Bárbara Relvas Ilyan
Fernanda Galotti
Priscila Raijche de Oliveira
Maior contato com as fezes
Preocupação com o odor
Dietas mais digestíveis / Aditivos
Estômago
Intestino
delgado
Intestino
grosso
Fezes
Proteínas (Pepsina)
Lipídeos (Lipase gástrica)
Carboidratos (amilase pancreática)
Proteínas (tripsinogênio, quimiotripsinogênio, nucleases)
Lipídeos (Lipase pancreática)
Eletrólitos
Água
Fermentação
AGCC
Lactato
Amônia
CO2 e H2
Metâno
H2S
Coleta das fezes Homogeinização
Igual quantidade
de amostra
Potes: mesmo
tamanho e
volume,
numerados,
cobertos com
papel filme
plástico furado
Comparação do odor em relação
à dieta controle
1- Melhor que a dieta controle
2- Igual a dieta controle
3- Pior que a dieta controle.
Foto: Juliana Regina da Silva
Foto: Juliana Regina da Silva
Foto: Juliana Regina da SilvaFoto: Juliana Regina da Silva
Alimentos indigestíveis ou de baixa
digestibilidade;
- Pectinas, gomas e mucilagens
Alimentos com alta quantidade de
aminoácidos sulfurados;
 Planta da família Agavaceae;
 Cresce em deserto encontrada quase
exclusivamente no México;
 Pode atingir de 3 a 4 metros de altura;
 Produz vários galhos que são colhidos quando
maduros (com 1 a 2 metros);
 Os galhos maduros colhidos
são submetidos ao processamento.
Moagem
dos galhos
Secagem
Líquido
Sólido Pó
Flavorizante e espumante
refrigerantes
Surfactante e conservante
Cosméticos
Alimentação
animal
PROCESSAMENTO
Pesquisado para cães, gatos, suínos, aves,
ruminantes e eqüinos.
Diminuição do odor das excretas;
Melhora de desempenho e produtividade dos
animais;
Fonte alternativa de fibra na dieta.
Composto ativo Saponinas
Estrutura Parte lipofílica e outra hidrofílica,
que determina a propriedade de redução de
tensão superficial da água e ações
detergente e emulsificante;
Encontradas em toda a planta;
1- Odor das excretas pela inibição da urease
(saponinas);
2- A parte solúvel em água do extrato de Yucca
(glicocomponentes) tem uma grande afinidade
pela amônia e se ligam à ela;
3- Saponinas promovem inibição da fermentação
microbiana da proteína.
Mecanismo pelo qual o extrato de Yucca reduz o odor das fezes, ainda
não está bem definido e tem sido assunto de muitas discussões.
MECANISMO DE AÇÃO
 Não interfere na saúde saponinas não são absorvidas
= fonte alternativa de fibra;
 Redução de até 56% do odor das fezes de cães e até
49% das fezes de gatos;
 Redução de 33% do odor geral e de 81% da amônia
das caixa sanitárias de gatos;
 Pessoas notaram uma
sensível diminuição no odor
da urina de gatos.
 Controle de protozoários
- Causa a quebra da membrana celular e posterior morte da célula.
 Redução do colesterol no sangue e prevenção de câncer de
cólon
- Saponinas formam compostos insolúveis com o colesterol e com
os sais biliares e impedem sua absorção;
- Ligação das saponinas com sais biliares previne o câncer de cólon
pois evitam a sua transformação em sais biliares secundários pela
atividade microbiana, que são citotóxicos e promotores de tumor.
OUTRAS AÇÕES
 Redução da dor articular em casos de artrite
- Mecanismo de ação ainda não está completamente
esclarecido;
- Saponinas teriam um efeito antiinflamatório que traria redução
da dor e melhora nestes casos.
 Sistema imune
- Saponinas aumentam a permeabilidade do intestino, facilitando
a absorção de moléculas grandes, como as encontradas em
vacinas orais e anticorpos maternos.
OUTRAS AÇÕES
Adicionado no misturador de ração com
dispersante (ex. Óleo).
- 0,125 mg/kg de ração (0,0125% de Yucca);
- 250mg/kg de ração (0,025% de Yucca);
- 0,375 mg/kg de ração (0,0375% de Yucca);
- 2g/kg de ração (0,2% de yucca).
INTRODUÇÃO EM RAÇÕES
 Minerais aluminossilicatos cristalinos;
 Cerca de 50 tipos com ocorrência natural;
 Formação se dá através de precipitação de fluidos
vulcânicos;
 Encontrada em ambientes salinos, solos alcalinos,
sistema hidrotermal e sedimentos marinhos;
 China, Japão, Coréia do Sul,
Estados Unidos e Cuba
 Alimentação animal;
 Cama para animais domésticos;
 Purificação de água;
 Horticultura;
 Tratamento de esgoto.
USO EM 2006
 Propriedades Absorção água e gases;
 Alta capacidade de troca catiônica;
 Adsorção de gases no aditivo;
 Não altera digestibilidade ou sabor;
 Fezes mais firmes Melhora de diarreia.
 Removem toxinas;
 Mudanças nas enzimas e sistema imunológico;
 Combate infecções;
 Melhora eficiência na cicatrização;
 Zeólita A (Sintética) Estimula desenvolvimento dos
ossos;
 Tratamento para diabetes Diminui absorção de glicose;
 Auxílio em tratamentos contra tumores.
U$ 30 a 70 por tonelada Grossos
U$ 50 a 120 por tonelada Finos
U$ 0,50 a 4,50 por quilo Controle odores
PREÇO
Inclusão em dietas
0,5 – 0,75% Gatos
0,75 – 1,00% Cães
 O termo psyllium vem do grego "psyllia", que significa
pulga;
 Erva nativa do Mediterrâneo, Norte da África e Ásia;
 Largamente cultivada na Índia e Paquistão;
 Cresce em solos arenosos e lamacentos;
 Fonte de fibras solúveis
e insolúveis, que aumenta
o volume das fezes.
Propriedades medicinais:
 Demulcente Ação protetora do local da
inflamação, assim como o muco;
 Emoliente Facilita o amolecimento de material
acumulado nos intestinos. Acalma e protege
as membranas e mucosas;
 Laxante Substância utilizada para induzir a
defecação.
 Vegetal muito utilizado no tratamento de problemas
que resultam em constipação (animais e humanos);
 Indicações de uso: constipação, diarréia, síndrome
do intestino irritável, doença inflamatória intestinal e
colite ulcerativa, neoplasias em cólon;
 Seu emprego em pacientes com constipação é bem
difundido na medicina humana.
Estudos sobre essa fibra são menos
freqüentes na medicina veterinária.
 Os grãos são uma excelente fonte de mucilagem;
 A mucilagem que compõe a camada exterior dos grãos tem
uma grande capacidade de reter água:
- Incha ao capturar a água e produz um gel que aumenta a
viscosidade do conteúdo do intestino (quimo).
- Psyllium melhora o trânsito do alimento no TGI,
combatendo a constipação (principal indicação na
medicina humana e animal).
 Resulta no avanço da matéria fecal, através do cólon, de
forma mais regular. A lubrificação induzida pelo psyllium
facilita a eliminação fecal.
 Laxantes são usados​para prevenir e tratar a
constipação em cães e gatos;
 Vários tipos de laxantes estão disponíveis e devem
ser escolhidos com base nas necessidades individuais
do animal;
 Pysllium é feito a partir do revestimento fibroso de
uma semente de planta. Passa através dos intestinos
sem ser digerido, no cólon absorve água e incha,
tornando as fezes maiores e mais suave;
 Aumento da massa no cólon estimula as contrações
intestinais e movimentos intestinais;
 Pode demorar 72 horas para começar a ver os efeitos.
Dose Usual e Administração
A dose é baseada na idade, tamanho, peso e
outros fatores de saúde de seu animal.
A adição deve ser gradual e sempre com a
orientação de um veterinário.
O ideal é misturar o aditivo com o alimento
úmido. Quantidade e freqüência depende da
resposta ao tratamento e razão para o
tratamento.
Efeitos colaterais e riscos de Psyllium
 Pode interagir com outros medicamentos TGI.
Não causa necessariamente danos a saúde mas
pode perder a eficácia do medicamento.
 Evitar fornecimento para animais portadores de
perfuração ou obstrução intestinal.
 Geralmente livre de efeitos colaterais. Entretanto
pode causar aumento da flatulência, diarréia e
bloqueio no esôfago (consumo excessivo).
 Fundamental a ingestão de água à vontade
 Cães e gatos devem defecar ao menos uma vez a cada de dois
dias, com fezes macias.
 Animais que sofrem de constipação não conseguem defecar
devido à baixa mobilidade ou dificuldade de passagem do bolo
fecal, principalmente na porção final do intestino.
Sinais notáveis de animais com constipação
- Passagem difícil das fezes;
- Esforço ao defecar;
- Evacuação dolorosa;
- Inchaço e dor na região anal;
- Distensão abdominal;
- Dificuldade ao andar;
- Marcha anormal;
- Relutante às atividades físicas;
- Perda de apetite;
- Estresse mental.
 Fibra alimentar é uma alternativa para evitar
problemas de evacuação;
 Demanda por estudos com a utilização
de psyllium em dietas de animais pet.
Condições em cães que podem levar à constipação
- Ingestão de pêlos;
- Baixa ingestão de água;
- Alimentação pobre em fibras;
- Estresse;
- Mudança brusca de dieta;
- Pouca atividade física;
- Obstruções mecânicas
(tumores e corpos estranhos);
- Ingestão de refeições com
ossos ou fibras indigestíveis.
Aditivos para rações de cães e gatos

Aditivos para rações de cães e gatos

  • 1.
    Bárbara Relvas Ilyan FernandaGalotti Priscila Raijche de Oliveira
  • 2.
    Maior contato comas fezes Preocupação com o odor Dietas mais digestíveis / Aditivos
  • 3.
    Estômago Intestino delgado Intestino grosso Fezes Proteínas (Pepsina) Lipídeos (Lipasegástrica) Carboidratos (amilase pancreática) Proteínas (tripsinogênio, quimiotripsinogênio, nucleases) Lipídeos (Lipase pancreática) Eletrólitos Água Fermentação AGCC Lactato Amônia CO2 e H2 Metâno H2S
  • 4.
    Coleta das fezesHomogeinização Igual quantidade de amostra Potes: mesmo tamanho e volume, numerados, cobertos com papel filme plástico furado Comparação do odor em relação à dieta controle 1- Melhor que a dieta controle 2- Igual a dieta controle 3- Pior que a dieta controle. Foto: Juliana Regina da Silva Foto: Juliana Regina da Silva Foto: Juliana Regina da SilvaFoto: Juliana Regina da Silva
  • 5.
    Alimentos indigestíveis oude baixa digestibilidade; - Pectinas, gomas e mucilagens Alimentos com alta quantidade de aminoácidos sulfurados;
  • 6.
     Planta dafamília Agavaceae;  Cresce em deserto encontrada quase exclusivamente no México;  Pode atingir de 3 a 4 metros de altura;  Produz vários galhos que são colhidos quando maduros (com 1 a 2 metros);  Os galhos maduros colhidos são submetidos ao processamento.
  • 7.
    Moagem dos galhos Secagem Líquido Sólido Pó Flavorizantee espumante refrigerantes Surfactante e conservante Cosméticos Alimentação animal PROCESSAMENTO
  • 8.
    Pesquisado para cães,gatos, suínos, aves, ruminantes e eqüinos. Diminuição do odor das excretas; Melhora de desempenho e produtividade dos animais; Fonte alternativa de fibra na dieta.
  • 9.
    Composto ativo Saponinas EstruturaParte lipofílica e outra hidrofílica, que determina a propriedade de redução de tensão superficial da água e ações detergente e emulsificante; Encontradas em toda a planta;
  • 10.
    1- Odor dasexcretas pela inibição da urease (saponinas); 2- A parte solúvel em água do extrato de Yucca (glicocomponentes) tem uma grande afinidade pela amônia e se ligam à ela; 3- Saponinas promovem inibição da fermentação microbiana da proteína. Mecanismo pelo qual o extrato de Yucca reduz o odor das fezes, ainda não está bem definido e tem sido assunto de muitas discussões. MECANISMO DE AÇÃO
  • 11.
     Não interferena saúde saponinas não são absorvidas = fonte alternativa de fibra;  Redução de até 56% do odor das fezes de cães e até 49% das fezes de gatos;  Redução de 33% do odor geral e de 81% da amônia das caixa sanitárias de gatos;  Pessoas notaram uma sensível diminuição no odor da urina de gatos.
  • 12.
     Controle deprotozoários - Causa a quebra da membrana celular e posterior morte da célula.  Redução do colesterol no sangue e prevenção de câncer de cólon - Saponinas formam compostos insolúveis com o colesterol e com os sais biliares e impedem sua absorção; - Ligação das saponinas com sais biliares previne o câncer de cólon pois evitam a sua transformação em sais biliares secundários pela atividade microbiana, que são citotóxicos e promotores de tumor. OUTRAS AÇÕES
  • 13.
     Redução dador articular em casos de artrite - Mecanismo de ação ainda não está completamente esclarecido; - Saponinas teriam um efeito antiinflamatório que traria redução da dor e melhora nestes casos.  Sistema imune - Saponinas aumentam a permeabilidade do intestino, facilitando a absorção de moléculas grandes, como as encontradas em vacinas orais e anticorpos maternos. OUTRAS AÇÕES
  • 14.
    Adicionado no misturadorde ração com dispersante (ex. Óleo). - 0,125 mg/kg de ração (0,0125% de Yucca); - 250mg/kg de ração (0,025% de Yucca); - 0,375 mg/kg de ração (0,0375% de Yucca); - 2g/kg de ração (0,2% de yucca). INTRODUÇÃO EM RAÇÕES
  • 15.
     Minerais aluminossilicatoscristalinos;  Cerca de 50 tipos com ocorrência natural;  Formação se dá através de precipitação de fluidos vulcânicos;  Encontrada em ambientes salinos, solos alcalinos, sistema hidrotermal e sedimentos marinhos;  China, Japão, Coréia do Sul, Estados Unidos e Cuba
  • 16.
     Alimentação animal; Cama para animais domésticos;  Purificação de água;  Horticultura;  Tratamento de esgoto. USO EM 2006
  • 17.
     Propriedades Absorçãoágua e gases;  Alta capacidade de troca catiônica;  Adsorção de gases no aditivo;  Não altera digestibilidade ou sabor;  Fezes mais firmes Melhora de diarreia.
  • 18.
     Removem toxinas; Mudanças nas enzimas e sistema imunológico;  Combate infecções;  Melhora eficiência na cicatrização;  Zeólita A (Sintética) Estimula desenvolvimento dos ossos;  Tratamento para diabetes Diminui absorção de glicose;  Auxílio em tratamentos contra tumores.
  • 19.
    U$ 30 a70 por tonelada Grossos U$ 50 a 120 por tonelada Finos U$ 0,50 a 4,50 por quilo Controle odores PREÇO Inclusão em dietas 0,5 – 0,75% Gatos 0,75 – 1,00% Cães
  • 20.
     O termopsyllium vem do grego "psyllia", que significa pulga;  Erva nativa do Mediterrâneo, Norte da África e Ásia;  Largamente cultivada na Índia e Paquistão;  Cresce em solos arenosos e lamacentos;  Fonte de fibras solúveis e insolúveis, que aumenta o volume das fezes.
  • 21.
    Propriedades medicinais:  DemulcenteAção protetora do local da inflamação, assim como o muco;  Emoliente Facilita o amolecimento de material acumulado nos intestinos. Acalma e protege as membranas e mucosas;  Laxante Substância utilizada para induzir a defecação.
  • 22.
     Vegetal muitoutilizado no tratamento de problemas que resultam em constipação (animais e humanos);  Indicações de uso: constipação, diarréia, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal e colite ulcerativa, neoplasias em cólon;  Seu emprego em pacientes com constipação é bem difundido na medicina humana. Estudos sobre essa fibra são menos freqüentes na medicina veterinária.
  • 23.
     Os grãossão uma excelente fonte de mucilagem;  A mucilagem que compõe a camada exterior dos grãos tem uma grande capacidade de reter água: - Incha ao capturar a água e produz um gel que aumenta a viscosidade do conteúdo do intestino (quimo). - Psyllium melhora o trânsito do alimento no TGI, combatendo a constipação (principal indicação na medicina humana e animal).  Resulta no avanço da matéria fecal, através do cólon, de forma mais regular. A lubrificação induzida pelo psyllium facilita a eliminação fecal.
  • 24.
     Laxantes sãousados​para prevenir e tratar a constipação em cães e gatos;  Vários tipos de laxantes estão disponíveis e devem ser escolhidos com base nas necessidades individuais do animal;  Pysllium é feito a partir do revestimento fibroso de uma semente de planta. Passa através dos intestinos sem ser digerido, no cólon absorve água e incha, tornando as fezes maiores e mais suave;  Aumento da massa no cólon estimula as contrações intestinais e movimentos intestinais;  Pode demorar 72 horas para começar a ver os efeitos.
  • 25.
    Dose Usual eAdministração A dose é baseada na idade, tamanho, peso e outros fatores de saúde de seu animal. A adição deve ser gradual e sempre com a orientação de um veterinário. O ideal é misturar o aditivo com o alimento úmido. Quantidade e freqüência depende da resposta ao tratamento e razão para o tratamento.
  • 26.
    Efeitos colaterais eriscos de Psyllium  Pode interagir com outros medicamentos TGI. Não causa necessariamente danos a saúde mas pode perder a eficácia do medicamento.  Evitar fornecimento para animais portadores de perfuração ou obstrução intestinal.  Geralmente livre de efeitos colaterais. Entretanto pode causar aumento da flatulência, diarréia e bloqueio no esôfago (consumo excessivo).  Fundamental a ingestão de água à vontade
  • 27.
     Cães egatos devem defecar ao menos uma vez a cada de dois dias, com fezes macias.  Animais que sofrem de constipação não conseguem defecar devido à baixa mobilidade ou dificuldade de passagem do bolo fecal, principalmente na porção final do intestino. Sinais notáveis de animais com constipação - Passagem difícil das fezes; - Esforço ao defecar; - Evacuação dolorosa; - Inchaço e dor na região anal; - Distensão abdominal; - Dificuldade ao andar; - Marcha anormal; - Relutante às atividades físicas; - Perda de apetite; - Estresse mental.
  • 28.
     Fibra alimentaré uma alternativa para evitar problemas de evacuação;  Demanda por estudos com a utilização de psyllium em dietas de animais pet. Condições em cães que podem levar à constipação - Ingestão de pêlos; - Baixa ingestão de água; - Alimentação pobre em fibras; - Estresse; - Mudança brusca de dieta; - Pouca atividade física; - Obstruções mecânicas (tumores e corpos estranhos); - Ingestão de refeições com ossos ou fibras indigestíveis.