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1
2 
A CTEEP 
 Principais Desafios 
 Laudo de Indenização do RBSE 
 Oportunidades de Crescimento 
 Resultados Financeiros do 3T14 
 Sessão de Perguntas e Respostas 
 Visita Monitorada
3 
Selo APIMEC 13 ANOS
4 
História CTEEP 
1999 
A CTEEP é criada com 
ativos de transmissão da 
CESP 
Incorporação da EPTE com 
ativos de transmissão da 
Eletropaulo 
Prorrogação do Contrato 
de Concessão nº 059/2001 
com a ANEEL, iniciando um 
novo ciclo para seus 
negócios 
Expansão para 16 estados brasileiros 
fruto de participações em leilões e 
aquisições 
Carteira de negócios com 
8 subsidiárias, investimentos de 
R$ 6,2 bilhões e RAP de R$ 670,2 MM 
Início da Operação da linha de transmissão da 
IE Madeira e conclusão das obras 
Grupo ISA lança Visão 2020, com foco em 
rentabilidade e eficiência operacional 
Adesão ao Nível 1 de 
Governança Corporativa da 
BM&F Bovespa 
Privatização, a ISA 
torna-se nova 
controladora, com a 
aquisição do controle 
acionário 
2001 
2002 2006 
2012 2013 2014
5 
Composição Acionária - CTEEP 
Ações Preferenciais – TRPL4 
(60% do total) 
Ações Ordinárias - TRPL3 
(40% do total) 
89,5% 
9,8% 
0,7% 
ISA Capital do Brasil Eletrobras Outros 
3,6% 
52,4% 
9,6% 
7,0% 
27,3% 
ISA Capital do Brasil 
Eletrobras 
Governo do Estado de São Paulo 
Vinci Ltda 
Outros 
38,0% 
35,4% 
5,8% 
4,2% 
16,6% 
3,6% 
52,4% 
9,6% 
7,0% 
27,3% 
ISA Capital do Brasil 
Eletrobras 
Governo do Estado de São Paulo 
Vinci Ltda 
Outros 
89,5% 
9,8% 
0,7% 
ISA Capital do Brasil 
Eletrobras 
Outros 
Capital Total
6 
Perfil da ISA 
 49 anos de experiência no setor de transmissão de energia 
 Ativos em transmissão de energia, telecomunicações, 
rodovias e gestão inteligente de sistemas de tempo real 
 Presente no Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Peru, 
Bolivia e América Central 
 USD 946 milhões em receita operacional no primeiro 
semestre de 2014 
Multilatina 
atua com 
33 empresas 
em 4 negócios 
e 8 países 
EBITDA por país EBITDA por negócio 
2,8% 0,8% 
Fonte: 2ºITR 2014 ISA 
Colômbia 
Chile 
Peru 
Brasil 
Outros 
41,1% 
28,2% 
15,6% 
1,4% 
13,6% 
Transporte de Energia 
Concessões Viárias 
Telecomunicações 
Gestão Inteligente de Tempo 
Real 
68% 
28,4%
7 
Perfil da CTEEP 
 13.726 Km de linhas 
 19.189 Km de circuitos 
 107 subestações 
 45.737 MVA de capacidade 
de transformação 
Data: 30/set/14 
Responsável pela transmissão de cerca de 25% da 
energia produzida no País e 60% da consumida na 
região sudeste e 98% no Estado de São Paulo. 
Legenda 
440 kV 
345 kV 
230 kV 
138 kV 
88 kV 
Sistema de Transmissão
8 
Expansão no território nacional 
Presente em 
16 estados 
brasileiros 
Empresa 
Localida 
de 
Participação 
RAP 
Total 
Pinheiros SP 100% 34,8 MM 
Serra do Japi SP 100% 32,6 MM 
IEMG MG 100% 14,3 MM 
Evrecy MG e ES 100% 10 MM 
Madeira 
RO, MT, GO, 
MG e SP 
51% 445,4 MM 
Garanhuns PB, PE, AL 51% 81,4 MM 
IESUL PR, SC e RS 50% 14,1 MM 
IENNE MA, PI e TO 25% 37,9 MM
9 
 A CTEEP 
Principais Desafios 
 Laudo de Indenização do RBSE 
 Oportunidades de Crescimento 
 Resultados Financeiros do 3T14 
 Sessão de Perguntas e Respostas 
 Visita Monitorada
10 
Visão 2020
11 
Value Drivers 
O&M 
EFICIÊNCIA 
Investimentos 
RENTABILIDADE 
Subsidiárias 
GOVERNANÇA 
Indenização 
VALOR JUSTO 
Contingências 
REDUÇÃO 
 Otimização 
de Custos 
 Otimização 
Tributária 
 Otimização 
Modelo O&M 
 Otimização 
de CapEx 
 Utilização do 
Estoque 
 Centralização 
do FIN/ADM 
das 100% na 
CTEEP 
 Controles de 
IEMG e Evrecy 
via COT 
 Laudo RBSE 
 Área de 
Assuntos 
Regulatórios 
 Projeto 
Estratégico de 
Gestão de 
Passivos
12 
Operação e Manutenção 
Otimização de Custos/Tributária 
Ações realizadas 
 Revisão de processos de suporte e 
operacionais 
 Renegociação de contrato 
 Adequação de escopo 
 Revisão das premissas de tratamento 
anticorrosivo 
 Adequação de investimentos em P&D 
 Crédito PIS/COFINS de Insumos e Ativos Imobilizados 
Estudos em Andamento 
 Otimização do modelo de O&M, captura de eficiência 2015- 2020 
 Outros processos de suporte (contratos de serviços) 
 Logística e Suprimentos 
R$ MM 
(*) exclui custos de construção e despesa de depreciação
13 
Investimentos 
Principais Ações 
Otimização de CapEx 
 Recuperação da Rentabilidade dos Projetos 
 Análise de primarização de atividades dos serviços de fiscalização e 
comissionamento 
 Banco de Preços CTEEP vs Aneel 
 Otimização dos Estoques 
 Revisão da governança dos investimentos
14 
Subsidiárias 
Governança e Eficiência 
Participação em 8 subsidiárias 
 Investimento total de R$ 6,2 bi 
 Aportes CTEEP R$ 1,6 bi 
 RAP 14/15 de R$ 670,6 
milhões 
 Portfólio totalmente operacional 
em 2015 
Controladas 
 Evrecy e IEMG controlados 
pelo COT 
 Coordenação e centralização 
do financeiro/administrativo 
IEMadeira 
 Conclusão das obras em Maio de 2014 
 Solicitado reequilíbrio econômico financeiro do Lote D à ANEEL 
 Sobrecusto: R$ 342 milhões / Perda de RAP R$ 251milhões / Reajuste de 
26,8% na RAP 
E 
S 
P 
BP 
EA 
L
15 
Indenização 
Status 
Indenização como contrapartida da redução da RAP por retorno antecipado do capital 
RBNI: R$ 2.891 milhões 
 50% à vista pago em Jan/2013 e 
 50% em cota mensais de Jan/2013 até Jul/2015, juros de IPCA + 5,59% a.a 
RBSE: pendente desde Dezembro de 2012 
 Prioridade absoluta da Administração 
 Laudo Independente entregue à ANEEL em 14 de agosto com resultado de 
R$ 5.186 milhões
16 
Indenização 
Inventário Físico de 140 SE’s, 85 sites isolados de Telecom e 2.000 km de 
linhas de transmissão (amostral), distribuídos por todo o estado de São 
Paulo em 4 meses; 
 Transformadores: 600 unidades 
 Disjuntores: 1.600 unidades 
 Chaves seccionadoras: 7.000 unidades 
 TC’s/TP’s: 9.000 unidades 
 Torres: 31.000 torres, totalizando 44.000 ton. 
 Condutores: 14.000 km extensão de linha, totalizando 150.000 ton. 
Mobilização permanente de 110 colaboradores para auxiliar a avaliadora nos 
trabalhos; 
 Conciliação Físico-Contábil de 171 mil registros; 
 Análise de 5 mil aquisições de máquinas/equipamentos para compor o Banco de Preços; 
 Análise de 700 projetos de SE e LT e a classificação dos 157 mil registros para 
determinação dos percentuais de COM e CA, 
 Verificação de elegibilidade em 2 mil matrículas de terrenos e 19 mil de servidões; 
 Análise e classificação de 110 mil ativos em “SE” ou “NI”
17 
Indenização 
Laudo de Avaliação 
 Banco de Preços 
 Médio CTEEP 
 Médio Aneel 
 Contábil atualizado 
 Base: 31/12/2012 
 VNR: R$ 20.212 milhões 
 VBR: R$ 5.186 milhões 
 Base: 31/12/2012 
 Fiscalização ANEEL - 14/10/2014 a 31/10/2014 
 Relatório de Acompanhamento de Fiscalização – 
previsão primeira quinzena de janeiro de 2015 
 Homologação do Laudo pela Diretoria da ANEEL 
Critérios 
Resultado 
Etapas Futuras
18 
O&M | Investimentos | Indenizações 
Relações Institucionais 
Criação da Gerência Regulatória reforça a prioridade e foco 
da Administração em temas críticos à Companhia 
Audiência Pública 021/2014 – Revisão da Resolução REN 443/2011 
 Inclusão de receitas para Melhorias do período 2013/18 
 Tratativa dos Ativos em fim de vida útil regulatória 
 Tratar de Receita para investimentos emergenciais (acidentes e sinistros) 
Audiência Pública 022/2014 - Criação do Plano Mínimo de Manutenção 
 Estabelecer o Plano Mínimo de Manutenção da Transmissoras 
 Estabelecer a Isenção da Parcela Variável para os desligamentos programados 
REN589/2013 
 Base de Anuidade Regulatória – BAR: remuneração, amortização e depreciação em 
forma de anuidades, 
 Definir para o custeio da BAR, 5% dos custos de AOM desde Jan/2013 
Audiência Pública 027/2014 – Revisão da REN 270/2007 
 Equilíbro na aplicação da Parcela Variável 
 Revisar os Tempos de Franquia para o Retorno à Operação de Linhas
19 
 A CTEEP 
 Principais Desafios 
Oportunidades de Crescimento 
 Resultados Financeiros do 3T14 
 Sessão de Perguntas e Respostas 
 Visita Monitorada
20 
Plano Decenal de Expansão de Energia 2022 
Consumo de eletricidade na rede 
 Aumento de 205,5 TWh no consumo nacional de energia elétrica de 2013 até 2022 
 59,2% do aumento do consumo nacional será na Região Sudeste/CO, onde a 
CTEEP é a maior responsável pelo transporte de energia 
 Necessidade de expansão via leilões ou autorizações
21 
 A CTEEP 
 Principais Desafios 
 Oportunidades de Crescimento 
Resultados Financeiros do 3T14 
 Sessão de Perguntas e Respostas 
 Visita Monitorada
22 
Destaques 3T14 
 Aumento do Lucro Líquido 9M14 
 Aumento do Ebitda e Margem Ebitda no 9M14 
 Reajuste Anual da Receita (RAP) 
 Aumento de Capital
23 
Reajuste Anual da RAP 
(R$ milhões) 
6,1 -1,4 91,9 -0,1 91,7 85,8 
RAP 13/14 IPCA / IGPM Rev. Tarif. RAP 14/15 Parcela de 
Ajuste 
RAP Total 
14/15 
RAP Total 
13/14 
87,2 
+21,7% 
+6,9% 
+4,2% 
581,8 
37,3 
19,6 638,8 
21,1 659,9 
542,0 
RAP 13/14 IPCA / IGPM Reforço RAP 14/15 Parcela de 
Ajuste 
RAP Total 
14/15 
RAP Total 
13/14 
559,2 
35,6 20,1 574,8 3,9 
578,8 
555,4 
RAP 13/14 IPCA / IGPM Rev. Tarif. RAP 14/15 Parcela de 
Ajuste 
RAP Total 
14/15 
RAP Total 
13/14 
CTEEP 
Controladas 
100% 
Coligadas
24 
Composição da Receita 
Crescimento de 13,3% de receita líquida 
(R$ milhões) 
9M13 9M14 
406.4 
110.0 
131.1 
647.5 
(86,6) 
560.9 530.8 
138.8 
122.3 
791.9 
(89,2) 
702.7 
18.0 
38.7 
88.4 
145,1 
(11,8) 
133.3 
19.7 
19.2 
61.1 100.0 
(5,3) 
94.7 
424.4 
148.8 
219.5 792.6 (98,4) 
694.2 
550.5 
158.0 
183.4 891.9 
(94,5) 
797.4 
O&M Construção Financeira 
/Outras 
Receita 
Bruta 
Deduções Receita 
Líquida 
O&M Construção Financeira 
/Outras 
Receita 
Bruta 
Deduções Receita 
Líquida
25 
Custos e Despesas Operacionais 
Eficiência na gestão dos custos e despesas 
(R$ milhões) 
553,6 
498,6 
471,7 
434,3 
55,1 
37,4 
TOTAL 
-14,8% 
9M13 9M14 
Controladora Controladas 
238,3 
9,4 
212,2 
15,2 
131,7 114,5 
3,1 
3,1 
128,6 111,4 
183,7 
42,5 
145,0 
17,5 
141,2 115,4 
9M13 9M14 
O&M 
Gerais/Adm 
Construção 
228,8 197,0
26 
Ebitda ICVM 527 e Margem Ebitda 
(R$ milhões) 
-415,8 
172,8 
166,8 
(292,2) 
-324,2 
384,1 
13,9 
6,1 
25,0 
14,2 
114,4 
100,5 
192,1 
13,9 
25,0 
3T13 3T13 
ex Provisão 
SEFAZ 
3T14 9M13 9M13 
ex Provisão 
SEFAZ 
9M14 
Controladora Controladas 
217,1 
398,3 
(401,9) 
39,7% 
50,4% 
31,3% 
50,6% 
31,3% 
50,6% 
Margem Ebitda Consolidado
27 
Equivalência Patrimonial 
100% da IE Madeira em operação 
(R$ milhões) 
9M13 9M14 
Total da Equivalência 
Patrimonial: R$ 53,8 
54,8 
12,4 
3,8 0,9 
Total da Equivalência 
Patrimonial: R$ 71,8 
60,2 
(9,7) 
1,8 
1,4 
MADEIRA GARANHUNS IENNE IESUL 
60,2 
1,8 
(9,7) 
1,4
28 
Resultado Financeiro 
Remuneração da indenização do NI 
(R$ milhões) 
13,3 
18,0 
-107,5% 
(1,0) 
3,2 
64,3 
78,0 
-75,9% 
15,5 
28,6 
-4,7 -4,2 
-13,8 -13,0 
3T13 3T14 9M13 9M14 
Controladora Controladas
29 
Lucro Líquido 
(R$ milhões) 
+46,7% 
+47,5% 
 O lucro por ação atingiu R$ 1,9579 no 9M13
30 
Dívida Líquida 
R$ 127,7 milhões do Aumento de Capital 
(R$ milhões) 
Δ% 
Empréstimos e Financiamentos 
(R$ milhões) 
9M14 2013 
Dívida Bruta 1.286,2 1.239,5 3,8% 
Curto Prazo 375,0 377,7 -0,7% 
Longo Prazo 911,2 861,8 5,7% 
Disponibilidades* 777,7 600,0 29,6% 
Dívida Líquida 508,5 639,5 -20,5% 
(*) A partir de janeiro de 2013, a Companhia concentrou as suas aplicações financeiras em fundos de 
investimentos exclusivos. Referem-se a quotas de fundo de investimento com alta liquidez, 
prontamente conversíveis em montante de caixa, independentemente do vencimento dos ativos.
31 
Amortização da Dívida 
Líquidação 1ª série Debêntures 
(R$ milhões) 
Caixa Futuro de Recebimentos (NI) 2014 2015 Total 
Indenização NI a receber (projetado) 142,4 332,2 474,6 
Receita Financeira s/ Indenização NI a 
receber (projetado) 
11,6 12,0 23,5 
Total 153,9 344,2 498,1 
Caixa e Equivalentes em 30/09/2014: R$ 777,7 milhões
32 
Dívida Bruta Coligadas 
Participação CTEEP 
(R$ milhões) 
2013 3T14 
1.245,1 
101,2 
57,9 18,9 
1.245,1 
57,1 17,8 
Total da Dívida Bruta: R$ 1.423,2 Total da Dívida Bruta: R$ 1.484,4 
Madeira Garanhuns IENNE IESUL 
101,2 
57,9 18,9 
1.242,9 
166,6
33 
Performance no Mercado de Capitais 
(R$ milhões) 
Volume Total R$ 1.312 Milhões Volume Médio / Dia R$ 6,9 Milhões 
 220,6 mil negócios 
realizados até 
30/09/2014 
 Média diária de 1.161 
negócios 
 Valor de mercado em 
30/09/2014 R$ 6,3 
bilhões 
Volume Financeiro Negociado até 30/09/2014 
(R$ milhões) 
40.0 
30.0 
20.0 
10.0 
Performance das ações até 30/09/2014 
150.00 
125.00 
100.00 
75.00 
jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 
TRPL3 TRPL4 IBOVESPA IEE 
32,62% 
5,06% 
5,13% 
2,05% 
0.0 
jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14
34 
 A CTEEP 
 Principais Desafios 
 Oportunidades de Crescimento 
 Resultados Financeiros do 3T14 
Sessão de Perguntas e Respostas 
 Visita Monitorada
35 
Disclaimer 
As declarações contidas nesta apresentação relativas à 
perspectiva dos negócios da Companhia, às projeções e 
resultado e ao seu potencial de crescimento constituem-se 
em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da 
administração em relação ao futuro da Companhia. 
Estas expectativas são altamente dependentes 
de mudanças no mercado, no desempenho econômico 
geral do País, do setor e dos mercados internacionais, 
estando sujeitas a mudanças.
36 
 A CTEEP 
 Principais Desafios 
 Oportunidades de Crescimento 
 Resultados Financeiros do 3T14 
 Sessão de Perguntas e Respostas 
Visita Monitorada
37 
Relações com Investidores 
Tel: +55 11 3138-7557 
ri@cteep.com.br 
www.cteep.com.br/ri

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  • 1. 1
  • 2. 2 A CTEEP  Principais Desafios  Laudo de Indenização do RBSE  Oportunidades de Crescimento  Resultados Financeiros do 3T14  Sessão de Perguntas e Respostas  Visita Monitorada
  • 3. 3 Selo APIMEC 13 ANOS
  • 4. 4 História CTEEP 1999 A CTEEP é criada com ativos de transmissão da CESP Incorporação da EPTE com ativos de transmissão da Eletropaulo Prorrogação do Contrato de Concessão nº 059/2001 com a ANEEL, iniciando um novo ciclo para seus negócios Expansão para 16 estados brasileiros fruto de participações em leilões e aquisições Carteira de negócios com 8 subsidiárias, investimentos de R$ 6,2 bilhões e RAP de R$ 670,2 MM Início da Operação da linha de transmissão da IE Madeira e conclusão das obras Grupo ISA lança Visão 2020, com foco em rentabilidade e eficiência operacional Adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa da BM&F Bovespa Privatização, a ISA torna-se nova controladora, com a aquisição do controle acionário 2001 2002 2006 2012 2013 2014
  • 5. 5 Composição Acionária - CTEEP Ações Preferenciais – TRPL4 (60% do total) Ações Ordinárias - TRPL3 (40% do total) 89,5% 9,8% 0,7% ISA Capital do Brasil Eletrobras Outros 3,6% 52,4% 9,6% 7,0% 27,3% ISA Capital do Brasil Eletrobras Governo do Estado de São Paulo Vinci Ltda Outros 38,0% 35,4% 5,8% 4,2% 16,6% 3,6% 52,4% 9,6% 7,0% 27,3% ISA Capital do Brasil Eletrobras Governo do Estado de São Paulo Vinci Ltda Outros 89,5% 9,8% 0,7% ISA Capital do Brasil Eletrobras Outros Capital Total
  • 6. 6 Perfil da ISA  49 anos de experiência no setor de transmissão de energia  Ativos em transmissão de energia, telecomunicações, rodovias e gestão inteligente de sistemas de tempo real  Presente no Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Peru, Bolivia e América Central  USD 946 milhões em receita operacional no primeiro semestre de 2014 Multilatina atua com 33 empresas em 4 negócios e 8 países EBITDA por país EBITDA por negócio 2,8% 0,8% Fonte: 2ºITR 2014 ISA Colômbia Chile Peru Brasil Outros 41,1% 28,2% 15,6% 1,4% 13,6% Transporte de Energia Concessões Viárias Telecomunicações Gestão Inteligente de Tempo Real 68% 28,4%
  • 7. 7 Perfil da CTEEP  13.726 Km de linhas  19.189 Km de circuitos  107 subestações  45.737 MVA de capacidade de transformação Data: 30/set/14 Responsável pela transmissão de cerca de 25% da energia produzida no País e 60% da consumida na região sudeste e 98% no Estado de São Paulo. Legenda 440 kV 345 kV 230 kV 138 kV 88 kV Sistema de Transmissão
  • 8. 8 Expansão no território nacional Presente em 16 estados brasileiros Empresa Localida de Participação RAP Total Pinheiros SP 100% 34,8 MM Serra do Japi SP 100% 32,6 MM IEMG MG 100% 14,3 MM Evrecy MG e ES 100% 10 MM Madeira RO, MT, GO, MG e SP 51% 445,4 MM Garanhuns PB, PE, AL 51% 81,4 MM IESUL PR, SC e RS 50% 14,1 MM IENNE MA, PI e TO 25% 37,9 MM
  • 9. 9  A CTEEP Principais Desafios  Laudo de Indenização do RBSE  Oportunidades de Crescimento  Resultados Financeiros do 3T14  Sessão de Perguntas e Respostas  Visita Monitorada
  • 11. 11 Value Drivers O&M EFICIÊNCIA Investimentos RENTABILIDADE Subsidiárias GOVERNANÇA Indenização VALOR JUSTO Contingências REDUÇÃO  Otimização de Custos  Otimização Tributária  Otimização Modelo O&M  Otimização de CapEx  Utilização do Estoque  Centralização do FIN/ADM das 100% na CTEEP  Controles de IEMG e Evrecy via COT  Laudo RBSE  Área de Assuntos Regulatórios  Projeto Estratégico de Gestão de Passivos
  • 12. 12 Operação e Manutenção Otimização de Custos/Tributária Ações realizadas  Revisão de processos de suporte e operacionais  Renegociação de contrato  Adequação de escopo  Revisão das premissas de tratamento anticorrosivo  Adequação de investimentos em P&D  Crédito PIS/COFINS de Insumos e Ativos Imobilizados Estudos em Andamento  Otimização do modelo de O&M, captura de eficiência 2015- 2020  Outros processos de suporte (contratos de serviços)  Logística e Suprimentos R$ MM (*) exclui custos de construção e despesa de depreciação
  • 13. 13 Investimentos Principais Ações Otimização de CapEx  Recuperação da Rentabilidade dos Projetos  Análise de primarização de atividades dos serviços de fiscalização e comissionamento  Banco de Preços CTEEP vs Aneel  Otimização dos Estoques  Revisão da governança dos investimentos
  • 14. 14 Subsidiárias Governança e Eficiência Participação em 8 subsidiárias  Investimento total de R$ 6,2 bi  Aportes CTEEP R$ 1,6 bi  RAP 14/15 de R$ 670,6 milhões  Portfólio totalmente operacional em 2015 Controladas  Evrecy e IEMG controlados pelo COT  Coordenação e centralização do financeiro/administrativo IEMadeira  Conclusão das obras em Maio de 2014  Solicitado reequilíbrio econômico financeiro do Lote D à ANEEL  Sobrecusto: R$ 342 milhões / Perda de RAP R$ 251milhões / Reajuste de 26,8% na RAP E S P BP EA L
  • 15. 15 Indenização Status Indenização como contrapartida da redução da RAP por retorno antecipado do capital RBNI: R$ 2.891 milhões  50% à vista pago em Jan/2013 e  50% em cota mensais de Jan/2013 até Jul/2015, juros de IPCA + 5,59% a.a RBSE: pendente desde Dezembro de 2012  Prioridade absoluta da Administração  Laudo Independente entregue à ANEEL em 14 de agosto com resultado de R$ 5.186 milhões
  • 16. 16 Indenização Inventário Físico de 140 SE’s, 85 sites isolados de Telecom e 2.000 km de linhas de transmissão (amostral), distribuídos por todo o estado de São Paulo em 4 meses;  Transformadores: 600 unidades  Disjuntores: 1.600 unidades  Chaves seccionadoras: 7.000 unidades  TC’s/TP’s: 9.000 unidades  Torres: 31.000 torres, totalizando 44.000 ton.  Condutores: 14.000 km extensão de linha, totalizando 150.000 ton. Mobilização permanente de 110 colaboradores para auxiliar a avaliadora nos trabalhos;  Conciliação Físico-Contábil de 171 mil registros;  Análise de 5 mil aquisições de máquinas/equipamentos para compor o Banco de Preços;  Análise de 700 projetos de SE e LT e a classificação dos 157 mil registros para determinação dos percentuais de COM e CA,  Verificação de elegibilidade em 2 mil matrículas de terrenos e 19 mil de servidões;  Análise e classificação de 110 mil ativos em “SE” ou “NI”
  • 17. 17 Indenização Laudo de Avaliação  Banco de Preços  Médio CTEEP  Médio Aneel  Contábil atualizado  Base: 31/12/2012  VNR: R$ 20.212 milhões  VBR: R$ 5.186 milhões  Base: 31/12/2012  Fiscalização ANEEL - 14/10/2014 a 31/10/2014  Relatório de Acompanhamento de Fiscalização – previsão primeira quinzena de janeiro de 2015  Homologação do Laudo pela Diretoria da ANEEL Critérios Resultado Etapas Futuras
  • 18. 18 O&M | Investimentos | Indenizações Relações Institucionais Criação da Gerência Regulatória reforça a prioridade e foco da Administração em temas críticos à Companhia Audiência Pública 021/2014 – Revisão da Resolução REN 443/2011  Inclusão de receitas para Melhorias do período 2013/18  Tratativa dos Ativos em fim de vida útil regulatória  Tratar de Receita para investimentos emergenciais (acidentes e sinistros) Audiência Pública 022/2014 - Criação do Plano Mínimo de Manutenção  Estabelecer o Plano Mínimo de Manutenção da Transmissoras  Estabelecer a Isenção da Parcela Variável para os desligamentos programados REN589/2013  Base de Anuidade Regulatória – BAR: remuneração, amortização e depreciação em forma de anuidades,  Definir para o custeio da BAR, 5% dos custos de AOM desde Jan/2013 Audiência Pública 027/2014 – Revisão da REN 270/2007  Equilíbro na aplicação da Parcela Variável  Revisar os Tempos de Franquia para o Retorno à Operação de Linhas
  • 19. 19  A CTEEP  Principais Desafios Oportunidades de Crescimento  Resultados Financeiros do 3T14  Sessão de Perguntas e Respostas  Visita Monitorada
  • 20. 20 Plano Decenal de Expansão de Energia 2022 Consumo de eletricidade na rede  Aumento de 205,5 TWh no consumo nacional de energia elétrica de 2013 até 2022  59,2% do aumento do consumo nacional será na Região Sudeste/CO, onde a CTEEP é a maior responsável pelo transporte de energia  Necessidade de expansão via leilões ou autorizações
  • 21. 21  A CTEEP  Principais Desafios  Oportunidades de Crescimento Resultados Financeiros do 3T14  Sessão de Perguntas e Respostas  Visita Monitorada
  • 22. 22 Destaques 3T14  Aumento do Lucro Líquido 9M14  Aumento do Ebitda e Margem Ebitda no 9M14  Reajuste Anual da Receita (RAP)  Aumento de Capital
  • 23. 23 Reajuste Anual da RAP (R$ milhões) 6,1 -1,4 91,9 -0,1 91,7 85,8 RAP 13/14 IPCA / IGPM Rev. Tarif. RAP 14/15 Parcela de Ajuste RAP Total 14/15 RAP Total 13/14 87,2 +21,7% +6,9% +4,2% 581,8 37,3 19,6 638,8 21,1 659,9 542,0 RAP 13/14 IPCA / IGPM Reforço RAP 14/15 Parcela de Ajuste RAP Total 14/15 RAP Total 13/14 559,2 35,6 20,1 574,8 3,9 578,8 555,4 RAP 13/14 IPCA / IGPM Rev. Tarif. RAP 14/15 Parcela de Ajuste RAP Total 14/15 RAP Total 13/14 CTEEP Controladas 100% Coligadas
  • 24. 24 Composição da Receita Crescimento de 13,3% de receita líquida (R$ milhões) 9M13 9M14 406.4 110.0 131.1 647.5 (86,6) 560.9 530.8 138.8 122.3 791.9 (89,2) 702.7 18.0 38.7 88.4 145,1 (11,8) 133.3 19.7 19.2 61.1 100.0 (5,3) 94.7 424.4 148.8 219.5 792.6 (98,4) 694.2 550.5 158.0 183.4 891.9 (94,5) 797.4 O&M Construção Financeira /Outras Receita Bruta Deduções Receita Líquida O&M Construção Financeira /Outras Receita Bruta Deduções Receita Líquida
  • 25. 25 Custos e Despesas Operacionais Eficiência na gestão dos custos e despesas (R$ milhões) 553,6 498,6 471,7 434,3 55,1 37,4 TOTAL -14,8% 9M13 9M14 Controladora Controladas 238,3 9,4 212,2 15,2 131,7 114,5 3,1 3,1 128,6 111,4 183,7 42,5 145,0 17,5 141,2 115,4 9M13 9M14 O&M Gerais/Adm Construção 228,8 197,0
  • 26. 26 Ebitda ICVM 527 e Margem Ebitda (R$ milhões) -415,8 172,8 166,8 (292,2) -324,2 384,1 13,9 6,1 25,0 14,2 114,4 100,5 192,1 13,9 25,0 3T13 3T13 ex Provisão SEFAZ 3T14 9M13 9M13 ex Provisão SEFAZ 9M14 Controladora Controladas 217,1 398,3 (401,9) 39,7% 50,4% 31,3% 50,6% 31,3% 50,6% Margem Ebitda Consolidado
  • 27. 27 Equivalência Patrimonial 100% da IE Madeira em operação (R$ milhões) 9M13 9M14 Total da Equivalência Patrimonial: R$ 53,8 54,8 12,4 3,8 0,9 Total da Equivalência Patrimonial: R$ 71,8 60,2 (9,7) 1,8 1,4 MADEIRA GARANHUNS IENNE IESUL 60,2 1,8 (9,7) 1,4
  • 28. 28 Resultado Financeiro Remuneração da indenização do NI (R$ milhões) 13,3 18,0 -107,5% (1,0) 3,2 64,3 78,0 -75,9% 15,5 28,6 -4,7 -4,2 -13,8 -13,0 3T13 3T14 9M13 9M14 Controladora Controladas
  • 29. 29 Lucro Líquido (R$ milhões) +46,7% +47,5%  O lucro por ação atingiu R$ 1,9579 no 9M13
  • 30. 30 Dívida Líquida R$ 127,7 milhões do Aumento de Capital (R$ milhões) Δ% Empréstimos e Financiamentos (R$ milhões) 9M14 2013 Dívida Bruta 1.286,2 1.239,5 3,8% Curto Prazo 375,0 377,7 -0,7% Longo Prazo 911,2 861,8 5,7% Disponibilidades* 777,7 600,0 29,6% Dívida Líquida 508,5 639,5 -20,5% (*) A partir de janeiro de 2013, a Companhia concentrou as suas aplicações financeiras em fundos de investimentos exclusivos. Referem-se a quotas de fundo de investimento com alta liquidez, prontamente conversíveis em montante de caixa, independentemente do vencimento dos ativos.
  • 31. 31 Amortização da Dívida Líquidação 1ª série Debêntures (R$ milhões) Caixa Futuro de Recebimentos (NI) 2014 2015 Total Indenização NI a receber (projetado) 142,4 332,2 474,6 Receita Financeira s/ Indenização NI a receber (projetado) 11,6 12,0 23,5 Total 153,9 344,2 498,1 Caixa e Equivalentes em 30/09/2014: R$ 777,7 milhões
  • 32. 32 Dívida Bruta Coligadas Participação CTEEP (R$ milhões) 2013 3T14 1.245,1 101,2 57,9 18,9 1.245,1 57,1 17,8 Total da Dívida Bruta: R$ 1.423,2 Total da Dívida Bruta: R$ 1.484,4 Madeira Garanhuns IENNE IESUL 101,2 57,9 18,9 1.242,9 166,6
  • 33. 33 Performance no Mercado de Capitais (R$ milhões) Volume Total R$ 1.312 Milhões Volume Médio / Dia R$ 6,9 Milhões  220,6 mil negócios realizados até 30/09/2014  Média diária de 1.161 negócios  Valor de mercado em 30/09/2014 R$ 6,3 bilhões Volume Financeiro Negociado até 30/09/2014 (R$ milhões) 40.0 30.0 20.0 10.0 Performance das ações até 30/09/2014 150.00 125.00 100.00 75.00 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 TRPL3 TRPL4 IBOVESPA IEE 32,62% 5,06% 5,13% 2,05% 0.0 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14
  • 34. 34  A CTEEP  Principais Desafios  Oportunidades de Crescimento  Resultados Financeiros do 3T14 Sessão de Perguntas e Respostas  Visita Monitorada
  • 35. 35 Disclaimer As declarações contidas nesta apresentação relativas à perspectiva dos negócios da Companhia, às projeções e resultado e ao seu potencial de crescimento constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, no desempenho econômico geral do País, do setor e dos mercados internacionais, estando sujeitas a mudanças.
  • 36. 36  A CTEEP  Principais Desafios  Oportunidades de Crescimento  Resultados Financeiros do 3T14  Sessão de Perguntas e Respostas Visita Monitorada
  • 37. 37 Relações com Investidores Tel: +55 11 3138-7557 ri@cteep.com.br www.cteep.com.br/ri

Notas do Editor

  1. Conclusão das obras das Estações da IEMadeira: em 12 de maio as obras das estações retificadora (Porto Velho) e Inversora (Araraquara), ambas do Lote F – Leilão 007/2008, da subsidiária IEMadeira (51% CTEEP) foram disponibilizadas ao Operador Nacional do Sistema. A RAP 2014/2015 integral do lote é de R$ 213,6 milhões; Lucro Líquido: alcançou no 1S14 R$ 175,7 milhões, aumento de 48,3% em relação ao mesmo período de 2013; EBITDA (ICVM nº 527): com margem operacional de 50,8%, EBITDA atinge R$ 225,4 milhões no 1S14 e supera em 25,5 pp o mesmo período de 2013, considerando contribuição expressiva do crédito extemporâneo de PIS/COFINS; Reajuste Anual da Receita (RAP): em 24 de junho de 2014, foi publicada a Resolução Homologatória nº 1.756, estabelecendo as RAPs da CTEEP e suas Controladas para o ciclo 2014/2015. A RAP da Controladora que era de R$ 542,1 milhões, passou para R$ 659,9 milhões (aumento de 21,7%), a RAP das Controladas que era de R$ 88,1, passou para R$ 101,6 (aumento de 15,3%). A CTEEP aguarda análise da ANEEL referente aos pleitos que realizou sobre o referido reajuste; Efeito do Reconhecimento das Melhorias: em 27 de dezembro de 2013 a ANEEL divulgou o Despacho de Encerramento nº 4.413 que reconhece as receitas dos investimentos realizados em Melhorias a partir de 2013. Os resultados de 2014 trazem esse efeito positivo, não contemplado nas comparações trimestrais com 2013, pois seu reconhecimento ocorreu após o pronunciamento da ANEEL (dezembro de 2013).
  2. No slide 4 apresentamos a composição da Receita Operacional Bruta e Líquida Consolidada da CTEEP, partindo da Receita de O&M até chegarmos na Receita Operacional Líquida do semestre. Iniciando pela Receita de O&M, no consolidado do semestre, temos o total de R$ 334,3 milhões no 1S14 comparados com R$ 298,9 milhões no 1S13, refletindo principalmente a variação positiva do IPCA (6,37%) e IGPM (7,84%), que corrigiram a RAP de 2012/2013 para 2013/2014 dos contratos de concessão da Companhia (96% corrigidos por IPCA e 4% corrigidos por IGP-M), bem como pela entrada em operação de novos projetos de reforços. Por sua vez, a Receita de Construção totalizou R$ 81,2 milhões no 1S14, uma redução de 5,5% quando comparada ao 1S13 onde registrou R$ 85,8 milhões, a variação decorre, principalmente, da entrada em operação dos lotes K dos Leilões 004/2008 (Subestação Itapeti) e 004/2011 (Subestação Atibaia II) da controlada Pinheiros, cujas obras foram concluídas no primeiro e terceiro trimestres de 2013, respectivamente. Seguindo com a Receita Financeira e Outras Receitas, no 1S14 as Receitas Financeiras consolidadas somaram R$ 72,6 milhões, redução de 2,6% comparada ao 1S13 quando atingiu R$ 74,5 milhões, refletindo a variação do fluxo financeiro previsto para a realização dos valores de construção e indenização. Já as Outras Receitas totalizaram R$ 10,6 milhões, alta de 5,5% em relação ao 1S13, quando registrou R$ 10,0 milhões.  Com isso, no 1S14, a Receita Operacional Bruta Consolidada atingiu R$ 498,7 milhões, crescimento de 6,3% em relação ao 1S13 quando reportou R$ 469,3 milhões. A variação decorrente, sobretudo, do aumento de 11,8% na receita de operação e manutenção. Já as Deduções da receita operacional atingiram R$ 55,0 milhões no 1S14, redução de 12,9% comparadas a R$ 63,1 milhões no 1S13. A variação reflete, principalmente i) redução de 1,3% de tributos sobre a receita, devido alteração na alíquota de PIS e COFINS diferidos da controlada Pinheiros, decorrente da mudança do regime tributário de lucro real para lucro presumido; e (ii) redução de 17,7% de encargos regulatórios, sobretudo CDE e PROINFA, devido ao consumo dos consumidores livres. Subtraindo as Deduções da Receita Operacional Bruta, chegamos na Receita Operacional Líquida Consolidada, que no 1S14 atingiu R$ 443,7 milhões, aumento de 9,2% em relação ao 1S13 quando reportou R$ 406,2 milhões
  3. Slide 5 – O Total dos Custos e Despesas Operacionais Consolidados tiveram uma redução de 23,7% registrando R$ 281,0 milhões no 1S14 frente aos R$ 368,5 milhões em 1S13. A redução nos custos e despesas operacionais é explicada pela redução de 22,2% nos Custos de Construção do 1S14 (que somaram R$60,8 milhões) em relação ao 1S13 (que somaram R$78 milhões) devido, principalmente a entrada em operação dos lotes K dos Leilões 004/2008 e 004/2011 da controlada Pinheiros, cujas obras foram concluídas no primeiro e terceiro trimestres de 2013, respectivamente e de menor realização de obras no período Redução de 56,7% nos custos de Melhorias do 1S14 (que somaram R$13,0 milhões) contra os custos de melhorias do mesmo período de 2013 (que somaram R$30,0 milhões), devido ao menor nível de investimentos realizados em melhorias Redução de 35,1% nas Despesas Gerais e Administrativas devido, principalmente: i) Redução nas despesas de contingências de 65,3%, devido a menor volume, atípico em relação a média nossa histórica, no pagamento de execuções definitivas no semestre ii) Redução de 15,1% de serviços de terceiros em virtude do esforço da Companhia para renegociar os contratos vigentes Finalmente a redução de 11,9% nos Custos de O&M deve-se, sobretudo: i) à reprogramação de atividades de operação e manutenção em atendimento as necessidades técnicas e de acordo com restrições de intervenção no sistema; ii) internalização de parte de serviços de O&M. A respectiva receita de construção é calculada acrescendo-se as alíquotas de PIS e COFINS ao valor do custo do investimento. Para as subsidiárias em fase pré-operacional acrescenta-se ao valor do custo do investimento as despesas gerais administrativas e despesas financeiras. Os projetos embutem margem suficiente para cobrir os custos de construção mais determinadas despesas do período de construção. Os custos de construção acompanham a variação da receita de construção, que passou a ter maior representatividade nos custos totais, uma vez que, com o reconhecimento da receita de construção para Melhorias (Dezembro de 2013), a parcela de gastos correspondentes a estas melhorias é registrada como custo de construção e não mais como custo de operação e manutenção. Tal efeito aumenta o custo de construção e reduz o custo de operação e manutenção.
  4. Slide 6 - O Ebitda Consolidado, conforme ICVM 527/12, atingiu R$ 225,4 milhões no 1S14, aumento de 119,5% frente ao mesmo período de 2013, quando registrou R$ 102,7 milhões. Excluindo o valor referente ao crédito extemporâneo de PIS e COFINS sobre aquisição, contemplado na rubrica Outras Despesas/Receitas Operacionais, do Ebitda calculado de acordo com a Instrução CVM nº527/12, o Ebitda (ex-crédito PIS/COFINS) atingiu R$ 204,0 milhões no 1S14, a margem Ebitda foi de 46,0%.
  5. Slide 7 - O resultado da equivalência patrimonial do 1S14 registrou receita de R$ 36,0 milhões, queda de 19,1% frente à receita de R$ 44,5 milhões do 1S13. O resultado financeiro consolidado das coligadas registrou despesa de R$ 92,3 milhões no 1S14, frente à despesa de R$ 13,1 milhões no 1S13. O principal fator da variação trata-se da contabilização dos pagamentos dos juros e amortizações dos financiamentos para a construção do Lote D (Linha de Transmissão) e Lote F (Subestações) da subsidiária IEMadeira que, no período pré-operacional da obra, devem ser capitalizados e após entrada em operação do projeto, passam a ser despesas financeiras. O resultado negativo em IENNE reflete, principalmente, o efeito da primeira Revisão Tarifária Periódica (RTP) definida pela Resolução Homologatória nº 1.540, de junho de 2013, que reduziu R$ 3,4 milhões da RAP da subsidiária para o ciclo 2014/2015, resultado da,revisão da WACC de 9,01% (estabelecida no leilão) para 6,88% (1ªRTP).
  6. Slide 8 - O resultado financeiro consolidado atingiu receita de R$ 16,5 milhões no 1S14 apresentando redução de 67,6% em relação aos R$ 50,9 milhões no 1S13, a saber:   i) Redução do reconhecimento de receitas de variação monetária e de juros ativos no montante de R$ 93,6 milhões no 1S13, comparado com R$ 54,7 milhões no 1S14, referentes à atualização pelo IPCA + 5,59% do Contas a Receber de ativo de indenização – Lei nº 12.783, sendo que no 1T13 a maior parte dessa atualização refere-se a parcela recebida à vista (50% do total). O saldo está sendo recebido em parcelas mensais até julho de 2015; e   ii) Redução dos juros e encargos sobre empréstimos e financiamentos, devido à liquidação de alguns contratos na Controladora.
  7. As despesas com imposto de renda e contribuição social somaram R$ 45,8 no 1S14, frente a R$ 16,6 milhões no 1S13. A taxa efetiva foi de 20,7% no 1S14 comparado com 12,3% em 1S13. Em decorrência dos fatores mencionados anteriormente, o lucro líquido do 1S14 atingiu R$ 175,7 milhões, um aumento de 48,4% em relação ao 1S13. O lucro por ação, básico e diluído, atingiu R$ 1,15.   Considerando a exclusão do efeito líquido do crédito extemporâneo de PIS e COFINS, o lucro líquido seria de R$ 161,6 milhões no 9M14.  
  8. Slide 10 - A dívida bruta consolidada em 30 de junho de 2014 somou R$ 1.308,9 milhões, aumento de 5,6% em relação a ao final de 2013 quando registrou R$ 1.239,5 milhões. As disponibilidades da Companhia somavam R$ 533,0 milhões, valor R$ 67,0 milhões inferior ao registrado em 31 de dezembro de 2013. Dessa forma, a dívida líquida consolidada totalizou R$ 775,9 milhões, representando um aumento de 21,3% em relação à dívida líquida ao final de 2013. A variação é decorrente, principalmente da captação, junto ao BNDES, no montante de R$ 124,1 milhões e R$ 26,9 milhões ocorrida em janeiro e junho de 2014, respectivamente, conforme contrato de empréstimo assinado em dezembro de 2013, no montante de R$ 391,3 milhões. Também no 1S14, a CTEEP efetuou o pagamento de parcela de principal e juros referentes à 1ª Emissão de Debêntures de 1ª e 2ª séries.
  9. Slide 12 - O custo médio da dívida consolidada passou de 9,5% a.a. em 31 de dezembro de 2013 para 10,0 % a.a. em 30 de junho de 2014. Esse aumento ocorreu, principalmente, devido ao aumento na curva do CDI. O prazo médio da dívida consolidada em 30 de junho de 2014 manteve-se no mesmo patamar de 31 de dezembro de 2013 de 2,6 anos. Vencimentos 2014 CTEEP BNDES – R$ 76,8 milhões Debêntures – R$ 163,8 milhões (dez/14)
  10. Slide 15 - As ações ordinárias e preferenciais da CTEEP (BM&FBovespa: TRPL3 e TRPL4) encerraram o 1S14 cotadas a R$ 45,98 e R$ 27,65, respectivamente, o que representa uma variação de +4,50% e +2,71%, também respectivamente, em relação a 31 de dezembro de 2013. No mesmo período, o Ibovespa apresentou uma valorização de 3,22% e o Índice de Energia Elétrica (IEE) de 7,17%. Durante o primeiro semestre, as ações preferenciais da CTEEP apresentaram volume médio diário de negociação na BM&FBovespa de R$ 6,8 milhões, o volume total negociado no ano foi de R$ 842 milhões. Com uma média diária de 1.129 negócios, as ações preferenciais da CTEEP atingiram 139,986 negócios no primeiro semestre de 2014.