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Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Figuras de estilo (manual, pp. 349-351)
As que surgem no exercício:
Anáfora | Hipérbato | Aliteração |
Animismo | Alegoria | Eufemismo |
Gradação | Antítese | Hipálage | Hipérbole |
Comparação | Disfemismo | Ironia | Lítotes
| Metáfora | Personificação |
Pleonasmo | Metonímia | Sinédoque |
Paradoxo (ou Oxímoro) | Sinestesia |
Perífrase (ou Circunlóquio) | Imagem
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
a) metáfora e hipérbole
Tentei uma brecha naquela impenetrável
muralha de palavras, já cansada de andar
para cá e para lá no corredor, enquanto a
minha mãe, da sala perguntava, pela 756.ª
vez, quem era.
Alice Vieira, Chocolate à Chuva.
septingentésimo quinquagésimo sexto
b) personificação
Bastava a ponta dos meus dedos sobre a
mesa, e logo o coração da mesa
respondia, batendo pausadamente ao
ritmo do meu.
Alice Vieira, Chocolate à Chuva.
c) metáfora e animismo
Na primavera
o sol
faz o ninho
no beiral da minha casa.
Francisco Duarte Mangas; João Pedro
Mêsseder, «Ave», Breviário do Sol.
d) comparação e metáfora
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Eugénio de Andrade, «As Palavras», Antologia
Breve.
e) aliteração
[...] aquela menina casadoira,
que mora junto ao largo,
vem à varanda ver a Lua.
Manuel da Fonseca, «Noite de Verão», Obra
Poética.
f) antítese
Perdido num sonho:
o sol, o deserto...
Na linha dos olhos
— tão longe, tão perto —
ondula... a miragem?
Francisco Duarte Mangas; João Pedro
Mêsseder, «Ave», Breviário do Sol.
g) hipérbato
Já descoberto tínhamos diante,
Lá no novo Hemisfério, nova estrela,
Luís de Camões, Os Lusíadas.
h) anáfora
Viva a Mademoiselle! Viva a minha
precetora! Viva o papá que mandou a
outra ir embora! Viva! Viva!
Augusto Gil, Gente de Palmo e Meio.
i) eufemismo
Fidalgo: — Esta barca onde vai ora, que
assi está apercebida?
Diabo: — Vai pera a ilha perdida e há-de
partir logo ess’ora.
Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno.
j) gradação
Não há ninguém mais rico no mundo.
Sou riquíssimo. Sou podre de rico.
Cheiro mal de rico.
José Gomes Ferreira, Aventuras de João sem
Medo.
k) hipálage
Batizei quase todos os poemas que
escrevi. Certo dia, coloquei-os pela
ordem alfabética dos títulos e deixei-os
sobre a mesa a repousar, cansados de
tanto trabalho com as palavras.
João Pedro Mêsseder, De Que Cor é o Desejo?
«Carlinhos, arreganhando para
Eusebiozinho um lábio feroz»,
o adjectivo «feroz» reporta-se, no
fundo, a Carlinhos, mas,
gramaticalmente, serve de atributo a
«lábio».
• cigarro pensativo
• cigarro lânguido
• sobrancelhas meditativas
• lábios devotos
• mão pacificadora
• sedas impúdicas
• braço concupiscente
• braços pasmados
• sala séria de tons castos
• leito de ferro virginal
• as tias, fazendo as suas meias
sonolentas [vs. meias, sonolentas]
• lenta humidade das paredes fatais
do Ramalhete
• chá respeitoso
• o peixe austero
• as lojas loquazes dos barbeiros
• saias ligeiras e ilegítimas
• raspar espavorido dos fósforos
l) imagem
Que medonho sítio!
Irene Lisboa, Uma Mão Cheia de Nada e Outra
de Coisa Nenhuma.
 
A imagem dá forma visual à representação
das ideias. Engloba figuras como a
comparação, a metáfora, a metonímia.
m) ironia
— Senhor João Sem Medo: cá o meco
chama-se Zé Porco... Este meu sócio é o Chico
Calado, mudo de nascença... E aquele tem a
alcunha de «Louro» porque passa a vida a
beberricar pelas tabernas, onde improvisa cada
versalhada de se lhe tirar o chapéu.
«Sim, senhor... — pensou João Sem Medo.
— Linda coleção!»
José Gomes Ferreira, Aventuras de João sem Medo.
n) metonímia
— Não acredito — disse Gil. — Você
não tem fibra para ensinar a esgadanhar
um bocado de Liszt a essas monas filhas
de tubarões da finança e medíocres
cortesãs.
Agustina Bessa-Luís, Contos Impopulares.
continente / conteúdo
(«bebemos uns copos»)
autor / obra
(«ouvi Mozart»)
parte / todo
(«as velas navegavam»)
espaço / instituição
(«uma diretiva de Belém»)
• a) relação entre a parte e o todo (ex.: “cabeça”
em “cem cabeças de gado”);
• b) entre a matéria e seu objeto (ex.: “ouro”
quando empregado como “dinheiro”);
• c) entre um ser e o seu princípio ativo (ex.:
“alma” em “cidade de cem mil almas”);
• d) entre o agente e o resultado (ex.: “mão” como
“escrita” em “é da mão de Eça”);
• e) entre um ser e alguns de seus traços físicos
(ex.: “respeitemos as cãs”, isto é, “os idosos”);
• f) entre a causa e o efeito ou entre o produtor e o
objeto produzido (ex.: “um Picasso”, isto é, “um
quadro de Picasso”);
• g) entre o continente e seu conteúdo (ex.:
“beber um copo”, isto é, o conteúdo de um
copo);
• h) entre o tempo ou o lugar e os seres que se
acham no tempo ou lugar (ex.: a posteridade,
isto é, as pessoas do futuro; a nação, isto é,
os componentes de uma nação;
• i) entre o abstrato e o concreto (ex.: “o amor
tudo vence”, isto é, as pessoas que amam);
• j) entre o signo e a coisa que ele significa (a
coroa, isto é, o rei).
o) paradoxo (oxímoro)
E erguendo a cabeça do bordado
explicou-se melhor:
— Quando Deus quer, até os cegos
veem.
Carlos de Oliveira, Uma Abelha na Chuva.
p) perífrase (antonomásia) e metonímia
Cessem do sábio Grego [= Ulisses] e do
Troiano [= Eneias]
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandre e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano [= o
valor português],
Luís de Camões, Os Lusíadas.
Antonomásia — figura de retórica que consiste em
designar um indivíduo por um nome comum ou pelo
nome da espécie a que pertence: Eneias é muitas
vezes referido como o Troiano e a alguém que não
conhece as boas maneiras chama-se Bárbaro. Ao
designarem-se os grandes escritores por Homero ou
os mulherengos por Casanova realiza-se o processo
inverso: substitui-se um nome comum por um nome
próprio. Nesta variante, a antonomásia assemelha-se a
uma outra figura de retórica: a perífrase. Estas
substituições visam, essencialmente, embelezar o
texto ou evitar a repetição. […]
Perífrase —
q) pleonasmo
Meio-dia
O Sol tem os seus
Caprichos: não gosta
Que o olhem
Olhos nos olhos.
Francisco Duarte Mangas; João Pedro
Mêsseder, Breviário do Sol.
r) sinédoque
Que, da ocidental praia lusitana
[parte (praia) pelo todo (Portugal)]
Luís de Camões, Os Lusíadas.
s) sinestesia
Era um céu alto, sem resposta, cor de frio.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Contos
Exemplares.
t) alegoria
Uma árvore tem raízes, tem tronco, tem ramos,
tem folhas, tem varas, tem flores, tem frutos.
Assim há-de ser o sermão: há-de ter raízes fortes
e sólidas, porque há-de ser fundado no
Evangelho; há-de ter um tronco, porque há-de ter
um só assunto e tratar uma só matéria; deste
tronco hão-de nascer diversos ramos, que são
diversos discursos, mas nascidos da mesma
matéria e continuados nela.
Padre António Vieira, Sermão de Santo António aos
Peixes.
A alegoria representa de modo
figurado um conceito ou abstração. É uma
metáfora continuada.
u) disfemismo
Enquanto os vermes iam roendo esses
cadáveres amarrados pelos grilhões da
morte.
Alexandre Herculano, Eurico, o Presbítero.
«Bater as botas»
«Vestir o sobretudo de madeira»
v) lítotes
Eu não posso senão ser [= Só sou]
desta terra em que nasci.
Jorge de Sena, «Quem A Tem».
 
A lítotes atenua o significado de uma
afirmação, negando o contrário do que se
pretende afirmar.
«a sua perspetiva não é disparatada»
[= a sua perspetiva é correta]
w) hipérbole e comparação
O céu tremeu, e Apolo, de torvado,
Um pouco de luz perdeu, como enfiado.
Luís de Camões, Os Lusíadas.
TPC — Lê o que vou pôr em Gaveta
de Nuvens sobre figuras de estilo.
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
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Localizar um recurso estilístico e
comentar a sua expressividade
• Metáfora (explicar a analogia e mostrar
como é curiosa a transposição para outro
contexto).
• Comparação (idem; mostrar como o termo
da comparação é inusitado)
• Repetição, anáfora, uso repetido e
expressivo de determinado sinal de
pontuação.
• Paralelismo.
• Polissíndeto.
• Longa enumeração (assindética ou
não).
• Gradação.
• Hipérbole.
• Antítese, Paradoxo, Oxímoro (destacar
o contraste conseguido, e efeito de
oposição e agregação).
• Adjetivação inesperada, expressiva.
• Personificação.
• Ironia.
Designar e localizar a figura,
transcrevendo.
Referir em que consiste o processo
estilístico (em que é que se rompeu a
norma) e o efeito que assim se obtém. 
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Noções úteis antes de ouvir o primeiro
capítulo do «Sermão de Santo António»:
•Este sermão do Padre António Vieira foi
proferido em 1654 (século XVII), a 13 de
junho (dia de Santo António), em São
Luís do Maranhão (Brasil), numa igreja
que não ficava longe da praia (Capela do
Senhor Bom Jesus dos Navegantes)
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• Santo António (de Pádua e de Lisboa)
viveu entre 1191[ou 95?] e 13-6-1231
(século XIII).
• Conta-se que Santo António teria
pregado a peixes, quando os homens
não lhe ligavam (e o perseguiam), na
cidade de Rimini [< Arimino] (Itália).
• Século XIII — Santo António. (Segundo a lenda,
pregou aos peixes, em Rimini.)
[mais de 400 anos]
• Século XVII — Padre António Vieira. (Profere
sermão em que alude àquele milagre de Santo
António — a 13 de junho, dia de Santo António.)
[361 anos]
• Século XXI — Alunos do 11.º #.ª. (Estudam o
«Sermão de Santo António [aos peixes]» do
Padre António Vieira — todos contentes.)
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• Este cap. I corresponde ao «exórdio», a
introdução.
• Cap. I — Introdução (Exórdio)
• Caps. II-V — Desenvolvimento
(Exposição; Confirmação)
. Cap. VI — Conclusão (Peroração)
Se fizermos um paralelo com a epopeia:
Proposição
Invocação
Dedicatória
Narração
•A citação latina «Vós estis sal terrae»
corresponde ao chamado «conceito
predicável» (interpretação fantástica de
um passo da Bíblia, com base em
associações de ideias, que vai servir
para estruturar a argumentação).
• Estratégia esperável ao longo de todo
o sermão — mas especialmente no
exórdio — é a captatio benevolentiae.
• Todo o sermão assenta numa alegoria:
vai-se pregar a peixes.
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
• O sal preserva, evita a podridão dos
alimentos.
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1.1.
As duas partes do Sermão presentes
no excerto apresentado são o Exórdio
(exposição do plano a desenvolver e das
ideias a defender), que parte do conceito
predicável «Vós sois o sal da terra», em
que se destaca a referência às obrigações
do sal, a indicação das virtudes dos
peixes e a crítica aos homens e a
Invocação (pedido de auxílio divino).
1.2.1.
A terceira parte do Sermão de Santo
António aos Peixes é a Confirmação
(subdividida em Exposição e
Confirmação) com a exposição do tema,
das ideias e seu desenvolvimento, que
engloba a argumentação e a crítica aos
comportamentos, a cen-sura à
prepotência dos grandes, a crítica à
vaidade dos homens e a censura aos
ambiciosos, aos hipócritas e aos
traidores.
O Padre António Vieira indicou, no início do
Cap. II, que dividia o desenvolvimento do seu
sermão em duas partes. Assim, temos dois
diferentes momentos de exposição e dois
diferentes momentos de confirmação:
— no primeiro momento de exposição (Cap. II), destaca
os louvores dos peixes em geral, seguindo-se a
respetiva confirmação, no Cap. III, com os louvores em
particular (peixe de Tobias, rémora, torpedo e quatro-
olhos);
— o segundo momento de exposição surge no Cap. IV,
ao falar da repreensão dos vícios em geral, seguindo-se
a respetiva confirmação, no Cap. V, com as repreensões
em particular (roncadores, pegadores, voadores e
polvo).
1.3.
A quarta parte do Sermão é a
Peroração, uma conclusão que utiliza um
desfecho forte para impressionar o
auditório, uma última advertência aos
peixes e a descrição de si próprio como
pecador. O sermão termina com um hino
de louvor a Deus.
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
O autor pregou este sermão —
todo ele alegórico — três dias antes
de embarcar, clandestinamente, para
a metrópole, com o objetivo de
encontrar solução para o problema
dos índios, em consequência dos
factos a que se alude no «Sermão da
Sexagésima» (volume 1 dos
Sermões).
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Como se deduz da alegoria em que
assenta o texto, no «Sermão de Santo
António aos Peixes» o orador abordou
todos os pontos do programa que, ainda
que impopular, considerava ser o mais
adequado, em termos espirituais e
práticos, à colónia.
Vós sois o sal da terra (Mateus, 5,13).
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
[linhas 1-12]
Cristo diz serem os pregadores o
sal da terra. Tal como o sal preserva
(os alimentos), os pregadores deviam
impedir a podridão/corrupção. Mas, se
há tantos pregadores, como se
justifica que haja tanta corrupção?
Várias hipóteses (e bifurcadas): ou os
pregadores não pregam a verdade ou
os ouvintes não a querem; ou os
pregadores não fazem o que
defendem/dizem e os seus ouvintes
preferem imitá-los nas práticas/ações e
não nas palavras; ou os pregadores
pensam mais neles do que em Cristo
ou os ouvintes, em vez de seguirem os
preceitos da religião, preferem reger-se
pela sua vontade/propensão imediata.
[ll. 13-22]
Então, o que se há de fazer aos
pregadores, que não evitam a
corrupção, e aos ouvintes, que não se
deixam influenciar/catequizar? Como
disse Cristo, se os pregadores não
cumprem bem, pelas palavras ou pelos
atos, o melhor será espezinhá-los e
fazer-lhes cócegas.
[ll. 23-40]
E que se há de fazer aos ouvintes?
Santo António, perante um público
que não lhe ligava, abandonou-o e foi
pregar aos bocados de salmão em
pratos de sushi.
[ll. 41-52]
Retomando o ‘conceito predicável’:
Santo António foi até mais do que «sal
da terra», foi também «sal do mar», já
que pregou a peixes. Mas o autor não
quer relatar o que se passou com
Santo António, antes acha que nos
dias dos santos — lembremos: era dia
13 de junho, dia de Santo António — se
deve é imitá-los.
[ll. 53-57]
Por isso, o orador, o Padre António
Vieira, vai também pregar aos peixes;
para tanto, invoca Maria Albertina, cuja
etimologia, supostamente, se ligaria ao
mar (na verdade, esta etimologia é falsa).
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
Cap. I — Introdução (Exórdio)
Caps. II-V — Desenvolvimento
Louvores, em geral II
Louvores, em particular III
Repreensões, em geral IV
Repreensões, em particular V
Cap. VI — Conclusão (Peroração)
Propositio (= proposição, ‘apresentação do
assunto’)
«Enfim, que havemos de pregar hoje aos
peixes?» e os dois parágrafos seguintes (ll. 1-24)
Divisio (= divisão, ‘clarificação do assunto’)
«dividirei, peixes, o vosso sermão em […]» (l.
21) até «vícios» (l. 23)
cap. I terminara com uma invocação a
Maria
«espero que não me falta com a costuma-
da graça» (l. 57)
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r
[Ainda sobre o «Sermão»:]
Exuberância do período barroco, refletida
no estilo oratório do PAV (certo ludismo
estilístico):
os paralelismos,
as enumerações,
as anáforas,
os quiasmos,
as perguntas retóricas,
as antíteses,
as citações bíblicas,
…
Púlpito = palco
O contexto (afinal, um sermão é um texto
que pretende ser didático): Sermão de
Santo António aos Peixes tem mensagem
acerca da situação dos índios no
Maranhão (exploração pelos europeus)
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Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 101-101 r

  • 2. Figuras de estilo (manual, pp. 349-351) As que surgem no exercício: Anáfora | Hipérbato | Aliteração | Animismo | Alegoria | Eufemismo | Gradação | Antítese | Hipálage | Hipérbole | Comparação | Disfemismo | Ironia | Lítotes | Metáfora | Personificação | Pleonasmo | Metonímia | Sinédoque | Paradoxo (ou Oxímoro) | Sinestesia | Perífrase (ou Circunlóquio) | Imagem
  • 4. a) metáfora e hipérbole Tentei uma brecha naquela impenetrável muralha de palavras, já cansada de andar para cá e para lá no corredor, enquanto a minha mãe, da sala perguntava, pela 756.ª vez, quem era. Alice Vieira, Chocolate à Chuva.
  • 6. b) personificação Bastava a ponta dos meus dedos sobre a mesa, e logo o coração da mesa respondia, batendo pausadamente ao ritmo do meu. Alice Vieira, Chocolate à Chuva.
  • 7. c) metáfora e animismo Na primavera o sol faz o ninho no beiral da minha casa. Francisco Duarte Mangas; João Pedro Mêsseder, «Ave», Breviário do Sol.
  • 8. d) comparação e metáfora São como um cristal, as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio. Outras, orvalho apenas. Eugénio de Andrade, «As Palavras», Antologia Breve.
  • 9. e) aliteração [...] aquela menina casadoira, que mora junto ao largo, vem à varanda ver a Lua. Manuel da Fonseca, «Noite de Verão», Obra Poética.
  • 10. f) antítese Perdido num sonho: o sol, o deserto... Na linha dos olhos — tão longe, tão perto — ondula... a miragem? Francisco Duarte Mangas; João Pedro Mêsseder, «Ave», Breviário do Sol.
  • 11. g) hipérbato Já descoberto tínhamos diante, Lá no novo Hemisfério, nova estrela, Luís de Camões, Os Lusíadas.
  • 12. h) anáfora Viva a Mademoiselle! Viva a minha precetora! Viva o papá que mandou a outra ir embora! Viva! Viva! Augusto Gil, Gente de Palmo e Meio.
  • 13. i) eufemismo Fidalgo: — Esta barca onde vai ora, que assi está apercebida? Diabo: — Vai pera a ilha perdida e há-de partir logo ess’ora. Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno.
  • 14. j) gradação Não há ninguém mais rico no mundo. Sou riquíssimo. Sou podre de rico. Cheiro mal de rico. José Gomes Ferreira, Aventuras de João sem Medo.
  • 15. k) hipálage Batizei quase todos os poemas que escrevi. Certo dia, coloquei-os pela ordem alfabética dos títulos e deixei-os sobre a mesa a repousar, cansados de tanto trabalho com as palavras. João Pedro Mêsseder, De Que Cor é o Desejo?
  • 16. «Carlinhos, arreganhando para Eusebiozinho um lábio feroz», o adjectivo «feroz» reporta-se, no fundo, a Carlinhos, mas, gramaticalmente, serve de atributo a «lábio».
  • 17. • cigarro pensativo • cigarro lânguido • sobrancelhas meditativas • lábios devotos • mão pacificadora • sedas impúdicas • braço concupiscente • braços pasmados • sala séria de tons castos • leito de ferro virginal
  • 18. • as tias, fazendo as suas meias sonolentas [vs. meias, sonolentas] • lenta humidade das paredes fatais do Ramalhete • chá respeitoso • o peixe austero • as lojas loquazes dos barbeiros • saias ligeiras e ilegítimas • raspar espavorido dos fósforos
  • 19. l) imagem Que medonho sítio! Irene Lisboa, Uma Mão Cheia de Nada e Outra de Coisa Nenhuma.  
  • 20. A imagem dá forma visual à representação das ideias. Engloba figuras como a comparação, a metáfora, a metonímia.
  • 21. m) ironia — Senhor João Sem Medo: cá o meco chama-se Zé Porco... Este meu sócio é o Chico Calado, mudo de nascença... E aquele tem a alcunha de «Louro» porque passa a vida a beberricar pelas tabernas, onde improvisa cada versalhada de se lhe tirar o chapéu. «Sim, senhor... — pensou João Sem Medo. — Linda coleção!» José Gomes Ferreira, Aventuras de João sem Medo.
  • 22. n) metonímia — Não acredito — disse Gil. — Você não tem fibra para ensinar a esgadanhar um bocado de Liszt a essas monas filhas de tubarões da finança e medíocres cortesãs. Agustina Bessa-Luís, Contos Impopulares.
  • 23. continente / conteúdo («bebemos uns copos») autor / obra («ouvi Mozart») parte / todo («as velas navegavam») espaço / instituição («uma diretiva de Belém»)
  • 24. • a) relação entre a parte e o todo (ex.: “cabeça” em “cem cabeças de gado”); • b) entre a matéria e seu objeto (ex.: “ouro” quando empregado como “dinheiro”); • c) entre um ser e o seu princípio ativo (ex.: “alma” em “cidade de cem mil almas”); • d) entre o agente e o resultado (ex.: “mão” como “escrita” em “é da mão de Eça”); • e) entre um ser e alguns de seus traços físicos (ex.: “respeitemos as cãs”, isto é, “os idosos”); • f) entre a causa e o efeito ou entre o produtor e o objeto produzido (ex.: “um Picasso”, isto é, “um quadro de Picasso”);
  • 25. • g) entre o continente e seu conteúdo (ex.: “beber um copo”, isto é, o conteúdo de um copo); • h) entre o tempo ou o lugar e os seres que se acham no tempo ou lugar (ex.: a posteridade, isto é, as pessoas do futuro; a nação, isto é, os componentes de uma nação; • i) entre o abstrato e o concreto (ex.: “o amor tudo vence”, isto é, as pessoas que amam); • j) entre o signo e a coisa que ele significa (a coroa, isto é, o rei).
  • 26. o) paradoxo (oxímoro) E erguendo a cabeça do bordado explicou-se melhor: — Quando Deus quer, até os cegos veem. Carlos de Oliveira, Uma Abelha na Chuva.
  • 27. p) perífrase (antonomásia) e metonímia Cessem do sábio Grego [= Ulisses] e do Troiano [= Eneias] As navegações grandes que fizeram; Cale-se de Alexandre e de Trajano A fama das vitórias que tiveram; Que eu canto o peito ilustre Lusitano [= o valor português], Luís de Camões, Os Lusíadas.
  • 28. Antonomásia — figura de retórica que consiste em designar um indivíduo por um nome comum ou pelo nome da espécie a que pertence: Eneias é muitas vezes referido como o Troiano e a alguém que não conhece as boas maneiras chama-se Bárbaro. Ao designarem-se os grandes escritores por Homero ou os mulherengos por Casanova realiza-se o processo inverso: substitui-se um nome comum por um nome próprio. Nesta variante, a antonomásia assemelha-se a uma outra figura de retórica: a perífrase. Estas substituições visam, essencialmente, embelezar o texto ou evitar a repetição. […] Perífrase —
  • 29. q) pleonasmo Meio-dia O Sol tem os seus Caprichos: não gosta Que o olhem Olhos nos olhos. Francisco Duarte Mangas; João Pedro Mêsseder, Breviário do Sol.
  • 30. r) sinédoque Que, da ocidental praia lusitana [parte (praia) pelo todo (Portugal)] Luís de Camões, Os Lusíadas.
  • 31. s) sinestesia Era um céu alto, sem resposta, cor de frio. Sophia de Mello Breyner Andresen, Contos Exemplares.
  • 32. t) alegoria Uma árvore tem raízes, tem tronco, tem ramos, tem folhas, tem varas, tem flores, tem frutos. Assim há-de ser o sermão: há-de ter raízes fortes e sólidas, porque há-de ser fundado no Evangelho; há-de ter um tronco, porque há-de ter um só assunto e tratar uma só matéria; deste tronco hão-de nascer diversos ramos, que são diversos discursos, mas nascidos da mesma matéria e continuados nela. Padre António Vieira, Sermão de Santo António aos Peixes.
  • 33. A alegoria representa de modo figurado um conceito ou abstração. É uma metáfora continuada.
  • 34. u) disfemismo Enquanto os vermes iam roendo esses cadáveres amarrados pelos grilhões da morte. Alexandre Herculano, Eurico, o Presbítero.
  • 35. «Bater as botas» «Vestir o sobretudo de madeira»
  • 36. v) lítotes Eu não posso senão ser [= Só sou] desta terra em que nasci. Jorge de Sena, «Quem A Tem».  
  • 37. A lítotes atenua o significado de uma afirmação, negando o contrário do que se pretende afirmar. «a sua perspetiva não é disparatada» [= a sua perspetiva é correta]
  • 38. w) hipérbole e comparação O céu tremeu, e Apolo, de torvado, Um pouco de luz perdeu, como enfiado. Luís de Camões, Os Lusíadas.
  • 39. TPC — Lê o que vou pôr em Gaveta de Nuvens sobre figuras de estilo.
  • 43. Localizar um recurso estilístico e comentar a sua expressividade
  • 44. • Metáfora (explicar a analogia e mostrar como é curiosa a transposição para outro contexto). • Comparação (idem; mostrar como o termo da comparação é inusitado) • Repetição, anáfora, uso repetido e expressivo de determinado sinal de pontuação. • Paralelismo.
  • 45. • Polissíndeto. • Longa enumeração (assindética ou não). • Gradação. • Hipérbole. • Antítese, Paradoxo, Oxímoro (destacar o contraste conseguido, e efeito de oposição e agregação).
  • 46. • Adjetivação inesperada, expressiva. • Personificação. • Ironia.
  • 47. Designar e localizar a figura, transcrevendo. Referir em que consiste o processo estilístico (em que é que se rompeu a norma) e o efeito que assim se obtém. 
  • 49. Noções úteis antes de ouvir o primeiro capítulo do «Sermão de Santo António»: •Este sermão do Padre António Vieira foi proferido em 1654 (século XVII), a 13 de junho (dia de Santo António), em São Luís do Maranhão (Brasil), numa igreja que não ficava longe da praia (Capela do Senhor Bom Jesus dos Navegantes)
  • 57. • Santo António (de Pádua e de Lisboa) viveu entre 1191[ou 95?] e 13-6-1231 (século XIII). • Conta-se que Santo António teria pregado a peixes, quando os homens não lhe ligavam (e o perseguiam), na cidade de Rimini [< Arimino] (Itália).
  • 58. • Século XIII — Santo António. (Segundo a lenda, pregou aos peixes, em Rimini.) [mais de 400 anos] • Século XVII — Padre António Vieira. (Profere sermão em que alude àquele milagre de Santo António — a 13 de junho, dia de Santo António.) [361 anos] • Século XXI — Alunos do 11.º #.ª. (Estudam o «Sermão de Santo António [aos peixes]» do Padre António Vieira — todos contentes.)
  • 61. • Este cap. I corresponde ao «exórdio», a introdução.
  • 62. • Cap. I — Introdução (Exórdio) • Caps. II-V — Desenvolvimento (Exposição; Confirmação) . Cap. VI — Conclusão (Peroração)
  • 63. Se fizermos um paralelo com a epopeia: Proposição Invocação Dedicatória Narração
  • 64. •A citação latina «Vós estis sal terrae» corresponde ao chamado «conceito predicável» (interpretação fantástica de um passo da Bíblia, com base em associações de ideias, que vai servir para estruturar a argumentação).
  • 65. • Estratégia esperável ao longo de todo o sermão — mas especialmente no exórdio — é a captatio benevolentiae.
  • 66. • Todo o sermão assenta numa alegoria: vai-se pregar a peixes.
  • 68. • O sal preserva, evita a podridão dos alimentos.
  • 72. 1.1. As duas partes do Sermão presentes no excerto apresentado são o Exórdio (exposição do plano a desenvolver e das ideias a defender), que parte do conceito predicável «Vós sois o sal da terra», em que se destaca a referência às obrigações do sal, a indicação das virtudes dos peixes e a crítica aos homens e a Invocação (pedido de auxílio divino).
  • 73. 1.2.1. A terceira parte do Sermão de Santo António aos Peixes é a Confirmação (subdividida em Exposição e Confirmação) com a exposição do tema, das ideias e seu desenvolvimento, que engloba a argumentação e a crítica aos comportamentos, a cen-sura à prepotência dos grandes, a crítica à vaidade dos homens e a censura aos ambiciosos, aos hipócritas e aos traidores.
  • 74. O Padre António Vieira indicou, no início do Cap. II, que dividia o desenvolvimento do seu sermão em duas partes. Assim, temos dois diferentes momentos de exposição e dois diferentes momentos de confirmação: — no primeiro momento de exposição (Cap. II), destaca os louvores dos peixes em geral, seguindo-se a respetiva confirmação, no Cap. III, com os louvores em particular (peixe de Tobias, rémora, torpedo e quatro- olhos); — o segundo momento de exposição surge no Cap. IV, ao falar da repreensão dos vícios em geral, seguindo-se a respetiva confirmação, no Cap. V, com as repreensões em particular (roncadores, pegadores, voadores e polvo).
  • 75. 1.3. A quarta parte do Sermão é a Peroração, uma conclusão que utiliza um desfecho forte para impressionar o auditório, uma última advertência aos peixes e a descrição de si próprio como pecador. O sermão termina com um hino de louvor a Deus.
  • 78. O autor pregou este sermão — todo ele alegórico — três dias antes de embarcar, clandestinamente, para a metrópole, com o objetivo de encontrar solução para o problema dos índios, em consequência dos factos a que se alude no «Sermão da Sexagésima» (volume 1 dos Sermões).
  • 80. Como se deduz da alegoria em que assenta o texto, no «Sermão de Santo António aos Peixes» o orador abordou todos os pontos do programa que, ainda que impopular, considerava ser o mais adequado, em termos espirituais e práticos, à colónia.
  • 81. Vós sois o sal da terra (Mateus, 5,13).
  • 84. [linhas 1-12] Cristo diz serem os pregadores o sal da terra. Tal como o sal preserva (os alimentos), os pregadores deviam impedir a podridão/corrupção. Mas, se há tantos pregadores, como se justifica que haja tanta corrupção?
  • 85. Várias hipóteses (e bifurcadas): ou os pregadores não pregam a verdade ou os ouvintes não a querem; ou os pregadores não fazem o que defendem/dizem e os seus ouvintes preferem imitá-los nas práticas/ações e não nas palavras; ou os pregadores pensam mais neles do que em Cristo ou os ouvintes, em vez de seguirem os preceitos da religião, preferem reger-se pela sua vontade/propensão imediata.
  • 86. [ll. 13-22] Então, o que se há de fazer aos pregadores, que não evitam a corrupção, e aos ouvintes, que não se deixam influenciar/catequizar? Como disse Cristo, se os pregadores não cumprem bem, pelas palavras ou pelos atos, o melhor será espezinhá-los e fazer-lhes cócegas.
  • 87. [ll. 23-40] E que se há de fazer aos ouvintes? Santo António, perante um público que não lhe ligava, abandonou-o e foi pregar aos bocados de salmão em pratos de sushi.
  • 88. [ll. 41-52] Retomando o ‘conceito predicável’: Santo António foi até mais do que «sal da terra», foi também «sal do mar», já que pregou a peixes. Mas o autor não quer relatar o que se passou com Santo António, antes acha que nos dias dos santos — lembremos: era dia 13 de junho, dia de Santo António — se deve é imitá-los.
  • 89. [ll. 53-57] Por isso, o orador, o Padre António Vieira, vai também pregar aos peixes; para tanto, invoca Maria Albertina, cuja etimologia, supostamente, se ligaria ao mar (na verdade, esta etimologia é falsa).
  • 91. Cap. I — Introdução (Exórdio) Caps. II-V — Desenvolvimento Louvores, em geral II Louvores, em particular III Repreensões, em geral IV Repreensões, em particular V Cap. VI — Conclusão (Peroração)
  • 92. Propositio (= proposição, ‘apresentação do assunto’) «Enfim, que havemos de pregar hoje aos peixes?» e os dois parágrafos seguintes (ll. 1-24) Divisio (= divisão, ‘clarificação do assunto’) «dividirei, peixes, o vosso sermão em […]» (l. 21) até «vícios» (l. 23)
  • 93. cap. I terminara com uma invocação a Maria «espero que não me falta com a costuma- da graça» (l. 57)
  • 95. [Ainda sobre o «Sermão»:] Exuberância do período barroco, refletida no estilo oratório do PAV (certo ludismo estilístico): os paralelismos, as enumerações, as anáforas, os quiasmos, as perguntas retóricas, as antíteses, as citações bíblicas, …
  • 96. Púlpito = palco O contexto (afinal, um sermão é um texto que pretende ser didático): Sermão de Santo António aos Peixes tem mensagem acerca da situação dos índios no Maranhão (exploração pelos europeus)