Apoio do BNDES  ao Setor Elétrico  Márcia Souza Leal Chefe do Departamento  de Energia Elétrica Área de Infraestrutura Agosto 2010
O BNDES
Evolução dos Ativos Taxa média de crescimento nos últimos nove anos (CAGR): 16,1% ao ano R$ bilhões
Evolução dos desembolsos
Aprovações vs Desembolsos
BNDES x Mercado de Capitais (ações, debêntures, quotas de FIDC, FIP, Fundo Imobiliário e outras)
Indicadores Ativos Totais Carteira Bruta de Crédito Provisão Patrimônio Líquido Lucro Líquido Impostos e Taxas Em R$ bilhões 31.12.2008 277,3 220,5 4,6 25,3 5,3 2,0  31.12.2009 386,6 288,3 4,7 27,6 6,7 2,2
Desembolsos por produto - 2009
Desembolsos por setor de atividade
Fontes de Recursos Fontes Nacionais FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador Fundo PIS-PASEP Tesouro Nacional  Debêntures da BNDESPAR    FI-FGTS   Dez 2008 – R$ 7 bilhões Fontes Externas   Agências Governamentais e Instituições Multilaterais: BID, Banco Mundial, JBIC, NIB, KfW, Banco da China etc. Fundos de Mercado Bônus, empréstimos e repasses no exterior 2008 – R$ 44,0 bilhões 2009 – R$ 105,0 bilhões Dez 2006 - R$ 600 milhões Jul 2007 - R$ 1,35 bilhão Dez 2009 - R$ 1,25 bilhão
FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador Origem dos recursos Contribuição social sobre a folha de pagamento ou sobre as receitas operacionais das empresas públicas e privadas Destino da arrecadação anual 60% - Seguro desemprego e abono salarial 40% - BNDES  Remuneração   Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) TJLP – determinada trimestralmente pelo Conselho Monetário Nacional IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo calculado pelo IBGE
Em relação à Estrutura de Capital Em 31.12.2009 Fontes de Recursos
Em relação ao Fluxo de Caixa Em 31.12.2009 1   retorno das operações de crédito, líquida de despesas tributárias e administrativas, do pagamento de dividendos à União e do valor da contribuição negativa de outras fontes. 1 Fontes de Recursos
Apoio do BNDES ao Setor Elétrico
Energia Elétrica: Operações Aprovadas,  2003 a 2010 (1º Semestre) Valores em R$ mil 113.095.495 62.481.057 302   TOTAL 13.201 10.023 7   4. Racionalização 15.100.636 8.793.611 36   3. Distribuição 20.978.452 9.020.258 58 19.618,10 km 2. Transmissão 3.467.944 2.051.778 17 672,63 MW Eólicas 3.451.564 2.597.610 37 1.637,40 MW Biomassa 8.826.248 6.149.712 99 1.921,74 MW PCH 9.801.766 4.495.356 10 3.276,04 MW Termelétricas 51.455.683 29.362.710 38 18.587,12 MW Hidrelétricas 77.003.206 44.657.165 201 26.094,93 MW 1. Geração Investimento Previsto Financiamento BNDES Nº de Projetos Capacidade Instalada Segmento
Operações Aprovadas,  2003 a 2009 (em R$ bilhões)
Investimentos Associados,  2003 a 2009 (em R$ bilhões)
Operações Aprovadas 2003 a 2009 (Geração em MW e Transmissão em Km)
Desembolsos para o setor de energia elétrica (2003 a 2010) Salto de Patamar * Previsão para 2010
Principais projetos do PAC no BNDES (2007 até hoje) em R$ milhões 10.066,28  35.238,25  21.601,56    TOTAIS 93,00  342,43  249,91  Contratada Salto do Rio Verdinho 108,00  406,68  289,70  Contratada Salto 261,00  754,55  485,09  Contratada Dardanelos 155,00  693,82  543,41  Contratada Caçu e Barra dos Coqueiros 212,58  849,66  587,86  Contratada Serra do Facão 361,00  991,28  739,33  Contratada Mauá 333,70  1.666,90  1.034,41  Contratada Simplício 855,00  2.207,12  1.655,84  Contratada Fóz do Chapeço 1.087,00  3.606,89  2.660,84  Contratada Estreito 3.150,00  13.178,14  6.135,17  Contratada Santo Antônio 3.450,00  10.540,80  7.220,00  Contratada Jirau MW Inv Total Financ. BNDES Status Projetos
Políticas Operacionais para o Setor Elétrico
Custo das Operações Diretas Remuneração Básica do BNDES + + Custo Financeiro Custo Financeiro = conforme segmento Remuneração Básica do BNDES =  0,9% a.a. a 1,8% a.a. Remuneração de Risco = 0,46% a.a. a 3,57%  a.a. Remuneração de Risco
Custo das Operações Indiretas ou Mistas Remuneração Básica do BNDES + + Taxa de Intermediação Financeira Custo Financeiro Custo Financeiro = conforme segmento Remuneração Básica do BNDES =  0,9% a.a. a 1,8% a.a. Taxa de Intermediação Financeira = 0,5% a.a. Remuneração do Agente Financeiro = negociada com o cliente Remuneração do Agente Financeiro +
Políticas Operacionais Atuais para Energia Elétrica Custo Financeiro Total: Custo da Moeda Contratual + Spread Básico + Spread de Risco (0,46%  a.a. a 3,57%  a.a.) *  Pode ira a 80%, sendo os 20 p.p. adicionais com remuneração definida pelas moedas contratuais TJ-462 ou Cesta de Moedas e spread básico de 2,5% ** Varia conforme nível de renda e localização TJ-462 = TJLP + 1% a.a. Segmentos Prazo de Amortização (até) BNDES Participação (%) Moedas Contratuais Spread Básico (% a.a.) 1. Geração       Hidreletricidade 20 (UHEs acima de 1.000MW) 16 (UHEs de 30MW a 1.000 MW) 80 100% TJLP 0,9 UTEs (Gás & Cogeração) 14 80 100% TJLP 0,9 UTEs (Carvão & Óleo) 14 60 (+20) * 50% TJLP 50% TJ-462 1,8 Energia Alternativa (PCHs, Eólica, Biomassa, Solar) 16 80 100% TJLP 0,9 2. Transmissão 14 70 100% TJLP 1,3 3. Distribuição 6 60 (+20) * 50% TJLP 50% TJ-462 1,3 4. PROESCO 6 80 a 100 ** 100% TJLP 0,9
Evolução das Políticas Operacionais  do BNDES para Geração Hidrelétrica Evolução resultou num impacto de redução de 25% nas tarifas Descrição 2003 2004 2005 2006 2007 2008 até 2010 Tipo de Amortização SAC SAC SAC SAC SAC SAC Conta Reserva 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses Prazo de Amortização Até 12 anos Até 12 anos Até 12 anos Até 14 anos Até 16 anos Até 16 anos Custo Financeiro 80% TJLP / 20% Cesta de Moedas 80% TJLP / 20% Cesta de Moedas 80% TJLP / 20% IPCA 100% TJLP 100% TJLP 100% TJLP Participação Máxima do BNDES (itens financiáveis) 70% 70% 80% 80% 85% 80% ICSD Mínimo 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,20 ou 1,30 Remuneração Básica (A) 2,5% 2,5% 2,5% 1,5% 1,0% 0,9% Risco de Crédito (B) 1,5% 1,5% 1,5% 0,8% a 1,8% 0,46% a 3,57% 0,46% a 3,57% Remuneração Total BNDES (A + B) 4,0% 4,0% 4,0% 2,3% a 3,3% 0,96% a 4,57% 0,96% a 4,57%
Limite de Crédito Crédito rotativo para empresas adimplentes com o BNDES há 5 anos ou mais Escopo: Financiamento a investimentos / projetos correntes. Custo Financeiro e Remuneração Básica do BNDES: serão definidos conforme cada segmento das Linha de LP. Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a., a ser fixada de acordo com a classificação de risco do beneficiário ou do grupo econômico a que pertença, conforme critérios do BNDES. Prazo de utilização do produto: até 5 anos Prazo de financiamento: até 10 anos, para cada destinação específica.
Empréstimo-ponte Custo Financeiro = Linhas de LP + 1% a.a. Remuneração Básica do BNDES =  Linha de LP (0,9% a.a. a 1,8% a.a., conforme segmentos de atuação) Pode ser direta indireta ou mista Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a., conforme o risco de crédito do projeto, nas operações estruturadas sob a modalidade  project finance ;  da instituição financeira, caso haja fiança bancária; ou  do fiador, caso haja fiança de pessoa jurídica ou instituição não financeira.  Prazo: o suficiente para estruturar o financiamento de LP (não pode exceder a entrada em operação comercial do empreendimento)
Bens de Capital – PSI  Aquisição de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional Escopo: fomento à produção de bens de capital. Prazo de amortização: até 10 anos Participação BNDES: 80% para Grandes Empresas 100% para Pequenas e Médias Taxa de Juros: 5,5% a.a. Prazo do Programa: 31 de dezembro de 2010
Eficiência Energética Escopo: Economia de Energia, Eficiência do Sistema e Substituição de Comb. Fósseis Clientes: Usuários Finais, ESCOs, ou G/T/D Custo Financeiro: Prioridade A do BNDES. Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a. Taxa de Assunção de Risco (ESCOs): 4% a.a. Prazos: Financiamento: até 6 anos Carência: até 2 anos
Modalidades de Financiamento Financiamento corporativo  – garantias ligadas aos acionistas Project Finance  -  Financiamento de um projeto específico e não de todos os negócios de uma empresa, segregando custos, receitas e riscos do projeto através de uma sociedade de propósito específico (SPE).
Project Finance Geração e transmissão Beneficiária SPE Receitas futuras vinculadas ou cedidas aos financiadores Fluxo de caixa suficiente para saldar financiamento - ICSD maior ou igual a 1,3;  - ICSD > 1,2 para TIR do projeto maior que 8% aa; Capital próprio dos acionistas compatível com o risco do projeto (mínimo 20%)
Risco Classificação de risco de projeto Qualificação dos acionistas Exame da qualidade dos recebíveis Constituição de contrato EPC  Repartição de riscos: Participação de outros financiadores e agentes financeiros BNDES e  Project Finance
Garantias da fase pré-operacional Garantias e compromissos até o fim do contrato Project Finance
Garantias e obrigações da fase pré-operacional Fiança corporativa ou bancária Seguro-Garantia  ao financiador ( Completion Bond ) Pacote de Seguros do Beneficiário Performance Bond, All-riscks, etc. Aporte antecipado de capital (em alguns casos) Suporte dos acionistas para eventuais sobrecustos Project Finance
Garantias e compromissos do contrato (até sua liquidação) Cessão ou Penhor de Recebíveis Contas-reserva Penhor de ações Penhor dos direitos emergentes da concessão Project Finance
Apoio Sócio-ambiental do BNDES Os PBAs definidos nos licenciamentos são financiáveis Incentivo às ações sociais extra-licenciamento para o entorno dos projetos  Programas não previstos nos licenciamentos Financiamento de 100% dos gastos Custo financeiro reduzido: TJLP + 0% Prazo de amortização de 8 anos
Centrais de Atendimento Rio de Janeiro (21) 2172-8888 São Paulo  (11) 3512-5100 Brasília  (61) 3214-5600 Recife  (81) 3464-5800 Cartão BNDES - RJ: (21) 2172-6337 / Outras: 0800 702 6337 Operações Indiretas: (21) 2172-8800 Exportações: (21) 2172-8566 [email_address] Ouvidoria: (21) 2172-8777 [email_address]
 
Portal do BNDES - www.bndes.gov.br
Centrais de Atendimento Rio de Janeiro (21) 2172-8888 São Paulo  (11) 3512-5100 Brasília  (61) 3214-5600 Recife  (81) 3464-5800 Cartão BNDES - RJ: (21) 2172-6337 / Outras: 0800 702 6337 Operações Indiretas: (21) 2172-8800 Exportações: (21) 2172-8566 [email_address] Ouvidoria: (21) 2172-8777 [email_address]

Apresentação de Márcia Leal

  • 1.
    Apoio do BNDES ao Setor Elétrico Márcia Souza Leal Chefe do Departamento de Energia Elétrica Área de Infraestrutura Agosto 2010
  • 2.
  • 3.
    Evolução dos AtivosTaxa média de crescimento nos últimos nove anos (CAGR): 16,1% ao ano R$ bilhões
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    BNDES x Mercadode Capitais (ações, debêntures, quotas de FIDC, FIP, Fundo Imobiliário e outras)
  • 7.
    Indicadores Ativos TotaisCarteira Bruta de Crédito Provisão Patrimônio Líquido Lucro Líquido Impostos e Taxas Em R$ bilhões 31.12.2008 277,3 220,5 4,6 25,3 5,3 2,0 31.12.2009 386,6 288,3 4,7 27,6 6,7 2,2
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    Fontes de RecursosFontes Nacionais FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador Fundo PIS-PASEP Tesouro Nacional Debêntures da BNDESPAR FI-FGTS Dez 2008 – R$ 7 bilhões Fontes Externas Agências Governamentais e Instituições Multilaterais: BID, Banco Mundial, JBIC, NIB, KfW, Banco da China etc. Fundos de Mercado Bônus, empréstimos e repasses no exterior 2008 – R$ 44,0 bilhões 2009 – R$ 105,0 bilhões Dez 2006 - R$ 600 milhões Jul 2007 - R$ 1,35 bilhão Dez 2009 - R$ 1,25 bilhão
  • 11.
    FAT - Fundode Amparo ao Trabalhador Origem dos recursos Contribuição social sobre a folha de pagamento ou sobre as receitas operacionais das empresas públicas e privadas Destino da arrecadação anual 60% - Seguro desemprego e abono salarial 40% - BNDES Remuneração Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP
  • 12.
    Taxa de Jurosde Longo Prazo (TJLP) TJLP – determinada trimestralmente pelo Conselho Monetário Nacional IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo calculado pelo IBGE
  • 13.
    Em relação àEstrutura de Capital Em 31.12.2009 Fontes de Recursos
  • 14.
    Em relação aoFluxo de Caixa Em 31.12.2009 1 retorno das operações de crédito, líquida de despesas tributárias e administrativas, do pagamento de dividendos à União e do valor da contribuição negativa de outras fontes. 1 Fontes de Recursos
  • 15.
    Apoio do BNDESao Setor Elétrico
  • 16.
    Energia Elétrica: OperaçõesAprovadas, 2003 a 2010 (1º Semestre) Valores em R$ mil 113.095.495 62.481.057 302   TOTAL 13.201 10.023 7   4. Racionalização 15.100.636 8.793.611 36   3. Distribuição 20.978.452 9.020.258 58 19.618,10 km 2. Transmissão 3.467.944 2.051.778 17 672,63 MW Eólicas 3.451.564 2.597.610 37 1.637,40 MW Biomassa 8.826.248 6.149.712 99 1.921,74 MW PCH 9.801.766 4.495.356 10 3.276,04 MW Termelétricas 51.455.683 29.362.710 38 18.587,12 MW Hidrelétricas 77.003.206 44.657.165 201 26.094,93 MW 1. Geração Investimento Previsto Financiamento BNDES Nº de Projetos Capacidade Instalada Segmento
  • 17.
    Operações Aprovadas, 2003 a 2009 (em R$ bilhões)
  • 18.
    Investimentos Associados, 2003 a 2009 (em R$ bilhões)
  • 19.
    Operações Aprovadas 2003a 2009 (Geração em MW e Transmissão em Km)
  • 20.
    Desembolsos para osetor de energia elétrica (2003 a 2010) Salto de Patamar * Previsão para 2010
  • 21.
    Principais projetos doPAC no BNDES (2007 até hoje) em R$ milhões 10.066,28 35.238,25 21.601,56   TOTAIS 93,00 342,43 249,91 Contratada Salto do Rio Verdinho 108,00 406,68 289,70 Contratada Salto 261,00 754,55 485,09 Contratada Dardanelos 155,00 693,82 543,41 Contratada Caçu e Barra dos Coqueiros 212,58 849,66 587,86 Contratada Serra do Facão 361,00 991,28 739,33 Contratada Mauá 333,70 1.666,90 1.034,41 Contratada Simplício 855,00 2.207,12 1.655,84 Contratada Fóz do Chapeço 1.087,00 3.606,89 2.660,84 Contratada Estreito 3.150,00 13.178,14 6.135,17 Contratada Santo Antônio 3.450,00 10.540,80 7.220,00 Contratada Jirau MW Inv Total Financ. BNDES Status Projetos
  • 22.
  • 23.
    Custo das OperaçõesDiretas Remuneração Básica do BNDES + + Custo Financeiro Custo Financeiro = conforme segmento Remuneração Básica do BNDES = 0,9% a.a. a 1,8% a.a. Remuneração de Risco = 0,46% a.a. a 3,57% a.a. Remuneração de Risco
  • 24.
    Custo das OperaçõesIndiretas ou Mistas Remuneração Básica do BNDES + + Taxa de Intermediação Financeira Custo Financeiro Custo Financeiro = conforme segmento Remuneração Básica do BNDES = 0,9% a.a. a 1,8% a.a. Taxa de Intermediação Financeira = 0,5% a.a. Remuneração do Agente Financeiro = negociada com o cliente Remuneração do Agente Financeiro +
  • 25.
    Políticas Operacionais Atuaispara Energia Elétrica Custo Financeiro Total: Custo da Moeda Contratual + Spread Básico + Spread de Risco (0,46% a.a. a 3,57% a.a.) * Pode ira a 80%, sendo os 20 p.p. adicionais com remuneração definida pelas moedas contratuais TJ-462 ou Cesta de Moedas e spread básico de 2,5% ** Varia conforme nível de renda e localização TJ-462 = TJLP + 1% a.a. Segmentos Prazo de Amortização (até) BNDES Participação (%) Moedas Contratuais Spread Básico (% a.a.) 1. Geração       Hidreletricidade 20 (UHEs acima de 1.000MW) 16 (UHEs de 30MW a 1.000 MW) 80 100% TJLP 0,9 UTEs (Gás & Cogeração) 14 80 100% TJLP 0,9 UTEs (Carvão & Óleo) 14 60 (+20) * 50% TJLP 50% TJ-462 1,8 Energia Alternativa (PCHs, Eólica, Biomassa, Solar) 16 80 100% TJLP 0,9 2. Transmissão 14 70 100% TJLP 1,3 3. Distribuição 6 60 (+20) * 50% TJLP 50% TJ-462 1,3 4. PROESCO 6 80 a 100 ** 100% TJLP 0,9
  • 26.
    Evolução das PolíticasOperacionais do BNDES para Geração Hidrelétrica Evolução resultou num impacto de redução de 25% nas tarifas Descrição 2003 2004 2005 2006 2007 2008 até 2010 Tipo de Amortização SAC SAC SAC SAC SAC SAC Conta Reserva 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses 3 meses Prazo de Amortização Até 12 anos Até 12 anos Até 12 anos Até 14 anos Até 16 anos Até 16 anos Custo Financeiro 80% TJLP / 20% Cesta de Moedas 80% TJLP / 20% Cesta de Moedas 80% TJLP / 20% IPCA 100% TJLP 100% TJLP 100% TJLP Participação Máxima do BNDES (itens financiáveis) 70% 70% 80% 80% 85% 80% ICSD Mínimo 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,20 ou 1,30 Remuneração Básica (A) 2,5% 2,5% 2,5% 1,5% 1,0% 0,9% Risco de Crédito (B) 1,5% 1,5% 1,5% 0,8% a 1,8% 0,46% a 3,57% 0,46% a 3,57% Remuneração Total BNDES (A + B) 4,0% 4,0% 4,0% 2,3% a 3,3% 0,96% a 4,57% 0,96% a 4,57%
  • 27.
    Limite de CréditoCrédito rotativo para empresas adimplentes com o BNDES há 5 anos ou mais Escopo: Financiamento a investimentos / projetos correntes. Custo Financeiro e Remuneração Básica do BNDES: serão definidos conforme cada segmento das Linha de LP. Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a., a ser fixada de acordo com a classificação de risco do beneficiário ou do grupo econômico a que pertença, conforme critérios do BNDES. Prazo de utilização do produto: até 5 anos Prazo de financiamento: até 10 anos, para cada destinação específica.
  • 28.
    Empréstimo-ponte Custo Financeiro= Linhas de LP + 1% a.a. Remuneração Básica do BNDES = Linha de LP (0,9% a.a. a 1,8% a.a., conforme segmentos de atuação) Pode ser direta indireta ou mista Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a., conforme o risco de crédito do projeto, nas operações estruturadas sob a modalidade project finance ; da instituição financeira, caso haja fiança bancária; ou do fiador, caso haja fiança de pessoa jurídica ou instituição não financeira. Prazo: o suficiente para estruturar o financiamento de LP (não pode exceder a entrada em operação comercial do empreendimento)
  • 29.
    Bens de Capital– PSI Aquisição de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional Escopo: fomento à produção de bens de capital. Prazo de amortização: até 10 anos Participação BNDES: 80% para Grandes Empresas 100% para Pequenas e Médias Taxa de Juros: 5,5% a.a. Prazo do Programa: 31 de dezembro de 2010
  • 30.
    Eficiência Energética Escopo:Economia de Energia, Eficiência do Sistema e Substituição de Comb. Fósseis Clientes: Usuários Finais, ESCOs, ou G/T/D Custo Financeiro: Prioridade A do BNDES. Taxa de Risco de Crédito: 0,46% a 3,57% a.a. Taxa de Assunção de Risco (ESCOs): 4% a.a. Prazos: Financiamento: até 6 anos Carência: até 2 anos
  • 31.
    Modalidades de FinanciamentoFinanciamento corporativo – garantias ligadas aos acionistas Project Finance - Financiamento de um projeto específico e não de todos os negócios de uma empresa, segregando custos, receitas e riscos do projeto através de uma sociedade de propósito específico (SPE).
  • 32.
    Project Finance Geraçãoe transmissão Beneficiária SPE Receitas futuras vinculadas ou cedidas aos financiadores Fluxo de caixa suficiente para saldar financiamento - ICSD maior ou igual a 1,3; - ICSD > 1,2 para TIR do projeto maior que 8% aa; Capital próprio dos acionistas compatível com o risco do projeto (mínimo 20%)
  • 33.
    Risco Classificação derisco de projeto Qualificação dos acionistas Exame da qualidade dos recebíveis Constituição de contrato EPC Repartição de riscos: Participação de outros financiadores e agentes financeiros BNDES e Project Finance
  • 34.
    Garantias da fasepré-operacional Garantias e compromissos até o fim do contrato Project Finance
  • 35.
    Garantias e obrigaçõesda fase pré-operacional Fiança corporativa ou bancária Seguro-Garantia ao financiador ( Completion Bond ) Pacote de Seguros do Beneficiário Performance Bond, All-riscks, etc. Aporte antecipado de capital (em alguns casos) Suporte dos acionistas para eventuais sobrecustos Project Finance
  • 36.
    Garantias e compromissosdo contrato (até sua liquidação) Cessão ou Penhor de Recebíveis Contas-reserva Penhor de ações Penhor dos direitos emergentes da concessão Project Finance
  • 37.
    Apoio Sócio-ambiental doBNDES Os PBAs definidos nos licenciamentos são financiáveis Incentivo às ações sociais extra-licenciamento para o entorno dos projetos Programas não previstos nos licenciamentos Financiamento de 100% dos gastos Custo financeiro reduzido: TJLP + 0% Prazo de amortização de 8 anos
  • 38.
    Centrais de AtendimentoRio de Janeiro (21) 2172-8888 São Paulo (11) 3512-5100 Brasília (61) 3214-5600 Recife (81) 3464-5800 Cartão BNDES - RJ: (21) 2172-6337 / Outras: 0800 702 6337 Operações Indiretas: (21) 2172-8800 Exportações: (21) 2172-8566 [email_address] Ouvidoria: (21) 2172-8777 [email_address]
  • 39.
  • 40.
    Portal do BNDES- www.bndes.gov.br
  • 41.
    Centrais de AtendimentoRio de Janeiro (21) 2172-8888 São Paulo (11) 3512-5100 Brasília (61) 3214-5600 Recife (81) 3464-5800 Cartão BNDES - RJ: (21) 2172-6337 / Outras: 0800 702 6337 Operações Indiretas: (21) 2172-8800 Exportações: (21) 2172-8566 [email_address] Ouvidoria: (21) 2172-8777 [email_address]

Notas do Editor

  • #4 CAGR 9 anos = (386,6/101)**(1/9)=1,1608 => 16,08% CAGR 8 anos = (386,6/113)**(1/8)=1,1662 => 16,62%
  • #5 No primeiro trimestre de 2010, o BNDES liberou R$ 25,5 bilhões em financiamentos, resultado sem precedentes para o período, com incremento de 37% na comparação com janeiro/março de 2009. No primeiro trimestre, a Indústria respondeu por 30% dos desembolsos totais do BNDES, com R$ 7,7 bilhões e destaque para alimentos e bebidas (R$ 2,6 bilhões desembolsados no trimestre). À Infraestrutura foram liberados R$ 9,9 bilhões, com 40% do total, sendo R$ 5,5 bilhões para transporte rodoviário e R$ 2,3 bilhões para energia elétrica. Comércio e Serviços, com R$ 5,2 bilhões, teve participação de 20% no montante global desembolsado pelo  BNDES.
  • #6 Em 2007, as aprovações, que servem de termômetro para o volume de futuros desembolsos, atingiram 98,8 bilhões, superando os desembolsos em quase R$ 34 bilhões. O diferencial entre as aprovações e os desembolsos do BNDES acumulados em 12 meses, em valores superiores a R$ 30 bilhões, representam os valores mais elevados que se tem registro. E representam cerca de 50% dos desembolsos totais realizados pelo Banco em 2007. Isso indica que há uma ampla pressão de demanda efetiva pelos recursos do BNDES. Essa situação reflete a forte expansão dos investimentos em curso na economia brasileira, sinalizando que esse movimento é sustentável. Nos oito primeiros meses de 2008, houve expressiva concentração de desembolsos e aprovações, revelando crescimento da demanda em relação ao último semestre de 2007. Boa parte do desempenho pode ser atribuído ao aumento do consumo das famílias, gerado pelo crescimento do emprego, da renda e do crédito, e que resultou em novos investimentos por parte das empresas com produção voltada para a demanda doméstica. Apesar dos desembolsos crescentes, a expectativa é que o Banco encerre 2010 com liberações inferiores às registradas no ano anterior, de R$ 137,4 bilhões. Isso porque o crescimento excepcional do BNDES em 2009 foi, em grande medida, consequência das medidas anticrise implementadas pelo governo federal, das quais o BNDES é um dos principais instrumentos.
  • #7 Fonte: www.cvm.gov.br O estoque de debêntures (títulos de renda fixa emitidos por sociedade anônima para tomar empréstimo no mercado) em circulação no mercado financeiro já supera o volume total de empréstimos do BNDES. Segundo dados da Associação Nacional do Mercado Financeiro (Andima), entidade que administra o Serviço Nacional de Debêntures (SND), o saldo desses papéis atingiu R$ 166,6 bilhões em 2007, enquanto que a carteira de empréstimos do BNDES somava R$ 138,1 bilhões. Antes a relação era amplamente favorável ao banco. No final de 2004, por exemplo, para um estoque de R$ 44,1 bilhões registrados no SND, o BNDES tinha uma carteira total de R$ 110 bilhões em empréstimos, ou cerca de 150% superior. No final de 2005, o SND tinha R$ 84,9 bilhões e os empréstimos do BNDES somavam R$ 124,1 bilhões.
  • #8 A carteira líquida de crédito do BNDES cresceu para R$ 215.989 milhões em 31.12.2008, um aumento de 31,3% em relação a 31.12.2007 quando era de R$ 164.527 milhões. A carteira líquida de crédito é calculada subtraindo-se da carteira bruta as provisões para risco de crédito. A carteira bruta de crédito atingiu R$ 220.549 milhões. O patrimônio líquido do BNDES ao final do primeiro semestre de 2008 totalizou R$ 28,8 bilhões. Tal resultado, conforme as regras do Banco Central, eleva o patrimônio de referência do BNDES para R$ 47,8 bilhões (R$ 41,5 bilhões em 2007). Este patrimônio de referência é de fundamental importância por ser a base utilizada pelo BACEN para estabelecer limites prudenciais que devem ser seguidos por todas as instituições financeiras. Por essa razão, o BNDES depende deste valor para calcular seus limites de operações com o setor público, exposição cambial, investimentos permanentes e, até, limites para concessão de financiamentos. Ou seja, quanto mais elevado o patrimônio de referência do Banco, maior se torna seu potencial na concessão de crédito. Em 2002, o patrimônio de referência do BNDES era de R$ 18,5 bilhões, chegou a R$ 23,5 bilhões em 2005 até mais do que dobrar em junho de 2008. O patrimônio de referência tem importância fundamental para o BNDES por ser a base utilizada pelo Banco Central para estabelecer limites prudenciais que devem ser seguidos por todas as instituições financeiras. Dentre esses limites se destacam os de operações com o setor público, de exposição cambial, de imobilização e de concessão de financiamentos por grupo econômico. Por essa razão, quanto mais elevado for o patrimônio de referência do Banco, maior sua capacidade de conceder crédito.
  • #11 Em dezembro de 2006 a BNDESPAR concluiu, com sucesso, processo de emissão de debêntures simples, no valor de R$ 600 milhões. A demanda superou em três vezes a oferta de R$ 600 milhões. A conclusão da operação incluiu 4,25 mil investidores, a maior oferta de varejo de debêntures já realizada no país. Em julho de 2007, a 2ª emissão de debêntures da BNDESPAR conseguiu atingir um número recorde de investidores de varejo, de 8,8 mil pessoas físicas, mais que o dobro da emissão anterior. No total, foram colocadas 1,35 milhão de debêntures simples, com valor nominal de R$ 1,35 bilhão. A oferta, inicialmente estabelecida em 1 milhão de debêntures, foi ampliada em 35%, em face da elevada demanda apresentada por investidores de varejo (pessoas físicas) e institucionais. Em 31 de dezembro de 2008 o saldo das obrigações com emissão de debêntures, no valor de R$ 9.306 milhões, apresentava-se 359,3% superior ao saldo de 31 de dezembro de 2007, no valor de R$ 2.026 milhões. A maior parte do saldo em dezembro de 2008 refere-se às debêntures privadas emitidas pelo BNDES (R$ 7.003 milhões), enquanto a outra parte se refere às debêntures emitidas pela BNDESPAR (R$ 2.303 milhões). Da captação de R$ 44 bilhões no 1S2009, R$ 39 bilhões refere-se à linha de crédito de R$ 100 bilhões, autorizada pela Lei 11.948/09 e R$ 5 bilhões refere-se à Lei 11.905/08.
  • #12 O FAT atua como instrumento de combate ao desemprego em 2 frentes: 1) com o pagamento do seguro desemprego e; 2) com a criação de novos empregos por meio de programas de desenvolvimento econômico. O Programa de Integração Social (PIS) e o PASEP constituem a principal fonte de recursos do FAT. A alíquota da contribuição para o PIS/PASEP sobre o Faturamento/Receita Bruta é de 0,65%. Alíquotas das contribuições sociais: PIS/PASEP 0,65%, CSLL 1% e COFINS 3%. PIS/Pasep - Faturamento/Receita Bruta: 0,65%; PIS/Pasep - Folha de Salários: 1%; Cofins - 3% (três por cento); Cofins – 4% (quatro por cento) – incidente sobre as receitas aferidas por instituições financeiras ...
  • #13 O Conselho Monetário Nacional (CMN) determina trimestralmente o valor da TJLP, calculada de acordo com a inflação projetada para os próximos 12 meses e a taxa do Risco-Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tendo como unidade de coleta estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionária de serviços públicos e domicílios e abrange as famílias com rendimentos mensais compreendidos entre 1 (hum) e 40 (quarenta) salários-mínimos, residentes nas áreas urbanas. Assim, o cálculo do IPCA reflete a inflação ocorrida no passado, enquanto que no cálculo da TJLP projeta-se a expectativa de inflação futura. A TJLP manteve-se nos últimos anos sempre acima da inflação oficial medida pelo IPCA, portanto, remunerando o Fundo de Amparo ao Trabalhador com uma taxa de juros real positiva.
  • #14 Desde 2008 as captações do Tesouro Nacional vem se tornando uma fonte significativa de recursos. A Lei nº 11.948/09 autorizou a concessão de créditos de até R$ 100 bilhões para o BNDES, integralmente captados em 2009. De modo a garantir recursos suficientes para atender a demanda por desembolsos em 2010, foi publicada a MP 472/09, que garantiu ao BNDES uma linha de crédito adicional de R$ 80 bilhões.
  • #15 Captações do FAT referem-se a novos recursos obtidos no ano. Monetização líquida = dividendos + juros sobre ações + aplicações financeiras + operações no mercado de capitais – despesas tributárias. Fonte: Relatório da Administração 2007 http://www.bndes.gov.br/empresa/download/RelatAdm1207.pdf. O valor de captação de mercado de 1% corresponde à emissão das debêntures da BNDESPAR, em julho de 2007, de R$ 1,35 bilhão, mais captação externa menos o pagamento de juros. O valor de captação do FAT de 2% corresponde à entrada líquida de novos recursos no ano de R$ 2,74 bilhões. Em 2007, a captação total do FAT foi de R$ 10,90 bilhões (R$ 7,74 bilhões de transferências orçamentárias e R$ 3,16 bilhões de recursos de depósitos especiais). No entanto, houve pagamento de R$ 3,9 bilhões de juros do estoque da dívida e de R$ 4,2 bilhões de amortização e juros relativos a depósitos especiais. Veja a movimentação anual dos recursos do FAT em http://www.bndes.gov.br/empresa/download/FAT_fluxofinanceiro.pdf. Obs. Na apuração do fluxo de recursos houve rateio das captações junto ao Tesouro e outras entradas. Foram rateados também os pagamentos relativos ao FND, Tesouro Nacional, PIS/PASEP, pagamento de dividendos, despesas administrativas e outras despesas.