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A MULHER NA
HISTÓRIA:
Diferentes eras, diferentes
sociedades
Família
 O conceito de família tal como conhecemos
hoje nem sempre existiu, diferentes
sociedades estabeleceram diferentes laços
entre si.
 O conceito de família pode se estabelecer a
partir de preceitos jurídicos, religiosos,
culturais ou sanguíneos.
Família consanguínea
 A família consanguínea é a que está baseada
numa relação biológica. É um tipo de família
formada por indivíduos que compartilham
material genético.
Família tribal
 Em diversas sociedades tribais estudiosos
notaram que a concepção de família extrapola
laços do núcleo pai-mãe-filhos-avós.
 Palavras utilizadas para designar pai, mãe,
filho, irmão, são empregadas para se referir a
outros membros da comunidade com deveres
recíprocos.
Poligamia
 União com mais de um parceiro(a).
 Poliandria – Mulher com mais de um parceiro.
 Poliginia – Homem com mais de uma parceira.
Sociedades matriarcais ou
matriarcado
 Podemos chamar de sociedades matriarcais
aquelas em o poder político e/ou
administrativo pertence à mulheres, que a
hereditariedade(nome familiar e herança) é
transmitida por linhagem materna e
sociedades em que a mulher é chefe da
família.
As deusas femininas
 Apesar de diversas estátuas de deusas
ligadas à fertilidade, existe um debate no meio
científico se essas imagens, de fato,
evidenciam sociedades matriarcais como
predominância durante a Pré-História.
A mulher na história
A mulher na história
Sociedades patriarcais ou
Patriarcado
 É o oposto de sociedades matriarcais.
 homens adultos mantêm o poder primário e
predominam em funções de liderança política,
autoridade moral, privilégio social e controle das
propriedades. No domínio da família, a figura
paterna mantém a autoridade sobre as mulheres e
as crianças
 Acredita-se que sociedades patriarcais
existam desde a Pré-História, porém, na
cultura ocidental é possível identificar
historicamente seu processo de formação.
Na Mesopotâmia, o código de Hamurabi (século XVIII
a.C) demonstra diferenças sociais entre homens e
mulheres
 117º - Se alguém tem um débito vencido e vende por
dinheiro a mulher, o filho e a filha, ou lhe concedem
descontar com trabalho o débito, aqueles deverão trabalhar
três anos na casa do comprador ou do senhor, no quarto ano
este deverá libertá-los.
 132º - Se contra a mulher de um homem livre é proferida
difamação por causa de um outro homem, mas não é ela
encontrada em contato com outro, ela deverá saltar no rio
por seu marido.
 133º - Se alguém é feito prisioneiro e na sua casa há com
que sustentar-se, mas a mulher abandona sua casa e vai a
outra casa; porque esta mulher não guardou sua casa e foi a
outra, deverá ser judicialmente convencida e lançada n’água.
Os hebreus, que nos legaram o “antigo testamento”,
são originários da Mesopotâmia, consequentemente
herdaram alguns aspectos culturais.
 Gênesis3:16 - E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a
tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu
marido, e ele te dominará.
 Deuteronômio22:13-15 - Quando um homem tomar mulher e, depois de
coabitar com ela, a desprezar, E lhe imputar coisas escandalosas, e
contra ela divulgar má fama, dizendo: Tomei esta mulher, e me cheguei a
ela, porém não a achei virgem; Então o pai da moça e sua mãe tomarão
os sinais da virgindade da moça, e levá-los-ão aos anciãos da cidade, à
porta;
 Deuteronômio22:20-21 - Porém se isto for verdadeiro, isto é, que a
virgindade não se achou na moça, Então levarão a moça à porta da casa
de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão, até que morra;
pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim
tirarás o mal do meio de ti.
 Deuteronômio24:1 - Quando um homem tomar uma mulher e se casar
com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela
encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na
Enquanto em religiões politeístas
deusas femininas sempre estavam
presentes em seu panteão, o
monoteísmo professado por
patriarcas(Noé, Abraão, Moisés, etc.)
Mulher e o trabalho
Percebemos que a relação mulher e
trabalho sofreu alterações de acordo com
interesses e conveniências de suas
respectivas sociedades.
 Ainda que a força física da mulher seja
naturalmente inferior ao homem a visão de
mulher como sexo frágil não é um constante.
Gravura americana da
Segunda Guerra incentivando
a mulher a suprir a demanda
de trabalho.
Pré-História
 Em sociedades seminômades e sedentárias a
mulher se ocupa da terra, dos animais, do
artesanato e dos dependentes enquanto o
papel do homem se restringe à caça.
Alguns estudos apontam que ao descobrir
que o homem também participa da geração
de descendentes o homem apropria-se do
papel mais relevante na sociedade,
ressaltado pelo excedente de produção.
Grécia
 Na sociedade grega já percebe-se uma
hierarquização social bem definida. Mulheres
de diferente classes exercem papeis
diferentes.

A mulher devia gerar filhos. Não tinha
direito à participação política e devia
ficar confinada em um ambiente
chamado gineceu com raras aparições
públicas.
Europa Medieval
 Mais uma vez diferentes classes conferem
diferentes atribuições.
A cultura medieval era normatizada
pela igreja católica. Enquanto a
“virgem” era o modelo a ser seguido, o
sacerdócio era exclusivamente
masculino.
Idade moderna
 Alguns princípios da mulher medieval
permanecem. E destaca-se o papel do homem
como provedor e chefe de família.
Revolução Industrial
 As mulheres são inseridas nas fábricas pois seus
maridos não conseguem sustentar a família sozinho.
 O discurso da época retrata a mulher como menos
produtiva e sem a responsabilidade de sustentar o
lar. Por isso podem receber menos e tornam-se
mão-de-obra favorita do patrão.
Muitos homens desempregados
aumentam o consumo de álcool e a
violência doméstica.
O sufrágio feminino
 As primeiras estruturas democráticas a partir
do fim do século XVIII eram exclusivamente
masculinas.
 Houve um longo processo de luta para que as
mulheres conquistassem o mesmo direito.
 O Reino Unido teve a primeira lei favorável ao
voto feminino em 1918.
 No Brasil o primeiro voto feminino ocorreu em
1928 no Rio Grande do Norte. Mas somente
em 1934 o voto feminino passou a ser
amparado pela lei.
A mulher na história
A mulher na história
É possível supor que em todas
sociedades mulheres transpunham o
papel que lhes era imposto. Em
algumas sociedades há documentação
que comprove.
Conheça os termos para não
passar vergonha:
Feminismo
 é um conjunto de movimentos políticos,
sociais, ideologias e filosofias que têm como
objetivo comum: direitos equânimes (iguais) e
uma vivência humana por meio do
empoderamento feminino e da libertação de
padrões patriarcais, baseados em normas de
gênero.
Machismo
 é o conceito que baseia-se na
supervalorização das características físicas e
culturais associadas com o sexo masculino,
em detrimento daquelas associadas ao sexo
feminino, pela crença de que homens são
superiores às mulheres.
Femismo
 é a ideologia que prega a superioridade do
gênero feminino sobre o masculino. É
considerado o equivalente ao machismo, mas
fazendo com que os oprimidos sejam os
homens, enquanto que as mulheres seriam as
opressoras.
Sexismo
 é o preconceito ou discriminação baseada no
sexo ou gênero de uma pessoa. O sexismo
pode afetar qualquer gênero, mas é
particularmente documentado como afetando
mulheres e meninas. Tem sido ligado a
estereótipos e papéis de gênero e pode incluir
a crença de que um sexo ou gênero é
intrinsecamente superior a outro. O sexismo
extremo pode fomentar o assédio sexual,
estupro e outras formas de violência sexual.
Feminicídio
 é um termo de crime de ódio baseado no
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A mulher na história

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A mulher na história

  • 1. A MULHER NA HISTÓRIA: Diferentes eras, diferentes sociedades
  • 2. Família  O conceito de família tal como conhecemos hoje nem sempre existiu, diferentes sociedades estabeleceram diferentes laços entre si.  O conceito de família pode se estabelecer a partir de preceitos jurídicos, religiosos, culturais ou sanguíneos.
  • 3. Família consanguínea  A família consanguínea é a que está baseada numa relação biológica. É um tipo de família formada por indivíduos que compartilham material genético.
  • 4. Família tribal  Em diversas sociedades tribais estudiosos notaram que a concepção de família extrapola laços do núcleo pai-mãe-filhos-avós.  Palavras utilizadas para designar pai, mãe, filho, irmão, são empregadas para se referir a outros membros da comunidade com deveres recíprocos.
  • 5. Poligamia  União com mais de um parceiro(a).  Poliandria – Mulher com mais de um parceiro.  Poliginia – Homem com mais de uma parceira.
  • 6. Sociedades matriarcais ou matriarcado  Podemos chamar de sociedades matriarcais aquelas em o poder político e/ou administrativo pertence à mulheres, que a hereditariedade(nome familiar e herança) é transmitida por linhagem materna e sociedades em que a mulher é chefe da família.
  • 7. As deusas femininas  Apesar de diversas estátuas de deusas ligadas à fertilidade, existe um debate no meio científico se essas imagens, de fato, evidenciam sociedades matriarcais como predominância durante a Pré-História.
  • 10. Sociedades patriarcais ou Patriarcado  É o oposto de sociedades matriarcais.  homens adultos mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, a figura paterna mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças
  • 11.  Acredita-se que sociedades patriarcais existam desde a Pré-História, porém, na cultura ocidental é possível identificar historicamente seu processo de formação.
  • 12. Na Mesopotâmia, o código de Hamurabi (século XVIII a.C) demonstra diferenças sociais entre homens e mulheres  117º - Se alguém tem um débito vencido e vende por dinheiro a mulher, o filho e a filha, ou lhe concedem descontar com trabalho o débito, aqueles deverão trabalhar três anos na casa do comprador ou do senhor, no quarto ano este deverá libertá-los.  132º - Se contra a mulher de um homem livre é proferida difamação por causa de um outro homem, mas não é ela encontrada em contato com outro, ela deverá saltar no rio por seu marido.  133º - Se alguém é feito prisioneiro e na sua casa há com que sustentar-se, mas a mulher abandona sua casa e vai a outra casa; porque esta mulher não guardou sua casa e foi a outra, deverá ser judicialmente convencida e lançada n’água.
  • 13. Os hebreus, que nos legaram o “antigo testamento”, são originários da Mesopotâmia, consequentemente herdaram alguns aspectos culturais.  Gênesis3:16 - E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.  Deuteronômio22:13-15 - Quando um homem tomar mulher e, depois de coabitar com ela, a desprezar, E lhe imputar coisas escandalosas, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Tomei esta mulher, e me cheguei a ela, porém não a achei virgem; Então o pai da moça e sua mãe tomarão os sinais da virgindade da moça, e levá-los-ão aos anciãos da cidade, à porta;  Deuteronômio22:20-21 - Porém se isto for verdadeiro, isto é, que a virgindade não se achou na moça, Então levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim tirarás o mal do meio de ti.  Deuteronômio24:1 - Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na
  • 14. Enquanto em religiões politeístas deusas femininas sempre estavam presentes em seu panteão, o monoteísmo professado por patriarcas(Noé, Abraão, Moisés, etc.)
  • 15. Mulher e o trabalho
  • 16. Percebemos que a relação mulher e trabalho sofreu alterações de acordo com interesses e conveniências de suas respectivas sociedades.  Ainda que a força física da mulher seja naturalmente inferior ao homem a visão de mulher como sexo frágil não é um constante. Gravura americana da Segunda Guerra incentivando a mulher a suprir a demanda de trabalho.
  • 17. Pré-História  Em sociedades seminômades e sedentárias a mulher se ocupa da terra, dos animais, do artesanato e dos dependentes enquanto o papel do homem se restringe à caça.
  • 18. Alguns estudos apontam que ao descobrir que o homem também participa da geração de descendentes o homem apropria-se do papel mais relevante na sociedade, ressaltado pelo excedente de produção.
  • 19. Grécia  Na sociedade grega já percebe-se uma hierarquização social bem definida. Mulheres de diferente classes exercem papeis diferentes. 
  • 20. A mulher devia gerar filhos. Não tinha direito à participação política e devia ficar confinada em um ambiente chamado gineceu com raras aparições públicas.
  • 21. Europa Medieval  Mais uma vez diferentes classes conferem diferentes atribuições.
  • 22. A cultura medieval era normatizada pela igreja católica. Enquanto a “virgem” era o modelo a ser seguido, o sacerdócio era exclusivamente masculino.
  • 23. Idade moderna  Alguns princípios da mulher medieval permanecem. E destaca-se o papel do homem como provedor e chefe de família.
  • 24. Revolução Industrial  As mulheres são inseridas nas fábricas pois seus maridos não conseguem sustentar a família sozinho.  O discurso da época retrata a mulher como menos produtiva e sem a responsabilidade de sustentar o lar. Por isso podem receber menos e tornam-se mão-de-obra favorita do patrão.
  • 25. Muitos homens desempregados aumentam o consumo de álcool e a violência doméstica.
  • 26. O sufrágio feminino  As primeiras estruturas democráticas a partir do fim do século XVIII eram exclusivamente masculinas.  Houve um longo processo de luta para que as mulheres conquistassem o mesmo direito.
  • 27.  O Reino Unido teve a primeira lei favorável ao voto feminino em 1918.  No Brasil o primeiro voto feminino ocorreu em 1928 no Rio Grande do Norte. Mas somente em 1934 o voto feminino passou a ser amparado pela lei.
  • 30. É possível supor que em todas sociedades mulheres transpunham o papel que lhes era imposto. Em algumas sociedades há documentação que comprove.
  • 31. Conheça os termos para não passar vergonha:
  • 32. Feminismo  é um conjunto de movimentos políticos, sociais, ideologias e filosofias que têm como objetivo comum: direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais, baseados em normas de gênero.
  • 33. Machismo  é o conceito que baseia-se na supervalorização das características físicas e culturais associadas com o sexo masculino, em detrimento daquelas associadas ao sexo feminino, pela crença de que homens são superiores às mulheres.
  • 34. Femismo  é a ideologia que prega a superioridade do gênero feminino sobre o masculino. É considerado o equivalente ao machismo, mas fazendo com que os oprimidos sejam os homens, enquanto que as mulheres seriam as opressoras.
  • 35. Sexismo  é o preconceito ou discriminação baseada no sexo ou gênero de uma pessoa. O sexismo pode afetar qualquer gênero, mas é particularmente documentado como afetando mulheres e meninas. Tem sido ligado a estereótipos e papéis de gênero e pode incluir a crença de que um sexo ou gênero é intrinsecamente superior a outro. O sexismo extremo pode fomentar o assédio sexual, estupro e outras formas de violência sexual.
  • 36. Feminicídio  é um termo de crime de ódio baseado no gênero, amplamente definido como o assassinato de mulheres, mas as definições variam dependendo do contexto cultural