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BRASIL – Perspectiva 2015
O desafio da construção de uma nova plataforma para o crescimento futuro
Joaquim V. F. Levy
CCFB – 23/02/2015
BRASIL 2015 – Learning by doing
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Hitachi Fev 2014
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Knauf Junho 2014 Itaipava Brewers Abril 2014
Brotas 2014
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Nissan Abr 2014
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E muitos outros…
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Petrobras – Investimento (R$ Bilhões)
Produção média mensal de gás e petróleo
BRASIL – Perspectiva 2015
Desequilíbrio fiscal significativo em 2014 – mas tem sido corrigido!
Resultado primário e nominal do setor público não financeiro*
5
Fonte: Banco Central/ Projeções para 2015 a 2017: Lei de Diretrizes Orçamentárias prévia 2015 e Boletim Focus em (30/01/2015).
* As projeções presumem crescimento real do PIB igual a 0,8% em 2015, 2.0% em 2016, 2.3% em 2017.
3.3
3.7 3.8
3.2 3.3 3.4
2.0
2.7
3.1
2.4
1.9
-0.6
-5.2
-2.9
-3.6 -3.6
-2.8
-2.0
-3.3
-2.5 -2.6 -2.5
-3.2
-6.7
1.2
2.0 2.0
-4.1
-2.7 -2.5
1.10
2.00 2.00
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
%GDP Primary Nominal Budget Estimates Market
BRASIL – Perspectiva 2015
Política fiscal expansionista levou a um aumento da relação Dívida Bruta/PIB
Dívida bruta do Governo Central vs. Dívida Líquida do Setor Público (como % do PIB)*
6
Fonte: Banco Central/ Projeções para 2015 a 2017: Lei de Diretrizes Orçamentárias prévia 2015,e Boletim Focus em (30/01/2015).
* As projeções presumem crescimento real do PIB igual a 0,8% em 2015, 2.0% em 2016, 2.3% em 2017.
17.2%
10.6%
35.3% 33.6%
36.7%
37.4% 37.4%
37.1%
58.8%
56.7%
63.4% 64.1% 63.3% 62.5%
37.0% 36.2% 36.0%
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015*
2016*
2017*
NPSD
Reserves
Public Financial Institutions
GGGD Budget
Budget
Market
¼ da dívida pública (17,2% do PIB está
Lastreado em reservas internacionais não
monetizadas
BRASIL – Perspectiva 2015
50
70
90
110
130
150
170
190
210
230
250
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014e
A Median
Russia
South Africa
BBB Median
Mexico
Brazil
Colombia
India
Turkey
Peru
Aumento da relação Dívida/PIB não foi incomum em anos recentes
Relação Dívida Bruta do Governo Central/ PIB – Países emergentes selecionados (Base 100 = 2008)
7Fonte: Banco Central (Brasil) e FMI (Monitor Fiscal). Brasil 2014 final de período.
BRASIL – Perspectiva 2015
Aportes adicionais do Tesouro para o BNDES não são mais instrumentos de política econômica
Fontes de financiamento do BNDES – R$ bi – acumulado no ano
8
Fonte: Tesouro Nacional, BNDES
BRASIL – Perspectiva 2015
Desonerações tributárias e renúncias fiscais contribuíram para o desequilíbrio fiscal
9
Perdas de receitas tributárias dobraram no período de 2012 a 2014, chegando a 2% do PIB
Fonte: Receita Federal
Tax/Contribution – BRL bn 2012 2013 2014
Payroll for selected sectors 3.7 12.3 21.6
CIDE-fuel 8.5 11.5 12.7
IPI (industrialized) –all categories 9.7 11.8 10.8
Cesta Básica (Ninimum Consumption Basket) 1.0 6.8 9.3
“Simples” and MEI (Individual Micro-entrepreneur) 5.7 6.3 7.2
IOF – (Consumer’s Credit Lines) 2.3 3.6 4.0
Nafta and Ethanol - 1.9 3.6
Corporate Profit - 1.7 1.8
Public Transportation - 0.7 1.4
Broad band Telecom Networks - 0.6 1.0
Other 15.6 21.4 30.6
Total 46.5 78.6 104.0
BRASIL – Perspectiva 2015
10
4.81%
4.46%
4.31% 4.30%
4.45%
4.37%
4.31%
4.68%
4.42%
4.33%
4.24%
4.18%
4.28%
4.10%
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*
Transferências sociais cresceram mais rápido que a folha de pagamento do Setor
Público
Folha de pagamento - % do PIB
Transferências sociais - % do PIB
Seguro-desemprego
aumentou de 0,5% do PIB para
1,1% do PIB
O Regime Geral de Assistência
Social aumentou de 6,0% para
7,2%
Outras despesas - % do PIB
BRASIL – Perspectiva 2015
Há desafios de curto prazo, mas não perdemos o bônus das commodities
A mensagem de 2005
continua verdadeira.
Apesar de alguns
deslizes, o governo tem
vontade e meios para
fazer os ajustes
necessários para
responder ao novo
ambiente global e
promover um novo ciclo
de crescimento, com
melhora dos
indicadores fiscais e
aumento da
produtividade do
trabalho.
(2004-2005 apresentação do STN)
BRASIL – Perspectiva 2015
Ajustes incluem reformas estruturais significativas (MP 665)
Crescimento da despesa nominal - % a.a.
12Fonte: Tesouro Nacional, CSFB, Previdência Social, Ministério do Trabalho
BRASIL – Perspectiva 2015
-24 -23
-8
4
12
14 14
2
-28
-24
-48 -48 -54
-81
-86
-78
-70 -65
33
22 17 10
18 15 19
35
45
26
48
49 65 64 60 59 60 59
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*2017*
Current Account FDI
Déficit de conta corrente expandiu-se, mas IED contina forte
[(Déficit em conta corrente + IED) * (-1)] - % do PIB Saldo em Transações Correntes x IED (US$ bi)
Fonte: Banco Central - Expectativa de Mercado (FOCUS 01/30/15)
Source: Central Bank
»High FX linked debt
» ‘02 FX-Reserves: USD 38 bn
»Low FX linked debt
» FX-Reserves:USD374.015 mi (Jan/15)
13
6.0
3.2 2.8
1.2
0.5
-1.5 -1.5
-4.7
-7.3
Participação brasileira no IED mundial (%)
1.3
1.7
2.5
2.1
3.4
4.0
4.8
4.4
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013*
IED em US$ dobrou na década de 2010
vis-à-vis aos anos 2000
BRASIL – Perspectiva 2015
Programa de concessões (US$ bi)
14
A participação do setor privado nos investimentos em infra-estrutura é uma realidade
Fonte: EPL, EPE, MME., Tesouro Nacional/ US$ 1 = R$ 2.30
Concessões têm sido uma maneira bem sucedida de expandir a infraestrutura nos últimos 20 anos
BRASIL – Perspectiva 2015
Aumento da capacidade instalada em GW
15
Produção de Potencial Elétrico continua crescendo
Economic Policy
* Estimativa e projeção
BRASIL – Perspectiva 2015
Crescimento do consumo GWh
16
Consumo de Eletricidade cresceu significativamente – especialmente pelas famílias
Economic Policy
GWh var. % GWh var. % GWh var. % GWh var. % GWh var. %
Brasil 415.683 8,2% 433.034 4,2% 448.105 3,5% 463.335 3,4% 473.395 2,2%
Residential 107.215 6,4% 111.971 4,4% 117.646 5,1% 124.896 6,2% 132.049 5,7%
Industrial 179.478 10,9% 183.576 2,3% 183.475 -0,1% 184.609 0,6% 178.055 -3,6%
Services (commerce) 69.17 6,0% 73.482 6,2% 79.226 7,8% 83.695 5,6% 89.819 7,3%
Other 59.82 8,2% 64.006 4,2% 67.758 3,5% 70.136 3,4% 73.472 5,2%
2010 2011 2012 2013 2014
2010 2011 2012 2013
Brasil 113.97% 109.37% 105.67% 102.20%
Residential 123.17% 117.98% 112.25% 105.70%
Services 129.72% 122.15% 113.31% 107.30%
Residential Industrial Service
2010 25,8% 43,2% 16,6%
2011 25,9% 42,4% 17,0%
2012 26,3% 40,9% 17,7%
2013 27,0% 39,8% 18,1%
2014 27,8% 37,8% 18,9%
Consumo em 2014 comparado com o do ano
precedente
Fatia de crescimento por setor
BRASIL – Perspectiva 2015
Títulos em moeda local revelaram novos meios de financiar projetos de infraestrutura
17
Fonte: Tesouro Nacional, Anbima, Bloomberg
Nota: Taxa de rendimento de Debentures representado por média na data da emissão. Curva de NTNB reflete taxas de mercado secundário em 10 de fevereiro de 2015.
2,024
1,247
200
1,235
681
2,705
311
168 151 64
5.47%
5.55%
7.05%
6.64%
4.28%
7.93%
6.81%7.37%
7.39%
8.38%
6.10%
6.28%
0.00%
1.00%
2.00%
3.00%
4.00%
5.00%
6.00%
7.00%
8.00%
9.00%
0
500
1000
1500
2000
2500
3000
5Y 7Y 8Y 10Y 11Y 12Y 13Y 14Y 15Y 17Y
Volume - BRL bn Yield % p.y. + CPI NTNB Treasury Curve
Volume pendente (R$ mi) e Rendimento (% p.a.)
BRASIL – Perspectiva 2015
Titulares de Debêntures de Infraestrutura – em dezembro de 2014
18
Source: National Treasury, Cetip, Anbima, BTG Pactual
Estoque total – R$ 15,14 bi
»Investidores estrangeiros detém em torno de 14% desses debêntures, comparado a 18% de dívida doméstica.
» Investidores de varejo detém R$ 5,20 bi (34.35%) do estoque de debêntures, depositado em bancos ou em
corretoras.
77.38%
17.73%
4.89%
Dec/14
Public Debt Holders
BRASIL – Perspectiva 2015
Taxa de Juros real tem mostrado um declínio secular e expectativas de inflação estão convergindo
novamente
Taxas de Juros real de médio e longo prazo* Inflação esperada (%)
Source: National Treasury
* NTN-B: Títulos indexados ao IPCA. Até Jan-10, com maturação em 2024,
2035 e 2045, depois com maturação em 2030, 2040 e 2050.
Fonte: Banco Central
* Expectativas de mercado – Banco Central – FOCUS, 30 de janeiro de
2015
19
6.12%
3.5%
4.5%
5.5%
6.5%
7.5%
8.5%
9.5%
Oct-04
Apr-05
Oct-05
Apr-06
Oct-06
Apr-07
Oct-07
Apr-08
Oct-08
Apr-09
Oct-09
Apr-10
Oct-10
Apr-11
Oct-11
Apr-12
Oct-12
Apr-13
Oct-13
Apr-14
Oct-14
BRASIL – Perspectiva 2015
Rendimentos de Títulos de Longo Prazo continuam atrativos (e acima da Selic)
Retorno médio dos títulos públicos – Índice de Mercado ANBIMA (IMA) vs Taxa de Overnight (CDI)
20
» O mercado de Títulos Públicos Brasileiro apresenta oportunidades tanto em renda fixa quanto em títulos indexados à
inflação.
Fonte: ANBIMA
Obs.: IRF-M considera o estoque de títulos de renda fixa (LTN and NTN-F). IMA-B considera o estoque de títulos indexados à inflação (NTN-B). IMA-Geral é o índice mais
abrangente e corresponde à soma do IRF-M, IMA-S (índice de taxa flexível), IMA-C (NTN-C) e IMA-B.
Administração da Dívida Pública
2010 2011 2012 2013 2014
Average
2010 -2014
IMA-B IMA-B IMA-B CDI IMA-B IMA-B
17.00% 15.10% 26.70% 8.10% 14.50% 12.66%
IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M
11.90% 14.50% 14.30% 2.60% 11.40% 10.94%
CDI CDI CDI IMA-B CDI CDI
9.70% 11.60% 8.40% -10.00% 10.80% 9.72%
Return
1st
2nd
3rd
Responsabilidade
Fiscal e Monetária
Respeito às metas de
inflação e fiscal;
Respeito aos contratos
Crédito, reformas
fiscal e do judiciário;
incentivos para
inovação e comércio
Efetiva e
sustentável rede
de Assistência
Social
Empreende-
dorismo
Reforma na Assistência
Social e criação do
BOLSA-FAMÍLIA
Relembrando compromissos e objetivos ….
Pilares do Desenvolvimento
Apartirde2003
Mudanças no ICMS e PIS/Cofins
Expansão do Simples e iniciativas de
melhoramento do ambiente de
negócios
Foco no aumento do comércio exterior
Melhorar treinamento
técnico e superior
Incentivar o aumento
da oferta de trabalho
Foco na dívida pública
bruta
Acelerar concessões/
oportunidades de PPP
Em2015
 Trabalhando duro para …
Obrigado!
… nos preparar para 2016 !

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  • 3. BRASIL 2015 – Learning by doing Hitachi Fev 2014 Nissan Apr 2014 Knauf Junho 2014 Itaipava Brewers Abril 2014 Brotas 2014 Basf 2014 Nissan Abr 2014 Saint Gobain Maio 2014 E muitos outros…
  • 4. BRASIL 2015 – Learning by doing Petrobras – Investimento (R$ Bilhões) Produção média mensal de gás e petróleo
  • 5. BRASIL – Perspectiva 2015 Desequilíbrio fiscal significativo em 2014 – mas tem sido corrigido! Resultado primário e nominal do setor público não financeiro* 5 Fonte: Banco Central/ Projeções para 2015 a 2017: Lei de Diretrizes Orçamentárias prévia 2015 e Boletim Focus em (30/01/2015). * As projeções presumem crescimento real do PIB igual a 0,8% em 2015, 2.0% em 2016, 2.3% em 2017. 3.3 3.7 3.8 3.2 3.3 3.4 2.0 2.7 3.1 2.4 1.9 -0.6 -5.2 -2.9 -3.6 -3.6 -2.8 -2.0 -3.3 -2.5 -2.6 -2.5 -3.2 -6.7 1.2 2.0 2.0 -4.1 -2.7 -2.5 1.10 2.00 2.00 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 %GDP Primary Nominal Budget Estimates Market
  • 6. BRASIL – Perspectiva 2015 Política fiscal expansionista levou a um aumento da relação Dívida Bruta/PIB Dívida bruta do Governo Central vs. Dívida Líquida do Setor Público (como % do PIB)* 6 Fonte: Banco Central/ Projeções para 2015 a 2017: Lei de Diretrizes Orçamentárias prévia 2015,e Boletim Focus em (30/01/2015). * As projeções presumem crescimento real do PIB igual a 0,8% em 2015, 2.0% em 2016, 2.3% em 2017. 17.2% 10.6% 35.3% 33.6% 36.7% 37.4% 37.4% 37.1% 58.8% 56.7% 63.4% 64.1% 63.3% 62.5% 37.0% 36.2% 36.0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* 2016* 2017* NPSD Reserves Public Financial Institutions GGGD Budget Budget Market ¼ da dívida pública (17,2% do PIB está Lastreado em reservas internacionais não monetizadas
  • 7. BRASIL – Perspectiva 2015 50 70 90 110 130 150 170 190 210 230 250 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014e A Median Russia South Africa BBB Median Mexico Brazil Colombia India Turkey Peru Aumento da relação Dívida/PIB não foi incomum em anos recentes Relação Dívida Bruta do Governo Central/ PIB – Países emergentes selecionados (Base 100 = 2008) 7Fonte: Banco Central (Brasil) e FMI (Monitor Fiscal). Brasil 2014 final de período.
  • 8. BRASIL – Perspectiva 2015 Aportes adicionais do Tesouro para o BNDES não são mais instrumentos de política econômica Fontes de financiamento do BNDES – R$ bi – acumulado no ano 8 Fonte: Tesouro Nacional, BNDES
  • 9. BRASIL – Perspectiva 2015 Desonerações tributárias e renúncias fiscais contribuíram para o desequilíbrio fiscal 9 Perdas de receitas tributárias dobraram no período de 2012 a 2014, chegando a 2% do PIB Fonte: Receita Federal Tax/Contribution – BRL bn 2012 2013 2014 Payroll for selected sectors 3.7 12.3 21.6 CIDE-fuel 8.5 11.5 12.7 IPI (industrialized) –all categories 9.7 11.8 10.8 Cesta Básica (Ninimum Consumption Basket) 1.0 6.8 9.3 “Simples” and MEI (Individual Micro-entrepreneur) 5.7 6.3 7.2 IOF – (Consumer’s Credit Lines) 2.3 3.6 4.0 Nafta and Ethanol - 1.9 3.6 Corporate Profit - 1.7 1.8 Public Transportation - 0.7 1.4 Broad band Telecom Networks - 0.6 1.0 Other 15.6 21.4 30.6 Total 46.5 78.6 104.0
  • 10. BRASIL – Perspectiva 2015 10 4.81% 4.46% 4.31% 4.30% 4.45% 4.37% 4.31% 4.68% 4.42% 4.33% 4.24% 4.18% 4.28% 4.10% 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* Transferências sociais cresceram mais rápido que a folha de pagamento do Setor Público Folha de pagamento - % do PIB Transferências sociais - % do PIB Seguro-desemprego aumentou de 0,5% do PIB para 1,1% do PIB O Regime Geral de Assistência Social aumentou de 6,0% para 7,2% Outras despesas - % do PIB
  • 11. BRASIL – Perspectiva 2015 Há desafios de curto prazo, mas não perdemos o bônus das commodities A mensagem de 2005 continua verdadeira. Apesar de alguns deslizes, o governo tem vontade e meios para fazer os ajustes necessários para responder ao novo ambiente global e promover um novo ciclo de crescimento, com melhora dos indicadores fiscais e aumento da produtividade do trabalho. (2004-2005 apresentação do STN)
  • 12. BRASIL – Perspectiva 2015 Ajustes incluem reformas estruturais significativas (MP 665) Crescimento da despesa nominal - % a.a. 12Fonte: Tesouro Nacional, CSFB, Previdência Social, Ministério do Trabalho
  • 13. BRASIL – Perspectiva 2015 -24 -23 -8 4 12 14 14 2 -28 -24 -48 -48 -54 -81 -86 -78 -70 -65 33 22 17 10 18 15 19 35 45 26 48 49 65 64 60 59 60 59 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*2017* Current Account FDI Déficit de conta corrente expandiu-se, mas IED contina forte [(Déficit em conta corrente + IED) * (-1)] - % do PIB Saldo em Transações Correntes x IED (US$ bi) Fonte: Banco Central - Expectativa de Mercado (FOCUS 01/30/15) Source: Central Bank »High FX linked debt » ‘02 FX-Reserves: USD 38 bn »Low FX linked debt » FX-Reserves:USD374.015 mi (Jan/15) 13 6.0 3.2 2.8 1.2 0.5 -1.5 -1.5 -4.7 -7.3 Participação brasileira no IED mundial (%) 1.3 1.7 2.5 2.1 3.4 4.0 4.8 4.4 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013* IED em US$ dobrou na década de 2010 vis-à-vis aos anos 2000
  • 14. BRASIL – Perspectiva 2015 Programa de concessões (US$ bi) 14 A participação do setor privado nos investimentos em infra-estrutura é uma realidade Fonte: EPL, EPE, MME., Tesouro Nacional/ US$ 1 = R$ 2.30 Concessões têm sido uma maneira bem sucedida de expandir a infraestrutura nos últimos 20 anos
  • 15. BRASIL – Perspectiva 2015 Aumento da capacidade instalada em GW 15 Produção de Potencial Elétrico continua crescendo Economic Policy * Estimativa e projeção
  • 16. BRASIL – Perspectiva 2015 Crescimento do consumo GWh 16 Consumo de Eletricidade cresceu significativamente – especialmente pelas famílias Economic Policy GWh var. % GWh var. % GWh var. % GWh var. % GWh var. % Brasil 415.683 8,2% 433.034 4,2% 448.105 3,5% 463.335 3,4% 473.395 2,2% Residential 107.215 6,4% 111.971 4,4% 117.646 5,1% 124.896 6,2% 132.049 5,7% Industrial 179.478 10,9% 183.576 2,3% 183.475 -0,1% 184.609 0,6% 178.055 -3,6% Services (commerce) 69.17 6,0% 73.482 6,2% 79.226 7,8% 83.695 5,6% 89.819 7,3% Other 59.82 8,2% 64.006 4,2% 67.758 3,5% 70.136 3,4% 73.472 5,2% 2010 2011 2012 2013 2014 2010 2011 2012 2013 Brasil 113.97% 109.37% 105.67% 102.20% Residential 123.17% 117.98% 112.25% 105.70% Services 129.72% 122.15% 113.31% 107.30% Residential Industrial Service 2010 25,8% 43,2% 16,6% 2011 25,9% 42,4% 17,0% 2012 26,3% 40,9% 17,7% 2013 27,0% 39,8% 18,1% 2014 27,8% 37,8% 18,9% Consumo em 2014 comparado com o do ano precedente Fatia de crescimento por setor
  • 17. BRASIL – Perspectiva 2015 Títulos em moeda local revelaram novos meios de financiar projetos de infraestrutura 17 Fonte: Tesouro Nacional, Anbima, Bloomberg Nota: Taxa de rendimento de Debentures representado por média na data da emissão. Curva de NTNB reflete taxas de mercado secundário em 10 de fevereiro de 2015. 2,024 1,247 200 1,235 681 2,705 311 168 151 64 5.47% 5.55% 7.05% 6.64% 4.28% 7.93% 6.81%7.37% 7.39% 8.38% 6.10% 6.28% 0.00% 1.00% 2.00% 3.00% 4.00% 5.00% 6.00% 7.00% 8.00% 9.00% 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 5Y 7Y 8Y 10Y 11Y 12Y 13Y 14Y 15Y 17Y Volume - BRL bn Yield % p.y. + CPI NTNB Treasury Curve Volume pendente (R$ mi) e Rendimento (% p.a.)
  • 18. BRASIL – Perspectiva 2015 Titulares de Debêntures de Infraestrutura – em dezembro de 2014 18 Source: National Treasury, Cetip, Anbima, BTG Pactual Estoque total – R$ 15,14 bi »Investidores estrangeiros detém em torno de 14% desses debêntures, comparado a 18% de dívida doméstica. » Investidores de varejo detém R$ 5,20 bi (34.35%) do estoque de debêntures, depositado em bancos ou em corretoras. 77.38% 17.73% 4.89% Dec/14 Public Debt Holders
  • 19. BRASIL – Perspectiva 2015 Taxa de Juros real tem mostrado um declínio secular e expectativas de inflação estão convergindo novamente Taxas de Juros real de médio e longo prazo* Inflação esperada (%) Source: National Treasury * NTN-B: Títulos indexados ao IPCA. Até Jan-10, com maturação em 2024, 2035 e 2045, depois com maturação em 2030, 2040 e 2050. Fonte: Banco Central * Expectativas de mercado – Banco Central – FOCUS, 30 de janeiro de 2015 19 6.12% 3.5% 4.5% 5.5% 6.5% 7.5% 8.5% 9.5% Oct-04 Apr-05 Oct-05 Apr-06 Oct-06 Apr-07 Oct-07 Apr-08 Oct-08 Apr-09 Oct-09 Apr-10 Oct-10 Apr-11 Oct-11 Apr-12 Oct-12 Apr-13 Oct-13 Apr-14 Oct-14
  • 20. BRASIL – Perspectiva 2015 Rendimentos de Títulos de Longo Prazo continuam atrativos (e acima da Selic) Retorno médio dos títulos públicos – Índice de Mercado ANBIMA (IMA) vs Taxa de Overnight (CDI) 20 » O mercado de Títulos Públicos Brasileiro apresenta oportunidades tanto em renda fixa quanto em títulos indexados à inflação. Fonte: ANBIMA Obs.: IRF-M considera o estoque de títulos de renda fixa (LTN and NTN-F). IMA-B considera o estoque de títulos indexados à inflação (NTN-B). IMA-Geral é o índice mais abrangente e corresponde à soma do IRF-M, IMA-S (índice de taxa flexível), IMA-C (NTN-C) e IMA-B. Administração da Dívida Pública 2010 2011 2012 2013 2014 Average 2010 -2014 IMA-B IMA-B IMA-B CDI IMA-B IMA-B 17.00% 15.10% 26.70% 8.10% 14.50% 12.66% IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M IRF-M 11.90% 14.50% 14.30% 2.60% 11.40% 10.94% CDI CDI CDI IMA-B CDI CDI 9.70% 11.60% 8.40% -10.00% 10.80% 9.72% Return 1st 2nd 3rd
  • 21. Responsabilidade Fiscal e Monetária Respeito às metas de inflação e fiscal; Respeito aos contratos Crédito, reformas fiscal e do judiciário; incentivos para inovação e comércio Efetiva e sustentável rede de Assistência Social Empreende- dorismo Reforma na Assistência Social e criação do BOLSA-FAMÍLIA Relembrando compromissos e objetivos …. Pilares do Desenvolvimento Apartirde2003 Mudanças no ICMS e PIS/Cofins Expansão do Simples e iniciativas de melhoramento do ambiente de negócios Foco no aumento do comércio exterior Melhorar treinamento técnico e superior Incentivar o aumento da oferta de trabalho Foco na dívida pública bruta Acelerar concessões/ oportunidades de PPP Em2015  Trabalhando duro para …