O documento discute a desigualdade econômica e social na União Europeia e os esforços para promover a coesão através de fundos estruturais. Enquanto as regiões centrais prosperam, as periféricas ficam para trás. Fundos como o FEDER, FSE e FEOGA tentam reduzir as assimetrias regionais, mas revelaram falta de coordenação e insuficiência para lidar com desigualdades estruturais.