comecem a haver
hajam
comece a haver
haja
situação, situação esta que
, situação que
, que
. Esta situação
,o que
em prol
a minha prole
bancarrota
Pude, pudesse, pudemos, puder
Pode, pôde, podemos, poder
Relê o poema «A largada» (p. 172), de
Miguel Torga.
Qual é o assunto do texto?
Ainda se utiliza, atualmente, a
expressão «ser um Velho do Restelo» para
designar metaforicamente uma pessoa
«conservadora, antiquada, ultrapassada,
parada no tempo, que resiste à mudança,
para quem qualquer empreitada parece
impossível de realizar e que apregoa a
desgraça».
Se tu saíres, eu também saio.
modificador de frase
orações adverbiais condicionais e
concessivas desempenham esta função
A casa não será a mesma coisa sem ti, Rui.
sujeito
Eu fico lá fora, à tua espera, meu.
predicativo do sujeito
Até a barraca abana.
sujeito
Até a barraca [ele / o vento] abana
complemento direto sujeito subentendido
A casa, sem ti, vai ficar muita vazia, meu.
vocativo
Foi o país e o mundo.
predicado
(verbo + predicativo do sujeito)
Que dizem os teus olhos?
complemento direto
sujeito
Eles só passam as imagens que lhes
convêm.
oração adjetiva
relativa restritiva
modificador
restritivo do nome
Quando lavas os pés, vais mesmo lá
abaixo ou, para não desceres, esfregas
os pés um no outro.
modificador do grupo verbal
orações adverbiais temporais, causais,
finais desempenham esta função
Praia das lágrimas
(Carlos Tê / Rui Veloso)
Ó mar salgado, eu sou só mais uma
Das que aqui choram e te salgam a espuma.
Ó mar das trevas, que somes galés,
Meu pranto intenso engrossa as marés.
Ó mar da Índia, lá nos teus confins,
De chorar tanto tenho dores nos rins.
Choro nesta areia: salina será?
Choro toda a noite, seco de manhã.
Ai, ó mar roxo, ó mar abafadiço,
Poupa o meu homem, não lhe dês sumiço!
Que sol é o teu nesses céus vermelhos?
Que eles partem novos e retornam velhos!
Ó mar da calma, ninho do tufão,
Que é do meu amor? Seis anos já lá vão!
Não sei o que o chama aos teus nevoeiros:
Será fortuna ou bichos-carpinteiros?
Ó mar da China, Samatra e Ceilão,
Não sei que faça: sou viúva ou não?
Não sei se case: notícias não há...
Será que é morto ou se amigou por lá?
Amar pelos dois
Subordinadas adverbiais condicionais
Subordinadas substantivas completivas
Se um dia alguém perguntar por mim,
Diz que vivi para te amar.
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar.
Meu bem, ouve as minhas preces:
Peço que regresses, que me voltes a
querer.
Eu sei que não se ama sozinho,
Talvez devagarinho possas voltar a aprender.
Meu bem, ouve as minhas preces:
Peço que regresses, que me voltes a querer.
Eu sei que não se ama sozinho,
Talvez devagarinho possas voltar a aprender.
Se o teu coração não quiser ceder,
[Se] Não sentir paixão, [Se] não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois,
O meu coração pode amar pelos dois.
Nunca me fui embora
Subordinadas adjetivas relativas
Subordinadas substantivas completivas
Subordinadas substantivas relativas
Eu já nem quero outra coisa
Além de ficar bem onde estou
A casa onde nasci
O bairro onde cresci
O tempo que eu vivi
A vida que eu escolhi
Não trocava o que eu tenho
Por quem eu não sou
Sinto que já perdi muita coisa
Mas, para perder, eu tive de encontrar
O muito que eu errei
O tanto (que) eu passei
Tudo que eu larguei
E a todos que abracei
Foi uma aventura e tanto
E eu aqui estou
Há sempre um dia novo
À espera de quem se põe a jeito
E faz acontecer um pouco
E se dá também
E nem supõe que é capaz
Há sempre um dia novo
À espera de alguém
E falta ainda tanta coisa
Ainda tenho tanto para contar
Um amor para ser
Um dia para tentar
Um amor para ter
E mais para cantar
E a vida [que] não pense que me vai
escapar
Há sempre um dia novo
À espera de quem se põe a jeito
E faz acontecer um pouco
E se dá também
E nem supõe que é capaz
Há sempre um dia novo
À espera de alguém
Há sempre um dia novo
À espera de quem se põe a jeito
E faz acontecer um pouco
E se dá também
E nem supõe que é capaz
Há sempre um dia novo
À espera de alguém
Há sempre um dia novo
À espera de alguém
Escreve um comentário em que
compares as estrofes das despedidas em
Belém nos Lusíadas (88-89), de Camões,
com «Mar Português», de Pessoa.
Interessa sobretudo o que haja de
comum (ou contrastante) no tratamento no
tema da perspetiva face à viagens das
descobertas.
TPC — Responde ao ponto 1 da
página 177 (umas 150 palavras).
+ gramática
+ Memorial do Convento
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 119-120
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 119-120

Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 119-120

  • 2.
  • 3.
    situação, situação estaque , situação que , que . Esta situação
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Pude, pudesse, pudemos,puder Pode, pôde, podemos, poder
  • 9.
    Relê o poema«A largada» (p. 172), de Miguel Torga.
  • 10.
    Qual é oassunto do texto?
  • 23.
    Ainda se utiliza,atualmente, a expressão «ser um Velho do Restelo» para designar metaforicamente uma pessoa «conservadora, antiquada, ultrapassada, parada no tempo, que resiste à mudança, para quem qualquer empreitada parece impossível de realizar e que apregoa a desgraça».
  • 25.
    Se tu saíres,eu também saio. modificador de frase orações adverbiais condicionais e concessivas desempenham esta função
  • 26.
    A casa nãoserá a mesma coisa sem ti, Rui. sujeito
  • 27.
    Eu fico láfora, à tua espera, meu. predicativo do sujeito
  • 28.
    Até a barracaabana. sujeito Até a barraca [ele / o vento] abana complemento direto sujeito subentendido
  • 29.
    A casa, semti, vai ficar muita vazia, meu. vocativo
  • 30.
    Foi o paíse o mundo. predicado (verbo + predicativo do sujeito)
  • 31.
    Que dizem osteus olhos? complemento direto sujeito
  • 32.
    Eles só passamas imagens que lhes convêm. oração adjetiva relativa restritiva modificador restritivo do nome
  • 33.
    Quando lavas ospés, vais mesmo lá abaixo ou, para não desceres, esfregas os pés um no outro. modificador do grupo verbal orações adverbiais temporais, causais, finais desempenham esta função
  • 35.
    Praia das lágrimas (CarlosTê / Rui Veloso)
  • 36.
    Ó mar salgado,eu sou só mais uma Das que aqui choram e te salgam a espuma. Ó mar das trevas, que somes galés, Meu pranto intenso engrossa as marés. Ó mar da Índia, lá nos teus confins, De chorar tanto tenho dores nos rins.
  • 37.
    Choro nesta areia:salina será? Choro toda a noite, seco de manhã. Ai, ó mar roxo, ó mar abafadiço, Poupa o meu homem, não lhe dês sumiço! Que sol é o teu nesses céus vermelhos? Que eles partem novos e retornam velhos!
  • 38.
    Ó mar dacalma, ninho do tufão, Que é do meu amor? Seis anos já lá vão! Não sei o que o chama aos teus nevoeiros: Será fortuna ou bichos-carpinteiros?
  • 39.
    Ó mar daChina, Samatra e Ceilão, Não sei que faça: sou viúva ou não? Não sei se case: notícias não há... Será que é morto ou se amigou por lá?
  • 41.
    Amar pelos dois Subordinadasadverbiais condicionais Subordinadas substantivas completivas
  • 42.
    Se um diaalguém perguntar por mim, Diz que vivi para te amar. Antes de ti, só existi Cansado e sem nada para dar.
  • 43.
    Meu bem, ouveas minhas preces: Peço que regresses, que me voltes a querer. Eu sei que não se ama sozinho, Talvez devagarinho possas voltar a aprender.
  • 44.
    Meu bem, ouveas minhas preces: Peço que regresses, que me voltes a querer. Eu sei que não se ama sozinho, Talvez devagarinho possas voltar a aprender.
  • 45.
    Se o teucoração não quiser ceder, [Se] Não sentir paixão, [Se] não quiser sofrer Sem fazer planos do que virá depois, O meu coração pode amar pelos dois.
  • 46.
    Nunca me fuiembora Subordinadas adjetivas relativas Subordinadas substantivas completivas Subordinadas substantivas relativas
  • 47.
    Eu já nemquero outra coisa Além de ficar bem onde estou A casa onde nasci O bairro onde cresci O tempo que eu vivi A vida que eu escolhi Não trocava o que eu tenho Por quem eu não sou
  • 48.
    Sinto que jáperdi muita coisa Mas, para perder, eu tive de encontrar O muito que eu errei O tanto (que) eu passei Tudo que eu larguei E a todos que abracei Foi uma aventura e tanto E eu aqui estou
  • 49.
    Há sempre umdia novo À espera de quem se põe a jeito E faz acontecer um pouco E se dá também E nem supõe que é capaz Há sempre um dia novo À espera de alguém
  • 50.
    E falta aindatanta coisa Ainda tenho tanto para contar Um amor para ser Um dia para tentar Um amor para ter E mais para cantar E a vida [que] não pense que me vai escapar
  • 51.
    Há sempre umdia novo À espera de quem se põe a jeito E faz acontecer um pouco E se dá também E nem supõe que é capaz Há sempre um dia novo À espera de alguém
  • 52.
    Há sempre umdia novo À espera de quem se põe a jeito E faz acontecer um pouco E se dá também E nem supõe que é capaz Há sempre um dia novo À espera de alguém Há sempre um dia novo À espera de alguém
  • 54.
    Escreve um comentárioem que compares as estrofes das despedidas em Belém nos Lusíadas (88-89), de Camões, com «Mar Português», de Pessoa.
  • 55.
    Interessa sobretudo oque haja de comum (ou contrastante) no tratamento no tema da perspetiva face à viagens das descobertas.
  • 57.
    TPC — Respondeao ponto 1 da página 177 (umas 150 palavras). + gramática + Memorial do Convento