O documento discute a origem da vida humana segundo a embriologia e a concepção. Aponta que a ciência desde o século XIX estabelece que a vida se inicia na concepção, quando o óvulo é fecundado pelo espermatozóide. Também aborda a situação legal do aborto no Brasil, que é considerado crime pelas leis do país, exceto em casos de risco de vida para a gestante ou gravidez decorrente de estupro. Aponta que a legalização do aborto não necessariamente reduz a mortalidade materna.