O documento discute a visão mecanicista das organizações, onde elas são vistas como máquinas planejadas para atingir objetivos de forma eficiente. A metáfora da máquina influenciou teorias como a burocracia e a administração científica, que enfatizam a fragmentação e rotinização dos processos de trabalho. No entanto, enfoques mecanicistas têm limitações como dificuldade em adaptação e podem ser desumanizantes.