. Para desenharmos em perspectiva devemos observar três elementos: Linha do Horizonte (LH) – é a linha imaginária do encontro entre o céu e a terra. Ela define o ponto de vista do observador, ou seja, a altura de seus olhos. Linhas Convergentes – são linhas que no mundo real são paralelas, mas que na imagem em perspectiva parecem se encontrar num ponto. Ponto de Fuga (PF) – é o local onde as linhas convergentes se encontram. Geralmente fica sobre a linha do horizonte. O ponto de fuga pode ficar no centro da linha do horizonte, à direita, à esquerda ou até mesmo fora da imagem retratada.