O documento discute anestesia ambulatorial, definindo quatro tipos de unidades de cuidado ambulatorial de acordo com a complexidade dos procedimentos realizados. Apresenta critérios de seleção e exclusão de pacientes, fatores que aumentam a demanda por anestesia ambulatorial e desafios como náusea, vômitos e dor pós-operatória. Conclui que unidades ambulatoriais podem melhorar o fluxo nos centros cirúrgicos e que uma boa informação ao paciente é essencial para o sucesso da anestesia ambulatorial