Aborto
Um aborto ou interrupção da gravidez é a
remoção ou expulsão prematura de um embrião
  ou feto do útero, resultando na sua morte ou
  sendo por esta causada . Isto pode ocorrer de
forma espontânea ou artificial, provocando-se o
 fim da gestação, e consequentemente o fim da
    vida do feto, mediante técnicas médicas,
             cirúrgicas entre outras.
Após 180 dias (seis meses) de gestação, quando o
    feto já é considerado viável, o processo tem a
      designação médica de parto prematuro.A
terminologia "aborto", entretanto, pode continuar a
ser utilizada em geral, quando refere-se à indução da
                    morte do feto.

Há anos, o aborto vem sendo provocado por vários
métodos diferentes e seus aspectos morais, éticos,
legais e religiosos são objeto de intenso debate em
              diversas partes do mundo.
Definições do Aborto
Aborto espontâneo

 Aborto devido a uma ocorrência acidental ou
     natural. A maioria dos abortamentos
 espontâneos são causados por uma incorreta
  replicação dos cromossomos e por fatores
ambientais. Também por ser denominado aborto
             involuntário ou casual.
Aborto induzido
Aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto
voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto
induzido possui as seguintes subcategorias:
      Aborto induzido: aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é
         denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção
         voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias:
      Aborto terapêutico: aborto provocado:
     • Para salvar a vida da gestante.
     • Para preservar a saúde física ou mental da mulher
     • Para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas
         congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves
     • Para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade
         de riscos associados a gravidezes múltiplas.
      Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação.
Aborto provocado para salvar a vida da gestante para preservar a saúde física ou
mental da mulher para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas
congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves para reduzir
seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a
gravidezes múltiplas.
Consequências para a
     sociedade
Consequências positivas
 Em um estudo polêmico de Steven Levitt da Universidade de Chicago e John
Donohue da Universidade Yale associa a legalização do aborto com a baixa da
taxa de criminalidade na cidade de Nova Iorque e através dos Estados Unidos.
     Tal estudo apresenta, com base em dados de diversas cidades norte-
  americanas e com significância estatística, o possível efeito da redução dos
  índices de criminalidade onde o aborto é legal. Ainda segundo os autores,
       estudos no Canadá e na Austrália apontariam na mesma direção.

 O recurso a abortos ilegais, segundo os defensores da legalização, aumentaria
   a mortalidade maternal. Tanto a mortalidade quanto outros problemas de
saúde seriam evitados, segundo seus defensores, quando há acesso a métodos
   seguros de aborto. Segundo o Instituto Guttmacher, o aborto induzido ou
interrupção voluntária da gravidez tem um risco de morte para a mulher entre
  0,2 a 1,2 em cada 100 mil procedimentos com cobertura legal realizados em
países desenvolvidos. Este valor é mais de dez vezes inferior ao risco de morte
    da mulher no caso de continuar a gravidez. Pelo contrário em países em
  desenvolvimento em que o aborto é criminalizado as taxas são centenas de
vezes mais altas atingindo 330 mortes por cada 100 mil procedimentos. Para o
 Ministro da Saúde brasileiro, José Gomes Temporão, defensor da legalização
 do aborto, a descriminalização do aborto deveria ser tratada como problema
                                de saúde pública.
Consequências negativas

  Como consequências negativas da legalização do
  aborto na sociedade, apontam-se, entre outras: a
    banalização de sua prática, a disseminação da
eugenia, a submissão a interesses mercadológicos de
    grupos médicos e empresas farmacológicas, a
  diminuição da população, o controle demográfico
internacional, a desvalorização generalizada da vida,
  o aumento de casos de síndromes pós-aborto, e,
 indiretamente, o aumento do número de casos de
     DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).
Tema : Aborto
       Edição : José Hilton & Raianne
Créditos : À pessoas de sensibilidade humana
           Participação : Rosângela

              José Hilton
               Raianne

Aborto

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    Um aborto ouinterrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada . Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.
  • 3.
    Após 180 dias(seis meses) de gestação, quando o feto já é considerado viável, o processo tem a designação médica de parto prematuro.A terminologia "aborto", entretanto, pode continuar a ser utilizada em geral, quando refere-se à indução da morte do feto. Há anos, o aborto vem sendo provocado por vários métodos diferentes e seus aspectos morais, éticos, legais e religiosos são objeto de intenso debate em diversas partes do mundo.
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  • 6.
    Aborto espontâneo Abortodevido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual.
  • 7.
    Aborto induzido Aborto causadopor uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias:  Aborto induzido: aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias:  Aborto terapêutico: aborto provocado: • Para salvar a vida da gestante. • Para preservar a saúde física ou mental da mulher • Para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves • Para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a gravidezes múltiplas.  Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação. Aborto provocado para salvar a vida da gestante para preservar a saúde física ou mental da mulher para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a gravidezes múltiplas.
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  • 9.
    Consequências positivas Emum estudo polêmico de Steven Levitt da Universidade de Chicago e John Donohue da Universidade Yale associa a legalização do aborto com a baixa da taxa de criminalidade na cidade de Nova Iorque e através dos Estados Unidos. Tal estudo apresenta, com base em dados de diversas cidades norte- americanas e com significância estatística, o possível efeito da redução dos índices de criminalidade onde o aborto é legal. Ainda segundo os autores, estudos no Canadá e na Austrália apontariam na mesma direção. O recurso a abortos ilegais, segundo os defensores da legalização, aumentaria a mortalidade maternal. Tanto a mortalidade quanto outros problemas de saúde seriam evitados, segundo seus defensores, quando há acesso a métodos seguros de aborto. Segundo o Instituto Guttmacher, o aborto induzido ou interrupção voluntária da gravidez tem um risco de morte para a mulher entre 0,2 a 1,2 em cada 100 mil procedimentos com cobertura legal realizados em países desenvolvidos. Este valor é mais de dez vezes inferior ao risco de morte da mulher no caso de continuar a gravidez. Pelo contrário em países em desenvolvimento em que o aborto é criminalizado as taxas são centenas de vezes mais altas atingindo 330 mortes por cada 100 mil procedimentos. Para o Ministro da Saúde brasileiro, José Gomes Temporão, defensor da legalização do aborto, a descriminalização do aborto deveria ser tratada como problema de saúde pública.
  • 10.
    Consequências negativas Como consequências negativas da legalização do aborto na sociedade, apontam-se, entre outras: a banalização de sua prática, a disseminação da eugenia, a submissão a interesses mercadológicos de grupos médicos e empresas farmacológicas, a diminuição da população, o controle demográfico internacional, a desvalorização generalizada da vida, o aumento de casos de síndromes pós-aborto, e, indiretamente, o aumento do número de casos de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).
  • 12.
    Tema : Aborto Edição : José Hilton & Raianne Créditos : À pessoas de sensibilidade humana Participação : Rosângela José Hilton Raianne