O documento discute a crise grega, destacando os impactos negativos da austeridade no povo grego e questionando as políticas da Troika. Apresenta evidências de que as políticas de austeridade falharam e que os resgates foram projetados principalmente para salvar bancos alemães e franceses, não a Grécia. A Islândia é dada como exemplo de recuperação ao rejeitar a austeridade.